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Espanha deixa de exigir certificado de vacinação a turistas extra-europeus

Depois de um mês de abril, em que recebeu nos aeroportos, perto de sete milhões de turistas, Espanha vai deixar cair a obrigatoriedade da apresentação do certificado de vacinação para que viaje de fora da União Europeia.

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Segundo é noticiado em Espanha, o país vizinha poderá deixar de exigir o certificado digital de vacina a turistas que cheguem de fora da Europa, podendo aceder somente com um teste negativo, avançou a ministra da Indústria, Comércio e Turismo, Reyes Maroto.

“Vamos eliminar uma restrição que podia desanimar os turistas de fora da União Europeia a visitar-nos”, adiantou a responsável pela pasta do turismo em Espanha, revelando que “vamos deixar de exigir o certificado de vacinação para permitir que os turistas entrem com teste negativo.

Reyes Maroto admitiu que esta é uma “boa notícia” esperada pelo setor, colocando Espanha “entre um dos destinos preferidos pelos turistas internacionais”.

“Sempre com prudência, o mundo vê-nos como um destino seguro”, frisando que “92% da população espanhola está vacinada”.

A ministra destacou ainda o turismo como “alavanca para o crescimento da economia” em 2022.

Nesse sentido, Espanha recebeu, em abril quase sete milhões turistas nos aeroportos dos mais diversos mercados internacionais, correspondendo a mais de 85% dos níveis de 2019, multiplicando, no entanto, por oito os números alcançados no mesmo mês de 2021, revelam os dados disponibilizados pelo Instituto de Turismo de España (Turespaña) a partir dos registos da Aena, entidade que gere mais de meia centena de aeroportos em toda a Espanha.

Com o fluxo turístico na semana da Páscoa a ser o destaque no fluxo turístico, as entidades espanholas esperam que este seja o arranque da recuperação, confirmando a tendência de crescimento desde o início do ano.

Nas ilhas, por exemplo, atingiu-se, praticamente, os níveis pré-pandemia graças à reativação dos dois principais mercados turísticos para Espanha: Reino Unido e Alemanha, o que confirma o bom desempenho do segmento de férias até à data”, concluiu a responsável da pasta turismo.

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Aviação

Publicada revogação do despacho sobre futuro aeroporto de Lisboa

Tal como tinha sido indicado pelo primeiro-ministro, António Costa, foi publicada revogação do despacho sobre futuro aeroporto de Lisboa, indicando que “a solução deve ser negociada e consensualizada com a oposição”.

A revogação do despacho de quarta-feira, 29 de junho, determinada pelo primeiro-ministro, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa foi publicada em Diário da República em novo despacho.

O despacho, assinado pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, publicado em suplemento com a data de quinta-feira, 30 de junho, justifica a revogação imediata, referindo que “a solução deve ser negociada e consensualizada com a oposição, conforme indicação do senhor primeiro-ministro”.

Indica também que o teor do despacho revogado “é uma matéria de prioridade política e estratégica da maior importância e impõe uma tomada de decisão célere”

Recorde-se que o despacho de quarta-feira determinava a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro, António Costa, determinou a revogação do despacho, e reafirmou que queria uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

O despacho “polémico” publicado na quarta-feira, assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, determinava o “estudo da solução que visa a construção do aeroporto do Montijo, enquanto infraestrutura de transição, e do novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete, nas suas várias áreas técnicas.”

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Destinos

Portugal entre os destinos mais procurados pelos americanos para o 4 de julho, revela a Mabrian

Entre os destinos europeus mais procurados pelos americanos para os feriados do 4 de julho, Portugal só é ultrapassado pela Espanha. No que diz respeito aos preços, a consultora refere que o nosso país apresenta os voos com os preços mais em conta.

Portugal aparece entre os destinos internacionais mais procurados pelos norte-americanos para o fim de semana do feriado nacional de 4 de julho. De acordo com os dados da Mabrian, Portugal só é suplantando pelo México e Espanha.

Enquanto Portugal aparece com mais de 13 milhões de buscas, à frente da Grécia (com 11,7 milhões), Itália (com 10,3 milhões) e França (com 9,6 milhões), a liderança pertence ao México, destino que registou 36 milhões de buscas. Já Espanha aparece em segundo lugar e primeiro destino europeu procurado neste ranking, mercê das mais de 20 milhões de buscas.

Segundo os dados analisados pela Mabrian, regista-se uma procura crescente, indicando, igualmente, que “Grécia e Itália são os destinos com maior interesse dos americanos”.

