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CTP reúne com a troika e defende reforço da promoção

Tal como já tinha adiantado aos jornalistas, a promoção é um dos assuntos fundamentais para o novo Conselho Directivo da Confederação do Turismo Português.

Tiago da Cunha Esteves
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CTP reúne com a troika e defende reforço da promoção

Tal como já tinha adiantado aos jornalistas, a promoção é um dos assuntos fundamentais para o novo Conselho Directivo da Confederação do Turismo Português.

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A Confederação do Turismo Português (CTP) considera que a promoção está no topo das prioridades para que o sector do turismo seja “mais ágil e um catalisador para o crescimento da economia”. Na reunião entre os representantes do Fundo Monetário Internacional, da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu com os Parceiros Sociais, essa foi uma das principais ideias deixadas pelo seu presidente, Francisco Calheiros.

Para a CTP, “esta aposta exige recursos financeiros, organização e agilidade no aproveitamento das janelas de oportunidades através de criatividade, inovação e integração”. De resto, na reunião que teve com a comunicação social, na semana passada, Francisco Calheiros também colocou ênfase nesta questão. “A promoção não é um custo, é um investimento”, afirmou, em Lisboa.

Fiscalidade e trabalho

Em termos de fiscalidade, a CTP acredita que é preciso existirem “medidas governamentais favoráveis ao turismo, discriminando-o positivamente, considerando fundamental a redução do IVA na hotelaria, restauração e golfe”. Esta foi outra das ideias também transmitidas na reunião com os membros da troika.

Na óptica da Confederação, é preciso criar “regimes mais amigáveis” que façam com que as empresas consigam sobreviver no actual panorama económico. Nesse sentido, é preciso combater os custos de contexto, nomeadamente, “os relacionados com a certificação e eficiência energéticas, qualidade do ar no interior dos edifícios, águas e resíduos sólidos, gás natural, licenciamento de actividades turísticas, taxas de utilização de subsolo, as novas taxas municipais e, mais recentemente, as ex-Scut´s”.

No que diz respeito ao trabalho, “é crucial um novo modelo ou paradigma das relações laborais repondo/revogando algumas das alterações preconizadas pelos Códigos do Trabalho de 2003 e 2009, e que em nada se coadunam com o actual contexto, ou sequer com um cenário de crescimento económico e necessária sustentação”.

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Governo regional decide manter o subsídio “Tarifa Açores”

O Conselho do Governo dos Açores, reunido esta terça-feira, 23 de julho, em Santa Cruz da Graciosa, aprovou a resolução que determina a manutenção, para o ano de 2024, do subsídio a atribuir em benefício do passageiro residente na Região Autónoma – “Tarifa Açores”.

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O Governo regional decidiu manter a “Tarifa Açores”, medida considerada com “enorme impacto positivo na promoção da circulação de pessoas e bens entre as ilhas, gerando uma nova dinâmica económica e uma mais reforçada coesão social e territorial da Região”, lê-se no comunicado emitido após a reunião.

Refira-se que, desde a sua entrada em vigor, em junho de 2021, até maio de 2024, o número total de passageiros que utilizaram bilhetes de “Tarifa Açores” na Região, com bilhetes a 60 euros nas viagens interilhas (ida e volta), foi de 919.463.

O vice-presidente do executivo açoriano, Artur Lima, que falava aos jornalistas na apresentação das conclusões do Conselho do Governo regional, disse não ter os valores do custo daquela medida, destacando o “enorme impacto positivo” da tarifa na “promoção da circulação de pessoas e bens entre as ilhas”.

Posteriormente, o governo dos Açores esclareceu que a “Tarifa Açores” custou este ano cerca de 7,5 milhões de euros. “Não é uma despesa, é um investimento. É um investimento na mobilidade de pessoas e bens”, para reforçar que “é sem dúvida, uma medida de grande sucesso, contrariando os desejos dos anteriores governos socialistas”.

