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WTM América Latina lança programa de ‘hosted buyers’

A primeira edição desta feira, dedicada à região da América Latina, vai ter lugar em São Paulo, Brasil, de 23 a 25 de Abril.

Tiago da Cunha Esteves
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WTM América Latina lança programa de ‘hosted buyers’

A primeira edição desta feira, dedicada à região da América Latina, vai ter lugar em São Paulo, Brasil, de 23 a 25 de Abril.

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A World Travel Market Latin America anunciou o seu programa de ‘hosted buyers’ para o lançamento daquela que será a primeira edição desta feira, de 23 a 25 de Abril, em São Paulo, no Transamerica Center.

O evento inaugural contará com 200 ‘hosted buyers’ da América Latina e de outros mercados internacionais. A feira, lembre-se, será dedicada à indústria do turismo na América Latina e às suas potencialidades de crescimento.

Os compradores convidados terão até oito reuniões em cada um dos três dias de feira, com acesso exclusivo a lounges, seminários e conferências, Internet, reuniões em salas exclusivas, entre outras vantagens.

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Destinos

Turismo de Portugal e Fundação Saramago lançam plataforma digital dedicada ao Turismo Literário

No âmbito do projeto “Viagem a Portugal Revisited”, o Turismo de Portugal lançou uma plataforma digital através da qual é possível conhecer os itinerários de turismo literário inspirados na obra de José Saramago.

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O Turismo de Portugal e a Fundação Saramago lançaram esta segunda-feira, 12 de setembro, a plataforma digital www.viagemaportugalrevisited.pt, dedicada ao projeto “Viagem a Portugal Revisited” e através da qual é possível os itinerários de turismo literário inspirados na obra de José Saramago “Viagem a Portugal”.

Esta plataforma, cujo lançamento decorreu na Biblioteca Palácio Galveias, no âmbito das comemorações do centenário de José Saramago, vai promover “Portugal como destino de Turismo Literário”, com base num conjunto de itinerários recriados por autores contemporâneos nacionais e internacionais.

José Luís Peixoto foi um dos escritores contemporâneos que aceitaram o desafio de recriar os roteiros de Saramago, com o Turismo de Portugal a explicar que este autor “foi convidado a revisitar seis destes locais e assumiu o papel de anfitrião de cinco autores internacionais que reinterpretam os roteiros originais: Adriana Lisboa (Brasil), Ondjaki (Angola), Maaza Mengiste (EUA), Laura Restrepo (Espanha) e Leila Slimani (França)”.

“Em cada local revisitado, os autores escreveram sobre esse destino, criando textos originais que são complementados com vídeos, fotografias e roteiros atuais em diferentes “paisagens literárias” no território”, acrescenta o Turismo de Portugal, indicando que os 12 locais de revisitação identificados são Guimarães/Citânia de Briteiros, Bragança, Vila Real, Guarda/Pinhel/Cidadelhe, Coimbra, Tomar/Constância, Mafra, Setúbal, Évora/Montemor-o-Novo, Beja, Alcoutim e Lagos.

Através da nova plataforma, que está disponível em português, espanhol e inglês, os itinerários podem ser descobertos de forma interativa e dinâmica, usando mapas 3D com a tecnologia Google Earth.

O Turismo de Portugal garante ainda que vai promover a nova plataforma Viagem a Portugal Revisited” em mercados estratégicos como Reino Unido, Espanha, Brasil e Estados Unidos da América.

“Este é um projeto enquadrado na estratégia que o Turismo de Portugal tem vindo a desenvolver no contexto do Turismo Literário, promovendo experiências inovadoras que possam comunicar o património literário da língua portuguesa, promover as visitas ao longo de todo o ano e em todo o território, através de rotas e paisagens literárias associadas a escritores e obras literárias de referência”, acrescenta o Turismo de Portugal.

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Alojamento

Aqua Village Health Resort & Spa assinala 6.º aniversário com novo programa

Unidade de cinco estrelas em Oliveira do Hospital está a comemorar o 6.º aniversário com o lançamento de um novo programa, denominado “Pleno…bem-estar!”, cujos preços começam nos 720 euros para duas pessoas.

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O Aqua Village Health Resort & Spa, unidade de cinco estrelas em Oliveira do Hospital, está a comemorar o seu 6.º aniversário, data que serve de mote ao lançamento do “Pleno…bem-estar!”, um novo programa para uma escapadinha a dois, que inclui alojamento de sexta-feira a domingo.

De acordo com Francisco Cruz, diretor da unidade, este novo programa pretende “proporcionar fins de semana retemperadores, numa altura em que se vive sem tempo para aproveitar” o que de melhor o país tem para oferecer.

