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Hotelaria

Hotel Turismo da Guarda vai ser integrado na rede de Pousadas de Portugal

O ministro da Economia e Mar, António Costa e Silva anunciou uma nova solução para o Hotel Turismo da Guarda, que vai passar pela sua integração na rede de Pousadas de Portugal, através da Enatur.

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Hotel Turismo da Guarda vai ser integrado na rede de Pousadas de Portugal

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O Hotel Turismo da Guarda, edifício emblemático da cidade da Guarda, construído de raiz como unidade hoteleira de referência na região e inaugurado em 1947, será integrado na rede de Pousadas de Portugal e entregue à Enatur (Empresa Nacional de Turismo, SA.), para reabilitação e subsequente exploração, anunciou, esta terça-feira, o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, na Assembleia da República, na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação.

O imóvel, que encerrou a sua atividade comercial como unidade hoteleira, em outubro de 2010 e, em abril de 2011, foi adquirido pelo Turismo de Portugal à Câmara Municipal da Guarda, esteve afetado ao programa Revive, desde 2011 e até à data presente, não gerou interessados.

Hoje, com a sua integração na rede de Pousadas de Portugal, e entregue para reabilitação e subsequente exploração à Enatur, o Hotel Turismo da Guarda vê, assim, mais de 12 anos depois do seu encerramento, a solução final para a sua reabertura ao público, indica comunicado do Governo.

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Hotelaria

Há uma nova empresa especialista em rent-a-car e hotelaria

Chama-se MAX Revenue Consulting e é a nova empresa especialista nas áreas de rent a car e hotelaria.

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Depois de sete anos na Frontline Performance Group como Consultor e International Business Development, Tiago Gomes Santos acaba de fundar a MAX Revenue Consulting,

empresa especialista nas áreas de rent a car e hotelaria.

A nova empresa tem na sua metodologia cruzada em consultoria, formação e acompanhamento das equipas de front desk um elemento diferenciador para incrementar receita e melhorar a experiência do cliente.

Nos últimos 15 anos, Tiago Gomes Santos, trabalhou com diversas empresas dos setores de turismo e retalho com foco na melhoria de performance das equipas para maximizar resultados.

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Highgate Portugal investe 51,5M€ em rebrandig e posicionamento dos hotéis que gere

A Highgate, multinacional de gestão hoteleira, investimento, tecnologia e desenvolvimento, que chegou a Portugal em 2022, vai investir 51,5 milhões de euros no rebranding e posicionamento dos hotéis que gere em território nacional.

Carla Nunes

O valor foi apontado por Alexandre Solleiro, CEO da Highgate Portugal, que em conferência de imprensa deu conta dos próximos projetos da empresa e do balanço de 2023.

Desta forma, a multinacional vai proceder ao rebranding de quatro hotéis no Algarve sob marcas internacionais, nomeadamente o NAU São Rafael Atlântico, que será transformado num Kimpton. Também o NAU Salgados Palace, o NAU Salgados Palm Village e o NAU Salgados Dunas Beach serão alvo de um rebranding, no entanto, Alexandre Solleiro não referiu qual será a marca, por ainda não terem assinado o contrato de franchising.

A antecipação é a de que as obras de rebranding do Salgados Palace, do Salgados Palm Village e do Salgados Dunas Beach comecem em novembro de 2024, para que possam abrir com uma nova marca em 2025. Sobre este projeto, Solleiro refere que “o que sinto que iremos fazer nos Salgados é sair do mercado all inclusive no ano que vem, quando fizermos o rebranding”.

Contudo, o CEO da Highgate Portugal garante que a marca NAU “não vai desaparecer, vai sim deixar de estar em alguns hotéis”, não colocando de parte a possibilidade de esta continuar a “existir com novos envolvidos”: “Pode ser uma marca adequada para alguns dos hotéis que vierem a juntar-se ao portefólio”, aponta.

Assim, as únicas unidades hoteleiras que vão continuar com a marca NAU, “por enquanto”, são o Salema Beach Village, o Morgado Golf & Country Club e o São Rafael Suites. No caso deste último hotel, espera-se que abra portas a 1 de março para a nova temporada, após uma remodelação completa das zonas públicas e dos restaurantes. Por terminar fica a zona de spa deste hotel, cuja remodelação só estará finalizada daqui a dois meses.

Rebranding com aposta em novos conceitos de F&B

Em Sesimbra, a Highgate Portugal investiu um milhão de euros no Sesimbra Hotel & Spa, que passará a designar-se Sesimbra Ocean Front Hotel e que sobe na classificação para as cinco estrelas. Este investimento foi aplicado na redecoração de todas as zonas públicas, receção e restaurantes do hotel, bem como dos corredores e quartos.

Já o Palácio do Governador, em Lisboa, vai ser alvo de uma remodelação a partir de 11 de março, cujo design de interiores ficará a cargo de Nini Andrade Silva. A renovação começará pelos quartos e corredores, estendendo-se às zonas públicas, nomeadamente a entrada, lobby e receção. Serão também introduzidos novos pontos de venda no hotel: o terraço será coberto para dar lugar a um novo conceito de bar, estando também em linha um novo conceito de restaurante e a redecoração da zona da piscina.

