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Ribafreixo Wines desafia visitantes para vindimas

É uma proposta que a Herdade da Ribafreixo faz para os meses de verão: a propriedade está de portas abertas para quem quiser participar nas vindimas e deixar a sua marca na colheita deste ano.

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Ribafreixo Wines desafia visitantes para vindimas

É uma proposta que a Herdade da Ribafreixo faz para os meses de verão: a propriedade está de portas abertas para quem quiser participar nas vindimas e deixar a sua marca na colheita deste ano.

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Localizada na Vidigueira, a herdade alentejana oferece um programa das vindimas, que se estende ao longo dos 114 hectares da quinta, e que funciona sob marcação, de terça a sexta-feira, até nos primeiros dias de setembro.

Por 75 euros por pessoa, os participantes podem perceber como funciona o processo do corte da uva. Depois da vindima, é proporcionada uma prova clássica de três vinhos e oferecido um almoço tradicional, fora do restaurante e em mesa corrida.

O programa de vindimas Freixo insere-se num conjunto de atividades que a quinta proporciona ao longo do ano e que tem como objetivo permitir um contato mais próximo com a natureza e, em particular, com a vitivinicultura. Entre outras iniciativas, a quinta organiza piqueniques nas vinhas, e passeios de balão e de barco, além de visitas guiadas.

A Herdade da Ribafreixo é propriedade de uma jovem empresa produtora de vinho que, a partir de 2007, transformou uma manta de retalhos alentejana, constituída por 28 pequenas parcelas, numa propriedade única.

 

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Nova Edição: 50 Anos Pinto Lopes Viagens, Portugal Footprint, inclusão nas viagens, Maurícia e Muthu Aviation e seguros

Meio século de história da Pinto Lopes Viagens fazem capa desta edição do jornal PUBLITURIS. Além disso, damos a conhecer uma nova DMC, a importância da inclusão nas viagens, Maurícia, uma nova companhia aérea em Cuba, e um dossier sobre seguros de viagem.

Publituris

A primeira edição do mês de novembro faz capa com os 50 anos da Pinto Lopes Viagens. Em entrevista ao jornal PUBLITURIS, Rui Pinto Lopes, CEO da empresa que tem passado de geração em geração, mantendo a mesma identidade – viagens culturais em grupo, mas também com os olhos postos no presente e, fundamentalmente, no futuro – contou-nos esta história de meio século.

Também na “Distribuição”; damos a conhecer uma nova Destination Management Company (DMC): Portugal Footprints. A dar os primeiros passos, tendo iniciado a operação em setembro deste ano, Inês Viegas, fundadora e diretora-geral da empresa, sabe bem o que quer e o foco será sempre na autenticidade e personalização.

A finalizar a “Distribuição”, num mundo cada vez mais diverso, ter atenção a aspetos como a inclusão, diversidade e/ou comunidades locais tornou-se fulcral para promover um destino ou uma viagem. Num estudo recente a operadores e agentes de viagem, a Expedia dá algumas indicações em como aproveitar algumas, senão muitas, das oportunidades que diversos segmentos de mercado/consumidores/viajantes disponibilizam.

A convite da Solférias, Emirates e Sunlife, o jornal PUBLITURIS viajou até à Maurícia, uma ilha de azul verde a perder de vista onde diferentes culturas se juntam para formar uma só.

O historiador Jorge Mangorrinha conta-nos a história da vila alentejana de Aljustrel, uma vila pacata que vive, essencialmente, da sua mina. Esta localidade começa a ser um ponto de estadia turístico e a inauguração do Flag Hotel Villa Aljustrel, acabou por ajudar a quem passa e a quem se recolhe.

Já o convite da MGM Muthu Hotels, levaram o jornal PUBLITURIS a Cuba. Foi na 5.º edição da Bolsa Destinos Gaviota, uma mostra da oferta turística, que decorreu em Cayo Cruz, ficámos a saber que a Muthu Aviation chega em dezembro para dar resposta à escassa oferta de voos domésticos num dos principais destinos turísticos das Caraíbas.

