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Quais são as principais novidades apresentadas pelo AP Cabanas Beach & Nature para este ano de 2022?

A abertura em plena pandemia, verão 2021, foi um desafio, mas serviu de rampa de lançamento da unidade. No fundo foi um ano zero que nos permitiu montar uma operação de forma tranquila e sem a pressão de “casa cheia”. Optamos por encerrar no inverno o que nos permitiu usar esse tempo melhorar o produto: redefinimos espaços exteriores, mudámos mobiliário, concluímos o ginásio e acrescentámos um restaurante adicional aos 2 já existentes (um grill). Mas a grande novidade foi a adição de mais 72 quartos ao inventário já existente para um novo total de 274. Assim sendo reabrimos dia 8 de abril de 2022 com um hotel mais completo, consolidado e testado. Ou seja, aproveitámos para concluir o resort, e julgamos que estamos melhor preparados para fazer face às exigências dos nossos clientes.

Que conceito apresenta o AP Cabanas Beach & Nature e qual o principal target ao nível de turistas/hóspedes?

O AP Cabanas Beach & Nature surge no mercado com uma aposta arrojada pois apresenta-se como um hotel recomendado para adultos “adults friendly” e onde o regime de tudo incluído é um dos destaques.

A unidade caracteriza-se por ser um produto de alta qualidade e com um serviço de excelência, algo por vezes menosprezado no regime de tudo incluído que é um dos 2 regimes disponíveis, além do pequeno almoço. A unidade é bastante completa e disponibiliza salas de conferências, SPA, 3 restaurantes, jardins e um rooftop bar com vistas magníficas sobre a ria e o mar!

Importa também referir a localização que é ímpar! Junto à ria formosa e com acesso (via barco) à fantástica praia e vila de Cabanas de Tavira, a unidade insere-se numa zona de muita beleza e tem uma forte ligação à natureza e sustentabilidade.

Os quartos são frescos, elegantes e modernos, com casa de banho com walk-in shower, sendo que temos muitos quartos com vistas deslumbrantes sobre a ria formosa e o mar.

Com a pandemia, o turismo, em Portugal, dependeu muito do turista nacional. É esse ou continuará a ser essa a vossa aposta para 2022? 

Claramente que sim, mas na verdade há que dizer que o mercado nacional sempre foi muito importante para o grupo AP Hotels & Resorts, aliás conseguimos resultados muito interessante em 2020 e 2021 precisamente porque uma das fortes bases de clientes do grupo, bem como da nossa data base, é precisamente constituída por clientes nacionais.

Com a pandemia também veio um reforço de conceitos na área da sustentabilidade e tecnologia/digitalização. O que é que o AP Cabanas Beach & Nature desenvolveu nestas áreas e como as apresenta aos seus hóspedes?

Este é um tema muito importante para o Grupo AP Hotels & Resorts e para esta unidade em particular. Este é o nosso primeiro projeto concebido de raíz e muito cedo a estratégia foi de ligar este hotel o mais possível à sustentabilidade! Esta decisão foi natural até pela localização única e privilegiada mesmo junto ao parque natural da ria formosa. A unidade tem classificação energética global de A+, tem um sistema de aproveitamento de águas pluviais, utilização de energia térmica, 100% de iluminação LED de alto rendimento entre outros detalhes, ou seja, um projeto bastante sustentável numa área de incrível beleza como é Cabanas de Tavira. Disponibilizamos igualmente transporte para a praia de Cabanas de Tavira por barco movido a energia solar.

Que “novas” exigências/preocupações/necessidades apresentam os turistas/hóspedes de hoje face à realidade pré-pandémica?

Continuam a haver preocupações, pois, apesar da pandemia estar nesta fase mais controlada, não deixou infelizmente de existir.

O cliente alterou um pouco a sua forma de pensar e as necessidades passaram a estar mais ligadas ao contacto com a natureza, uma procura por maior qualidade, produtos complementares como experiências, SPA e sobretudo uma busca por tranquilidade e, ao mesmo tempo, por um turismo mais ativo e de maior compromisso com a sociedade.