Com o lançamento do “Pleno…bem-estar!”, o Aqua Village Health Resort & Spa quer apostar “numa nova perspetiva de férias de luxo à beira-rio, na região Centro de Portugal, onde é possível fazer uma escapadinha a dois, num local onde existe tudo o que é necessário para desfrutar de uns dias únicos”, acrescenta o responsável.

Além do alojamento de sexta-feira a domingo, este programa, cujos preços começam nos 720 euros para duas pessoas, inclui também cocktail de boas-vindas, pequeno-almoço, circuito de Spa (piscinas de água quente, sauna, banho turco e ginásio), jantar de sexta-feira e sábado com menu de degustação de três pratos e harmonização de vinhos, assim como a possibilidade de atividades de stand up paddle, kayak e bicicletas e, em caso de disponibilidade, saída tardia no domingo.

Os clientes do Aqua Village Health Resort & Spa podem ainda adicionar outras atividades ao programa pré-definido, a exemplo de tratamentos no Spa Sensations.

O Aqua Village Health Resort & Spa conta com 29 apartamentos, de tipologias T1 e T2, além de uma suite presidencial, assim como com três piscinas exterior, interior e semicoberta, Spa com diversos tratamentos e estruturas suspensas na árvores e que foram adaptadas para a realização de massagens.

 

 

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Transportes

Costa: País vai conhecer decisão definitiva sobre o novo aeroporto só em 2023

“Já não estamos muito longe de poder ter um entendimento sobre a metodologia que deve ser seguida para que o país possa chegar, em final de 2023, em condições de poder tomar uma decisão definitiva sobre este tema que se arrasta a um número excessivo de anos”, afirmou o Primeiro-Ministro, António Costa, sobre o novo aeroporto de Lisboa.

Em entrevista à TVI/CNN Portugal, esta segunda-feira, o Chefe do Executivo lembrou que “tenho tido contactos com novo líder do PSD. Acho que não estaremos muito distantes de podermos fixarmo-nos sobre uma metodologia para a realização da avaliação ambiental estratégica que é necessária entre as diferentes soluções possíveis”, mas escusou-se a apontar quais nem onde”.

Questionado sobre se vão ser estudadas novas localizações para além de algumas já conhecidas, António Costa disse não querer “perturbar o diálogo que tem decorrido de uma forma serena com o dr. Luís Montenegro e espero que continue a seguir”.

O Primeiro-Ministro referiu ainda que vai ser feita a avaliação ambiental estratégica às alternativas que tanto ele como Montenegro entendam que devem ser sujeitas a essa avaliação. “E depois da avaliação ambiental estratégica concluída se tomará uma decisão final”, apontou.

Segundo Costa, “ a decisão nunca foi tomada definitivamente, porque nunca se estabeleceu um grau de consenso suficiente, para acrescentar que tem insistido, desde a campanha eleitoral de 2015, que os grandes projetos de obras públicas, devem merecer o apoio de pelo menos dois terços dos partidos representados na Assembleia da República”, porque “não são obras deste Governo, são obras que o Estado faz para pelo menos décadas”.

Entretanto, O Chefe do Governo voltou a insistir que “vou fazer as alternativas que nós e o PSD entendermos que devem ser sujeitas à avaliação ambiental estratégica”.

 

 

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“O que nos distingue não é o autocarro, mas o serviço de excelência que procuramos dar ao cliente”

Depois de dois anos em suspenso devido à pandemia, a DP Tours Plus já está a operar em pleno, oferecendo tours e transferes de excelência. Em entrevista ao Publituris, Diamantino Pereira, fundador e diretor-geral da empresa, faz um balanço positivo do arranque e revela os planos para o futuro, que, apesar dos desafios, passam pelo crescimento.

Inês de Matos

Nascida em janeiro de 2020, a DP Tours Plus não teve vida fácil nos primeiros meses. À pandemia e à paragem da atividade turística, juntou-se a falta de apoios, fazendo com que o arranque desta empresa de tours e transferes, que foi fundada e é dirigida por Diamantino Pereira, profissional bem conhecido do trade turístico nacional, só começasse verdadeiramente a operar em abril/maio deste ano.

Apesar do início conturbado, a espera por melhores dias compensou e, atualmente, DP Tours Plus está já a pensar em adquirir mais viaturas para conseguir dar resposta aos diversos pedidos, isto apesar dos desafios que também o mercado dos tours e transferes enfrenta, com destaque para o aumento do preço do combustível. Depois, há a velha questão do aeroporto de Lisboa, que também para estes profissionais há muito deixou de ter condições, o que leva o responsável a pedir “rapidez” na decisão sobre o futuro aeroporto.

