Assine já
Destinos

Portugal obtém vice-presidência da OMT para a Europa

A eleição decorreu no âmbito da 20ª Assembleia Geral da OMT, que decorre em Victoria Falls, no Zimbabué, onde participa o secretario de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes.

Raquel Relvas Neto
Destinos

Portugal obtém vice-presidência da OMT para a Europa

A eleição decorreu no âmbito da 20ª Assembleia Geral da OMT, que decorre em Victoria Falls, no Zimbabué, onde participa o secretario de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes.

Sobre o autor
Raquel Relvas Neto
Artigos relacionados
Escolas do Turismo de Portugal integram rede da OMT
Homepage
Secretário-geral da OMT diz que Portugal é “o melhor exemplo na Europa”
Destinos
SET participa na 108.ª Sessão do Conselho Executivo da OMT
Homepage
Portugal promove oferta judaica na feira israelita IMTM
Homepage

A eleição decorreu no âmbito da 20ª Assembleia Geral da OMT, que decorre em Victoria Falls, no Zimbabué, e em que participa o secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, orador em dois dos painéis que ali se organizam. 

De acordo com Adolfo Mesquita Nunes, em comunicado, “Portugal vem consolidando a sua posição de país competitivo e influente em matéria de turismo internacional. Os recentes números divulgados pelo INE confirmam isso mesmo, uma vez que Portugal tem conseguido aproveitar, tão bem ou melhor do que os seus maiores concorrentes, o desvio de turistas que tradicionalmente viajavam para os países árabes. Ao contrário do que sucedeu nos últimos anos, Portugal tem conseguido competir taco a taco, em alguns casos até com melhores resultados e indicadores, com Espanha na captação destes turistas, não se verificando, como nos últimos anos, uma desproporção entre Portugal e Espanha”.

 

Sobre o autorRaquel Relvas Neto

Raquel Relvas Neto

Mais artigos
Artigos relacionados
Destinos

Turismo de Lisboa quer mais apoios para empresa se situação epidemiológica se agravar

Diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa considera que, se a situação epidemiológica se agravar por um período prolongado, deve regressar o lay-off, assim como outras medidas de apoio à tesouraria.

Publituris

O diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa, Vitor Costa, defendeu esta segunda-feira, 20 de dezembro, novos apoios para as empresas caso a situação epidemiológica se venha a agravar e revelou que o aparecimento da variante Ómicron, que está a levar a novas restrições um pouco por todo o mundo, veio gorar as expetativas “favoráveis” que existiam para o Natal e Ano Novo.

“Com esta última evolução da pandemia que não tem tanto a ver com as nossas medidas em Portugal, mas com a questão geral dos nossos mercados, com as restrições que estão a existir na Alemanha, Inglaterra e Holanda, nossos mercados decisivos, a situação agravou-se”, afirmou o responsável à Lusa, depois de revelar que o verão já trouxe alguma retoma, mesmo que longe dos números pré-pandemia.

Com a nova variante e o regresso das restrições em vários países, Vitor Costa diz que há já uma quebra face às previsões que existiam para este ano, apesar de ainda não a conseguir quantificar.

“Verificámos que a região de Lisboa foi a região que teve mais quebra devido à questão das ligações aéreas e de termos uma componente mais internacional. Lisboa foi a que mais sofreu. A partir de meados do verão, e não foi como no Algarve ou na Madeira, começámos a sentir uma melhoria, mas agora registámos um recuo com cancelamentos de noites em hotéis, na restauração devido a esta quinta vaga”, explicou o diretor-geral do Turismo de Lisboa.

Devido a essa quebra, que pode vir a piorar caso a situação epidemiológica também se venha a agravar, Vitor Costa fala mesmo na renovação dos apoios para as empresas, que permitiram a sobrevivência do tecido empresarial durante as primeiras fases da pandemia.

“Durante um período alargado, as empresas sobreviveram em parte com as medidas tomadas ao nível do ‘lay-off’, das moratórias, de vários apoios, mas as medidas estão a chegar ao fim e impõe-se a revisão de algumas e manutenção de outras”, considerou.

