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Apresentados resultados do estudo realizado pelo projeto Greentour

O projeto europeu “Greentour: Economia Circular e Turismo Sustentável em destinos do espaço SUDOE” desenvolveu uma ferramenta de avaliação de impacto ambiental para os estabelecimentos turísticos (empreendimentos turísticos, restaurantes e empresas de atividades turísticas) que permitiu a obtenção de um rótulo ambiental, como reconhecimento da sua participação.

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Apresentados resultados do estudo realizado pelo projeto Greentour

O projeto europeu “Greentour: Economia Circular e Turismo Sustentável em destinos do espaço SUDOE” desenvolveu uma ferramenta de avaliação de impacto ambiental para os estabelecimentos turísticos (empreendimentos turísticos, restaurantes e empresas de atividades turísticas) que permitiu a obtenção de um rótulo ambiental, como reconhecimento da sua participação.

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Além destas ferramentas o consórcio do projeto calculou o impacto ambiental do turismo nos cinco destinos turísticos parceiros (Rias Baixas, Guimarães, Camino Lebaniego, Massif du Sancy e Lloret de Mar), através da extrapolação dos dados de consumo de recursos naturais fornecidos pelos diversos estabelecimentos turísticos, aos quais se somou o impacto das deslocações dos turistas ao destino e o tratamento dos resíduos urbanos gerados durante a sua estadia.

Os resultados do estudo realizado no âmbito do Greentour foram apresentados no congresso final do projeto, que se realizou no passado mês de abril, em Lloret de Mar, Espanha. A principal conclusão revela que o transporte é o maior responsável pelo impacto ambiental associado ao setor turístico, em todos os destinos analisados. Aqueles destinos cujos turistas usam principalmente o avião como meio de transporte têm um impacto global muito maior ao nível da pegada de carbono.

Anualmente, cada turista que visita Guimarães tem uma pegada ambiental associada de 323 kg CO2 eq., sendo que a utilização do avião é o principal fator para o elevado peso do transporte (96%). A extrapolação, feita por investigadoras da Universidade de Aveiro, dá ainda conta do elevado contributo do consumo de energia e de alimentos nos estabelecimentos turísticos para os impactes ambientais.

Através de uma monitorização constante dos impactes associados ao turismo, tanto os estabelecimentos como os destinos turísticos tomam consciência do seu desempenho ambiental e conseguem mais facilmente tornar as suas atividades mais resilientes. O uso adequado dos recursos ambientais contribuirá para que Guimarães se torne um destino turístico mais sustentável, revela o documento.

O projeto europeu “Greentour: Economia Circular e Turismo Sustentável nos destinos do espaço SUDOE”, iniciado em 2020, visou melhorar os métodos de gestão do património natural e cultural através da implementação de redes e experimentação conjunta, desenvolvendo metodologias e ações para promover a economia circular no setor do turismo.

 

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Prithvirajsing Roopun, Presidente da República das Ilhas Maurícias

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Ilhas Maurícias querem mais viajantes portugueses e CPLP pode ser uma ponte importante

De visita oficial ao nosso país, o Presidente das Ilhas Maurícias, Prithvirajsing Roopun, aproveitou a ocasião para se encontrar com diversos agentes do setor do turismo português. Numa apresentação do destino, Prithvirajsing Roopun salientou que as Ilhas Maurícias registaram uma recuperação excecional pós-pandemia e espera que Portugal contribua para a consolidação do turismo no país, referindo que “estamos em Portugal não só para falar de negócios, mas também de experiências”.

Com uma população de 1,2 milhões de habitantes, as Ilhas Maurícias receberam, em 2023, 1,3 milhões de viajantes. Viajantes, porque a Autoridade de Promoção Turística da Maurícia (MTPA) pela voz do seu diretor, Arvind Bundhun, bem como pelo Presidente das Ilhas Maurícias, Prithvirajsing Roopun, admitem que “não queremos simplesmente turistas. Queremos viajantes, pessoas que se envolvam com a comunidade e que procuram as experiências que proporcionamos a quem nos visita”.

A convite do Chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, Prithvirajsing Roopun revelou na apresentação realizada em Lisboa que “tivemos reuniões muito positivas com a AICEP e com representantes do turismo em Portugal e convidámos Portugal a fazer parte do desenvolvimento do turismo nas Ilhas Maurícias”.

“O que já alcançámos ainda é pouco relativamente ao que queremos alcançar enquanto destino turístico, mas a sensação de hospitalidade e bem receber unem-nos e temos de aproveitar esta realidade”, considerou o Presidente das Ilhas Maurícias, assinalando ainda que “isso só se consegue numa situação win-win” e que “através desta visita criámos pontes e fazer crescer esta relação e o turismo é parte fundamental”.