O que é a DP Tours Plus, quando nasceu e como sobreviveu a empresa à pandemia da COVID-19?
Desde logo, quero explicar que o nome DP Tours Plus tem este ‘Plus’ porque queremos dar aos clientes em serviço extra, um serviço suplementar e distinto.

Nascemos mal, lançámos a empresa em janeiro de 2020, na FITUR, e, logo em março, levámos com a COVID-19 e estivemos parados dois anos.

Foram dois anos com as viaturas paradas, com custos fixos e não tivemos apoios nenhuns porque éramos uma empresa muito recente. Por isso, foram dois anos muito difíceis.

Mas, apesar das dificuldades, não vendemos nem trocámos veículos e esperámos que surgisse uma nova oportunidade, o que aconteceu agora, em abril e maio, em que já posso dizer que as coisas estão a correr bem.

Que serviços disponibiliza a DP Tour Plus?
Somos uma empresa de transportes. Não somos DMC, somos uma empresa de transportes B2B puro e os nossos clientes-alvo são as agências de viagens, DMC e hotéis. Fazemos muitos serviços para hotéis.

Portanto, não somos um DMC e não vendemos diretamente ao público, ao contrário do que, por vezes, o mercado pensa.

Quanto aos serviços, fazemos tours e transferes. Estamos a especializar-nos muito em alguns tours, nomeadamente em três, que são: Portugal com Santiago de Compostela, num tour de 10 dias; Portugal e Andaluzia; e temos também muitos tours que começam em Portugal e terminam em Espanha ou vice-versa. Estes são os tours em que somos especialistas.

Além destes, que são também aqueles que vendemos mais, criámos três tours que ainda não têm grande procura porque ainda não são conhecidos mas que foram criados em consequência de viagens de inspeção. São tours que fogem um pouco do resto que fazemos, um é sobre as raízes do povo judeu em Portugal, num tour de seis dias; outro é a EN2 – não é um tour original, a estada já lá está, mas fui lá experimentar e escolher os melhores locais para realizar paragens, para alojamento e para viver algumas experiências. Depois, temos ainda um tour dos Templários, que explora a história dos Templários em Portugal, além de Tomar e Almourol.

Temos um catálogo com alguns tours definidos e, depois, também fazemos tours à medida do cliente. Ou seja, se um DMC nos pedir, por exemplo, um tour em Marrocos, também fazemos.

Fazemos igualmente transferes – o grosso do negócio são os tours, mas também fazemos transferes, principalmente para a hotelaria.

Mas queria deixar claro que somos transportistas, não somos um DMC.

Esta empresa não é um hobby. É uma empresa séria, profissional, não é apenas uma coisa para estar entretido, ao contrário do que uma parte do setor possa pensar”


Porque optou pela área dos tours e transferes quando pensou em criar a sua própria empresa?
É um negócio que conheço. Fui admitido na Agência Abreu, como guia, com 25 anos. Trabalhei como guia durante muitos anos, até me convidarem para ficar no escritório. Estive quase 40 anos na Abreu e uma das funções que tinha eram as excursões de autocarro. Adquiri todo um ‘know how’ que me permite, hoje, saber do negócio, saber o que o cliente quer e permite-me antever e antecipar alguns problemas, o que acaba por contribuir para que possamos dar um melhor serviço porque conseguimos pensar em pormenores que escapam a muita gente. Por exemplo, devido ao facto de não termos condições no aeroporto de Lisboa, arranjámos umas placas de dimensões maiores para que os clientes nos vejam quando chegam. E funciona, felizmente não tenho ‘no shows’, mas é um detalhe de que só quem já conhece este mundo se lembra.

A escolha desta área de negócio foi intuitiva, atendendo à experiência que já tinha em autocarros?
Quando pensei em criar a empresa, pensei em dois ou três negócios, porque me sentia com capacidade para continuar a trabalhar. Este negócio foi um pouco intuitivo, porque é aquilo que honestamente sei fazer. Também fiz muitos charters, creio que foram centenas, mas não tinha capacidade para criar um operador, é preciso uma grande capacidade financeira. Os charters são muito caros e o risco é muito grande e, por isso, foi uma ideia que ficou logo de parte e percebi que aquilo que, de facto, está no meu ADN são os autocarros.

Mas esta empresa não é um hobby. É uma empresa séria, profissional, não é apenas uma coisa para estar entretido, ao contrário do que uma parte do setor possa pensar. Quando decidi avançar com este projeto foi com muita convicção e, agora, o objetivo é que o negócio cresça.