No que diz respeito aos preços, a Mabrian indica que os preços mais competitivos para voos diretos (uma viagem) a partir dos EUA têm como destinos o México e a República Dominicana, com valores a não excederem os 350 euros. Já os preços mais caros para voos diretos a partir dos EUA e com destino à Europa, têm como destino a Grécia, apontando a Mabrian valores médios de 1.000 euros.

Para a Europa, Portugal aparece, novamente, bem classificado, com os valores mais baixos entre os destinos europeus, com um preço médio de 670 euros.

Em média, os preços para os destinos europeus começam nos 855 euros.

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Transportes

KLM reembolsa empréstimo do Governo neerlandês

Com este pagamento, a KLM reembolsa a totalidade dos empréstimos contraídos junto do Governo neerlandês e bancos, no valor de 942 milhões de euros. A companhia refere, contudo, que tem ainda á disposição uma linha de crédito futuro de 2,4 mil milhões de euros.

A KLM Royal Dutch Airlines anunciou o pagamento de 277 milhões de euros relativamente ao empréstimo contraído junto do Governo neerlandês e bancos, em 2020, por causa da pandemia da COVID-19.

A companhia de bandeira dos Países Baixos contraiu um total de 942 milhões de euros de uma linha de crédito que ascendeu aos 3,4 mil milhões de euros.

Com este pagamento, a KLM conclui o pagamento de todos os empréstimos contraídos. Em três etapas, a KLM já tinha pago 311 milhões de euros aos bancos a 3 de maio e outros 354 milhões de euros a 3 de junho, correspondendo ao pagamento da quantia total em empréstimos bancários de 665 milhões de euros. Ao reembolsar agora os restantes 277 milhões de euros, a KLM também resgatou a parte do empréstimo emitida pelo Governo neerlandês.

Vários fatores, incluindo “a saída de 6.000 funcionários da KLM, uma forte redução nos custos, a remoção das restrições de viagem e a crescente procura por passagens aéreas permitiram à KLM reembolsar os empréstimos contraídos, refere a companhia.

Apesar da recente recuperação do setor da aviação, o futuro próximo permanece “incerto” devido a fatores como a “alta taxa de inflação, custos crescentes, presença constante da COVID-19 em todo o mundo e volatilidades geopolíticas como a guerra na Ucrânia”, salienta a companhia.

Como resultado, a KLM decidiu manter o acesso ao crédito futuro sendo que, após o reembolso do empréstimo, “a KLM continuará a ter à sua disposição uma linha de crédito de 2,4 mil milhões de euros (723 milhões de euros de empréstimos governamentais e 1,735 mil milhões de euros dos bancos), permitindo-lhe fazer uso das opções de financiamento existentes”, refere a companhia.

A KLM conclui, no entanto, que as previsões atuais mostram que a companhia dispõe de “recursos financeiros suficientes para os próximos anos”.

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Transportes

Heathrow cancela 30 voos devido à falta de capacidade para dar resposta

Um dos maiores aeroportos da Europa e do mundo pediu a diversas companhias aéreas para cancelar cerca de 30 voos devido ao elevado número de passageiros, alegando incapacidade para dar uma resposta adequada.

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O aeroporto de Heathrow pediu às companhias aéreas para cancelarem cerca de 30 voos na manhã de quinta-feira, 30 de junho, alegando falta de capacidade para lidar com o fluxo de passageiros no aeroporto.

Segundo avança a imprensa britânica, milhares de passageiros foram afetados pela decisão do maior aeroporto do Reino Unido e um dos mais movimentados do mundo, com perdas de ligações e não tendo sido avisados previamente.

Um porta-voz de Heathrow admitiu que o aeroporto esperava um número “mais elevado de passageiros do que o esperado para a qual não temos capacidade para dar resposta, decidindo pedir às companhias aéreas para retirar 30 voos dos planos da manhã”.

Segundo o mesmo porta-voz, os responsáveis do aeroporto estão “a trabalhar para garantir que todos tenham uma jornada tranquila por Heathrow neste verão”, salientando que “o mais importante é garantir que todos os prestadores de serviços no aeroporto tenham recursos suficientes para responder à procura”.

Segundo as notícias, cerca de 98% dos voos a sair do aeroporto deverão ser operados em conformidade com os planos.

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Emprego e Formação

ISCE e Monte Santo Resort lançam 2.ª edição do Prémio de Excelência Melhor Aluno da Licenciatura em Gestão Turística

A iniciativa é, segundo o diretor do Departamento de Turismo do ISCE, Nuno Abranja, “uma forma de reconhecimento e incentivo aos estudantes para que possam melhorar cada vez mais o seu desempenho ao longo do curso na defesa da qualidade do turismo”.