Na apresentação do destino ficou claro que as ilhas Maurícias nunca serão – nem querem – ser um destino de turismo de massas e que tem muito mais para oferecer do que as praias. Para tal, há todo um leque de atividades, experiências e segmentos a explorar que incluem, além da já referida praia, a natureza, casamentos, MICE, cultura, luxo, gastronomia, wellness, golfe e cruzeiros.

Não existindo ligação direta entre Portugal e as Ilhas Maurícias, “algo que gostaríamos que fosse alterado, até pela proximidade com Moçambique e pelo voo direto que a TAP disponibiliza para Maputo”, Arvind Bundhun revelou que “o crescimento de visitantes portugueses tem sido assinalável, passando dos 1.500, em 2019, para 2.500, em 2022, atingindo os 5.000 no ano passado”, admitindo que o objetivo é aumentar este número de forma sustentável.

Arvind Bundhun, Autoridade de Promoção Turística da Maurícia (MTPA)

Atualmente, o diretor da MTPA considera ser “importante haver voos ponto-a-ponto, mas não existindo, temos de encontrar alternativas”, destacando a estratégia de hubs disponibilizada pela Emirates e Turkish Airlines (existindo ainda voos oferecidos pela (Air Mauritius, Kenya Airways ou voos sazonais da NEOS ou Iberojet), admitindo, no entanto, que “a forma mais fácil e rápida de chegas às ilhas é através do aeroporto Charles de Gaulle (Paris, França)”.

Apostando na diversificação, inclusão e autenticidade do destino, Arvind Bundhun assinalou existir “muito potencial nos mercados emissores mais pequenos como Portugal e é nestes que estamos a apostar, com estratégias bem definidas e constantes”.

Mas é de França que a maioria dos viajantes chegam às Ilhas Maurícias, representando, em 2023, cerca de 30% do total, seguida do Reino Unido.

Com uma oferta de 114 hotéis licenciados e não mais de 15.000 camas na hotelaria, número que cresce para 30.000 contabilizados a restante oferta de alojamento, tanto o diretor da Autoridade de Promoção Turística da Maurícia como o Presidente da República salientaram que “temos todo o cuidado com o desenvolvimento e crescimento do turismo”, até porque “não queremos um turismo massificado e já sentimos o impacto das alterações climáticas”.

Com uma estadia média que passou de 9 noites, em 2019, para 13 noites, em 2023, e as receitas a subirem 25% de 2022 para 2023, Arvind Bundhun admitiu que “sabemos bem a importância da sustentabilidade e do impacto que os voos de longo curso têm na pegada climática”.

Por isso, Arvind Bundhun concluiu que, “a nossa meta é chegar aos 2 milhões de viajantes nos próximos 10 anos. Mas também nos perguntamos se realmente queremos atingir esse número sem prejudicar o nosso ecossistema e, fundamentalmente, que habita o nosso território”.

Em cima da mesa, e para concluir, esteve também a adesão das Ilhas Maurícias à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que Marcelo Rebelo de Sousa, de resto, defendeu quando se encontrou com o seu homólogo Prithvirajsing Roopun e que, segundo o mesmo, é importante “encorajar os estudantes mauricianos a aprenderem português, com o apoio da CPLP”, já que pode “ajudar as relações com Moçambique”, país lusófono mais próximo das Ilhas Maurícias, e “assim, criar mais uma ponte com Portugal”.

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Buscas online por museus crescem 50% em Portugal com destaque para exposições imersivas

Segundo uma pesquisa da Preply, só o Museu Nacional do Azulejo, o Museu Nacional de Arte Antiga e a Fundação Calouste Gulbenkian geraram mais de 100 mil pesquisas online no ano passado.

A procura na internet por museus em Portugal registou um aumento de 50% no ano passado, avança a Preply, que destaca as buscas pelos museus tradicionais como o Museu Nacional do Azulejo, o Museu Nacional de Arte Antiga e a Fundação Calouste Gulbenkian, assim como por exposições imersivas.

Segundo a pesquisa da Preply, só estes três museus – Museu Nacional do Azulejo, Museu Nacional de Arte Antiga e Fundação Calouste Gulbenkian – geraram mais de 100 mil pesquisas no período em questão.

No caso dos museus, os três mais procurados online localizam-se em Lisboa, enquanto o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, ficou na quarta posição, seguindo-se o Museu da Marinha; Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia; Museu Nacional do Traje; Museu da Carris; Museu do Tesouro Real  e Museu Nacional de História Natural e da Ciência, todos localizados em Lisboa.