No caso do Palácio do Governador, Alexandre Solleiro já tinha referido a possibilidade de introduzir uma soft brand, afirmando esta segunda-feira que o que pretendem passa por “encontrar uma marca de distribuição que nos ajude a distribuir o hotel nos mercados mais importantes para a distribuição [da unidade hoteleira]”. Nesse sentido, o CEO da Highgate Portugal aponta os mercados norte-americano e brasileiro, além dos europeus, como aqueles que pretendem vir a atingir nesta unidade.

O rebranding será acompanhado por “toda uma nova visão para os conceitos de Food and Beverage (F&B) em restaurantes, bares e alimentação”, não só nos hotéis acima mencionados, como “nos hotéis que não serão objecto de obras de reposicionamento importantes”, como afirma Alexandre Solleiro. Para isso, a empresa contratou um vice-presidente de F&B de entre os membros da atual equipa, não referindo quem será o profissional a ocupar o cargo, o chef Bruno Rocha e o mixologist André Cavalheiro, sendo esperado o reposicionamento de restaurantes dos hotéis sob a alçada da Highgate Portugal, com alguns a ostentarem marcas internacionais.

Também os spas dos hotéis geridos pela Highgate Portugal serão alvo de uma “reconversão”, com a aplicação do conceito Wellness 360º, sendo que o primeiro projeto aprovado diz respeito ao São Rafael Suites.

“Acreditamos que tanto o F&B como os spas são elementos não só de imagem dos hotéis, [mas também] um grande contribuidor de resultados se forem bem feitos e geridos, atraindo clientes de dentro e de fora dos hotéis”, afirma Alexandre Solleiro.

Hotéis da Highgate Portugal registam subida de 15% em receitas face a 2022

Fazendo o balanço da atividade da Highgate em 2023, Alexandre Solleiro dá conta de um crescimento de 15% em receitas face a 2022, “um bocadinho acima da média do que se verificou no Algarve”, como refere. No entanto, prefere não se reportar a valores concretos além da percentagem.

Já a taxa de ocupação dos hotéis da Highgate em Portugal subiu 7% em 2023 face a 2022, situando-se nos 65%, sendo que a taxa foi calculada tendo em conta todos os meses do ano, mesmo os quatro meses em que cinco hotéis do portefólio estiveram fechados. Por fim, o preço médio em 2023 subiu 8% face a 2022.

“Isto mostra que usando boa tecnologia, websites feitos de forma adequada e com as equipas a pensar de uma forma organizada em como comercializar melhor os hotéis, conseguimos fazer crescer as receitas nos momentos certos”, afirma Alexandre Solleiro, reportando-se às medidas implementadas pela Highgate Portugal nos hotéis do seu portefólio.

Sobre a atuação da empresa nos 18 hotéis que gere em Portugal, Solleiro afirma que a instalação de sistemas mais modernos de Revenue Management (RM) e a reconstrução do website permitiram que as vendas diretas a partir do website passassem de 18% em 2022, para 29% em 2023.

Já na área dos recursos humanos, o CEO da Highgate Portugal afirma terem sido investidos 500 mil euros nos primeiros meses de atividade da empresa para a melhoria de vestiários, refeitórios e equipamentos de trabalho, estando a ser desenvolvidos novos programas de formação e recrutamento de pessoal. Foram ainda investidos mais 500 mil euros em novos sistemas de business inteligence, que estão a funcionar desde janeiro deste ano.

“O ano de 2024 não será certamente um ano com o mesmo nível de crescimento que 2023 teve em relação a 2022. No entanto, com tudo o que mexemos a nível de Revenue Management, marketing e de vendas do ano passado, permite-nos pensar que este ano será interessante para nós. Prevemos crescer um bocadinho acima da média”, termina Alexandre Solleiro

Recorde-se que a Highgate Portugal tem sob a sua gestão 18 unidades hoteleiras, num total de 2.600 quartos, sendo que 13 destes hotéis encontram-se no Algarve, um em Lisboa, um em Sesimbra, três no Porto e um nos Açores, em Angra do Heroísmo. A empresa acumula ainda a gestão de três campos de golf. Este portefólio era gerido anteriormente pela ECS, parte dele com a marca NAU.

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Vila Galé dinamiza roadshow em Espanha

Na próxima semana, a Vila Galé vai estar presente em três cidades espanholas para dar a conhecer a oferta do grupo, com destaque para a próxima abertura hoteleira da empresa em Isla Canela e o recém inaugurado Vila Galé Cayo Paredón, em Cuba.

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A Vila Galé vai realizar um roadshow em Espanha na próxima semana, entre 19 e 21 de fevereiro, com passagens por Barcelona, Madrid e Sevilha.

O objetivo da iniciativa passa por “divulgar a oferta do grupo ao mercado espanhol”, como o mesmo indica em comunicado, esperando-se que reúna mais de 100 profissionais de agências de viagens e operadores turísticos.

