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Quadrante marca formação em Lisboa, Porto e Coimbra

Entre Abril e Maio, o operador Quadrante vai desenvolver várias acções de formação aos agentes de viagem. Quem o diz é Ricardo Andrade, responsável do operador. A primeira cidade a visitar será Lisboa, entre os dias 27 e 29 de Abril; seguindo-se o Porto a 11 e 12 de Maio; e Coimbra, dia 13 do… Continue reading Quadrante marca formação em Lisboa, Porto e Coimbra

Liliana Cunha
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Quadrante marca formação em Lisboa, Porto e Coimbra

Entre Abril e Maio, o operador Quadrante vai desenvolver várias acções de formação aos agentes de viagem. Quem o diz é Ricardo Andrade, responsável do operador. A primeira cidade a visitar será Lisboa, entre os dias 27 e 29 de Abril; seguindo-se o Porto a 11 e 12 de Maio; e Coimbra, dia 13 do… Continue reading Quadrante marca formação em Lisboa, Porto e Coimbra

Liliana Cunha
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Entre Abril e Maio, o operador Quadrante vai desenvolver várias acções de formação aos agentes de viagem. Quem o diz é Ricardo Andrade, responsável do operador.

A primeira cidade a visitar será Lisboa, entre os dias 27 e 29 de Abril; seguindo-se o Porto a 11 e 12 de Maio; e Coimbra, dia 13 do mesmo mês. Nestes dias, a Quadrante vai formar a Airmet, DViagem, El Corte Inglés, GEA e Marsans. No entanto, espera-se que várias outras redes também venham a receber formação.

No Inverno serão retomadas estas acções.

Tailândia, Argentina, Quénia, Tanzânia, Moçambique, St. Martin, Sta. Lucia e Barbados são alguns dos destinos que serão apresentados durante estas acções de formação.

Paralelamente, a Quadrante tem ainda novidades no que toca a destinos, nomeadamente Israel e Líbia, estando integrados na brochura relativa ao Médio Oriente. Já a Malásia, “um destino que ao longo do ano apresenta picos de maior e menor procura, passa a estar integrada na brochura da Tailândia”. Segundo Ricardo Andrade, esta é uma proposta que pode servir de alternativa à Tailândia, “devido às semelhanças entre os dois destinos, nomeadamente, no que toca a monumentos e ilhas exóticas, por exemplo”, acrescenta.

Toda a programação da Quadrante começará a ser distribuída em meados de Abril, altura em que os promotores começarão a visitar as agências nacionais.

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“Fazer!” é tema do 47º Congresso da APAVT em Ponta Delgada

“Fazer!”, numa perspetiva de “decisão, realização e construção”, é o tema do 47º Congresso da APAVT, revelou aos jornalistas, sexta-feira, em Lisboa, o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, Pedro Costa Ferreira. Como já havia sido anunciado, este congresso terá lugar de 8 a 11 de dezembro, em Ponta Delgada (Ilha de São Miguel – Açores).

“Estamos muito felizes e dispostos a fazer do tema a nossa prática de intervenção nos próximos anos: construir, construir, construir. Decidir e realizar. Um sangue que é muito nosso”, disse o presidente da APAVT, para realçar que estamos a edificar para as agências de viagens nossas associadas um quadro diferenciador”.

Pedro Costa Ferreira esclareceu que “uma vez mais é um congresso do turismo organizado por agentes de viagens. Do ponto de vista das suas temáticas e da adesão dos congressistas, não está apenas em redor dos agentes de viagens”, assim  “vamos outra vez fazer um ponto de situação do turismo como um todo, e uma tentativa de olhar para o futuro do setor”.

No entanto, conforme disse, “começa a ser como uma espécie de sala ao lado, um minicongresso dentro do congresso, que responde a uma cada vez maior participação dos agentes de viagens no congresso”. Trata-se de uma sessão exclusiva para agentes de viagens e “este ano vamos alargá-la no tempo e no espaço de intervenção. O congresso encerra dia 10 à hora de almoço e prosseguiremos durante todo o dia só com os agentes de viagens”, explicou.

Neste que é o terceiro Congresso da APAVT realizado na Região Autónoma dos Açores, sob a presidência de Pedro Costa Ferreira, “um enorme destino, mas com desafios que devem ser encarados, e teremos um painel dedicado à análise destas questões, assim como teremos um momento depois de conhecimento e vivência do destino turístico em si, que acontecerá da parte da tarde do segundo dia”, apontou.

