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Transportes

António Costa assegura aprovação quinta-feira da metodologia para decidir sobre o novo aeroporto de Lisboa

O Primeiro-Ministro, António Costa, assegurou aos empresários do Turismo, mas também ao país que o Governo vai aprovar, na próxima quinta-feira, em Conselho de Ministros, a resolução que ditará a metodologia da avaliação ambiental estratégica para decidir a solução para o novo aeroporto de Lisboa.

Carolina Morgado
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António Costa assegura aprovação quinta-feira da metodologia para decidir sobre o novo aeroporto de Lisboa

O Primeiro-Ministro, António Costa, assegurou aos empresários do Turismo, mas também ao país que o Governo vai aprovar, na próxima quinta-feira, em Conselho de Ministros, a resolução que ditará a metodologia da avaliação ambiental estratégica para decidir a solução para o novo aeroporto de Lisboa.

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Refira-se que essa resolução foi negociada com o líder da oposição, Luís Montenegro, presidente do PSD. O Chefe do Executivo que discursava na abertura da VI Cimeira do Turismo Português, promovida, em Lisboa, no âmbito das celebrações do Dia Mundial do Turismo disse que “verifiquei sempre da parte do líder do maior partido da oposição a vontade efetiva de procurar um acordo”.

António Costa considerou que o PSD demonstra vontade efetiva de chegar a um acordo sobre o novo aeroporto de Lisboa, mas enalteceu que usará a maioria PS se no final do processo estabelecido se verificarem divergências.

Numa longa intervenção dedicada quase toda ela à problemática da decisão sobre a localização da nova infraestrutura aeroportuária para a região de Lisboa, o Chefe do Governo defendeu que “perguntam-me se tenho a certeza que vai haver acordo sobre a solução. Eu não posso responder pelo líder da oposição. Mas há uma coisa que tenho a certeza: É que o facto de ter sido possível um entendimento com o PSD sobre a metodologia é um primeiro passo decisivo para podermos ter um acordo sobre a solução final”.

O Primeiro-Ministro anunciou o fim do polémico veto das autarquias às estruturas com interesse nacional e a equipa que vai coordenar a avaliação ambiental estratégica.

As novidades vão ser conhecidas e aprovadas já no próximo Conselho de Ministros, na quinta-feira, onde será nomeado o coordenador do estudo, sob proposta do presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, do presidente do Conselho de Reitores e pelo presidente do Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que compõem a estrutura.

“O coordenador vai escolher seis coordenadores de seis áreas temáticas, que exigem ser estudadas na avaliação ambiental estratégica, dentro de um painel de peritos designado pelo Conselho de Reitores das Universidades portuguesas”, acrescentou.

Minutos antes, já o presidente da CTP, Francisco Calheiros tinha afirmado que “a entrada de mais turistas em Portugal

significa mais receitas para o país”, por isso, a Confederação do Turismo de Portugal “continua a bater-se para que haja uma decisão final sobre o novo aeroporto”, para acrescentar que “só com uma nova infraestrutura aeroportuária poderemos dar ainda mais a Portugal. Desde logo na fase da sua construção, já que se fomentará a atividade de vários setores económicos e se criará mais emprego. E isto significa mais receitas para o Estado, logo, um maior contributo para todo o País”.

Por isso, segundo Francisco Calheiros “é urgente decidir já! Não podemos perder mais tempo. O País não pode perder mais dinheiro com todas estas incertezas e não decisões”, lembrando um estudo recentemente apresentado pela CTP: “A não decisão sobre o novo aeroporto, terá no mínimo um custo de quase 7 mil milhões de euros; menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões de euros”.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal da capital, Carlos Moedas, avisou, durante a Cimeira do Turismo Português, que o futuro aeroporto de Lisboa “tem de estar próximo” da capital e a decisão não se pode arrastar para lá de 2023.

Durante os próximos dias daremos, no nosso site, mais pormenores sobre outras questões que mereceram destaque nesta cimeira, bem como contamos publicar uma reportagem na próxima edição do Publituris.

Sobre o autorCarolina Morgado

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United cancela Faro

Depois de em outubro de 2023 ter anunciado vir a ser a única companhia aérea americana a voar diretamente para Faro, a partir de Nova Iorque/Newark, a United Airlines cancelou esta rota.

A United Airlines cancelou a operação que iria iniciar a 24 de maio de 2024 ate 23 de setembro de 2024, e que ligaria Faro diretamente a Nova Iorque/Newark, com quatro voos semanais realizados com recurso a um Boeing 757-200.

De acordo com a United, estas alterações resultam do facto de a Federal Aviation Administration (FAA, Administração Federal da Aviação) ter interrompido “algumas atividades de certificação”.

