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Wizz Air reduz 5% dos voos no verão

Depois de várias companhias aéreas terem avançado com cortes nos voos para este verão, agora é a Wizz Air que irá reduzir em 5% os voos neste verão.

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Depois de várias companhias aéreas terem avançado com cortes nos voos para este verão, agora é a Wizz Air que irá reduzir em 5% os voos neste verão.

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A companhia aérea húngara anunciou que vai reduzir a capacidade durante o pico do verão em 5% de forma a reduzir as disrupções devido à falta de colaboradores que está a afetar a indústria por todo o mundo.

A atual instabilidade dos voos, com milhares de cancelamentos e adiamentos, o preço alto do combustível e o dólar forte, foram os fatores que levaram a Wizz a um prejuízo no início da temporada de verão, destacando “os desafios enfrentados por muitas companhias aéreas, mesmo com a alta procura por voos”.

A companhia aérea, com sede na Hungria, registou um prejuízo operacional de 285 milhões de euros no 2.º trimestre de 2022, tornando-se numa das primeiras companhias aéreas da Europa a quantificar o impacto financeiro da interrupção, que, segundo a mesma, já terá custado 50 milhões de euros.

O Financial Times avança que a companhia aérea “espera uma procura mais forte por viagens aéreas para empurrá-la para resultados mais positivos no trimestre atual, apesar do alto preço do petróleo, e que menos voos programados em todo o setor permitiriam cobrar mais por passagens e voar com aeronaves mais completas”.

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A crise do custo de vida está a mudar a maneira como passamos as férias?

De 7 a 9 de novembro, Londres recebe o World Travel Market. Uma recente pesquisa da WTM mostra que 64% das pessoas já reservaram ou planearam férias para 2023 e apenas 16% das pessoas inquiridas abandonaram completamente os seus planos para viajar para o exterior.

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Após anos de restrições, as pessoas querem compensar o tempo perdido e reagendar viagens que talvez tenham cancelado. De acordo com dados de pesquisa do Google, o número de pessoas que procuram “férias baratas” on-line disparou, especialmente entre aqueles que planeiam viajar em 2023.

Uma nova pesquisa do World Travel Market London (WTM) mostra que 64% das pessoas já reservaram ou planearam férias para 2023 e apenas 16% das pessoas inquiridas abandonaram completamente os seus planos para viajar para o exterior.

Embora as pessoas ainda optem por ir de férias, o tipo de férias que reservam mudou. Agora, trata-se de encontrar o melhor negócio e reduzir os luxos.

A pesquisa recente da WTM mostrou que um em cada cinco inquiridos decidiu “negociar”, optando por ficar em hotéis mais baratos e voar em companhias aéreas de baixo custo. Com as despesas mais altas do que nunca e uma recessão iminente, não surpreende que as pessoas procurem rentabilizar ao máximo o seu dinheiro aquando da reserva de umas férias.

E quais são os luxos que os turistas estão mais dispostos a abrir mão para reduzir custos? Quase 40% das pessoas sacrificariam hotéis 5*, 33% abririam mão de mais espaço para as pernas nos voos e 32% livrar-se-iam da franquia extra de bagagem, de acordo com dados da WTM.

No entanto, há algumas coisas que estamos mais relutantes em sacrificar. Garantia de bom tempo e localização próxima dos principais locais ainda são aspetos que as pessoas desejam manter como parte das suas férias anuais.

Face a um custo de vida cada vez mais alto, parece incomum que as pessoas ainda estejam a dar prioridade às férias, então qual é o ímpeto da procura?

De acordo com a Euronews, a Associação dos Agentes de Viagem Britânica referiu: “Ao longo dos anos, os clientes disseram-nos repetidamente que as férias são uma das últimas coisas que cortariam quando procuram aliviar pressões financeiras em orçamentos já de si esmagados”.

A pesquisa do World Travel Market parece apoiar esta constatação, já que aqueles que já estão a planear umas férias, a maioria referiu que esperava viajar duas vezes em 2023. Os dois principais tipos de viagem indicados foram as férias clássicas na praia e viagens em família.

Por fim, os dados do World Travel Market também mostram que quase metade das pessoas que reservaram um lugar ao sol, fizeram-no porque querem ter algo pelo que esperar.

Descubra mais tendências no World Travel Market London, de 7 a 9 de novembro de 2022

Aceda aqui à biblioteca de imagens WTM

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CEO da TAP preocupada com inflação, preço dos combustíveis e incertezas sobre procura

A “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener.

