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In Sure Broker esclarece “informação incompleta” sobre pagamento de indemnizações

Em comunicado, a In Sure Broker esclarece que “as indemnizações são sempre pagas em conformidade com as condições indicadas na apólice contratadas” relativamente à solução de seguro de viagem comercializado pela empresa.

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Depois de verificar a circulação de “informação incompleta, pouco clara e incorreta” relativamente às condições contratuais da solução de seguro de viagem comercializado pela In Sure Broker, a empresa vem, em comunicado, esclarecer que “as indemnizações são sempre pagas, tendo em conta o prejuízo do lesado e de acordo com as condições indicadas na apólice contratada que estão em conformidade com a legislação em vigor”.

A In Sure Broker, no comunicado assinado pelo Executive Manager, José Carlos Viseu, frisa que a informações incorreta, “compromete não só a nossa atividade, como levanta dúvidas a todos os que já contrataram ou que possam vir a contratar” as soluções de seguros de viagem da empresa.

No comunicado, a In Sure Broker aproveita para dar o exemplo de um caso de garantia de cancelamento de viagem acionada por uma causa motivada pelo cliente (viajante) garantida pela apólice”, indicando que “a indemnização corresponderá ao valor total pago por este à agência de viagens”.

Assim, a In Sure Broker afirma que “não é correta a informação de que a solução de seguro de viagem comercializada pela empresa não inclui o pagamento da totalidade dos valores pagos pelos clientes aos agentes de viagens e operadores turísticos”.

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Procura crescente por viagens exigem levantamento de restrições, pede ACI World

Com a forte procura por viagens e apesar das restrições ainda em vigor na Ásia, a ACI World estima que o tráfego de passageiros a nível global atinja 77% dos níveis registados em 2019, representando mais de 7 mil milhões de passageiros a nível mundial.

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No seu relatório trimestral, o Airports Council International (ACI) World salienta um impacto positive e imediato na procura global por viagens, “renovando o otimismo da indústria”. No entanto, frisa a ACI World, esta realidade “expôs ainda mais a recuperação desigual, uma vez que os principais mercados de aviação na Ásia-Pacífico ficam atrás dos seus pares ocidentais, pois continuam parcialmente fechados ao tráfego internacional”.

Os números da ACI World estimam uma melhoria significativa no tráfego de passageiros a nível global, já que, em 2022, deverá atingir 77% dos níveis registados em 2019, prevendo-se um total de 7,1 mil milhões de passageiros a nível mundial.

Relativamente ao ano de 2021, a ACI World refere que a COVID retirou 4,6 mil milhões de passageiros, comparado com os dados de 2019, representando uma perda de 50,3% do tráfego global de passageiros. Para os dois anos de pandemia, o conselho estima que se tenham perdido mais de 10 mil milhões de passageiros nos aeroportos mundiais.

Luís Felipe de Oliveira, diretor-geral do ACI World, refere no relatório que, com base nos dados mais recentes, “não há dúvida de que muitos viajantes estão ansiosos para retomar as viagens e os volumes do início do verão são uma prova disso” Depois da “privação de férias” e um crescente aumento na confiança nas viagens aéreas, proporcionado pelo aumento das taxas de vacinação e medidas de segurança, o responsável do conselho antevê que “o relaxamento das restrições ajudará a aumentar a propensão para as viagens aéreas e impulsionar a recuperação do setor”.

Luís Felipe de Oliveira admite que, “com muitos países a tomarem medidas para o retorno a uma certa normalidade, levantando quase todas as medidas de saúde e restrições de viagens, esperamos um salto na procura por viagens aéreas no segundo semestre de 2022”.

Contudo e mesmo com as tendências atuais relativamente ao tráfego aéreo, o ACI World considera que “ainda há muita incerteza em torno da recuperação do setor de aviação, principalmente no médio e longo prazo”. Embora muitos indicadores apontem para a recuperação, o setor também enfrenta “alguns ventos contrários, incluindo conflitos geopolíticos, inflação, risco de desaceleração económica, interrupções na cadeia de abastecimento, escassez de mão de obra e possíveis novas vagas de COVID”, lê-se no relatório.

No entanto, apesar dos riscos negativos, a indústria continua “confiante de que o potencial de recuperação para níveis de 2019 surja dentro de dois ou três anos”.

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Conselho Europeu prorroga Certificado Digital COVID da EU por mais um ano

O Certificado Digital COVID da UE tem, agora, validade por mais um ano, terminando a 30 de junho de 2023.

