Assine já
Destinos

Sintra regressa a 1481 com Feira Medieval

A vila de Sintra vai ser palco de uma Feira Medieval que vai recriar um ambiente de 1481, entre os dias 29 e 31 deste mês. Em São Pedro de Penaferrim são várias as actividades que vão ter lugar, desde espectáculos musicais a teatro, artes circenses, jogos e oficinas para os mais pequenos. No evento,… Continue reading Sintra regressa a 1481 com Feira Medieval

Tiago da Cunha Esteves
Destinos

Sintra regressa a 1481 com Feira Medieval

A vila de Sintra vai ser palco de uma Feira Medieval que vai recriar um ambiente de 1481, entre os dias 29 e 31 deste mês. Em São Pedro de Penaferrim são várias as actividades que vão ter lugar, desde espectáculos musicais a teatro, artes circenses, jogos e oficinas para os mais pequenos. No evento,… Continue reading Sintra regressa a 1481 com Feira Medieval

Sobre o autor
Tiago da Cunha Esteves
Artigos relacionados
SET acompanha situação do TPNP para garantir “funções de promoção necessárias”
Homepage
Turismo entre as áreas que mais devem sofrer com o Brexit, diz estudo da CIP
Homepage
Portugal marca presença na WTM 2018 com 98 empresas
Homepage
Portugal é o “Melhor destino de golfe do mundo” pelo 5º ano consecutivo
Homepage
Golfe

A vila de Sintra vai ser palco de uma Feira Medieval que vai recriar um ambiente de 1481, entre os dias 29 e 31 deste mês. Em São Pedro de Penaferrim são várias as actividades que vão ter lugar, desde espectáculos musicais a teatro, artes circenses, jogos e oficinas para os mais pequenos.

No evento, que é promovido pela Câmara Municipal de Sintra, vão estar presentes vários artesãos e comerciantes da vila e do resto do país, bem como do estrangeiro, que irão recriar ofícios antigos, em risco de desaparecimento, para que não deixem de fazer parte da nossa memória. “Artesanato, doçaria tradicional, especiarias, chás e plantas são alguns dos produtos que os visitantes vão poder encontrar”, informa a organização, em comunicado.

Sobre o autorTiago da Cunha Esteves

Tiago da Cunha Esteves

Mais artigos
Artigos relacionados
Aviação

Ministro admite que integração num grande grupo pode ser única maneira de “assegurar a viabilidade” da TAP

Num debate na Assembleia da República, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, admitiu esta quinta-feira, 13 de outubro, que a integração da TAP num grande grupo de aviação  “pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”.

Durante um debate na Assembleia da República sobre a privatização da TAP, Pedro Nuno Santos afirmou que, para o Governo, sempre foi claro que, num mercado tão fortemente globalizado e competitivo, a “TAP não conseguiria sobreviver, a médio prazo, sozinha”.

“A integração da TAP num grupo criaria sinergias importantes e traria resiliência para enfrentar a volatilidade tão característica da aviação. Esta pode ser mesmo a única maneira de assegurar a viabilidade de uma empresa estratégica para o país”, acrescentou o governante, citado pela Lusa.

No entanto, Pedro Nuno Santos defende que a abertura do capital da TAP “será decidida no tempo e no modo que melhor defenda o interesse nacional”.

Depois de criticas à anterior privatização da TAP, feita pelo Governo de Pedro Passos Coelho, o ministro das Infraestruturas e da Habitação garantiu que, com o atual Governo, a privatização da TAP terá de assegurar condições para que a empresa seja mais competitiva, sustentável e que permita a expansão do ‘hub’ de Lisboa, que classificou como “o maior ativo da aviação nacional”.

Pedro Nuno Santos criticou ainda o maior partido da oposição por continuar a ser “incapaz de assumir uma posição clara” em relação à intervenção na TAP, sem dizer qual seria a sua solução para resolver a emergência que a companhia aérea enfrentou durante a pandemia.

“A nacionalização da empresa em 2020 teria de ser feita mesmo que a TAP fosse, à altura, totalmente privada. A intervenção pública não foi feita para a empresa ficar do lado do Estado, ela foi feita para garantir que a empresa não fechava. O que estava em causa não era ter uma TAP pública ou uma TAP privada, o que estava em causa era a sobrevivência ou a falência da TAP”, reiterou.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Meeting Industry

A crise do custo de vida está a mudar a maneira como passamos as férias?