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A presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, alertou esta quarta-feira, 12 de outubro, que a “inflação galopante”, o “disparar do preço do combustível” e as incertezas quanto à procura são “preocupações presentes e de futuro” para a companhia.

“A inflação galopante, o disparar do preço do combustível, bem como as incertezas em relação à procura no próximo ano, são preocupações presentes e de futuro”, afirmou a presidente da comissão executiva da transportadora aérea nacional, em Ponte de Sor (Portalegre).

Na 6.ª edição da cimeira aeronáutica Portugal Air Summit, que se realiza no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor, Christine Ourmières-Widener proferiu uma intervenção subordinada ao tema “TAP Air Portugal – O Caminho da Eficiência para o Futuro”.

Na sua intervenção, a responsável da TAP disse também já estar a preparar o verão de 2023 e lembrou que a companhia está limitada a uma frota de 99 aeronaves até 2025 e que teve de ceder alguns dos seus ‘slots’.

“Mas, mesmo assim, vamos conseguir aumentar a nossa capacidade no próximo verão, o que é muito positivo”, realçou.

Com as restrições de ‘slots’ no aeroporto de Lisboa, “o aumento da nossa frota para voar aviões maiores é a forma mais eficiente de lidar com a procura prevista”, defendeu Christine Ourmières-Widener.

“A TAP está concentrada em aumentar a fiabilidade da frota para que possamos evitar que as operações sejam penalizadas pela indisponibilidade de aeronaves e por questões técnicas desnecessárias”.

Segundo a presidente executiva da TAP, “a devolução da maioria dos ATR, aviões de menor capacidade”, vai permitir que a companhia passe “a operar com uma frota estável de 19 E-Jets e aumentar em quatro o número de Airbus” que opera atualmente.

No seu discurso, Christine Ourmières-Widener referiu ainda que “há muitos anos que a TAP não é uma empresa lucrativa” e que, “na verdade, nunca foi, apesar de ter tido resultados positivos em 2017 e de, em 2019, estar em expansão”.

“A pandemia parou o negócio quase totalmente e, com isso, agravou ainda mais as dificuldades da companhia, mas todos reconhecem que a TAP é uma empresa estratégica para Portugal e, por isso mesmo, o Estado português resolveu intervir para a salvar”, aludiu.

A presidente executiva reconheceu que esta intervenção foi “a um preço alto para os contribuintes, é verdade, mas com a certeza de que tudo será feito para tornar a companhia aérea nacional uma empresa sustentável a longo prazo”.

Desde que ‘aterrou’ na TAP, devido à situação “muito difícil” que encontrou, “não só económica e financeiramente, mas também no local humano”, tem sido “doloroso para todos [e] continua a ser”, mas existe hoje “uma oportunidade para criar uma TAP melhor, mais forte”.

“É, na realidade, a última oportunidade. Depois da injeção de capital do Estado este ano, a TAP não poderá receber mais apoios durante 10 anos. Como não recebia há mais de 20. Não podemos falhar”, assumiu.

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Iberia com voos diretos para Luanda em ‘codeshare’ com TAAG

As capitais de Espanha e Angola passam a estar ligadas diretamente com dois voos semanais da Iberia em ‘codeshare’ com a TAAG.

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A Iberia e a TAAG Linhas Aéreas de Angola estabeleceram um acordo de ‘codeshare’ que permite à companhia aérea espanhola oferecer voos diretos entre Madrid e Luanda ao mesmo tempo que reforça a conectividade entre a Europa e África.

Em comunicado, a Iberia informa que os voos serão efetuados duas vezes por semana, com partidas de Madrid às segundas e sextas-feiras, com o voo de regresso, a partir de Luanda, a realizarem-se às terças-feiras e domingos.

Além dos voos diretos entre Madrid e Luanda, os clientes da companhia aérea espanhola poderão fazer ligações da capital angolana com a Cidade do Cabo e Joanesburgo, na África do Sul, Windhoek na Namíbia e Maputo em Moçambique.

Entretanto, a TAAG irá oferecer aos seus clientes ligações para voos da Iberia de Madrid para Barcelona, Porto, Amsterdão, Bruxelas, Genebra, Zurique, Roma e Milão.

Esta parceria, refere a Iberia em comunicado, “insere-se no objetivo comum entre Espanha e Angola de criar novas oportunidades comerciais, económicas, culturais e turísticas internacionais”.