“Algo que o ranking de museus mais pesquisados no país evidencia é como, de maneira geral, os centros culturais de maior interesse tendem a concentrar-se numa localidade específica: Lisboa, cujas atrações refletem a popularidade de uma região tão visitada pelos habitantes de outros distritos”, lê-se num comunicado da Preply.

A procura por exposições e instalações específicas também se tem destacado, com a Preply a indicar que o destaque foi para a busca por “experiências interativas como “Dalí: Cybernetics” e “Frida Kahlo, a Biografia Imersiva””.

A pesquisa da Preply procurou também apurar quais são os museus localizados fora do país que os portugueses mais procuram na internet e concluiu que o Museu do Louvre, em Paris, lidera as buscas, seguindo-se o Museu do Prado, em Madrid, o Museu de Orsay, também em Paris; e o Museu Van Gogh, em Amesterdão.

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Turismo do Centro desvenda cinco singularidades da região com nova campanha

A Turismo do Centro de Portugal apresentou a nova campanha promocional, destacando cinco pilares estratégicos de promoção da região: gastronomia e vinhos, turismo de natureza, turismo espiritual, turismo náutico e turismo industrial.

Victor Jorge

A Turismo do Centro de Portugal (TCP) apresentou esta terça-feira, 16 de julho, a nova campanha promocional composta por cinco filmes que pretendem espelhar, de acordo com Raul Almeida, presidente da região, “a força do turismo da e no Centro de Portugal”.

Depois de avançar com os números referentes aos primeiros cinco meses de 2024, através dos quais o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que as dormidas na região aumentaram 5% face a igual período de 2023 e os proveitos totais no alojamento turísticos registam uma subida de 11,7%, Raul Almeida admitiu que “tudo se encaminha para que 2024 seja um ano melhor que 2023, demonstrando que a atividade turística está a criar e a gerar riqueza”.

Nesse sentido e depois do lançamento da campanha “Centro de Portugal: um destino em tanto”, em 2022, e do “Sabia que?” de 2023, a nova campanha pretende ser “nada mais do que desvendar as singularidades de uma região”, revelou Adriana Rodrigues, chefe de Núcleo de Comunicação, Imagem & Relações Públicas da Turismo Centro de Portugal, adiantando ainda que o objetivo passa por, em 2024, “ser a marca do turismo da diversidade em Portugal”.

“São 100 municípios, são centenas de produtos turísticos e havia esta necessidade de mostrarmos uma vantagem diferenciadora relativamente a outros destinos”, salientando ainda que se trata de “um processo de afunilamento daquilo que queremos mostrar na e da Região-Centro do Portugal”.

Sílvia Ribau, chefe de Núcleo de Estruturação, Planeamento e Promoção Turística na Turismo Centro de Portugal, explicou que esta campanha tem por base cinco pilares estratégicos, sendo três deles considerados maduros (Cultura, História, Património, Gastronomia e Vinhos; Natureza, Wellness, Ativo e Desportivo e Mar; Turismo Espiritual e Religioso) e dois deles novos produtos (Estações Náuticas; Turismo Industrial).

“Não há aqui uma rutura, mas é importante destacar aquelas particularidades e vicissitudes que fazem do Centro de Portugal um destino diferenciador, de dar dimensão à marca Portugal”. Reconhecendo que, tal como as outras regiões, “competimos no e pelo mercado interno”, o objetivo passa por “continuar este caminho de explorar estas singularidades da região Centro de Portugal e que podem despoletar aquela vontade nos portugueses de vir conhecer, de saber mais, de experienciar e viver o Centro de Portugal”.

Assim, decorrente do conceito dos spots do ano passado, foram criados cinco novos filmes de 20 segundos alusivos aos tais cinco produtos turísticos, lembrando Sílvia Ribau de que a região possui 11 Estações Náuticas certificadas, desde lagoas, albufeiras a praias oceânicas, fazendo ainda referência a um produto emergente: turismo industrial.

Presente na apresentação da nova campanha da Turismo do Centro, Lídia Monteiro, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal (TdP), salientou que “quando um destino tem uma identidade forte e tem uma oferta cultural dinâmica, que baseia a sua oferta turística naquilo que tem a ver com o território, com as suas gentes, com as pessoas, com a natureza, são destinos mais competitivos, são aqueles que têm capacidade de atrair viajantes com maior respeito pelo território, maior respeito por quem lá vive. E isso é o Centro de Portugal e é isso que é mostrado exatamente com esta campanha”.

Numa segunda nota, a responsável do TdP salientou o turismo interno e o facto desta campanha “estar dirigida aos portugueses e para que os portugueses conheçam mais e melhor o seu país, que possam usufruir Portugal de norte a sul, neste caso, do litoral ao interior, 365 dias por ano”.