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O Conselho Europeu (CE) deu, esta terça-feira, 28 de junho, luz verde à prorrogação do regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE, salientando que o certificado “contribuiu significativamente para facilitar a livre circulação das pessoas durante a pandemia”.

O regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE será prorrogado por um ano, até 30 de junho de 2023. A prorrogação do regulamento assegurará que os viajantes da UE, bem como os provenientes de países terceiros ligados ao sistema, possam continuar a utilizar o seu Certificado Digital COVID da UE para viajar na União nos Estados‑Membros em que esses certificados sejam exigidos.

O Conselho Europeu frisa, contudo, que “se a situação sanitária o permitir, o regulamento pode também ser revogado antes da data estabelecida”.

Esta prorrogação inclui uma obrigação de a Comissão apresentar um relatório pormenorizado até 31 de dezembro de 2022. Esse relatório poderá ser acompanhado de propostas legislativas que permitam reavaliar a necessidade de revogar ou prorrogar a utilização do certificado, consoante a evolução da situação sanitária. Além disso, o CE refere que esta prorrogação compreende uma “clarificação de que os certificados de vacinação deverão refletir todas as doses administradas, independentemente do Estado‑Membro onde as pessoas tenham sido vacinadas”, bem como a possibilidade de emitir um certificado de recuperação na sequência de um teste de antigénio; o alargamento da gama de testes de antigénio autorizados para a obtenção de um certificado COVID; e a possibilidade de autorizar a emissão de certificados de vacinação às pessoas que participam em ensaios clínicos.

 

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HiJiffy lança sistema operativo “Aplysia OS” para facilitar interações entre hóspedes e hotéis

A tecnologia utiliza inteligência artificial para acompanhar todas as fases da jornada do hóspede no hotel, desde a pré reserva até ao pós-estadia. O objetivo passa por facilitar ações como “o processo de reserva, o check-in antecipado ou a reserva de uma mesa no restaurante”, de acordo com a HiJiffy.

Carla_Nunes

A HiJiffy acaba de lançar um novo sistema operativo de comunicação com hóspedes, o Aplysia OS.

Esta tecnologia utiliza Inteligência Artificial (IA) para criar interações entre os hotéis e os clientes em todas as fases da jornada do hóspede, desde a pré reserva até ao pós-estadia, de acordo com informação enviada em comunicado pela empresa.

Desta forma, a Aplysia permite conectar os hóspedes e hotéis “24 horas por dia, sete dias por semana”, sem a necessidade de interação humana”.

O objetivo passa por facilitar ações como “o processo de reserva, o check-in antecipado ou a reserva de uma mesa no restaurante”, de acordo com a HiJiffy.

A empresa explica que este sistema foi treinado nos últimos seis anos “com milhões de questões exclusivamente relacionadas com a indústria hoteleira”, pelo que possui recursos de autoaprendizagem para analisar dados em bruto e não etiquetados e classificá-los por si só.

Isto permite que a IA “aprenda de forma quase autónoma, tornando o processo de aprendizagem mais rápido face às soluções treinadas manualmente por humanos”.

Para além disso, a Aplysia consegue “entender as emoções por detrás das conversas”, através da análise semântica e de sintaxe.

O sistema consegue reconhecer se a conversa é negativa, neutra ou positiva, reagindo de acordo com esta análise – ou seja, dá prioridade e encaminha automaticamente as mensagens para o departamento certo.

Por exemplo, se a conversa for classificada pelo sistema como positiva, “o hóspede poderá seguir um fluxo de atendimento normal, eventualmente até sem qualquer interação com um agente humano”, tal como explica Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, à Publituris Hotelaria.

Se, por outro lado, o tom da conversa for negativo, o “hóspede poderá ser imediatamente redirecionado para a equipa do front-office, por exemplo, ou então diretamente para o diretor do hotel”.

A Aplysia OS é baseada na cloud e possui uma consola acessível através de desktop, browser e aplicações para Android e iOS.

Esta solução funciona apenas para os produtos da HiJiffy e não poderá ser comprada para ser usada para outros fins, tal como indica a empresa.

De momento, a tecnologia já está disponível “para todos os clientes da HiJiffy com muitos recursos já totalmente funcionais”, como adianta a empresa.

Funcionalidades em beta testing, que de momento só estão disponíveis para um número restrito de hotéis, serão alargadas a todos os clientes “em breve”.