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Eddie Wilson, CEO da Ryanair, e Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair

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CEO da Ryanair crítica monopólio da ANA e pede expansão da Portela: “Assim Portugal não crescerá”

Um dia depois de ter apresentado os resultados referentes ao 1.º trimestre do exercício de 2025, registando uma quebra de 46% nos lucros, Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, veio a Lisboa. As criticas desta vez foram direcionadas ao monopólio da ANA e aumento das taxas aeroportuárias, bem como na demora nas obras na Portela.

Victor Jorge

“Depois de resolvido o problema do novo aeroporto, Portugal tem de resolver o problema do monopólio da gestão dos aeroportos, entregues à ANA”, assinalou Michael O’Leary, CEO do grupo Ryanair, na conferência de imprensa realizada esta terça-feira, 23 de julho, em Lisboa.

Se no primeiro caso o responsável da companhia aérea lowcost admita que “a preferência estava em Montijo, já que era mais barato e mais rápido”, quanto à gestão dos aeroportos Michael O’Leary foi mais incisivo: “apelamos ao final do monopólio da ANA e à redução das taxas excessivas nos aeroportos portugueses, já que, a continuar assim, será muito difícil o turismo em Portugal crescer”.

As críticas à “decisão monopolista da ANA” em aumentar as taxas aeroportuárias em até 17%, em 2024, levou Michael O’Leary a considerá-la como “absurda”, uma vez que “forçou a Ryanair a fechar a sua base em Ponta Delgada e reduzir a sua base na Madeira em 50%” neste verão de 2024.

O responsável da Ryanair considera que estes aumentos de taxas são impostos numa altura em que a maioria dos aeroportos europeus estão a reduzir as mesmas, de forma a recuperar o tráfego pré-Covid e incentivar o crescimento do turismo e, por essa, via das economias dos países. “Estes aumentos das taxas aeroportuárias prejudicam o crescimento de Portugal, ao mesmo tempo que apenas enriquecem os bolsos do proprietário francês do monopólio, a ANA/VINCI”.

Os pedidos de O’Leary
A operar em seis aeroportos nacionais, com 27 aviões, o que equivale a 3 mil milhões de dólares de investimento, 172 rotas (15 das quais novas,) transportando 13,5 milhões de passageiros este ano e mais de 10.500 empregos criados, Michael O’Leary criticou os aumentos das taxas nos aeroportos onde opera a Ryanair: Lisboa (+17%); Faro (+12%); Porto (+11%); Ponta Delgada (+9%) e Funchal (+6%).

Fonte: Ryanair

Revelando que ainda não foi possível reunir com o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, ou qualquer outro membro do Governo, embora a reunião esteja pedida, Michael O’Leary referiu que já enviou o plano de crescimento da companhia ao Executivo liderado por Luís Montenegro. Neste, a Ryanair pede o aumento da capacidade do terminal no Aeroporto Humberto Delgado (AHD) antes da construção do aeroporto de Alcochete; aumento da capacidade do AHD de 35 para 45 milhões de passageiros, em 2025, “uma vez que o novo aeroporto não ficará pronto antes de 2031 e o crescimento de Lisboa não pode esperar”; permitir que a Ryanair cresça com a concorrência das tarifas baixas; que as slots não utilizadas pela easyJet sejam redistribuídas; e avançar, rapidamente, com a venda/privatização da TAP Air Portugal.

De resto, o plano de crescimento da Ryanair 2030 apresenta um crescimento no número de passageiros, passando dos atuais 13,5 milhões para 27 milhões até 2030; uma duplicação das rotas, incluindo domésticas, para mais de 320; acrescentar 16 novas aeronaves a Portugal, equivalendo a um investimento de 1,6 mil milhões de dólares; reabrir a base de Ponta Delgada; aumentar o crescimento fora do período de ponta nos aeroportos regionais; reduzir a sazonalidade em Faro, Ponta Delgada e Funchal; e, finalmente, criar mais 500 novos empregos.

Os planos até 2030
Com um plano de aumento de frota que prevê atingir os 800 aviões em 2034, Michael O’Leary admite que “os atrasos da Boeing desafiam o cronograma de crescimento da companhia, em 2024”, dirigindo, igualmente, críticas ao controlo de tráfego aéreo na Europa, apontando o desempenho “insuficiente” da União Europeia (UE) no verão de 2024, representando menos 5% de voos, face a 2019.