Por último, Lídia Monteiro destacou ainda a “coerência da mensagem”, referindo que, embora as campanhas sejam distintas “há uma coerência na evolução das campanhas que a Turismo do Centro tem vindo”.

Na apresentação da nova campanha da Turismo do Centro, foi também divulgado um novo filme promocional do projeto Landscape Together, decorrente da iniciativa Experimenta Paisagem, da autoria do ateliê de arquitetura MAG, em estreita parceria com a Turismo Centro de Portugal, entre outros parceiros, e que tem como âmbito a criação de um museu a céu aberto nas paisagens do interior do Centro de Portugal.

Produzido e realizado pela Slideshow, o filme dá a conhecer as obras de arte já implementadas pelo projeto: “Menina dos Medos”, “Farol dos Ventos” e “Magma Cellar” (Proença-a-Nova), “Véu” (Sertã) e “Moongate” (Oleiros).

“Estas obras refletem e materializam a essência dos lugares onde estão instaladas, considerando Teresa castro, do ateliê MAG, que desta forma o projeto Landscape Together valoriza o território”.

Pode ver aqui os filmes apresentados pela Turismo do Centro de Portugal, produzidos pela Lobby Films and Advertising e realizados por Telmo Martins.

Centro de Portugal, desportos náuticos aqui tão perto

Centro de Portugal, património industrial aqui tão perto

Centro de Portugal, a natureza aqui tão perto

Centro de Portugal, a fé e a espiritualidade aqui tão perto

Centro de Portugal, a gastronomia aqui tão perto

Museu “Experimenta Paisagem” I Projeto “Landscape Together”

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LGSP Sports by Lufthansa LGSP traz Academia da Arábia Saudita para estágio no Porto

O estágio da Academia da Arábia Saudita – Winners Football Club decorreu entre 9 e 16 de julho e trouxe 25 atletas sauditas e do Bahrein até à região Norte de Portugal.

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A LGSP Sports by Lufthansa LGSP organizou o estágio da Academia da Arábia Saudita – Winners Football Club na região do Porto, iniciativa que decorreu entre 9 e 16 de julho e que trouxe 25 atletas sauditas e do Bahrein até à região Norte de Portugal.

“O desporto é uma das áreas em que a LGSP tem investido de forma muito acentuada desde a sua fundação, tendo já organizado diversos estágios de atletismo e futebol”, revela a LGSP Sports by Lufthansa LGSP.

No caso do estágio da Academia da Arábia Saudita – Winners Football Club, os treinos decorreram em Vila Nova de Gaia sob a orientação de quatro treinadores sauditas e de treinadores portugueses, tendo a equipa ficado alojada nesta cidade portuguesa.

“O objetivo deste estágio é o desenvolvimento individual dos atletas. Daí que, paralelamente aos treinos de futebol, foram organizadas visitas culturais e a clubes de futebol da região (FC Porto, SC Braga e Boavista FC)”, acrescenta a LGSP Sports by Lufthansa LGSP.

Segundo Paulo Geisler, administrador da LGSP, estes estágios contribuem para “promover Portugal como um destino de excelência para atividades desportivas”, uma vez que o país oferece “tranquilidade” e “excelentes infraestruturas”, numa iniciativa que contribui para consolidar a estratégia de internacionalização da marca LGSP Sports by Lufthansa LGSP.

“Além do desenvolvimento dos atletas, damos a conhecer a cultura portuguesa”, acrescenta o responsável, citado num comunicado enviado à imprensa.

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Festuris abre inscrições para buyers

Segundo a organização do Festuris, que este ano decorre entre 7 e 10 de novembro, em Gramado, Brasil, as inscrições abriram esta terça-feira, 16 de julho, “para os buyers dos espaços Luxury, Wedding, Business, Innovation e LGBT+”.

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As inscrições para os programas de buyers da 36ª edição do Festuris, que decorre entre 7  e 10 de novembro, em Gramado, Brasil, já se encontram a decorrer de forma gratuita e podem ser realizadas aqui.

Segundo a organização do certame, cujo tema é “Conexão Futuro”, as inscrições abriram esta terça-feira, 16 de julho, “para os buyers dos espaços Luxury, Wedding, Business, Innovation e LGBT+”.

“Os organizadores projetam expansão em negociações e participantes em várias atividades, como é o caso do Espaço LGBT+, que projeta crescimento de 20% em relação ao ano passado. “Na última edição tivemos 130 buyers específicos e para este ano devemos ultrapassar os 150 credenciados entre nacionais, internacionais e agências”, observa o executivo do Espaço, Dan Hay”, lê-se na informação divulgada pela organização.

