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APAVT reforça Portugal na ABAV 2012

Presença na feira brasileira “inédita.”

Patricia Afonso
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APAVT reforça Portugal na ABAV 2012

Presença na feira brasileira “inédita.”

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“Pela primeira vez, a associação terá um módulo institucional de 9 metros quadrados no stand do Turismo de Portugal, destinado a apoiar todos os seus associados que ali se desloquem e a prestar informações aos visitantes, e também um stand próprio, com 35 metros quadrados, na mesma ilha do stand de Portugal, destinado a espaço de exposição e reuniões para os associados que integraram o espaço da APAVT na BTL 2012”, explica um comunicado da associação.

Para Pedro Costa Ferreira, presidente da associação: “Este é o resultado do novo ciclo de relacionamento que temos com a nossa congénere brasileira e da iniciativa que desenvolvemos, por ocasião da BTL, para acolher os operadores brasileiros; representa também mais um passo na política de apoio aos nossos associados em mercados lusófonos, pilar da nossa estratégia internacional.”

Segundo o responsável, todos os associados da APAVT que foram expositores no stand da associação na BTL serão apoiados pela TAP na sua deslocação à Feira das Américas e poderão utilizar o espaço “sem quaisquer custos.”

“Contámos com o apoio da ABAV, da TAP e também do Turismo de Portugal, que nos possibilita ter uma presença institucional no seu próprio stand. Juntamente com outros associados que têm stand próprio, esta será sem dúvida a maior representação da distribuição portuguesa na maior feira da América Latina, o que nos permitirá desenvolver ainda mais os negócios com um dos mais importantes mercados da actualidade”, afirmou Pedro Costa Ferreira.

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Nova edição: Turismo na campanha das legislativas, dossier tecnologia e autocarros de turismo

A nova edição do Publituris, a segunda de 2022, faz capa com um artigo sobre o turismo na campanha para as eleições legislativas. Apesar da importância económica do setor, pouco se tem ouvido falar de turismo nesta campanha e nem nos programas dos partidos que concorrem às eleições o setor merece algum destaque.

A nova edição do Publituris, a segunda de 2022, faz capa com um artigo sobre o turismo na campanha para as eleições legislativas. Apesar da importância económica do setor, pouco se tem ouvido falar de turismo nesta campanha e nem nos programas dos partidos que concorrem às eleições o setor merece algum destaque.

Ainda que tenha sido esquecido, o setor não se calou e avança uma série de propostas para o próximo Governo, com destaque para algumas reivindicações já antigas.

Nesta edição, publicamos também um dossier sobre tecnologia ou não tivesse o Turismo sido um dos setores mais afetados pela pandemia, o que obrigou a acelerar processos de digitalização, transformação ou transição tecnológica. Conheça as novidades tecnológicas que têm chegado ao turismo, assim como os desafios que ainda será preciso ultrapassar, até porque continua a ser necessário transmitir confiança a quem mantém a intenção de viajar.

Na secção Destinos, destaque para uma entrevista com Elidérico Viegas, atual presidente e recandidato à presidência da AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, que revela os objetivos da sua candidatura às eleições de 21 de janeiro, que disputa com Hélder Martins.

Em Meeting Industry, saiba como vai ser a participação do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) na próxima edição da BTL, que vai ter lugar em março, e na qual a região é o destino nacional convidado. Com mais de 600 ações previstas, Luís Pedro Martins, presidente do TPNP, admite a “responsabilidade” mas garante uma participação “com grande criatividade e dignidade”.

Em Transportes, saiba ainda quais são as expetativas dos autocarros de turismo e passageiros para 2022. Depois de mais um ano difícil vivido em 2021, as empresas que se dedicam a esta área de atividade estão agora mais confiantes e já falam numa retoma para breve, possivelmente a partir da Páscoa.