De 7 a 9 de novembro, Londres recebe o World Travel Market. Uma recente pesquisa da WTM mostra que 64% das pessoas já reservaram ou planearam férias para 2023 e apenas 16% das pessoas inquiridas abandonaram completamente os seus planos para viajar para o exterior.

Após anos de restrições, as pessoas querem compensar o tempo perdido e reagendar viagens que talvez tenham cancelado. De acordo com dados de pesquisa do Google, o número de pessoas que procuram “férias baratas” on-line disparou, especialmente entre aqueles que planeiam viajar em 2023.

Uma nova pesquisa do World Travel Market London (WTM) mostra que 64% das pessoas já reservaram ou planearam férias para 2023 e apenas 16% das pessoas inquiridas abandonaram completamente os seus planos para viajar para o exterior.

Embora as pessoas ainda optem por ir de férias, o tipo de férias que reservam mudou. Agora, trata-se de encontrar o melhor negócio e reduzir os luxos.

A pesquisa recente da WTM mostrou que um em cada cinco inquiridos decidiu “negociar”, optando por ficar em hotéis mais baratos e voar em companhias aéreas de baixo custo. Com as despesas mais altas do que nunca e uma recessão iminente, não surpreende que as pessoas procurem rentabilizar ao máximo o seu dinheiro aquando da reserva de umas férias.

E quais são os luxos que os turistas estão mais dispostos a abrir mão para reduzir custos? Quase 40% das pessoas sacrificariam hotéis 5*, 33% abririam mão de mais espaço para as pernas nos voos e 32% livrar-se-iam da franquia extra de bagagem, de acordo com dados da WTM.

No entanto, há algumas coisas que estamos mais relutantes em sacrificar. Garantia de bom tempo e localização próxima dos principais locais ainda são aspetos que as pessoas desejam manter como parte das suas férias anuais.

Face a um custo de vida cada vez mais alto, parece incomum que as pessoas ainda estejam a dar prioridade às férias, então qual é o ímpeto da procura?

De acordo com a Euronews, a Associação dos Agentes de Viagem Britânica referiu: “Ao longo dos anos, os clientes disseram-nos repetidamente que as férias são uma das últimas coisas que cortariam quando procuram aliviar pressões financeiras em orçamentos já de si esmagados”.

A pesquisa do World Travel Market parece apoiar esta constatação, já que aqueles que já estão a planear umas férias, a maioria referiu que esperava viajar duas vezes em 2023. Os dois principais tipos de viagem indicados foram as férias clássicas na praia e viagens em família.

Por fim, os dados do World Travel Market também mostram que quase metade das pessoas que reservaram um lugar ao sol, fizeram-no porque querem ter algo pelo que esperar.

Descubra mais tendências no World Travel Market London, de 7 a 9 de novembro de 2022

Aceda aqui à biblioteca de imagens WTM

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Premium

“Este é um segmento [enoturismo] altamente estratégico para Portugal”

Quem o afirma é Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal, entidade que “pretende ser um parceiro na capacitação, qualificação e formação do enoturismo no país” e, sobretudo, “unir o setor nesta matéria”.

Em entrevista ao Publituris, o presidente da ViniPortugal, Frederico Falcão, faz uma resenha do setor do enoturismo no nosso país, do seu crescimento, das suas mais valias nas diversas regiões do país, e do que está a ser feito ao nível da sua promoção, através da marca Wines of Portugal.

Como é que a ViniPortugal através da marca Wines of Portugal encara o segmento do enoturismo?
A Wines of Portugal leva Portugal a mais de 20 mercados em todo o mundo, destacando o nosso país como um produtor de referência, mas também para o posicionar enquanto um destino de referência mundial no enoturismo. Este é um segmento altamente estratégico para Portugal, especialmente por estar em crescimento ano após ano e por se tratarem de turistas com um elevado poder de compra.

Atualmente o nosso país é conhecido no mundo por produzir vinho de excelência, por isso, quando é o momento de escolher um destino turístico, no caso de Portugal, os vinhos e a gastronomia são determinantes na escolha. A somar a estes fatores está a curiosidade dos turistas pelas quintas dos produtores nacionais que os conduzem a visitas e ao enoturismo. São estes alguns dos argumentos que apresentamos além-fronteiras e que nos fazem crer, com certezas, que somos também um país de enoturismo de excelência.

