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Soltrópico anuncia brochura digital sobre Boavista

Disponível no site do operador e com os principais hotéis da programação.

Patricia Afonso
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A Soltrópico anunciou esta sexta-feira a publicação de uma brochura digital dedicada à Ilha da Boavista, em Cabo Verde.

Nesta brochura, disponível nos site do operador, estão patentes os principais hotéis da programação e preços de referência da época de Verão.

“A brochura da Boavista apresenta informação detalhada sobre os principais hotéis da ilha, incluindo um mapa com a localização de cada hotel, e sobre as excursões que podem ser reservadas directamente no site”, afirma o operador, indicando que através desta ferramenta “os agentes de viagens podem agora aconselhar os seus clientes a escolher o hotel que mais se adequa às suas preferências de uma forma fácil e rápida, e fazer de seguida a reserva do programa Soltrópico. Através do site, pode também reservar as excursões na Boavista. Aquando da sua reserva, irá visualizar um ecrã com serviços e suplementos opcionais. Aqui estão listadas todas as excursões disponíveis, o seu custo e um link para a descrição completa da actividade.”

 

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SkyExpert contesta possível privatização da TAP

Uma possível privatização da TAP pelo Governo é alvo de análise – ponto por ponto – por parte da SkyExpert.

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De acordo com o Expresso, têm decorrido nos últimos meses conversas entre o Governo, os assessores financeiros e as companhias aéreas candidatas favoritas à compra da TAP: Lufthansa e o grupo Air France-KLM.

A SkyExpert vem questionar esta possibilidade ponto por ponto. Assim, esclarece a empresa de consultoria especializada em transporte aéreo, aeroportos e turismo, que, no que toca à concentração das companhias aéreas no espaço europeu, esta “está sujeita à aprovação da Comissão Europeia que tem, sobre este assunto, uma visão muito restrita e que já conduziu à desistência de várias possíveis operações de concentração dentro do espaço da UE (Ryanair/Aer Lingus, easyJet/Wizzair, Iberia/AirEuropa) e fora (Air Canada/Air Transat)”. A SkyExpert salienta que estes processos de avaliação são “longos e não se coadunam com o calendário de conclusão avançado para os primeiros meses de 2023. Mesmo em caso de aprovação, implicam cedências sobre posições dominantes e essas cedências podem levar ao desinteresse pelo potencial comprador”. E frisa que “nada indica que a crise pandémica tenha alterado a visão da atual Comissão”.

Já no que toca ao Executivo, a empresa liderada por Pedro Castro, salienta que “este Governo em particular e o nosso ordenamento jurídico no geral, permitiu a reversão de uma privatização semelhante há seis anos atrás”, destacando que isto cria “uma enorme insegurança do lado do investidor”.

“Ainda que se venda a maioria do capital ao privado, o Estado permanecerá acionista e poderá, a qualquer momento, voltar a querer ter a maioria se o privado não cumprir a agenda que o Estado considerar relevante naquele momento. Esta vulnerabilidade acionista e eleitoral poderá afugentar os investidores”, diz a empresa em comunicado.

Relativamente à “cegueira da preocupação espanhola”, a SkyExpert refere que “esta preocupação histórica impede questionar o significado de termos as nossas pontes, aeroportos e companhia aérea entregues aos franceses”. Além disso, refere o comunicado, “ igualmente importante calcular quanto custará à TAP uma batalha com a Iberia pelos mesmos mercados e analisar o papel mais vasto da TAP no grupo IAG, onde, por exemplo, British Airways e Aer Lingus, duas companhias Europeias rivais no eixo Europa-Estados Unidos, cooperam lado a lado. Ou entre uma Vueling, Level, Iberia no caso do mercado intra-europeu e nalgumas ligações de longo-curso para as Américas”.