No que diz respeito propriamente aos painéis, o dirigente sublinhou que “vamos desafiar muito os congressistas a falar menos do que te corrido pior, apenas o necessário, para expressarem sobre o que temos que fazer melhor e esperamos com isso contribuir para uma política mais próxima da realização e com menos momentos de anúncio”.

Assim, a questão do crescimento do país vai estar na sessão de abertura, numa tradição que “é muito nossa, que é dotar os congressistas de um pensamento mais global, mais geral, menos focado no próprio setor”.

Os grandes desafios do modo geral do turismo português estarão em painel  próprio, a necessidade de diversificação do produto, de novos mercados e de mais território vão ter também painel próprio, bem como os caminhos para os Açores, para além de uma sessão exclusiva para agentes de viagens.

Do ponto de vista de alguns oradores e intervenientes já confirmados, o congresso contará, no painel de crescimento com presença do deputado da Iniciativa Liberal, Carlos Guimarães Pinto, Pedro Siza Vieira e Nadim Habib, da Nova SBE. A APAVT diz que não dispensa o presidente da SATA, Luís Rodrigues, Álvaro Covões no painel da diversificação de produto, novos mercados e mais território, bem como o presidente da Câmara de Aveiro, Ribau Esteves.

Catarina Valência, especialista em património cultural, fará, igualmente, uma intervenção na tentativa de colocar este património cultural nas práticas turísticas. A presença, pelo Turismo de Portugal, num dos painéis, participará o vogal Filipe Silva, enquanto Margarida Almeida, CEO da Amazing Evolution, desenvolverá alguns aspetos relacionados, entre outros, “com a tendência preocupante do aumento do preço associada a quebra de serviço”, avançou Pedro Costa Ferreira. A nível internacional, para já está confirmada a presença do presidente da ECTAA, na sessão de encerramento.

Finalmente, “é também nossa tradição o espírito de network e de fortalecimento de relações entre as pessoas”. Neste âmbito, numa das noites do congresso, está programado um espetáculo com uma dimensão bastante grande, do mágico Luís de Matos.

O presidente da APAVT destacou que “o Congresso tem uma dimensão entre 600 e 700 pessoas, uma dimensão perfeitamente razoável e indicada para os objetivos do congresso. Não buscamos um crescimento contínuo e sem sentido”, adiantando que “as inscrições já começaram e estão a decorrer em muito bom número. Diria que em melhor ritmo do que o ano passado”.

 

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OE2023: AHRESP apresenta 25 propostas ao Governo para “salvaguardar as empresas”

A aplicação temporária da taxa reduzida do IVA nos serviços de alimentação e bebidas é uma das medidas apresentada pela associação.

Dada a aproximação da apresentação do Orçamento de Estado para 2023 (OE2023), a 10 de outubro, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) propôs ao Governo 25 medidas “para salvaguardar as empresas e contribuir para o fortalecimento da economia portuguesa”, conforme se pode ler em comunicado enviado às redações.

As medidas propostas incidem em cinco eixos estratégicos: fiscalidade, capitalização das empresas, incentivo ao consumo, apoio ao investimento e qualificação e dignificação do emprego, sendo que o documento com a enumeração de todas as propostas encontra-se disponível para consulta no website da AHRESP.

Destas, a associação destaca quatro medidas que considera prioritárias: a aplicação temporária da taxa reduzida do IVA nos serviços de alimentação e bebidas; instrumentos de apoio à capitalização das empresas; apoios ao investimento na eficiência energética e na transição digital e mecanismos/plataformas que apoiem e facilitem a contratação de trabalhadores, nomeadamente a contratação organizada de imigrantes.

“A AHRESP considera que é essencial a inclusão de medidas ambiciosas e significativas para as empresas e para as famílias, de forma a minimizar o impacto da inflação e do aumento dos custos da energia e dos combustíveis”.

Como prosseguem em comunicado, a associação aponta que apesar “do pico da atividade dos meses de verão, as margens de negócios estão completamente esmagadas – os custos energéticos aumentaram 24% e os produtos alimentares 15,4%, enquanto na restauração e similares os preços aumentaram 4.5%”. Apoiando-se nestes dados do INE, a AHRESP conclui que “a grande maioria das empresas optou por absorver uma parte desse aumento de custos para não lesar em demasia os seus clientes, pelo que as margens estão no seu limite”.