A crescente importância deste segmento reflete-se também nos resultados das exportações dos vinhos nacionais, uma vez que os enoturistas, depois das experiências memoráveis nas quintas, adegas e caves do nosso país tencionam ter os vinhos de Portugal à sua mesa para degustar e reviver.

Promover para reforçar posição do país
O que está feito em termos de promoção deste segmento contemplado no vosso plano de marketing?
O plano de promoção da ViniPortugal inclui uma estratégia de comunicação no âmbito do enoturismo, onde temos o intuito de reforçar a posição do nosso país neste segmento. Neste sentido, marcamos presença assídua nos principais eventos internacionais do setor, iniciativas onde participam especialistas desta área e onde divulgamos o que de melhor se faz em Portugal, também neste segmento. Comunicamos vinhos sim, mas é através deles que apresentamos também o vasto património vitivinícola das diversas regiões do nosso país, os produtores nacionais, as suas adegas e convidamos a viver experiências turísticas memoráveis, como é o caso da participação nas vindimas onde é possível, por exemplo, vivenciar o pisar das uvas.

É um tipo de turismo que pode ajudar a combater a sazonalidade?
Sim, sem dúvida. Nos dias de hoje, os consumidores de vinho de todo o mundo querem saber mais sobre o processo de transformação da uva até à garrafa. Este tipo de consumidor quer envolver-se e participar numa próxima vindima, transformando um simples processo de compra e venda numa verdadeira experiência de enoturismo. Um cliente de vinho passa assim a ser um turista, porque tem interesse em conhecer o local da vinha, quer apreciar a cultura local e saber mais sobre a história daquele produto em particular. Este é um interesse que surge na maioria das vezes na época das vindimas, mas que se prolonga ao longo de meses e pode impulsionar o enoturismo, seja em turismo rural ou urbano, em qualquer altura do ano.

Qual tem sido o papel das entidades do turismo, designadamente do Turismo de Portugal, com vista ao desenvolvimento do enoturismo? A que patamar se pretende chegar?
A ViniPortugal faz parte do Conselho Estratégico Nacional do Enoturismo para delinear, com o Turismo e demais entidades relevantes, estratégias a assumir para o futuro do enoturismo. Este conselho foi também criado para reforçar a captação de eventos internacionais ligados ao enoturismo, onde a ViniPortugal, através da Wines of Portugal, marca presença.

O desenvolvimento da oferta de enoturismo em todo o território está a ser trabalhado por produtores, distribuidores, enólogos, operadores turísticos e negócios locais, em comunicações regulares junto dos consumidores. O Turismo de Portugal tem um papel relevante, mas não é o único neste âmbito. Também as Comissões Vitivinícolas Regionais são importantes neste segmento e têm vindo a dinamizar, com frequência, programas com diversas iniciativas ao longo de todo o ano.

A ViniPortugal pretende ser um parceiro na capacitação, qualificação e formação do enoturismo no país e queremos, sobretudo, unir o setor nesta matéria.

O que é que este segmento já representa ao nível dos produtores em Portugal?
É com satisfação que vemos os produtores nacionais a conseguirem alargar as suas vendas à esfera do enoturismo e a tirar partido das particularidades das suas quintas e adegas para proporcionar novas experiências para os apreciadores deste tipo de turismo. De momento não temos dados suficiente neste segmento, mas faz parte da estratégia fazer um estudo aprofundado sobre o enoturismo em Portugal.

Um cliente de vinho passa assim a ser um turista, porque tem interesse em conhecer o local da vinha, quer apreciar a cultura local e saber mais sobre a história daquele produto em particular”

Produtores são verdadeiros guias turísticos
O que é que as adegas têm de fazer, em termos de investimentos, para tornar este produto mais apelativo? Deviam criar também alojamento turístico?
O mercado mundial de vinhos e o segmento do enoturismo encontram-se em constante crescimento, pelo que a diferenciação é um fator muito relevante para captar a atenção do consumidor. Os produtores nacionais estão já um passo à frente, com a inovação dos seus vinhos, onde recuperam castas antigas e as utilizam enquanto ingredientes ‘secretos’ para os diferenciar dos demais. Este foi um primeiro passo em que atraíram novos consumidores e consolidaram os atuais clientes.

