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Hotelbeds e Minor Hotels firmam parceria para a Austrália e Nova Zelândia

Esta parceria estratégica vai permitir que os consultores da plataforma de alojamento turístico tenham acesso às tarifas das mais de 60 unidades hoteleiras da cadeia de hotelaria na Austrália e Nova Zelândia.

Inês de Matos
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Hotelbeds e Minor Hotels firmam parceria para a Austrália e Nova Zelândia

Esta parceria estratégica vai permitir que os consultores da plataforma de alojamento turístico tenham acesso às tarifas das mais de 60 unidades hoteleiras da cadeia de hotelaria na Austrália e Nova Zelândia.

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A Hotelbeds e a Minor Hotels estabeleceram uma parceria que vai permitir que os consultores da plataforma de alojamento turístico tenham acesso às tarifas das mais de 60 unidades hoteleiras da cadeia de hotelaria na Austrália e Nova Zelândia.

Num comunicado enviado à imprensa, a Hotelbeds explica que esta “parceria estratégica” abrange os Oaks Hotels, Resorts & Suites e Avani Residences, que passam a estar disponíveis através dos canais de distribuição da Hotelbeds.

“Estamos muito satisfeitos por lançar a nossa nova parceria estratégica com a Hotelbeds para o braço australiano e neozelandês da Minor Hotels. À medida que a confiança nas viagens corporativas e de lazer continua a aumentar, será inestimável ter acesso aos seus canais de distribuição de alto valor para alcançar um mercado mais amplo de compradores de viagens”, justifica Daniel Csortan, Group Director of Sales da Minor Hotels Austrália e Nova Zelândia.

Satisfeito com a parceria mostra-se também Colm Flanagan, Regional Manager of APAC Chains da Hotelbeds, que sublinha a importância desta parceria numa altura em que “a procura por viagens começa a aumentar”.

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Rodrigo Pinto de Barros eleito para último mandato na APHORT

Rodrigo Pinto de Barros foi reeleito presidente da APHORT com 94% dos votos e tomou posse a 22 de maio, invocando o “reforço da formação”, do “desenvolvimento contínuo dos empresários do setor” e a “promoção da sustentabilidade” como prioridades deste mandato.

Publituris

Rodrigo Pinto de Barros foi reeleito presidente da Associação Portuguesa de Hotelaria (APHORT), assumindo um novo mandato de quatro anos, que será o último do responsável à frente da associação, que lidera desde 2006.

Rodrigo Pinto de Barros foi reeleito para a liderança da APHORT com 94% dos votos e tomou posse na quarta-feira, 22 de maio, invocando o “reforço da formação”, do “desenvolvimento contínuo dos empresários do setor” e a “promoção da sustentabilidade dos seus negócios” como prioridades do atual mandato.

“Acredito que este é o momento de revigorar a APHORT. Os últimos anos foram dedicados à criação e ao fortalecimento dos alicerces estruturantes, necessários para a afirmação de uma nova liderança geracional da Associação. Decidi recandidatar-me à presidência uma última vez, para dar esta missão como terminada, garantindo uma transição tranquila e estável”, afirmou Rodrigo Pinto de Barros, durante a cerimónia de tomada de posse.

Durante este mandato, Rodrigo Pinto de Barros pretende também manter a presença da APHORT na HOTREC – a confederação europeia do setor -, num objetivo que visa “reforçar a voz dos empresários portugueses no cenário europeu”.

“A APHORT continuará a contribuir ativamente para as principais questões que o setor do turismo está a debater na Europa”, lê-se num comunicado divulgado esta terça-feira, 28 de maio, pela associação.

A inteligência artificial no setor, as políticas de sustentabilidade nas empresas ou a emigração e a necessidade de integração de diferentes culturas são alguns dos dossiers que APHORT garante que vai continuar a acompanhar.

“O turismo está a atravessar um período de grandes transformações e queremos estar ao lado das nossas empresas para que elas possam preparar o seu futuro, com responsabilidade, inovação e inclusão. Só desta forma é que iremos conseguir tornar o turismo português competitivo num cenário global”, acrescente Rodrigo Pinto de Barros.