Esta operação faria com que a United se tornasse na única companhia aérea americana a voar diretamente para Faro, a partir de Nova Iorque/Newark.

Segundo informações que correm na imprensa norte-americana, a United não eliminou totalmente a rota, confirmando que está a “adiar a operação para o próximo verão”.

“No total, esta operação iria representar cerca de 25 mil lugares ida e volta distribuídos por 130 voos”, refere Pedro Castro, diretor da SkyExpert, empresa de consultoria em aviação, aeroportos e turismo, considerando que ”isto é uma gota no oceano de voos e de lugares à partida de Faro,  mas é uma gota cujo cancelamento representa um enorme balde de água fria por tudo aquilo que esta rota e esta companhia traziam para a região”.

“Se havia necessidade de cortar algum voo operado pelos Boeing 757 devido à crise com os 737 MAX e com as entregas destes aparelhos que já afetou a Ryanair, a United poderia, por exemplo, ter optado por cancelar o segundo voo diário entre Nova Iorque e o Porto. No entanto, preferiu cancelar este novo destino. Isto corresponde ao comportamento típico das companhias: em caso de dúvida, preferem consolidar o que já existe do que abrir novos destinos que requerem uma duplicação dos recursos e investimento”, salienta Pedro Castro.

“Os turistas americanos têm tido um desenvolvimento notável no Algarve, mas sem um acesso aéreo direto e sem escalas, o seu crescimento torna-se mais difícil. Ter uma companhia americana a voar seria ainda melhor pelo domínio que têm do mercado e das vendas nos Estados Unidos”, frisa o diretor da SkyExpert.

E Pedro Castro termina: “se eu fosse o diretor do Turismo do Algarve, tentaria aliciar a Azores Airlines a aumentar, prolongar e/ou acertar os horários dos novos voos Faro-Ponta Delgada para ligarem com os voos de Ponta Delgada para o aeroporto de JFK; em segundo lugar, no próximo Inverno, a United vai lançar o seu voo Nova Iorque-Marraquexe com o Boeing 767 e apenas três vezes por semana. Tradicionalmente, os voos Toronto-Faro da Air Transat já existem há anos e começaram por transportar seniores e golfistas à procura de temperaturas amenas para passar o Inverno. Esta poderia ser uma oportunidade que poderia dar bem mais jeito ao Turismo do Algarve para combater a sua sazonalidade”.

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Victor Jorge

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Destinos

Turismo representará 11,4% da economia global em 2034

De acordo com as contas feitas pelo WTTC, o impacto do turismo no PIB global deverá ultrapassar os 10 biliões de euros em 2024. Dentro de 10 anos o peso deverá aumentar para 15 biliões de euros.

Victor Jorge

O World Travel & Tourism Council (WTTC) prevê um ano recorde para o turismo em 2024, com a contribuição económica global do setor a atingir um máximo histórico de 11,1 triliões de dólares (cerca de 10,2 biliões de euros), avança o Economic Impact Research (EIR) do organismo, indicando ainda que que as viagens e turismo contribuirão com mais 770 mil milhões de dólares (perto de 710 mil milhões de euros) em relação ao seu recorde anterior, reforçando a sua autoridade como uma potência económica global, gerando um em cada 10 dólares em todo o mundo.

À medida que o setor global ultrapassa a sua prosperidade pré-pandémica, o WTTC espera que 142 dos 185 países analisados ultrapassem os anteriores recordes nacionais.

Em parceria com a Oxford Economic, o mais recente EIR do WTTC mostra um setor repleto de oportunidades, que sustenta quase 348 milhões de empregos a nível mundial, representando um aumento de mais de 13,6 milhões de empregos em comparação com seu ponto mais alto em 2019.

Segundo a análise, os gastos dos visitantes internacionais aproximam-se do pico de 2019, atingindo 1,89 triliões de dólares (cerca de 1,7 biliões de euros), enquanto os turistas domésticos devem gastar mais do que em qualquer ano já registado, atingindo 5,4 triliões de dólares, ou seja, quase 5 biliões de euros.

Uma recuperação (in)esperada e rápida
“Apesar das incertezas económicas e dos abalos geopolíticos, o setor do turismo está a prosperar, tendo sido injetados quase 10 triliões de dólares (mais de 9,2 biliões de euros), igualando o máximo pré-pandémico, mostrando a sua resiliência e provando o seu papel fundamental na economia global”, refere o WTTC.

Representando 9,1% do PIB global, o equivalente a pouco mais de 9,9 triliões de dólares (cerca de 9,1 biliões de euros), em 2023, o peso do turismo foi o maior desde 2019, ficando apenas 4% atrás do registo desse ano.