Neste contexto, a associação alega que é “imperioso” proteger “o poder de compra dos consumidores, mas também a tesouraria das empresas, que ainda não retomaram os níveis pré-pandemia e são agora sujeitas a um novo contexto de adversidade económica e financeira”.

Numa nota final, a AHRESP defende que “o OE2023 deverá ser um instrumento determinante na defesa das atividades económicas do Canal HORECA, pois só assim será possível garantir que o contributo dado pelo Turismo para a recuperação económica pós-pandemia não tenha sido em vão, assegurando-se a sustentabilidade dos negócios e a manutenção dos postos de trabalho”.

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Nova edição: merytu, sustentabilidade, Quadrante e Animação Turística

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

Pensada em 2020 e lançada no ano passado, esta plataforma pretende facilitar o contacto entre quem emprega e quem procura emprego liberal e flexível. Apesar de ter uma especial incidência na hospitalidade, a merytu pretende abranger todo o turismo a nível nacional, entre outros setores de atividade já em vista.

Nesta edição, saiba também o que está a fazer o operador turístico Quadrante, que decidiu mudar alguns paradigmas para estar mais próximo dos agentes de viagens, e conheça as conclusões a que chegou Cláudia Seabra, investigadora da Universidade de Coimbra, que foi estudar o impacto da COVID-19 na sustentabilidade no turismo.

Os Publituris Portugal Travel Awards 2022 estão a chegar e, por isso, os nomeados voltam a integrar esta edição, até porque a votação para eleger os vencedores termina já a 7 de outubro.

Até lá, ainda é possível votar nos 104 nomeados em 15 categorias que concorrem na edição deste ano e que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está disponível aqui.

Nesta edição, publicamos ainda um dossier sobre animação turística, segmento que continua a encontrar vários constrangimentos e cuja recuperação ainda é tímida. Integrada neste trabalho, está também uma entrevista ao presidente da APECATE, associação que representa a animação turística, congressos e eventos, que se queixa dos parcos apoios destinados a este setor.

Além do Check-in, as opiniões desta edição são de Francisco Jaime Quesado (economista), Mafalda Almeida (professora do ISCE), António Paquete (economista) e Luiz S. Marques (investigador).

Boas leituras!

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Edição Digital: merytu, sustentabilidade, Quadrante e Animação Turística

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

Pensada em 2020 e lançada no ano passado, esta plataforma pretende facilitar o contacto entre quem emprega e quem procura emprego liberal e flexível. Apesar de ter uma especial incidência na hospitalidade, a merytu pretende abranger todo o turismo a nível nacional, entre outros setores de atividade em vista.

Nesta edição, saiba também o que está a fazer o operador turístico Quadrante, que decidiu mudar alguns paradigmas para estar mais próximo dos agentes de viagens, e conheça as conclusões a que chegou Cláudia Seabra, investigadora da Universidade de Coimbra, que foi estudar o impacto da COVID-19 na sustentabilidade no turismo.

Os Publituris Portugal Travel Awards estão a chegar e, por isso, os nomeados voltam a integrar esta edição, até porque a votação para eleger os vencedores termina já a 7 de outubro.

Até lá, ainda é possível votar nos 104 nomeados em 15 categorias que concorrem na edição deste ano e que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está disponível aqui.

Nesta edição, publicamos ainda um dossier sobre animação turística, segmento que continua a encontrar vários constrangimentos e cuja recuperação continua a ser tímida. Integrada neste trabalho, está também uma entrevista ao presidente da APECATE, associação que representa o setor da animação turística, congressos e eventos, que se queixa dos parcos apoios destinados ao setor.

Além do Check-in, as opiniões desta edição são de Francisco Jaime Quesado (economista), Mafalda Almeida (professora do ISCE), António Paquete (economista) e Luiz S. Marques (investigador).

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Novo aeroporto de Lisboa: Comissão técnica vai estudar cinco soluções

A comissão técnica que vai fazer a avaliação ambiental estratégica para o novo aeroporto de Lisboa terá em mãos cinco soluções, mas podem ainda propor mais caso entenda, revelou aos jornalistas o ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira.