O CEO da Ryanair frisou ainda que, no caso do controlo de tráfego aéreo, “milhares de voos estão a ser cancelados ou atrasados na UE por má gestão das autoridades competentes. As taxas aumentam, mas as falhas de funcionários e equipamentos também aumentam”, disse Michael O’Leary, considerando ainda que a União Europeia deve “proteger os sobrevoos durantes as greves nacionais em território da UE”.

Lisboa x 2
Voltando ao tema do aeroporto, uma coisa é clara para Michael O’Leary: “Lisboa precisará sempre de dois aeroportos, tal como todas as grandes cidades europeias. Será uma decisão inteligente”, admitindo que, “voaremos para os dois aeroportos, se estes existirem”.

No caso da TAP, a opinião é de que a venda se deve concretizar “o mais rapidamente possível. Até porque se não acontecer, o risco dos contribuintes portugueses terem de meter mais dinheiro na companhia aérea é grande”. Para O’Leary, a melhor opção de venda recai sobre o grupo IAG, admitindo que “não haverá perigo de transferência do hub de Lisboa para Madrid”.

Quanto ao investimento que a União Europeia está a realizar na ferrovia, nomeadamente, na Alta Velocidade, tanto Michael O’Leary como Eddie Wilson, CEO da Ryanair, não se mostram preocupados. “Claro que depende sempre das rotas, mas ninguém irá optar pelo comboio em viagens com mais de três ou quatro horas”, disse Eddie Wilson, concluindo O’Leary que “em viagens com duração inferior a duas horas ainda poderíamos ser impactados, mas nesses casos, não temos operação. Há lugar para a Alta Velocidade, mas em viagens mais longas, todos vão optar pela rapidez, até porque os preços na Alta Velocidade também não serão assim tão reduzidos”.

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Lusanova sugere seis viagens para desfrutar no outono

O operador turístico Lusanova apresenta seis sugestões de viagens para a próxima estação, para destinos e pacotes e especialmente selecionados para essa época do ano.

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Neste conjunto de sugestões, a Lusanova destaca a cidade de Riga, em viagem de quatro dias, disponível a partir de 785 euros por pessoa. A visita inclui o Castelo, a Catedral, a Porta Sueca, os Três Irmãos, bem como o Museu de História e Navegação. Há também a possibilidade de descobrir o bairro e museu Art Nouveau. O Bairro de Kalnciema e os seus mercados, bem como o centro de arquitetura, são outras das atrações incluídas no programa.

A capital do antigo Império Romano é sempre uma boa escolha para um ‘city-break’. No programa Escapada a Roma, o operador turístico propõe explorar o Vaticano com visita aos Museus do Vaticano, onde se inclui a famosa Capela Sistina, bem como o regresso aos tempos de Roma Imperial, com visita ao Monte Palatino, Coliseu e passeio ao longo da Via Sacra.

Num fim-de-semana, a Lusanova sugere uma escapada ao norte de África, concretamente a Marraquexe. Durante o passeio panorâmico por uma das quatro cidades imperiais de Marrocos é possível conhecer os principais atrativos da cidade vermelha, como a Mesquita Koutobia, o Palácio Bahia, as Tumbas Saadianas, entre outros, terminando na movimentada Praça Jemaa El Fna.

Para quem deseja partir à descoberta do continente americano, o operador turístico sugere, ainda para o outuno, a Argentina, Chile e Uruguai com um circuito, por exemplo, pela Patagónia, com visitas a Buenos Aires, Ushuaia, Terra do Fogo, El Calafate e ao Glaciar Perito Moreno, numa viagem que convida a um contacto direto com as maravilhas da Natureza.

Ainda no continente americano, o convite passa por partir à descoberta da Costa Rica durante sete noites. Depois de se explorar a capital San José, o Parque Nacional Braulio Carrillo e os seus canais, rios, lagoas e vegetação enriquecem a viagem. Também o Parque Nacional Tortuguero, conhecido como a Amazónia da América Central, ou o Parque Nacional Manuel António estão incluídos no circuito, no quais se pode observar as tartarugas, macacos, preguiças, manatins e muitos outros animais da região.