Finalmente, no que diz respeito à Lufthansa, tendo vivido na primeira pessoa a privatização da SWISS quando trabalhava numa empresa desse grupo na Suiça, Pedro Castro, diretor da SkyExpert, testemunhou o mesmo tipo de argumentos sobre a aquisição da empresa pela Lufthansa do que os avançados para opção da Iberia-TAP. “Com dois hubs muito próximos de Zurique, o de Frankfurt e o de Munique com grande potencial de crescimento, previa-se o fim do “hub” da SWISS ao integrar a Lufthansa. A Lufthansa gere uma estratégia “multi-hub e multi-marcas” em que todas as suas subsidiárias cresceram e expandiram operações nos seus respetivos “hubs” de Bruxelas, Viena, Zurique e Düsseldorf”, lê-se.

Para Pedro Castro, trata-se, mais uma vez, “de uma notícia unilateral comunicada na versão do Governo. Após os resultados semestrais apresentados recentemente pela TAP e antevendo o incumprimento do plano de restruturação que prevê prejuízos de apenas 54 milhões para 2022, o Governo pretende realizar uma venda política, ou seja, uma venda não comercial, da companhia e essa venda será muito prejudicial para o país, desde logo porque nunca se venderá por 3,2 mil milhões de euros e porque se está a vender uma companhia com restrições determinadas pela Comissão até, pelo menos, 2025”.

E conclui: “se o Governo avançar para uma venda intempestiva da TAP, essa rapidez será bloqueada por Bruxelas. Será uma verdadeira esparregata política deste Governo que apenas beneficiará quem levar a TAP por uma pechincha”.

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Emirates melhora entretenimento a bordo dos A350

Os 350 milhões de dólares de investimento no novo sistema de entretenimento tem como objetivo melhorar a experiência do passageiro a bordo.

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A Emirates anunciou um investimento de 350 milhões de dólares num novo sistema de entretenimento a bordo para a frota A350, fazendo parte do programa “fly bettter” e que pretende continuar a melhorar a experiência do passageiro a bordo.

A escolha recaiu no novo sistema Thales AVANT UP, cuja entrega e implementação deverá acontecer em 2024.

O investimento de 350 milhões de dólares servirá para equipar a frota de 50 A350 com esta nova geração de solução de entretenimento que, segundo a companhia, “oferece uma experiência cinemática memorável e personalizada”.

O novo sistema incorpora displays Optiq 4k QLED HDR displays, com tecnologia Samsung QLED para uma maior imersão dos passageiros. Além disso, disponibiliza uma oferta de mais de 5.000 canais de conteúdos multi-língua, incluindo Live TV, os mais recentes filmes, música e o primeiro canal de vendas a bordo (EmiratesRED).

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Transportes

Número de voos comerciais na UE aumenta 25% em agosto face a 2021

Com os voos a aumentar no espaço da UE em agosto de 2022, face ao mesmo mês de 2021, Portugal registou mais 1.000 voos relativamente a igual período do ano passado. Comparado com 2019, tanto UE como Portugal ainda estão negativos (-14% e -2%, respetivamente).

Victor Jorge

Segundo dados recentes do Eurostat, o número de voos no espaço da União Europeia (UE) registou um incremento de 25% face ao mesmo mês de 2021, indicando a entidade estatística europeia que, relativamente a 2019, a diferença está a atenuar-se, referindo um decréscimo de 14%.

Este aumento de 25% faz com que o número absoluto de voos comerciais atingisse os 596.930, em agosto de 2022, comparando com os 478.996 de agosto de 2021 e com os 695.912 do mesmo mês de 2019.

Os dados mostram que somente dois Estados-Membros registaram aumentos, quando comparado agosto de 2019 com o mesmo mês de 2019: Grécia (+5%) e Luxemburgo (+2%).