A par da reeleição de Rodrigo Pinto de Barros, a APHORT elegeu também um novo Conselho Diretivo que é composto por seis membros, entre os quais se destacam Henrique Carvalho da Silva, presidente adjunto de hotelaria e turismo, e Nuno Rocha, presidente adjunto de restauração e bebidas. Já a nova Comissão Executiva é liderada por Inês Sá Ribeiro.

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Hotelaria

Grupo Altis investe 27 milhões de euros em novo hotel no Porto

O grupo Altis prepara-se para abrir a sua primeira unidade hoteleira no Porto após um investimento de 27 milhões de euros, o Altis Porto Hotel.

Publituris

O mais recente hotel de cinco estrelas do grupo no Porto, cuja data de abertura está prevista para junho, vai contar com 95 quartos e sete suítes, além de um sundeck panorâmico com cocktail bar no rooftop, uma piscina infinita com vista sobre o Rio Douro e um restaurante liderado pelo chef André Cruz, o Exuberante. Neste espaço de restauração, o destaque vai para os vegetais, frutas e leguminosas, marcado pela aposta em ingredientes biológicos, sazonais e locais.

Para o futuro Altis Porto Hotel, o grupo desenhou um conceito onde alia o conforto ao bem-estar, razão pela qual vai disponibilizar dois programas de detox, disponíveis por dois ou quatro dias, que incluem dietas e exercícios desenvolvidos pela nutricionista Mafalda Almeida. A juntar a esta vertente, os hóspedes vão poder ainda encontrar um spa com tratamentos, piscina interior aquecida e um ginásio.

Altis Porto Hotel | Créditos: DR

“O Altis Porto Hotel vai contribuir de forma marcante para reforçar o leque de hotéis de grande qualidade que a cidade do Porto oferece, com um impacto muito positivo na empregabilidade de pessoas muito qualificadas”, refere Raul Martins, presidente de administração do Grupo Altis, em nota de imprensa.

No mesmo documento é referido que o Altis Porto Hotel “implementou práticas eco-friendly em todas as áreas do hotel, desde a gestão de resíduos até a eficiência energética”.

Altis Porto Hotel | Créditos: DR

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Hotelaria

Marca NH Collection celebra os 10 anos em cinco hotéis na Europa incluindo Lisboa

A marca NH Collection, do grupo Minor, assinalou os 10 anos de existência em cinco hotéis na Europa, incluindo Lisboa. O encontro com fornecedores, clientes e parceiros, que decorreu esta quarta-feira, teve lugar no primeiro hotel da marca em Portugal, o NH Collection Lisboa Liberdade, e serviu também de pretexto para inaugurar a temporada de verão do Ático rooftop localizado naquela unidade hoteleira.

O Publituris aproveitou a ocasião para um “dedo de conversa” com Pedro Frazão, Cluster General Manager não só do NH Collection Lisboa Liberdade, como do AVANI Avenida Liberdade Lisboa Hotel.

“Estamos a comemorar este aniversário em cinco hotéis da marca NH Collection na Europa. De facto, a marca NH já existia, mas há 10 anos houve uma alteração de posicionamento e produto, e o NH Collection Lisboa Liberdade foi escolhido por ser um ‘flagship’ em Portugal”, referiu Pedro Frazão, para avançar que “para nós é um orgulho termos sido escolhidos pela própria casa-mãe para assinalar o aniversário da marca”, com o trade, parceiros comerciais, DMC, amigos e clientes do hotel.

O cocktail serviu também de pretexto para inaugurar a temporada de verão 2024 do Ático rooftop localizado naquela unidade hoteleira, “espaço que até há dois anos a estratégia era de ser utilizado somente para clientes do hotel. Atualmente o bar está aberto ao público em geral, entre as 12h e as 00h, com uma carta de bebidas e petiscos. Este ano trazemos ainda mais novidades a este espaço com a introdução de um menu mexicano à quinta-feira ao almoço, DJ residente à quarta e sexta ao final de tarde e ainda uma Happy Hour especial durante o Campeonato Europeu de Futebol”.

