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Accor lança e-brochura de reuniões e eventos

A Accor lançou na última edição da feira EIBTM, em Barcelona, a sua primeira e-brochura de reuniões & Eventos. Segundo a cadeia, “este site de fácil utilização permite que os utilizadores de Internet encontrem os hotéis que atendam às suas necessidades, entre uma selecção de 1.700 hotéis em todo o mundo, com pelo menos uma… Continue reading Accor lança e-brochura de reuniões e eventos

Patricia Afonso
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Accor lança e-brochura de reuniões e eventos

A Accor lançou na última edição da feira EIBTM, em Barcelona, a sua primeira e-brochura de reuniões & Eventos. Segundo a cadeia, “este site de fácil utilização permite que os utilizadores de Internet encontrem os hotéis que atendam às suas necessidades, entre uma selecção de 1.700 hotéis em todo o mundo, com pelo menos uma… Continue reading Accor lança e-brochura de reuniões e eventos

Patricia Afonso
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A Accor lançou na última edição da feira EIBTM, em Barcelona, a sua primeira e-brochura de reuniões & Eventos.

Segundo a cadeia, “este site de fácil utilização permite que os utilizadores de Internet encontrem os hotéis que atendam às suas necessidades, entre uma selecção de 1.700 hotéis em todo o mundo, com pelo menos uma sala de reuniões.”

A ferramenta foi desenhada para ser simples e rápida, para que os “organizadores de reuniões e de convenções podem usá-la para seleccionar o seu hotel de acordo com três critérios: número de quartos, tamanho da sala de reuniões e localização.”

“O site apresenta um mapa interactivo que permite aos utilizadores descobrirem todos os hotéis numa zona específica. Permite igualmente ver a planta das salas de reuniões dos 150 hotéis que oferecem maior capacidade”, diz a Accor, acrescentando que “o negócio das Reuniões & Eventos representa uma área de crescimento chave para a Accor que tem 1.700 hotéis, em 80 países, com 240.000 quartos e 10.000 salas de reuniões em todos os segmentos, do luxo ao económico (Sofitel, Pullman, MGallery, Novotel, Mercure, ibis, all seasons/ibis Styles).”

A nova brochura está disponível em: http://www.accormeetingshotels.com/e-brochure/.

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BdP prevê continuação do “crescimento expressivo” nas receitas turísticas de setembro

O Banco de Portugal (BdP) estima uma subida de 69% nas receitas turísticas face a igual mês de 2021 e de 115% em comparação com setembro de 2019.

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As receitas turísticas deverão ter mantido, em setembro, uma tendência de “crescimento expressivo”, segundo o Banco de Portugal (BdP), que estima uma subida de 69% face a igual mês de 2021.

De acordo com uma nota do BdP, além das receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, também as importações do turismo, que resultam dos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro, deverão ter subido acentuadamente em setembro, num aumento de 30%.

“Em setembro de 2022, o indicador preliminar das viagens e turismo aponta para um crescimento expressivo das exportações e das importações face a setembro de 2021, em linha com as evoluções registadas em agosto”, refere o Banco de Portugal (BdP) na informação divulgada.

Os valores de setembro situam-se também acima dos registados em 2019, o último ano antes da pandemia da COVID-19, com as exportações a corresponderem a 115% e as importações a 121% dos respetivos valores observados no mesmo mês de 2019.

No acumulado até setembro, também existem notícias positivas, uma vez que as exportações e importações superam igualmente os valores observados em igual período de 2019, correspondendo a 114% e 106% do valor registado em mês homólogo de 2019.

“Esta informação baseia-se num conjunto mais restrito de informação, predominantemente de cartões bancários, e não substitui as séries históricas de exportações e importações de viagens e turismo publicadas no BPstat”, acrescenta o BdP.

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Associação das Companhias Aéreas da África Austral vai ser liderada pelo diretor-geral da LAM

João Carlos Pó Jorge, diretor-geral da LAM, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA) e vai liderar a associação nos próximos 12 meses.

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O diretor-geral das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), João Carlos Pó Jorge, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA), liderando a associação nos próximos 12 meses.

De acordo com a Lusa, além de João Carlos Pó Jorge, também Elmar Conradie, diretor-executivo da Safair, foi eleito vice-presidente da associação, cargo que vai desempenhar ao longo do próximo ano.

O “fornecimento confiável de combustível” é, atualmente, o maior desafio para as companhias aéreas africanas, motivo pelo qual foi já apontado como a principal prioridade da AASA, a par das restrições e da quebra abrupta do negócio devido à COVID-19.

