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Embratur promove-se no Rock in Rio

Pelo quarto ano consecutivo, o Instituto Brasileiro de Turismo vai voltar a estar presente neste evento, promovendo a sua diversidade e atractividade turística.

Tiago da Cunha Esteves
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Embratur promove-se no Rock in Rio

Pelo quarto ano consecutivo, o Instituto Brasileiro de Turismo vai voltar a estar presente neste evento, promovendo a sua diversidade e atractividade turística.

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Já no stand aberto ao público vão ser apresentados o turismo e a diversidade que caracteriza o Brasil. Nos intervalos dos espectáculos, grupos de percussão farão apresentações nos stands, por exemplo. E quem ali se deslocar poderá participar num jogo virtual, habilitando-se a uma viagem ao destino.

“A Embratur também aproveitará o Rock in Rio para realizar acções de relacionamento. Serão convidados pelo instituto operadores de turismo portugueses, empresários do setor e jornalistas europeus para visitar o stand e participar nas promoções”, pode ler-se, numa nota divulgada. “É uma forma diferenciada de ampliar o conhecimento desse público sobre o Brasil”, acrescenta-se.

Com estas acções no Rock in Rio, o Brasil pretende consolidar a sua marca e salientar a sua vertente de turismo cultural, despertando o desejo junto do público para viajar até ao destino.

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Cabo Verde: Número de turistas atinge 90% do recorde de 2019

Em 2022, Cabo Verde terá recebido mais de 700 mil turistas, o que corresponde a cerca de 90% do recorde de 819 mil entrados no país em 2019.

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Esta previsão foi avançada pelo ministro cabo-verdiano do Turismo e Transportes, mas ainda não confirmada pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

“Pelos nossos números já recebidos – e ainda não confirmados pelo Instituto Nacional de Estatísticas [INE] – poderão estar a atingir os 700 mil turistas que tenham chegado a Cabo Verde, isto significa 90% daquilo que nós recebemos em 2019, são números interessantes”, revelou Carlos Santos, citado pela Lusa.

Em declarações aos jornalistas no âmbito do segundo Conselho do Ministério do Turismo e Transportes, realizado na cidade da Praia, o governante espera que “se não houver essas perturbações internacionais, uma escalada inflacionária no segundo semestre, nós podemos chegar aos números de 2019″, notando que “a recuperação chegou”, após a procura turística cair mais de 60% em 2020, devido às restrições impostas para conter a pandemia de covid-19.

Depois dessa queda, o ministro disse, conforme notícia da Lusa, que país está a tornar-se num “destino muito apreciado pelos turistas”, que têm um perfil diferente, estando à procura de outro tipo de produto, nomeadamente cultural e gastronómico, o que “exige de nós uma preocupação e cuidados maiores, no sentido de disponibilizarmos serviços com qualidade, segurança e higiene alimentar, segurança das pessoas e acessibilidades”, apontou Carlos Santos, fatores que podem também representar oportunidades para investidores e empreendedores, sobretudo os mais jovens.

Para fomentar o turismo, o ministro destacou que o governo está a trabalhar em várias frentes, designadamente no incentivo a operadores aéreos turísticos para o arquipélago, para diversificar a proveniência dos turistas e aumentar ainda mais a contribuição deste setor, que garante 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde.

O Conselho do Ministério do Turismo e Transportes teve como foco o Programa Operacional do Turismo (POT) 2022-2026, que reflete a visão e ambição do Governo nesta que é o principal setor de atividade económica do país, e com os transportes, contribuem para 35% do PIB.

Orçado em cerca de 200 milhões de euros para os próximos quatro anos, o ministro revelou que já foram mobilizados cerca de 50% desse valor, através do Banco Mundial e do Fundo do Turismo, tendo como objetivo “estruturar bem” a oferta turística do arquipélago.

Boa parte do montante destina-se a melhorar as infraestruturas turísticas, mas o país quer apostar muito na apresentação e promoção do destino. “Sem perder de vista a sustentabilidade, que hoje é um princípio norteador do crescimento”, salientou o governante.

