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Diving Talks traça perfil dos mergulhadores mundiais

Um estudo levado a cabo no âmbito da Diving Talks revela que os mergulhadores mundiais são homens (83%), empresários (46%), planeiam diretamente a sua viagem (68%), em média até uma semana (49%), com um gasto total entre mil e 2.500 euros (56%).

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Diving Talks traça perfil dos mergulhadores mundiais

Um estudo levado a cabo no âmbito da Diving Talks revela que os mergulhadores mundiais são homens (83%), empresários (46%), planeiam diretamente a sua viagem (68%), em média até uma semana (49%), com um gasto total entre mil e 2.500 euros (56%).

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A iniciativa Diving Talks, considerado o maior encontro sobre mergulho, que se realiza em Tróia, Portugal, entre 7 e 9 de outubro, e reúne alguns dos mais reputados praticantes da atualidade a nível internacional.

O estudo, que tem como objetivo caracterizar o universo de praticantes de mergulho e ser um barómetro mundial para o setor – foi realizado online entre 10 e 23 de junho de 2022, recolhendo um total de 287 respostas válidas, dos cinco continentes.

A análise indica ainda que a maioria (43%) opta pelo hotel como forma de alojamento e aproveita (79%) para fazer outras atividades para além do mergulho, e escolhe o destino (43%) quer pela qualidade das áreas de mergulho quer pela qualidade e diversidade da região. 86% viaja acompanhado por mergulhadores.

O inquérito revela ainda que a quase  totalidade dos profissionais tem certificação, oferecendo aulas de teste para novos praticantes (80%).

Dos inquiridos internacionais, 43% conhece locais de mergulho em Portugal e destes 93% afirmou já ter realizado mergulho no país. Dos que já vieram, 26% escolheu a região Centro (26%) e a região Sul (25%), assim como os Açores (21%). 59% veio por recomendação de amigos e 99% tem intenção de voltar.

A maioria (73%) realizou no nosso país outras atividades para além de mergulho, como visitas à região (51%), atividades náuticas (43%), atividades como BTT e todo-o-terreno (40%) ou visitas culturais (35%).

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INE: Proveitos do alojamento turístico crescem 27% face a 2019 em julho

Dados divulgados esta quarta-feira, 14 de setembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que a rentabilidade está a aumentar no alojamento turístico e já ultrapassa níveis de 2019, que foi o melhor ano turístico de sempre em Portugal.

Inês de Matos

Em julho, os proveitos totais do alojamento turístico cresceram 131,9% face a igual mês de 2021 e atingiram 682,1 milhões de euros enquanto os proveitos de aposento aumentaram 138,8%, com um valor de 535,0 milhões de euros, ficando ambos os indicadores 27,6% acima do valor registado em 2019, antes da pandemia.

De acordo com os dados revelados esta quarta-feira, 14 de setembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no conjunto dos primeiros sete meses de 2022, os proveitos cresceram 239,4% no total e 242,9% nos relativos a aposento face ao mesmo período do ano passado.

No entanto, numa comparação com o acumulado de janeiro a julho de 2019, os proveitos totais apresentam uma subida de 10,0%, enquanto os proveitos por aposento registaram um aumento de 11,0%.

Por regiões, em julho, o Algarve concentrou 37,8% dos proveitos totais e 37,4% dos relativos a aposento, enquanto a Área Metropolitana de Lisboa registou 25,2% e 26,2%, respetivamente, e o Norte concentrou 13,3% dos proveitos totais e 13,5% dos proveitos por aposento.

O INE diz ainda que, “nos primeiros sete meses, a evolução dos proveitos foi positiva nos três segmentos de alojamento”, tendo os proveitos totais da hotelaria aumentado 8,6% e os de
aposento 9,6% face a igual período de 2019.

Já nos estabelecimentos de alojamento local registaram-se subidas de 8,2% e 9,1% nos proveitos totais e por aposento, respetivamente, representando 87,5% e 85,7% do total do alojamento turístico, enquanto o turismo no espaço rural e de habitação teve aumentos de 63,8% e 61,6%, pela mesma ordem.

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu os 86,1 euros em julho, depois de um aumento de 113,8% face a julho de 2021 e 23,0% em comparação com o mesmo mês de 2019.

Por regiões, o INE diz que os valores de RevPAR mais elevados foram registados no Algarve, onde este indicador chegou aos 123,4 euros, e na AM Lisboa, que registou um RevPAR de 105,7 euros.

“Este indicador aumentou 137,2% desde o início do ano, com crescimentos de 143,0% na hotelaria, 148,6% no alojamento local e 34,3% no turismo no espaço rural e de habitação”, refere ainda o INE, no comunicado divulgado esta quarta-feira, 14 de setembro.

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) chegou aos 127,2 euros em julho, tendo crescido 28,5% em relação a julho de 2021 e 19,0% face a igual mês de 2019.

Os números divulgados esta quarta-feira pelo INE confirmam ainda que, em julho, os estabelecimentos de alojamento turísticos nacionais contabilizaram 3,0 milhões de hóspedes e 8,6 milhões de dormidas, o que representa subidas de 85,4% e 90,1% face a julho do ano passado, e aumentos de e 6,3% e 4,8%, respetivamente, em comparação com igual mês de 2019.