A revisão de políticas e regulamentos dos diferentes estados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) faz ainda parte da lista de temas a abordar no novo mandato da AASA.

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Ryanair torna viagens mais fáceis para cliente com deficiências

Através desta parceria, pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair passam a estar preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas

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A Ryanair juntou-se à rede de Hidden Disabilities Sunflower, reconhecendo a Sunflower Lanyards – um símbolo globalmente reconhecido de deficiência não visível. Esta nova iniciativa faz parte do contínuo foco na experiência do cliente da companhia aérea, permitindo aos pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair apoiar ainda mais os clientes, tornando as viagens mais fáceis e mais acessíveis para todos.

Com mais de 1,5 milhões de clientes da Ryanair que requerem assistência especial todos os anos, a companhia aérea, com o apoio da Hidden Disabilities Sunflower, desenvolveu e entregou um programa de formação anual, de forma a ajudar as suas equipas a obter uma compreensão mais profunda das deficiências não visíveis.

Assim, a tripulação da Ryanair, baseada em 90 bases, “está pronta a apoiar os utilizadores desta organização com uma oferta de ajuda, compreensão ou simplesmente mais tempo”, refere a companhia aérea, em comunicado.

Tracy Kennedy, diretora de Customer Service da Ryanair, refere que a companhia transporta “mais de 165 milhões de passageiros por ano, com mais de 1,5 milhões a necessitarem de assistência especial”, salientando que através do reconhecimento da Sunflower Lanyards, é possível “às 17.000 pessoas nas nossas 90 bases de tripulação um melhor apoio aos nossos clientes com deficiências não visíveis”.

A responsável frisa ainda que, “após o lançamento da formação abrangente ‘Hidden Disabilities’ este Verão, estamos extremamente orgulhosos de que os nossos pilotos, tripulação e equipas de apoio estejam agora totalmente preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas”.

Já Tristan Casson-Rennie, Diretor Regional, Irlanda & Irlanda do Norte da Hidden Disabilities Sunflower, congratula-se com o facto da Ryanair ter aderido à rede global de ‘Hidden Disabilities Sunflower’. “Passageiros com deficiências não visíveis podem voar para 36 países sabendo que serão apoiados pela tripulação da Ryanair em 228 aeroportos”, diz Casson-Rennie, concluindo ainda que “as viagens estão a tornar-se mais acessíveis para pessoas com deficiência, alargando as oportunidades de exploração, trabalho e diversão”.

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Aviação civil chinesa perde 14,6 mil milhões de euros até setembro

As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, o que se deve à redução da operação devido à COVID-19 mas também ao aumento do preço do combustível.

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As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, perdas que, segundo a Lusa, se devem às medidas de prevenção epidémica vigentes no país, no âmbito da estratégia ‘zero covid’.

Segundo a Lusa, que cita o portal de informação económica Yicai, as perdas foram especialmente acentuadas nas quatro maiores empresas chinesas do setor, concretamente Air China, China Eastern, Hainan Airlines e China Southern, que somaram perto de 90% das perdas, enquanto a Spring Airlines, principal companhia aérea low cost chinesa e que tinha sido a única a apresentar lucros nos três primeiros trimestres de 2021, também apresentou prejuízo.

“As perdas da indústria ultrapassaram o total somado de 2021 e 2020. Este ano é o pior de sempre para a aviação civil da China”, disse o analista Lin Zhijie, citado pelo portal Yicai.

De acordo com o especialista, este ano, o setor da aviação civil chinês operou apenas a 50% de 2019, enquanto no ano passado foi registada uma operação de cerca de 70% dos níveis de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19.

Além da diminuição da operação, as companhias aéreas chinesas estão ainda a lidar com o aumento dos preços dos combustíveis, que subiu 75% em termos homólogos, o que significa um custo extra de cerca de 40.000 milhões de yuans (5.530 milhões de euros) para as empresas do setor.

O portal Yicai lembra que, este ano, cerca de uma dezena de companhias aéreas chinesas e subsidiárias declararam insolvência, numa tendência que se deverá agravar no futuro.

Recorde-se que, devido à pandemia, a Administração de Aviação Civil da China foi obrigada a apoiar as companhias aéreas e, ainda no primeiro semestre de 2022, realizou injeções de capital na Air China, China Eastern, China Southern e no maior grupo de aeroportos do país, a Capital Airports Holdings.

A Administração de Aviação Civil da China estendeu mesmo as linhas de crédito de apoio às companhias aéreas e abriu uma nova, no valor de 150.000 milhões de yuans (20.731 milhões de euros), que se junta à que já existia e que tem um valor de 65.600 milhões de yuans (9.067 milhões de euros), sendo esta última também destinada ao apoio aos aeroportos do país.