A edição do jornal PUBLITURIS fecha com um “Dossier” dedicado aos seguros. A pandemia da COVID-19 veio alertar os portugueses para a necessidade de contratar um seguro de viagem e, apesar da situação epidemiológicas estar mais calma, a procura por coberturas com assistência médica ou contra cancelamentos continua alta. Ainda assim, o futuro dos seguros de viagem não está isento de riscos e desafios.

Além do PULSE REPORT, numa parceria entre o PUBLITURIS e a GuestCentric, as opiniões pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor) e Luiz S. Marques (investigador).

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A finalizar a “Distribuição”, num mundo cada vez mais diverso, ter atenção a aspetos como a inclusão, diversidade e/ou comunidades locais tornou-se fulcral para promover um destino ou uma viagem. Num estudo recente a operadores e agentes de viagem, a Expedia dá algumas indicações em como aproveitar algumas, senão muitas, das oportunidades que diversos segmentos de mercado/consumidores/viajantes disponibilizam.

A convite da Solférias, Emirates e Sunlife, o jornal PUBLITURIS viajou até à Maurícia, uma ilha de azul verde a perder de vista onde diferentes culturas se juntam para formar uma só.

O historiador Jorge Mangorrinha conta-nos a história da vila alentejana de Aljustrel, uma vila pacata que vive, essencialmente, da sua mina. Esta localidade começa a ser um ponto de estadia turístico e a inauguração do Flag Hotel Villa Aljustrel, acabou por ajudar a quem passa e a quem se recolhe.

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Além do PULSE REPORT, numa parceria entre o PUBLITURIS e a GuestCentric, as opiniões pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor) e Luíz S. Marques (investigador).

Leia a edição aqui.

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Sevilha quer turistas portugueses para além da cidade e Isla Mágica

O Turismo da Província de Sevilha veio a Portugal mostrar aos agentes de viagens, em dois workshops, quarta-feira, no Porto e esta quinta-feira, em Lisboa, que a região é mais do que a cidade de Sevilha e a Isla Mágica, disse ao Publituris, Lola Martin, responsável de Planificação da Prodetur.

De janeiro a setembro deste ano, Sevilha acolheu 226 mil visitantes portugueses, sendo que os melhores meses foram julho e agosto, mercado que é o quinto internacional para aquela província espanhola. Neste período, por incrível que pareça, até pela proximidade de Portugal e Andaluzia, mais de 191 mil chegaram por via aérea, um acréscimo de 40% mais do que no período homólogo de 2022, sendo que mais do que 135 saíram do aeroporto de Lisboa, e os restantes do Porto.

Estes números foram revelados ao Publituris por Lola Martin, responsável de Planificação da Turismo da Prodetur, empresa instrumental do Conselho Provincial de Sevilha responsável pela promoção do turismo na província, à margem do workshop sobre o destino, que decorreu esta quinta-feira, 9 de novembro, em Lisboa, depois de ter passado pela cidade do Porto.

A Província de Sevilha mostrou a sua oferta turística aos agentes de viagens em Portugal, passando pelo património monumental e artístico, a cultura, a natureza, o turismo ativo, as festas, o artesanato, a gastronomia e a capacidade de organização de congressos e incentivos, a juntar-se a uma rede completa de infraestruturas de comunicação e uma elevada qualidade de serviços turísticos “que fazem desta província um destino competitivo e moderno”, foi apontado.

A mensagem que foi deixada é que “há outra Sevilha”, apelando os portugueses a visitarem não só a capital e o parque temático Isla Mágica, que têm sido as principais motivações das viagens, mas descobrir toda a oferta que os diferentes concelhos abarcam, com destaque para os mais de 300 monumentos declarados Bens de Interesse Cultural, sem contar que Carmona e Itálica constam da lista de património cultural da Unesco.