Este segmento pressupõe, acima de qualquer outro fator, a qualidade do vinho, pois, é o produto que vai levar este tipo de turistas à região e promover o destino.

Atualmente estamos perante uma exigência cada vez maior, seja porque o consumidor está mais atento à origem do produto, porque está preocupado com as questões ambientais ou mais predisposto à digitalização. Os produtores de vinho estão a adaptar-se às tendências de consumo, a adotar estratégias de transformação digital nas suas empresas e a implementar práticas mais sustentáveis nas suas adegas, desde a produção até aos processos de distribuição.

Desde cedo, destacam nos seus produtos a origem, onde mostram o percurso da garrafa entre a vindima e a mesa do consumidor e esta mudança fez com que o consumidor quisesse saber mais e transformasse a venda num interesse pelo enoturismo.

Foi assim que os produtores demonstraram que sabem contar a sua história. Comunicam-na de forma eficiente e proporcionam aos turistas experiências e atividades como visitas guiadas, apanha da uva, workshops e provas comentadas nas caves, lagares ou adegas, almoços e jantares enogastronómicos, circuitos aos processos de produção e/ou visita a pontos de interesse nas suas propriedades. Com autenticidade, confiança e singularidade partilham o local da vinha e todos os detalhes dos seus produtos, promovendo a região vitivinícola que representam e, também, Portugal.

Temos produtores que convidam os turistas para os seus alojamentos turísticos, outros que sugerem estabelecimentos de referência da região, todos eles impulsionam o turismo da sua zona, levando os turistas às principais atrações locais, e sugerindo restaurantes regionais para provarem a harmonização dos seus vinhos. Os produtores nacionais são verdadeiros guias turísticos.

Mas a inovação tem de ser constante, por parte do produtor, para que consiga acompanhar o consumidor que está em igual transformação. Nesta matéria pressupõe também a digitalização e a automação nos seus processos, realidades que chegaram com a evolução tecnológica e que vieram para ficar.

Nos dias de hoje, o enoturismo já vai muito além das atividades que os produtores disponibilizam. Os turistas querem vivenciar a cultura e a tradição de cada região, as novas experiências passam pela criação do seu próprio vinho, recriando os processos tradicionais da vindima aliado à inovação, querem conhecer o modo de vida dos habitantes locais e visitar lugares fora do comum. Os produtores têm de criar uma oferta que responda à necessidade que existe.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Distribuição

Expo Abreu regressa em 8ª edição e promete descontos até 60%

A 8ª edição da Expo Abreu vai ter lugar no fim-de-semana de 22 e 23 de outubro, promovendo, mais uma vez, descontos em viagens que podem chegar aos 60%.

Com descontos que podem chegar aos 60% nas mais de 110 lojas da rede espalhadas por todo o país, em abreu.pt e nos stands temáticos que, mais uma vez, estarão localizados nos principais centros comerciais, a Expo Abreu vai decorrer a 22 e 23 deste mês de outubro.

“A viagem que nos une” é o mote do Jornal Expo Abreu’22 e marca, segundo a empresa, “um momento de reencontro com os clientes, de quem desvendamos experiências vividas com a Agência Abreu”. Contados na primeira pessoa, estes testemunhos, refere ainda a Agência Abreu são resultado do passatempo “Viajante Abreu”, e “esta é uma forma de agradecermos a confiança que nos transmitem”.

O catálogo já está a ser distribuído nas lojas da rede em todo o país e está disponível online. Os stands localizados nos centros comerciais vão, igualmente, contar com a brochura.

Seja a pensar nas escapadas dos feriados ou em férias mais longas, este catálogo apresenta produtos e pacotes como os mercados de Natal nas cidades europeias, o fim de ano na Madeira, bem como destinos tropicais como as Caraíbas ou o Índico.

O Jornal Expo Abreu’22 destaca também o produto neve, cuja temporada se está a aproximar, e inclui ainda propostas para Europa, Estados Unidos, Médio Oriente, bem como o regresso das Grandes Viagens.

De regresso à Expo Abreu está também a Disneyland Paris, representando-se em espaços temáticos dedicados aos mais pequenos, no Braga Parque e no Oeiras Parque.