O mais recente resort all inclusive da Vila Galé que vai abrir em Espanha na Páscoa, o Vila Galé Isla Canela, estará em “destaque” neste roadshow, a par do recentemente inaugurado Vila Galé Cayo Paredón, a primeira unidade do grupo em Cuba. Além destas unidades hoteleiras, o roadshow pretende dar a conhecer os 31 hotéis da Vila Galé em Portugal e as diferentes propostas no Brasil, onde detém seis resorts e quatro unidades de cidade.

“O mercado espanhol é muito relevante para a Vila Galé, não só pelo volume de clientes que desde sempre recebemos nos nossos hotéis, mas também pela entrada da marca neste novo mercado. Com esta iniciativa, pretendemos estar ainda mais próximos dos nossos parceiros em Espanha, revelar-lhes as novidades em primeira mão e reforçar a relevância da marca”, afirma o diretor de marketing e vendas da Vila Galé, Pedro Ribeiro, em nota de imprensa.

Além de um workshop sobre a Vila Galé, os eventos no âmbito deste roadshow vão incluir cocktail e momentos de networking entre o trade turístico espanhol.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a Bernardo Trindade, presidente da AHP

A Publituris Hotelaria deste mês faz capa com Bernardo Trindade, presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP). Há dois anos à frente da associação, Bernardo Trindade considera que o setor “encontra-se bem” tendo em vista os resultados alcançados. Contudo, diz-se “preocupado” com o facto de Portugal estar a recusar 1,3 milhões de turistas por ano, dadas as dificuldades na Portela.

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A edição de fevereiro dá ainda destaque ao próximo Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo da AHP, que este ano tem lugar no Centro de Congressos da Madeira – Funchal, de 21 a 23 de fevereiro, com entrevistas a vários intervenientes nas mesas-redondas do evento.

No capítulo “Fala-se”, fique com uma entrevista a António Marto, presidente da Associação Fórum Turismo, que em declarações à Publituris Hotelaria dá conta do crescimento de uma das iniciativas desta associação, a Bolsa de Empregabilidade, e revela um dos próximos projetos: o desenvolvimento de uma plataforma de emprego digital.

Este número é também uma oportunidade para estar a par da mais recente aposta da Fauchon Hospitality em Portugal. Depois de escolhido o parceiro – a Unlock Boutique Hotels –, para expandir a atividade hoteleira para Portugal, o presidente e CEO da Fauchon Hospitality, Jacques-Olivier Chauvin, esteve à conversa com a imprensa e explicou a razão para a entrada no nosso país. O local será escolhido em 2024. A abertura dependerá se é construção ou renovação.

Ainda no segmento “Fala-se”, destaque para a mais recente iniciativa da ADHP Júnior, “Embaixadores da Hotelaria”. Com o intuito de aproximar os estudantes de gestão hoteleira não só do mundo profissional, como também do associativismo, este projeto arrancou em outubro do ano passado com o intuito de apurar embaixadores em oito universidades e politécnicos, para pôr em prática os eventos englobados nesta iniciativa. Conhecidos os novos embaixadores, Leonardo Simões, presidente da ADHP Júnior, dá conta do balanço deste projeto e perspectiva o futuro.

No especial Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) fique a conhecer as novidades dos fornecedores para hotelaria que vão marcar presença na feira, como é o caso da Floema, Groupe GM, HiJiffy, Hotelis, Paratytech, SALTO e Serlima.

A fechar, o chef Maycon Melo dá conta da cozinha que trabalha no Mirante Rooftop Bar, do Senhora da Rosa, Tradition & Nature Hotel, em São Miguel, Açores. Natural do Brasil, o chef abraçou os Açores há 11 anos e fez de São Miguel a sua casa. Os estudos em Biologia Marinha trouxeram-no até à ilha onde viria a descobrir um outro percurso de vida, a cozinha, algo que garante ter-se tornado a sua “maior paixão da vida” passado seis meses.

Por fim, brindamos com as sugestões de Ana Beatriz Amado, sommelier no Dourum Experience, no Porto.

As opiniões desta edição pertencem a Patrícia Correia (ADHP), Alexandre Marto Pereira (United Hotels of Portugal), Kevin Hemsworth (ISAG) e Luís Pedro Carmo Costa (Neoturis).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

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Pestana abre 4.º hotel nos EUA

O maior grupo hoteleiro multinacional de origem portuguesa reforça a sua aposta nos EUA, mercado onde está presente há mais de uma década. Depois de Nova Iorque, onde conta com dois hotéis) e Miami, é a vez de Orlando (Flórida) receber mais um Pestana.

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O Pestana Hotel Group vai expandir a sua operação a mais uma cidade nos EUA. Depois de ter inaugurado, em 2013, o seu primeiro hotel em Miami, na zona de South Beach, com o Pestana Miami South Beach, um boutique hotel art déco, em 2020 foi a vez de abrir o Pestana Park Avenue, localizado no coração de Manhattan, nas proximidades do Empire State Building. No ano seguinte, em 2021, o grupo alcançou um marco significativo com a abertura do Pestana CR7 Times Square, que se tornou o hotel número 100 da cadeia hoteleira do Pestana Hotel Group.