Recorde-se que a China adoptou uma política de zero casos de COVID-19, o que leva a confinamentos rigorosos e à suspensão dos voos sempre que seja detectado um surto da doença, o que ajuda a explicar a difícil situação económica das transportadoras chinesas.

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Air France-KLM assume interesse na TAP

O interesse é assumido pelo presidente executivo da Air France-KLM, Ben Smith, que diz que, “se as circunstâncias forem as adequadas”, o grupo vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP.

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O presidente executivo do Grupo Air France-KLM, Ben Smith, assumiu que o grupo de aviação franco-holandês está interessado numa parceria ou aquisição de capital da TAP, “se as circunstâncias forem as adequadas”.

“Estamos interessados”, afirmou o responsável, durante a apresentação de resultados da Air France-KLM do terceiro trimestre de 2022, em que o grupo de aviação obteve receitas de 8112 milhões de euros e um lucro de 460 milhões de euros.

Segundo Ben Smith, o Grupo Air France-KLM vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP, com vista a uma parceria ou aquisição de capital, quando for aberto o processo de reprivatização da companhia aérea de bandeira nacional.

“A consolidação é um factor-chave para nós, especialmente na Europa”, acrescentou o presidente executivo da Air France-KLM, explicando que o grupo de aviação tem “estudado durante vários anos” o mercado da Península Ibérica.

Recorde-se que, além do interesse manifestado na TAP, a Air France-KLM está atualmente em conversações para entrar no capital da ITA, companhia aérea italiana que veio substituir a Alitalia.

A Reuters adianta que o grupo franco-holandês terá apresentado uma proposta de 350 milhões por 50% do capital da ITA, mais uma ação, de modo a garantir a maioria do capital.

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Iberia estima capacidade 105% acima de 2019 no início de 2023

No último trimestre de 2022, a Iberia conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

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A Iberia estima que, no primeiro trimestre de 2023, seja possível aumentar em 105% a capacidade oferecida face a igual período de 2019, antes da pandemia da COVID-19, o que será possível graças aos novos aviões que a companhia aérea espanhola se prepara para receber.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado da Iberia, no último trimestre de 2022, a companhia aérea conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

No comunicado citado pela Lusa, a Iberia sublinha que já restabeleceu toda a sua rede de voos e destinos na América Latina, está a crescer nos Estados Unidos, com a rota para Dallas, e terá uma maior implantação em várias rotas da sua rede de curto e médio curso em Espanha e na Europa.

Em Espanha, a transportadora conta mesmo disponibilizar, este inverno, uma maior capacidade do que acontecia em 2019 nas redes de curta distância e médio curso, nomeadamente em destinos de negócios mas também lazer.

“Em Espanha, a Iberia reforça a sua posição na Air Bridge, e recupera todas as frequências que operava antes da pandemia”, informa a companhia aérea no comunicado divulgado.

E também na América Latina a Iberia já recuperou a totalidade da rede que tinha antes da pandemia da COVID-19, meta que foi atingida com a retoma dos voos para o Rio de Janeiro e Caracas, que eram os únicos que ainda não tinham sido retomados e que a Iberia voltou a operar este fim-de-semana, ambos com três frequências por semana.

No total, a Iberia conta, este inverno, com cerca de 260 voos semanais, a maioria dos quais são diários e ligam a Europa a 18 destinos em 16 países da América Latina.

A Iberia destaca ainda a recuperação nos EUA, que conta este inverno com um aumento de capacidade em comparação com 2019, já que a companhia aérea vai disponibilizar 589.000 lugares nas rotas norte-americanas, o que representa um aumento de 15% face a 2019, e cerca de 2.000 voos, mais 21% do que no inverno pré-pandemia.

A Iberia vai também manter a rota para Dallas, nos EUA, ao longo de todo o ano e, em dezembro, passa a operar no terminal 8 do aeroporto JFK, em Nova Iorque, EUA.

Na Europa, a companhia aérea destaca ainda os crescimentos em Itália (Roma e Milão), França (Paris), Suíça (Genebra) e Portugal, onde a rota para o Funchal funcionará durante todo o inverno, concluiu.

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Passadiços do Mondego abrem a 6 de novembro

Inaugurados este domingo, 30 de outubro, os Passadiços do Mondego abrem oficialmente ao público no dia 6 de novembro, oferecendo um percurso de cerca de 12 quilómetros pelas margens do rio Mondego e seus afluentes.