Uma das metas do programa é fazer com que 40% dos turistas que venham a chegar ao país em 2026 possam ir para outras ilhas, além das principais de sol e praia, como Sal e Boa Vista.

 

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Residentes em Portugal viajaram mais no 3.º trimestre de 2022, mas números ainda estão aquém de 2019

Os residentes em Portugal realizaram 8,2 milhões de viagens ao longo do 3.º trimestre de 2022 (+5,8% comparado com o mesmo período de 2021). Se em território nacional se registou uma quebra (-0,6% face a período homólogo de 2021), as viagens ao estrangeiro cresceram 109%. Comparado com 2019, as viagens as viagens não recuperaram.

Victor Jorge

No 3.º trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 8,2 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo de 5,9% face ao mesmo período de 2021, mas ficou ainda a 5,8% face ao trimestre homólogo de 2019, indicam os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

As viagens em território nacional corresponderam a 88,4% das deslocações (7,2 milhões), diminuindo 0,6% face ao 3.º trimestre de 2021, quebra menor que a registada face ao mesmo período de 2019, em que caíram 5,2%. Já as viagens ao estrangeiro, segundo avança o INE, cresceram 109%, encontrando-se ainda 10,6% abaixo dos níveis de 2019, totalizando 950,6 mil viagens.

Lazer domina viagens
O “lazer, recreio ou férias” foi a principal motivação para viajar no 3.º trimestre de 2022, contabilizando 5,5 milhões de viagens, +1,5% face ao 3.º trimestre de 2021, mas inferior em 4,9% face ao mesmo período de 2019, apesar da redução de representatividade (66,9% do total, -2,9 p.p.2 face ao 3.º trimestre 2021).

As deslocações nacionais referentes a esta motivação totalizaram 4,7 milhões de viagens (65,5%; -5 p.p.), enquanto as deslocações ao estrangeiro contabilizaram 737,7 mil viagens (77,6%; +18,8 p.p.).

Seguiu-se o motivo “visita a familiares ou amigos”, que cresceu 11,7% (-6,4% em relação ao 3.º trimestre de 2019), tendo atingido 2,2 milhões de viagens (26,4% do total, +1,4 p.p.). Neste capítulo foram realizadas internamente dois milhões de viagens correspondendo a 28,1%, +3,1 p.p.) enquanto ao estrangeiro realizaram mais de 129 mil viagens (13,6%, -12,4 p.p.).

Os “hotéis e similares” concentraram 31% das dormidas resultantes das viagens turísticas dos residentes no 3.º trimestre de 2022, reforçando a sua representatividade (+1,7 p.p.) e superando os níveis pré-pandemia (+3,7 p.p. face ao 3.º trimestre de 2019). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção de alojamento (54,5% das dormidas, -2,2 p.p.).

Preferência vai para julho
Analisando os três meses que compõem o trimestre, o INE refere que o número de viagens aumentou em todos: +10,6% em julho, +4,7% em agosto e +1,9% em setembro. Face aos mesmos meses de 2019, apenas em julho se registou um ligeiro acréscimo (+0,7%), dado que em agosto e setembro se observaram reduções de 9,2% e 7,4%, respetivamente.

No 3.º trimestre de 2022, 45,2% das viagens foram efetuadas recorrendo à marcação prévia de serviços (+3,3 p.p.), proporção que atingiu 94% (+10,8 p.p.) no caso de deslocações ao estrangeiro e 38,8% nas viagens em território nacional (-0,5 p.p.).

A internet foi utilizada na organização de 29,9% das deslocações (+4,6 p.p.), tendo este meio sido opção em 66% (+0,7 p.p.) das viagens ao estrangeiro e em 25,1% (+2,3 p.p.) das viagens em território nacional.

Os dados do INE mostram ainda que no 3.º trimestre de 2022, cada viagem teve uma duração média de 6,05 noites (6,17 no 3.º trimestre de 2021; 5,76 no 3.º trimestre de 2019). A duração média mais baixa foi registada no mês de setembro (4,04 noites), enquanto a mais elevada ocorreu em agosto (6,68 noites).