O setor também reforçou a sua força de trabalho em mais 27,4 milhões de pessoas, elevando o total para quase 330 milhões de empregos em todo o mundo.

As despesas internacionais aumentaram 33,1%, atingindo 1,63 triliões de dólares (cerca de 1,5 biliões de euros), acentuando a recuperação para muitos países em todo o mundo, com as despesas domésticas a aumentarem mais de 18%, atingindo quase 5 triliões de dólares (mais de 4,6 biliões de euros).

E se 2023 foi um ano de transição, 2024 parece vir a ser um ano de confirmação, indicando o WTTC que este crescimento ocorre apesar de dois dos maiores mercados de turismo do mundo estarem a ficar para trás em termos de gastos de visitantes internacionais, com os EUA e a China a registarem um retorno muito mais lento dos gastos de turistas internacionais.

No ano passado, nos EUA, os gastos dos visitantes internacionais permaneceram mais de um quarto abaixo do pico de 2019, enquanto os gastos dos visitantes da China permaneceram quase 60% abaixo.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, salienta que, “embora exista o pano de fundo da incerteza, o setor das viagens e turismo continua a ser uma potência económica global”.

“Não se trata apenas de bater recordes, já não estamos a falar de uma recuperação – esta é uma história em que o setor está de volta ao seu melhor após alguns anos difíceis, proporcionando um impulso económico significativo a países de todo o mundo e apoiando milhões de empregos”, refere ainda Julia Simpson.

Contudo, a responsável máximo pelo WTTC admite que “há um risco: precisamos que os governos dos EUA e da China apoiem os seus setores nacionais das viagens e turismo. Os EUA e a China continuarão a sofrer, enquanto outros países estão a assistir a um regresso muito mais rápido dos visitantes internacionais”, termina.

Uma década de crescimento
Olhando para a frente, o WTTC prevê um futuro promissor para a próxima década, caracterizado por um crescimento robusto e oportunidades de carreira sem paralelo.

Até 2034, o setor irá impulsionar a economia global com uns impressionantes 16 triliões de dólares (perto de 15 biliões de euros), representando 11,4% de todo o panorama económico mundial.

Além do impulso económico, a indústria das viagens e turismo está também destinada a contribuir fortemente para a criação de emprego, dando emprego a 449 milhões de pessoas em todo o mundo. Cerca de 12,2% da força de trabalho estará ao serviço deste setor.

As contas do Economic Impact Research (EIR) do WTTC revelam ainda que mais de três quartos dos países analisados deverão ultrapassar o ponto alto de 2019, em termos de contribuição para o PIB.

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Victor Jorge

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Turismo

Pedro Machado é o novo secretário de Estado do Turismo

Após 10 anos à frente dos destinos da Turismo do Centro, Pedro Machado é o novo secretário de Estado do Turismo do XXIV Governo de Portugal.

Victor Jorge

Após algumas horas de espera, foi publicada a lista dos secretários de Estado que compõem o XXIV Governo, com Pedro Machado, ex-presidente da Região de Turismo do Centro de Portugal, a ser nomeado secretário de Estado do Turismo.

Licenciado em Filosofia, Mestre em Ciências de Educação, na Área de Especialização – Psicologia Educacional, Doutorando em Património Alimentar: Culturas e Identidades, bem como em Turismo, Pedro Machado foi presidente da Entidade Regional do Turismo do Centro de Portugal entre 2013 e 2023.

Desde do término das funções como presidente da Turismo do Centro, Pedro Machado manteve-se à frente da Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal, cargo que acumulava desde 2007 com a presidência da ERT.

Nascido a 27 de novembro de 1966, do curriculum de Pedro Machado fazem ainda parte passagens pelo Conselho Geral do Instituto Politécnico de Coimbra (desde 2021); Membro Cooptado da Escola Superior de Turismo e Hotelaria, Guarda Politécnica (desde 2018); Personalidade Convidada do Conselho Consultivo do Instituto Superior de Ciências Empresariais e Turismo (desde 2018); Membro do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Viseu (desde 2017); Membro Cooptado do Departamento de Gestão, Economia e Turismo da Universidade de Aveiro (desde 2017); Presidente da Assembleia Geral da Centro de Portugal Film Commission e Presidente da Assembleia Geral da iNature.

Na última entevista que deu ao jornal Publituris, Pedro Machado destacava o legado deixado ao longo destes últimos anos: “A marca Centro de Portugal”.

Leia a última entrevista concedida por Pedro Machado ao jornal Publituris por altura da FITUR 2023.

A tomada de posse dos 41 secretários de Estado do XXIV Governo de Portugal está marcada para 5 de abril, a partir das 18h00, no Palácio da Ajuda.