Nos workshops em Portugal, seguidos de pequenas apresentações do destino, estiveram 22 empresários dos diferentes setores, desde hotéis a empresas ligadas ao turismo ativo, de animação turística, Isla Mágica, a organizadores de congressos festas e eventos corporativos, DMC e empresas de autocarros.

Lola Martin evidenciou que Portugal é um emissor de turistas bastante importante para aquela província da região andaluza, que pela proximidade, é um cliente muito repetente.

O Turismo da Província de Sevilha normalmente vem mostrar-se em Portugal todos os anos, com ações em Lisboa, Porto e Faro, e em 2024, para além desses encontros, segundo a responsável, pretende promover viagens de agentes de viagens e de imprensa portugueses para contactarem in loco com o destino.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Procura externa deverá manter crescimento, mas interna cai, revela Barómetro do IPDT

Os prognósticos para o turismo nacional apontam para uma estabilização da dinâmica do setor, perspetivando-se, contudo, um crescimento do mercado externo, contra a diminuição do mercado interno. As previsões são avançadas na 70.ª edição do Barómetro do Turismo do IPDT.

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O nível de confiança médio no desempenho do turismo nacional atingiu, em outubro de 2023, os 81 pontos, correspondendo a um ligeiro decréscimo em relação ao valor apresentado na edição passada do Barómetro do Turismo do IPDT. Alguns membros do painel antecipam um período de estabilização para a dinâmica do setor do turismo, em resultado da instabilidade e insegurança causadas pelas atuais conjunturas, nacionais e internacionais, de crise.

Neste sentido o IPDT prevê que, nos próximos meses, os resultados dos indicadores turísticos se “mantenham” (procura externa, atividade do turismo, investimento privado e público, carga fiscal, rentabilidade e endividamento das empresas e número de pessoas empregadas), apontando como “exceção” a procura turística interna que deverá “diminuir, à semelhança do ano anterior”.

Relativamente à evolução dos mercados emissores, os resultados apontam para um crescimento mais significativo por parte dos mercados externos. 83% dos respondentes indicam que a procura turística externa deverá manter-se ou, mesmo, aumentar, esperando-se, assim, um crescimento do número de dormidas, receitas e RevPar com a chegada do Natal e fim de ano.

Mais de metade dos membros do painel que responderam a esta edição consideram que o mercado americano vai continuar a aumentar a procura por Portugal, em 2024. Recorde-se que, entre janeiro e agosto de 2023, o número de passageiros norte-americanos desembarcados no nosso país registou um acréscimo de 24%, em relação a 2022, segundo dados do Turismo de Portugal.

Relativamente à temática da sustentabilidade, mais de 50% dos membros que responderam afirmam que os turistas estão predispostos a adotar práticas sustentáveis, mesmo que estas impliquem a cobrança de uma taxa. “A promoção da sensibilização e a aposta na mobilidade verde são as principais soluções propostas para minimizar e colmatar alguns dos desafios impostos pelas alterações climáticas”, aponta o barómetro do IDPT.

António Jorge Costa, presidente do IPDT, refere que “os resultados globais desta edição comprovam, de um modo geral, um crescimento sustentado do setor, com boas perspetivas relativamente à procura turística externa, apesar de alguma preocupação derivada dos conflitos armados e das suas possíveis implicações para as viagens internacionais.”

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Dubai cada vez mais apetecível para escalas de cruzeiros

A nova temporada de cruzeiros no Dubai foi oficialmente assinalada a 28 de outubro e a cidade, cada vez mais apetecível, tem a expetativa de receber até 150 navios de cruzeiro.

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O Dubai tem colaborado estreitamente com os principais portos de Abu Dhabi, Bahrein e Omã no âmbito da aliança Cruise Arabia para promover a região como um destino global para navios de cruzeiro.

A cidade do Dubai continua a atrair grandes companhias de cruzeiros, com a MSC Cruzeiros, a TUI Cruises, a Aida Cruises, a Costa Cruzeiros e a Ponant Cruises, entre outras, que a consideram como porto de embarque. Além disso, o Dubai vai também receber escalas de companhias de renome tais como a Cunard, P&O Cruises, Princess Cruises, Royal Caribbean Cruise Lines, Celebrity Cruises, Norwegian Cruises, Silversea Cruises e Cordelia Cruises.