No 3.º trimestre de 2022, 40% dos residentes realizaram pelo menos uma deslocação turística, +0,7 p.p. face ao 3.º trimestre de 2021 (-2,3 p.p. comparando com o 3.º trimestre de2019). Numa análise mensal, registaram-se aumentos na proporção de residentes que viajaram em julho e agosto (+2,2 p.p. e +0,7 p.p., respetivamente, face aos mesmos meses de 2021), tendo diminuído ligeiramente em setembro (-0,1 p.p.). Em comparação com os mesmos meses de 2019, as variações observadas foram de -0,6 p.p., -1,6 p.p. e -1,3 p.p., respetivamente.

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Marca Pullmantur deverá ser vendida ainda no primeiro trimestre

A administradora da falência – Data Concursal – pretende vender a marca Pullmantur, principal ativo da empresa de cruzeiros que faliu há três anos, ainda no decorrer do primeiro trimestre deste ano.

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As empresas interessadas podem apresentar propostas não vinculativas, a partir de 1 de fevereiro até ao dia 22 do mesmo mês, e vinculativas até ao dia 27.

Segundo notícia divulgada pelo jornal espanhol Hosteltur, que cita o Expansión, este anúncio consta da documentação judicial de falência da empresa, que tramita perante o Tribunal de Comércio nº 1 de Madrid, e entre as quais se encontra o plano de liquidação da empresa, que especifica que as ofertas devem em todo o caso ser superiores a 177 mil euros, em correspondência com o laudo de avaliação apresentado pela EY.

De acordo com as duas publicações espanholas, a marca Pullmantur, propriedade da Royal Caribbean e Springwater, é um dos poucos ativos da empresa que ficaram por liquidar no âmbito do processo de falência aberto há três anos, e acrescentam que, previsivelmente, a insígnia da companhia de cruzeiros acabará nas mãos de um dos seus concorrentes diretos, embora se desconhece qual.

A Pullmantur declarou voluntariamente falência em plena crise sanitária devido à pandemia de COVID-19 (oficialmente em junho de 2020), que obrigou à paragem total da sua atividade sem conseguir fazer face às despesas de manutenção. Por esse motivo, o administrador da falência pediu ao juiz que isentasse de responsabilidade o conselho de administração da companhia, por se tratar de uma falência fortuita.

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Banco de Espanha refere expectativas “um tanto cautelosas” para o turismo espanhol para os próximos meses

O Banco de Espanha refere no seu primeiro relatório que o turismo em no país consolidou a recuperação, mas que ainda estão distante dos números de 2019. Para o futuro, o agravamento das perspectivas económicas globais condicionam a performance do setor, salientando a entidade que são necessários “investimentos para reformar e melhorar áreas turísticas, particularmente os pontos mais saturados e maduros”.

Victor Jorge

Depois de publicado o primeiro boletim económico referente ao setor do turismo, o Banco de Espanha (BdE) salienta a “consolidação da recuperação para níveis pré-pandemia, após a eliminação de, praticamente, todas as restrições à mobilidade internacional”, revelando, no entanto, que “os níveis de afluência de turistas ainda não recuperou na totalidade face a 2019, devido à debilidade registada no turismo de longo curso, em particular na Ásia”.

Não obstante, as receitas turísticas alcançaram já níveis pré-pandemia, impulsionados, em parte, por uma maior atração de turismo com maior capacidade de compra, refletindo “o aumento do peso relativo do alojamento hoteleiro de maior qualidade”.

As perspetivas de curto prazo “são positivas”, avança o BdE, em linha com a evolução dos indicadores de tráfego aéreo, embora o balanço de riscos apresente indicadores de uma baixa, devido à “deterioração das perspetivas económicas nos principais mercados emissores de turistas e a alta dos preços, que reduz a capacidade de gasto das famílias”, frisa o BdE.

A longo prazo, a evolução do turismo internacional está “condicionada pela possibilidade do setor continuar a melhorar a sua capacidade de atração de turistas com maior perfil de gasto, o que requer a consolidação de ganhos de qualidade e aprofundar a diversificação da oferta turística”, diz o BdE.