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Victor Jorge

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Alojamento

Portugal acompanha crescimento das reservas feitas nas plataformas online de alojamento e é 5.º em 2023

De acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Eurostat, as plataformas online de reservas de alojamento foram responsáveis por mais de 678 milhões de noites, em 2023. Portugal aparece em 5.º lugar, com mais de 37,5 milhões de reservas.

Victor Jorge

Das 678,6 milhões de noites reservadas em plataformas online de alojamento como, por exemplo, a Airbnb, Booking, Expedia ou TripAdvisor, Portugal apresenta 37,5 milhões de reservas, no ano 2023, segundo os números apresentados pelo Eurostat, o que significa mais cerca de 4,3 milhões face às 33,2 milhões de noites de 2022.

Com os dados referentes ao quarto trimestre de 2023 (outubro, novembro e dezembro) ainda não disponibilizados pelo Eurostat, nos primeiros nove meses de 2023 Portugal surge com 30,5 milhões de noites reservadas, com 27,2 milhões no continente, pouco mais de 1,1 milhão nos Açores e 2,2 milhões na Madeira.

No continente, e no acumulado dos primeiros nove meses de 2023, a Área Metropolitana de Lisboa (AML) aparece em primeiro lugar, com perto de 9 milhões de noites reservadas em alojamento realizadas em plataformas online, seguindo-se o Algarve com 8,6 milhões, o Norte com 6,5 milhões, o Centro com 2,3 milhões, finalmente, o Alentejo com pouco mais de 744 mil.

Recorde-se que, em 2022, Portugal registou 33,2 milhões de noites reservadas nestas plataformas, sendo que em Portugal Continental se registaram 29,8 milhões de reservas, na Madeira 2,3 milhões e nos Açores quase 1,1 milhões.

Por regiões, em 2002, Lisboa surgia na liderança com 10,1 milhões, seguindo-se o Algarve com 9,1 milhões, o Norte com 7,2 milhões, o Centro com 2,6 milhões, e o Alentejo com pouco mais de 811 mil.

Contas feitas às reservas efetuadas por residente e não residentes, a balança cai, claramente, para os não residentes que realizaram perto de 33 milhões de reservas, em 2023, com os residentes a ficar com a menor fatia, pouco mais de 4,9 milhões.

O mês mais forte para estas reservas em Portugal é agosto, mês em que, em 2023, se registaram mais de 6,4 milhões de reservas, seguindo-se o mês de julho com 5,7 milhões, setembro com 4,1 milhões, junho com 3,5 milhões. O mês mais fraco aparenta ser janeiro com pouco mais de 1,3 milhões de reservas.

Portugal acompanha crescimento
Como já referido, na Europa as reservas efetuadas em plataformas online de alojamento somaram 678,6 milhões de noites, representando um aumento de 13,8% face às 596,5 milhões de 2022.

Os valores mensais das estadias reservadas através destas plataformas excederam o ano anterior em 11 dos 12 meses, com o último trimestre de 2023 a registar aumentos superiores a 20%. Concretamente, em outubro, registaram-se 55,3 milhões de dormidas em alojamentos reservados através de plataformas online, mais 21,9% do que em outubro de 2022. Em novembro, registaram-se 31,8 milhões de dormidas (+20,0% em relação a novembro de 2022), e em dezembro 45,3 milhões (+25,8% em relação a dezembro de 2022).

Entre os países com mais reservas neste tipo de plataformas, em 2023, a liderança pertence à França com mais de 152 milhões de reservas, seguindo-se a Espanha com 132 milhões, Itália com pouco mais de 100 milhões, Alemanha com 46 milhões, aparecendo Portugal em 5.º lugar.

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Avião Fotos de banco de imagens por Vecteezy

Aviação

Problemas de segurança da Boeing afetam planos de crescimento da aviação

Segundo a Morningstar DBRS, “o ressurgimento das preocupações de segurança” deverá afetar “materialmente a Boeing, incluindo a sua capacidade de fazer entregas atempadas, o que já está a afetar os planos de crescimento do setor aéreo” e poderá ter também impacto na descarbonização da aviação.

Inês de Matos

Os recentes problemas de segurança que têm afetado os aviões da Boeing estão a provocar atrasos na entrega de aviões e a afetar os planos de crescimento da aviação, diz a Morningstar DBRS, que estima que os atrasos na entrega de aparelhos se mantenha por mais alguns anos.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a agência de notação de crédito começa por lembrar os recentes incidentes que vieram novamente colocar em causa a segurança dos aviões da Boeing, a exemplo do aparelho da Alaska Airlines que chegou ao destino sem uma porta ou do Boeing 787 da LATAM Airlines que sofreu uma queda subida, provocando vários feridos a bordo.