Segundo o responsável, se a quebra se mantiver e for prolongada devido à nova variante, “vão ter de ser encaradas outras medidas, prorrogar o ‘lay-off’ e outras de apoio à tesouraria”, uma vez que muitas empresas já não têm reservas e as que as tinham ganho, podem agora esgotá-las.

Devido à incerteza que a nova variante veio agravar, o diretor-geral do Turismo de Lisboa diz que as perspetivas para 2022 estão dependentes da evolução epidemiológica, uma vez que de “cada vez que a pandemia melhora verifica-se uma reação imediata de procura”

“Entre o verão e agora houve um ‘suplemento de alma’ com a vinda de mais clientes, que deu algum ânimo, oxigénio, às empresas. Precisamos que a pandemia fique controlada”, concluiu Vitor Costa.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Lufthansa muda gestão no grupo

Todos os novos gestores que ocuparão os cargos de topo dentro do grupo Lufthansa saíram de dentro da própria companhia.

Victor Jorge

O Lufthansa Group vai alterar a sua estrutura de gestão a partir de 1 de abril de 2022. A partir dessa data, a Lufthansa Airlines passará a ser liderada por Jens Ritter, até aqui membro da Comissão Executiva da Lufthansa e COO da Eurowings, sucedendo a Klaus Froese que desempenhou o cargo durante seis anos.

Mas não é só na Lufthansa Airlines que existem alterações. Também a Austrian Airlines mudará de líder, passando a ser assumida por Annette Mann, atualmente, Head of Corporate Responsibility no Lufthansa Group. O cargo de CEO pertencia, até agora, a Alexis von Hoensbroech que deixará a companhia.

Dietmar Focke, atualmente responsável pelos serviços de motores na Lufthansa Technik, passa para a Comissão Executiva da Lufthansa Cargo e assumirá, a partir de 1 de março de 2022, a responsabilidade de operações e recursos humanos, enquanto Jörg Beißel, até aqui Head of Corporate Controlling no Lufthansa Group, ficará como CFO da Lufthansa Airlines.

Frank Bauer, por sua vez, deixa de ser membro da Comissão Executiva da Eurowings e responsável pelas finanças e RH para assumir o Corporate Controlling do Lufthansa Group. As áreas de RH e Finanças na Eurowings ficarão, por sua vez, entregues a Kai Duve, até aqui responsável pela divisão de tripulação da Lufthansa Airlines em Frankfurt. Para o lugar de Kai Duve segue Benedikt Schneider que deixa o dep. executivo do diretor de Recursos Humanos e Jurídico da Deutsche Lufthansa AG.

Finalmente, Wilken Bormann, atualmente responsável pelo Lufthansa Group Finance, assumirá a responsabilidade das Finanças e Recursos Humanos na Comissão Executiva do LSG Group.

“Preencher estes cargos de gestão de topo é outro passo importante na nossa transformação. Continuamos o nosso percurso com velocidade inalterada e fortalecemos a nossa posição entre os principais grupos de companhias aéreas globais. Estou satisfeito por termos sido capazes de preencher todos os cargos dentro do grupo Lufthansa, confirmando, assim, o sucesso do desenvolvimento pessoal e de liderança”, concluiu Carsten Spohr, chairman da Comissão Executiva e CEO da Deutsche Lufthansa AG.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Transportes

Flixbus reforça operação doméstica e internacional no Natal e Fim de Ano

Empresa de autocarros de passageiros conta realizar até 24 ligações diárias entre Lisboa e Porto nesta época festiva.

Publituris

A Flixbus vai reforçar a suas operações doméstica e internacional no período do Natal e Fim de Ano em 30% e 50%, respetivamente, disponibilizando 24 ligações diárias entre Lisboa e Porto, informou a empresa de autocarros de passageiros em comunicado.

De acordo com a Flixbus, a nível internacional, “serão reforçadas as ligações aos países com uma grande comunidade de portugueses”, a exemplo de Espanha, França, Luxemburgo ou Suíça.