Para 2022, o novo restaurante, SPA AP Elements são alguns dos destaques. O que é que estas novidades apresentam de novo e de valor acrescentado a quem visita o AP Cabanas Beach & Nature?

Estamos a apostar em complementar a oferta existente deste hotel e a aposta no produto SPA enquadra-se perfeitamente com a crescente procura e interesse pela área de saúde e bem-estar. Este SPA conta com uma vasta gama de tratamentos, rituais e técnicas inovadoras, com terapeutas certificadas e credenciadas. Para além das salas de tratamentos, temos ainda um circuito de jacuzzi, sauna, banho turco, zonas exteriores e interiores de relaxamento, e uma piscina. Tudo isto num ambiente muito tranquilo com vista jardim & Ria Formosa.

Localizado no Algarve, a região sofre da sazonalidade e de uma maior procura no verão. Como é que procuram ultrapassar esta realidade e “chamar” clientes/hóspedes ao longo de todo o ano?

Pelo conceito diferenciador (adults friendly e regime de tudo incluído) a que se alia a um produto muito bem concebido e completo, que pretende alcançar clientes com mais exigência, que privilegiem espaços abertos, privacidade, tranquilidade e uma ligação mais íntima com a natureza, não esquecendo a interação com a comunidade local.

Sendo um hotel ‘adults friendly’, o que distingue esta unidade das outras da AP e dos restantes hotéis da região?

Acrescentaria que: ao fato de sermos uma unidade recomendada para adultos, juntarmos o regime tudo incluído, tendo assim um conceito completamente diferenciador no sotavento algarvio. No Grupo AP Hotels & Resorts é igualmente uma novidade, pois temos diferentes conceitos e regime disponíveis, mas não esta conjugação.

Aumentaram, igualmente, o número de quartos. Quantos hóspedes podem agora receber e que expectativas possuem para este verão de 2022?

A unidade apresenta agora 274 quartos e sendo uma unidade recomendada para adultos, pois poderemos receber cerca de 550 hóspedes ao mesmo tempo.

As expectativas para este verão de 2022 são muito positivas, aliás usando o exemplo da Páscoa, em que estivemos praticamente completos. Estamos a realizar uma forte aposta na captação do mercado nacional, mas contamos receber um elevado número de clientes do mercado espanhol, inglês, alemão e benelux. Ou seja, perspetivamos uma boa aceitação daqueles que são os principais mercados do Algarve com uma aposta também nos mercados escandinavos.

 

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Prémios

Nova Edição: Os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022

Nesta edição do Publituris, o destaque vai para os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022. São 104 nomeados em 15 categorias. Mas há mais: conclusões do estudo da TLN, turismo rural, Gerês, airBaltic e Pulse Report.

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A primeira, e única edição, de agosto do Publituris faz capa com os “Portugal Travel Awards” 2022, prémios que irão distinguir o que de melhor se fez (e continua a fazer) em 2021.

Três anos depois da última edição, os vencedores dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022 serão desvendados no dia 18 de outubro de 2022, numa cerimónia a realizar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.

São 104 os nomeados divididos por 15 categorias, a que acresce o Prémio Carreira Belmiro Santos, entregue diretamente pela redação do Publituris.

As votações, a realizar num site dedicado exclusivamente aos Publituris “Portugal Travel Awards” 2022, decorrerão de 2 de setembro a 7 de outubro de 2022.

Para validar o voto é exigida a introdução do e-mail que terá de ser idêntico ao de registo na newsletter diário do publituris.pt.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Mas há mais para ler nesta edição. A começar pelas conclusões de um estudo encomendado pela principal rede de agências de comunicação especializadas no setor do turismo e viagens, Travel Lifestyle Network (TLN). O estudo revela que, depois de dois anos de pandemia e o início de uma guerra na Europa, o desejo de viajar não diminui.