Já Portugal registou, em agosto deste ano, 39.585 voos comerciais, um ligeiro decréscimo face aos 39.631 do mês de julho anterior, mas um aumento relativamente ao mês de agosto de 2020 em que foram operados 29.508 voos. Já quando comparado com o oitavo mês de 2019, o Eurostat indica uma diferença de 896 a menos (40.481 voos), ou seja, menos 2%.

Nos restantes Estados-Membros, a maiores descidas (comparando agosto de 2022 e agosto de 2019) foram registadas pela Eslovénia (-42%), Letónia (-39%) e Finlândia (-31%).

No que diz respeito aos aeroportos, o Eurostat indica crescimentos de 25,4% para a Madeira, numa comparação dos meses de agosto de 2022 com 2019, enquanto o de Ponta Delgada aumento o número de voos comerciais em 14,8%. Já Lisboa, Faro e Porto, registam decréscimos de 6,5%, 8,2% e 2,6%, respetivamente.

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Turkey, Istanbul – Blue Mosque

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Turquia e Grécia lideraram recuperação turística no verão

Segundo o mais recente estudo da ForwardKeys, além da Turquia e Grécia, Portugal foi um dos países que apresentaram melhor desempenho, ficando apenas 10% abaixo dos resultados de 2019.

Inês de Matos

A Turquia e a Grécia lideraram a recuperação turística neste verão e apresentaram crescimentos de 9% e 2%, respetivamente, face ao verão de 2019 nas chegadas internacionais de turistas, de acordo com a mais recente pesquisa da ForwardKeys, que revelou os dados de julho e agosto.

De acordo com o estudo, tal como a Turquia e a Grécia, houve mais três países na Europa que se aproximaram bastante dos resultados de 2019, concretamente a Eslovénia, que ficou apenas 7% abaixo do resultado do período pré-pandemia, a Islândia, cujo resultado terá ficado a 8% de igual período de 2019, e Portugal, que ficou a 10% dos resultados de há três anos.

Mas, além dos resultados, o estudo da ForwardKeys indica também que os destinos europeus poderiam ter registado resultados ainda mais positivos se não se tivesse registado o caos no aeroportos que se prolongou por quase todo o verão.

Sem a interrupção que afetou muitos aeroportos europeus, a ForwardKeys estima que a recuperação nas reservas de voos intra-europeus teria sido cinco pontos percentuais acima da registada.

Por destinos, Istambul, na Turquia, liderou em termos de desempenho, registando um aumento de 2% nas chegadas internacionais, seguindo-se Atenas, na Grécia, que ficou 7% abaixo de igual período de 2019, bem como a capital islandesa de Reiquiavique e a cidade portuguesa do Porto, ambas com queda de 8%, e Málaga, cuja descida face a 2019 foi de 13%.

A ForwardKeys explica o positivo desempenho da Turquia com o declínio contínuo no valor da lira turca e a abertura do país ao mercado russo, que continuou a ser bem-vindo na Turquia numa altura em que os voos com origem na Rússia foram proibidos em quase toda a Europa, devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Apesar disso, a Grécia também registou um desempenho muito positivo, até porque, durante a pandemia da COVID-19, este foi um dos poucos países europeus que adotaram requisitos mais ligeiros.

Já o principal mercado de emissão de turistas foi o Reino Unido, numa tendência que se mantém para os próximos meses, com a ForwardKeys a explica que a procura de voos continua em alta para os três próximos meses, estando apenas 2% abaixo do período pré-pandemia.

“A recuperação da pandemia continuou apesar do caos nas viagens e das reduções de capacidade causadas pela escassez de funcionários. Neste momento, as reservas antecipadas para viagens de lazer mostram uma recuperação contínua nas viagens aéreas”, afirma Olivier Ponti, vice-presidente de insights da ForwardKeys.

O responsável mostra-se, contudo, cauteloso quanto ao futuro devido à guerra na Ucrânia, que está a afetar os preços da energia e as economias europeias, o que, provavelmente, vai ter reflexo na confiança dos consumidores e na procura corporativa.