Enquanto empresa de transportes B2B, têm parcerias com DMC´s, agências e hotéis?
Sim, temos várias parcerias. Não nego que o facto de ter estado muitos anos no mercado – primeiro na Abreu e, depois, na Ávoris -, é uma vantagem, consegui angariar muitas amizades e, acima de tudo, muita confiança. Aquilo que sempre caracterizou a minha atuação foi a honestidade. Ao longo da minha carreira profissional, sempre fiz bons negócios sem mentir ou enganar, sempre fiz negócios com transparência e honestidade. Por isso, conquistei essa imagem no mercado e as pessoas associam a minha pessoa a essa imagem, o que acaba por ser uma mais-valia e uma responsabilidade muito grande.

Queremos diversificar e sentimos necessidade de ter, pelo menos, uma viatura de 26/28 lugares e outra de 45/48 lugares. Este é o nosso propósito a médio prazo”


Serviço e viaturas
Que tipo de viaturas tem a DP Tours Plus?
Neste momento, temos três Mercedes Sprinter de 15 lugares e uma de nove, e temos motoristas próprios. Ou seja, estamos especializados em serviços para pequenos grupos, de 10, 12 e até um máximo de 15 pessoas. Mas queremos diversificar e sentimos necessidade de ter, pelo menos, uma viatura de 26/28 lugares e outra de 45/48 lugares. Este é o nosso propósito a médio prazo, porque já houve algumas situações em que não conseguimos corresponder aos pedidos porque não tínhamos capacidade, embora estejamos associados a um ‘pool’ que tem viaturas maiores e às quais podemos recorrer, mas que não são nossas.

Os tours da DP Tours Plus contam com serviço de guia?
Sim, temos uma seleção de guias – quatro ou cinco – que não trabalham exclusivamente para nós. Hoje em dia, há muito poucas empresas em Portugal com guias efetivos. Nós também não temos, mas trabalhamos com uma seleção de guias que conheço muito bem e que são excelentes.

Que características têm as vossas viaturas, nomeadamente em termos de conforto e mais-valias para os passageiros? Têm, por exemplo, internet Wi-Fi?
A Mercedes Sprinter é uma viatura que tem a carroçaria feita em Portugal e isso permite-nos dizer aquilo que queremos, ou seja, é como fazer um fato à medida. Introduzimos uma série de upgrades que não são estandardizados. Por exemplo, na versão original, o frigorifico tem capacidade de 20 litros, nós aumentámos para 65 litros. Além disso, o degrau não baixava até ao chão, o que poderia ser complicado para pessoas com dificuldade de locomoção e pedimos para que assim fosse.

No caso da internet, também temos Wi-Fi a bordo e que funciona. Mas não é só, os bancos também se podem movimentar lateralmente, a bagageira tem maior capacidade – até porque trabalhamos muito com o mercado brasileiro, que vem duas ou três semanas de férias para a Europa e costuma trazer muita bagagem. Como tivemos oportunidade de ajudar a desenhar o veículo, aumentámos 20% a 25% a bagageira.

Depois, são veículos automáticos que são, de facto, muito cómodos e seguros e, por isso, posso dizer que não vamos mudar de marca, estamos muito satisfeitos, são veículos excelentes.

O conforto das viaturas também contribui para a diferenciação do serviço?
Não me parece que seja por aí, em Portugal há muitas empresas com muito bons veículos. Quando temos autocarros, ficamos viciados e damos por nós a olhar para os veículos da concorrência e, por isso, tenho noção de que há muita qualidade e, embora os nossos sejam veículos muito evoluídos, não é isso que diferencia o serviço.

Então o que é que diferencia o serviço da DP Tours Plus?
A diferença está no próprio serviço e na confiança que existe entre nós e os clientes. Para dar um exemplo, no nosso profile, está o meu número de telefone pessoal e quando dizemos que temos assistência 24h, é mesmo 24h. O meu telefone está sempre ligado e os clientes sabem disso, como também sabem que temos backups, e isso é importante porque os autocarros avariam, há acidentes e estamos muito bem preparados para responder a qualquer problema.

Portanto, esta confiança é muito importante e, depois, também é fundamental que exista cordialidade. O nosso lema é “we are professional and friendly” e é isso que procuramos dar aos nossos clientes. Temos de ser cordiais e humildes, as pessoas que trabalham connosco sabem que temos uma política de tolerância zero, ou seja, o cliente tem sempre de ser bem tratado, se não os tratamos bem corremos risco de abrir falência.