Portugal, ou melhor, os portugueses aparecem bem posicionados no que diz respeito ao interesse e desejo de viajar, com os resultados a indicarem que estão acima da média global. Contudo, o estudo conclui que a relação custo-benefício constitui, atual e futuramente, o principal fator na escolha de um destino de férias, com a preocupação dos preços, devida à inflação e aumento dos preços a pesar numa futura opção.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Turismo Rural. Durante a pandemia, e Portugal não foi exceção, a procura de turistas nacionais e internacionais esteve mais centrada no turismo rural e de natureza, em territórios de interior e de baixa densidade. Esta tendência mantém-se, hoje que o mundo quase todo reabriu para as mil e uma motivações de fazer turismo? É um pouco esta resposta que queremos dar, com a opinião de vários intervenientes diretamente ligados ao turismo rural e de natureza.

No “dossier” contamos, igualmente, com entrevistas ao presidente da Casas Açorianas – Associação de Turismo em Espaço Rural, Gilberto Vieira, bem como a Sara Duarte, presidente da Associação Portuguesa de Turismo em Espaços Rurais e Naturais (APTERN).

O Publituris visitou, também, o Parque Nacional da Peneda-Gerês. A conjugação do verde da floresta, do azul da água, das cores da gastronomia e do som da tranquilidade continuam lá, e são a poção mágica para retemperar as forças e desligar-se completamente do rebuliço das grandes cidades.

Nos “Transportes” damos a conhecer a estratégia da ariBaltic. Satisfeita com o desempenho da rota entre Riga e Lisboa, que existe desde 2018, a airBaltic decidiu manter, este verão, os voos que ligam Portugal e a Letónia duas vezes por semana cujo resultado, indica a companhia aérea ao Publituris, em sido positivo, uma vez que a capital portuguesa é um destino que agrada aos turistas dos Países Bálticos.

Além do Pulse Report, parceria entre o Publituris e a GuestCentric para divulgar dados quantitativos do mercado de hotelaria independente em Portugal, as opiniões da única edição de agosto do Publituris pertencem a Jaime Quesado (economista), Sílvia Dias (Savoy Signature), João Caldeira Heitor (ISG), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), e António Paquete (economista).

Boas leituras, votos de umas excelentes férias. Voltamos em setembro!

Leia a edição aqui.

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The Vintage Hotel & Spa Lisboa entra no portfólio da Small Luxury Hotels of the World

A marca é constituída por uma comunidade de hotéis independentes e conta com 520 pequenos hotéis em todo o mundo, com uma média de 50 quartos por unidade.

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O The Vintage Hotel & Spa Lisboa, unidade de cinco estrelas gerida pela Bomporto Hotels, passa a constar no portfólio da Small Luxury Hotels of the World (SLH), uma marca de luxo que reúne unidades hoteleiras com características únicas e de carácter independente. A primeira unidade do grupo Bomporto a integrar a marca foi o The Lumiares Hotel & Spa Lisboa, em novembro de 2019.

O Small Luxury Hotels of the World (SLH) é constituído por uma comunidade de hotéis independentes e conta com 520 pequenos hotéis em todo o mundo. Com uma média de 50 quartos por unidade, as propriedades SLH “têm características únicas, com os mais altos padrões de luxo e bem-estar”, como indicado em comunicado.

“A integração da nossa segunda unidade hoteleira na SLH vem reforçar a estratégia de desenvolvimento de negócio e a notoriedade no segmento de luxo. É um selo de qualidade e uma afiliação de renome e prestígio que contribui para a promoção das nossas unidades a nível internacional. ” afirma Nick Roucos, diretor-geral da Bomporto Hotels.

Localizado entre o Príncipe Real e a Avenida da Liberdade, o The Vintage Hotel & Spa Lisboa, boutique hotel de cinco estrelas, é composto por 56 quartos com uma decoração assente no design vintage e traços contemporâneos.  Combinando peças únicas de mobiliário vintage, produzidas especialmente para o hotel, e algumas reproduções feitas à medida, a estética do espaço reflete uma decoração contemporânea e simultaneamente apresenta o melhor do design dos anos 50, 60 e 70.