Pedro Frazão destacou ainda que “posicionámos a marca Ático, há dois anos mudámos o logo, as cores passaram a ser diferentes das do NH, por forma a distinguir o espaço e a vendê-lo não como um bar ou um rooftop do NH Collection, mas sim um espaço em si, como temos o Sky Bar no Tivoli de Lisboa, o nosso hotel irmão”, sublinhando que “tem sido um sucesso porque, de ano para ano, temos crescido a nível de receitas e do cliente externo, nomeadamente de outros hotéis próximos”.

O Cluster General Manager classifica o Ático como “um espaço muito interessante, muito cosy, que também é versátil porque, quando temos grupos exclusivos, e temos tido, podemos conjugar com a zona da piscina com a sala de baixo que tem um terraço, o que nos alargar o número de pessoas”.

O ‘flagship’ da marca em Portugal

O NH Collection Lisboa Liberdade, que abriu portas em 2003, é a primeira unidade hoteleira da marca em Portugal, posicionando-se, atualmente no segmento de luxo. Em termos de resultados, este boutique hotel, conforme avança o seu diretor geral, já representa bastante para a marca e para a empresa. “Não estamos no posicionamento do Tivoli, que é um Leading, mas digamos que na região de Lisboa, e no universo dos nossos hotéis, este é o segundo a nível de luxo, de preço, e de produto”, disse.

Em termos de clientes, “temos um mix bastante interessante de nacionalidades, para além do cliente nacional, contamos com uma presença forte de clientes provenientes de Espanha, Estados Unidos, Brasil, Argentina, Chile, entre outros”.

Localizado na mais luxuosa artéria de Lisboa, junto das melhores lojas, das marcas de luxo e dos restaurantes mais trendy da cidade, no NH Collection Lisboa Liberdade oferece aos seus clientes, para além do Ático, restaurantes e bares, 83 quartos incluindo 25 suites “o que nos permite posicionarmos, também ao nível dos quartos, num patamar bastante interessante”, considerou, acentuando que “estamos no melhor sítio da Avenida de Liberdade o que nos permite também ter a procura que temos e o  posicionamento que temos, mas também nos dá muito trabalho, porque temos que ter a oferta ao mesmo nível e, cada vez mais estamos a fazer esse trabalho”.

Pedro Frazão revelou ainda ao Publituris que as taxas de ocupação são “altíssimas”, e que o hotel fecha o ano com cerca de 85% de ocupação, uma vez que em Lisboa “já não se pode falar em sazonalidade”. Por outro lado, evidenciou que “o preço tem aumentado consideravelmente de ano para ano, e estamos a falar, desde a saída da pandemia, numa média de crescimento entre 10 e 15% de preço”.

O NH Collection Lisboa Liberdade é, essencialmente, um hotel de lazer, embora a marca possua algumas unidades destinadas ao corporate em alguns destinos, pois dispõe apenas de duas salas de reuniões.

Apesar dos anos de existência, a unidade hoteleira tem-se atualizado ao nível da oferta. “Estão previstas obras de remodelação de forma a garantir os nossos standards de conforto e qualidade a todos os nossos hóspedes”.

Pedro Frazão, que se dirigiu aos convidados na companhia de Francisco Braga, Director of Sales – Portugal Urban da Minor Hotels, concluiu, em declarações ao Publituris, que dirige “um hotel desafiante, com boa pontuação dos clientes e trabalhamos muito o detalhe, ou seja, começámos a implementar uma série de detalhes nos quartos, não só a nível decorativo, mas também de serviços”.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Hotelaria

Pestana Hotel Group adquire a Quinta Perestrello na Madeira

O hotel que funcionava nesta antiga casa senhorial madeirense fechou portas em março de 2020, por ocasião da pandemia da COVID-19. Agora, o imóvel foi adquirido pelo Pestana Hotel Group, que pretende requalificar o edifício, não se conhecendo ainda valores de investimento.

Publituris

O Pestana Hotel Group anunciou recentemente que adquiriu o antigo hotel “Quinta Perestrello”, localizado no Funchal, na Madeira, numa “antiga casa senhorial de uma típica quinta madeirense”.