Entre as sugestões estão também dois dos produtos preferidos do cliente Abreu: Circuitos e Cruzeiros. Nos Cruzeiros, o destaque vai para o Exclusivo no Mediterrâneo, que irá celebrar 35 anos de canções a bordo de um cruzeiro.

Sobre este cruzeiro, refira-se que 16 de abril de 2023, o MSC Fantasia fará um itinerário de sete dias no Mediterrâneo, com partida e chegada de Lisboa. A bordo, os fãs de Tony Carreira terão oportunidade de assistir aos concertos e participar em ações-surpresa que o artista está a preparar. Para promover esta partida única, o próprio Tony Carreira vai estar presente em centros comerciais onde irá decorrer a Expo Abreu: 23 e 30 de outubro, no Braga Parque e Marshopping Matosinhos, respetivamente; e 6 de novembro no Fórum Almada.

Para Pedro Quintela, diretor de Vendas e Marketing, da Agência Abreu, “a realização da 8º edição da Expo Abreu, num ano onde sentimos de forma mais concreta a liberdade de viajar, é um marco importante, daí termos convidado os nossos clientes a falar sobre o quão bom é voltar a viajar connosco”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Premium

Portugal tem lugar no pódio no enoturismo

A qualidade do enoturismo coloca Portugal no pódio das regiões vinícolas mais famosas em todo o mundo, quer pela produção de vinhos, da cultura da vinha e das experiências relacionadas com estes setores. O enoturismo está a crescer a olhos vistos no nosso país e o seu desenvolvimento, em praticamente todas as regiões, permite criar um turismo diferenciador e possível de ser usufruído durante todo o ano.

Portugal é o segundo melhor país para os amantes de vinho visitarem nas férias, posição que ocupa pelo segundo ano consecutivo, destronado apenas pela Itália. Um recente estudo da Bounce destaca ainda países como Espanha, França, Nova Zelândia, Grécia, Chile, Argentina, Austrália e a Hungria no ranking dos 10 melhores.

O trabalho, que analisa fatores como o consumo e produção de vinho, a área dos vinhedos face à dimensão do país, as visitas de enoturismo e o custo médio da garrafa de vinho, visa dar a conhecer as melhores localizações para quem gosta de vinho visitar nas suas férias.

A Itália ocupa o primeiro lugar, sendo o maior produtor com 82 milhões de hectolitros por 100.000 pessoas e com cerca de 400 variedades de vinhas nativas no país, seguindo-se Portugal com o maior número de visitas de enoturismo.

Muitas pessoas adoram a experiência de experimentar coisas novas, o que é especialmente verdade com o vinho. De passeios em vinhedos e degustações de vinhos a novas misturas criadas por enólogos inovadores, o mundo do vinho oferece infinitas possibilidades para explorar. Os amantes do vinho levam isso ainda mais longe, viajando pelo mundo para vivenciar novas experiências.

Segundo a análise, Portugal tem duas regiões produtoras de vinho designadas como património mundial da UNESCO, uma das quais produz o vinho mais reconhecido de Portugal, o Porto, em homenagem à cidade do Porto. Esta reputação internacional de produzir vinhos únicos pode ser a razão pela qual este país também tem o maior número de tours de vinho. Esta designação da UNESCO tornou locais como o vale do Douro, berço do Porto, em atrações turísticas populares para os amantes do vinho, levando a um elevado número de passeios e provas de vinho.

O enoturismo representa um excelente veículo para quem quiser descobrir uma região através do vinho e conhecer todos os seus aspetos culturais e turísticos, e neste caso, as rotas do vinho desempenham um papel importante de organização e divulgação deste segmento.

Ao descobrir-se o vinho no seu meio natural, compreende-se que este não é uma bebida qualquer, mas sim um produto tradicional, cheio de história. Portugal é, todo ele, uma mancha vitícola pelo que o enoturismo representa um veículo para que as pessoas que visitam uma região possam descobrir, através do vinho, todos os aspetos culturais da mesma, do artesanato ao património paisagístico, arquitetónico e museológico, passando pela gastronomia.

Vinho é sinónimo de alegria, de amizade, de celebração. Nos últimos tempos, tem sido também sinónimo de crescimento no turismo, sobretudo com o setor a recuperar de um dos piores momentos de sempre, e com as pessoas a procurar cada vez mais destinos rurais.