O Dubai, refira-se, oferece terminais de classe mundial, capazes de receber os maiores navios de cruzeiro internacionais. A complementar a sua oferta está ainda a sua localização estratégica como porta de entrada para a região, ligada ao Aeroporto Internacional de Dubai e a dois terminais de cruzeiros.

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Novo aeroporto internacional de Luanda com capacidade para 15 milhões de passageiros por ano

A nova infraestrutura aeroportuária de Luanda é inaugurada esta sexta-feira, 10 de novembro, e terá capacidade servir 15 milhões e passageiros por ano e pretende ser um hub na sub-região da África Austral.

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O novo Aeroporto Internacional Agostinho Neto, em Luanda, vai ser inaugurado esta sexta-feira, 10 de novembro, num investimento global de 2,5 mil milhões de euros.

A nova infraestrutura aeroportuária que servirá a capital de Angola terá capacidade para acolher 15 milhões de passageiros por ano e promete ser um hub para servir mais de 400 milhões de pessoas na sub-região da África Austral.

O Aeroporto Internacional Agostinho Neto começou a ser projetado há 26 anos, na sequência de um estudo desenvolvido pelo Banco Mundial que apontava a necessidade de um novo aeroporto. Em 2005 foi apresentado um estudo de viabilidade, elaborado pela empresa norte-americana ‘Penkins & Will’ e, no ano seguinte, o Governo angolano procedeu à reserva dos terrenos destinados à construção do aeroporto. As obras de construção, a cargo do consórcio chinês para a aviação, a ‘Commercial Aircraft Company’, tiveram início em 2013, com o custo global da nova infraestrutura aeroportuária a ser totalmente suportados por fundos públicos.

O novo aeroporto fica a cerca de 40 quilómetros do centro de Luanda e está inserido numa área de 75 quilómetros quadrados que contempla a construção de uma cidade aeroportuária e possui duas pistas paralelas com capacidade para receber aeronaves do tipo B747 e A380, atualmente os maiores aviões comerciais. A pista Sul tem 4 mil metros de comprimento, por 60 de largura e já recebeu um voo experimental, um Boeing 777 da transportadora aérea angolana, TAAG.

O Ministério dos Transportes de Angola estima que dos 15 milhões de passageiros anuais, 10 milhões sejam passageiros internacionais. A placa de estacionamento tem 31 posições em manga, das quais 20 servirão voos internacionais e as restantes voos domésticos. Os passageiros vão dispor de seis ilhas com 94 balcões de check-in, 32 destinados aos voos domésticos.

Com o novo aeroporto, o Executivo angolano espera que Luanda se torne num hub que poderá servir várias ligações aéreas internacionais que beneficiam, aproximadamente, 415 milhões de habitantes da sub-região africana.

Para o Ministério dos Transportes de Angola, o novo aeroporto terá um “papel fundamental no aumento do turismo e na promoção de Angola junto de potenciais investidores internacionais”.

Os voos comerciais de passageiros no Aeroporto Internacional Agostinho Neto só terão, previsivelmente, início no 1.º trimestre de 2024, sendo que, nesta primeira fase, a infraestrutura só servirá voos de carga.

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TAAG estima que isenção de vistos fará aumentar o fluxo de passageiros portugueses para Angola

Com a decisão do governo angolano de isentar os vistos de entrada no país a cidadãos portugueses, a TAAG – Linhas Aéreas de Angola, estima que o movimento de passageiros oriundos de Portugal poderá crescer progressivamente, representando uma mais-valia para a companhia e para a expansão das suas operações.