Nesta edição, leia ainda as opiniões de Pedro Machado (Turismo Centro de Portugal), Jorge Mangorrinha (pós-Doutorado em Turismo), Carlos Torres (jurista e professor da ESHTE), Jorge Nogueira (economista, CEO e founder da Iberobus), e António Paquete (economista, consultor de empresas e colaborador do Publituris desde 1984).

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Edição Digital: Turismo na campanha das legislativas, dossier tecnologia e autocarros de turismo

A nova edição do Publituris, a segunda de 2022, faz capa com um artigo sobre o turismo na campanha para as eleições legislativas. Apesar da importância económica do setor, pouco se tem ouvido falar de turismo nesta campanha e nem nos programas dos partidos que concorrem às eleições o setor merece algum destaque.

Ainda que tenha sido esquecido, o setor não se acomodou e avança uma série de propostas para o próximo Governo, com destaque para algumas reivindicações já antigas.

Nesta edição, publicamos também um dossier sobre tecnologia ou não tivesse o Turismo sido um dos setores mais afetados pela pandemia, o que obrigou a acelerar processos de digitalização, transformação ou transição tecnológica. Conheça as novidades tecnológicas que têm chegado ao turismo, assim como os desafios que ainda será preciso ultrapassar, até porque continua a ser necessário transmitir confiança a quem mantém a intenção de viajar.

Na secção Destinos, destaque para uma entrevista com Elidérico Viegas, atual presidente e recandidato à presidência da AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, que revela os objetivos da sua candidatura às eleições de 21 de janeiro, que disputa com Hélder Martins.

Em Meeting Industry, saiba como vai ser a participação do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) na próxima edição da BTL, que vai ter lugar em março, e na qual a região é o destino nacional convidado. Com mais de 600 ações previstas, Luís Pedro Martins, presidente do TPNP, admite a “responsabilidade” mas garante uma participação “com grande criatividade e dignidade”.

Em Transportes, saiba ainda quais são as expetativas dos autocarros de turismo e passageiros para 2022. Depois de mais um ano difícil vivido em 2021, as empresas que se dedicam a esta área de atividade estão agora mais confiantes e já falam numa retoma para breve, possivelmente a partir da Páscoa.

Nesta edição, leia ainda as opiniões de Pedro Machado (Turismo Centro de Portugal), Jorge Mangorrinha (pós-Doutorado em Turismo), Carlos Torres (jurista e professor da ESHTE), Jorge Nogueira (economista, CEO e founder da Iberobus), e António Paquete (economista, consultor de empresas e colaborador do Publituris desde 1984).

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Transfergest com sinais de recuperação

O software Transfergest , usado para transferes e transportes turísticos registou crescimentos em 2021 tanto ao nível de serviços efetuados como de passageiros transportados.

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O software Transfergest , usado por cerca de 1.200 condutores de transferes e transportes turísticos e respetivos parceiros de negócio a nível nacional, registou um aumento de 75,1% no número de serviços realizados em 2021, em comparação com o ano anterior.

No que respeita ao número de passageiros transportados de e para os aeroportos nacionais, o crescimento foi de 65,6%, face a 2020.

A plataforma indica ainda que cerca de 54% do movimento de transferes de aeroporto ocorreu a partir de setembro e até ao final do ano, o que poderá estar relacionado com a retoma da procura na época baixa

Um claro indicador da retoma da procura do mercado turístico externo, é o facto de que 83% dos serviços estão relacionados com partidas e chegadas nos aeroportos internacionais.

Outro dado a reter é que a quebra face a 2019 se situou em 35%, quando em 2020 tinha sido de 61%, o que representa mais um sinal de recuperação do movimento originado nos transferes de aeroporto.

A análise dos dados permite verificar que a região com maior registo de serviços de transporte de passageiros foi o Algarve com 49%, seguido de Lisboa com um total de 36%, o Norte a registar 11% e finalmente as Ilhas com 4% dos serviços registados a nível nacional.