Em causa, segundo o governante citado pela Lusa, está a solução em que o aeroporto Humberto Delgado fica como aeroporto principal e Montijo como complementar, uma segunda em que o Montijo adquire progressivamente o estatuto de principal e Humberto Delgado de complementar, uma terceira em que Alcochete substitui integralmente o aeroporto Humberto Delgado, uma quarta em que será este aeroporto o principal e Santarém o complementar e uma quinta em que Santarém substitui integralmente a Portela.

Já na quarta-feira à noite, em entrevista à RTP3, Pedro Nuno Santos, havia avançado que a comissão técnica do novo aeroporto de Lisboa, com responsabilidade de apresentar um estudo de avaliação ambiental estratégica com conclusões até final de 2023, vai poder estudar mais localizações, além de Montijo, Alcochete e Santarém, lembrando que em 50 anos já foram analisados 17 locais.

A comissão técnica vai poder “incluir, se o entender, outras localizações na avaliação ambiental estratégica”, além das “que se conhecem”, disse, lembrando que “todo o trabalho que foi feito antes ao longo dos últimos anos será também utilizado”, estimando-se terem sido gastos cerca de 70 milhões de euros em estudos para a localização do novo aeroporto.

Ainda segundo o ministro, a comissão técnica vai ser liderada por um coordenador geral escolhido pelo primeiro-ministro, António Costa, mas sob a indicação do presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, do presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e do presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento sustentável. “Estas três personalidades vão sugerir um coordenador geral que depois vai constituir seis equipas que vão trabalhar em seis dossiers diferentes”, acrescentou.

Refira-se que o Governo aprovou esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, uma resolução que determina a avaliação ambiental estratégica para escolher a localização do novo aeroporto de Lisboa, através de uma comissão técnica independente que terá um coordenador geral, sob proposta de três personalidades.

Além disso, foi aprovada uma proposta de lei que clarifica a intervenção dos municípios nos “procedimentos de construção, ampliação ou modificação de um aeródromo, de forma a clarificar que no procedimento de apreciação prévia de viabilidade relativa à construção de aeroportos os pareceres das câmaras municipais não são vinculativos”, adiantou André Moz Caldas, secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, também citado pela Lusa.

Portela precisa de obras “já” diz Nuno Pedro Santos

O ministro das Infraestruturas e Habitação, declarou também aos jornalistas, no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira, que o aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, precisa de obras “já”, não permitindo aumentar a sua capacidade, mas pelo menos a sua fluidez operacional e conforto do passageiro, tendo em conta que o novo aeroporto “vai demorar”.

Como esta iniciativa implica investimento alteração das bases da concessão com a ANA – Aeroportos de Portugal, detida pelo grupo Vinci, Pedro Nuno Santos indicou que é nesse quadro que é possível “chegar a um valor” para este investimento, chegando a um “entendimento” com a concessionária.

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Viagens El Corte Inglés renova estrutura em Portugal

O Grupo Viagens El Corte Inglés acaba de anunciar a renovação da sua estrutura em Portugal. Nuno Brás Francisco, que nos últimos 22 anos no grupo desempenhou funções na área Financeira e Direção de Pessoas & Talento, assumirá o cargo de subdiretor de toda a operação no nosso país.

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Na nova equipa diretiva, António Alexandre Pereira irá liderar a área de Business Travel e respetiva equipa do segmento corporate em Portugal, enquanto na área do Leisure, Dora Pinto será responsável pela rede de lazer, potenciando sinergias entre a mesma e serviços transversais. Estes dois profissionais contam com mais de 20 anos ao serviço da empresa, e com vasta experiência no modelo de negócio das Viagens El Corte Inglés.

No aproveitamento de sinergias, a reorganização a empresa unifica os Departamentos de Produto e Marketing sob a direção de Pedro Pereira, que integra ainda, como novidade, uma área

exclusivamente dedicada ao seu produto estrela: cruzeiros, com João Pereira como key account.

Como product manager da aviação e 18 anos no grupo, Vanessa Rosa estará encarregue da gestão das companhias aéreas e apoio à rede de vendas.