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ACTEP considera este um “bom momento” para agências de viagens de Portugal apostarem no turismo ‘outbound’ chinês

Para Yong Liang, presidente da Associação do Turismo Chinês em Portugal (ACTEP), esta é a “oportunidade certa” para aposta no turismo ‘outbound’ chinês.

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A poucos dias da realização do 20.º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (CPC), a partir do dia 16 deste mês, Yong Liang, presidente da Associação do Turismo Chinês em Portugal (ACTEP), salienta que a China “abre portas à entrada de agências de viagens portuguesas no seu importante mercado turístico de ‘outbound’”. A associação afirma ainda, em comunicado, que “o ajustamento político das agências de viagens estrangeiras na China é um sinal positivo de que a China está disposta a abrir ainda mais o mercado turístico de ‘outbound’ e reforçar as ligações com o resto do mundo, incluindo Europa e Portugal”, destacando a “oportunidade que será para as agências de viagens portuguesas”.

De acordo com o responsável da associação, as agências de viagens com investimento estrangeiro, que estejam já estabelecidas ou venham a estabelecer-se em Pequim, Xangai ou Chongqing, estão agora autorizadas a organizar operações turísticas para chineses viajarem para fora.

Esta decisão advém de uma decisão que o Conselho de Estado da China aprovou no dia 8 de outubro, relativa ao ajuste provisório de certas disposições do regulamento sobre a atividade das agências de viagens, que se manterão em vigor até 8 de abril de 2024.

Embora o turismo ‘outbound’ da China ainda esteja suspenso, Yong Liang considera que esta abertura é um sinal “muito positivo”, indicando que a China irá expandir ainda mais o seu mercado de ‘outbound’ e está disposta a “fortalecer ainda mais as ligações com o resto do mundo, incluindo a Europa e Portugal”, refere o presidente da ACTEP.

As agências de viagens com capital estrangeiro vão poder implementar o sistema de licenciamento para os turistas chineses viajarem para o estrangeiro, embora para obter as necessárias qualificações empresariais precisem de cumprir determinadas condições, designadamente a necessidade de um período prévio de dois anos de operação no país.

Por isso, Yong Liang admite que “este é um bom momento para as agências de viagens de Portugal com forte vontade de se expandir para o enorme mercado turístico chinês”, frisando que a criação de agências de viagens na China “não só pode proporcionar oportunidades para as empresas de turismo portuguesas organizarem turistas chineses para viajarem em Portugal e noutros países da Europa, mas também expandir-se mais na área do recetivo, quando turistas portugueses e de países de língua portuguesa forem à China para turismo”.

Contudo, e uma vez que o turismo de ‘outbound’ da China ainda não está aberto, o impacto direto deste ajustamento “não será imediato”, salienta o presidente da ACTEP. Mas, conclui, “agora é a oportunidade certa, depois, pode ser demasiado tarde para entrar, quando a epidemia diminuir”, manifestando a disponibilidade da ACTEP para ajudar as agências portuguesas nestes processos.

De resto, Yong Liang recorda que a China foi, antes da pandemia, “o maior mercado turístico do mundo e voltará a sê-lo em poucos anos”. “Todo o esforço promocional que a ACTEP agora fez será muito útil para garantir que Portugal está bem posicionado para esta recuperação, razão pela qual queremos envolver as autoridades turísticas portuguesas, nacionais e regionais e as agências de viagens portuguesas neste esforço”, conclui Yong Liang.

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Votações para os Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 encerram hoje

Os Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 vão ser entregues a 18 de outubro, numa cerimónia a decorrer na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

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A votação para escolher os vencedores dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 termina esta sexta-feira, 7 de outubro, dia em que ainda poderá votar nos 104 os nomeados, divididos por 15 categorias, que concorrem nesta edição.

A votação está disponível aqui e, para validar o voto, é exigida a introdução do e-mail que terá de ser idêntico ao de registo na newsletter diário do publituris.pt.

Além dos 104 os nomeados, divididos por 15 categorias, que concorrem nesta edição, os Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 vão também voltar a atribuir o Prémio Belmiro Santos, que será entregue diretamente pela redação do Publituris.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Os Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 vão ser entregues a 18 de outubro, numa cerimónia a realizar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

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Portugal no top 3 dos destinos “baby-friendly”

A segurança, o bom clima, a oferta de quartos familiares disponibilizadas, fazem com que Portugal apareça em destaque neste ranking.

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Portugal foi considerado um dos destinos de férias mais “baby-friendly” para visitar no mundo, aparecendo em terceiro lugar, logo a seguir à Grécia (1.º lugar) e Turquia (2.º lugar), num estudo realizado pela Airport Parking Reservations, considerando um país com “bom clima, praias maravilhosas e gastronomia deliciosa”.