“Dito isso, atualmente há uma concentração de reservas de voos durante os picos do outono e no Natal, o que pode levar a mais interrupções nos voos se as recentes dificuldades de recrutamento experimentadas pela indústria da aviação persistirem”, alerta ainda Olivier Ponti.

 

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Guestcentric torna-se parceira da nova empresa de gestão de ativos hoteleiros AHM

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal.

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A GuestCentric Systems associou-se a uma nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, a ACE Hospitality Management (AHM), “para aumentar o negócio direto da empresa e apoiá-la na sua estratégia de crescimento de portefólio”, como indica em comunicado.

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal. Através desta parceria, a AHM passa agora a contar com a GuestCentric Systems para a ajudar na sua estratégia “ambiciosa” de aumento de ativos. A agência de marketing digital especializada em hotelaria possui uma divisão própria, a Labs, com “uma vasta experiência em ajudar hotéis independentes a aumentar o seu negócio direto e, com isso, a melhorar significativamente a sua rentabilidade global”, asseguram em comunicado.

“Enquanto nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, com planos de crescimento ambiciosos, precisávamos de um parceiro tecnológico focado na inovação, em quem pudéssemos confiar para otimizar a nossa presença online, comunicar a proposta de valor da marca e aumentar as vendas diretas” declara Cláudia Alves, Cluster Sales & Marketing Manager da ACE Hospitality Management.

Pedro Colaço, CEO da GuestCentric, acrescenta: “Há mais de 14 anos que a Guestcentric se orgulha de trabalhar ao lado de uma vasta gama de hotéis e de empresas de gestão hoteleira, para otimizar o crescimento do seu negócio direto. É com enorme entusiasmo que vemos a AHM fazer parte do nosso portefólio de clientes, e vemos isso como a confirmação de que nos considera o seu parceiro de eleição, para acompanhá-la na sua trajetória de crescimento sustentado”.

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Ministro da Economia quer modelo de organização do turismo aplicado a outros setores

António Costa e Silva quer que o modelo de organização do turismo seja aplicado a outros setores de atividade, de forma a criar “diferentes motores de desenvolvimento” em Portugal.

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O ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, quer que o modelo de organização do turismo seja aplicado a outros setores de atividade, de forma a criar “diferentes motores de desenvolvimento” em Portugal.

De acordo com o governante, que participou esta sexta-feira, 9 de setembro, numa ação política para jovens do PS, na Batalha, o turismo é “um dos grandes motores da nossa economia, representando cerca de 20% das exportações” e, este ano, vai bater o recorde de 2019 em termos de receitas.

“Muita gente pensava que só em 2023, 24 chegaríamos lá, mas o turismo reinventou-se em função da qualidade dos operadores, da dinâmica do mercado, das políticas públicas que foram desenhadas, do apoio muito constante que existe entre as autoridades, as empresas, o Ministério da Economia e as campanhas de promoção”, elogiou António Costa e Silva.

Por isso, para o governante, o modelo de organização do turismo deve ser copiado por outros setores, apesar de, como afirmou o ministro da Economia e do Mar, existir “no país algum preconceito contra o turismo”.

“Não podemos aceitar isso. O que precisamos de fazer é reproduzir a excelência dos operadores, das empresas, das políticas públicas, noutras áreas para criar diferentes motores de desenvolvimento e de crescimento da economia portuguesa”, afirmou.

António Costa e Silva lembrou que, no primeiro semestre do ano, a economia portuguesa cresceu 11,9%, subida que “compara com o fraco crescimento do primeiro trimestre de 2021” e que, destacou o ministro, “foi o maior crescimento da União Europeia”

“Surpreendentemente, no segundo trimestre foi na ordem dos 7,1%” e a razão está “no consumo interno e na procura externa líquida”, acrescentou, destacando a contribuição “dos serviços e sobretudo do turismo” para o crescimento do segundo semestre.