A Morningstar DBRS lembra que estes problemas se seguiram aos que, em 2018 e 2019, já tinham afetado o modelo Boeing 737 MAX, que levaram mesmo à paragem destes aviões por mais de um ano.

Para a agência de notação financeira, “o ressurgimento das preocupações de segurança” deverá afetar “materialmente a Boeing, incluindo a sua capacidade de fazer entregas atempadas, o que já está a afetar os planos de crescimento do setor aéreo”.

Os novos incidentes levaram novamente as autoridades de aviação dos EUA a suspenderem temporariamente o Boeing 737 MAX 9, que entretanto voltaram a ser autorizados a voar, ainda que a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA tenha limitado a taxa de produção destes aparelhos “até que os problemas de qualidade sejam resolvidos”.

Os problemas de segurança com aviões da Boeing ditaram ainda uma remodelação executiva no fabricante aeronáutico norte-americano e levaram o seu CEO, David Calhoun, a anunciar a retirada no final de 2024.

Em resultado disso, acrescenta a Morningstar DBRS, houve uma “mudança substancial do foco da Boeing para questões de segurança”, o que está a afetar “as entregas de aeronaves, que já são muito mais lentas do que no passado”.

Além disso, refere ainda a agência de notação financeira, a certificação dos restantes modelos do avião Boeing 737 MAX pode também tornar-se um desafio, uma vez que tanto os passageiros como as companhias aéreas “têm
expressado preocupação e frustração com os problemas contínuos da Boeing”, o que pode afetar “pedidos futuros”.

“Combinando os problemas recentes da Boeing com os problemas existentes na cadeia de abastecimento dos fabricantes de aeronaves pós-coronavírus, os atrasos na entrega de aeronaves estão a piorar ainda mais e podem persistir por alguns anos”, alerta a Morningstar DBRS.

Caso estes problemas se mantenham, a agência estima que o setor venha a ser afetado de diversas formas, com destaque para os problemas de capacidade, interrupções operacionais, aumento das tarifas devido ao desequilíbrio entre a oferta e a procura e não cumprimento das metas de descarbonização.

Impacto no crescimento e na descarbonização das companhias aéreas

A Morningstar DBRS lembra que a aviação tem vindo a recuperar e está praticamente ao nível do período pré-pandemia, com a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo a prever mesmo um “forte crescimento nos próximos anos”, que deverá trazer um aumento de capacidade de 9% já este ano.

Este crescimento da aviação está também a levar muitas companhias aéreas a encomendarem novos aviões, sendo que, só no caso da Boeing, existem 6.177 pedidos de aeronaves em carteira, aos quais se somam outros 8.552 da Airbus.

No entanto, destaca a agência de notação de crédito, “com taxas de produção de 2023, as empresas levarão mais de 11 anos para atender esses pedidos”, o que se deve ao facto do número de pedidos ser superior às entregas e às taxas de produção mais lentas do que o esperado.

“Com as entregas da Boeing a serem ainda mais prejudicadas por recentes questões de segurança, os planos de crescimento das companhias aéreas para o
próximos anos estão a ser materialmente afetados”, destaca a Morningstar DBRS.

Os atrasos nas entregas levam ainda a outro tipo de problemas nas companhias aéreas, a exemplo do excesso de pessoal, com a agência a recordar o caso da United Airlines, que recentemente decidiu oferecer aos seus pilotos “um programa voluntário de licença não remunerada”, como forma de reduzir o excesso de pessoal provocado pelos atrasos nas entregas de aviões.

Mas a Morningstar DBRS alerta ainda para outros impactos, a exemplo do adiamento da modernização de frotas, o que poderá “afetar as metas de descarbonização” estabelecidas para a aviação.

Apesar de concordar que o SAF – Combustível Sustentável para a Aviação é, atualmente, a forma mais eficaz de descarbonizar a aviação, a agência lembra que a estratégias para reduzir as emissões também “dependem significativamente da modernização da frota para melhorar a eficiência do combustível e do carbono”.

“Com atraso nas entregas, esses planos podem não se concretizar conforme as expectativas e, portanto, algumas companhias aéreas podem perder
suas metas de descarbonização a curto prazo”, alerta a Morningstar DBRS, realçando mesmo que, no caso das companhias aéreas que “emitiram títulos vinculados à sustentabilidade e se comprometeram com certos níveis de redução de emissões”, podem mesmo “ocorrer despesas mais elevadas com juros se essas
as metas não forem cumpridas”.