Produto estruturante
Portugal, mais propriamente o Alentejo (Reguengos de Monsaraz), foi palco, o ano passado, da Conferência Mundial de Enoturismo, sob a égide da OMT – Organização Mundial do Turismo, com o mote “Enoturismo – um motor do desenvolvimento rural”, onde foi destacado o contributo deste segmento para o desenvolvimento regional e o seu potencial para gerar inovação e negócio para os territórios e para as empresas.

A Conferência incluiu apresentações e debates sobre as diversas dimensões do enoturismo, nos quais se incluem os temas relacionados com a inovação, a sustentabilidade, a gestão de destinos turísticos, bem como o cruzamento com a gastronomia e o reforço do conhecimento da procura e das tendências do consumidor.

É nesta perspetiva que a OMT olha para este segmento, como motor do crescimento das economias locais e de mudança social: “Este é um setor que pode liderar uma mudança positiva, especialmente em muitas comunidades rurais, criando empregos e oportunidades nas áreas mais despovoadas, impulsionando o crescimento económico e preservando o ambiente natural e cultural”, conforme testemunhou, no Alentejo, o seu secretário-geral, Zurab Pololikashvili.

Identificado na Estratégia Turismo 2027 (ET27) como um dos ativos qualificadores do destino, o enoturismo, pelas suas caraterísticas e valências, possui uma capacidade de atração e retenção de um público altamente qualificado e com elevado poder de compra, permitindo múltiplas âncoras de atração em todo o território e durante todo o ano, contribuindo assim para a coesão territorial da atividade turística e para a redução da sazonalidade, indica o Turismo de Portugal, que empenhado em manter o destino no topo das preferências dos turistas, lançou um programa de ação para o enoturismo.

Este programa implementa-se na prática através de ações de promoção e formação com o objetivo de potenciar o cross-selling entre ‘vinho’ e ‘turismo’, induzir boas práticas nos agentes do setor, contribuir para a estruturação e valorização de destinos e rotas de enoturismo e valorizar os territórios vinhateiros.

No que se refere à projeção internacional do enoturismo, sob a marca “PortugueseWineTourism”, têm sido desenvolvidas várias ações de promoção de Portugal enquanto destino de enoturismo nos mercados externos.

Este segmento assume centralidade nas iniciativas junto do trade internacional, bem como na captação de eventos internacionais, como foi o caso desta Conferência Mundial de Enoturismo da OMT.

Igualmente, a plataforma digital www.portuguesewinetourism.com que agrega a oferta de enoturismo nacional, conferindo-lhe maior escala e notoriedade nos mercados interno e externo e funcionado também como âncora na vertente de promoção internacional, tem tido um papel importante.

Foi também a Conferência de Reguengos de Monsaraz que deu o pontapé de saída para a criação do Conselho Estratégico Nacional do Enoturismo, com vista a alargar o compromisso deste segmento a outras entidades, públicas e privadas, em todo o território nacional.

O Conselho Estratégico Nacional do Enoturismo, coordenado pelo Turismo de Portugal, assume-se como um grupo de reflexão, debate e concertação sobre o enoturismo nacional, competindo-lhe também a formulação de recomendações com base nas prioridades estratégicas definidas.

Refira-se que 10% daqueles que nos visitaram em 2019, num universo global de 27 milhões de turistas, vieram pelo enoturismo e pelo vinho, mas o Governo acredita que “conseguimos mais”.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Transportes

Emirates premiada pelo papel no crescimento do turismo das Maldivas

O prémio entregue à Emirates visou distinguir o “papel fundamental” da companhia aérea para o desenvolvimento socioeconómico e crescimento do turismo nas Maldivas.

A Emirates foi distinguida nas Maldivas pelo seu papel no crescimento da indústria de turismo no país, que atribuiu à companhia aérea o “Prémio de Ouro do Presidente para o Turismo”.

“Emirates recebeu o prestigioso reconhecimento por “Contribuições Excecionais para o Desenvolvimento do Turismo nas Maldivas”, destacando os seus 35 anos de serviço ao país, com voos de e para Malé desde 1987″, indica a companhia aérea, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 13 de outubro.