A unidade oferece diferentes atmosferas em cada um dos espaços que o compõem, tanto no rooftop bar, com um jardim vertical e vista para a capital, como nas diferentes áreas lounge, salas de estar e no spa.

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NORTRAVEL – “CABO VERDE”

Com Voos especiais TAP Air Portugal todo o ano de Lisboa e Porto aproveite para visitar as praias da ilha do Sal e da Boa Vista, dois ex-líbris das férias de praia.

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Cabo Verde é um destino de excelência. As suas ilhas fazem as delícias aqueles que visitam as maravilhas cabo-verdianas.

Com Voos especiais TAP Air Portugal todo o ano de Lisboa e Porto aproveite para visitar as praias da ilha do Sal e da Boa Vista, dois ex-líbris das férias de praia. Sal tem uma beleza singular, com as suas praias de areia dourada, águas límpidas e cristalinas, e recifes de coral multicoloridos e Boa Vista é – considerada a ilha da tranquilidade – é um paraíso tropical de rara beleza natural, onde os extensos areais de areia branca e fina contrastam com o mar azul-turquesa, de águas tépidas durante todo o ano.

A Nortravel tem também disponível o circuito “À Descoberta de Cabo Verde” com partidas TAP Air Portugal semanais, até abril de 2023 de Lisboa e Porto. Trata-se de um programa de 8 dias, visitando as ilhas de Santiago, São Vicente e Santo Antão, incluindo 7 visitas, 13 refeições (bebidas não incluídas), alojamento em hotéis de 4 estrelas, ou similares, e 7 pequenos-almoços buffet.

O operador informa ainda que a oferta está disponível em www.nortravel.pt para reservar online com confirmação imediata.

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Turismo

WTTC diz que faltam preencher perto de 50.000 empregos no setor do turismo em Portugal

Entre os países agora analisados, Portugal nem é dos que regista pior cenário. França (70 mil), Reino Unido (130 mil), Itália (250 mil) e EUA (mais 412 mil) mostram números mais elevados.

Victor Jorge

De acordo com as contas do World Travel & Tourism Council (WTTC), divulgado esta terça-feira, 2 de agosto, Portugal regista uma escassez de mão-de-obra, estimando a entidade internacional que faltam preencher cerca de 50.000 empregos no setor do turismo.

O estudo feito pelo WTTC, que analisou a escassez de mão-de-obra em Portugal, e outros destinos turísticos como França, Espanha, Reino Unido, Itália e EUA, revela que, no terceiro trimestre de 2022, o nosso país deverá precisar de 49.000 trabalhares para o setor do turismo, frisando que uma em cada 10 vagas deverão ficar por preencher este ano. No entanto, os números do WTTC salientam que Portugal deverá ser o país menos afetado com este problema entre os países analisados, já que em França faltam 70 mil trabalhadores, no Reino Unido 130 mil, em Itália 250 mil e nos Estados Unidos mais 412 mil.

Antes da pandemia (2019), indica o WTTC, Portugal empregava mais de 485.000 pessoas no setor do turismo, para, em 2020, perder mais de 80.000 empregos.

A entidade internacional do turismo refere que, no início de 2021, o nosso país registou uma recuperação, com os 32,6% de crescimento do setor a contribuir para a economia nacional. Contudo, aponta que a falta de pessoal prevalece, com milhares de vagas por preencher, “colocando pressão no sector”.

Segundo o WTTC, a indústria hoteleira é a mais afetada, com 13% das vagas (uma em oito) por preencher, enquanto o segmento de Food&Beverage terá 12% de pessoal a menos (também um em oito).