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O Departamento de Turismo do ISCE anunciou a 2.ª edição do “Prémio de Excelência Melhor Aluno da Licenciatura em Gestão Turística Monte Santo Resort”, fruto da parceria estabelecida entre o ISCE e o Monte Santo Resort, empreendimento turístico de luxo no Algarve.

A iniciativa anual pretende premiar o(a) melhor(a) aluno(a) finalista da Licenciatura em Gestão Turística do ISCE e será atribuído no final deste ano letivo.

Segundo o diretor do Departamento, Nuno Abranja, este prémio “é uma forma de reconhecimento e incentivo aos estudantes da nossa Licenciatura, para que possam melhorar cada vez mais o seu desempenho ao longo do curso na defesa da qualidade do turismo e ser, igualmente, um atrativo na captação de novos estudantes para esta formação, que tem registado um aumento significativo na procura todos os anos”. Paralelamente à atribuição deste prémio, esta parceria possibilitará igualmente aos estudantes do Departamento de Turismo virem a realizar estágios naquele Resort, juntando-se assim o Monte Santo Resort a uma vasta lista de parceiros estratégicos do Departamento, que pode ser consultada aqui.

Já Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, considera esta uma “magnifica iniciativa para premiar a excelência entre os alunos”,

A responsável pelo Monte Santo Resort admite que “valorizar os nossos recursos humanos nesta procura de um serviço excelente é algo que nos motiva diariamente”, destacando que a formação é de “vital importância nos dias de hoje e esta iniciativa leva esta importância um pouco mais além”.

A Licenciatura em Gestão Turística conta atualmente com uma centena de estudantes tendo o Departamento de Turismo formado, desde 1995, mais de 1000 quadros qualificados.

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Primeiro-ministro revoga despacho sobre aeroporto e o que era já não é

Afinal, a decisão sobre as novas infraestruturas aeroportuárias para Lisboa, anunciadas por Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, voltou à estaca zero. O primeiro-ministro, António Costa, decidiu revogar o despacho publicado.

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O primeiro-ministro, António Costa, determinou esta quinta-feira, 30 de junho, a revogação do despacho publicado na quarta-feira, 29 de junho, sobre a solução aeroportuária para a região de Lisboa e reafirmou que quer uma negociação e consenso com a oposição sobre esta matéria.

“O primeiro-ministro determinou ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação a revogação do despacho ontem [quarta-feira] publicado sobre o novo aeroporto da região de Lisboa”, lê-se num comunicado divulgado pelo gabinete de António Costa.

No comunicado, o primeiro-ministro “reafirma que a solução tem de ser negociada e consensualizada com a oposição, em particular com o principal partido da oposição e, em circunstância alguma, sem a devida informação previa ao Presidente da República”.

“Compete ao primeiro-ministro garantir a unidade, credibilidade e colegialidade da ação governativa. O primeiro-ministro procederá, assim que seja possível, à audição do líder do PSD que iniciará funções este fim de semana para definir o procedimento adequado a uma decisão nacional, política, técnica, ambiental e economicamente sustentada”, acrescenta-se no comunicado.

Recorde-se que na quarta-feira foi publicado em Diário da República um despacho assinado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, sobre a “definição de procedimentos relativos ao desenvolvimento da avaliação ambiental estratégica do Plano de Ampliação da Capacidade Aeroportuária da Região de Lisboa”.

No despacho lê-se que “o Governo pretende avançar com a construção do aeroporto complementar do Montijo e planear imediatamente a construção de um novo aeroporto ‘stand alone’ no Campo de Tiro de Alcochete

“Os riscos de uma infraestrutura aeroportuária com duas pistas de grande extensão na península do Montijo não obter autorização ambiental para avançar são hoje avaliados como muito elevados. Por este motivo, o Governo deixou, pois, de equacionar a opção Montijo ‘stand alone’ como viável e, nesse sentido, merecedora de estudo aprofundado”, lê-se na exposição de motivos.

O secretário de Estado das Infraestruturas considera que, “excluída esta última opção, a única solução aeroportuária que responde à exigência de dotar o país e a região de Lisboa de uma infraestrutura aeroportuária moderna com capacidade de crescimento a longo prazo é a construção de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete”.

Na quarta-feira, Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e da Habitação, desdobrou-se em entrevistas, defendendo a solução apresentada para Montijo e Alcochete, não referindo, contudo, os moldes em que essas obras iriam decorrer e quem assumiria os custos das mesmas.