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Restauração e hotelaria mantém perspetivas positivas de contratação até ao final do ano

O setor apresenta uma Projeção para a Criação Líquida de Emprego de +31%, um valor que decresce sete pontos percentuais quando comparado com o trimestre passado.

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Os empregadores nacionais mantêm perspetivas de criação de emprego “muito positivas para o último trimestre deste ano”, de acordo os dados do ManpowerGroup Employment Outlook Survey, disponibilizados por comunicado.

No estudo aponta-se que, “apesar dos desafios decorrentes do conflito na Ucrânia, do aumento da inflação e da crescente incerteza económica, a procura por trabalhadores permanece em níveis elevados”: 41% dos empregadores nacionais afirmam ter intenções de aumentar as equipas, ao passo que 42% acreditam que vão manter o número de colaboradores que têm neste momento. Apenas 14% anteveem a diminuição da força de trabalho.

Desta forma, os dados do ManpowerGroup Employment Outlook Survey apontam para uma Projeção para a Criação Líquida de Emprego de +31%, para o quarto trimestre de 2022. O valor, já ajustado sazonalmente, “traduz-se numa estabilidade relativa face ao último trimestre, com menos um ponto percentual, e num aumento considerável de 19 pontos percentuais, quando comparado com o período homólogo de 2021”.

Como os dados indicam, “Portugal é, na verdade, o segundo país na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África) com um maior aumento anual deste valor”.

“Apesar da incerteza económica e geopolítica, as intenções de contratação dos empregadores portugueses continuam fortes e a luta pelo talento acentuada. A retoma pós-pandémica tem suportado o crescimento do PIB, face a 2021, e impulsionado as contratações, com a taxa de desemprego a fixar-se nos 5,9%, no passado mês de julho, e o número de inscritos no IEFP a atingir o valor mais baixo de sempre”, afirma Rui Teixeira, diretor-geral do ManpowerGroup Portugal.

O profissional indica ainda que, “não obstante, começamos a observar sinais de uma possível inversão de tendência, com uma redução na contribuição da procura interna para a evolução do PIB, neste 2º trimestre, fruto de um menor crescimento do consumo privado e do investimento, com um peso crescente do turismo. Assim, a continuidade do conflito na Ucrânia, o aumento da inflação, que a nível nacional está já acima da média da zona Euro, e a subida nas taxas de juro, representam novas preocupações para os empresários e exigem um acompanhamento atento da economia nacional, e das medidas de apoio que o Governo está a lançar, por forma a avaliar o impacto definitivo nas empresas portuguesas e na sua capacidade de criação de emprego.”

Setor do comércio grossista e retalhista apresenta as projeções mais otimistas

Os empregadores de dez dos 11 setores analisados esperam aumentar as suas equipas no final deste ano. No entanto, este otimismo nas contratações mostra alguns sinais de abrandamento em seis setores, que reduzem as suas projeções face ao trimestre passado.

O setor do comércio grossista e retalhista é o que apresenta as perspetivas mais positivas, com uma projeção de +46%, o valor mais elevado observado neste setor desde que o ManpowerGroup começou a realizar este estudo em Portugal, em 2016. Este setor apresenta também o crescimento mais acentuado face ao trimestre anterior, com mais 17 pontos percentuais, bem como um aumento considerável, de 33 pontos percentuais, quando comparamos com o mesmo período do ano passado.

É também esperada uma atividade de contratação elevada no setor industrial, com uma projeção próspera de +34%, em crescimento de três pontos percentuais, relativamente ao trimestre anterior.

O mesmo otimismo é igualmente observado no setor das tecnologias de informação, telecomunicações, comunicação e media, que avança com uma Projeção de +33%. No entanto, na comparação com o trimestre passado, regista-se uma diminuição considerável nas intenções de contratação deste setor, com menos 13 pontos percentuais. O mesmo comportamento é observado no setor das outras atividades de produção, que apresenta uma projeção de +32%, mas em queda de cinco pontos percentuais face ao trimestre anterior.

Já os setores da Restauração e Hotelaria e da Banca, Finanças, Seguros e Imobiliário apresentam projeções de +31% e +25%, respetivamente, valores que decrescem em sete e 18 pontos percentuais, respetivamente, quando comparados com o trimestre passado.

Também a Construção e as Outras Atividades de Serviços avançam perspetivas animadoras em relação ao aumento das suas equipas, com uma Projeção de +23%, ainda que este último setor revele uma diminuição considerável de 16 pontos percentuais, face ao trimestre anterior.

Por fim, os setores com as perspetivas menos otimistas, mas ainda assim positivas, são a Produção Primária (atividades agrícola, mineira ou de recolha de resíduos), com +21%, e a Educação, Saúde, Trabalho Social e Governamental, com +20%.

Projeções mais ambiciosas concentram-se na área do Grande Porto

Todas as regiões de Portugal apresentam previsões favoráveis quanto à evolução das contratações no último trimestre de 2022, ainda que apenas uma evolua positivamente face ao trimestre anterior.

A zona do Grande Porto apresenta a Projeção para a Criação Líquida de Emprego mais otimista, com um valor de +40%, sendo a única região com uma evolução positiva desde o último trimestre, com mais três pontos percentuais.

Na região Sul, também se observa uma projeção próspera de +32%, que apesar de diminuir em 7 pontos percentuais face ao trimestre passado, representa o maior aumento relativamente ao período homólogo do ano passado, com uma variação de 24 pontos percentuais.