A 26 de outubro, a Lusanova sugere um programa especial de 11 noites para experienciar na primeira pessoa o Festival Diwali, conhecido como festival das luzes, na Índia. Depois de um circuito por Deli, Agra, Fatehpur e Jaipur, a viagem culmina com a chegada a Jodhpur, conhecida como cidade azul, e cenário do festival indiano Diwali. Ranakpur, que detém um dos templos mais impressionantes do Rajastão, é também um dos destinos contemplados do circuito que ainda inclui visitas a Udaipur, Bombaim e Goa, esta última com notáveis vestígios da presença portuguesa no país.

 

 

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AEBB entra em projeto europeu para promover turismo náutico-cultural da bacia do Tejo

A Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) é um dos oito parceiros ibéricos do novo projeto europeu “Rede CIFT- Cruzeiros Ibéricos Fluviais Transfronteiriços”, cujo objetivo é promover os itinerários náutico-culturais nos cinco rios da zona transfronteiriça de Espanha e Portugal.

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A cidade espanhola de Málaga acolheu, esta segunda-feira, a reunião de lançamento do projeto Interreg Espanha-Portugal da Rede de Cruzeiros Ibéricos Fluviais Transfronteiriços (‘Red CIFT’), cujo objetivo final é a criação de uma rede de destinos náuticos-culturais sustentáveis no ambiente transfronteiriço dos países que ocupam os cinco grandes rios: o Minho, o Lima, o Douro, o Tejo e o Guadiana.

Participam neste projeto oito parceiros, quatro espanhóis e quatro portugueses. Liderado pelo Cluster Marítimo-Marino de Andalucía (CMMA), envolve a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), a Associação para o Desenvolvimento do Baixo Guadiana (ODIANA), a Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve), representando as regiões norte, centro e sul de Portugal (Minho, Beira Baixa e Algarve). A estas juntam-se a Associação Galega de Atividades Náuticas (AGAN+), o Cluster Turístico da Extremadura (Cluturex) e a Associação Ibérica de Municípios Ribeirinhos do Douro (AIMRD). O orçamento total deste projeto, cofinanciado pela União Europeia através do Interreg Espanha-Portugal, ascende a 816 mil euros.

Os membros do projeto pretendem, de acordo com informação avançada pela AEBB, criar itinerários náutico-culturais (cruzeiros fluviais) que constituem a espinha dorsal do território fronteiriço, com uma abordagem inovadora e socialmente inclusiva, promovendo o turismo responsável e preservando o património natural e cultural de cada destino. Tem também como objetivo criar sinergias entre o turismo de cruzeiros fluviais e o turismo cultural, transferindo conhecimentos e experiências entre as regiões transfronteiriças.

O projeto pretende ter um impacto significativo nas regiões participantes. Os resultados esperados incluem o aumento do turismo fluvial, a criação de emprego e de oportunidades económicas, a preservação e a valorização do património cultural e natural, a melhoria da acessibilidade e a promoção da cooperação transfronteiriça. O programa contribuirá para o desenvolvimento sustentável das regiões envolvidas e reforçará a colaboração entre Espanha e Portugal, no domínio do turismo.

O projeto está estruturado em diferentes atividades que vão desde o planeamento estratégico à formação, certificação, coordenação e comunicação. Em termos de planeamento estratégico, serão realizados estudos para avaliar a viabilidade económica dos destinos náutico-culturais, bem como o planeamento da sua promoção e valorização, especialmente em termos de acessibilidade e sustentabilidade.

Para garantir a qualidade e o cumprimento das normas de turismo acessível, será considerada a certificação de boas práticas e a identificação de produtos turísticos de qualidade. Pretende-se ainda promover a transferência de conhecimentos e experiências no seio da ‘Red CIFT’, facilitando a colaboração entre os atores envolvidos e gerando um ambiente propício ao intercâmbio de ideias.

A formação a ministrar é fundamental e proporcionará aos participantes as ferramentas necessárias para desenvolver produtos turísticos ligados à rede. Serão gerados conteúdos adaptados e serão ministrados cursos para fomentar a inovação, a criatividade e a responsabilidade ambiental na criação de itinerários náutico-culturais.