O software Transfergest, desenvolvido pela OSB Solutions, empresa estabelecida no Algarve e com clientes em todo o continente e iIlhas, apresenta-se como uma plataforma digital que facilita a gestão das empresas de transferes e transportes turísticos.

Carina Miguel, CEO da OSB revela que “através do Transfergest, pretendemos continuar o caminho da inovação tecnológica para contribuir para a digitalização dos processos de gestão e das operações das empresas de transporte turístico”.

Apesar dos números registados em 2021 continuarem abaixo dos registados no período pré-pandemia (2019), os dados apurados “levam-nos a crer que Portugal continua a ser visto como um líder em matéria de turismo. Estas estatísticas permitem-nos concluir que quando terminarem as limitações às viagens que ainda se encontram em vigor face à pandemia da Covid-19, a posição de Portugal continuará a aumentar no nos mercados internacionais”, refere a gestora.

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Delta Air Lines prevê cancelamentos devido ao 5G

Companhia aérea norte-americana explica que a implantação do 5G em dezenas de aeroportos dos EUA interfere com os instrumentos dos aviões, o que põe em causa a segurança.

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A Delta Air Lines revelou esta quinta-feira, 20 de janeiro, que conta ter de cancelar alguns dos seus voos devido à implantação do 5G nas proximidades de dezenas de aeroportos nos EUA, até porque as autoridades de aviação norte-americanas emitiram já alertas sobre as restrições de voos devido à interferência do serviço com os instrumentos dos aviões.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pela companhia aérea norte-americana, estas interferências podem por em causa a segurança dos aparelhos, uma vez que a implantação do 5G pode interferir com os instrumentos de altitude dos aparelhos, que garantem a segurança dos aviões em diferentes condições climatéricas.

“Como tal, a Delta está a tomar as medidas necessárias para garantir que a segurança continua a ser a prioridade, em conformidade com as diretrizes da FAA [entidade que regula a aviação comercial nos EUA].

Apesar dos alertas, várias empresas de telecomunicações já anunciaram que vão limitar a implantação do 5G e atrasar a disponibilização do serviços em vários aeroportos do país, numa medida que a Delta Air Lines considera positiva.

Ainda assim, a companhia aérea norte-americana considera que “as indústrias podem crescer, inovar e coexistir para o benefício dos consumidores”, desde que seja encontrada “uma solução prática que permita a implantação da tecnologia 5G, preservando a segurança e evitando interrupções nos voos”.

Apesar da limitação na implantação do 5G, a Delta Air Lines acredita que ainda vai ter de cancelar alguns voos e, por isso, lembra que os passageiros afetados por estes cancelamentos podem pedir uma isenção da diferença de tarifa e reagendar o seus voos ainda antes do cancelamento.

Além desta isenção, a companhia aérea norte-americana permite também a remarcação automática para a próxima ligação disponível sempre que um voo seja cancelado, com a Delta Air Lines a garantir ainda que vai enviar também atualizações sobre alterações de itinerário diretamente para os dispositivos móveis ou e-mail dos clientes.

Além destas opções, os clientes da companhia aérea podem também recorrer à aplicação Fly Delta ou ao webiste delta.com para verificar o status de seu voo e gerir a sua remarcação com opções convenientes de autoatendimento.

“Quando os cancelamentos se tornam necessários como último recurso, a Delta trabalha para fazer alterações que afetem o menor número de clientes com os menores atrasos. Pedimos desculpas aos clientes por qualquer interrupção em seus planos de viagem”, acrescenta a companhia aérea norte-americana.

A companhia aérea revela ainda que, devido aos problemas causados pela implantação do serviço, se juntou a outras companhias aéreas com o objetivo de atrasar o 5G no espectro da banda C e “até que existam mais proteções e garantias contra possíveis interferências nos altímetros de rádio das aeronaves”.