Atribuindo notas de 0 a 10, Portugal atingiu um score final de 7,45, abaixo dos 8 da Grécia e dos 7,65 da Turquia.

O estudo refere que 49% de todos os hotéis portugueses oferecem a opção de quarto familiar para quem viaja com crianças, destacando ainda o índice de segurança de 70,37, superior à média dos países estudados.

A temperatura média anual no país – 15,2 Cº – e um nível de precipitação a rondar os 591 mm por ano, constituem fatores que colocam Portugal no topo do ranking, destacando-se ainda as mais de 2.500 atividades que as crianças poderão realizar no país.

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Guatemala é “País Parceiro” da FITUR 2023

Para o Instituto Guatemalteco de Turismo (INGUAT), a FITUR 2023 será a plataforma que mostrará o país como “surpreendente e imparável, de acordo com o seu objetivo de posicionar as principais atrações turísticas do país a nível mundial”.

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A Guatemala será o país parceiro na Feira Internacional de Turismo (FITUR) 2023, que irá realizar a sua 43.ª edição de 18 a 22 de janeiro de 2023.

De acordo com o Instituto Guatemalteco de Turismo (INGUAT), a união de forças com a FITUR, como “País Parceiro”, constitui uma “ampla plataforma internacional que mostrará a Guatemala como surpreendente e imparável, de acordo com o seu objetivo de posicionar as principais atrações turísticas do país a nível mundial”.

O diretor-geral da IFEMA MADRID, Juan Arrizabalaga, salientou que “para a FITUR é especialmente importante estabelecer esta aliança estratégica com a Guatemala, o que ajudará a aumentar o seu reconhecimento como destino preferido e o seu posicionamento turístico internacional”.

De resto, os responsáveis pela FITUR 2023 enfrentam a próxima edição com perspectivas “muito positivas apoiadas pela aceleração da atividade turística e pelo exercício de resiliência desenvolvido nas suas edições anteriores com o importante aval institucional e setorial”.

Em comunicado, a organização salienta que a oferta da FITUR 2023 será “fortemente marcada pela especialização”, representada ao longo das diferentes seções, tais como: FITUR KNOW HOW & EXPORT, centrada na internacionalização; FITURTECHY, com tópicos de vanguarda como o big data e a inteligência artificial; FITUR TALENT, com ênfase na formação profissional na indústria do turismo; FITUR SCREEN, abordará a ligação entre turismo e audiovisual; FITUR LGBT + , centrada na diversidade de destinos e no segmento LGBT; FITUR CRUISES , dedicada à indústria dos cruzeiros;  FITUR MICE, ponto de encontro para conhecer o turismo de reuniões; e FITUR NEXT, promovendo a sustentabilidade. Outras secções relevantes são FITUR WOMAN e FITUR LINGUA. A FITUR continuará também a sua fórmula de hibridação através de FITUR LIVEConnect.

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A CROISIEUROPE amplia a sua oferta de reserva antecipada para todas as suas saídas de 2023

A empresa oferece até 15% de desconto para reservas feitas antes de 31 de janeiro.

A CroisiEurope, a maior empresa de cruzeiros fluviais da Europa, prorroga o prazo do seu “Early Booking” para todas as reservas efetuadas até 31 de janeiro de 2023. A oferta inclui cruzeiros em rios europeus, cruzeiros marítimos, cruzeiros de longa distância e até mesmo suas partidas especiais para a Páscoa no Reno e no Sena.

Todas as reservas feitas antes de 31 de janeiro para partidas em 2023 podem beneficiar dos seguintes descontos:
• 15% em todos os cruzeiros fluviais em rios europeus: Reno, Danúbio, Garona, Loire, Sena, Douro, Guadalquivir, etc.
• 15% em todos os cruzeiros marítimos a bordo do La Belle des Océans e La Belle de L’Adriatique, pelo Mediterrâneo, o Adriático ou o Mar Vermelho.
• 8% em cruzeiros de longa distância: Mekong, Nilo e África Austral.
CroisiEurope propõe uma variedade de itinerários e datas de partida em suas viagens este ano para poder usufruir de uma frota moderna e inovadora, um serviço de alta qualidade, Wi-Fi gratuito, excelente gastronomia e um pacote completo e variado de excursões para conhecer os detalhes cada destino, atendendo assim às expectativas dos clientes mais exigentes.

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

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O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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Hospitality Talks
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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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