Em termos de comunicação, será criado um Catálogo Digital, será desenvolvida a identidade corporativa do projeto e serão planeadas ações estratégicas de visibilidade.

No âmbito do projeto ‘Red CIFT’, a AEBB tem como objetivo promover o potencial turístico da bacia do rio Tejo e dos territórios circundantes, enquanto destinos náutico-culturais.

Com esta participação, a AEBB pretende criar um ambiente favorável ao desenvolvimento económico e à valorização do património cultural e natural destes territórios. Ao promover o rio Tejo como um destino fluvial atrativo para turistas nacionais e internacionais, o projeto visa não apenas atrair visitantes, mas também estimular a criação de emprego e oportunidades económicas para as comunidades locais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável dos territórios abrangidos pela bacia do rio Tejo.

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Turismo

Turismo de Portugal vai estruturar um novo Plano Turismo + Sustentável

Findo o Plano Turismo +Sustentável 20-23, o Turismo de Portugal assume o desafio de estruturar um novo projeto, que continue a mobilizar os agentes e a sociedade para a promoção da sustentabilidade no turismo em Portugal, com o compromisso de apoiar o turismo a atingir os seus objetivos e metas no domínio da sustentabilidade.

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O Turismo de Portugal, que apresenta o relatório d​e execução do Plano Turismo +Sustentável 20-23, vai estruturar um novo documento que continue a mobilizar os agentes e a sociedade para a promoção da sustentabilidade no turismo em Portugal.

O relatório de execução do Plano Turismo +Sustentável 20-23 inclui ​os principais resultados e conclusões daquele que o Turismo de Portugal, considera, na sua página oficial, ser o referencial estratégico, participativo e dinâmico, alargado e criativo, através do qual assumiu a responsabilidade de mobilizar os agentes e a sociedade para a promoção da sustentabilidade no turismo em Portugal.

De acordo com a mesma fonte, a execução das ações do plano foi acompanhada diretamente pelo Turismo de Portugal através de reuniões técnicas, tendo a conclusão dos projetos sido monitorizada ​junto das entidades responsáveis. No âmbito da respetiva gestão e monitorização, visando uma responsabilidade partilhada na concretização das metas, o plano contemplou, ainda, a dinamização de um Grupo de Acompanhamento para a Sustentabilidade.

Findo o Plano Turismo +Sustentável 20-23, o Turismo de Portugal assume o desafio de estruturar uma nova estratégia que continue a mobilizar os agentes e a sociedade para a promoção da sustentabilidade no turismo em Portugal, com o compromisso de apoiar o turismo a atingir os seus objetivos e metas no domínio da sustentabilidade.

Os objetivos serão priorizar a descarbonização, implementando planos de ação climática para minimizar o impacto ambiental;  Estimular uma cultura de consciencialização e responsabilidade, partilhando as melhores práticas de economia circular e proporcionando conhecimento sobre o impacte no território; Apoiar os agentes da cadeia de valor na adaptação aos desafios climáticos e no acesso a oportunidades de financiamento para iniciativas de descarbonização; Identificar oportunidades para a melhoria das práticas de mobilidade sustentável e emitir recomendações para a implementação de soluções inovadoras e eficientes; Capacitar e apoiar iniciativas para melhorar e requalificar os recursos humanos, bem como colmatar lacunas de competências sustentáveis.

 

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Aviação

Airbus recebe certificação EASA para o A321XLR

Anunciado no Salão Internacional da Aeronáutica de Paris-Le Bourget, em 2019, o A321XLR da Airbus recebeu, recentemente, a certificação da EASA. Após mais de 1.450 horas de testes e 510 voos, a entrada em ação da versão “Xtra Long Range” da família A320 estará para breve.

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O Airbus A321XLR, equipado com motores CFM-LEAP-1A, recebeu o Certificado da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA), preparando o caminho para a entrada em serviço da nova aeronave no final do verão. O certificado foi entregue por Florian Guillermet, diretor-executivo da EASA, a Isabelle Bloy, engenheira-chefe do A321XLR. A certificação da versão com motor Pratt & Whitney está prevista para o final de 2024.