Apesar de todas as medidas, para a companhia aérea, o impacto destes problemas nas viagens aéreas pode ser “imediato e significativo, impactando diretamente nas viagens de passageiros e no transporte de carga”, numa preocupação que já levou mesmo os CEO das principais companhias aéreas norte-americanas a alertarem, através de uma carta conjunta, que o “comércio do país vai parar”.

A Delta Air Lines garante ainda que está a avaliar a segurança das aeronaves e a tentar perceber se é seguro voar perto dos aeroportos onde o 5G já está a ser implementado, uma vez que, conclui a companhia aérea, “asegurança é e sempre foi a prioridade número um da Delta”.

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Emirates lança nova campanha filmada no topo do edifício mais alto do mundo

Esta é a segunda campanha da Emirates filmada no topo do Brj Khalifa, o edifício mais alto do mundo, com o objetivo de promover a Expo Dubai 2020, assim como a cidade do Dubai.

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A Emirates lançou uma nova campanha promocional filmada no topo do edifício mais alto do mundo, o Burj Khalifa, iniciativa que motivou um investimento de 20 milhões de euros e que visa promover a Expo Dubai 2020 e a cidade do Dubai.

“Em agosto de 2021, a Emirates já tinha lançado o primeiro anúncio a ser filmado no topo do Burj Khalifa, numa campanha que transmitiu as mensagens da companhia aérea a mais de 800 metros de altura – tendo-se tornado viral e chegado às manchetes internacionais e feeds de redes sociais de milhões de pessoas”, explica a companhia aérea, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 20 de janeiro.

A nova campanha conta com um vídeo de um minuto, no qual é possível “ver a figurante, que veste o icónico uniforme da Emirates em representação da tripulação de cabine, de pé no topo do Burj Khalifa by Emaar e a segurar cartazes com frases que convidam turistas de todo o mundo a visitar a Expo 2020 Dubai, a bordo da Emirates”.

“Numa altura em que chegamos a meio dos seis meses de exibição da Expo, vemos que o entusiasmo e a dinâmica à volta do evento continuam muito fortes. A nossa última campanha transmite a mensagem da Expo de forma ousada e convida os turistas a visitar e a experimentar aquele que é verdadeiramente o maior espetáculo do mundo. Neste momento, não há outro lugar que ofereça tantas atrações, entretenimento e eventos musicais de primeira categoria”, considera Tim Clark, presidente da Emirates Airline.

Em destaque na nova campanha está também o avião A380, a maior aeronave comercial do mundo, que apresenta uma pintura “exclusiva e alusiva à Expo 2020 Dubai”.

“O vídeo culmina num flypast sobre a impressionante cúpula Al Wasl, na Expo 2020 Dubai. Algumas cenas dos bastidores destas filmagens podem ser vistas no canal de YouTube da Emirates, bem como nas páginas de redes sociais da companhia aérea”, acrescenta a Emirates na informação divulgada.

Esta nova campanha de Emirates resulta de “um rigoroso planeamento composto por ensaios, testes e um rígido protocolo de segurança”, que envolveu “stakeholders de todo o setor da aviação do Dubai, com um especial foco na segurança em todos os momentos em que se realizam as manobras de baixa altitude com o A380″.

A nova campanha global multicanal da Emirates vai estar disponível em 12 idiomas e em 19 países, sendo exibida através plataformas televisivas, cinematográficas, digitais e na comunicação social.

“O anúncio faz parte de um investimento mais amplo de 20 milhões de dólares, que a Emirates encetou com o objetivo de gerar notoriedade, entusiasmo e, em última análise, resultar em mais visitas ao Dubai e à Expo 2020 Dubai”, acrescenta a companhia aérea.

 

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Tráfego aéreo recupera em Portugal mas ainda fica 46% abaixo de 2019

Entre janeiro e dezembro de 2021, a NAV Portugal controlou um total de 443,6 mil voos, 45,6% menos que em 2019 mas 28% acima de 2020.