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Aviação

Ryanair liga Bruxelas a Ponta Delgada com um voo por semana no verão

Segundo a imprensa belga, a nova rota Bruxelas-Ponta Delgada arranca a 3 de junho, vai contar com um voo por semana e é uma das seis novidades que a Ryanair anunciou para o Aeroporto de Bruxelas Sul Charleroi neste verão.

Publituris

A partir de 3 de junho, a Ryanair vai começar a voar entre o Aeroporto de Bruxelas Sul Charleroi (BSCA), na Bélgica, e Ponta Delgada, nos Açores, disponibilizando um voo por semana, avança a imprensa belga, que cita um comunicado da infraestrutura aeroportuária.

A rota de Ponta Delgada, acrescenta o jornal The Brussels Times, é uma das seis novidades que a Ryanair anunciou para este aeroporto belga para o próximo verão, a par de Cork (Irlanda), Sarajevo (Bósnia), Gotemburgo (Suécia), Olbia (Itália) e Dubrovnik (Croácia).

No caso de Cork, a Ryanair vai operar três voos por semana, aos quais se somam dois voos para Gotemburgo e outros dois para Sarajevo, enquanto Olbia vai ter dois voos por semana, tal como Dubrovnik.

Recorde-se que a Ryanair anunciou, em fevereiro, que não iria reabrir a base de Ponta Delgada no verão, com Michael O’Leary, CEO do Grupo Ryanair, a explicar que a decisão se ficou a dever ao aumento de 9% das taxas aeroportuárias decretado pela ANA Aeroportos de Portugal.

Apesar de não ter aviões baseados na capital micaelense neste verão, a Ryanair vai, no entanto, continuar a operar algumas rotas no Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, a exemplo da nova ligação anunciada para o Aeroporto de Bruxelas Sul Charleroi.

 

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Destinos

Turismo de Portugal retoma promoção na China e promove roadshow no final de maio

O Turismo de Portugal realiza, no final de maio, um roadshow de cariz comercial na China, que vai arrancar em Macau, passando depois por Guangzhou (Cantão) e Pequim, enquanto o encerramento vai ter lugar em Xangai, onde o Turismo de Portugal participa ainda na ITB China com um stand para promover Portugal.

Inês de Matos

O Turismo de Portugal vai retomar, no final de maio, as ações de promoção na China e, segundo Lídia Monteiro, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, está já prevista a realização de um roadshow que vai passar por quatro cidades na China e contar com a participação de cerca de 120 empresas de turismo chinesas.

“Vamos iniciar uma prática que já tínhamos antes da pandemia. Fazíamos, anualmente, um roadshow pelas diferentes cidades mais relevantes do ponto de vista de potenciais fluxos turísticos para Portugal, com empresas portuguesas, e é isso que vamos retomar”, disse a responsável aos jornalistas, à margem da cerimónia que assinalou os 100 anos do primeiro voo entre Portugal e a China, e na qual a Beijing Capital Airlines anunciou um aumento de frequências semanais entre os dois países.

De acordo com a responsável, este roadshow tem um cariz comercial e vai arrancar em Macau, passando depois por Guangzhou (Cantão) e Pequim, enquanto o encerramento vai ter lugar em Xangai, onde o Turismo de Portugal participa ainda na ITB China com um stand português.

“Vamos ter um roadshow por quatro cidades chinesas. Vamos começar em Macau, vamos a Guangzhou (Cantão), Pequim e terminamos em Xangai, porque no final  do roadshow, vamos estar ainda presentes  – porque coincide com a data da ITB China– nesta feira, onde vamos ter um stand de Portugal, onde vão estar também empresas portuguesas”, explicou Lídia Monteiro.

A vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal referiu que o objetivo deste roadshow é “colocar as empresas portuguesas diretamente em contacto com potenciais clientes que, depois, naturalmente, lhes proporcionem negócio para a China”.

As inscrições para o evento encontram-se atualmente a decorrer e Lídia Monteiro diz que se nota “um grande interesse por Portugal nos operadores chineses”, motivo pelo qual a responsável estima que a média de 120 empresas chinesas esperadas no roadshow possa até ser ultrapassada em algumas cidades.

A iniciativa deverá ainda contar com a participação de cerca de 20 empresas nacionais, com Lídia Monteiro a explicar que a “logística complexa” destas ações impede a participação de um maior número de empresas portuguesas.

Apesar de confessar uma “expetativa muito positiva” para estas ações em território chinês, Lídia Monteiro prefere, por enquanto, não avançar metas relativamente ao número de turistas chineses que será possível atrair, até porque a pandemia provocou um interregno no fluxo de turistas chineses em Portugal, ainda que este mercado esteja já a recuperar.