Globalmente, o Banco de Espanha refere que as expectativas para os próximos meses são “um tanto cautelosas, dada a incerteza relativamente ao agravamento das perspectivas económicas e aumento da inflação”.

Segundo a entidade bancária, a eliminação das restrições à mobilidade internacional entre os principais mercados de origem dos turistas para a Espanha ao longo de 2022 consolidou uma notável reativação dos fluxos turísticos. Assim, as chegadas de turistas não residentes a Espanha no verão, como um todo, ficaram 10,8% abaixo dos valores do mesmo período de 2019, ano em que foram atingidos máximos históricos, face a uma diferença de 50,4% na temporada de verão de 2021. No entanto, durante todo o verão, registou-se uma moderação da tónica de reativação da afluência de turistas internacionais, pelo que em setembro foi 11,6% inferior ao alcançado em 2019.

Poder de compra como “fator condicionante”
As perspetivas estão envoltas numa “grande incerteza”, diz o BdE. Por um lado, os fatores de suporte para a procura de viagens internacionais, como a procura estagnada e o rendimento acumulado durante a pandemia, previsivelmente “perderão força nos próximos meses”. Por outro lado, tenderão a exercer mais influência os fatores mais desfavoráveis que caracterizam a situação atual, entre os quais o destaque vai para a “evolução e repercussões da guerra na Ucrânia, a deterioração das perspectivas económicas dos principais mercados emissores de turistas e a erosão da capacidade do poder de compra das famílias causada pelo aumento da inflação”, salienta o relatório.

Na verdade, o BdE admite que “esses fatores negativos poderão estar a começar a concretizar-se na evolução mais desfavorável em outubro das pernoites em hotéis de britânicos e, principalmente, de alemães”.

Além disso, refere que “a perda do poder de compra pode levar a uma perda de atratividade em comparação com destinos alternativos do Mediterrâneo com níveis de preços mais baixos”. A esses fatores, o relatório acrescenta “a vulnerabilidade do setor turístico espanhol a episódios de fraqueza da libra esterlina”, dado que o Reino Unido constitui o primeiro mercado de origem de turistas do país.

Num horizonte de médio prazo, o turismo internacional em Espanha está fortemente dependente do transporte aéreo, cujo custo pode “encarecer no contexto da transição verde em que a UE está imersa, o que pode levar a um aumento dos custos dos voos devido às emissões geradas por este meio de transporte com tecnologia atual”, salienta o BdE. Esses possíveis efeitos poderiam afetar “mais intensamente o turismo de longa distância, no qual o peso das despesas com o transporte aéreo é elevado e, em certos segmentos das viagens de negócios, já que as empresas poderiam reduzir esse tipo de viagem para diminuir a pegada de carbono dos seus colaboradores”.

Adicionalmente, o BdE refere no relatório que “persistem dúvidas sobre o nível de equilíbrio do turismo de negócios, apesar do seu comportamento positivo ao longo de 2022, face aos progressos registados devido à digitalização da atividade empresarial, e o turismo asiático, que ainda permanece muito distante dos níveis pré-pandêmicos”.

Apesar destas fontes de incerteza, o relatório do Banco de Espanha destaca que Espanha é um destino turístico “atraente, pela sua perceção de destino seguro e pela qualidade das suas infraestruturas”.

Para manter essa atratividade, diz o BdE, “são necessários investimentos para reformar e melhorar áreas turísticas, particularmente os pontos mais saturados e maduros”. O Banco de Espanha salienta ainda que “o crescimento da receita do turismo poderia ser fortalecido com uma maior atração de um turismo com maior gasto médio”. Este objetivo exige, segundo o BdE, “preservar a melhoria da qualidade percebida dos serviços, reforçar a atratividade de Espanha como destino de negócios, urbano e cultural e adaptar-se a uma procura cada vez mais canalizada pelos meios digitais e vocacionado para um turismo mais personalizado, experiencial e com maior compromisso com sustentabilidade ambiental”.

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Novas descobertas arqueológicas enriquecem oferta turística de Cairo

O Egito revelou dezenas de novas descobertas arqueológicas, incluindo dois túmulos antigos, numa necrópole faraónica mesmo à saída da capital, o Cairo.