A nova estrutura contará também com um novo Departamento de Organização, liderado por Filipa Aldeia, também ela com 20 anos no grupo, que irá implementar novos procedimentos na melhoria do fluxo de comunicação, assegurar processos que visam garantir padrões qualidade da empresa de viagens, e apoio na expansão da rede de venda.

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W2M reorganiza estrutura diretiva em Espanha

A divisão de viagens do Grupo Iberostar reformulou a sua estrutura diretiva em Espanha, numa reorganização que afeta tanto a distribuição como a gestão hoteleira e que visa contribuir para o “reforço do projeto”.

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A World2Meet (W2M), a divisão de viagens do Grupo Iberostar, reformulou a sua estrutura diretiva em Espanha, reorganização que afeta tanto a distribuição como a gestão hoteleira e que visa contribuir para o “reforço do projeto”.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur,  na distribuição, Enric Riera, que liderou a distribuição da W2M nos últimos dois anos, passa a ter funções mais abrangentes, enquanto diretor-geral da W2M Clients.

Segundo a informação divulgada pela W2M, Enric Riera passa a ser responsável pela estratégia de relacionamento com os clientes, bem como pela redefinição do papel da rede de retalho do grupo e ainda pelo desenvolvimento de novos canais de venda.

Já Guillermo González Vallina passa a director-geral de Distribuição da W2M, substituindo Enric Riera no cargo que este desempenhava até à indicação para as novas funções.

Guillermo González Vallina conta com uma carreira de quase 20 anos em cargos de máxima responsabilidade em grandes empresas do setor do turismo e anteriormente desempenhava funções de diretor de Vendas para Espanha, Portugal e Norte de África na W2M.

A reestruturação levada a cabo abrange também a Azul Marino, a marca de agências de viagens da W2M, que passa a contar com Inma Fernández na administração, profissional que transita do grupo Ávoris.

Inma Fernández é acompanhada por Ana Sáinz, que vai assumir a direção de Desenvolvimento de Negócios para Grupos Estratégicos, assim como por Alicia Blanes, que passa a ser responsável pela direção Comercial da rede de agências.

 

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Hotelaria

Vila Galé adere às magic boxes da Too Good To Go

A Vila Galé acaba de aderir às denominadas magic boxes da Too Good To Go, a app que permite aproveitar o excedente alimentar de diferentes estabelecimentos aderentes, a preços reduzidos.

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Nesta fase, a cadeia disponibiliza cabazes de pequeno-almoço por 2,99€ nos hotéis em Lisboa, Porto e Algarve, que incluem duas peças de padaria, uma porção de mini salsicha e três minipeças de pastelaria. E podem ser recolhidas todos os dias nessas unidades, entre as 11h00 e as 12h30.

A magic box de brunch é outra das opções. Está disponível aos domingos e pode ser levantada no Vila Galé Porto Ribeira (Porto) ou no Vila Galé Ópera (Lisboa). Custa 3,99€, oferecendo dois mini salgados e uma porção de arroz de pato ou de bacalhau com natas.

Nas unidades do Algarve – Vila Galé Lagos, Vila Galé Náutico (Armação de Pêra) e Vila Galé Cerro Alagoa (Albufeira) – é ainda possível encomendar almoço e jantar por 4,99€. Estas magic boxes contêm duas peças de padaria, uma sopa ou uma salada, um prato do dia e uma sobremesa.

Refira-se que, em abril, a Vila Galé lançou uma experiência piloto no hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa, que permitiu salvar 80 pequenos-almoços e 27 brunches em cinco meses. O sucesso desta iniciativa, conforme indica o grupo hoteleiro, motivou o alargamento da parceria com a Too Good to Go a mais unidades em todo o país.

Reduzir o desperdício de alimentos é uma das principais preocupações e um dos grandes objetivos da estratégia de sustentabilidade da Vila Galé, realça Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador do grupo, para acrescentar que “estamos empenhados em diminuir a nossa pegada e por isso procuramos controlar a produção de modo a garantir apenas as quantidades necessárias para cada refeição.

Também, disse o executivo: “Damos preferência a fornecedores locais e aos produtos da época, e temos vindo a reduzir a oferta de proteína animal nos nossos restaurantes, aumentando as propostas vegetarianas e veganas”.

Para comprar as magic boxes, basta fazer o download grátis da app da Too Good to Go, através da qual se processa também o pagamento. O levantamento é feito no ponto de recolha selecionado pelo utilizador.