“As ligações de Paris e Madrid ao Porto e a Lisboa terão reforço diurno e noturno do número de autocarros e cidades como Salamanca, San Sebastián e Bilbao verão também as ligações reforçadas, assim como outros destinos em França, como Nice ou Toulouse, Sion ou Zurique, na Suíça, Dortmund ou Frankfurt, na Alemanha, e, claro, o Luxemburgo”, indica a empresa.

Segundo Pablo Pastega, diretor geral da FlixBus para Portugal e Espanha, este reforço da operação visa “dar resposta a todos aqueles que precisam de se deslocar nesta quadra festiva, a todos os que estão fora e que se juntam à família neste Natal, e que elegem o autocarro como meio de transporte”.

A Flixbus indica ainda que “as ligações de e para a região Centro são também reforçadas nesta época festiva, sobretudo durante a semana”, com destaque para Coimbra, Aveiro, Leiria ou Fátima, que são alguns dos destinos que vão contar com um reforço da operação no Natal e Fim do Ano, tal como Lisboa, Porto e Algarve, sendo que, entre Lisboa e Porto, está mesmo prevista a operação de até 24 autocarros por dia.

“Apesar dos eventos de fim de ano estarem a ser cancelados, verificamos uma procura elevada para estes destinos neste período, pelo que iremos reforçar a operação de forma a dar resposta à procura”, afirma Pablo Pastega.

Atualmente, a Flixbus conta com 40 destinos na sua rede doméstica em Portugal e conta, no próximo ano, aumentar em 25% o número de destinos em território nacional, chegando a 50 cidades portuguesas.

“A FlixBus vai continuar com o investimento e desenvolvimento da rede doméstica no país, e Castelo Branco, Vila Real, Bragança, Covilhã, Guarda, Sines, Aljezur e Tavira são alguns dos novos destinos para 2022”, acrescenta a empresa.

 

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Reservas antecipadas de britânicos para o verão mal chegam a metade de um ano normal

Apenas 27% dos britânicos que contam viajar para fora do Reino Unido no verão vai reservar as férias até final de março, o que representa cerca de metade da percentagem de um ano normal.

Publituris

Com a COVID-19 a provocar novamente incerteza quanto ao futuro, os consumidores britânico continuam hesitantes e preferem esperar para ver como evolui a situação epidemiológica antes de reservarem as férias para o verão, apurou um estudo da Mintel, empresa de estudos de opinião e de mercado, que conclui que as reservas antecipadas por parte dos britânicos mal chegam a metade do que seria expectável num ano normal.

De acordo com o estudo, que foi realizado em novembro e cujos resultados foram agora publicados pela imprensa britânica, apenas 11% dos turistas que planeiam ficar no Reino Unido no próximo verão conta realizar reservas até ao final do ano, enquanto 17% diz que o vai fazer logo no início de 2022, concretamente entre janeiro e final de março.

Dos britânicos que contam viajar para fora do Reino Unido no próximo verão, 27% também diz que vai realizar a reserva até ao final de março, número que, no entanto, “mal chega a metade do nível esperado num ano normal”, segundo Marloes de Vries, diretora da Mintel para a área das viagens.

Segundo a responsável, no total, a percentagem de britânicos que vai fazer férias no Reino Unido mas que diz não saber quando vai fazer a reserva chega a 34%, sendo que, entre os que pretendem viajar para fora do país, 23% também diz que ainda não sabe quando vai fazer a reserva para o verão.

Para Marloes de Vries, além da incerteza quanto à COVID-19, também o aumento dos preços pode ser um problema, uma vez que a subida dos custos pode tornar “alguns consumidores mais sensíveis aos preços”, o que deverá levar a um aumento da procura por produtos mais económicos, como as férias em tudo incluído ou o campismo.

Ainda assim, nem tudo são más notícias, uma vez que, apurou ainda a pesquisa da Mintel, apesar da subida dos preços, muitos turistas pouparam dinheiro por não terem conseguido viajar desde o início da pandemia e, por isso, vão querer aproveitar o tempo perdido já este verão.