Já na área da Grande Lisboa, os empregadores estão igualmente otimistas, avançando uma Projeção de +26%, valor que traduz, no entanto, uma redução de 7 pontos percentuais relativamente à previsão do terceiro trimestre.

Seguem-se a Região Centro, com +20%, e a Região Norte, com uma previsão de +18%, menos 7 pontos percentuais que no trimestre passado.

Empresas de maior dimensão mantêm as intenções de contratação mais acentuadas

Todas as categorias de empresas inquiridas, independentemente da sua dimensão, preveem aumentar a força de trabalho até ao final do ano.

As grandes empresas avançam a perspetiva mais próspera relativamente às contratações, com uma projeção de +38% – um aumento moderado de cinco pontos percentuais face ao trimestre anterior. Seguem-se as pequenas empresas e as microempresas, com projeção de +30% e +26%, respetivamente, em relativa estabilidade face ao trimestre passado.

Por fim, as empresas de média dimensão e as microempresas apresentam uma projeção de +26% e + 25%, respetivamente.

Intenções de contratação a nível global diminuem, mas continuam fortes

Tal como em Portugal, a Projeção para a Criação Líquida de Emprego a nível global sofreu um ligeiro decréscimo, com o valor a permanecer nos +30%, menos três pontos percentuais do que no trimestre passado.

Dos 41 países inquiridos, 39 apresentam perspetivas de contratação positivas, mas 23 revelam um abrandamento face ao trimestre anterior.

O Brasil, a Índia e a Costa Rica são os países que apresentam uma projeção mais otimista, de +56%, +54% e +52%, respetivamente. A nível europeu, a França e a Suécia mostram as intenções mais elevadas, com +34%, sendo que Portugal é o quinto país da tabela.

Já no que refere às previsões menos ambiciosas, o destaque vai para a Hungria, com uma projeção negativa de -5%, seguida pela Grécia, com -3%.

O estudo trimestral do ManpowerGroup entrevistou mais de 40.000 empregadores, em 41 países e territórios, em julho de 2022, 555 dos quais em Portugal.

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AHETA: Algarve superou em agosto o melhor ano turístico de sempre

Segundo a AHETA, os estabelecimentos de alojamento turístico do Algarve registaram uma taxa de ocupação por quarto de 93,1% em agosto, 0,2 pontos percentuais acima de igual mês de 2019 e ultrapassando o resultado do mesmo mês do “melhor ano turístico de sempre”.

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Em agosto, os hotéis e estabelecimentos de alojamento turístico do Algarve registaram uma taxa de ocupação por quarto de 93,1%, valor que fica 0,2 pontos percentuais acima de igual mês de 2019, ultrapassando o resultado de igual mês daquele que tinha sido “o melhor ano turístico de sempre”, segundo a AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve.

Na nota informativa divulgada esta terça-feira, 6 de setembro, a AHETA revela que a taxa de ocupação por quarto de agosto também ficou 12 pontos percentuais acima de agosto do ano passado, quando a pandemia da COVID-19 ainda se fazia sentir.

Por mercados, o destaque foi para o nacional e para o irlandês que, segundo a AHETA, foram os que “mais contribuíram para a subida verificada”, apresentando crescimentos de 5,5 e 1,1 pontos percentuais, respetivamente.

Já o mercado espanhol e o mercado alemão apresentaram uma tendência oposta, tendo sido aqueles que apresentaram as “maiores descidas” no Algarve, em agosto, caindo 1,4 e 1,0 pontos percentuais, respetivamente.

Por zonas geográficas, as maiores subidas ocorreram nas zonas Lagos/Sagres (+3,2pp), Tavira (+1,8pp) e Carvoeiro/Armação de Pêra (+1,0pp), enquanto Albufeira, a principal zona turística do Algarve, registou uma subida de 0,4pp relativamente a 2019.

Em agosto, os estabelecimentos de alojamento turístico do Algarve registaram ainda um crescimento no volume de vendas, que aumentou 12,1 por cento face ao mesmo mês de 2019.

 

 

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Alojamento turístico cresce acima de 2019 em hóspedes e dormidas em julho

As unidades de alojamento turístico contabilizaram 3,0 milhões de hóspedes e 8,6 milhões de dormidas, valores que traduzem subidas de 6,3% e 4,8% face a julho de 2019, segundo a estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Inês de Matos

Em julho, as unidades de alojamento turístico nacionais contabilizaram 3,0 milhões de hóspedes e 8,6 milhões de dormidas, valores que traduzem subidas de 6,3% e 4,8% face a igual mês de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A estimativa rápida do INE relativamente ao desempenho do alojamento turístico em julho mostra também que a tendência de crescimento é ainda mais acentuada na comparação com julho do ano passado, já que traduz um aumento de 85,4% no número de hóspedes e de 90,1% nas dormidas.

O INE destaca também o papel dos mercados externos, que totalizaram 5,7 milhões de dormidas em julho, representando 66,3% do total de dormidas, o que corresponde a uma subida de 205,2% face a mês homólogo de 2021, igualando os níveis de 2019.

Nos mercados externos, cujas dormidas dos principais 17 mercados representaram 87,6% do total das dormidas dos não residentes, o INE sublinha o contributo do mercado norte-americano, que registou uma quota de 7,6% em julho, continuando “a destacar-se, com um crescimento de 35,9%” face a igual mês de 2019.