Certo é que Pedo Nuno Santos avançou que a nova solução aeroportuária para Lisboa passava pela construção de um novo aeroporto no Montijo até 2026 e por encerrar o aeroporto Humberto Delgado, quando estivesse concluído o de Alcochete, em 2035.

O primeiro-ministro, António Costa, tinha afirmado no parlamento, na semana passada, que aguardava a decisão do presidente eleito do PSD, Luís Montenegro, sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa para que houvesse “consenso nacional suficiente” tendo em vista uma decisão “final e irreversível” sobre esta matéria.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou desconhecer os “contornos concretos” da nova solução aeroportuária do Governo para a região de Lisboa, observando que “foi ajustada agora”, e recusou comentá-la sem ter mais informação.

Do lado da oposição e dos respetivos partidos com representação parlamentar foram várias as críticas à decisão anunciada, com Luís Montenegro, presidente eleito do PSD, a salientar não ter sido “informado de nada” sobre os planos do Governo para o novo aeroporto.

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CTP diz que solução para o novo aeroporto “é boa”, mas só acredita “quando vir as máquinas no terreno”

Depois das notícias que dão conta não de um, mas dois aeroportos para a região de Lisboa, a CTP frisa que a decisão “só peca por tardia”.

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Depois de conhecida a informação relativamente à construção das novas infraestruturas aeroportuário para Lisboa, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) vê “como muito positiva a solução do Governo sobre o novo aeroporto na região de Lisboa”.

Em comunicado, Francisco Calheiros, presidente da CTP, salienta que “a nossa persistência finalmente vingou”. No mesmo documento frisa que “esta é uma decisão que responde às exigências feitas pela CTP ao longo dos últimos anos e que só peca por tardia. É uma excelente notícia para o país e para os portugueses”.

A CTP pede agora que o processo seja “célere” e que se passe “das palavras aos atos”, pedindo que Portugal “não esteja mais meio século a falar sobre uma solução de um novo aeroporto”.

De acordo com Francisco Calheiros, “a solução anunciada é boa, mas agora esperamos para ver, porque só acredito quando vir as máquinas no terreno. Já andamos nisto há 50 anos e continuamos com o mesmo aeroporto, que como já se viu, e basta olhar para o que se passou em recentes fins de semana, está sem capacidade para fazer face à crescente procura de turistas”.

Recorde-se que a CTP irá revelar, brevemente, os resultados de um estudo que aponta para que o país esteja a perder milhares de milhões de euros pela não construção de um novo aeroporto em Lisboa. “São perdas de milhões de euros por cada dia em que o aeroporto não avança, atingindo toda a economia portuguesa”, conclui a CTP.

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ANA saúda solução “pragmática” para Portela e Montijo e refere Alcochete como “nova etapa”

Para a ANA – Aeroportos de Portugal fala numa “solução pragmática de investimento” para os aeroportos Humberto Delgado e Montijo e diz que irá definir com o “concedente” as condições de “desencadeamento e realização” da nova etapa sem referir Alcochete.

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Em comunicado, e depois das várias informações que vieram a público relativamente à decisão tomada pelo Governo para o “novo parque aeroportuário” para Lisboa, a ANA – Aeroportos de Portugal “saúda a decisão do Governo português que permitirá dar, a curto prazo, uma resposta viável e otimizada às necessidades de desenvolvimento aeroportuário da região de Lisboa, através de uma solução pragmática de investimento nos aeroportos Humberto Delgado e do Montijo”.

Segundo o grupo responsável pela gestão dos 10 aeroportos em Portugal, esta solução “permitirá obter a capacidade aeroportuária que o país necessita, da forma mais rápida e economicamente viável, com benefícios para a economia, o turismo, e a continuidade territorial portuguesa”.

Contudo, no comunicado enviado às redações, a ANA não refere uma única vez a localização Alcochete, referindo somente que toma “em consideração a vontade do concedente [Governo] enquadrar uma nova fase de desenvolvimento a longo prazo, e assumindo a saturação do sistema Lisboa-Montijo”.

Por isso, a ANA diz que irá, “no âmbito do seu contrato de concessão”, definir com o concedente as condições de “desencadeamento e realização dessa nova etapa”.

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Turismo de Portugal associa-se à proteção do Oceano através do surf

Através destas ações, o Turismo de Portugal pretende abordar a “óbvia necessidade de inovação das indústrias ligadas ao mar, incluindo o turismo”.