Para Julia Simpson, president e CEO do WTTC President & CEO, “o Governo português colocou sempre o setor do turismo na vanguarda da sua agenda”, salientando mesmo que “já está a “abordar esta questão com medidas estratégicas”, frisando que o Ministério responsável pelo turismo “é muito proativo e introduziu uma política flexível para atrair talento”.

“O futuro do turismo em Portugal parece brilhante e, para garantir uma recuperação total da economia e do setor, é preciso preencher essas vagas para garantir que Portugal possa responder à procura dos viajantes há muito esperada”, diz Julia Simpson.

De referir que, recentemente, o mesmo WTTC revelou que, em toda a União Europeia, existiam 1,2 milhões de empregos por preencher no setor do turismo, aviação, hotelaria, com as agências de viagens a serem as mais impactadas.

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Transportes

Iberia regressa aos níveis de capacidade pré-pandemia

A companhia aérea espanhola estima atingir os mesmos níveis de capacidade na operação de inverno face a 2019. Portugal, mais concretamente, Lisboa terá 40 voos semanais, enquanto o Funchal manterá a três frequências semanais.

Victor Jorge

A Iberia anunciou que está a finalizar o programa de inverno, que vai de 30 de outubro de 2022 a 25 de maço de 2023, revelando que continua a “consolidar a recuperação toda a rede de voos e destinos” e que no próximo inverno registará os mesmos níveis de capacidade do período pré-pandemia, apontando o relançamento das rotas para a América Latina e Estados Unidos da América (EUA), bem como um maior desenvolvimento dos voos de curta e média distância.

A aposta da Iberia na América Latina consiste na recuperação dos voos diretos para o Rio de Janeiro e Caracas, os últimos dois destinos que ainda se encontravam em aberto depois da pandemia, disponibilizando a companhia três voos semanais para cada destino.

Além disso, a companhia aérea espanhola destaca a relevância dos desenvolvimentos em destinos como Havana, de três para cinco voos semanais, além de Guatemala e El Salvador para onde passará a voar sete vezes por semana em vez das cinco frequências de voo, mantendo-se os seis voos semanais para Quito e os três para Guayaquil.

O México continuará a ser o destino com mais disponibilidade de voos, para além de Bogotá e Buenos Aires, onde a Iberia consolidará o período de inverno com dois voos diários. Já em Santiago do Chile, Lima e São Paulo, a companhia manterá o voo diário, destinos aos quais se juntam San José e Costa Rica que passam a ter, em vez dos seis voos por semana, sete voos semanais. Montevideo e Panamá passarão a contar com seis voos por semana e Porto Rico com quatro ao longo de toda a temporada de inverno.

Aposta norte-americana
Já mais a Norte, nos EUA, a principal novidade da Iberia é a inclusão de Dallas na operação de inverno, cidade para a qual foram lançados voos para este verão, até 29 de outubro. De acordo com a informação prestada pela Iberia, “Dallas é o principal ‘hub’ para a American Airlines -sócia da Iberia, British Airways, Finnair e Aer Lingus no acordo de exploração para as rotas entre a Europa e a Atlântico Norte -, contribuindo para gerar tráfego suficiente para manter esta rota também no inverno, com três frequências semanais até fevereiro e quatro para o mês de março”.

Além disso, a Iberia revela estar a crescer em diversos destinos nos EUA, em comparação com o inverno transato, embora as restrições das viagens a partir da Europa só tenham sido levantadas no mês de novembro de 2021. Assim, em Miami, a Iberia passará de 10 para 14 voos por semana, ou seja, duas voos diários, enquanto para Nova Iorque aumenta mais três frequências, passando de 10 para 13, sendo que em março atingirá as 14 frequências semanais.

Aumento de capacidade nos voos na Europa
Também na rede de voos de curta e média distância, a Iberia anuncia uma maior aposta, com a capacidade a aumentar face ao inverno de 2019, assumindo esse compromisso tanto no corporate como lazer.

Na Europa a Iberia foca-se em Itália, acrescentando sete frequências extra para Milão, passando de 28 para 35 voos semanais, e mais quatro para Roma, totalizando 37 voos por semana. Assim, em ambos os destinos, a companhia aérea oferecerá, no próximo inverno, uma média de cinco voos diários em cada direção.