António Costa e Silva defende, assim, que é preciso “olhar não só para o que o país tem em termos de facilidades, mas também para o que o país faz bem”, sobretudo para responder aos grandes desafios que identificou e que passam, essencialmente, pela inflação e pelas consequências da guerra na Ucrânia.

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Les Roches renova acordo com a OMT

Novo acordo “reafirma a vontade de ambas as partes em continuar a sua colaboração em áreas fundamentais como o empreendedorismo, a formação de jovens e a transformação digital”.

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A Les Roches estabeleceu um novo acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), que “reafirma a vontade de ambas as partes em continuar a sua colaboração em áreas fundamentais como o empreendedorismo, a formação de jovens e a transformação digital”, informou a instituição de ensino superior de hotelaria.

De acordo com a Les Roches, este novo acordo, assinado no âmbito do compromisso para com o desenvolvimento do turismo sustentável, está ligada ao “esforço contínuo da Les Roches para criar, sob a designação “Spark”, uma esfera global de inovação que está a injetar reflexão disruptiva à indústria hoteleira e a inspirar estudantes de todo o mundo a conceberem ideias inovadoras e startups transformadoras que respeitem os princípios do turismo sustentável”.

“Com este novo compromisso, os campus da Les Roches na Suíça e em Espanha tornar-se-ão centros dinâmicos de inovação turística, onde empresas nacionais e internacionais poderão mostrar as suas aplicações, produtos e serviços relacionados com a inovação turística, permitindo ao mesmo tempo experiências in-situ das mais recentes inovações tecnológicas”, explica a Les Roches.

Para Zurab Pololikashvili, secretário-geral da OMT, é preciso “apoiar novas ideias e novos talentos” para repensar o turismo e transformar o setor de modo a que produza na plenitude o seu enorme potencial.

“A OMT orgulha-se de trabalhar com a Les Roches para formar os líderes turísticos do futuro, para promover o empreendedorismo e para fazer avançar a transformação digital do turismo a nível global e local”, acrescenta o responsável.

Já Benoit-Etienne Domenget, CEO da Sommet Education, grupo líder em formação hoteleira, que integra a Les Roches, o Glion Institute of Higher Education, a Ecole Ducasse, a Indian School of Hospitality e a Invictus Education, considera que a Les Roches tem contribuído para a mudar o setor, “inspirando e apoiando as novas gerações para que possam transformar as suas ideias em realidade”.

Além da renovação do acordo com a OMT, a Les Roches anunciou também a expansão do campus de Marbella, que coincide com o 25.º aniversário da escola e que vai aumentar a capacidade residencial da escola em 20%.

“É um importante marco para a marca Les Roches e diferencia o campus de Marbella de outras escolas internacionais do setor. Durante a última década, o campus de Marbella viu o seu corpo estudantil crescer mais de 65% e, devido ao seu prestígio, atrai agora mais de 100 nacionalidades a cada semestre. Durante o ano académico de 2022-2023, a Les Roches Marbella acolherá mais de 1.800 estudantes, um marco nos seus 25 anos de história”, acrescenta a escola.

Já Carlos Díez de la Lastra, CEO da Les Roches, congratula-se com o crescimento do campus de Marbella, cuja expansão considera ser “um salto qualitativo” que permitirá à instituição de ensino “satisfazer a elevada procura de talento profissional”, ao mesmo tempo que a posicionará “mais no setor do turismo de luxo à escala internacional”.

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Turismo de Portugal e Fundação José Saramago apresentam projeto Viagem a Portugal Revisited

O projeto Viagem a Portugal Revisited, no âmbito do Turismo Literário, recria os roteiros de Saramago no livro “Viagem a Portugal”, através de autores contemporâneos nacionais e internacionais. Apresentação decorre segunda-feira, 12 de setembro.