Por isso, a grande diferença não está no autocarro e é preciso ver que o nosso cliente não é o passageiro, é o DMC ou a agência que nos enviou esse passageiro. Portanto, quando prestamos um bom serviço, fidelizamos um cliente para nós e para a agência. E isso também é muito gratificante. Lutamos para fazer o melhor e para o cliente ficar satisfeito, oferecendo um bom produto, um bom atendimento e um bom pós-venda. O que nos distingue não é o autocarro, mas o serviço de excelência que procuramos dar ao cliente.

Perspetivas e desafios
No início desta entrevista disse que o arranque da DP Tours Plus foi complicado devido à pandemia, mas que, agora, já existe procura. Como está a correr o negócio?
Em relação ao verão, estamos bem. Quanto ao inverno, prefiro esperar, não posso dizer como vai correr porque ainda não temos histórico.

O que posso dizer é que o verão está a correr muito bem, até um pouco melhor do que eram as nossas expectativas, o que também nos dá algum alento de que, pelo menos, possamos enfrentar o inverno com aquilo que fizemos no verão. Para quem viveu as dificuldades dos últimos dois anos, posso dizer que estamos satisfeitos.

É muito difícil quando começamos de novo, é preciso começar a ganhar tração, mas posso dizer que as coisas estão a correr bastante bem e que estamos a lutar para que também o inverno possa correr bem. Não estamos à espera de que as coisas aconteçam e, por isso, já estamos a trabalhar no inverno para termos uma temporada aceitável.

É muito difícil quando começamos de novo, é preciso começar a ganhar tração, mas posso dizer que as coisas estão a correr bastante bem e que estamos a lutar para que também o inverno possa correr bem”


Ao nível de mercados, quais são os que estão a registar maior procura pelos serviços da DP Tours Plus?
Todas as empresas têm mercados preferenciais e os nossos são aqueles onde tenho algumas raízes, nomeadamente na América Latina. Trabalhei muitos anos na Argentina, Chile, México, Colômbia, Uruguai e Bolívia. Depois, também temos o Brasil, que é um excelente mercado para nós, assim como a Argentina e o Uruguai. Às vezes é preciso conhecer os mercados para os conseguirmos trabalhar e, felizmente, fruto da minha experiência e de ter trabalhado muitos anos com esses mercados, adquiri algum ‘know how’ e sei como tratar esses clientes.

Além desses mercados, há outro que também trabalhamos muito bem, que é o mercado espanhol.

Não teve cancelamentos desses mercados da América Latina, nomeadamente do Brasil, devido à guerra na Ucrânia?
No início, houve o receio de que o facto da guerra ser na Europa pudesse levar alguns mercados, como o brasileiro, a terem receio de vir para a Europa. Eu próprio ouvi os comentários e também, até certo ponto, pensei que isso pudesse acontecer, mas agora posso dizer que estava completamente enganado.

Na DP Tours Plus, não tivemos problemas de cancelamentos e, ainda esta semana estivemos em Évora com um grupo e 80% eram brasileiros. É um mercado que trabalhamos bem.

Mas a guerra está a trazer também outros problemas, nomeadamente inflação e aumento dos custos. No caso da DP Tours Plus, este aumento de custos vai ser um problema?
Já está a ser um problema. A maioria das empresas de transportes já está a pagar mais 30% ou 40% no combustível e não estamos a refletir esses aumentos nos preços finais. Portanto, é um problema que nos afeta imenso, admito que alguns transportistas tenham força para refletir na conta final esse aumento, mas também conheço muitos que não e eu sou um deles.

Como é que se consegue gerir uma empresa de transportes com o combustível a aumentar semanalmente?
É muito complicado. Há seis meses, um litro de gasóleo custava 1,30 euros e, agora, custa 2,23 euros. Ou seja, quando enchemos o depósito de uma sprinter custa 130 euros e não há crédito.

Admito que a maioria das empresas não está a refletir na fatura final estes aumentos, nós, por exemplo, não temos essa capacidade mas, se esta tendência se mantiver, mais cedo ou mais tarde, isso vai ter de acontecer.

Tenho a esperança que a guerra acabe rápido e que o preço dos combustíveis volte a normalizar mas, se a subida se mantiver, não conseguimos manter os preços. Ou temos capacidade de refletir isso na conta do cliente – o que também nos vai prejudicar porque o preço final fica mais alto e o cliente, depois, já não quer – ou esta subida não será suportável por muito tempo. Mantenho a esperança que a guerra acabe antes do inverno e que o gasóleo possa descer.