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Fairtiq vence [email protected] in Portugal 2022

Das 20 startups selecionadas, Airdoctor e Kiss & Tell foram também projetos vencedores do programa de aceleração dinamizado pela Associação Acredita Portugal e apoiado pelo Turismo de Portugal.

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A startup suíça Fairtiq foi o projeto vencedor da 2.ª edição do [email protected] in Portugal, o programa de aceleração promovido pela Associação Acredita Portugal, com o apoio do Turismo de Portugal, no âmbito do Programa FIT 2.0 – Fostering Innovation in Tourism, que atrai projetos disruptivos de base turística, a nível internacional, de modo a estimular o ecossistema empreendedor. A startup suíça destacou-se entre as 20 startups selecionados que expuseram as suas ideias, por apresentar uma solução inovadora e com potencial para revolucionar o setor do turismo ao nível da mobilidade. Os segundo e terceiro lugar foram atribuídos às startups Airdoctor e Kiss & Tell, respetivamente.

Os vencedores foram anunciados no demo day, fase final do programa, que decorreu em Gaia, onde as startups tiveram oportunidade de apresentar os seus projetos, assim como a um júri, representado pela Associação Acredita Portugal, Portugal Ventures e Turismo de Portugal.

A vencedora desta edição, traz para Portugal uma tecnologia que pretende simplificar as viagens nos transportes públicos, garantindo a facilitação do processo de pagamento. A tecnológica criou uma aplicação que, através da geolocalização, permite a qualquer pessoa entrar em diferentes tipos de transportes, sem ser necessário comprar bilhetes. O utilizador apenas tem de fazer check in/ check out na aplicação.

O segundo lugar pertence à israelita Air Doctor, que já captou 31 milhões de euros. Esta startup pretende incluir Portugal num sistema que permite pesquisar, agendar e obter consultas com profissionais de saúde, presenciais ou remotas, dirigidas a quem esteja fora do seu país e que precise de consultar um médico, com ou sem seguro de saúde. O serviço já está disponível em países da Europa, Ásia, Austrália e América.

A Kiss & Tell levou o terceiro lugar e pretende facilitar a organização de todo o tipo de celebrações, tais como casamentos, em vários destinos globais. Através da plataforma desta startup é possível comparar, planear e reservar pacotes de destinos e estadias para eventos de qualquer natureza.

Miguel Queimado, fundador da Associação Acredita Portugal, revela que “esta segunda edição e as ideias inovadoras que surgiram revelaram que existe um enorme potencial para continuar a desenvolver o setor do turismo em Portugal. Além dos projetos vencedores, outras startups que chegaram até à final estão também em conversações com empresas portuguesas para que as suas tecnologias sejam introduzidas no setor turístico nacional.”

Para o Turismo de Portugal, principal parceiro do [email protected] in Portugal, “mais do que nunca, acelerar a inovação no turismo é um dos objetivos do Turismo de Portugal”, salientou Ana Caldeira, diretora do Departamento de Inovação e Gestão de Projetos que destacou a importância do programa.

Entre os 20 selecionados, 19 startups eram internacionais, cabendo a representação nacional à startup HandyHostel.

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Fotogaleria dos Meeting Forums do Publituris

Durante três dias, 17 buyers internacionais ficaram a conhecer a oferta dos 21 suppliers nacionais que marcaram presença nos Meeting Forums do Publituris.

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Durante três dias – de 21 a 23 de junho – o Publituris colocou frente-a-frente buyers internacionais com suppliers nacionais na 6.ª edição dos Meeting Forums by Publituris, realizado no Vila Galé Sintra.

O programa dos Meeting Forums iniciou-se com um Welcome Drink, seguido de jantar no Palácio de Sintra, oferecido pela Câmara Municipal de Sintra onde os presentes tiveram oportunidade de descobrir a beleza do histórico edifício.

O segundo dia iniciou-se com as reuniões one-to-one, nas quais os suppliers nacionais tiveram oportunidade de dar a conhecer as ofertas disponíveis para os mais diversos mercados internacionais que marcaram presença no evento.

Depois de almoço, seguiu-se um tour pela região de Sintra, com prova de vinhos e visita a alguns dos mais emblemáticos locais da vila.

O jantar decorreu no Rooftop do Hotel Mundial, oferecido pelo PHC Hotels Group, e no qual os convidados tiveram oportunidade de contemplar a beleza da cidade de Lisboa, desde o castelo de São Jorge, à Baixa lisboeta com o rio Tejo como fundo.