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O Turismo de Portugal e a Fundação José Saramago apresentam segunda-feira, 12 de setembro, o projeto Viagem a Portugal Revisited, iniciativa no âmbito do Turismo Literário que recria os roteiros percorridos por Saramago no livro “Viagem a Portugal”, através de autores contemporâneos nacionais e internacionais.

“Trata-se de uma oportunidade singular para dar a conhecer o imenso território onde Saramago se inspirou, os locais, as paisagens, os sabores e as gentes, mas também promover Portugal como destino de turismo literário”, explica o Turismo de Portugal, que é o promotor do projeto em parceria com a Fundação José Saramago.

De acordo com o Turismo de Portugal, esta iniciativa “insere-se no Programa de Ação para o Turismo Literário que pretende colocar Portugal no mapa dos destinos literários, valorizar e promover a oferta de turismo literário e enaltecer a língua portuguesa e os seus escritores, em diálogo com o território, contribuindo para a coesão social e territorial e impulsionando o negócio turístico”.

A sessão de apresentação do projeto Viagem a Portugal Revisited decorre na Biblioteca Palácio Galveias, esta segunda-feira, 12 de setembro, a partir das 17h30.

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União Europeia suspende acordo de vistos com a Rússia

A suspensão do acordo, que vigorava desde 2007, significa que os cidadãos russos deixam de ter facilidades quando solicitarem um visto de curta duração para o espaço Schengen, passando a ser aplicadas as regras gerais do código de vistos. Decisão entra em vigor segunda-feira, 12 de setembro.

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O Conselho da União Europeia decidiu esta sexta-feira, 9 de setembro, suspender o o acordo de facilitação de vistos com a Rússia, cujos cidadãos passarão a ter mais dificuldades em viajar para território comunitário a partir de segunda-feira.

De acordo com a Lusa, a suspensão do acordo, que vigorava desde 2007, significa que os cidadãos russos deixarão de ter facilidades quando solicitarem um visto de curta duração para o espaço Schengen de livre circulação, passando a ser aplicadas as regras gerais do código de vistos.

A adoção da decisão de suspender o acordo pelo Conselho da União Europeia segue-se à proposta apresentada pela Comissão Europeia na passada terça-feira, na sequência de acordo político alcançado em Praga, no final de agosto, pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE.

Com esta suspensão, os cidadãos russos que pedirem um visto para território da União Europeia vão passar a pagar uma taxa de visto mais elevada, uma vez que este valor vai subir de 35 para 80 euros para todos os requerentes, e esperar um maior período de tempo pela autorização de entrada, uma vez que o prazo para que os consulados tomem uma decisão vai passar de 10 para 15 dias, podendo mesmo chegar a 45 dias, quando for necessário um exame mais aprofundado.

Além destas alterações, passam também a ser aplicadas regras mais restritivas em matéria de vistos de entradas múltiplas, com os requerentes russos a deixarem de ter acesso fácil a vistos válidos para entradas múltiplas no espaço Schengen, sendo-lhes também exigida uma lista mais longa de documentos comprovativos.

“Um acordo de facilitação de vistos permite o acesso privilegiado à UE aos cidadãos de parceiros de confiança com os quais partilhamos valores comuns. Com a sua guerra de agressão não provocada e injustificada, incluindo os seus ataques indiscriminados contra civis, a Rússia quebrou esta confiança e espezinhou os valores fundamentais da nossa comunidade internacional”, afirmou já ministro do Interior da República Checa, Vít Rakusan, país que preside ao Conselho da UE neste semestre.

O governante checo considera que  “a decisão de hoje [sexta-feira, 9 de setembro] é uma consequência direta das ações da Rússia” e mais uma prova do “compromisso inabalável” do bloco europeu para com a Ucrânia e o seu povo.

Recorde-se que a decisão de suspender o acordo de vistos com a Rússia foi tomada pelos chefes de diplomacia dos 27 Estados-membro da UE na reunião de ‘rentrée’ política, celebrada em Praga no final de agosto, que decorreu cerca de seis meses depois do início da invasão da Ucrânia, a 24 de fevereiro.