Aeroporto
Outro problema, que é, aliás, uma questão que se arrasta há décadas, é o aeroporto de Lisboa e, há poucas semanas, foi proposta a solução de dois aeroportos – Montijo e Alcochete. Como vê esta hipótese, poderia ser a solução que o setor do turismo precisa?
Acerca dessa proposta de dois aeroportos, nem faço comentários porque penso que foi um absurdo. Mas o certo é que, nesta questão do aeroporto, andamos atrasados 50 anos.

Acho que a melhor solução seria Alcochete, porque seria um aeroporto para o futuro. Mas, acima de tudo, o que peço, assim como o setor do turismo, é que seja rápido.

O problema da Portela é que só dá para metade dos passageiros. Para as pessoas que vêm de fora do espaço Schengen, e nós temos muitos clientes brasileiros, é um problema porque são horas de espera. Posso dar um exemplo, há pouco tempo tive um grupo de 13 pessoas que chegou a Lisboa e, depois, fez um tour pela Andaluzia. Era um grupo que vinha de Salvador, no Brasil, e estava previsto chegar às 11h00, mas o voo até chegou antes, às 10h35. Sabe a que horas os clientes saíram do aeroporto? Às 18h10, e ainda fomos para Córdoba, em Espanha, onde só chegámos às 03h30.

Portanto, acho sinceramente que as pessoas que andam a protelar esta decisão nunca viveram estes problemas. O nosso prazo de validade já terminou e acho que as pessoas que decidem não têm essa noção.

E Beja, qual é a sua opinião sobre a utilização deste aeroporto em complemento de Lisboa?
Há cerca de cinco anos fiz uma inspeção ao Aeroporto de Beja com outros operadores e não nos convenceu. Não há autoestrada, não há comboio, não tem condições nenhumas.

As condições do aeroporto até são boas e, apesar de ser pequeno, o aeroporto funciona. O problema é a distância a que está de Lisboa, além da concorrência, como se explicaria que uns voos partissem de Lisboa e outros de Beja? Nessa altura, estava na operação turística e percebi que um operador que colocasse um charter em Beja só venderia quando os charters que partissem da Portela estivessem cheios e é preciso ver que o risco de um charter é muito grande.

Portanto, estamos atrasados e não temos grande alternativa à construção do aeroporto em Alcochete. O que gostaria era que fosse rápido porque estamos muito carentes.

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Costa Cruzeiros: Luigi Stefannelli vai dirigir também o mercado francês

O diretor geral da Costa Cruzeiros para Espanha e Portugal, Luigi Stefannelli, vai coordenar também o mercado francês.

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Para além das suas atuais responsabilidades, que desempenha desde 2019, o executivo passa, assim, a liderar não só o terceiro, mas também o segundo mercado mais importante para a companhia de cruzeiros.

Sob a liderança de Luigi Stefanelli, a equipa francesa vai estar fortemente empenhada em manter a França como o segundo maior mercado da Europa para a Costa Cruzeiros, assegurando trabalhar em estreita colaboração com agentes de viagens e parceiros estratégicos.

Luigi Stefanelli conta com mais de 10 anos de experiência na indústria de cruzeiros. Ingressou na sede da Costa Cruzeiros em Génova no departamento de Revenue Management em 2011. No início de 2013, foi nomeado diretor de desenvolvimento de negócios, estratégia de preços e gestão de receitas da empresa na Ásia, e em 2015, assume o cargo de diretor geral para a Áustria e Suíça para ambas as empresas do Grupo Costa, Costa Cruzeiros e Aida Cruises, responsabilidade que posteriormente foi alargada à República Checa, Eslováquia, Eslovénia e Hungria, assumindo o cargo de diretor geral da Europa Central, antes de dar o salto para a Península Ibérica.

 

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Allianz Partners reforça parceria com a OMT

O objetivo desta parceria passa por continuar a promover o turismo seguro, responsável e acessível.

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A Allianz Partners acaba de reforçar a sua parceria com a Organização Mundial de Turismo (OMT) como membro afiliado, com o objetivo de continuar a promover o turismo seguro, responsável e acessível.

De acordo com o último “Travel Summit”, organizado pela Allianz Partners, os viajantes estão cada vez mais preocupados com o seu impacto no meio ambiente e procuram opções sustentáveis na hora de viajar. Entre os destaques deste encontro, cuidar do planeta tornou-se uma prioridade para muitas pessoas, que tomam decisões mais éticas, sustentáveis e ecológicas quando viajam. Tudo isso destaca a importância de promover um turismo seguro e que respeite o meio ambiente, e é uma das razões pelas quais a Allianz Partners assina o Memorando de Entendimento com a OMT como membro da rede de afiliados.