Para Portugal, a Iberia revela que oferecerá até 40 voos semanais para Lisboa (até seis voos diários), mantendo a aposta no Funchal em todo o inverno, com três frequência por semana.

Outros destinos europeus a serem considerados nesta aposta de aumento de capacidade são Genebra, Bruxelas e Bordéus, para onde a Iberia passará a voar até cinco, três (em ambos os casos), respetivamente.

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Eurostars Santa Luzia 4* integra portefólio da Eurostars Hotel Company

O hotel localizado em Guimarães funciona em regime de aluguer e conta com 99 quartos, bem como uma área de bem-estar com spa e piscina.

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A Eurostars Hotel Company integrou um novo hotel no portefólio, o Eurostars Santa Luzia 4*, em Guimarães.

O antigo Santa Luzia Art Hotel, que agora pertence à carteira da Eurostars Hotel Company, funciona em regime de aluguer e contabiliza 99 quartos, totalmente equipados e decorados “em tons quentes”, como indicado em comunicado.

As instalações, que prometem “satisfazer as necessidades dos mais diversos tipos de turistas”, incluem uma cafetaria, um restaurante de cozinha portuguesa e internacional, ginásio e uma área de bem-estar, com spa, sauna, banhos turcos, piscina e zona de massagens e tratamentos. Inclui ainda uma piscina exterior no telhado, localizada no terceiro andar, bem como quatro salas de diferentes capacidades para a realização de eventos.

“Temos orgulho em continuar a avançar na expansão internacional da Eurostars Hotel Company e, ao mesmo tempo, consolidar a nossa posição num mercado como o português, tão estratégico para nós e com grandes expectativas de crescimento”, afirma o presidente do Grupo Hotusa, Amancio López Seijas.

Com a integração desta unidade, a cadeia hoteleira do Grupo Hotusa passa a gerir 23 estabelecimentos e mais de 1800 quartos em Portugal.

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UGANDA – Para chegar ao paraíso consulte os especialistas Quadrante Operador Turístico

País da África Oriental, atravessado pelo Equador.

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País da África Oriental, atravessado pelo Equador. Tem fronteiras a sul com a Tanzânia e o Ruanda, a Oeste com a República Democrática do Congo, a norte com o Sudão do Sul, e leste com o Quénia. As principais cidades são Kampala, actual capital, e Entebbe, antiga capital. Grande parte do país está situado no Planalto Central de África, caracterizado pela existência de numerosos vales muito profundos e alongados, de alguns cones vulcânicos e muitos lagos. Todo o relevo do país está relacionado com as características tectónicas da região dos Grandes Lagos africanos, uma área do globo atravessada por um enorme rift, que atinge o Médio Oriente.

Melhor Época

A melhor altura para visitar o Uganda é entre os meses de Junho e Setembro, altura em que as chuvas são mínimas e não está demasiado quente.

Lugares Imperdíveis

Parque Nacional da Floresta impenetrável de Bwindi

Decerto a principal atracção deste destino por oferecer a possibilidade de realizar um safari aos famosos Gorilas da Montanha. Mas esta floresta também oferecerá aos seus visitantes paisagens deslumbrantes.

Parque Nacional de Murchison Falls

Localizado a norte do Uganda, estende-se por terras entre o famoso lago Albert e o Rio Nilo Branco. A sua fauna encontra-se em franca recuperação, após ter sofrido um massacre que quase dizimou os famosos Big 5. A beleza paisagística, com os seus lagos e as ‘velozes’ quedas de água Murchison realizam as delícias de quem os visita.

Garganta de Kyambura

Talvez a maior maravilha natural de todo o Parque Queen Elizabeth. Esta enorme fenda, que atravessa quase metade do parque, é um excelente refúgio para os seus habitantes e um lugar idílico para os turistas. O rio que a atravessa é fonte de vida para elefantes, hipopótamos e um sem número de outros animais. O convívio com os chimpanzés é a atracção favorita de quem o visita.