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Estas novas descobertas vão permitir enriquecer a oferta turística do destino, setor que recolhe uma fonte significativa de divisas, mas que foi duramente atingido pela pandemia da Covid-19 e está atualmente a sofrer as consequências da guerra na Ucrânia. Tanto a Rússia como a Ucrânia constituíam anteriormente uma grande fonte de turistas para o país.

Segundo uma equipa que participou na escavação, conforme notícia divulgada pela “Euronews”, todos os itens, descobertos durante um ano de escavação, jazem sob um antigo recinto de pedra dentro da Necrópole de Saqarra e datam da quinta e sexta dinastias do Velho Reino, abrangendo cerca de 2500 a.C. a 2100 a.C. Outras descobertas importantes da escavação incluem estátuas, amuletos, e um sarcófago bem preservado.

Refira-se que o sítio Saqqara faz parte de uma necrópole em expansão na antiga capital egípcia de Memphis, que inclui as famosas pirâmides de Gizé, bem como pirâmides mais pequenas em Abu Sir, Dahshur e Abu Ruwaysh. As ruínas de Memphis foram designadas como Património Mundial da UNESCO nos anos 70.

Para além desta, são frequentemente anunciadas novas descobertas no Egito, que contribuem para atrair turistas.

 

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Turismo Industrial: Porto e Norte passa a incluir mais de 100 pontos de visita

Com o alargamento a mais 15 entidades da região a sua rede de Turismo Industrial, o Porto e Norte passa a incluir mais de 100 pontos de visita nessa oferta, nomeadamente, eme museus, fábricas e outros equipamentos.

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Os protocolos de adesão à rede serão assinados na Oliva Creative Factory, em São João da Madeira, segunda-feira, no decurso do congresso da ERIH – Rede Europeia de Turismo Industrial, que contará com várias instituições ligadas à defesa e divulgação do património e história da indústria.

Para Luís Pedro Martins, presidente da Associação de Turismo do Porto e Norte (ATP), citado pela Lusa, com as 15 novas adesões, essa região turística “destaca-se claramente no país como o território que detém mais projetos de Turismo Industrial devidamente chancelados no âmbito da estratégia nacional”.

Alexandra Alves, representante nacional da ERIH, declarou à Lusa, que o evento vai analisar os novos desafios que se colocam à salvaguarda do Turismo Industrial, procurando envolver os profissionais da área num “diálogo aberto sobre processos de atualização em linguagem, programação, ferramentas, mediação, novas tecnologias e mesmo a própria definição dos circuitos de visita do património industrial português, inclusive em contexto real de laboração”.

As novas entidades que aderem à rede são: em São João da Madeira, a fábrica de colchões Sleep8; em Ponte de Lima, o Museu do Brinquedo Português; em Braga, o Elevador do Bom Jesus; em Gondomar, o Museu Municipal da Filigrana e o Museu Mineiro de São Pedro da Cova; em Freixo de Espada à Cinta, o Museu da Seda e do Território; em Marco de Canavezes, o Museu da Pedra e a fábrica de biscoitos Duriense; no Porto, a ourivesaria Alcino Silversmith, a Cerveja Nortada, a Loja Claus, a gráfica Peninsular e os museus do Carro Elétrico, dos Transportes e Comunicações, e do ISEP – Instituto Superior de Engenharia do Porto.

Em termos práticos, a rede passa assim a integrar “mais de 100 projetos, o que representa mais de 50% da oferta de todo o território português”, segundo Luís Pedro Martins, adiantando que, essa dimensão confirma, por sua vez, o “enorme potencial da região para se afirmar como destino por excelência do Turismo Industrial”, sobretudo considerando que o turista atual “privilegia, de forma mais assertiva, experiências autênticas e descobertas originais”.

“Presenciar o processo de fabrico de um determinado produto, descortinar o seu modo de funcionamento e experienciar o trabalho final revelam-se componentes fundamentais do Turismo Industrial, proporcionando ao turista vivências únicas no âmbito de uma feliz conjugação de conhecimento e emoção”, defende o responsável regional.