Em nota de imprensa, o grupo hoteleiro dá conta de que “o hotel tinha encerrado a sua operação no início da pandemia, em março de 2020,” não voltando a abrir para atividade.

Apesar de afirmar que o imóvel será requalificado, o grupo não referiu qual o valor de investimento previsto para esta remodelação nem as áreas que serão renovadas. O valor de aquisição deste imóvel também não foi divulgado, apesar das questões colocadas pelo Publituris.

No mesmo comunicado, o grupo hoteleiro afirma que “esta aquisição está alinhada com a estratégia que o Pestana Hotel Group tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos, que consiste na recuperação de património em localizações privilegiadas, possibilitando a reabilitação de construções emblemáticas, a valorização do património edificado e a preservação histórica do Funchal e da Madeira”.

Sobre o autorPublituris

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Paço Real de Caxias | Créditos: Revive

Hotelaria

Vila Galé confirma início de obras no Paço Real de Caxias para junho

A data foi confirmada pelo presidente do grupo Vila Galé após a inauguração do mais recente hotel do grupo, o Vila Galé Isla Canela, em Huelva. A futura unidade hoteleira no Paço Real de Caxias, em Oeiras, vai contar com 120 quartos.

Carla Nunes

Jorge Rebelo de Almeida, fundador e presidente do grupo Vila Galé, confirmou ao Publituris que as obras no Paço Real de Caxias, em Oeiras, do qual o grupo hoteleiro ganhou a concessão no âmbito do programa Revive, vão começar no próximo mês de junho.

Após um período de limpeza da área, que de acordo com informações presentes no portal do Revive inclui 5.816,93 metros quadrados de construção, o grupo hoteleiro prepara-se para iniciar as obras a 18 de junho.

“Já entrámos na obra a limpar tudo, e agora vamos começar as demolições, porque uma boa parte do que existia em Caxias eram umas aberrações que lá estavam feitas, umas construções sem jeito nenhum”, referiu Jorge Rebelo de Almeida, indicando que “o arranque da obra está marcado para 18 de junho”.

Sem avançar valores de investimento, o fundador do Vila Galé referiu que o futuro hotel vai contar com 120 quartos “e uma área de convenções grande”, sendo que “a Câmara de Oeiras está a recuperar os jardins da Quinta Real de Caxias”.

“Toda aquela região vai ter uma transformação muito grande porque a Câmara de Oeiras, que é sempre pioneira, vai sempre muito à frente das outras, está a recuperar um património que é fabuloso”, afirmou Jorge Rebelo de Almeida.

Recorde-se que o concurso público para a concessão de exploração do Paço Real de Caxias foi lançado a 4 de agosto de 2022, sendo que, segundo as informações presentes no portal do Revive, o contrato foi assinado a 29 de fevereiro deste ano para um período de concessão de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros.

Construído em meados do século XVII, por iniciativa do Infante D. Francisco de Bragança, o Paço Real de Caxias foi posteriormente concluído pelo futuro rei D. Pedro V, que o utilizou como residência de férias da família real. Inicialmente incluía a quinta, os jardins geométricos de influência francesa, inspirados nos jardins do Palácio de Versalhes, e a cascata da segunda metade do século XVIII, como se pode ler na descrição do projeto presente na página do Revive, onde é também indicado que nos últimos anos o edifício acolheu serviços do Ministério da Defesa Nacional.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

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Hotelaria

SET diz que “vamos ouvir falar muito em breve” do Hotel Turismo da Guarda

O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, declarou que o dossier sobre o futuro do Hotel Turismo da Guarda, devoluto desde 2012 “está na pasta de transição” e garantiu que “é seguramente um dos temas que vamos ouvir falar muito em breve”.

Publituris

Pedro Machado, que fez estas declarações ao jornal “O Interior”, durante a visita à feira medieval de Marialva (Mêda), na sexta-feira, não quis adiantar mais pormenores ou novidades, mas garantiu que “o propósito” dos próximos tempos é “cumprir o que está contratado” entre o Turismo de Portugal e o grupo Pestana.