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Os Passadiços do Mondego, que resultam de um investimento de quatro milhões de euros, cofinanciado por fundos comunitários, abrem ao público a 6 de novembro, informou a autarquia da Guarda, em comunicado.

“Garanto-vos que haverá um antes e um depois dos Passadiços do Mondego. Este é um investimento fundamental para o Turismo da Guarda e para toda a Região. Esta obra será a referência para o turismo e lazer do nosso Concelho e de todo o nosso território, com a qual poderemos pensar positivamente no seu sucesso futuro”, considera Sérgio Costa, presidente da Câmara Municipal da Guarda.

Com um percurso de cerca de 12 quilómetros pelas margens do rio Mondego e seus afluentes, os Passadiços do Mondego começam junto à Barragem do Caldeirão e estendem-se pelo vale, nos territórios das localidades de Trinta, Vila Soeiro, terminando já na montanha, em Videmonte.

O percurso inclui cinco quilómetros de caminhos já existentes e integra uma zona de sete quilómetros de travessias, passadiços e três pontes suspensas, com vista para veredas, açudes, cascatas, levadas e moinhos.

“O itinerário compreende Geossítios como o Miradouro do Mocho Real, escombreiras e cascalheiras, do Alto Mondego e ainda os vestígios de património industrial de antigas fábricas e engenhos de lanifícios ou de produção de eletricidade”, indica a Câmara Municipal da Guarda.

De acordo com a autarquia, “esta é uma obra de valorização do património natural da Guarda que pretende mostrar a importância deste rio para a região e para o país, destacando o valor cultural e paisagístico das aldeias de montanha que atravessa”.

Inaugurados este domingo, 30 de outubro, os Passadiços do Mondego estão integrados no Parque Natural da Serra da Estrela e no Estrela Geopark Mundial da UNESCO e resultam de um investimento de quatro milhões de euros, apoiados a 85% por fundos comunitários, no âmbito do Centro 2020, FEDER.

 

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“The Majestic Adventures of Ofélia de Souza” vence Festival de Cinema de Turismo ART&TUR

Entre os 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, o filme da região de Turismo do Porto e Norte de Portugal venceu o prémio mais importante.

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O filme “The Majestic Adventures of Ofélia de Souza”, apresentado pela região de Turismo Porto e Norte de Portugal foi o grande vencedor do festival ART&TUR, que se realizou entre 25 e 28 de outubro, em Ourém.

Esta produção promocional ganhou o Grande Prémio, referente ao melhor filme, nas duas competições que integram o evento, a competição nacional e a internacional.

O Festival ART&TUR é um evento de grande importância no panorama internacional dos festivais de cinema de turismo, atraindo todos os anos os melhores filmes promocionais e documentários sobre turismo, nacionais e internacionais que se produzem no mundo. As últimas cinco edições do festival realizaram-se no Centro de Portugal, nomeadamente em Leiria, Torres Vedras, Viseu, Aveiro e, agora, Ourém. O ART&TUR integra a rede mundial do CIFFT – Comité Internacional dos Festivais de Filmes de Turismo, que elege anualmente o melhor filme de turismo a nível mundial, entre todos os filmes que percorrem o circuito internacional de 14 festivais. Alexander Kammel e Hugo Marcos, respetivamente diretor e secretário-geral do CIFFT, estiveram presentes na gala.

Durante os quatro dias do Festival, foram exibidos os filmes que integraram a shortlist da competição, selecionados entre os 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, que se inscreveram e que foram avaliados pelo júri internacional. No total, foram exibidos 87 filmes.

Destaque, também, para os dois filmes da Turismo Centro de Portugal premiados, em diferentes categorias. Foi o caso do filme “Aqui Entre Nós”, produzido pela “Ideias Com Pernas”, que conquistou o 2.º lugar na categoria “Destinos Turísticos: Regiões” (tanto na competição nacional como na internacional); e o filme “A romance-trip through the Gastronomy and Wines of Centro de Portugal, by Chef Diogo Rocha”, produzido pela “INC FILMS”, segundo classificado na categoria “Gastronomia”.

Francisco Dias, diretor do Festival, salienta que “o 15.º Festival ART&TUR, em Ourém, conseguiu atrair visitantes de países tão remotos como Japão, Filipinas, Taiwan, Indonésia, Nova Zelândia, Maurícia, Irão, Paquistão e África do Sul. A abrangência internacional do ART&TUR é um reconhecimento inequívoco da sua importância a nível global. A comprová-lo estão também as cerca de 200 notícias que já foram publicadas sobre o Festival, a maioria delas em países tão diversos como Croácia, Japão, Chile ou Taiwan”.