Agora, o Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista, torna-se o 4.º hotel do grupo nos EUA, reforçando a presença do Pestana Hotel Group no continente americano, tornando-se na 109.ª unidade da cadeia hoteleira.

Com a aquisição desta nova unidade hoteleira em Lake Buena Vista, uma das zonas mais prestigiadas de Orlando, o Pestana Hotel Group reforça a sua presença nos EUA, aumentando para 500 o número total de quartos do grupo no mercado norte-americano.

José Roquette, Chief Development Officer (CDO) do Pestana Hotel Group destaca que “a abertura do Pestana Orlando Suites é mais um passo significativo na nossa estratégia de diversificação geográfica”.

Considerando que o mercado norte-americano “continua a ser um pilar estratégico para o Pestana Hotel Group”, José Roquette salienta que esta nova aquisição “é um reflexo vivo da nossa estratégia asset right, que se concentra em manter a propriedade dos ativos nos mercados com maior potencial reconhecido”, acrescentando ainda que “esta expansão não só reforça a presença global do Pestana Hotel Group, mas destaca o nosso crescimento contínuo e sustentado, que nos leva a estar hoje presentes em 16 países”.

O hotel Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista fica localizado a cerca de 15 minutos dos principais parques temáticos da Walt Disney World, da Universal Studios e do Sea World, bem como do importante Centros de Convenções de Orlando, um dos maiores dos EUA, mas também muito próximo dos melhores outlets, com inúmeras lojas e restaurantes.

O novo Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista oferece 127 suites com mais de 40 m2, vocacionado para viagens em família, constituindo, também, tendo em conta a sua localização privilegiada, próxima do Centro de Convenções, uma opção para viagens de negócios.

O hotel dispõe de várias comodidades incluindo restaurante, bar, jardim, piscina exterior, ginásio, business center e estacionamento.

Orlando é um dos destinos turísticos mais procurados nos EUA, depois de Nova Iorque e Las Vegas, sendo um dos destinos mais populares do mundo. Prevê-se que em 2025 possa vir a receber 100 milhões de visitantes, com a abertura do novo parque temático da Universal Studios, o “Epic Universe”, que será o maior parque da marca nos EUA. Além de ser um forte polo de turismo de lazer, Orlando destaca-se também como um dos principais destinos de congressos dos EUA.

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Preço médio por quarto aumentou em todas as regiões de Portugal em 2023

Os hoteleiros deram conta de aumentos no preço médio por quarto em todas as regiões de Portugal em 2023, com o preço médio nacional a situar-se nos 141 euros – um aumento de 18% face a 2023.

Carla Nunes

Os dados resultam de um estudo conduzido pelo gabinete de estudos e estatísticas da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), que inquiriu 476 estabelecimentos hoteleiros entre 2 e 21 de janeiro de 2024.

O maior aumento no preço médio por quarto verificou-se no Alentejo, que em 2023 situou este índice nos 159 euros, numa subida de 29% face a 2022. Também em Lisboa o preço médio por quarto fixou-se nos 159 euros em 2023, contudo, a subida em relação ao ano anterior foi de 4%.

Na lista de maiores subidas do preço médio segue-se a Região Autónoma dos Açores, que ao colocar este indicador a 135 euros verificou uma subida de 25% face aos valores de 2022. Destaque também para a região Norte, cujo preço médio aumentou 21% em 2023 face a 2022, para 132 euros, e para a região Centro, cujo preço médio de 100 euros significou um aumento de 20% deste indicador em relação a 2022.

Sobre o desempenho do preço médio em 2023, 50% dos inquiridos considerou que o preço médio foi “melhor” ou “muito melhor” que o de 2022.

Se por um lado, 38% dos inquiridos dos Açores apontou que o desempenho deste indicador foi “pior” que em 2022, outros 38% da mesma região são da opinião de que foi “melhor” que 2022. De apontar ainda que 45% dos inquiridos do Algarve e 43% do Alentejo consideram que o preço médio de 2023 foi “igual” a 2022.

Fonte: AHP

Quanto ao balanço de 2023 referente à taxa de ocupação, todas as regiões dão conta de subidas neste indicador, à exceção do Algarve e do Alentejo, cuja taxa foi igual à de 2022, e da Região Autónoma dos Açores, com os dados a indicarem uma descida de 5 pontos percentuais (p.p.) face aos valores de 2022.

A média nacional com base no inquérito da AHP aponta para uma taxa de ocupação de 68%, uma subida de 7 p.p., com a Região Autónoma da Madeira a marcar a maior taxa de ocupação no balanço de 2023: 81%, uma subida de 5 p.p. face a 2022.

A maior subida de taxa de ocupação verificou-se na região Centro, que com uma taxa de 58% em 2023 subiu 7 p.p. face a 2022. Segue-se a região Norte, com uma subida de 6 p.p. em relação a 2022 e uma taxa de 60% em 2023.