“Ainda existem muitas quarentenas e restrições mas as férias são vistas como uma prioridade. Mais de metade dos viajantes que pouparam dinheiro desde o início da pandemia de coronavírus estão interessados em fazer um upgrade às férias no próximo ano”, acrescenta Marloes de Vries.

O estudo da Mintel foi realizado entre 25 de novembro e 1 de dezembro, e incluiu entrevistas online realizadas a cerca de mil adultos britânicos.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

CEO da Ryanair defende que só vacinados devem ser autorizados a voar

Para o CEO da Ryanair, Michael O’Leary, só quem estiver vacinado deveria ser autorizado a voar e critica o “pânico” que se está a instalar pela Europa devido à variante Ómicron.

Publituris

Michael O’Leary, CEO da Ryanair, defendeu recentemente em entrevista ao “The Telegraph” que somente as pessoas vacinadas deveriam ser autorizadas a voar, criticando fortemente aqueles que ainda não se decidiram por serem vacinados, chamando, inclusivamente, de “idiotas” os negacionistas anti-vacinas.

Não se colocando como um defensor de um programa obrigatório de vacinação, O’Leary e da opinião que os diversos governos devem “dificultar a vida” a quem recuse vacinar-se sem razão válida.

“Se não está vacinado, não deverá voar, não deverá andar no metro de Londres e não deveria ser autorizado a ir ao supermercado local ou farmácia”, disse em entrevista ao diário britânico.

Estas declarações do executivo da Ryanair vieram na sequência de novas medidas por parte do Governo irlandês para a quadra festiva que se aproxima e devido às preocupações com a nova variante da Ómicron, criticando o Governo de Boris Johnson por “semear o pânico”.

Segundo os cálculos da Ryanair, o impacto já é sentido, com a companhia a admitir voar menos 10% em dezembro e janeiro devido a estas “desconfianças” por parte dos viajantes.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Airbnb distribui detetores de ruído e lança nova linha de Apoio ao Bairro

Com estas iniciativas, a plataforma de alojamento local pretende ser “um bom parceiro das cidades e comunidades locais e apoiar a recuperação do turismo responsável em Portugal após a pandemia”.

Publituris

A Airbnb anunciou esta segunda-feira, 20 de dezembro, o lançamento de um programa para promover o alojamento responsável, que contempla a distribuição de detetores de ruído pelos anfitriões lisboetas da plataforma de alojamento local, assim como o lançamento da nova linha de Apoio ao Bairro em Portugal, através da qual é possível comunicar desconformidades nos anúncios ou no comportamento dos hóspedes na comunidade local.

“Estas iniciativas fazem parte do compromisso da Airbnb de promover um comportamento responsável entre anfitriões e hóspedes e de promover uma coexistência saudável com o bairro”, explica a plataforma de alojamento local, num comunicado enviado à imprensa esta segunda-feira.

De acordo com a Airbnb, o programa de detetor de ruído permite que os anfitriões de alojamentos inteiros de Lisboa subscrevam gratuitamente durante 12 meses o sistema de monitorização de ruído da Roomonitor, uma startup tecnológica que é parceira da Airbnb neste programa.

“Embora a simples presença destes dispositivos já possa servir de dissuasor, se os níveis de ruído excederem o limite estabelecido pelo anfitrião, poderão receber uma chamada e um alerta no seu telemóvel. Desta forma, os dispositivos ajudam a prevenir, monitorizar e resolver problemas de ruído, e facilitam uma mediação inicial com os hóspedes, tudo isto respeitando a privacidade, uma vez que os dispositivos não gravam nem transmitem nada para além dos níveis de ruído”, explica a plataforma.

Além deste programa de monitorização do ruído, a Airbnb lançou também em Portugal e em português a nova linha de Apoio ao Bairro, que permite que os vizinhos de alojamentos plataforma passem a contar com “uma linha direta de comunicação para a Airbnb para comunicar preocupações urgentes sobre um anúncio ou comportamentos de hóspedes na sua comunidade local”.