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O Turismo de Portugal associou-se à Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que decorre em Lisboa entre 27 de junho e 1 de julho, através da organização de dois eventos paralelos que pretendem mostrar ao mundo a estreita relação de Portugal com o mar, elemento central na nossa história e na nossa cultura e, simultaneamente, perspetivar o futuro centrado no Oceano.

Organizada com o apoio dos governos de Portugal e do Quénia e sob o mote “Save Our Ocean, Protect Our Future”, a Conferência pretende ser uma chamada à ação pelos oceanos, um apelo aos líderes de todo o mundo e a todos os setores de relevo a agirem para reverter o declínio da saúde dos oceanos.

O Turismo de Portugal juntou-se a esta iniciativa evidenciando a importância da preservação do Oceano como propósito-base para a construção do turismo do futuro, através da organização de dois eventos, que contam com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

Nesta sessão “Let’s Sea – The Waves for the future”, o Turismo de Portugal, a World Surf League (WSL), o MEO e a EDP juntaram-se para destacarem o papel do surf na proteção dos oceanos e relembrar como todo o ecossistema que envolve empresas, atletas e instituições se deve mobilizar em torno deste desígnio.

Um contributo para a discussão sobre a necessidade de inovação e tecnologia com o objetivo de impulsionar as indústrias para a transição sustentável (económica, ambiental e social).

O surf, desporto ligado ao Oceano, deve liderar a sua proteção, estabelecendo objetivos e criando âncoras de comunicação que permitam mobilizar comunidades e parceiros, contribuindo assim ativamente para as metas 14 e 17 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Foram apresentados os projetos “Unwanted Shapes – Zero Impact, Full Performance”, uma iniciativa promovida pelo MEO, Turismo de Portugal e World Surf League que ambiciona que, até aos Jogos Olímpicos de 2028, toda a indústria do Surf esteja a utilizar pranchas feitas de material sem impacte ambiental. Neste evento foi ainda dado a conhecer o projeto “EDP Surf For Tomorrow”, que tem como objetivo investir na formação da nova geração de surfistas ibéricos e desenvolver o seu talento com um compromisso reforçado com a proteção dos Oceanos, criando uma geração de surfistas mais responsáveis e conscientes da necessidade de implementar uma abordagem regenerativa no ecossistema marinho.

Outra das iniciativas levadas a cabo pelo Turismo de Portugal, a EDP, o MEO e a WSL é o “Let’s Sea – Riding Portuguese Waves”, na Costa da Caparica, evento que proporciona às comitivas internacionais presentes na Conferência uma experiência única no mar português. Para além de uma aula de surf, está prevista a divulgação de informação especifica sobre a proteção das linhas de costa e dos oceanos, apelando ao envolvimento de todos os responsáveis neste propósito maior.

Através destas ações, o Turismo de Portugal pretende abordar a “óbvia necessidade de inovação das indústrias ligadas ao mar, incluindo o turismo”. De resto, a entidade presidida por Luís Araújo refere que “a sustentabilidade é um dos pilares do turismo do futuro, um propósito incontornável para a atividade turística a nível mundial. Criando um turismo mais sustentável, mais responsável e mais consciente, cria-se um melhor amanhã”.

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Norwegian finaliza acordo para compra de 50 Boeing 737 MAX 8

Além da compra de 50 aviões Boeing 737 MAX 8, com entrega prevista entre 2025 e 2028, o acordo com a fabricante norte-americano inclui ainda uma opção de compra de mais 30 aeronaves da mesma tipologia.

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O acordo tinha sido anunciado em maio deste ano, mas tinha ficado condicionado a condições a alcançar entre a Norwegian e a Boeing. A companhia norueguesa confirma agora a compra de 50 aviões Boeing 737 MAX 8, com opção de compra de mais 30 aeronaves da mesma tipologia.

A entrega dos aviões está prevista acontecer entre 2025 e 2028, coincidindo com o vencimento dos contratos de aluguer existentes, significando um aumento líquido da frota de aviões da companhia.

Em comunicado, a Norwegian estima registar um lucro líquido de 2.000 milhões de coroas norueguesas (cerca de 191 milhões de euros) no segundo trimestre de 2022 como resultado deste acordo.

Além disso, a Norwegian e a Boeing anunciaram um acordo relativamente a todas as disputas legais pendentes.

“O acordo para a compra de 50 aviões novos e de baixo consumo constitui um grande avanço na estratégia para consolidar a nossa posição de mercado nos países nórdicos”, declarou Geir Karlsen, CEO da Norwegian.

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