Fonte: AHP

Relativamente à estada média, que a nível nacional situou-se nos três dias, em 2023, apenas três regiões registaram um aumento face ao ano anterior: Foi o caso da Região Autónoma das Madeira, cuja estada média foi de sete noites em 2023 (mais seis noites que em 2022); da Região Autónoma dos Açores, com uma estada média de quatro noites em 2023 (mais três noites que em 2022); e do Norte, cuja estada média passou de duas noites, em 2022, para quatro noites em 2023.

“O Norte basicamente dobrou a estada média. É de relevo para nós esta distribuição no território, é muito mais rentável para a hotelaria assegurar os clientes e tê-los durante mais tempo, e para isso é preciso todo o turismo trabalhar em rede. Evidentemente também tem a ver com o tipo de nicho e turismo que se pratica nos destinos”, referiu Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP, na apresentação aos jornalistas na manhã desta sexta-feira.

O mercado português foi o mais referido pelos hoteleiros quando questionados sobre os seus principais três mercados (apontado por 76% dos inquiridos), seguido pelo do Reino Unido (50% dos inquiridos), Estados Unidos da América (41% dos inquiridos) e Espanha (40% dos inquiridos). Por outro lado, o mercado brasileiro só foi referido por 17% dos inquiridos como um dos principais três mercados.

Já quanto aos canais de reserva, 93% dos inquiridos indicou o Booking.com como um dos seus principais três canais de reserva, seguido pelo website próprio (92% dos inquiridos) e do Expedia (61% dos inquiridos). Para trás ficaram canais como a GDS (10% dos inquiridos) e o Airbnb (2% dos inquiridos).

Perspetivas para 2024

No âmbito das perspetivas para 2024, a maioria dos inquiridos antecipam uma taxa de ocupação em 2024 que seja, pelo menos, “igual” ou “melhor” que a de 2023, com 54% dos inquiridos a indicar que este indicador será “melhor” no segundo trimestre de 2024, quando comparado com 2023.

Se os Açores, a Área Metropolitana de Lisboa e a região Norte esperam que o primeiro trimestre de 2024 seja “pior” ou “igual” a 2023, o Alentejo antecipa que em 2024 todos os trimestres serão “melhores” que os dados de 2023. A Madeira espera um 2024 semelhante ao de 2023, mas com resultados “melhores” no último trimestre face ao ano anterior.

No indicador do preço médio por quarto, a maioria dos inquiridos antecipa que este será “melhor” em 2024 do que em 2023, uma perspetiva que também se reflete na expetativa quanto às receitas para 2024.

Quanto aos principais mercados, 75% dos hoteleiros continua a colocar a expetativa em Portugal como um dos seus principais três mercados, ao qual se segue o Reino Unido (referido por 48% dos inquiridos), Estados Unidos da América (42%) e Espanha (41%).

Na lista dos desafios e constrangimentos para 2024, 78% dos inquiridos coloca a instabilidade geopolítica como uma das principais preocupações, seguida pelo aumento das taxas de juro (59% dos inquiridos).

A redução do número de voos é outra das preocupações dos hoteleiros (40% dos inquiridos), sendo referido como um dos principais problemas por 90% dos hoteleiros inquiridos da Região Autónoma dos Açores, 73% da Região Autónoma da Madeira e 58% do Algarve.

O inquérito levado a cabo pela AHP foi realizado entre 2 e 21 de janeiro de 2024 junto de 476 empreendimentos turísticos associados da associação, sendo que da amostra 42% dos estabelecimentos estão localizados na região de Lisboa, 14% no Algarve, 13% no Norte, 12% no Centro, 11% na Madeira, 6% no Alentejo e 3% nos Açores.

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Taxas de ocupação no Natal e Ano Novo de 2023 aumentaram face a 2022

De acordo com o balanço de Natal e Réveillon de 2023 conduzido pelo gabinete de estudos e estatísticas da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), as taxas de ocupação por quarto aumentaram nos períodos do Natal e do Ano Novo de 2023, quando comparadas com os mesmos períodos de 2022.

Carla Nunes

A partir de um inquérito realizado a 476 estabelecimentos hoteleiros, para o período do Natal de 2023, de 22 a 26 de dezembro, os dados dão conta de uma taxa de ocupação de 51% a nível nacional, uma subida de 1 ponto percentual (p.p.) em relação a 2022. Já no Ano Novo, entre 30 de dezembro de 2023 e 2 de janeiro de 2024, o estudo aponta para uma taxa de ocupação por quarto de 70%, um aumento de 9 p.p. face ao mesmo período de 2022.

Olhando para as taxas de ocupação no período de Natal, apesar da Região Autónoma da Madeira ter registado o maior valor de taxa de ocupação, 66%, quando comparada com o mesmo período de 2022 a taxa desceu 10 pontos percentuais.