Conforme recorda aquele órgão de comunicação social, o Hotel Turismo da Guarda, edifício projetado por Vasco Regaleira na década de 30 do século passado, está fechado desde 2012 e dois anos antes tinha sido vendido pela Câmara, então liderada por Joaquim Valente, ao Turismo de Portugal por 3,5 milhões de euros. Em 2017, o imóvel foi um dos primeiros edifícios a integrar o Programa REVIVE, que pretendia salvaguardar e valorizar o património público com valor patrimonial.

Contudo, cinco anos depois, em outubro de 2022, o Hotel Turismo acabou por ser retirado do referido programa por falta de interessados e no mês seguinte surgiu outra solução: a sua inclusão na rede de Pousadas de Portugal. Em janeiro de 2023, o então ministro da Economia, António Costa e Silva, confirmou e anunciou a concessão do edifício à ENATUR – concessionária das Pousadas de Portugal, detida pelo Turismo de Portugal e pelo Grupo Pestana Pousadas. Um ano depois, pouco mais se avançou no processo do edifício emblemático da Guarda.

Entretanto, avança “O Interior”, o presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, tem criticado que o edifício “continue no mesmo ponto, ou pior, porque está a degradar-se” e, em janeiro deste ano, acrescentou que “ficámos a saber que o projeto não está feito, que os concursos não estão feitos e não sabemos sequer se a obra iniciará em 2024”, pelo que a abertura do Hotel Turismo da Guarda prevista para 2025 “não deverá acontecer”.

A memória descritiva do Hotel Turismo entregue pela ENATUR prevê transformar a unidade hoteleira num edifício de quatro estrelas, com 77 quartos, a integrar na rede de Pousadas de Portugal, num investimento previsto de 8 milhões de euros.

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Hotelaria

“Meeting for Good” no Crowne Plaza Porto e InterContinental Lisbon

“Meeting for Good” é o nome do programa do grupo IHG Hotels & Resorts, implementado nos hotéis Crowne Plaza Porto e InterContinetal Lisbon, que permite organizar eventos e reuniões mais sustentáveis, com recomendações, práticas e orientações personalizadas.

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Para ajudar a responder às necessidades e expectativas por eventos e atividades em grupo cada mais sustentáveis e ambientalmente responsáveis, o grupo IHG Hotels & Resorts lançou o “Meeting for Good”, um programa de reuniões sustentáveis ​​com recomendações, orientações e um apoio personalizado.

O Crowne Plaza Porto, situado na zona nobre da Boavista, conta com 11 salas e uma capacidade máxima de 450 pessoas, já o InterContinental Lisbon, localizado no coração da capital, integra 14 salas preparadas para receber até 450 pessoas. Ambos partilham algumas políticas nos seus serviços de reuniões e banquetes, que tornam possível aos clientes a realização de um evento ambientalmente mais responsável.

Substituir garrafas de água de plástico por dispensadores de água em grande formato ou estações de recarga e reduzir a iluminação, o aquecimento, a ventilação ou o ar condicionado para conservar energia nos períodos de baixa ou nenhuma ocupação são apenas alguns exemplos disponíveis. Optar pela sinalização digital em vez da sinalética descartável feita em papel e remover objetos descartáveis, como blocos de notas, canetas ou porta-copos, para reduzir a quantidade de resíduos gerados no evento completam a lista de boas práticas recomendadas.

A preocupação pelo meio ambiente estende-se ainda a outras áreas dos dois hotéis, onde os materiais impressos são cada vez mais raros e a política de lavagem consciente de lençóis e atoalhados para a poupança de água e energia é cada vez mais adotada pelos hóspedes.

O programa “Meeting for Good” abrange ainda a oferta gastronómica do Crowne Plaza Porto e InterContinental Lisbon, que partilham um plano de ação para a redução do desperdício alimentar nos seus eventos. A utilização de ingredientes sazonais e de produção local na confeção dos menus para banquetes ou não utilização de produtos descartáveis durante os serviços de alimentação e bebidas são outros exemplos de boas práticas que integram o programa.

 

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Hotelaria

Vila Galé inaugura hotel em Isla Canela com olhos postos em Sevilha e Madrid

O Vila Galé Isla Canela, de 304 quartos, surge de um contrato de gestão com a Saint Croix HI, pretendendo-se que o hotel esteja em operação durante dez meses por ano. Após esta abertura, o grupo hoteleiro afirma que irá “acompanhar de perto” oportunidades de negócio em Sevilha, olhando também com interesse para Madrid.