O prémio entregue à Emirates visou distinguir o “papel fundamental” da Emirates para o desenvolvimento socioeconómico das Maldivas nos últimos 35 anos, ao longo dos quais a companhia aérea tem contribuído para o crescimento da indústria do turismo, que é um pilar da economia das Maldivas.

Na informação divulgada, a Emirates lembra que, desde 1984, operou já mais de 29.000 voos de ida e volta para as Maldivas, tendo efetuado cerca de 135 milhões de quilómetros nesta rota e transportado 8,5 milhões de passageiros de e para o destino.

Atualmente, a Emirates opera 28 voos por semana entre o Dubai e as Maldivas, sendo que, além destas ligações aéreas, a companhia aérea oferece ainda um serviço diário entre Malé e Colombo.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

FlixBus chega a Beja e vai também ligar Castelo Branco a Campanhã e ao aeroporto do Porto

A FlixBus voltou a expandir a sua rede doméstica em Portugal, com a abertura de novas ligações para Beja e, esta sexta-feira, 14 de outubro, abre novas linhas de Castelo Branco para o Porto.

A FlixBus voltou a expandir a sua rede doméstica em Portugal, com a abertura de novas ligações para a capital do Baixo Alentejo, passando a ligar a cidade de Beja a Évora e Lisboa.

A FlixBus destaca que são “três as ligações diárias” existentes nesta linha para Beja, cujos bilhetes apresentam preços desde 2,99 euros para as ligações entre Beja e Évora, enquanto as ligações entre a capital do Baixo Alentejo e Lisboa apresentam preços desde 4,99 euros.

“Continuamos a expandir a nossa rede em Portugal, e a levar os nossos autocarros verdes a cada mais cidades e vilas portuguesas, indo ao encontro das necessidades daqueles que privilegiam este meio de transporte, e também para dar resposta ao aumento da procura que se tem sentido ao longo dos últimos meses”, afirma Pablo Pastega, diretor-geral da FlixBus para Portugal e Espanha.

Além da nova linha de Beja, a FlixBus prepara-se para passar a ligar também Castelo Branco à estação de Campanhã e ao aeroporto do Porto, a partir desta sexta-feira, 14 de outubro.

No caso das ligações de Castelo Branco para o Porto, os preços dos bilhetes começam nos 4,99 euros. Além do Porto, a FllixBus liga também Castelo Branco a Coimbra, cujos preços começam nos 2,99 euros.

A empresa de autocarros de passageiros alerta, no entanto, que “os preços dos bilhetes FlixBus variam de acordo com a antecipação da compra, um pouco à semelhança do que acontece com as companhias aéreas, pelo que, quanto mais cedo se comprarem os bilhetes, mais barata é a viagem”.

“Estamos a trabalhar na expansão da nossa rede e 2023 vai ser um ano desafiante para a FlixBus em Portugal, já que iremos aumentar significativamente a nossa rede, lançando novas linhas e ligações, e, consequentemente, aumentar o número de autocarros na estrada. São vários os problemas que este sector dos transportes enfrenta, atualmente, que vão desde a falta de motoristas à grave crise energética, pelo que temos um enorme desafio pela frente”, acrescenta Pablo Pastega.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

Solférias e Exoticoonline lançam programa especial para São Luís do Maranhão

Os operadores turísticos Solférias e Exoticoonline acabam de lançar no mercado um programa especial para mais um destino no Nordeste do Brasil. Trata-se de São Luís do Maranhão.

Em nota de imprensa conjunta, os dois operadores turísticos referem que respondem, assim, ao desafio lançado pelo Governo do Estado do Maranhão a comercializar um voo especial para o destino e dar oportunidade aos portugueses de “conhecer todos os seus recantos e belezas”.

A Solférias e a Exoticoonline indicam ainda que é uma boa oportunidade, já que este programa o permite, de o mercado português descobrir “as encantadoras praias de São Luís”, bem como “explorar o incrível Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e as suas conhecidas lagoas entre dunas”.

Contando com o apoio da operadora Taguatur, que irá comercializar Portugal Continental e Açores como destinos turísticos, este voo especial, em equipamento Azores Airlines, tem data de saída agendada para o dia 12 de dezembro de 2022.