Por outro lado, com uma taxa de ocupação de 56%, a hotelaria de Lisboa conseguiu subir este índice em 2 p.p. face a 2022, seguida pela da região Norte, que no Natal de 2023 registou uma taxa de ocupação de 49% – um aumento de 3 p.p. em relação a 2023.

O valor mais baixo de taxa de ocupação no Natal coube à Região Autónoma dos Açores, com uma taxa de 27% – um “mergulho a pique” de menos 24 p.p. em relação ao valor de 2022, como descrito por Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP, na apresentação aos jornalistas na manhã desta sexta-feira.

Seguiu-se a região do Alentejo, com uma taxa de ocupação de 35% (menos 2 p.p.) e o Algarve, com uma taxa de 40% (menos 12 p.p.).

No período do Ano Novo, todas as regiões registaram aumentos percentuais ao nível da taxa de ocupação, à exceção do Algarve – cuja taxa de ocupação de 58% esteve 3 p.p. abaixo da verificada em 2022 – e da Região Autónoma dos Açores, que registou uma taxa de ocupação de 44%, 25 pontos percentuais abaixo dos valores de 2022.

As regiões que mais se destacaram ao nível da taxa de ocupação no Ano Novo de 2023 foram a Região Autónoma da Madeira (80%) e Lisboa (77%).

Contudo, o maior aumento percentual em relação a 2022 coube à região Centro, que no Ano Novo de 2023 registou uma taxa de ocupação de 63%, uma subida de 12 p.p. face ao mesmo período do ano anterior.

Preço médio aumentou no Natal, mas desceu no Ano Novo

Quanto ao índice do preço médio por quarto a nível nacional, e de acordo com o estudo da AHP, no período do Natal de 2023 este situou-se nos 124 euros, um aumento de 5% face ao ano anterior. Já no Ano Novo, o preço médio foi de 173 euros, uma descida de 5,9% em relação aos valores de 2022.

Analisando o preço médio por quarto no Natal de 2023, este indicador registou subidas em todas as regiões, à exceção da Região Autónoma da Madeira, cujo preço médio de 120 euros desceu 19% face a 2022, e do Algarve, que com um preço médio de 94 euros registou uma descida de 6% em relação ao ano passado.

Já a Região Autónoma dos Açores, apesar das descidas nas taxas de ocupação durante o Natal e o Ano Novo, registou o maior aumento de preço médio no Natal de 2023: o valor de 115 euros significou uma subida de 26,3% em relação a 2022.

No entanto, a região que praticou o preço médio por quarto mais elevado no Natal de 2023 foi o Alentejo, com 150 euros (uma subida de 22% face a 2022), seguida por Lisboa, cujo preço médio a 135 euros representou um aumento de 0,7% em relação a 2022.

Passando para o preço médio por quarto na época do Ano Novo 2023, a maior subida coube à região Norte, que com um preço médio de 168 euros conseguiu elevar este indicador mais 12% em relação ao valor registado em 2022.

A maior queda foi da Região Autónoma da Madeira, cujo preço médio por quarto em 2023 desceu 15% face ao ano anterior – embora tenha sido a região a registar o valor mais alto a nível nacional, de 227 euros.

Mercado português na liderança para ambas as épocas festivas

No período do Natal de 2023, 79% dos hoteleiros inquiridos apontaram o mercado português como um dos seus principais três mercados, seguido pelo dos Estados Unidos da América (EUA), indicado por 38% dos inquiridos, e pelo Reino Unido (36%).

Para o fundo da lista ficam os mercados da Alemanha, apontado por 26% dos inquiridos, e de França, referido por 23% dos inquiridos.

No Ano Novo de 2023, novamente, o mercado português foi apontado por 79% dos inquiridos como um dos principais três mercados para este período, seguido por Espanha (34% dos inquiridos), Reino Unido (32%) e Estados Unidos da América (31%).

O inquérito levado a cabo pela AHP foi realizado entre 2 e 21 de janeiro de 2024 junto de 476 empreendimentos turísticos associados da associação, sendo que da amostra 42% dos estabelecimentos estão localizados na região de Lisboa, 14% no Algarve, 13% no Norte, 12% no Centro, 11% na Madeira, 6% no Alentejo e 3% nos Açores.

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Hotelaria

AHP e ENA impulsionam eficiência energética nos hotéis através do Projeto “Turismo + Sustentável”

O projeto visa promover a eficiência energética no setor hoteleiro em Portugal, bem como responder aos desafios de sustentabilidade e competitividade que o setor atualmente enfrenta.

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A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) e a Agência de Energia e Ambiente da Arrábida (ENA) lideram o projeto “Turismo + Sustentável”, financiado no âmbito do Plano de Promoção e Eficiência no Consumo de Energia aprovado pela ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e incluído no Plano Turismo + Sustentável do Turismo de Portugal, que visa promover a eficiência energética no setor hoteleiro em Portugal, bem como responder aos desafios de sustentabilidade e competitividade que o setor atualmente enfrenta.