Já o mercado britânico, que representou 19,0% do total das dormidas de não residentes em julho, apresentou um aumento de 1,0% relativamente a julho de 2019, enquanto o espanhol, cujas dormidas representaram 12,6% do total, viu as dormidas subir 2,3%. Contrariamente, no mercado alemão, que apresentou dormidas que representaram 9,4% do total, houve uma descida 4,7% face a julho de 2019.

O INE diz ainda que, em julho, registaram-se também crescimentos assinaláveis nos mercados mercados checo (+63,0%), romeno (+30,7%) e dinamarquês (+18,7%), enquanto as maiores diminuições verificaram-se nos mercados brasileiro (-26,2%) e sueco (-9,5%).

Já o mercado interno contabilizou 2,9 milhões de dormidas, o que traduz um aumento de 9,1% face a julho de 2021 e de 15,8% face ao mesmo mês de 2019, o último ano antes da chegada da pandemia da COVID-19.

No sétimo mês do ano, houve aumentos de dormidas em todas as regiões do país, com exceção do Algarve, que apresentou uma descida de 4,5% neste indicador,  ainda que a principal região turística portuguesa tenha concentrado a maioria das dormidas, com uma quota de 33,1%.

“Os aumentos mais expressivos ocorreram na RA Madeira (+21,0%), Norte (+14,9%) e Centro (+10,6%). Relativamente às dormidas de residentes, registaram-se aumentos em todas as regiões, destacando-se a RA Madeira (+78,6%), Centro (+22,4%), Norte (+21,2%), AM Lisboa (+12,7%) e Alentejo (+12,6%). As dormidas de não residentes aumentaram no Norte (+11,3%), RA Madeira (+11,1%), AM Lisboa (+2,8%) e RA Açores (+0,2%), tendo-se observado as maiores diminuições no Algarve (-8,3%) e Alentejo (-7,4%)”, acrescenta o INE.

Os dados do INE permitem também perceber que as unidades de hotelaria foram as preferidas, já que representaram 81,7% do total de dormidas, depois de um aumento de 94,3% face a igual mês do ano passado. Face a julho de 2019, as dormidas na hotelaria cresceram 4,6%.

Já os estabelecimentos de alojamento local, que representaram 14,0% do total de dormidas, viram este indicador crescer 91,6% face ao mesmo mês do ano passado, ainda que, em comparação com 2019, se tenha registado uma quebra de 0,8%.

A subir estiveram ainda as dormidas nas unidades de turismo no espaço rural e de habitação, que representaram 4,3% do total, onde este indicador aumentou 32,5% face a julho de 2021 e 35,7% face a julho de 2019.

Quanto à estada média, em julho, este indicador fixou-se nas 2,85 noites, depois de um aumento de 2,5%, com destaque para a estada média dos não residentes, que foi de 3,15 noites, crescendo 0,2%. Nos residentes, a estada média chegou às 2,40 noites, evidenciando uma descida de 6,6%.

A Madeira e o Algarve foram as regiões do país que atingiram uma estada média mais elevada, situando-se nas 4,92 e 4,28 noites, respetivamente.

No acumulado até julho, as dormidas aumentaram 194,3%, depois de um crescimento de 58,5% nos residentes e de 406,2% nos não residentes, ainda que, face a 2019, se registe ainda uma quebra de 4,4%, graças à descida de 9,4% nas dormidas de não residentes, uma vez que as dormidas dos residentes subiram 7,8%.

O INE diz ainda que, em julho, 12,8% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes, valor que fica significativamente abaixo dos 22,1% de estabelecimentos que estavam encerrados em julho de 2021.

 

 

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Preços hoteleiros nos principais destinos europeus estão abaixo de 2019

Mesmo tendo em conta a inflação, os preços das unidades hoteleiras ainda são mais baixos que os de 2019. A conclusão é da empresa de dados turísticos Mabrian.

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Os preços das unidades hoteleiras deste ano são mais baixos que os verificados em 2019 na maioria dos destinos turísticos europeus, mesmo tendo em conta a inflação.

A conclusão é da empresa de dados turísticos Mabrian, que analisou os preços hoteleiros dos principais destinos europeus em agosto e comparou-os com as taxas de inflação locais. Os dados de 2022 foram depois confrontados com os de 2019.

Em comunicado de imprensa, a Mabrian afirma que um dos principais dados do estudo conclui que, apesar de os preços dos hotéis terem verificado subidas em 2022, e mesmo tendo em conta a inflação, estes continuam a ser mais baixos que os registados em 2019 nos principais destinos turísticos europeus.

Mabrian

A recente subida de preços nos hotéis de três e quatro estrelas em Espanha, Portugal, França e no Reino Unido, bem como nos hotéis de quatro e cinco estrelas em Itália, estão abaixo dos níveis de inflação, “o que demonstra uma descida no preço real dos hotéis”.

Tanto em Itália como no Reino Unido, o aumento de preços mais significativo é verificado na categoria dos hotéis de três estrelas, enquanto na Grécia, França, Espanha e Alemanha a tendência de aumento mais evidente ocorre nas unidades de cinco estrelas.

Em Itália, os hotéis de três, quatro e cinco estrelas aumentaram os preços numa percentagem de 27%, 7% e 4%, respetivamente, numa taxa de inflação de 9.12%.