Christian Scherer, diretor-executivo da divisão de Aeronaves Comerciais da Airbus, refere que o A321XLR “traz um novo valor para o mercado, expandindo as possibilidades para os clientes e passageiros das nossas companhias aéreas. Com o seu longo alcance, o A321XLR permite uma série de novas rotas diretas, oferecendo oportunidades naturais de crescimento aos nossos clientes e ao público que viaja”.

Segundo o responsável o A321XLR proporciona às companhias aéreas a “eficiência da uniformidade dentro da gama de produtos A320/A321 e a sua cabina versátil uma gama de possibilidades de serviço que são simplesmente únicas”.

Com a certificação a ser considerada um “um marco importante”, o próximo passo é preparar o avião para as primeiras missões comerciais com clientes de todo o mundo.

Em comunicado, a Airbus refere que O A321XLR fica “lado a lado com os widebodies na frota de uma companhia aérea. Introduz a flexibilidade para aumentar a capacidade, abrir novas rotas ou mesmo continuar a operar as existentes quando a procura é variável. Tudo isto gastando menos 30% de combustível por lugar do que os aviões da concorrência da geração anterior, e com cerca de metade do custo de viagem dos modernos widebodies. A nova cabina Airspace do A321XLR proporcionará aos passageiros um conforto de longo curso em todas as classes”.

De referir que o primeiro A321XLR completou o seu voo inaugural em junho de 2022, tendo-se seguido um extenso programa de testes que envolveu três aeronaves de teste. Até à data, foram encomendados mais de 500 Airbus A321XLR.

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Transportes

Turkish Airlines apresenta nova suite Crystal Business Class

A Turkish Airlines revelou os pormenores da sua nova suite de Classe Executiva topo de gama no Farnborough International Airshow 2024 em Hampshire, Reino Unido.

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A nova suite Crystal Business Class marca uma nova era nas viagens aéreas de luxo para passageiros de negócios e é a primeira da Turkish Airlines a apresentar uma porta de suite ajustável e um painel de privacidade para uma maior privacidade durante o voo. Os novos assentos apresentam uma largura de 23 polegadas, com maior espaço para os pés e acesso direto ao corredor para todos os passageiros, sendo que todas as suites com janela têm visibilidade total. Em linha com a identidade da marca “Flow” da companhia, as novas suites apresentam cores mais claras e quentes, mesa em mármore e acabamentos em ouro rosa.

A suite inclui luzes ambiente e de leitura ajustáveis, tomadas elétricas universais e de Tipo C, carregador sem fios, tomada de áudio com cancelamento de ruído, espelho ajustável, almofada de assento ergonómica de arrumação fechada e um ecrã IFE de 22 polegadas.

Os novos assentos da companhia aérea foram desenvolvidos pela sua subsidiária, a TCI Aircraft Interiors, para criar um produto personalizado e exclusivo para a companhia aérea e apresentam elementos com peles e tecidos de pelúcia, todos provenientes da Turquia, para realçar as raízes da transportadora de bandeira.

Os novos assentos, que serão utilizados nos voos transcontinentais da transportadora, serão gradualmente instalados nos Airbus A350 encomendados pela companhia aérea e planeados para serem adaptados à sua frota de aviões Boeing 777.

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Enoturismo

Costa Boal investe no Enoturismo em Favaios

Projeto envolve a compra de quinta com 5 hectares de vinha, para a construção de um hotel de 4 estrelas, com adega e restaurante, com o investimento a ultrapassar os três milhões de euros.

Victor Jorge

Com experiência na produção de vinhos no Douro, Trás-os-Montes, e Alentejo, a Costa Boal Family Estates prepara-se, agora, para entrar no mercado do Enoturismo, com a aquisição da Quinta de Arufe, em Favaios, Alijó, com cerca de 5 hectares de vinha, para a implementação de um projeto, que inclui a construção de uma unidade turística “de nicho”.