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No ano passado, o tráfego aéreo nacional recuperou 28% face a 2020, mas continuou a apresentar uma expressiva descida face aos níveis pré-pandemia, avança a NAV Portugal, empresa nacional de navegação aérea, em comunicado.

De acordo com os dados preliminares divulgado esta quinta-feira, 20 de janeiro, em 2021, a NAV Portugal controlou um total de 443,6 mil voos, o que representa “menos 45,6% do que o total de tráfego controlado em 2019, o último ano pré-pandemia e ano de referência para a aviação civil”.

“O tráfego em 2021 continuou assim bastante afetado pelo surgimento de novas vagas e variantes de Covid-19, contudo, e em comparação com 2020, registou-se uma recuperação de 28% no tráfego aéreo em Portugal ao longo do ano passado”, lê-se na informação divulgada.

Os 443,6 mil voos controlados pela NAV Portugal no ano passado comparam com os 345 mil movimentos registados no ano anterior e com os 816,3 mil voos de 2019, que tinha sido um  “ano de recorde de tráfego em Portugal”.

“Apesar de em termos globais o tráfego ter recuado 45,6% em comparação com o ano de referência, em 2021 viveram-se diferentes realidades quanto à evolução do tráfego, que começou a dar sinais de uma recuperação cada vez mais sustentada à medida do evoluir do ano”, acrescenta a NAV Portugal.

A empresa de navegação aérea nacional revela ainda que, no primeiro mês de 2021, “o tráfego estava 65,9% abaixo de janeiro de 2019” mas recuperou ao longo do ano e, em dezembro, “já se encontrava «apenas» 15,4% abaixo do mesmo mês de 2019”, o que se deveu a “uma aceleração constante sentida a partir de março”.

“Esta evolução positiva e gradual do tráfego ao longo do ano resultou em duas metades de ano completamente distintas no tráfego aéreo em Portugal. Enquanto no primeiro semestre de 2021 o tráfego gerido pela NAV Portugal ficou 66% abaixo do mesmo período de 2019, no segundo semestre a queda já se situou «apenas» em 26,5%”, sublinha a NAV Portugal.

Para 2022, a NAV Portugal conta apresentar algumas novidades, a exemplo da nova sala de operações do Centro de Controlo de Tráfego Aéreo de Lisboa, local onde é gerida “a grande maioria dos voos que todos os dias atravessam o espaço aéreo português”, assim como da entrada em operação de “um novo sistema de gestão de tráfego aéreo”.

“Estes dois investimentos, em conjunto com o realizado no Centro de Controlo Oceânico, assinalam o constante compromisso da NAV Portugal com a modernização e melhoria contínua da sua operação, assegurando uma prestação cada vez mais segura e eficiente dos serviços de navegação aérea, sendo esta a melhor forma de apoiar uma recuperação do tráfego aéreo gradual, consistente e cada vez mais sustentável”, conclui a empresa.

 

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Mastercard cria novo Pólo Global para a Inovação no Turismo em Madrid

O novo Pólo da Mastercard assentará a sua aposta em três pilares: Conhecimento estratégico, Centro de Desenvolvimento e Labs As A Service. Tudo para desenvolver soluções para apoiar a recuperação sustentável e inclusiva do setor do turismo a nível global.

Victor Jorge

A Mastercard vai criar um novo Polo para a Inovação no Turismo, com sede em Madrid (Espanha), prevendo-se a inauguração deste espaço no segundo trimestre de 2022.

O objetivo deste Pólo Global é desenvolver soluções para apoiar a recuperação sustentável e inclusiva do setor do turismo a nível global, através da inovação, investigação e colaboração entre os agentes de todo o ecossistema.

De acordo com Mark Barnett, presidente da Mastercard Europe, “houve um impacto de vários biliões de dólares na indústria global do turismo nos últimos dois anos, frisando que a localização em Espanha permite “aproveitar a experiência de um país intrinsecamente ligado ao turismo ao ser o segundo destino mais visitado do mundo.”