A decisão, que o ministro dos Negócios Estrangeiros português, João Gomes Cravinho, já veio considerar “equilibrada”, deverá ser publicada em jornal oficial ainda esta sexta-feira, sendo aplicável a partir de segunda-feira, dia 12 de setembro.

De acordo com dados da Comissão Europeia, à data de 01 de setembro deste ano, cerca de 963 mil cidadãos russos detinham vistos válidos para o espaço Schengen.

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Azul aumenta operação e lança 21 novas rotas para o verão no Brasil

Companhia aérea brasileira vai lançar 21 novas rotas para o verão brasileiro, 11 das quais para destinos do sul do país, ainda que o principal aumento de oferta seja para o Nordeste.

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A Azul anunciou um aumento de operação para dar resposta à procura turística que é esperada para a próxima temporada de verão no Brasil e vai lançar 21 novas rotas, 11 das quais para destinos do sul do país, ainda que o principal aumento de oferta seja para o Nordeste brasileiro.

“Para atender a alta demanda do período mais quente do ano, a Azul lança a sua malha de verão e aposta em 21 novas rotas conectando o Brasil com aumento na oferta de assentos em rotas de lazer, entre dezembro de 2022 até ao final de janeiro de 2023”, destaca a companhia aérea brasileira, num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a informação divulgada, Campinas (SP), Belo Horizonte (MG) e Recife (PE), que são os três principais centros de conexão da companhia aérea no país, são os aeroportos que vão contar com um maior número de partidas durante o verão brasileiro, ainda que esteja também previsto um aumento nas cidades de Cuiabá (MT), Salvador (BA), Porto Alegre (RS) e Rio de Janeiro (RJ).

“A malha planeada para o verão amplia a oferta de assentos em voos com destino a cidades turísticas bastante procuradas nessa época do ano. O Nordeste é a região que mais vai receber aeronaves com as cores da companhia”, indica a Azul no comunicado enviado à imprensa.

Para o Nordeste brasileiro, a Azul vai lançar sete novas rotas à partida de diferentes regiões do país, concretamente Confins-Aracaju, Congonhas-Porto Seguro, Congonhas-Maceió, Goiânia-Salvador, Foz do Iguaçu-Salvador, Rio de Janeiro (SDU)-Ilhéus e Montes Claros-Salvador, bem como uma nova rota em Minas Gerais, que vai ligar Confins a Santarém, no Pará.

Além destas novidades, a Azul vai também aumentar o número de voos em 30 outras rotas, a exemplo das ligações entre Confins-João Pessoa, Viracopos-Fortaleza, Rio de Janeiro (SDU)-Maceió e Viracopos-Fernando de Noronha.

Mas a Azul vai ainda aumentar a oferta na região sul do Brasil com o lançamento de 11 novas rotas, concretamente Cuiabá-Florianópolis, Cuiabá-Chapecó, Confins-Navegantes, Florianópolis-Santo Ângelo, Florianópolis-Pelotas, Florianópolis-Passo Fundo, Florianópolis-Santa Maria, Florianópolis-Uruguaiana, Navegantes-Santos Dumont, Navegantes-Chapecó e Porto Alegre-Chapecó.

A Azul destaca a operação para Foz do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná, que vai passar a contar com ligações aéreas desde Cuiabá, Confins e Salvador, além de um aumento da oferta de assentos de Florianópolis, Navegantes, Porto Alegre e de Viracopos, em Campinas.

“Com a adição dessas 21 rotas na nossa malha, ampliamos a oferta de assentos em praticamente todo o país, privilegiando rotas de lazer com partidas de aeroportos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, conectando direto com o Norte e Nordeste”, afirma Vitor Silva, gerente de Planeamento de Malha da Azul.

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