“Os vizinhos podem solicitar uma chamada de um embaixador de apoio especializado, que entrará em contacto dentro de dez minutos”, explica a plataforma, revelando que “o serviço é operado pela Airbnb e baseia-se na atual Página de Apoio ao Bairro da empresa, que permite aos vizinhos apresentar queixas sobre um anúncio através de um formulário online”.

A linha encontra-se atualmente em vigor em 32 países, incluindo França, Espanha, Itália, Reino Unido, Alemanha, Suíça, República Checa e Holanda, com a Airbnb a garantir que “investiga os relatórios recebidos através destes canais”.

“A Airbnb quer ser um bom parceiro das cidades e comunidades locais e apoiar a recuperação do turismo responsável em Portugal após a pandemia. Com o programa de controlo de ruído e a Linha de Apoio ao Bairro, a Airbnb cumpre todos os objetivos do seu compromisso recuperação saudável do turismo para Portugal – uma série de iniciativas voluntárias para apoiar a recuperação das viagens e fomentar um turismo mais sustentável – anunciada em novembro”, acrescenta a plataforma.

Além destes novos serviços, a Airbnb anunciou ainda que vai oferecer aos anfitriões em Lisboa um “Guia do Bom Vizinho”, que que os anfitriões podem partilhar com os seus hóspedes e que visa ajudar os hóspedes a experimentarem o melhor que Lisboa tem para oferecer, respeitando a comunidade local.

“O guia inclui dicas úteis sobre uma série de temas, tais como estar atento ao ruído e à informação sobre dias de recolha de lixo, bem como lembretes sobre as regras individuais da casa estabelecidas pelos anfitriões”, explica a Airbnb.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Foto: Vasco Célio/Stills
Destinos

Diversificação de mercados, sustentabilidade e transição digital são prioridades da ATA

Diversificação de mercados, crescimento sustentável, aposta na transição digital e qualificação de recursos humanos no setor são as linhas de atuação definidas para a promoção externa do Algarve.

Publituris

Diversificação de mercados, crescimento sustentável, aposta na transição digital e qualificação de recursos humanos no setor são as prioridades na promoção do turismo do Algarve, defendeu João Fernandes, presidente da RTA, que acaba de ser reconduzido para um segundo mandato à frente da ATA.

Na cerimónia de tomada de posse da nova Direção da Associação Turismo do Algarve (ATA), a entidade responsável pela promoção deste destino junto dos mercados internacionais, João Fernandes, explicou que, não se tratando de objetivos novos, a pandemia veio acentuar a necessidade de reforçar estas linhas de ação que já vinham a orientar os planos de promoção e de desenvolvimento turístico da região.

Definindo a retoma do tráfego aéreo no espaço europeu como primeira meta a alcançar, a estratégia da nova Direção passa por continuar a apostar na diversificação de mercados, de modo a assegurar um crescimento do turismo da região mais sustentável e menos dependente do Reino Unido – o seu principal mercado. Ainda assim, o Algarve não pretende abrir mão da ligação privilegiada que tem com este mercado, razão pela qual irá ser trabalhada uma requalificação dessa relação, para que a região continue a ser vista pelos turistas britânicos como um destino competitivo e diferenciador no contexto pós-Brexit e pós-pandemia.

Outro dos propósitos da nova direção da ATA é o de continuar a promover um crescimento turístico do destino, em qualidade e de forma sustentável, com uma melhoria de desempenho que não se traduza apenas em termos económicos, mas também sociais, ambientais e territoriais. Neste contexto, foram apresentados como principais desafios a necessidade de estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, de qualificar os agentes do setor neste âmbito e de promover uma maior divulgação deste tipo de atividade turística.

A qualificação de profissionais no setor do turismo é mais um dos desafios que serão tidos em conta no novo mandato.

Em linha com as principais tendências de mercado e com os novos comportamentos dos viajantes, a nova estratégia vai também refletir a necessidade de uma forte aposta na transição digital, que será materializada numa presença ainda mais robusta do destino em diversas plataformas digitais.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

“Stakeholders” do turismo e viagens apelam aos governos europeus para evitar o ‘caos’ com “restrições erráticas”

As viagens na Europa estão, novamente, a ser impactadas devido às “decisões erráticas e imprudentes dos governos de reintroduzir as restrições de viagens aos viajantes vacinados”, referem ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC.