O investimento envolve, além da produção de vinho, a recuperação de um edifício que se encontra em avançado estado de degradação, datado de 1920, onde será instalado o hotel de 4 estrelas, com 16 quartos (que terão nomes de castas), e incluirá, ainda, uma sala de provas, uma horta biológica e um restaurante panorâmico, com assinatura de chef.

O espaço fica junto à Estrada Nacional 322 e irá promover “a ruralidade e a cultura” desta freguesia do Douro. A arrancar ainda este ano, o projeto está orçado em mais de três milhões de euros e está previsto que nos inícios de 2026 as portas se abram para receber os primeiros hóspedes.

Com este projeto, assente na sustentabilidade, a Costa Boal pretende “promover o contacto direto com a natureza e o Douro, num ambiente familiar e intimista, onde reinem a calma e a tranquilidade, mantendo a aposta em produção de vinhos únicos”. O objetivo é ter uma oferta distinta, capaz de despertar o interesse do mercado nacional e internacional, com foco no Brasil, França e Reino Unido.

“Neste local, os hóspedes terão oportunidade de conhecer as várias atividades agrícolas da região, como as vindimas e o pisar das uvas nos lagares, e envolverem-se nas mesmas, absorvendo, desta forma, toda a cultura de uma das mais notáveis regiões portuguesas”, refere António Boal, responsável pela Costa Boal Family Estates.

A esta “portugalidade”, juntar-se-ão atividades e programas de animação turística, como provas e harmonização de vinhos, visitas guiadas ao Museu do Pão e Vinhos de Favaios, passeios de barco privados, trilhos pedestres e cycling.

“Queremos potenciar ao máximo o rendimento da exploração da propriedade, aproveitando as características naturais e a sua localização privilegiada, junto à Estrada Nacional 322-3, complementando-a com uma forte componente turística de excelência”, destaca o produtor.

As obras, no terreno, arrancam, já, este ano e deverão estar concluídas dentro de 24 meses, apontando a abertura para 2026.

 

Sobre o autorVictor Jorge

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Meeting Industry

Feira Internacional de Mergulho de 18 a 20 de outubro na Cordoaria Nacional

Feira Internacional de Mergulho, vai decorrer de 18 a 20 de outubro, na Cordoaria Nacional, em Lisboa. Trata-se de um evento concebido para reunir entusiastas do mergulho de todo o mundo, incluindo profissionais, especialistas e amadores e envolve uma ampla gama de atividades e apresentações.

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Palestras de mergulhadores conceituados, workshops, exposições dos mais recentes equipamentos e tecnologias de mergulho e oportunidades de trabalho em rede fazem parte Feira Internacional de Mergulho, que terá lugar de 18 a 20 de outubro, na Cordoaria Nacional, em Lisboa.

As Diving Talks, que englobam o evento, pretendem abranger diversas vertentes do mergulho, incluindo mergulho técnico, exploração, conservação, fotografia subaquática e videografia, destacando questões relacionadas com a conservação marinha e a importância da proteção dos ambientes subaquáticos.

​Estas sessões, lideradas por especialistas em diversas áreas relacionadas ao mergulho, oferecem informações valiosas sobre biologia marinha, esforços de conservação, segurança do mergulho e muito mais. Os participantes adquirem conhecimento prático, descobrem pesquisas inovadoras e são motivados por histórias inspiradoras e visuais de tirar o fôlego, promovendo uma profunda paixão pela exploração e conservação dos oceanos, avança o Turismo de Portugal na sua página oficial.​

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Enoturismo

Vindouro celebra o Douro em S. João da Pesqueira

A mais antiga festa de vinho do Douro vai celebrar a região vinhateira com recriações históricas do século XVII, aliando vinhos de excelência, paisagens deslumbrantes e espetáculos memoráveis.

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A Vindouro voltará a ser realizada no centro da Região Demarcada do Douro, em S. João da Pesqueira, de 30 de agosto a 1 de setembro, na altura em que as vindimas no Douro já decorrem e enchem a região com o cheiro característico das uvas vindimadas e do vinho novo.

A 22ª edição apresenta-se como uma montra dos vinhos e dos seus produtores, comemorando a história do Douro e a constituição da primeira região demarcada do mundo por Marquês de Pombal, em 1756.

 

 

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