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Desde outubro, os turistas oriundos de Portugal e de mais 97 países não necessitam de apresentar visto para visitar Angola. Esta iniciativa do governo angolano pretende gerar sinergias positivas para diversos setores, nomeadamente através do fomento do turismo e da aceleração da economia. A decisão teve em consideração, entre outros fatores, a facilitação de viagens de prospeção de negócios e mobilidade VFR (Visit Friends and Relatives), dada a estreita ligação entre as comunidades portuguesa e angolana ao nível da estrutura familiar e dos laços sociais.

De janeiro a outubro deste ano, a TAAG transportou aproximadamente 237 mil viajantes através da rota Lisboa – Luanda, com um total de 1.164 voos operados. A companhia registou um load factor médio de 75%.

Refira-se que, atualmente, a TAAG disponibiliza dois voos diários, todos os dias da semana, com partida do Aeroporto Humberto Delgado em Lisboa, e do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro em Luanda.

A TAAG indica, em nota de imprensa que, a isenção do visto representa uma oportunidade e uma forma mais cómoda para os viajantes portugueses descobrirem Angola, país de diversos atrativos e belezas naturais., e lembra que oferece uma elevada cobertura territorial, ligando Luanda a 11 províncias angolanas: Catumbela (Benguela), Lubango (Huíla), Luena (Moxico), Ondjiva (Cunene), Namibe (Namibe), Menongue (Cuando-Cubango), Soyo (Zaire), Saurimo (Lunda Sul), Cabinda (Cabinda), Huambo (Huambo) e Dundo (Lunda-Norte).

Recorde-se que, ao desembarcar em Angola, os visitantes deverão apenas apresentar um passaporte com validade superior à estadia e um certificado internacional de vacinação. O período da isenção do visto é de 30 dias seguidos ou 90 dias anuais.

Para aqueles cujo destino final não seja Angola, é possível fazer escala antes de seguir viagem para os demais destinos da TAAG em África e na Europa, uma vez que a transportadora aérea voa também para destinos como Cidade do Cabo, Joanesburgo (África do Sul), São Tomé (São Tomé e Príncipe), Windhoek (Namíbia), Maputo (Moçambique), Kinshasa (República Democrática do Congo), Ponta Negra (República do Congo) e Lagos (Nigéria).

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Grupo Terras & Terroir celebra Dia Mundial do Enoturismo

A Quinta da Pacheca, Caminhos Cruzados, Ribafreixo e Herdade da Rocha, propriedades do Grupo Terras & Terroir, vão brindar os visitantes no próximo domingo, dia 12, com visitas guiadas e provas de vinhos, como forma de celebrar o Dia Mundial do Enoturismo.

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O Grupo Terras & Terroir, detentor de quatro unidades de enoturismo em três diferentes regiões vinícolas do país, vai assinalar o Dia Mundial do Enoturismo de portas abertas para quem quiser assinalar a data dedicada a um segmento turístico com cada vez mais adeptos.

Provas de três vinhos e visitas guiadas gratuitas pelas quintas e herdades podem ser usufruídas pelos amantes do mundo enófilo, e não só, pelas 11h00, ou pelas 15h00. A oportunidade permite conhecer uma série de atividades, roteiros e experiências que estas quatro localizações proporcionam aos visitantes

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Primeiros voos da Emirates já descolaram com SAF a partir do Dubai

Os primeiros voos da Emirates a operar com combustível de aviação sustentável (SAF) fornecido pela Shell Aviation já descolaram do Aeroporto Internacional do Dubai.

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A Shell forneceu mais de um milhão de litros de SAF misturado para utilização no hub da companhia aérea no Dubai. Este primeiro fornecimento de SAF à Emirates no Dubai permitiu que a companhia aérea realizasse uma série de missões ao longo das últimas semanas.

A mistura de SAF fornecida pela Shell ao sistema de abastecimento do aeroporto do Dubai era composta por um rácio de 40% de SAF puro e 60% de combustível Jet A-1 convencional. As características químicas desta proporção são idênticas às do combustível convencional para aviões a jato e podem ser integradas sem problemas na infraestrutura de combustível existente no aeroporto, bem como nos motores de toda a frota da Emirates, sem necessidade de modificações.