Publituris

Os “stakeholders” do universo do turismo e viagens – ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC – reagiram, recentemente, às restrições introduzidas por vários Estados-Membros da União Europeia (UE) a viajantes totalmente vacinados em resposta à nova variante Ómicron, admitindo que estas decisões “destroem os planos de milhares de pessoas que esperavam cruzar as fronteiras para ver amigos e familiares durante as férias”, refere o comunicado conjunto. Além disso, lê-se que estas novas restrições tomadas por diversos Estados da UE, colocam, mais uma vez, os agentes e operadoras “em perigo financeiro”.

No comunicado pode ler-se ainda que “alterar as restrições de viagem num prazo muito curto enfraquece a confiança nas viagens e prejudica todos os esforços que foram feitos até agora, incluindo o Certificado Digital Covid da UE”, salienta o texto enviado às redações.

Assim, ECTAA, ETOA, HOTREC e WTTC instam os governos a seguir as conclusões do Conselho Europeu de 16 de dezembro para “continuar os esforços coordenados para responder aos desenvolvimentos com base nas melhores evidências científicas disponíveis”.

Numa nova orientação publicada recentemente, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (European Centre for Disease Prevention and Control – ECDC) indica que a variante Ómicron está agora presente em toda a Europa e que as infeções causadas são predominantemente por transmissões da comunidade, em vez de casos relacionados com viagens.

O ECDC recomenda, por isso, o fortalecimento das “Intervenções Não Farmacêuticas” (INF), como evitar grandes reuniões públicas ou privadas, encorajar o uso de máscaras, teletrabalho, entre outros, salientando que “não existe recomendação para reintroduzir restrições às viagens”, encontrando-se esta constatação em linha com a avaliação anterior de que “as restrições a viagens são ineficazes na redução da transmissão do vírus, hospitalizações ou mortes”.

De acordo com este conjunto de “stakeholders” do universo do turismo e viagens, as férias de esqui no Natal e no inverno representam “uma importante estação turística”, avançando com os números do Eurostat de 2018/19 que indicam que 33,7% do total de dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico na UE27 foram durante o inverno (novembro a abril incluídos).

Os números da entidade estatística da Europa mostram que as dormidas na UE27, no inverno 2020-2021, diminuíram 71% em comparação com o inverno 2018-2019, salientando o comunicado que “este também é um período importante para o planeamento das próximas férias de verão”, concluindo-se que, “com as restrições erráticas às viagens, a Europa perderá, mais uma vez, uma importante temporada de turismo”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Venezuela alarga restrições às viagens aéreas até 18 de janeiro

Autoridades venezuelanas estão mesmo a apelar às companhias aéreas e agentes de viagens para que não vendam bilhetes de avião durante este período.

Publituris

As autoridades venezuelanas voltaram a restringir as ligações aéreas comerciais de passageiros até 18 de janeiro de 2022, devido ao agravamento da COVID-19, e estão mesmo a apelar às companhias aéreas e agentes de viagens para que não vendam bilhetes para este período.

“O Instituto Nacional de Aeronáutica Civil  (…) informa ao público em geral, aos exploradores aéreos e agencias de viagem que continuam as restrições nas operações da aviação comercial, aviação geral e privada, desde e para a República da Venezuela”, explica um comunicado divulgado em Caracas e citado pela Lusa.

Segundo o Instituto Nacional de Aeronáutica Civil (INAC), as restrições resultam das diretrizes do Governo venezuelano “a fim de garantir a saúde os cidadãos que residem no país, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia gerada pela covid-19”.

“De maneira excecional, unicamente se encontram autorizadas as operações comerciais aéreas para o transporte de passageiros entre a República Bolivariana da Venezuela e os países irmãos da Turquia, México, Panamá, República Dominicana, Bolívia, Rússia e Cuba”, explica o INAC.