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Singles Travel anuncia programação para este ano

A Singles Travel, especialista na organização de viagens para pessoas descomprometidas, anuncia um conjunto de sugestões de férias para solteiros para este ano de 2023.

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Assim, entre os dias 31 de março e 2 de abril vai decorrer a 2ª edição do fim-de-semana na zona de Leiria. O programa inclui um passeio pedestre, a visita ao museu do vidro na Marinha Grande e saídas à noite.

Outra das propostas é uma viagem a Punta Cana (República Dominicana), que decorrerá de 24 de abril a 2 de maio, enquanto a Riviera Maya (México) será destino sugerido entre 4 e 12 de junho.

A Singles Travel propõe, pela primeira vez, um programa para o Senegal, de 19 a 26 de junho, e entre os dias 8 e 15 de outubro está programado um cruzeiro nas ilhas gregas e Croácia a bordo do navio Explorer of the Seas, em que os participantes vão poder conhecer Mykonos e Santorini na Grécia, bem como Dubrovnik e Split na Croácia.

Todos estes pacotes têm lugares limitados e incluem o acompanhamento do grupo por um coordenador, bem como um programa de atividades exclusivas para os participantes.

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Autoridades britânicas alertam viajantes da UE para impactos da greve dos serviços de fronteiras no Reino Unido no dia 1 de fevereiro

O Reino Unido viverá no próximo dia 1 de fevereiro um dia de greve que, segundo as autoridades britânicas, impactará os aeroportos e portos.

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O equivalente ao Ministério da Administração Interna do Reino Unido e respetivo Controlo de Fronteiras alertaram os viajantes provenientes da união Europeia (UE) para tempos de espera prolongados nos aeroportos e portos britânicos devido à greve anunciada pelos serviços públicos do Reino Unido para dia 1 de fevereiro.

Mais de 100.000 membros do Public and Commercial Services Union (PCS), em ma9s de 123 empregadores, irão manifestar-se no primeiro dia de fevereiro, com impacto nos ministérios, museus, portos e aeroportos.

Segundo informação avançada pelo site SchengenVisaInfo.com, também os controlos de Calais, Dunkirk e Coquelles no norte de França serão afetados.

As autoridades britânicas já informaram que irão enviar militares, funcionários públicos e voluntários afetos ao Governo para auxiliar o Controlo de Fronteiras em todos os portos e aeroportos impactados pela greve, admitindo, no entanto, que os atrasos serão inevitáveis.

“Se viajar para o Reino Unido via qualquer ponto de entrada, deverá preparar-se para disrupções e obter informação antes da viagem”, refere as autoridades britânicas numa nota de imprensa, adiantando que a grave deverá durar até dia 2 de fevereiro de manhã.

De referir que os agentes de Controlo de Fronteiras não serão os únicos em greve no dia 1 de fevereiro, alastrando-se a greve a profissionais da ferrovia, escolas, universidades, entre outros.

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Aumento da procura faz Emirates adicionar mais dois voos para a Austrália

A Emirates voltará a operar, ao mesmo nível que estava antes da pandemia, para Sydney e Melbourne, aumentando para 63 os voos semanais para a Austrália.

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A Emirates vai aumentar a sua operação para duas grandes cidades australianas: Sydney e Melbourne. A companhia aérea também retomará os serviços para Christchurch, na Nova Zelândia, via Sydney.

A partir de 26 de março, Melbourne passará de dois para três voos diários via Singapura, e com um terceiro voo direto a retomar também em Sydney a partir de 1 de maio. O aumento da operação vem no seguimento do recente anúncio da companhia aérea sobre os dois voos diários para Brisbane, com início a partir de 1 de junho. “Este aumento aparece numa altura de muita procura por viagens aéreas e num período em que a companhia aérea reafirma o seu compromisso em aumentar os seus serviços de e para a Austrália”, refere a companhia, em comunicado.

Os dois voos irão operar num Boeing-777 de três classes, oferecendo aos passageiros lugares na Classe Económica, Executiva e Primeira Classe.

Até meados do ano, a Emirates estará a operar 63 voos semanais para a Austrália, com capacidade para transportar mais de 55.000 passageiros por semana de e para as suas principais cidades.