 

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O que as empresas precisam saber para poupar 20% nas viagens de negócios

Digitalizar, automatizar e integrar todos os processos de gestão e gastos de viagens de negócios num único sistema permite às empresas reduzir o tempo gasto e economizar custos, assegura a Consultia Business Travel.

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A empresa que atua no mercado da gestão integral de viagens de negócios, identifica 10 fatores a implementar nas empresas para economizar até 20% do orçamento dedicado às viagens de negócios.

A Consultia Business Travel considera que o novo panorama empresarial está a mudar e, consequentemente, a gestão de gastos nas viagens de negócios é um desafio para muitas empresas, sendo que, as organizações enfrentam cada vez mais a necessidade de tornarem os processos de gestão das viagens corporativas mais eficientes e economizarem custos com isso.

Realça que, através da implementação da digitalização em todas as áreas de negócio é possível otimizar processos, evitar erros e tornar a experiência de gestão das viagens muito mais eficiente para toda a equipa.

Os 10 fatores apontados pela Consultia Business Travel e que devem ser tidos em conta passam, nomeadamente, por cumprir as políticas da empresa e poupar entre 5-15% do orçamento disponível para as viagens de negócios, pois através deste método uma empresa com um volume anual de viagens de 200 mil euros pode poupar até 30 mil euros.

Por outro lado, automatizar os processos de autorização e aprovação das viagens permite economizar até 70% do tempo da equipa nesta área, enquanto é necessário atribuir digitalmente as despesas de viagem aos projetos ou unidades correspondentes.

Eliminar despesas de integração entre fornecedores com a integração de uma solução única para a empresa, é outro fator importante. A empresa que atua no mercado da gestão integral de viagens de negócios, destaca também que a tecnologia avançada do sistema de gestão SaaS, software como serviço, juntamente com o serviço personalizado de um profissional especializado, permite às empresas e às equipas reduzir recursos, custos, ganhar em transparência e eliminar as tradicionais taxas de gestão, ao mesmo tempo que, reunir toda a documentação de viagem na agenda online do colaborador, permite reduzir perdas de tempo de reclamação e extravio.

É, igualmente primordial contar com um sistema de informação que permita ter o histórico e preparar facilmente os orçamentos anuais, poupando, assim, 75% do tempo gasto.

A integração de processos de gestão de viagens com diversos sistemas internos da empresa (ERP), permite eliminar ilhas de informação na empresa e acelerar a tomada de decisões diariamente.  Digitalizar despesas e subsídios é um fator que possibilita também reduzir o tempo e eliminar erros manuais ao integrar todas as despesas de viagem num único sistema.

Finalmente, contar com um Personal Travel Assistant dedicado e pronto a ajudar a equipa da empresa com quaisquer dificuldades que possam surgir, poupa recursos e tempo ao cliente e o passageiro concentra-se no motivo da sua viagem.

Para aumentar o volume de negócios e conseguir economizar nas viagens corporativas, as empresas devem ajustar os critérios da empresa, implementar sistemas que se adaptem aos critérios organizacionais e que forneçam aos passageiros ferramentas para planear e personalizar a experiência de viagem com custos reduzidos, trazendo eficiência a todo o processo, defende ainda a Consultia Business Travel.

Refira-se que a Destinux, solução digital e humana que disponibiliza a gestão de forma eficiente das viagens de negócios desenvolvida pela Consultia Business Travel, permite otimizar os 10 processos através dos quais as empresas conseguem poupar até 20% no orçamento total.

Graças ao Destinux, muitas empresas podem deixar de perder tempo e dinheiro na gestão das suas viagens corporativas e melhorar a experiência da sua equipa e, consequentemente, o ambiente no escritório. É a solução que digitaliza e automatiza a gestão das viagens corporativas e se integra com os sistemas dos clientes, sem perder a atenção humana através de um Personal Travel Assistant, que assiste os passageiros durante todo o processo e em qualquer imprevisto e emergência.

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