Carla Nunes

O grupo Vila Galé inaugurou este sábado, 18 de maio, o seu primeiro hotel em Espanha, o Vila Galé Isla Canela, em Huelva, após “muitos anos a desejar entrar em Espanha”. Realizada a inauguração deste hotel com 304 quartos, Jorge Rebelo de Almeida, presidente e fundador do Vila Galé, garante que “não vão ficar por aqui”.

A mais recente unidade hoteleira do grupo surge de um contrato de gestão de um hotel já existente, por um período de dez anos renovável, com a Saint Croix HI, a SOCIMI (Sociedades Anónimas Cotizadas de Inversión Inmobiliaria, na sua designação em espanhol) do grupo Pryconsa.

Foi também o grupo Pryncosa que ficou encarregue do investimento nas obras de remodelação levadas a cabo pelo Vila Galé neste hotel, como Jorge Rebelo de Almeida referiu em conferência de imprensa.

Desta forma, o mais recente Vila Galé Isla Canela abriu portas com todos os espaços públicos renovados, contando com dois restaurantes, o Massa Fina e o Versátil, três bares, Satsanga Spa & Wellness – com piscina interior, piscina de hidromassagem, banho turco, sauna e quatro salas de tratamentos – e piscina de hidromassagem.

No entanto, as renovações não vão ficar por aqui, com o grupo a apontar uma segunda fase de remodelações em novembro deste ano. Esta irá visar os 300 quartos da unidade, para os adaptar à temática que o grupo tem em vista para o hotel, músicos dos anos 60 do século XX, existindo já quatro unidades de alojamento modelo remodelados de acordo com este tema.

Também a zona exterior será renovada este inverno, nomeadamente a fachada, as duas piscinas, com uma dedicada a crianças onde serão acrescentados escorregas, e o bar exterior, que ganhará um novo piso de terraço.

De acordo com o diretor regional de operações do Vila Galé, Aníbal Costa, a primeira fase de remodelações rondou os 2,6 milhões de euros. Já para esta segunda fase de renovações, está previsto um investimento de sete milhões de euros**.

A expectativa do presidente do grupo passa agora por fazer “um esforço comercial” para manter a operação do hotel durante dez meses do ano, ao invés dos anteriores seis meses, trabalhando também o segmento de golfe, dada a existência de dois campos da modalidade nas proximidades.

“Estes hotéis só abriam no final de abril. [Vamos] tentar mudar um pouco este conceito e fazer o mesmo que no Algarve. Queremos colocar a oferta de Isla Canela no topo. Há condições, o destino é bom”, assegura Jorge Rebelo de Almeida.

Grupo vai “acompanhar” oportunidades em Sevilha

Após a entrada do Vila Galé em Espanha pela Andaluzia, Jorge Rebelo de Almeida coloca no horizonte a possibilidade de abrir unidades hoteleiras em Sevilha e Madrid, no entanto, o administrador do Vila Galé afirma que, por enquanto, estes projetos “não passam de uma intenção”, apontando que gostaria de abrir um hotel no Bairro de Santa Cruz, em Sevilha.

“As coisas em Espanha não são muito baratas. Já tivemos várias perspectivas de compra em Sevilha, mas na hora final o preço derrapou um bocadito, e fica difícil. É uma questão de acompanhar. Como já estamos na Andaluzia, creio que será mais fácil acompanharmos de perto as oportunidades de negócio em Sevilha”, explica Jorge Rebelo de Almeida.

O Vila Galé tem atualmente 44 hotéis: 32 em Portugal, dez no Brasil e um em Cuba. No Brasil, o grupo prepara-se para abrir mais dois hotéis – o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, cuja abertura deverá decorrer “ainda este ano”, e o Vila Galé Collection Ouro Preto, que se espera que abra portas “em abril do próximo ano”, de acordo com Jorge Rebelo de Almeida.