 

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Projeto turístico de rendimento “Conceição 123” marca estreia da Maya Capital em Lisboa

A JLL acompanha o Maya Capital, um fundo de investimento imobiliário, na comercialização, em regime de exclusividade, do seu primeiro projeto imobiliário em Lisboa, o Conceição 123. O projeto foi alvo de um investimento de 65 milhões em ativos residenciais.

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Através do departamento “Residencial”, a JLL acompanha o Maya Capital, um fundo de investimento imobiliário, na comercialização, em regime de exclusividade, do seu primeiro projeto imobiliário em Lisboa, o Conceição 123. O projeto foi alvo de um investimento de 65 milhões em ativos residenciais.

Vocacionado para investidores que procuram novas oportunidades de rendimento, este projeto do Maya Capital é elegível para Golden Visa e localiza-se na Baixa, acrescentando ao mercado 13 novas frações de uso turístico.

Situado no número 123 da rua da Conceição, “este é um empreendimento de uso turístico pensado de raiz como um produto de investimento numa ótica de rendimento, garantindo aos compradores um rendimento fixo anual por um período de cinco anos”, como a JLL explica em comunicado. Os 13 apartamentos estão disponíveis nas tipologias T0 a T2 e serão entregues para exploração turística, com gestão a cargo da Lisbon Serviced Apartments.

Em nota de imprensa é ainda referido que todas as unidades deste projeto do Maya Capital serão equipadas com mobília, sendo que algumas incluem varanda. Os apartamentos têm áreas entre os 30 e os 104 metros quadrados e distribuem-se por cinco pisos.

Maya Capital

“O Conceição 123 será um sucesso em termos de ocupação turística e, por essa razão, irá captar a atenção de muitos investidores, nacionais e internacionais. Além de ser um produto que garante um retorno sólido, é também elegível para a atribuição de Golden Visa, sendo por isso especialmente atrativo para investidores oriundos do exterior da União Europeia”, assegura Patrícia Barão, Head of Residential da JLL Portugal.

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Guestcentric prevê resultados positivos para hotéis no inverno 2022/23, mas…

Apesar de existirem fatores, como a inflação, que poderão alterar a situação, razão pela qual foram elaborados três cenários potenciais, de um modo geral, a GuestCentric prevê resultados positivos para os hotéis no final de 2022 e início de 2023.

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A empresa de soluções de e-commerce hoteleiro, que trabalha com hotéis de mais de 50 países, elaborou uma previsão de negócio sob o mote “7 Razões para os Hoteleiros estarem otimistas em 2022”. Após este verão de resultados recordes e extraordinários, será interessante verificar quais as previsões que se realizaram em 2022.

Chegado o mês de setembro de 2022, os hotéis olham para o futuro com bastante antecipação, mas também, com alguma preocupação, diz a empresa, que destaca a guerra na Ucrânia, os aumentos nos preços da energia e a elevada taxa de inflação como os principais fatores que impactam negativamente as previsões dos hoteleiros para o inverno 2022/23.

Analisando 2022, até à data, conclui-se que seis das sete previsões partilhadas em fevereiro deste ano se concretizaram. E, apesar da taxa de ocupação não ter superado os níveis de 2019, o preço médio recorde que os hotéis atingiram, aliado ao forte crescimento das vendas diretas, resultaram num aumento significativo das receitas totais dos hotéis, comparativamente a esse ano, também ele um ano “recorde”, indica a GuestCentric.

Neste quadro, a empresa estima que 2022 poderá ser o melhor ano de sempre para as reservas diretas, ano em que a procura está de volta, os preços atingem valores históricos, os cancelamentos de reservas voltaram a níveis normais, o Turismo de Negócios poderá recuperar em 2022, os hoteleiros voltaram a viajar em trabalho no ano 2022, e no inverno 2022/23, embora seja impossível uma previsão do futuro 100% exata, “podemos e devemos trabalhar com cenários, baseados na informação de mercado disponível, que nos ajudarão a preparar o ano que vem”, sublinha a análise.

Para ajudar a delinear a estratégia dos hotéis para o inverno 2022/23, a GuestCentric elaborou três cenários possíveis: Inverno igual a 2019; Elevada procura no inverno, com preços mais baixos; Disrupções no mercado este inverno, gerando uma quebra na procura.

 

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