Este será o 15º ano que o Espaço LGBT+ está no Festuris, com a organização a destacar que, este espaço, “a cada ano demonstra crescimento e traz novidades”, o que deverá voltar a acontecer nesta edição do Festuris.

“Além de promover as conexões entre fornecedores e compradores, é nosso objetivo reunir nestes ambientes as marcas e profissionais especializados, de renome, para qualificar os resultados destas relações”, afirma Kênia Jaeger, coordenadora do Núcleo de Projetos Especiais.

Já o espaço Luxury vai estar, pelo sexto ano consecutivo, presente no Festuris, proporcionando “encontros e negociações entre fornecedores e compradores do mercado voltado ao destination wedding, eventos e celebrações sociais”.

“Os profissionais do segmento wedding estarão conectados por agendamentos com os fornecedores do espaço e são aguardados cerimonialistas, agências do segmento e profissionais de eventos sociais de todo o país”, acrescenta a organização do evento.

Os segmentos MICE vão estar ainda representados no espaço Business e Innovation, que se vai dividir em ilhas temáticas, concretamente Ilha de Tecnologia e Inovação, Ilha Business, enquanto a área de conteúdo vai debater vários temas corporativo e de inovação.

Recorde-se que o Festuris contempla uma das principais feiras de turismo do Brasil, num evento que decorre desde 1989 e que, no ano passado, recebeu 2700 marcas, 15 mil participantes e 40 destinos internacionais, num certame que ocupou 27 mil metros quadrados e três pavilhões do Serra Park, em Gramado.

 

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ERT Alentejo e Ribatejo ouve agentes do turismo para construção de Plano de Atividade para 2025

A Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo iniciou um roadshow, tendo em vista a construção do Plano de Atividade para 2025.

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A cidade de Évora foi a escolhida pela ERT Alentejo e Ribatejo para o arranque de um ciclo de sessões de trabalho com municípios, empresas e outros agentes associativos com o objetivo de construir o Plano de Atividade para 2025.

A seguir a Évora, os responsáveis da ERT escolheram Beja para dar continuidade aos trabalhos no mesmo dia (15/07), para esta terça-feira (16/07) estarem em Portalegre e dia 22 deste mês prosseguirem para o Ribatejo. A última sessão está marcada para Sines, no dia 25 de julho.

“Aprovámos as grandes linhas orientadoras e os principais eixos de ação do plano de atividades do próximo ano na nossa reunião de Comissão Executiva da passada semana e agora é o tempo de as apresentar aos nossos acionistas e parceiros, receber contributos e propostas. É um tempo de construção e de atualização da estratégia, mas também de balanço do primeiro ano de mandato da Comissão Executiva que tomou posse há um ano atrás”, sublinha José Manuel Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.

Reconhecendo que “a altura do ano não é a melhor”, o responsável da ERT do Alentejo e Ribatejo refere, em comunicado, que “toda a nossa programação material e orçamental encontra-se amarrada aos timings de elaboração do Orçamento de Estado, cuja preparação agora se inicia”.

Além do ciclo de reuniões agendadas, no dia 18 de julho haverá uma sessão ordinária do Conselho de Marketing, órgão estatutário da ERT constituído exclusivamente por empresários e a quem compete aprovar a estratégia de promoção da região.

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Vilarinho dos Freires abre concurso para concessão de exploração turística de três imóveis

A entrega de propostas já se encontra a decorrer e pode ser realizada até às 17h00 de 26 de setembro, sendo a concessão de exploração turística válida por 30 anos para os três imóveis disponíveis.

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A Junta de Freguesia de Vilarinho dos Freires, no concelho de Peso da Régua, abriu um concurso para concessão de exploração turística de três imóveis, situados no lugar de Presegueda.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pela Junta de Freguesia de Vilarinho dos Freires, “estes imóveis possuem um elevado potencial de reconversão para estabelecimentos hoteleiros ou projetos de turismo em espaço rural, sendo uma oportunidade única para investidores que desejem apostar no crescente mercado do turismo na região do Douro”.

A entrega de propostas já se encontra a decorrer e pode ser realizada até às 17h00 de 26 de setembro, sendo a concessão de exploração turística válida por 30 anos para os três imóveis disponíveis.

“O conjunto dos imóveis, com localização contígua, dispõe de projetos de reabilitação aprovados, totalizando uma oferta de 29 quartos. Localizados em Área de Reabilitação Urbana (ARU), estes imóveis beneficiam de vantagens fiscais e financeiras aplicáveis às obras de reabilitação. Este projeto, cujo investimento previsional é de 2.500.000 €, pode ser alterado pelos concorrentes, desde que se mantenham os princípios e finalidades com que foram desenvolvidos, bem como o respeito pelo disposto no Plano Diretor Municipal (PDM) de Peso da Régua”, lê-se na informação divulgada.