Recorde-se que, em 2019, as viagens e o turismo representaram 10,4% do PIB mundial, mas caíram para 5,5% em 2020, à semelhança do que aconteceu com os gastos dos turistas, que desceram de aproximadamente 1,482 biliões de euros, em 2019, para cerca de 453,5 mil milhões de euros em 2020.

Segundo a mais recente previsão da Organização Mundial do Turismo (OMT), as chegadas internacionais de turistas mantiveram-se 70 a 75% abaixo, quando comparadas com os níveis de 2019, com o impacto a ir muito além dos números do PIB, dada a importância da indústria na criação de empregos e oportunidades para micro e pequenas empresas, em todo o mundo.

Apesar dos desafios evidentes, os dados da Mastercard mostram que “há oportunidades para uma recuperação robusta, num futuro relativamente próximo”. A gigante norte-americana admite que “muitos consumidores perspetivam, já, gastar os 5 biliões de euros extra poupados desde o início do COVID-19, com as viagens a ocuparem o segundo lugar nas preferências das atividades que mais falta fizeram durante os confinamentos, ultrapassadas apenas por jantar e almoçar fora”.

O secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, destacou que “o futuro do turismo será impulsionado por novas ideias, novos métodos de negócio e soluções conjuntas para superar os desafios e cumprir o enorme potencial do sector”.

Os 3 pilares para a inovação no turismo
O Pólo para a Inovação no Turismo funciona como uma plataforma global de I&D da indústria, focada no desenvolvimento de estratégias turísticas e na co-criação de produtos e soluções à medida, através de parcerias e iniciativas, assentes em três pilares:

  • Conhecimento estratégico: com o propósito de alavancar o conhecimento obtido a partir da análise de metadados para identificar tendências e apoiar na tomada de decisões mais informadas;
  • Centro de Desenvolvimento: para co-criação de novos produtos e serviços, codificação de boas práticas e plataforma para envolver parceiros dos sectores público e privado em projetos de inovação conjunta;
  • Labs As A Service: destinado a conceber, desenvolver e testar novos produtos e plataformas que ofereçam soluções digitais pioneiras, sustentáveis e inclusivas para a indústria, que abordem as principais prioridades empresariais e de consumo.
  • Uma das principais prioridades desta aposta passa por impulsionar o turismo sustentável, através da capacitação de governos, empresas e consumidores para transformarem a forma como se adaptam e criam inovações turísticas sustentáveis no destino, viagens, alojamentos, experiências, recompensas e incentivos, entre outros serviços, estando prevista, por isso, a articulação entre o Polo para a Inovação no Turismo e o Laboratório de Inovação de Sustentabilidade da Mastercard.

    Além disso, a Mastercard está a trabalhar com a OMT num conjunto de iniciativas, entre as quais o apoio ao Concurso Global de Startups dos ODS da ONU, que fornece mentoria a pequenas empresas inovadoras no turismo sustentável e responsável.

    De referir que, em Portugal, a Mastercard associou-se ao NEST – Centro para a Inovação no Turismo – para apoiar na identificação e implementação de soluções digitais inovadoras que proporcionem experiências integradas e personalizadas dos turistas nacionais ou internacionais.

    O Pólo para a Inovação no Turismo passa a integrar a rede de centros globais de excelência da Mastercard em todo o mundo, incluindo o Centro de Inteligência e Cibersegurança no Canadá, o fintech-Cyber Innovation Lab em Israel, o Mastercard Lab for Financial Inclusion no Quénia e o Sustainability Innovation Lab na Suécia, bem como os tech hubs em Dublin e Nova Iorque.

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    Enoturismo analisado na 3.ª edição da FINE

    A 3.ª edição da FINE tem nos profissionais do enoturismo – adegas, rotas e destinos turísticos, operadores turísticos, agências de viagens, hotéis – o seu público-alvo.