O último dia começou, novamente, com reuniões de trabalho, seguindo-se um almoço no Sky Bar do Hotel Tivoli Oriente Lisboa, oferecido pelo Minor Hotels Group.

Presente nos Meeting Forums do Publituris, que contou com o apoio do Turismo de Portugal, e teve a TAP Air Portugal como companhia aérea oficial e a PHC Hotels, YVU Produções, Tivoli Oriente, Associação Turismo de Sintra e Hotéis Vila Galé como parceiros, marcaram presença 17 buyers internacionais e 21 suppliers nacionais.

Os buyers internacionais presentes foram:
CCMG – Congress Consulting Management Group – Dinamarca
Corporate Travel Agency s.r.o. – Praga (Rep. Checa)
Direct Travel – Montreal (Canadá)
Venue Find Group – Reino Unido
Goway Travel – Toronto (Canadá)
New Wave Travel – Toronto (Canadá)
The Travel Agent Next Door – Toronto (Canadá)
Exotik Journeys Travelbrands – Montreal (Canadá)
Windrose – Berlim (Alemanha)
Zitango Travel – Miami (EUA)
CVC Viagens – Brasil
Mapa Mundo – Espanha
Special Tours (Grupo Avoris) – Espanha
Grupo CDV – Espanha
Voyzant – Montreal (Canadá)
Lumuna Associates International – Reino Unido

Do lado dos suppliers nacionais estiveram:
Hotel Cascais Miragem
Hotel Palácio Estoril
Grupo Nau
Hotéis Olissippo
Pestana Hotels & Resorts
Go Health Portugal
EcorkHotel Évora
PHC Hotels
Domitur DMC
Bensaude Hotels Collection
Around Portugal DMC
Azoris Hotels & Leisure
Vila Galé Hotéis
Liberty International DMC
Voqin
Minor Hotels
TAP Air Portugal
Associação Turismo de Sintra
AlgarExperience
Gr8 Events
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Portugal entre os destinos mediterrânicos com menor subida nos preços na hotelaria

A Grécia é, segundo uma análise realizada pela Mabrian, a campeã da subida de preços nos hotéis nos destinos mediterrânicos.

Victor Jorge

De acordo com uma análise da Mabrian, Portugal está entre os destinos mediterrânicos onde os preços na hotelaria menos subiu.

Na comparação feita entre os dias 25 de julho e 7 de agosto de 2022 e os mesmos dias de 2019, regista-se que foi na Grécia onde os preços mais subiram.

Efetivamente, no caso dos hotéis de 3*, a Mabrian indica uma estagnação dos preços em Portugal (0%), sendo o Egito o destino mediterrânico que maior subida apresenta (+25%), seguido da Grécia (+19,2%) e da Tunísia (+10,8%).

França apresenta-se como o único destino mediterrânico onde os preços dos hotéis de 3* desceu (-12%) no período analisado pela consultora.

Já nos hotéis de 4*, Portugal apresenta uma subida de 10,4% face ao período em análise que compara os anos de 2022 e 2019. O campeão da subida de preços é a Grécia (+62,7%), seguida do Egito (+40,9%) e da Tunísia (-28,3%). Mas existem destinos onde o preço apresenta uma descida, casos da França e Itália, com baixas de 11,3% e 5,3%, respetivamente.

Finalmente, nos hotéis de 5*, a subida de preços registada em Portugal é superior aos de 4*, já que o preço sobe 18,3% face a igual período de 2019. O líder neste capítulo volta a ser a Grécia, com uma subida de 110%, seguida, novamente, do Egito (+48,3%) e Tunísia (+26,6%).

Espanha, França e Itália registam subidas inferiores às indicadas para Portugal, com a Mabrian a estimar evoluções de 14,2% no caso espanhol e 13,2% e 1% para os hotéis de 5* franceses e italianos.

No campo das descidas, somente a Turquia apresenta um decréscimo nos preços (-9,9%) nos hotéis de 5*.

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Sleep & Nature Hotel dinamiza terapias do sono em Montemor-o-Novo

A unidade abre em regime soft opening esta quinta-feira, 30 de junho.

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Esta quinta-feira, 30 de junho, o Sleep & Nature Hotel, em Montemor-o-Novo, abre em regime de soft opening, prometendo aos hóspedes “um sono repousante”, tal como indicado em comunicado.

A unidade de quatro estrelas gerida pela Amazing Evolution localiza-se no Monte do Vagar, freguesia de Lavre, e pretende oferecer “mais do que um sítio para descansar” rodeado pela natureza.