“Não queremos pôr metas para já, para este ano, porque houve um período muito longo de falta de possibilidade das pessoas viajarem e aquilo que sentimos é que, logo no ano em que abriu, tivemos um interesse muito grande e, não foi só o interesse, houve também uma concretização”, referiu a responsável.

Durante a sua intervenção na cerimónia que assinalou os 100 anos do primeiro voo entre Portugal e a China, e durante a qual foi também anunciado um aumento de ligações aéreas da Beijing Capital Airlines entre os dois países, Lídia Monteiro indicou que o mercado chinês é “estratégico” para Portugal.

Segundo a vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, entre 2014 e 2019, este mercado mais do que triplicou em Portugal, num crescimento que só foi interrompido com a pandemia mas que, com o fim da COVID-19, já está a apresentar uma “forte recuperação”.

“Tivemos 170 mil hóspedes chineses no último ano”, acrescentou Lídia Monteiro, explicando que, em 2022, o mercado chinês apresentou um crescimento superior a 300% em Portugal, voltando a subir 150% no ano passado

Por isso, a expetativa relativamente ao desempenho deste mercado em Portugal é positiva, com Lídia Monteiro a destacar ainda que também a “Beijing Capital Airlines tem sido um parceiro-chave” para a boa performance que o mercado chinês tem apresentado em Portugal.

 

 

 

 

 

 

 

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Inês de Matos

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Transportes

Transavia aponta para 3 milhões de passageiros em Portugal em 2024

Depois de ter transportado 2,8 milhões de passageiros no mercado português, em 2023, a Transavia aponta para voos mais altos, pretendendo atingir, este ano, 3 milhões de passageiros.

Victor Jorge

3 milhões de passageiros. É este o objetivo traçado pela Transavia para este ano de 2024, aumentando em 200 mil o número de passageiros transportados de e para Portugal face aos 2,8 milhões de 2023.

De resto, Portugal deverá ser, uma vez mais, um dos mercados com melhor desempenho para a operação da companhia aérea lowcost do Grupo Air France-KLM de/para França, mas também de/para os Países Baixos e a Bélgica

A companhia franco-neerlandesa oferece 21 rotas este inverno e 23 no verão de 2024 em Portugal, com ligações entre 10 destinos em França, Países Baixos e Bélgica e 5 aeroportos portugueses (Lisboa, Porto, Funchal, Faro e Ponta Delgada), e vai manter o foco em Portugal. Com uma taxa de ocupação superior à do ano passado, a Transavia tem muito boas perspetivas para Portugal em 2024 e está confiante que destinos como o Porto e Lisboa – servidos de Paris-Orly, respetivamente, 7 e 5 vezes por dia – continuarão a estar no topo das preferências dos nossos clientes.

Leia também: Transavia abre nova rota entre Faro e Nice a 18 de julho

A contar para este aumento deverá contribuir, igualmente, a nova rota de verão Faro – Nice, com início a 18 de julho, numa operação sazonal, que decorre em julho e agosto, com dois voos por semana, além da companhia contar com novos e mais eficientes aviões A320neo este ano.

“O mercado português mantém-se um mercado estratégico e uma contínua história de sucesso para a Transavia”, destaca Nicolas Hénin, vice-presidente executivo de vendas e marketing da Transavia France.

O responsável salienta ainda que nos voos de/para Portugal, “as nossas expetativas não podiam ser melhores para todo o ano de 2024. Portugal continua a ser o 1º mercado para França e o 2º globalmente, sendo ainda uma das cinco principais companhias aéreas a operar localmente”.

“Mas a nossa expansão vai prosseguir”, frisa Niclas Hénin, indicando que “estamos a abrir uma nova ligação sazonal entre Faro e Nice no pico do verão, abertura que se enquadra perfeitamente no nosso foco de desenvolvimento na região da Côte d’Azur”.

O ano de 2023 foi marcado pela forte retoma das viagens a nível mundial, tendo a Transavia conseguido aumentar de forma robusta a sua oferta de/para mercados históricos, incluindo Portugal, destino que experienciou uma taxa de ocupação de 92% no período. Isto aconteceu também graças ao investimento contínuo na frota, composta, atualmente, por 116 aviões.

No final de 2024, a companhia deverá atingir um total de 115 Boeing 737-800 e 20 A320neo a operar a partir de França e dos Países Baixos, com a renovação da frota a continuar até 2030.

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Publituris organiza Workshop das Ilhas Canárias em Vila Nova de Gaia e Lisboa

O jornal Publituris vai organizar, nos próximos dias 16 e 18 de abril, um Workshop dedicado às Ilhas Canárias no qual marcarão presença 14 empresas que irão mostrar as novidades do arquipélago.