    Victor Jorge

    A Feira de Valladolid irá organizar a FINE #WineTourismExpo, Feira Internacional de Enoturismo, um evento destinado exclusivamente aos profissionais do enoturismo: adegas, rotas e destinos turísticos, operadores turísticos, agências de viagens, hotéis, etc..

    A 3.ª edição do evento decorrerá nos dias 1 e 2 de março e foi apresentada durante a FITUR, com os responsáveis do evento a afirmar que “os conteúdos da FINE articulam-se em torno de três espaços de trabalho complementares: uma exposição comercial, uma área de entrevistas a compradores nacionais e internacionais e sessões de formação com a intervenção de especialistas em áreas como marketing, marketing ou inovação no enoturismo”.

    “O coração da FINE é o B2B, o programa de entrevistas pré-agendadas entre compradores e vendedores”, salientou o diretor-geral da Feira de Valladolid, Alberto Alonso. “Em junho passado começamos com mais de 2.000 agendamentos fechados, 42% a mais do que na primeira edição”, frisando que, “a estes devemos somar os encontros espontâneos que são gerados em momentos diferentes, pois s FINE é um espaço de trabalho em cada um dos cenários, tanto nas atividades formais como nas mais informais”, disse Alberto Alonso.

    Desde o início, a FINE está comprometida com um perfil internacional tanto na oferta como na procura. Portugal desempenha um papel fundamental, com a participação da ViniPortugal e das mais importantes adegas e rotas do país.

    Operadores turísticos internacionais
    O programa de compradores internacionais convidados para a FINE incorpora novos operadores e agências de turismo que atuam em mercados como Dinamarca, Holanda, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Portugal, Reino Unido, Ucrânia e, claro, Espanha.

    Os segmentos que mais despertam o interesse dos compradores são experiências de qualidade, natureza e grupos. Entre as novidades, a procura por viagens de incentivo e organização de eventos.

    “Boa parte do sucesso do mercado contratante está na correta identificação dos compradores e para isso contamos com a colaboração da Turespaña, através da sua rede de escritórios, bem como na divulgação através dos meios de comunicação mais relevantes dos diferentes países”, acrescentou Alberto Alonso.

    A importância MICE
    O turismo de encontros, incentivos e congressos (MICE) será um dos eixos em torno dos quais se articularão os conteúdos da 3.ª edição, segmento com perspetivas de crescimento e de grande interesse para o tecido empresarial “por razões como a ‘dessazonalização’, melhoria dos rácios de ocupação nos dias úteis ou o maior volume de negócios gerado por este tipo de turismo face ao turismo convencional”, frisou o diretor-geral da FINE

    Marketing, histórias de sucesso e análise de diferentes modelos serão abordados nas sessões que serão realizadas nos dias 1 e 2 de março. A diretora de Inteligência de Mercado e Competitividade da Organização Mundial do Turismo (OMT), Sandra Carvão, também participará delas.

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    “Viagem a Portugal Revisited” apresentado em Madrid

    Esta aposta do Turismo de Portugal pretende colocar o nosso país “no mapa dos destinos literários”.

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    O projeto “Viagem a Portugal Revisited” foi apresentado à margem da Feira Internacional do Turismo de Madrid (FITUR) na embaixada de Portugal na capital espanhola para, segundo a entidade que promove o turismo nacional, “colocar Portugal no mapa dos destinos literários”.

    Durante a apresentação desta aposta do Turismo de Portugal para promover as rotas literárias do país, a secretária de Estado do Turismo (SET), Rita Marques, sublinhou o “grande valor acrescentado” que este tipo de turismo especializado pode significar e a importância de associar as rotas feitas pelo nobel português José Saramago.