No Reino Unido, os hotéis de três estrelas aumentaram os preços numa percentagem de 7%, enquanto os hotéis de quatro e cinco estrelas desceram os preços quando comparados com os de 2019, numa percentagem de 1% e 12%, respetivamente. A taxa de inflação é de 11,57%.

Comparados com os valores de 2019, os preços dos hotéis de três, quatro e cinco estrelas em França este ano aumentaram numa percentagem de 2%, 5% e 20%, respetivamente, com uma inflação de 7.83%.

Por fim, em Espanha, é detetado uma subida semelhante à de França, com o preço dos hotéis de três estrelas a aumentar 4% em relação a 2019, os de quatro estrelas a 6% e os de cinco estrelas a 13%, com a inflação a registar 13,55%.

Hotéis de cinco estrelas na Grécia marcam exceção à regra

No caso da Grécia, o cenário é diferente, visto que a subida de preços é muito mais significativa – neste caso, a subida de preço nos hotéis de cinco estrelas regista uma percentagem de até 134% quando comparada com 2019, enquanto a taxa de inflação é de 6.87%.

A empresa de dados turísticos associa o aumento de preços nesta tipologia de hotéis às aberturas recentes de unidades de luxo neste destino, que levaram ao aumento do preço médio de estadia no país. Apesar da tendência, os hotéis gregos de três e quatro estrelas mantiveram o aumento de preços numa percentagem de 31% e 82%, respetivamente, quando comparado com 2019.

Na Alemanha, a empresa verificou uma percentagem de aumento de preços diferente consoante as categorias dos hotéis: 12% no caso dos hotéis de três estrelas; 18% nos hotéis de quatro estrelas e 25% nos hotéis cinco estrelas. A inflação marca os 10,55%.

“Através desta análise podemos verificar que a comparação de preços entre anos pode ser ilusória no atual contexto de instabilidade. Na Europa não estamos habituados a lidar com estas taxas de inflação. Neste momento, é importante que a indústria do turismo se foque em métricas de lucro como o RevPar e GrossPar, em detrimento do preço e ocupação. A taxa média diária (ADR) é altamente comprometida pela evolução da inflação e outros fatores macroeconómicos, como as taxas de câmbio”, declara Carlos Cendra, diretor de marketing e vendas na Mabrian em comunicado.

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Accor reorganiza a sua estrutura em duas divisões de negócios

Com as duas divisões de negócios, a Accor pretende melhorar o seu desempenho operacional e financeiro.

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O grupo hoteleiro Accor, que opera um portefólio de marcas que abrange todos os segmentos do turismo, vai implementar uma mudança na sua estrutura organizacional a partir do próximo dia 01 de outubro, estabelecendo duas linhas de negócios específicas. Uma das divisões irá centrar-se em hotéis económicos,”midscale” e premium, enquanto a outra ficará encarregue das unidades de luxo e lifestyle.

A divisão ” Economy, Midscale & Premium ” será composta por seis marcas do grupo que somam 4.816 hotéis em todo o mundo e 948 propriedades em desenvolvimento: Ibis, Novotel, Mercure, Swissôtel, Mövenpick e Pullman. A estratégia está focada em acelerar o seu desenvolvimento -especialmente através de franquias-, realizar um rejuvenescimento das marcas e a “industrialização” do modelo operacional.

De acordo com o que foi divulgado pelo grupo hoteleiro, esta divisão incorporará posições de liderança na Europa, América Latina, Ásia.-Pacífico e Médio Oriente, e será estruturada em quatro sedes regionais: Paris, São Paulo, Singapura e Shangai.

Quanto à divisão “Luxury & Lifestyle”, será estruturada através de quatro pilares: Raffles & Orient Express, Fairmont, Sofitel & MGallery e Ennismore. Esta divisão abrange 488 hotéis em todo o mundo e 266 projetos em desenvolvimento. A estratégia será fortalecer marcas, investindo no talento, selecionando as melhores localizações e oferecendo experiências únicas e inovadoras, indica a cadeia.

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Alojamento turístico recupera em maio mas mantém descida nas dormidas de não residentes

Segundo o INE, em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões, valores que traduzem um crescimento de 11,6% e uma descida de 4,7% face ao mesmo mês de 2019, respetivamente.

Inês de Matos

Em maio, o alojamento turístico nacional contabilizou 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas, valores que traduzem diminuições de 3,2% e 0,7% face a igual mês de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que indica que, no caso das dormidas, este indicador foi influenciado pelo decréscimo de 4,7% registado nos mercados externos.

“Em maio, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas e os mercados externos totalizaram 4,7 milhões. Face a maio de 2019, o mercado interno cresceu 11,6% e os mercados externos diminuíram 4,7%”, lê-se no comunicado divulgado esta quinta-feira, 30 de junho, pelo INE.

Face a maio do ano passado, o cenário é, no entanto, mais animador, uma vez que os 2,5 milhões de hóspedes e 6,5 milhões de dormidas contabilizados representam subidas de 162,1% e 221,8%, respetivamente.

O INE diz que “os mercados externos predominaram”, já que representaram 72,2% das dormidas contabilizadas nos estabelecimentos de alojamento turístico nacionais, num aumento de 489,5% face ao ano passado, enquanto o aumento no mercado interno foi de 47,7%.