Parque Nacional de Kibale

Aqui situa-se a Estação do campo biológico da Universidade de Makerere. Os fãs do ecoturismo, enquanto realizam um safari pela densa floresta, têm a oportunidade de conviver com um dos seus mais simpáticos habitantes, os chimpanzés, assim como outras espécies de primatas.

PARA CHEGAR AO PARAISO CONSULTE OS ESPECIALISTAS

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Análise

Empresas do turismo apontam ESG, geopolítica e COVID como fatores de maior pressão em 2022

Mais do que a geopolítica e a pandemia, as questões relacionadas com a ESG estão entre as maiores preocupações das empresas do setor do turismo, indica a GlobalData.

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geopolíticaAs questões relacionadas com o Ambiente, Social e Governança Empresarial (Environmental, Social and Corporate Governance – ESG, em inglês), geopolítica e COVID-19 são os três temas destacados pelas empresas do turismo na Europa e que mais pressão exercem sobre a indústria turística europeia em 2022, segundo avança uma análise da GlobalData.

Para Hannah Free, analista de viagens e turismo da GlobalData, “a lei da UE exige que muitas empresas de grande porte divulguem informações sobre a maneira como operam e gerem os desafios sociais e ambientais. Muitos viajantes agora também exigem maior transparência das empresas e estão cada vez mais cautelosos com as tentativas de ‘greenwashing’”, salientando que “este escrutínio por parte de legisladores e consumidores forçou as empresas de viagens de todos os tamanhos a colocar as questões ESG no centro das suas operações.”

A análise da GlobalData mostra que as questões relacionadas com a geopolítica atingiram o pico em março de 2022, um aumento de 338% face ao mês anterior de fevereiro a admitindo o relatório que tal aconteceu à medida que “inúmeras empresas reagiram ao conflito na Ucrânia”.

Contudo, a análise frisa que o conflito teve um impacto “limitado” nas empresas de viagens e procura turística dentro da Europa, fazendo referência ao inquérito realizado pela European Travel Commission (ETC) que indicara que perto de 44% dos europeus inquiridos referira que “o conflito não tinha afetado os planos para as férias”, e somente 4% tinha cancelado completamente quaisquer férias.

Hannah Free refere ainda que o inquérito realizado pela GlobalData mostra que 66% dos europeus estão “extremamente” ou “algo” preocupados com “o impacto da inflação nos seus rendimentos”, admitindo mesmo que “as perspectivas do turismo podem ser ameaçadas pelas repercussões, pois a consequência final é a erosão dos rendimentos disponíveis”.

Segundo Free, “resta saber como as famílias em toda a Europa (especialmente as de baixo rendimento) farão uma compensação em termos de gastos com viagens”. Assim, enumera várias possibilidades: “os turistas podem optar por não viajar, podem viajar no país em vez de irem para fora, viajar para um destino que consideram mais acessível ou negociar, por exemplo, ficar num hotel económico em vez de preço médio”.

Naturalmente que a pandemia de COVID-19 manteve-se como tema principal ao longo deste ano de 2022, embora de janeiro a junho deste ano, as menções à pandemia tenham decrescido em 54%, sugerindo que “deixa de estar nas preocupações dos europeus”.

Os dados resultantes do estudo da GlobaData mostram que 53% dos inquiridos “não estão preocupados” ou “estão menos preocupados” com o alastramento da COVID-19 à medida que “se flexibilizam as restrições nas viagens e aumentam as taxas de vacinação”.

Por isso, Free conclui que, “embora a COVID-19 provavelmente continue a ser um item nos registos da empresa no futuro próximo, há motivos para ser cautelosamente otimista”, prevendo que “as partidas internacionais de países europeus aumentarão 125% de 2021 a 2022”. Assim, “as empresas do setor do turismo que sejam capazes de orientar com sucesso esses temas com recursos a investimento, gestão e estratégia permanecerão ou emergirão como líderes do setor”.