Esta parceria estratégica para o setor, consiste no desenvolvimento de uma Plataforma de Monitorização e Gestão Energética e Ambiental – a Plataforma T+S – que recolhe, de forma automatizada, dados sobre o consumo de energia elétrica, gás e água, bem como dados relativos à produção hoteleira na perspectiva de negócio, permitindo analisar, avaliar e reportar o estado e evolução do desempenho energético do hotel e ainda compará-lo com outros estabelecimentos hoteleiros com características semelhantes.

Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da AHP, destaca a importância do projeto: “Este projeto reforça o nosso compromisso coletivo para com os objetivos de desenvolvimento sustentável, através da promoção da eficiência energética na hotelaria. Depois deste grupo-piloto, é nosso objetivo alargar este projeto a todos os nossos associados, visto estar em linha com o trabalho que tem sido desenvolvido pelo Programa HOSPES e que, entre outros fins, pretende capacitar a indústria hoteleira com ferramentas que lhe permitam, objetiva e mensuravelmente, ser cada vez mais sustentável.”

O diretor Técnico da ENA, Orlando Paraíba, realça o propósito do “Turismo + Sustentável”: “É nosso objetivo criar ferramentas tecnológicas que permitam analisar, avaliar e reportar o desempenho energético de cada hotel, contabilizar e gerir os recursos e as emissões de Gases com Efeito Estufa, quer em termos individuais e comparativos, quer em termos de informação mais agregada do setor da hospitalidade.”

O projeto “Turismo + Sustentável” está alinhado com o Programa HOSPES, programa corporativo de Responsabilidade Social e Ambiental da AHP.

Ao lançar as bases para uma hotelaria mais eficiente e sustentável, o projeto “Turismo + Sustentável” promete impactar positivamente não apenas os hotéis participantes, mas toda a indústria hoteleira portuguesa.

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Grupo Vila Galé arrecadou receitas de 275M€ em 2023

Após um balanço de receitas de 275 milhões de euros em 2023, e de um resultado líquido de 100 milhões de euros para o mesmo ano, o grupo Vila Galé vai investir 50 milhões de euros em projetos este ano.

Carla Nunes

O grupo Vila Galé registou um total de receitas de 275 milhões de euros em 2023, um aumento superior a 20% face a 2022.

Os dados foram avançados esta segunda-feira, 29 de janeiro, num almoço de imprensa, onde Jorge Rebelo de Almeida, fundador e presidente do grupo Vila Galé, deu conta que o maior aumento nas receitas do ano passado face a 2022 verificou-se no Brasil.

Em Portugal, o grupo registou um volume de negócios de 158 milhões de euros no ano passado, um aumento de 16,77% face a 2022.

No total das 31 unidades que o Vila Galé detém em território nacional, o grupo deu conta de um milhão de quartos ocupados e 2,15 milhões de dormidas. Em nota de imprensa, a empresa aponta que os clientes nacionais tiveram um peso de 38% neste total, seguidos pelos mercados do Reino Unido (14,5%), Alemanha (8%), Irlanda (5%), Espanha (5%), Estados Unidos da América (2,92%) e Brasil (2,77%).

Já as dez unidades Vila Galé no Brasil trouxeram ao grupo no ano passado receitas de 629 milhões de reais (cerca de 117 milhões de euros), um aumento de 42,41% face a 2022. Jorge Rebelo de Almeida aponta que este aumento deveu-se “essencialmente ao Vila Galé Alagoas, que abriu em agosto de 2022 e [cujo] grande resultado foi feito em 2023”.

No território brasileiro, onde o grupo tem três hotéis de cidade e sete resorts, o Vila Galé registou 680 mil quartos ocupados e mais de 1,6 milhões de dormidas em 2023. Em nota de imprensa, os três principais mercados apontados para o total de dormidas foram o Brasil (90%), Argentina (2%) e Portugal (2%).

Feitas as contas, e apesar de afirmar que “resultados líquidos, só mesmo para março”, Jorge Rebelo de Almeida aponta para um resultado líquido de 100 milhões de euros em 2023.

50 milhões de euros para novos hotéis
Se em 2023 o Vila Galé investiu mais de 47 milhões de euros em novos hotéis em Portugal, com a criação de mais de 150 postos de trabalho, este ano o grupo estima investir 50 milhões de euros em novos projetos.

Destes fazem parte o Vila Galé Paço do Curutelo, em Ponte de Lima, para os quais o Vila Galé conta investir mais de 20 milhões de euros. Com abertura prevista para abril de 2025, o hotel vai contar com 87 quartos, sendo que no castelo de 1127, que será requalificado, vão estar incluídos cinco quartos, uma biblioteca e uma sala de provas de vinhos. A vinícola desta nova unidade, que produz vinho verde loureiro, tem data de abertura prevista já para agosto deste ano, com o primeiro vinho, produzido numa outra adega, a sair no próximo mês de abril.

Nestes 50 milhões de euros estão também incluídos o Vila Galé Collection Figueira da Foz e o Vila Galé Isla Canela, ambos com data de abertura prevista para abril deste ano, bem como as Casas de Elvas, cuja expetativa é a de que abra em abril do próximo ano, fruto de um investimento de 10 milhões de euros.