Isto porque o conceito do hotel passa por aproveitar o ambiente envolvente, numa zona calma, para influenciar o bem-estar dos hóspedes, incentivando o contacto com a natureza como forma de melhorar as práticas de sono, através de terapias não-médicas.

Teresa Paiva, especialista em neurologia, é a responsável pelo conceito e desenvolvimento deste projeto. Chama a atenção para o facto de o sono ser “um dos cinco pilares da saúde”, influenciando o risco de “cancro, doenças autoimunes, depressão, demência e doenças cardiovasculares”.

Com uma oferta direcionada para as perturbações relacionadas com o sono e stress, a unidade disponibiliza um ginásio, piscinas interior e exterior, spa, biblioteca e restaurante.

O hotel rural contará com 32 unidades de alojamento, incluindo 8 quartos duplos, 12 quartos duplos com pátio, 7 suites e 5 suites familiares com terraço. Existem também quartos para pessoas com mobilidade condicionada.

A sua localização no Monte Vagar dá o nome ao restaurante desta unidade, com opções que pretendem “revigorar o corpo”, tendo em conta “os sabores da região”.

Da carta fazem parte opções como Polvo à lagareiro com batata a murro e espinafres salteados; Sopa de Cação; Borrego confecionado a baixa temperatura, com texturas de ervilha e hortelã Lombinhos de porco preto grelhados com migas de espargos, enchidos e ameijoas salteadas.

Os alojamentos estão disponíveis a partir de 108 euros e as reservas podem ser realizadas através do website da Sleep and Nature  ou do email [email protected].

A responsável pelo projeto, Teresa Paiva, formou-se em medicina em 1969 e especializou-se em neurologia.

É pioneira na investigação e tratamento de problemas relacionados com o sono, sendo considerada a maior especialista de medicina do sono em Portugal.

O seu trabalho clínico na medicina do sono começou em 1983 no Hospital de Santa Maria e, após uma longa experiência, começou em 1998 o Centro de Medicina e Sono (CENC).

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Turistas dizem-se “pouco preocupados” com propagação da pandemia

À medida que a procura pelas viagens aumenta a nível internacional, são cada vez menos as preocupações relativamente à propagação da COVID-19 junto de que quer viajar, revelam os dados mais recentes avançados pela GlobalData.

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Os turistas revelam-se pouco preocupados com a pandemia da COVID-19, à medida que a confiança para viajar está em alta. De acordo com um inquérito realizado pela GlobalData, 57% dos inquiridos admitiram “não estarem preocupados” ou “pouco preocupados” com a propagação da COVID-19, sugerindo que “os turistas estão mais preparados para viver com o vírus”.

Hannah Freem Travel and Tourism Analyst da GlobalData, refere que “as previsóes para o turismo em muitos países é mais otimista do que em qualquer altura nos últimos dois anos”. Contudo, a responsável adverte que “a turbulência e incerteza da COVID-19 causou muitos desafios que poderá complicar a recuperação. A crescente procura, associada aos despedimentos e flexibilização do trabalho, bem como a concorrência por recursos humanos com outros setores de atividade, resultaram em falta de pessoal em diversas economias dependentes do turismo”.

À medida que os diferentes países levantam as restrições e o turismo regressa em diversas partes do mundo, as questões relacionadas com a higiene e segurança continuam a ser uma prioridade, salientando a consultora que “a coordenação com protocolos que protejam trabalhadores, comunidades, viajantes, enquanto apoiam as empresas e os seus recursos humanos, terão de ser implementados de forma a aumentar a confiança nas viagens”.

Hannah Free conclui ainda que “a recuperação pós-pandemia da indústria global das viagens e do turismo está a ganhar força à medida que a procura pelas viagens internacionais está de regresso”.

As mais recentes previsões da GlobalData revelam que, numa escala global, as partidas internacionais atingiram 68% dos níveis pré-pandémicos, prevendo que melhore para 82%, em 2023, e para 97%, em 2024, ultrapassando os níveis de 2019 em 2025, estimando-se ficar nos 101% face a 2019.

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Contributo direto e indireto do turismo para o PIB foi de 16,8 MM€, em 2021

A atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, em 2021, comparando com os 6,6%, de 2020, e 11,8%, em 2019

Victor Jorge

De acordo com as contas divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a atividade turística, em Portugal, terá tido um contributo total (direto e indireto) de 8% para o PIB, correspondendo a 16,8 mil milhões de euros, e de 7,9% para o VAB da economia nacional, ou seja, 14,4 mil milhões de euros.