Segundo Tiago Ferreira, diretor Executivo da Aliados Consulting, parceira da Junta de Freguesia de Vilarinho dos Freires, “esta é uma oportunidade imperdível para investidores que procuram entrar no mercado turístico numa das regiões mais emblemáticas de Portugal”.

“Os imóveis disponíveis apresentam características ideais para a criação de estabelecimentos diferenciadores, que poderão atrair visitantes de todo o mundo, impulsionando assim a economia local”, refere o responsável, considerando que a transformação dos edifícios num hotel boutique “constitui uma interessante oportunidade de negócio por se tratar de uma das regiões de turismo com maior procura”.

Situada no coração do Alto Douro Vinhateiro, região classificada como Património Mundial da UNESCO, a freguesia de Vilarinho dos Freires é conhecida pelas tradições e história, bem como pelo património vinícola.

“Este concurso de concessão representa uma oportunidade extraordinária para desenvolver o potencial turístico da nossa região, trazendo benefícios económicos e culturais significativos. Estamos empenhados em colaborar com investidores que partilhem a nossa visão de valorização e preservação do património do Douro” salienta o presidente da Junta de Freguesia, Sérgio Cabral Correia.

Através do website da Junta de Freguesia de Vilarinho dos Freires, disponível aqui, é possível consultar mais informações sobre os imóveis que estão agora em concurso para concessão de exploração turística, sendo que também a Aliados Consulting estará disponível para prestar assistência aos potenciais compradores, fornecendo todas as informações necessárias e esclarecendo quaisquer dúvidas que possam surgir durante o processo.

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Proveitos no alojamento turístico ultrapassam os 2MM€ até maio

A subida em 9,4% nos hóspedes e 7,5% nas dormidas, face a maio de 2023, fazem com que os proveitos totais ascendam a mais de 660 milhões de euros. No acumulado do ano, o valor já ultrapassou os 2 mil milhões de euros.

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Em maio de 2024, o setor do alojamento turístico registou 3,1 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, correspondendo a subidas de 9,4% e 7,5%, respetivamente, face a igual mês de 2023. Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os proveitos totais ascenderam a 660,8 milhões de euros, equivalendo a uma subida de 15,5% em comparação com o quinto mês do ano passado, enquanto os proveitos referentes aos apostos totalizaram 505,9 milhões de euros de proveitos, uma subida igual aos proveitos totais.

No acumulado do ano 2024 – de janeiro a maio -, as dormidas registaram um crescimento de 4,4%, atingindo 27,7 milhões, dando origem a aumentos de 12,2% nos proveitos totais e de 11,9% nos de aposento. Este aumento deveu-se, principalmente, às dormidas de não residentes, que cresceram 5,9%, enquanto as de residentes registaram um crescimento mais modesto (+0,9%).

Assim, os proveitos totais no alojamento turístico em Portugal atingiram, no acumulado do ano, 2.080 milhões de euros, uma subida de 12,2% face a igual período de 2023, sendo que nos proveitos nos aposentos, a subida de 11,9% em comparação com os primeiros cinco meses do ano passado, permitiu chegar-se aos 1.560 milhões de euros.

Considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 3,3 milhões de hóspedes e 8,3 milhões de dormidas em maio, refletindo crescimentos de 9,2% e 7,5%, respetivamente. As dormidas de residentes aumentaram 7,9% e as de não residentes cresceram 7,4%.

Dos mais de 2 milhões de hóspedes não residentes, em maio de 2024, a liderança pertence ao Reino Unido com pouco mais de 277 mil, seguido pelos EUA com mais de 263,6 mil, aparecendo a Alemanha a fechar o pódio com 199,3 mil. No acumulado do ano – janeiro a maio de 2024 -, a liderança pertence, igualmente ao Reino Unido (874 mil hóspedes), seguido pelo EUA (779 mil) e Espanha (778 mil).

Já nas dormidas dos não residentes, o Reino Unido mantém a liderança com 1,1 milhões, seguido pela Alemanha (680 mil) e EUA (585 mil). Nas contas acumuladas dos primeiros cinco meses do ano, destaque para o Reino Unido, único mercado a ultrapassar as 3,5 milhões de dormidas, enquanto o segundo lugar pertence à Alemanha com 2,4 milhões de dormidas, seguida pelos EUA com 1,75 milhões.

Lisboa puxa pelo turismo
A Grande Lisboa continuou a ser a região que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos, com 33% dos proveitos totais e 35,2% dos proveitos de aposento, seguida do Algarve (23,6% e 21,7%, respetivamente) e do Norte (16,9% e 17,5%, pela mesma ordem).