No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, as dormidas totalizam já mais de 21,4 milhões, o que representa uma descida de 9,0% face a igual período de 2019, com o INE a indicar que esta descida foi “consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes cresceram 4,9%”.

Em comparação com o acumulado dos primeiros cinco meses de 2021, o cenário volta a ser diferente, uma vez que existe um aumento de 355,2%, incluindo uma subida de 128,5% nos residentes e de 775,8% nos não residentes.

“No conjunto dos primeiros cinco meses do ano, registou-se um aumento de 355,2% das dormidas totais, +128,5% nos residentes e +775,8% nos não residentes. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 9,0%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-14,4%), dado que as de residentes aumentaram 4,9%”, resume o INE, no comunicado divulgado.

Por tipo de alojamento, o INE indica que as dormidas na hotelaria representaram 82,9% do total e que, face a igual mês de 2019, este tipo de alojamento registou um descida de -0,9%, ainda que, face a maio de 2021, haja um aumento de 237,5%.

No alojamento local, onde as dormidas representaram 13,8% do total, o cenário foi idêntico, já que as dormidas nestes tipo de estabelecimentos aumentaram 200,4% face a maio de 2021, mas desceram 4,8% face a maio de 2019.

Já nas unidades de turismo no espaço rural e de habitação, cujas dormidas representaram 3,3% do total, houve um aumento de 70,4% face a maio do ano passado, assim como de 30,1% face a maio de 2019.

Por mercados, o INE indica que a “totalidade dos dezassete principais mercados emissores
registou aumentos expressivos em maio”, representando 88,2% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês.

No entanto, três dos principais mercados emissores de turistas para Portugal, nomeadamente britânico, alemão e francês, continuaram a evidenciar descidas face a 2019, com o mercado britânico, que representou 21,7% do total das dormidas de não residentes, a cair 0,8%, enquanto o alemão, que representou 11,8% do total, desceu 7,3%, e o francês, que teve uma quota de 10,7%, recuou 10,0%.

“Comparando com maio de 2019, os maiores crescimentos foram registados nos mercados dinamarquês (+38,2%), romeno (+36,7%), checo (+32,8%) e norte americano (+21,9%). As maiores diminuições foram registadas nos mercados brasileiro (-25,8%), sueco (-18,0%) e austríaco (-11,7%)”, acrescenta o INE.

Aumento de dormidas em todas as regiões

Por regiões, o INE diz que, face ao ano passado, “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, com destaque para o Algarve, que “concentrou 28,6% das dormidas,
seguindo-se a AM Lisboa (26,3%), o Norte (16,4%) e a RA Madeira (12,1%)”.

Face a 2019, a situação é, contudo, diferente, uma vez que apenas houve subidas na RA Madeira (+18,8%), Norte (+6,5%) e Alentejo (+1,2%), enquanto o Centro (-7,4%) contabilizou “o maior decréscimo observado”.

No que diz respeito às dormidas de residentes, também se registaram “aumentos em todas as regiões”, neste caso com destaque para a RA Madeira (+66,2%), Norte (+14,2) e Alentejo (+10,0%), enquanto as dormidas de não residentes aumentaram na RA Madeira (+12,6%) e no Norte (+2,4%), “tendo as maiores diminuições sido observadas no Centro (-23,1%) e Alentejo (-11,1%)”, segundo o INE.

Em maio, a estada média a nos estabelecimentos de alojamento turístico totalizou 2,56 noites, num aumento de 22,7% face a igual mês do ano passado, com destaque para a estada média dos residentes, que foi de 1,89 noites e aumentou 6,8%. Já a estada média dos não residentes foi de 2,98 noites, o que traduz uma subida de 2,3%.

O INE diz ainda que “na RA Madeira e no Algarve as estadas médias atingiram os valores mais elevados: 4,52 e 3,77 noites, respetivamente”.

 

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Alojamento turístico recupera em março mas só o rendimento médio por quarto ocupado ultrapassou 2019

Os dados do INE esta revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019 foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros, 4,4% acima do período pré-pandemia.

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No passado mês de março, o alojamento turístico nacional contabilizou 1,6 milhões de hóspedes e 4,0 milhões de dormidas, número que indicam subidas de 464,1% e 543,2%, respetivamente face ao ano passado, mas que, em comparação com 2019, continuam 15,3% e 12,7% abaixo de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados divulgados pelo INE esta sexta-feira, 13 de maio, revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019, ainda antes da pandemia da COVID-19, foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros em março, ficando 4,4% acima do registado no período pré-pandemia.

Em março, o mercado nacional foi responsável por 1,3 milhões de dormidas, enquanto o mercado externo realizou 2,7 milhões de dormidas, o que traduz decréscimos de 16,5% nas dormidas de não residentes e, em menor grau, nas de residentes, onde a quebra foi de 3,6%.

Já os proveitos de março chegaram aos 233,9 milhões de euros, incluindo 168,8 milhões de euros relativos aos proveitos por aposento, o que quer dizer que, em comparação com março de 2019, houve uma descida de 5,8% tanto nos proveitos totais como nos relativos a aposento.

Já o rendimento médio por quarto disponível foi de 31,3 euros em março, enquanto o rendimento médio por quarto ocupado atingiu 74,3 euros em março, o que no primeiro caso traduz uma descida de 7,4%, enquanto o ADR, como já referido, aumentou 4,4%.