Publituris

As Ilhas Canárias estarão em destaque no Workshop organizado pelo jornal Publituris para agentes de viagem. No dia 16 de abril, no World of Wine (WOW), em Vila Nova de Gaia, e no dia 18 de abril, no Hotel Nau Palácio do Governador, em Lisboa, 14 empresas das Ilhas Canárias irão mostrar os seus serviços aos agentes de viagens da região do Porto e de Lisboa.

Em Vila Nova de Gaia, a partir das 18h30 haverá um Welcome Drink ao qual se seguirão breves apresentações. O Workshop decorrerá entre as 19h00 e 21h00 ao qual se seguirá um jantar.

Já em Lisboa, no dia 18 de abril, o evento terá início às 10h30 com a chegada dos agentes, com o Workshop a iniciar-se às 11h00, com final marcado para as 13h00.

Depois do almoço haverá um transfer até às Docas de Alcântara, de onde partirá um iate no qual decorrerão provas de vinhos e gastronómicas com produtos das Canárias.

Presentes neste Workshop estarão:

Turismo das Canárias
Barceló Hotel Group
Cicar
Hotel Jardín Tecina & Tecina Golf
Hovima Hotels
Hyatt Inclusive Collection
Livvo Hotel Group
Lopesan Hotel Group
Princess Hotels & Resorts
Sandos Hotels & Resorts
Seaside Collection
Fuerteventura
Turismo de Gran Canaria
Turismo de Lanzarote
Turismo de Tenerife

Durante o Worskhop haverá sorteio de vários prémios. Por isso, será imprescindível fazer-se acompanhar dos cartões de visita para se habilitar aos mesmos.

As inscrições para o Workshop em Vila Nova de Gaia e Lisboa devem ser feitas por e-mail ou telemóvel para Lídia Luís: [email protected] e/ou 913256261

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Nova Edição: RoadShow das Viagens em imagens, Málaga, entrevista SATA, Sun Princess e dossier Animação Turística

Recorde, nesta edição, o que foram os três dias do RoadShow das Viagens do Publituris. Também há entrevistas ao conselheiro de turismo do Ajuntamento de Málaga, à presidente da SATA, uma viagem no Sun Princess e um dossier dedicado à Animação Turística.

Publituris

A próxima edição do jornal Publituris faz capa com a reportagem fotográfica da 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris.

Durante três dias, o evento organizado pelo jornal Publituris passou pelo Meliá Braga, Meliá Ria Aveiro, tendo terminado no Lisbon Marriott Hotel, em que os 45 expositores tiveram oportunidade de mostrar as suas novidades a mais de 420 agentes que realizaram mais de 12.000 interações.

No último dia, em Lisboa, o RoadShow das Viagens do Publituris recebeu ainda a visita do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que pôde registar, em pessoa, o que os expositores deste evento do jornal Publituris trazem ao mercado nacional das viagens e turismo.

Nos “Destinos”, viajámos até Málaga para conhecer a construção de um destino inteligente que respeita os princípios de sustentabilidade, acessibilidade, tecnologia, governação e inovação. Foram estes os objetivos traçados e enumerados por Jacobo Florido Gómez, conselheiro de turismo do Ajuntamento de Málaga, na entrevista concedida ao jornal Publituris.

Na rubrica que comemora os 50 anos do 25 de abril, recordamos a capa publicada a 1 de abril de 1974 pelo jornal Publituris.

Nos “Transportes”, entrevistámos Teresa Gonçalves, presidente do Grupo SATA. Há um ano à frente dos destinos do grupo de aviação açoriano, a responsável falou com o Publituris sobre a mudança de estratégia, que já está a permitir resultados históricos, nomeadamente nos mercados da América do Norte. As novas rotas, os processos de reestruturação e a privatização também foram temas nesta conversa.

Ainda nos “Transportes”, o Publituris foi conhecer aquele que é o 16.º navio e o maior da frota da Princess Cruises. A bordo do Sun Princess, inaugurado a 28 de fevereiro deste ano, o embarque foi feito em Barcelona e levou-nos a Atenas e Civitavecchia, passando ainda por Palma de Maiorca e Sicília.

O “Dossier” desta edição é dedicado à Animação Turística. A pandemia já ficou definitivamente para trás e, neste mercado, vive-se um período de crescimento, com a introdução de novas tecnologias e a procura por experiências a trazerem novos públicos a Portugal e às empresas que se dedicam a esta atividade.

Além do “Check-in”, no qual o Conselho Editorial do Publituris dá as suas opiniões relativamente a várias questões, as opiniões desta edição pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Sílvia Dias (Savoy Signature), Amaro F. Correia (docente), Pedro Tiago Mendes (Expertree), e Carlos Torres (jurista).

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Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 430

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