Todas as regiões registaram crescimentos nos proveitos, com os maiores aumentos a ocorrerem nos Açores (+26,3% nos proveitos totais e +28,5% nos de aposento), na Península de Setúbal (+23,8% e +25,5%, respetivamente), no Alentejo (+21,9% e +21,3%, pela mesma ordem) e na Madeira (+20,7% e +22,5%, respetivamente).

Em maio, o crescimento dos proveitos acelerou nos três segmentos de alojamento. Na hotelaria, os proveitos totais e de aposento (pesos de 86,7% e 85% no total do alojamento turístico, respetivamente) aumentaram ambos 14,4%.

Nos estabelecimentos de alojamento local, registaram-se aumentos de 22,5% nos proveitos totais e 21,8% nos proveitos de aposento (quotas de 9,6% e 11,4%, respetivamente).

No turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 3,7% nos proveitos totais e de aposento), os aumentos foram de 23,2% e 22,7%, respetivamente.

Do total de 7,7 milhões de dormidas (+7,5%) nos estabelecimentos de alojamento turístico, 61,4% concentraram-se nos 10 municípios com maior número de dormidas em maio.

O município de Lisboa concentrou 19,8% do total de dormidas, atingindo 1,5 milhões (+5,4%, após +0,9% em abril). As dormidas de residentes decresceram ligeiramente (-0,2%), tendo as dormidas de não residentes apresentado um aumento de 6,3%. Este município concentrou 22,9% do total de dormidas de não residentes em maio.

Albufeira foi o segundo município em que se registaram mais dormidas (819,4 mil dormidas, peso de 10,7%), voltando a registar um aumento (+3,3%), após o decréscimo de 13,4% no mês anterior. As dormidas de residentes tiveram o crescimento mais expressivo (+14,3%) entre os principais municípios, enquanto as de não residentes registaram um acréscimo mais modesto (+1,8%).

No Porto, as dormidas totalizaram 616,1 mil (8% do total), tendo-se observado um crescimento de 7,8% (-0,5% em abril), com o contributo das dormidas de não residentes (+9,2%), dado que as de residentes decresceram 0,5%.

O Funchal (561,8 mil dormidas, peso de 7,3%) apresentou um crescimento de 5% (+0,6% em abril), para o qual contribuíram as dormidas de não residentes (+6,7%), tendo em conta que as dormidas de residentes diminuíram 6,3%.

Em resumo, em todos os 10 municípios com maior número de dormidas em maio, as dormidas de não residentes superaram as dos residentes.

Entre os 10 principais municípios, Ponta Delgada continuou a destacar-se com o maior crescimento (+18,3%), para o qual contribuíram as evoluções positivas das dormidas de residentes (+6,8%) e, sobretudo, as de não residentes (+25%).

Face aos crescimentos das dormidas registados em Portugal, em maio de 2024 destacaram-se, entre os principais, os municípios de Ponta Delgada, Portimão e Porto, em termos de dormidas de não residentes. Por sua vez, Albufeira, Loulé e Cascais foram os que se mais se distanciaram positivamente da média nacional em termos de crescimento das dormidas de residentes.

ADR com novos máximos históricos na Grande Lisboa e no Norte
No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 78,3 euros em maio, registando um aumento de 12% (-0,5% em abril).

O valor de RevPAR mais elevado foi registado na Grande Lisboa (138,1 euros), tendo atingido um novo máximo histórico nesta região. Seguiu-se a Madeira com 92,5 euros. Os maiores crescimentos ocorreram na Península de Setúbal (+22%) e nos Açores (+20,2%), enquanto os menos expressivos se verificaram no Centro (+3,4%), na Grande Lisboa (+10%) e no Norte (+10,1%).

Em maio, este indicador cresceu 13% na hotelaria (+0,6% em abril). No alojamento local e no turismo no espaço rural e de habitação, registaram-se crescimentos de, respetivamente, 10,9% e 14,1% (-4,2% e -2,6%, em abril, pela mesma ordem).

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 123 euros (+9,4%, após +4,1% em abril).

A Grande Lisboa destacou-se com o valor mais elevado de ADR (171,4 euros), seguida do Norte (118,8 euros), tendo sido atingidos novos máximos históricos em ambas as regiões. Este indicador registou crescimento em todas as regiões, com os maiores aumentos a ocorrerem na Madeira (+18,4%), na Península de Setúbal (+14,2%) e na Grande Lisboa (+11,2%).

Em maio, o ADR cresceu em todos os segmentos, +9,5% na hotelaria (+3,9% em abril), +9,6% no alojamento local (+3,5% em abril) e +8,5% no turismo no espaço rural e de habitação (+11,8% em abril).