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Destinos

76% dos consumidores diz preferir passar as férias “cá dentro”

A escolha dos portugueses parece inclinar-se para umas férias “cá dentro”, com a maioria a preferir a praia como destino. Quanto ao orçamento, somente 11% dos consumidores irã gastar mais de 1.000 euros nestas férias de verão.

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Segundo um estudo realizado pela Escolha do Consumidor, 76% dos consumidores vai passar as férias em território nacional e apenas 24% irá para fora do país.

O estudo realizado online, que teve como base a opinião dos consumidores para perceber as suas preferências relativamente às suas férias de verão, indica ainda que 79% dos consumidores passa férias com a família, 16% com os amigos e apenas 5% dos inquiridos respondeu que gosta de passar férias sozinho.

Para a marcação das férias, o estudo concluiu que 48% pede ajuda à família e amigos, 46% gosta de ser o próprio a marcar e 7% respondeu que procura uma agência de viagens para facilitar este processo.

Questionados sobre qual o tipo de destino de férias de eleição 51% dos portugueses prefere a praia, 44% prefere tanto praia, como campo ou cidade, a restante percentagem dos inquiridos gosta de fazer viagens mais turísticas permitindo conhecer outras cidades.

Quanto aos fatores que pesam para a preferência pelas férias “cá dentro, são vários, desde a simples preferência por passar o verão em Portugal, por ainda existir algum receio do risco de contágio do vírus da COVID-19 ou simplesmente porque preferem não gastar tanto dinheiro numa viagem.

No que diz respeito aos gastos para as férias deste verão, 41% dos inquiridos diz disponibilizar entre 500 a 1.000 euros, 41% apenas até 500 euros, e cerca de 11% dos inquiridos gasta entre 1.000 a 2.000 euros.

O estudo inquiriu ainda se o cenário fosse diferente e os portugueses tivessem possibilidade de não terem qualquer limite de tempo ou orçamento, as preferências iriam para dar a volta ao mundo ou ir às Maldivas, Tailândia, Indonésia ou Grécia.

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Destinos

Algarve anima-se com eventos em agosto

São vários os eventos que irão animar o Algarve durante o mês de agosto.

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O regresso dos Dias Medievais, do Festival da Sardinha e da FATACIL são os grandes destaques relativamente aos eventos que decorrerão no Algarve durante o mês de agosto.

Os Dias Medievais animarão, de 24 a 28 de agosto, a vila algarvia com a exibição de artes e ofícios, trocas comerciais, espetáculos teatrais e musicais e banquetes.

A Feira Medieval de Silves regressa de 10 a 20 de agosto, com 11 dias de recriação histórica do período medieval da antiga capital do Reino do Algarve. Uma viagem no tempo que convida a experienciar “Um dia na História”, com torneios e espetáculos no castelo, animação fixa e itinerante, tascas medievais, um acampamento berbere com mercadores de produtos exóticos, entre outras atrações.

O Festival da Sardinha, maior evento gastronómico de verão do Algarve, volta para animar a zona ribeirinha de Portimão de 3 a 7 de agosto. Durante os cinco dias do festival, a sardinha assada a pingar no pão volta a ser rainha, mas não faltam outros motivos de interesse. Do artesanato à doçaria, da animação de rua à música, também merecem destaque os artistas e bandas nacionais.

Também a FATACIL, feira que junta exposições de comércio, artesanato ao vivo, agricultura, espetáculos equestres, gastronomia regional, animação de rua e concertos, de 19 a 28 de agosto, está de regresso a Lagoa.

Outra iniciativa marcante da época estival é o Verão em Tavira. Regressa revigorado e renovado, mantendo a qualidade das propostas culturais que fazem deste programa uma referência na região e no país. O Parque do Palácio da Galeria é um dos principais palcos do evento, onde será possível assistir a concertos.

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