No comunicado o INAC apela “aos exploradores aéreas e agências de viagem a não comercializar bilhetes em rotas distintas às aprovadas pelo Executivo” e pede “aos cidadãos em geral a que não adquiram passagens aérea em rotas distintas às autorizadas”.

A Lusa recorda que, a 12 de dezembro, o embaixador de Portugal em Caracas, Carlos de Sousa Amaro, já se tinha queixado que a Venezuela não tem respondido aos pedidos de autorização para que a TAP realize voos humanitários entre Caracas e Lisboa, apesar de ter autorizado outras companhias.

Carlos Sousa Amaro revelou que o primeiro destes voos humanitários deveria ter decorrido a 12 de dezembro, mas não se realizou devido à ausência de resposta por parte das autoridades venezuelanas, com o embaixador a explicar que não faz “a mínima ideia” do motivo para a ausência de resposta.

O embaixador de Portugal em Caracas estranhou, no entanto, que as autoridades venezuelanas tenham autorizado a realização de vários voos entre Caracas e Madrid, em Espanha, que estão a decorrer este mês de dezembro e que se vão manter também em janeiro.

A Lusa recorda ainda que a Venezuela está, desde 13 de março de 2020, em estado de alerta, o que permite ao executivo decretar “decisões drásticas” para combater a pandemia.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

’Riviera Mindelo’ vai transformar o turismo em São Vicente

A sociedade privada Mindelgolf & Resort prevê investir 1.200 milhões de euros para transformar, em 12 anos, a ilha cabo-verdiana de São Vicente na ’Riviera Mindelo’.

Publituris

A sociedade privada Mindelgolf & Resort prevê investir 1.200 milhões de euros para transformar, em 12 anos, a ilha cabo-verdiana de São Vicente na ’Riviera Mindelo’, com marina para 300 navios de recreio e um campo de golfe internacional.

A convenção para este projeto, que prevê o acordo entre o Estado de Cabo Verde e o investidor, foi aprovada recentemente pelo Conselho de Ministros.

De acordo com a Lusa, que teve acesso ao documento, o ’Riviera Mindelo’ prevê um investimento de 1.200 milhões de euros em três fases e deverá criar entre sete mil a 10 mil empregos diretos.

A primeiro fase do projeto — que cobre uma área de 3,5 milhões de metros quadrados na ilha de São Vicente, junto à cidade do Mindelo – terá uma duração de três anos e envolve a infraestruturação e construção de equipamentos básicos e do loteamento, incluindo as áreas de circulação e as infraestruturas de água, energia, saneamento e comunicações.

A segunda fase passa pela construção de infraestruturas desportivas, uma marina interior para receber 300 navios de recreio, um centro de saúde moderno e complementar ao Hospital Regional Doutor Baptista de Sousa, tendo a duração de 30 meses, após a conclusão da primeira fase.

A terceira fase, a desenrolar-se em seis anos, envolve a edificação de uma torre central de 30 andares, para acolher um centro internacional de negócios, incluindo comércio, finanças e ’shipping’, um conjunto de “hotéis de referência”, uma área de vivendas de luxo para segmentos “altamente exigentes”, uma área de condomínios fechados “de elevado padrão de qualidade”, uma área comercial e recreativa, entre outras.

Entre as infraestruturas desportivas do ’Riviera Mindelo’ conta-se a construção de um campo de golfe de 18 buracos, a ser inscrito na PGA — Professional Golfers Association, mas ainda um campo de cricket, bem como quatro cortes de ténis.

“O Governo de Cabo Verde considera o projeto ’Riviera Mindelo’ de grande valia e, por isso, declara-o de interesse de excecional no quadro da sua estratégia de desenvolvimento socioeconómico do país, tendo em conta o impacto que representará em termos de investimento, do emprego, da formação profissional, da riqueza que gerará, de diversificação da economia, do incremento da oferta turística em qualidade e quantidade da capacidade de alojamento nacional e na diversificação da oferta turística”, lê-se na resolução.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.