Em território nacional, Jorge Rebelo de Almeida confirmou ainda um novo projeto em Miranda do Douro, do qual ganhou o concurso e que espera começar a preparar “lá para o final do ano”. Admitindo que este projeto surgiu da sua “responsabilidade social”, num “território que está a desaparecer”, o presidente do grupo Vila Galé assegura que tem “a profunda convicção [de que este] vai ser um excelente negócio”.

“Do lado de Portugal a coisa não é brilhante, mas do lado espanhol temos Zamora e Valadollid ali ao lado, que vão alimentar o hotel. Como o grupo é grande, há uns que podem dar para os outros, mas aquele estou convencido que vai atrair muito espanhol”, afirma.

Na calha está ainda um projeto na Golegã, na Quinta da Cardiga, que Jorge Rebelo de Almeida garante estar “encaminhado” e que “é para avançar”, dedicado ao tema dos cavalos. Sobre a futura data para este projeto, o presidente do grupo comenta que “não o devo começar nunca antes do final do ano”.

Novos projetos em vista lá fora

Para este ano, no Brasil, o Vila Galé tem dois projetos já conhecidos de notícias anteriores: o Vila Galé Ouro Preto, em Minas Gerais, e o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco. Se no primeiro estava planeada a construção de 80 quartos, o número passou para as 292 unidades de alojamento, às quais acrescem cinco salas de reuniões e uma sala de congressos, naquele que Jorge Rebelo de Almeida classifica como “o primeiro grande resort Vila Galé sem praia”. Já o Vila Galé Collection Sunset em Cumbuco será o primeiro hotel com a marca “Collection” do grupo no Brasil, com um total de 124 quartos.

Ainda em território brasileiro, o presidente do Vila Galé afirma que o grupo ganhou um concurso para a construção de um hotel na Casa do Maranhão, em São Luís, localizada no centro histórico. O grupo pretende agora concorrer “a mais dois concursos para mais dois edifícios naquela zona”.

O presidente do grupo adiantou ainda que o projeto em Alagoas “correu tão bem, que o Governo propôs fazermos mais um projeto em Coruripe, que vai ser a sul”. Acresce ainda uma proposta do Governo do Pará, que de acordo com Jorge Rebelo de Almeida “vai ter uma necessidade urgentíssima de hotéis para a COP30”, uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre as mudanças climáticas. Nesta última localização, a proposta é a de recuperar na área portuária da capital do Pará “dois grandes armazéns com 2.000 metros cada um para fazer um projeto fora da caixa – a estrutura interior vai ser toda em ferro”.

Em Cuba, após a abertura do Vila Galé Cayo Paredón – que agora vê o seu nome alterado para Vila Galé Jardines d’el Rey – a ambição passa agora por recuperar uma torre em Havana, perto do Malécon, com 500 quartos.

O grupo gostaria também de abrir um hotel em Madrid, estando à procura de propostas, apesar de o presidente admitir que “os preços em Madrid estão assustadores”.

Atualmente, o grupo Vila Galé conta com 42 hotéis em Portugal, Brasil e Cuba.

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Novo hotel do MS Group em Lisboa vai custar 9,5M€

O MS Group vai abrir uma nova unidade hoteleira sob a marca Moon & Sun em Lisboa, na baixa pombalina. O novo hotel de quatro estrelas será constituído por 35 quartos e o conceito seguirá a mesma linha dos hotéis da marca no Porto e em Braga.

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Após a abertura do cinco estrelas MS Collection Aveiro – Palacete Valdemouro, o MS Group prepara-se para abrir um novo hotel da insígnia Moon & Sun em Lisboa.

Em nota de imprensa, o grupo hoteleiro aponta a abertura desta nova unidade hoteleira de quatro estrelas para o primeiro quadrimestre de 2024, num investimento de 9.500.000 milhões de euros.

Localizado na baixa pombalina, no número 200 da Rua Áurea, o novo Moon & Sun em Lisboa surge da requalificação de um edifício habitacional, no qual vão ser construídos 35 quartos divididos pelas tipologias “confy vista cidade”, “vista interior”, “vista cidade” e “vista cidade com varanda”.

O conceito “estará alinhado com os hotéis Moon & Sun do Porto e de Braga”, como o grupo refere em nota de imprensa, primando pela “localização central [na cidade]” e pelo “design contemporâneo sofisticado”.

“Acreditamos que os centros históricos são os locais que revelam os segredos mais genuínos e preciosos das cidades. Lisboa será uma localização estratégica para a expansão da marca Moon & Sun”, salienta Pedro Mesquita Sousa, CEO do MS Group, em comunicado.

A marca Moon & Sun está presente nas cidades do Porto e Braga desde 2019. Com 45 quartos, o hotel Moon & Sun Porto é caracterizado pelo grupo como um “hotel cosmopolita”. Já o Moon & Sun Braga, de 25 quartos, foi restaurado a partir de um edifício histórico, sendo apontado pelo grupo como um “hotel de charme”.

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