O terceiro voo recentemente retomado entre o Dubai e Melbourne significa que a Emirates está a fornecer uma nova opção de conectividade entre Singapura e Melbourne, para servir uma forte procura entre ambas as cidades.

A partir de 1 de maio de 2023, a Emirates acrescentará um terceiro voo diário entre o Dubai e Sydney, operado por um Boeing 777-300ER. O voo EK416 da Emirates partirá do Dubai às 21h30, chegando a Sydney às 17h20 do dia seguinte. O voo de regresso EK417, partirá de Sydney às 21h30, chegando ao Dubai às 04h30. A companhia aérea serve atualmente Sydney com dois voos diários e ambos os voos oferecem aos seus clientes a aclamada experiência Premium Economy.

A ligação Dubai a Melbourne, via Singapura, com início a 26 de março de 2023, será operada como EK404 utilizando um Boeing 777-300ER e partirá do Dubai às 21h15, chegando a Singapura às 08h50. O voo seguirá então para Melbourne, descolando às 10h25 de Singapura, chegando às 20h35 – hora local. O voo de regresso ao Dubai EK405 descola de Melbourne às 03h25, chegando a Singapura às 08h15. O voo parte então para o Dubai às 09h40, chegando às 13h00 – hora local.

A Emirates reiniciará, também, os serviços para Christchurch via Sydney a partir de 26 de março de 2023, e o voo A380 operará como EK412 e EK413.

O voo EK412 parte do Dubai às 10h15, chegando a Sydney às 07h00. O voo continuará, partindo de Sydney às 08h45, chegando a Christchurch às 13h50. O voo EK413 parte de Christchurch às 18h20, chegando a Sydney às 19h40. Por fim, o voo EK413 partirá para o Dubai às 21h45, chegando às 05h15 – hora local.

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Iberia alarga ao Belize a rede de destinos na América Central com acordo com TAG Airlines

Iberia e TAG Airlines assinaram um acordo que reforça a aposta da companhia aérea espanhola na América Latina.

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A Iberia e a TAG Airlines, companhia de bandeira da Guatemala, assinaram um acordo que permite a cada companhia comercializar bilhetes e voos entre si, com o objetivo de impulsionar a conectividade entre a Guatemala e a Europa.

Com este acordo, a Iberia incorpora o Belize como novo país da América Central ao mesmo tempo que poderá oferecer novos destinos no interior da Guatemala como a zona arqueológica de Tikal, Flores ou Puerto Barrios, entre outros.

Através desta parceria, os viajantes guatemaltecos, que têm com origem o país da América Central, poderão conectar-se com mais de 100 destinos na Europa.

Víctor Moneo, diretor de Alianças e Acordos Estratégicos da Iberia, refere que este acordo com a TAG Airlines “é um exemplo mais da aposta na América Latina, uma região que é chave para nós”. O responsável salienta ainda, em comunicado, que “na Guatemala incrementámos as nossas frequências de voos e já contamos com uma maior variedade de opções para os clientes que queiram viajar dentro do país e para a Europa”.

Recorde-se que na FITUR, realizada de 18 a 22 de janeiro, em Madrid, foi assinada uma Carta de Intenção com o Instituto Guatemalteco do Turismo (INGUAT), com o objetivo de um trabalho conjunto numa campanha de promoção turística para 2023.

200.000 lugares entre Guatemala e Espanha
A Iberia tem vindo a reforçar a sua posição na Guatemala, tendo aumentado, recentemente, as frequências de voo para sete, o que devolvo um voo diário à conectividade entre ambos os países.

Este aumento de capacidade, que começou a crescer em janeiro de 2023, pressupõe a recuperação total dos números que a Iberia possui antes da pandemia, permitindo à companhia espanhola aumentar para quase 200.000 os lugares entre Guatemala e Espanha ao longo deste ano.

A conectividade da Iberia com a América Latina é muito forte e volta a ser uma das apostas da companhia aérea espanhola em 2023. Com 18 destinos em 16 países e uma oferta de 260 voos semanais, a Iberia reconhece que esta região do mundo é central na sua estratégia corporativa.

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