O acordo com a OMT confirma o desejo das duas entidades de continuar a colaborar nas seguintes áreas: promoção de valores para um turismo sustentável, inclusivo e acessível; a transformação digital do turismo, a educação e a formação em turismo e a partilha de conhecimentos entre os principais agentes do setor do turismo.

Miguel Mello do Rego, CEO da Allianz Partners Portugal, acredita que “a parceria com a OMT é a combinação perfeita para juntos fortalecermos o nosso compromisso sustentável na área das viagens e do turismo em geral”. O responsável pela seguradora em Portugal avança ainda, em comunicado, que o objetivo é “oferecer soluções e, acima de tudo, confiança aos viajantes, que agora podem voltar a viajar mais conscientes do seu impacto no meio ambiente”.

Ion Vilcu, diretor do Departamento de Membros Afiliados da OMT, afirma, por sua vez, que “a cooperação com os membros afiliados, como a Allianz Partners, é um dos objetivos da nossa organização”, reforçando que “questões como o desenvolvimento do turismo sustentável e acessível, a educação e a formação no turismo são algumas das prioridades da OMT”.

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8 milhões de passageiros afetados por cancelamentos e greves nos aeroportos elegíveis para compensação

Os cancelamentos e greves ocorridas nos voos de e para a Europa ao longo do mês de maio de 2022 fazem com que oito milhões de passageiros sejam elegíveis para receberem compensações financeiras que poderão ir até aos 600 euros.

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Segundo informação avançada pela SchengenVisaInfo.com, cerca de oito milhões de passageiros que viajaram de e para a Europa ao longo do mês de maio de 2022 são elegíveis para receberem uma compensação no valor de 600 euros por causa das disrupções que aconteceram nos aeroportos (greves e cancelamentos).

As companhias aéreas mais visadas por esta situação são a easyJet com 26.088 ocorrências, seguida da Turkish Airlines (22.490) e Lufthansa (17.021), enquanto no que diz respeito aos países o destaque vai para o Reino Unido que registou mais de 30.000 disrupções em voos, seguido da Alemanha e Espanha com 24.169 e 23.256 voos, respetivamente.

Relativamente aos aeroportos mais afetados, a liderança pertence a Gatwick (Reino Unido) com 6.760 voos, seguido de Frankfurt (Alemanha) com 6.415 voos e Istambul Ataturk (Turquia) com 6.015 voos.

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Lufthansa: Pilotos prometem 10 meses sem greves

Dez meses sem greves foi o que os pilotos do Grupo Lufthansa garantem após acordo com a administração da empresa aérea, válido até 30 de junho de 2023.

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O grupo aéreo alemão Lufthansa chegou a um acordo com os pilotos que dá dez meses de paz laboral, no qual estão excluídas novas greves, e inclui um aumento do salário mensal de 980 euros no total em duas tranches, com efeitos retroativos a partir de 1 de agosto e até início de abril de 2023, comunicou a empresa.

O diretor de Trabalho e Recursos Humanos da Lufthansa, Michael Niggemann, manifestou satisfação pelo acordo e se dispôs a manter diálogo nos próximos meses com o sindicato dos pilotos Vereinigung Cockpit “para encontrar e implementar soluções sustentáveis”.

 

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Investimento captado através dos vistos ‘gold’ atinge 37,5ME com subida de 6%

Contas feitas pela Lusa, com base em dados do SEF, indicam que, em agosto, o investimento captado com os vistos ‘gold’ subiu 6% face a igual mês de 2021, tendo atingido os 37,5 milhões de euros, mas conheceu um recuou de 14,5% em comparação com julho.

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Entre janeiro e agosto, o investimento angariado através do programa de Autorização de Residência para o Investimento (ARI) somou 397,7 milhões de euros, mais 34,7% do que em igual período do ano passado, quando totalizou 295,1 milhões de euros.

Ainda segundo notícia da Lusa, em agosto, foram atribuídos 77 ARI, dos quais 64 por aquisição de bens imóveis (31 por reabilitação urbana) e 13 por transferência de capitais.

Nos primeiros oito meses deste ano foram atribuídos 806 vistos ‘gold’ (94 em janeiro, 94 em fevereiro, 73 em março, 121 em abril, 112 em maio, 155 em junho, 80 em julho e 77 em agosto).

Refira-se ainda que, em agosto foram atribuídos 19 vistos ‘dourados’ à China, 10 ao Brasil, outros 10 aos Estados Unidos, cinco ao Paquistão e quatro a Marrocos.

Desde que o programa de concessão de ARI foi lançado, em outubro de 2012, foram captados por via deste instrumento, conforme avança a agência de notícias, quase 6,5 mil milhões de euros, e atribuídos 11.060 ARI.