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BestEvents organiza nova feira de viagens no Porto em 2025

A BestEvents vai organizar, entre 22 e 23 de março de 2025, a FLY, uma nova feira de viagens que vai decorrer na Alfândega do Porto.

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A BestEvents vai organizar, entre 22 e 23 de março de 2025, a FLY, uma nova feira de viagens que vai decorrer na Alfândega do Porto, informou a empresa de eventos em comunicado.

“Durante dois dias, a feira reunirá agências de viagem, marcas, produtos e agentes turísticos”, destaca a BestEvents, explicando que esta “feira promete ser o cenário ideal para quem pretende divulgar os destinos que tem em carteira e fechar negócios junto do consumidor final”.

Além da área expositiva, a BestEvents diz que está a “preparar uma programação marcante para que o visitante encontre um evento de experiências”, capaz de oferecer também uma “viagem pelo mundo através dos sabores, tradições, cultura e música dos quatro cantos do planeta”.

“O espaço também contará, ainda, com uma zona de espetáculos e animações culturais, proporcionando uma imersão profunda na cultura de cada destino. Haverá a oportunidade de experimentar sabores e a cultura gastronómica de diferentes destinos internacionais presentes no evento. O evento contará com uma programação marcante e abrangente”, refere ainda a BestEvents.

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Turismo do Porto e Norte e CCDR Norte lançam novo produto “Rotas do Norte”

As “Rotas do Norte” pretendem “colmatar uma lacuna regional estrutural e um constrangimento relevante na gestão e promoção turística dos ativos patrimoniais e artísticos regionais existentes” na região Norte de Portugal.

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A Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR Norte) estabeleceram um protocolo de cooperação com vista à criação, desenvolvimento e promoção de Rotas Turísticas Regionais no Norte, designadas “Rotas do Norte”.

Num comunicado enviado à imprensa, o TPNP explica que estas rotas turísticas foram desenhadas nos últimos três meses, num trabalho conjunto entre as duas entidades, com o objetivo de “colmatar uma lacuna regional estrutural e um constrangimento relevante na gestão e promoção turística dos ativos patrimoniais e artísticos regionais existentes”.

Para o TPNP, as “Rotas do Norte” “são “a chave” para resolver um bloqueio, com décadas, na estruturação e promoção de bens culturais com potencial turístico na Região Norte”.

As duas entidades juntaram-se para “constituir e desenvolver diferentes rotas turístico-culturais de Património Cultural, Arte e Arquitetura Contemporâneas, com uma ampla cobertura regional”, num “processo que será assegurado através de um modelo de gestão articulado, pelas duas entidades, de reconhecimento formal do interesse da adesão de um bem patrimonial a uma Rota Regional”.

“Este protocolo operacionaliza ainda um outro instrumento relevante, na sequência de uma deliberação recente da autoridade de gestão do Programa NORTE 2030: a atribuição do selo “Rotas do Norte”. Tal atribuição passará a ser um dos requisitos obrigatórios para candidaturas a cofinanciamento europeu em avisos dedicados a “reforçar o papel da cultura e do turismo sustentável no desenvolvimento económico, na inclusão social e na inovação social”, explica ainda o TPNP, revelando que o primeiro “aviso de concurso de financiamento será tornado público também esta sexta-feira”.

O protocolo de cooperação foi assinado numa cerimónia que contou com a presença do presidente da CCDR NORTE, António Cunha, do vice-presidente da CCDR NORTE para a Cultura e Património, Jorge Sobrado, e do presidente da Direção da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte, Luís Pedro Martins.

Para Luís Pedro Martins, este protocolo vai contribuir “para a preparação da estratégia turístico-cultural do destino” e marca ““um dia histórico na relação entre as duas instituições”, uma vez que permite, finalmente, “estruturar este produto estratégico e ter uma oferta mais assertiva, organizada e segmentada que valorize os ativos culturais da região”.

Segundo o presidente do TPNP, esta decisão vai ajudar “a garantir a visitação a estes espaços, coisa que atualmente nem sempre acontece, aumentar fluxos e ajudar ao desenvolvimento socioeconómico e coesão territorial no destino”.

O pedido de reconhecimento e a adesão às “Rotas do Norte” poderá ser realizado por entidades proprietárias, gestoras ou promotoras de bens de património cultural, devendo a solicitação ser realizada à CCDR Norte ou à TPNP, “através do preenchimento de um formulário eletrónico próprio”, que está disponível aqui e aqui.

Já a aprovação e atribuição do selo dependerá do cumprimento de um conjunto de critérios, disponíveis para consulta, a partir desta data, nos portais web institucionais.

 

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