Já Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, sublinha que “o ART&TUR é um instrumento poderoso, não só na estruturação da promoção dos destinos, mas também um ativo muito forte no cross selling com outros produtos e outros destinos. Acredito que deste Festival sai um contributo muito válido para o caminho de afirmação e consolidação nacional e internacional dos filmes de turismo”.

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National Geographic elege 25 destinos para 2023 e um deles é português

As nove ilhas dos Açores aparecem em destaque na categoria “Natureza”.

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A National Geographic elegeu os melhores 25 destinos e experiências para o próximo ano de 2023 e um deles fica em Portugal.

Os Açores aparecem em destaque na categoria “Natureza”, revelando a National Geographic tratar-se de uma “terra nascida do fogo, mas agora envolta em verde”, salientando que “os Açores trabalham para garantir o seu futuro”.

“Os Açores são nove ilhas com hábitos e sotaques diferentes que mudam de ilha para ilha”, refere a exploradora da National Geographic Miriam Cuesta Garcia, bióloga marinha que estuda o comportamento noturno das aves marinhas na ilha do Pico. “Mas os Açores têm uma visão unificada para a sustentabilidade”, frisando a bióloga marinha que os Açores “sabem que precisam [proteger] o seu ambiente único, para permanecer o mesmo quando ocorrem mudanças.”

A National Geographic destaca ainda que quatro das nove ilhas são reservas da biosfera da UNESCO – e reconhecidas pelo World Wildlife Fund como um oásis para 28 espécies de baleias e golfinhos –, afirmando que “os Açores levam o turismo sustentável a sério”.

“Tornou-se o primeiro arquipélago do mundo a ser certificado pelo EarthCheck, um conselho consultivo internacional com sede na Austrália e líder de turismo verde que conferiu o prémio em 2019”.

Os restantes destinos e categorias destacadas pela National Geographic foram:

CULTURA
Via Ápia, Itália
Busan, Coreia do Sul
Grutas de Longmen, Província de Henan, China
Egito
Charleston, Carolina do Sul

NATUREZA
Terras Altas Escocesas
Botsuana
Eslovénia
Parque Nacional Big Bend, Texas
Açores

AVENTURA
Nova Zelândia
Choquequirao, Peru
Utah
Alpes austríacos
Parque Nacional Revillagigedo, México

COMUNIDADE
Ilhas do Dodecaneso, Grécia
Milwaukee, Wisconsin
Alberta, Canadá
Laos
Gana

FAMÍLIA
Trindade e Tobago
Crosstown Trail de São Francisco, Califórnia
Colômbia
Manchester, Reino Unido
Suíça

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Grupo Solverde assinala as bodas de ouro com presença de Marcelo Rebelo de Sousa

O Grupo Solverde assinala o seu 50º aniversário no próximo dia 4 de novembro com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, num cocktail que terá lugar no Hotel Solverde Spa & Wellnes Center, em Vila Nova de Gaia, Praia da Granja.

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Refira-se que ao longo de 50 anos de atividade, a Solverde “tem vindo a contribuir de forma inequívoca para a promoção do país, na dinamização do Turismo, criação de postos de trabalho e na valorização da identidade e cultura das regiões onde opera, através de uma forte aposta na produção de eventos e espetáculos, nacionais e internacionais, e proporcionando experiências únicas nas áreas do jogo, hotelaria e lazer”, conforme indica o grupo, que nasceu em Espinho, pelas mãos de Manuel Oliveira Violas.

O Grupo Solverde detém a concessão de jogo do Casino Espinho, inaugurado em 1974, dos três casinos do Algarve – Vilamoura, Monte Gordo e Praia da Rocha, em funcionamento desde 1996, e do Casino de Chaves que abriu portas em 2008.

Na indústria hoteleira, o grupo liderado atualmente pelos irmãos Manuel e Celeste Violas, possui, desde 1984, o Hotel Apartamento Solverde de quatro estrelas em Espinho, o Hotel Solverde Spa & Wellness Center, de cinco estrelas em Gaia, desde 1989, o Hotel Algarve Casino cinco estrelas) na Praia da Rocha desde 1997 e o Hotel Casino Chaves quatro estrelas) em Chaves, desde 2008. Em 2017 lançou a plataforma de jogo online solverde.pt.

A Solverde – Sociedade de Investimentos Turísticos da Costa Verde S.A é fundada, em abril de 1972  por Manuel de Oliveira Violas sob o título Solverde – Sociedade de Empreendimentos Costa Verde. Vocacionada para a área turística, surge com o intuito de conjugar lazer, animação, cultura, investimento e emprego.

 

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