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A CROISIEUROPE oferece 50% de desconto para acompanhante até novembro

A empresa selecionou algumas datas, de setembro a novembro, no Sena, Garona, Veneza, Reno, Danúbio e Elba.

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A CroisiEurope, a maior empresa de cruzeiros fluviais da Europa, lançou uma nova oferta com 50% de desconto para o acompanhante em determinadas saídas de setembro a novembro no Sena, Garona, Veneza, Reno, Danúbio e Elba. Os cruzeiros incluídos na oferta são os seguintes:

Cruzeiro Sena e seus meandros, um rio único, durante 7 dias e 6 noites com partida de Paris e escalas em Rouen, Mantes La Jolie, Melun e Honfleur. A oferta está incluída nas seguintes datas: 4, 15 e 21 de outubro de 2022.
• O autêntico Cruzeiro Normandia 7 dias e 6 noites, com partida de Paris e escala em La Roche-Guyon, Caudebec-en-caux, Honfleur e Rouen. A oferta está incluída nas seguintes datas: 10 e 21 de outubro de 2022.
Cruzeiro pela Aquitânia e Bordeaux 5 dias, 4 noites, partindo de Bordeaux e escala em Caussac-fort-Medoc, Blaye e Liborna. A oferta está incluída nas seguintes datas: 8, 23 e 27 de outubro de 2022.
Cruzeiro Garonne e Dordogne de Bordeaux 6 dias, 5 noites, partindo de Bordeaux e escala em Caussac-fort-Medoc, Blaye, Liborna e Saint-Emilion. A oferta está incluída nas seguintes datas: 3 e 18 de outubro de 2022.
Cruzeiro pelos tesouros de Veneza 5 dias, 4 noites, partindo de Veneza com escalas em Mazzorbo e Chioggia. A oferta está incluída nas seguintes datas: 12, 16, 20, 24 e 29 de outubro de 2022 e 1 de novembro de 2022.

Cruzeiro em 4 rios: Vales Mosela, Sarre, Reno Romântico e Neckar 7 dias, 6 noites, partindo de Estrasburgo com escalas em Luxemburgo, Remich, Sarreburg, Trier, Cochem, Rüdesheim e Heidelberg. A oferta está incluída nas seguintes datas: 28 de setembro, 4, 5, 10, 17 e 23 de outubro de 2022.
Cruzeiro pelas pérolas do Danúbio 8 dias, 7 noites, partindo de Viena e escala em Melk, Durnstein, Bratislava, Kalocsa, Budapeste e Esztergom. A oferta está incluída nas seguintes datas: 12, 19, 21 e 28 de setembro e 5 de outubro de 2022.
Cruzeiro pelas capitais do Danúbio 5 dias, 4 noites, partindo de Viena e parando em Bratislava e Budapeste. A oferta está incluída nas seguintes datas: 14, 18, 22 e 26 de outubro de 2022.
Cruzeiro por Praga, Dresden e castelos da Boêmia 7 dias, 6 noites, partindo de Praga e escala em Stechovice, Slapy e Mélnik. A oferta está incluída nas seguintes datas: 18, 24 e 30 de setembro e 6 de outubro de 2022.
Os cruzeiros da empresa oferecem uma excelente gastronomia em regime de tudo incluído, com bebidas incluídas nas refeições e no bar, e Wi-Fi gratuito. A CroisiEurope oferece pacotes de excursões nestes cruzeiros, ativos ou clássicos, que podem ser reservados com antecedência.

SOBRE A CROISIEUROPE: A CroisiEurope é a primeira empresa de cruzeiros fluviais da Europa na sua categoria e possui uma frota muito actualizada e moderna de 56 navios, 48 ​​navios próprios (33 fluviais, 6 peniche, 2 marítimo-costeiros, 5 no Mekong e 2 na África Austral) e 8 em operação. Todos eles são projetados, construídos e comercializados pela própria empresa. A sua sede está localizada em Estrasburgo e desde 2005 já tem uma forte presença em Espanha, onde se vai consolidando pouco a pouco. Há mais de 40 anos trabalhamos com a mesma ideia: Descobrir o mundo através de seus rios. Uma ideia na qual a CroisiEurope aplica toda a sua experiência para oferecer aos seus clientes férias inesquecíveis. Uma extensa variedade de destinos, uma frota de navios inovadora e elegante, uma gastronomia e seleção de vinhos cuidadosa e a atenção requintada ao detalhe por parte da tripulação significam que oferecer um cruzeiro CroisiEurope significa ter a certeza de satisfazer os clientes mais exigentes. No ano passado, mais de 220.000 pessoas viajaram com a CroisiEurope.

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