O INE indica que o crescimento das dormidas foi comum a “todas as regiões”, ainda que Lisboa tenha concentrado 30,1% das dormidas, seguindo-se o Algarve (21,8%), o Norte (16,7%) e a RA Madeira (14,2%).

Face a igual mês do ano passado, a situação muda, contudo, de figura, pois “todas a regiões apresentaram diminuição do número de dormidas, mais acentuada no Algarve (-18,8%) e AM Lisboa (-16,2%)”, ainda que a RA Madeira (+50,5%) e RA Açores (+4,0%) tenham apresentado crescimentos, sendo também de realçar o decréscimo no Algarve (-19,5%).

Já o Alentejo registou um aumento de 2,1% nas dormidas dos não residentes, enquanto as restantes regiões apresentaram descidas, com destaque para o Centro (-22,4%) e para a RA Açores (-21,1%), que apresentaram as maiores descidas.

Em março, a taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico foi de 33,4%, o que traduz um aumento de 23,3 p.p., ainda que, face a março de 2019, a taxa líquida de ocupação-cama tinha sido 38,6%.

No acumulado do primeiro trimestre do ano, as dormidas totais aumentaram 398,5%, com destaque para os não residentes, onde este indicador aumentou 845,6% face ao ano passado, enquanto as dormidas de residentes subiram 176,2%. Face a 2019, o INE identifica, no entanto, uma descida de 18,8% nas dormidas, incluindo uma quebra de 1,6% nos residentes e de 26,4% nos não residentes.

No caso dos proveitos, o desempenho também não foi melhor no primeiro trimestre do ano, uma vez que, segundo o INE, os proveitos registaram crescimentos de 536,4% no
total e 509,2% relativos a aposento face ao ano passado, ainda que, em comparação com o período pré-pandemia, se continue a identificar uma descida de 15,7% no proveitos totais e de 14,6% nos proveitos por aposento.

O INE indica ainda que, nos três primeiros meses de 2022, e considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 3,9 milhões de hóspedes e 9,7 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 356,6% e 346,8%, respetivamente.

 

 

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Nova Edição: Como atender hóspedes com deficiência pela voz dos próprios

As acessibilidades para pessoas com deficiência na hotelaria em Portugal, Food & Beverage, Alambique de Ouro, W Algarve, o novo CEO da Les Roches, o próximo congresso da AHP, Upfield Professional, Análise CLEVER, palavra de chef e muitas opiniões.

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As acessibilidades, falta delas ou problemática de colocá-las corretamente ao serviço de que precisa delas faz capa da revista Publituris Hotelaria de abril.

Nem todas as unidades de alojamento proporcionam acessos suficientes adaptados às suas deficiências, sejam elas motoras, auditivas, visuais ou intelectuais.

Certo é que estes hóspedes pernoitam mais noites, geralmente em época baixa, e acompanhados por amigos e familiares: assim se descrevem as tendências de viagem das pessoas com deficiência.

Além das “Figuras” e do “Radar”, a edição do quarto mês de 2022 da Publituris Hotelaria traz a “Análise CLEVER” que o início do conflito armado na Ucrânia trouxe, novamente, incerteza para o setor do turismo e viagens. Embora os números mostrem que estamos ainda distantes dos valores de 2019, não deixa de ser relevante a boa prestação das reservas no alojamento e voos no primeiro trimestre de 2022 e as boas perspetivas para o mês de abril.

No “Fala-se”, damos conta do investimento efetuado pelo Alambique de Ouro. O projeto, orçado em nove milhões de euros, inclui um novo conceito de spa e uma nova ala com 42 suítes premium.

Em Lisboa, depois de ter resistido ao terramoto de 1755, o Palácio Ludovice Wine Experience Hotel, localizado no edifício do antigo Solar do Vinho do Porto, dá agora lugar a uma unidade que oferece 61 quartos em sete tipologias: Cozy Room; Classic Room; Superior Room; Deluxe Room e Junior Suite; Suite e Ludovice Prestige. O preço dos quartos começa nos 220 euros e o das suítes nos 450 euros. O investimento foi de 26 milhões de euros.

Também em Lisboa, no lugar onde se encontrava o Hotel Embaixador nasce agora o ibis Styles Lisboa Centro Liberdade, alvo de uma remodelação de cerca de seis milhões de euros. O convite é o de embarcar em novas aventuras, num espaço que celebra o mar, o rio e as navegações.

Viajando para Sul, o “W Algarve”, parte do grupo Marriott International, tem abertura marcada para dia 2 de maio. A Publituris Hotelaria esteve à conversa com Jeremie Lannoy, Marketing & Communication Director do W Algarve Hotel & Residences, que admitiu que existe, definitivamente, espaço para “projetos novos e inovadores na região”, salientando que “Portugal é um dos melhores destinos de verão da Europa”, vendo no nosso país “um potencial de crescimento enorme”.

Destaque, também, para a entrega dos “Portugal Trade Awards by Publituris @aBTL 2022” que, entre outros, distingui cinco unidades hoteleiras nacionais.

Durante a BTL 2022, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) anunciou o local do seu próximo congresso. Assim, a 33.ª edição do Congresso da Hotelaria viaja até ao Centro do país, mais concretamente, até ao Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, nos dias 16 a 18 de novembro.