    O Turismo de Portugal e a Fundação José Saramago são parceiros no projeto “Viagem a Portugal Revisited” que consiste numa “reconstrução” dos roteiros percorridos pelo escritor português e descritos na obra homónima, por autores contemporâneos nacionais e internacionais.

    O galardoado com o Prémio Literário José Saramago em 2001, José Luís Peixoto, vai fazer seis das doze rotas descritas por Saramago acompanhado em cada uma das viagens por um dos escritores estrangeiros convidados que são desafiados para fazer um relato contemporâneo da viagem e dos locais visitados.

    Outros autores portugueses irão fazer as restantes seis viagens, não sendo ainda conhecidos os seus nomes nem o dos escritores estrangeiros.

    De acordo com o Turismo de Portugal, “o projeto constitui uma oportunidade para dar a conhecer o imenso território onde Saramago se inspirou, os locais, as paisagens, os sabores e as gentes, mas também promover Portugal como destino de turismo literário”.

    José Saramago percorreu Portugal entre outubro de 1979 e julho de 1980 a convite do Círculo de Leitores, escrevendo “Viagem a Portugal” que descreve o país e as suas gentes.

    O projeto pretende “convidar à visita a Portugal através do olhar do escritor e motivar a interação com outros roteiros literários”, assentes em outras obras de Saramago e em lugares neles mencionados.

    Vai ser também lançada uma plataforma digital “Viagem a Portugal Revisited” com os itinerários da obra e os conteúdos dos locais revisitados pelos autores e posta à disposição de todos.

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    Turismo nacional alcançará níveis de receita pré-pandemia em 2023, estima SET

    Depois de em 2021, Portugal ter chegado aos “70 a 75%” de receitas, face a 2019, a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, estima que 2023 será o ano da retoma total.

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    A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, reafirmou, em Madrid, durante a inauguração da Feita Internacional do Turismo de Madrid (FITUR), que o setor turístico português deverá atingir o nível de receitas que tinha em 2019, o ano anterior ao da pandemia de COVID-19, em 2023.

    Rita Marques indicou que em 2021 o setor do turismo português conseguiu alcançar os 50% das receitas de 2019, esperando atingir, no final de 2021 os “70 a 75%”, de modo a chegar a 2023 com o mesmo número as entradas de 2019.

    Com a presença de Portugal na FITUR a estar assegurada por 52 empresas, sete regiões de turismo e o Turismo de Portugal com um ‘stand’ que tem uma área de 682 metros quadrados, Rita Marques sublinhou que “é mais uma oportunidade para darmos a conhecer a nossa oferta, para dar confiança aos nossos empresários e a todos os que nos visitam”, salientando, de resto, a “importância” do mercado espanhol, “dado a sua aproximação e entrosamento com o português”.

    O mercado espanhol foi o segundo mais importante em 2021 a nível de dormidas e, segundo Rita Marques, Portugal continua “a trabalhar muito não só para atrair os espanhóis, mas também todos os que aterram em Espanha” vindos de outros países.

    Esses turistas “de outras geografias mais longínquas podem descobrir não só Espanha, mas também Portugal, através de uma oferta integrada, uma oferta ibérica integrada”, explicou a secretária de Estado.

    Para o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, também presente na sessão inaugural da FITUR, esta feira é importante “porque Espanha é o principal mercado de Portugal a nível das dormidas”, e também porque é um “mercado de proximidade” e ainda “um mercado que está a redescobrir Portugal”.

    “É importante virmos cá com ideias e produtos novos”, afirmou Luís Araújo, que à margem da FITUR apresentou o projeto “Viagem a Portugal Revisited”, uma aposta do Turismo de Portugal para promover as “rotas literárias” do país.

    Recorde-se que na 42.ª edição da FITUR, aberta até domingo, estão presentes 107 países e quase 7.000 empresas no centro de exposições da Feira Internacional de Madrid (IFEMA), com o objetivo de “impulsionar o crescimento do turismo” quase dois anos após o início da pandemia de COVID-19.

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