O programa de sete noites, encontra-se disponível para saídas de Lisboa e/ou de Ponta Delgada e apresenta preços a partir de 1.321 euros por pessoa em quarto duplo.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Tecnologia

Vasco Translator V4 ganha “Good Design Award”

Este é o segundo prémio que o dispositivo da Vasco Electronics recebe. Depois do “Red Dot Design Award”, agora é a vez do “Good Design Award” na categoria “ICT equipment for the general public”.

O mais recente tradutor da Vasco Electronics (Vasco Translator V4) foi galardoado na categoria “ICT equipment for the general public”, tendo sido o segundo prémio atribuído ao dispositivo, depois de ter sido reconhecido, mesmo antes do lançamento comercial, o galardão internacional “Red Dot Design Award”, conhecido como “o Óscar do design”.

Premiado na categoria “Product Design 2022”, o júri destacou o facto de o Vasco Translator V4 “caber em qualquer bolso” e ter “um toque agradável”.

Os tradutores da Vasco Electronics são desenvolvidos na União Europeia, encontrando-se Portugal entre os mercados estratégicos em que a marca investiu nos últimos anos, com a abertura de um escritório em Braga.

O Vasco Translator V4 foi concebido por uma equipa de especialistas tendo em conta o critério da funcionalidade, mas também o da estética. O tradutor eletrónico é de fácil manuseamento, graças ao seu formato compacto e ao peso reduzido, sendo resistente ao pó, salpicos e ao choque, além de contar com altifalante de 99 dB e um touchscreen de 5”.

Para João Fernandes, Country Manager da Vasco Electronics em Portugal, a atribuição do ‘Good Design Award’ é “um excelente reconhecimento de todo o esforço e atenção ao detalhe que a nossa equipa coloca no desenvolvimento dos nossos dispositivos”.

Lançado em julho de 2022, o Vasco Translator V4 é o mais recente passo da marca no objetivo de revolucionar a comunicação a nível global. A nova funcionalidade de tradução de texto, para frases ou palavras, pode ser operada por voz ou por via do keyboard no ecrã do tradutor. Alternativamente, o V4 mantém os botões físicos, agora apenas na lateral, e disponibiliza ainda uma lanterna – tudo para oferecer uma experiência cada vez mais confortável.

O Vasco Translator V4 conta com um cartão SIM integrado com Internet vitalícia, gratuita e ilimitada em quase 200 países, dispensando a necessidade de wifi para funcionar, anunciando a empresa criadora do dispositivo uma taxa de “96% de precisão nas traduções”, graças a 10 mecanismos de tradução e uma atenção a expressões idiomáticas e coloquiais.

De referir que o Vasco Translator V4 está disponível em cinco cores – Black Onyx, Pearl White, Stone Gray, Cobalt Blue e Ruby Red, e tem um preço recomendado de 389 euros.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

Nos últimos 12 meses: Lisbon Helicopters pôs mais de 6.500 pessoas a voar

Desde o seu relançamento de atividade, após o período pandémico, ou seja, nos últimos 12 meses, a Lisbon Helicopters, empresa especializada em voos turísticos de helicóptero na região metropolitana de Lisboa, conseguiu pôr mais de 6.500 pessoas a passear pelos céus da região.

Este número se traduz em mais de 3.300 voos efetuados para mostrar Lisboa pelos ares, o que significa um crescimento superior a 175% face ao período homólogo.

Duarte Moreira, responsável comercial da empresa indica, em nota de imprensa, que “esta é uma operação muito sui generis e com um potencial de crescimento inigualável no mercado turístico de Lisboa”, para adiantar que “tivemos um relançamento da nossa atividade com um esforço comercial ímpar e que trouxe excelentes resultados.”

Contribuiu, igualmente, para este aumento, segundo o responsável “a meteorologia, a qual ajudou bastante, permitindo voar durante uma grande parte do Inverno. Ao mesmo tempo pudemos perceber que este é um produto que tem uma forte capacidade de atração de públicos diversos, não só de turismo estrangeiro, como de experiências com clientes nacionais”, destacou.

Fundada em 2013, a Lisbon Helicopters integra o grupo HELIBRAVO, operador há mais de 20 anos de voos de helicóptero e avião. A sua atual frota de helicópteros permite proporcionar experiências diversificadas que vão desde rotas à descoberta da cidade, experiências personalizadas para ocasiões especiais, eventos de teambuilding e ativação de marca, bem como serviços VIP de transporte.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.