Os dados divulgados pelo INE mostram que Valor Acrescentado Bruto gerado pelo Turismo (VABGT), em 2021, face a 2020, registou um aumento nominal de 27,3%, representando 5,8% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) nacional (4,8% em 2020), situando-se ainda 2,3 pontos percentuais (p.p.) abaixo de 2019, ano em que representou 8,1% do VAB da economia.

As contas feitas pelo INE indicam que O VABGT totalizou 10.671 milhões de euros em 2021, enquanto o Consumo do Turismo no Território Económico (CTTE) cifrou-se em 21.334 milhões de euros, o equivalente a 10,1% do PIB (8,4% no ano anterior e 15,3% em 2019).

Na comunicação feita pelo INE pode ler-se que o ano de 2020 foi marcado por “uma forte contração da atividade económica, que se traduziu numa diminuição de 8,4% do PIB em volume”. Assim, as contas indicam uma “redução da atividade turística que terá contribuído com -5,6 p.p. para aquele resultado, o que corresponde a cerca de 2/3 da redução do PIB”. Já em 2021, “o PIB aumentou 4,9%, em volume, com o turismo a contribuir com 1,8 p.p. para este resultado”.

“Os produtos que mais contribuem para o PIB turístico, como os serviços de alojamento, a restauração e similares, os transportes (especialmente os transportes aéreos) e os serviços de aluguer, foram os que mais sofreram os impactos económicos da pandemia COVID-19, o que se refletiu em reduções, em volume, entre 46,5% e 65,7% no PIB turístico gerado por estas atividades, em 2020”, refere o INE.

Em 2021, os mesmos produtos observaram, em regra, “crescimentos intensos” (entre 14,4% e 59,1%) face ao ano anterior, à exceção dos serviços de aluguer, que continuaram a registar um decréscimo.

Em 2021, quer as importações, quer as exportações de turismo observaram um aumento próximo de 30%, face ao ano anterior. Contudo, os valores foram ainda inferiores aos registados em 2019, indicando o INE uma redução de “31% no caso das importações e -45,6% no caso das exportações”.

Considerando a informação disponível para o ano de 2020 para países europeus (dados provisórios ou preliminares), observou-se que Portugal foi o país que registou maior importância relativa da procura turística no PIB (8,4%).

Em termos de variação, os dados divulgados pelo INE mostram um “decréscimo significativo da procura turística em 2020 em todos países europeus com informação disponível, oscilando entre -29,6% (Áustria) e -60,3% (Espanha). Em Portugal, a procura turística diminuiu 49,1%, face a 2019.

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Indústria da aviação alemã quer contratar na Turquia

A escassez de mão-de-obra na Alemanha, leva a indústria da aviação alemã a procurar solução no mercado turco.

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Depois de noticiadas as dificuldades vividas nos mais diversos aeroportos europeus, devido à falta de pessoal, o crescimento da procura por viagens já levou diversas companhias a cancelar voos ao longo das últimas semanas.

Na Alemanha, cujos principais aeroportos – Munique, Frankfurt ou Hamburgo, entre outros – foram impactados pela escassez de recursos humanos, a indústria da aviação já está a trabalhar numa solução ao decidir avançar para contratações “expresso” de trabalhadores turcos.

Segundo avança a imprensa germânica, a esperança é que as autoridades do país decidam com urgência quanto às autorizações especiais para que se possa avançar com a contratação de 2.000 trabalhadores turcos para os aeroportos da Alemanha.

A Associação Federal da Indústria da Aviação Alemã (Bundesverband der Deutschen Luftverkehrswirtschaft, BDL, sigla em alemão) estima que decorrerão mais seis semanas até que se possam incorporar esses recursos humanos, o que quer dizer que só na segunda metade do verão se poderia registar algum avanço, salientando que “tratam-se de pessoas que, para trabalhar nas instalações aeroportuárias, terão de passar por provas de segurança”.

Enquanto se espera por uma decisão das autoridades alemãs para facilitar esta incorporação de trabalhadores, a Associação Alemã de Turismo (Deutscher Reiseverband, DRV) divulgaram uma mensagem aos viajantes alemães, descartando “cancelamentos em grande escala” para os principais destinos de férias, como o Sul da Europa, admitindo que “é pouco provável que os voos contratados pelos operadores turísticos, que foram agendados com bastante antecedência, sejam suprimidos”.

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