Entrevistado para o “Management” foi, também, o novo CEO da Les Roches. Com o problema dos recursos humanos vincado pela pandemia, Carlos Díez de la Lastra, deixa a pergunta: “Que trabalho [é que os diretores] estão a fazer para tornar a hotelaria atrativa?”.

O “Dossier” desta edição dedica-se ao Food & Beverage (F&B). Numa altura de retoma do setor hoteleiro, com a reabertura de vários hotéis, os fornecedores mostram-se confiantes com a perspetiva de crescimento.

Certo é que, os produtos mais saudáveis e sustentáveis marcam a procura dos clientes em período de retoma.

Com este tema do F&B em mente, que falámos com Dálio Calado, diretor de F&B do Grupo UIP – Pine Cliffs/Hyatt depois durante o 18.º Congresso Nacional da Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP).

Na opinião do diretor de F&B, a restauração na hotelaria tem de ser tratada “como um accent, e não como uma amenitie”. Defende que é necessário dar uma “identidade aos restaurantes”, apostando “na diversidade de conceitos dentro de um só espaço” – desta forma, “os clientes sentem a necessidade de experimentar cada sítio”.

Nos “Fornecedores” e com a procura por uma oferta vegetariana e vegana, com ingredientes de alta qualidade a aumentar, o responsável ibérico da Upfield Professional revela-nos que a empresa tem “uma enorme preocupação com a qualidade e diversidade destas opções”.

Por falar em gastronomia, na nova rubrica da Publituris Hotelaria – “Palavra de Chef” – apresentamos alguns dos chefs que têm dado cartas na restauração. O destaque desta edição vai para o chef Fábio Alves que lidera a cozinha do restaurante SUBA há três anos.

As “Escolhas” desta edição são de André Villa de Brito Sommelier, guia e consultor de enoturismo, enquanto as “Opiniões” pertencem a Sérgio Guerreiro (Westmont Institute of Tourism & Hospitality, Nova SBE); Kevin Hemsworth (ISAG – European Business School); Karina Simões (JLL); Liliana Conde (consultora) e Marta Sotto-Mayor (formadora & consultora).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a Isabel Tavares (Sonae Capital – Hospitality), os desafios do marketing na hotelaria e turismo e especial BTL

Leia os destaques da última edição da revista Publituris Hotelaria: entrevista à Sales & Marketing Director Hospitality na Sonae Capital – Hospitality, Isabel Tavares; análise CLEVER / Lybra Tech; Vila Galé; Mercan Properties; livro “Plano de Marketing e Marketing Digital na Hotelaria e no Turismo”; Hostelco; jovens diretores de 2020 em 2022; dossier BTL 2022; e novas propostas do restaurante SUBA.

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Isabel Tavares, Sales & Marketing Director Hospitality na Sonae Capital – Hospitality, faz a capa de março da Publituris Hotelaria. Inaugurado que foi o “The Editory Riverside Santa Apolónia”, Isabel Tavares abre as portas do novo hotel de cinco estrelas do grupo na capital, indicando que, para o futuro há novos projetos em pipeline, sempre assentes nos quatro pilares, de forma a transmitir a atmosfera da assinatura “Somos o local onde estamos”.

Destaque para a indicadores da CLEVER, em conjunto com a Lybra Tech, que analisa o impacto da COVID e a recuperação em 2022. Os dados dos últimos meses mostram uma reviravolta clara: Portugal está em sexto lugar na Europa e a procura turística está, felizmente, a crescer.

Falamos, igualmente, dos quatro novos projetos do grupo Vila Galé, em Portugal. estimados que estão cerca de 35 milhões de euros de investimento do grupo liderado por Rebelo de Almeida.

Já a Mercan Properties, que conta já com 17 projetos em Portugal, assinou acordos de franchising com a Marriott International, Inc. para operar três hotéis sob as marcas da Marriott International num investimento que ronda os 187 milhões de euros.

O lançamento do livro “Plano de Marketing e Marketing Digital na Hotelaria e no Turismo”, pela editora LIDEL, foi o mote para a análise como as empresas podem prosperar recorrendo a estratégias e ferramentas de marketing eficazes.

De 4 a 7 de abril, a Hostelco – Exposição Internacional de Equipamentos para Restauração, Hotelaria e Coletividades está de volta ao recinto da Gran Vía de Fira de Barcelona, juntamente com a feira da Alimentaria. São 15 as empresas que irão marcar presença na 20.º edição do evento.

Nesta edição de março de 2022, damos conta da história de quatro jovens diretores e diretoras de hotéis que foram capa na edição do mesmo mês … mas em março de 2020. Dois anos decorridos de uma pandemia, a Publituris Hotelaria foi tentar perceber o que alterou nas vidas destes e destas jovens profissionais.

No dossier dedicado à BTL 2022, damos a conhecer algumas das novidades que irão ser apresentadas no maior certame de turismo realizado no nosso país.

Já nas sugestões, revelamos as novidades propostas pelo chef Fábio Alves para a carta do restaurante SUBA.

As opiniões desta edição pertencem a Ruud Reuland (NOVA SBE), Ana Raquel Caldas (ISAG), Jonathan Humphries (Glion), Miguel Paredes Alves (HotelShop), Teresa Moreira (Neoturis), Liliana Conde (consultora) e Domingos Neves (Innovair).

Boas leituras.

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