Já em Portugal, o administrador do Vila Galé indica que têm em carteiras “uns seis a sete projetos em Portugal”.

Entre eles encontram-se as Casas de Elvas, dedicado “à história da Inquisição”, um projeto que resultará de um investimento de 10 milhões de euros, como anteriormente comunicado pelo grupo. A este soma-se um hotel em Ponte de Lima, e ainda um outro em Miranda do Douro, centrado “na história do humor, em colaboração com Fernando Alvim”. A construção deste último hotel deverá “começar em setembro e possivelmente abrir em abril de 2026”.

A lista de hotéis do grupo em Portugal para os próximos anos fica completa com a abertura de um hotel em Penacova e na Quinta da Cardiga, na Golegã.

*A Publituris Hotelaria viajou até Isla Canela, em Huelva, a convite do grupo Vila Galé.

**Notícia editada a 20 de maio às 10h04 com os valores de investimento das duas renovações do hotel.

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Tecnologia

“Future Labs” do NEST já apoiou oito startups de inovação no setor hoteleiro sustentável

O NEST – Centro de Inovação do Turismo continua a promover a inovação no setor hoteleiro sustentável através do “Future Labs”, programa, estabelecido em 2020, que já apoiou oito start-ups, com destaque para a Builtrix, que se encontra atualmente em negociações com hotéis e estabelecimentos de hospitalidade para contratos comerciais.

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A Builtrix viu no programa do NEST uma oportunidade de aprimorar e adaptar o seu produto para atender às necessidades específicas do setor da hotelaria. Ao colaborar com o NEST, a Builtrix conseguiu lançar um projeto-piloto envolvendo vários hotéis em Portugal.

“O NEST proporcionou-nos oportunidades de networking, partilha de conhecimentos, expertise e apoio financeiro. Durante quatro meses, de dezembro de 2023 a março de 2024, trabalhamos em estreita colaboração com diversos parceiros, incluindo os Hotéis Montebello, Parque de Sintra, Hotéis Vila Galé e Alma Lusa Hotéis, para monitorizar 54 localizações em todo o país. Este projeto-piloto resultou na identificação de oportunidades de melhoria da eficiência energética, redução de custos, diminuição das emissões de carbono e promoção da adoção de energias renováveis nos estabelecimentos hoteleiros participantes.”, diz Javad Hatami, Co-Founder e CEO da Builtrix.

Com base no programa “Future Labs”, o NEST ajudou ainda a startup a ajustar a sua estratégia de entrada no mercado. Atualmente, a empresa está em negociações com vários hotéis e estabelecimentos de hospitalidade para a comercialização da sua solução.

Refira-se que o “Future Labs” é um espaço livre para experimentação e aceleração de conhecimento, inovação e tecnologia para o desenvolvimento da indústria do turismo nacional, criado pelo NEST e pela Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, um projeto à escala nacional que conta com as entidades mais relevantes do setor como o Turismo de Portugal, e parceiros líderes em inovação digital e tecnológica como a Microsoft.

O objetivo é facilitar às startups aderentes a criação de pilotos em quatro áreas prioritárias: sustentabilidade e eficiência operacional de recursos (energia, água, resíduos e desperdício F&B), seamless experience de hóspedes e clientes, recolha de big data e personalização de experiências. Dessa forma, pretende-se levar para o mercado soluções tecnológicas que melhorem a satisfação do cliente final, maximizem vendas diretas e rentabilizem os recursos dos hotéis.

 

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Sofitel Lisbon Liberdade adquirido pela EXTENDAM

A empresa de investimentos de capital privado adquiriu duas unidades hoteleiras da Sofitel, entre elas o Sofitel Lisbon Liberdade, que vai agora passar por um período de remodelações.

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A EXTENDAM, uma empresa de investimentos de capital privado dedicados à hotelaria, adicionou à sua carteira de aquisições o Sofitel Lisbon Liberdade, em Lisboa e o Sofitel Roma Villa Borghese.

Em nota de imprensa a Accor, grupo hoteleiro onde está integrada a marca Sofitel, dá conta de que esta operação “está a ser realizada em paralelo com a DG Invest, uma das parceiras históricas da EXTENDAM”, que ficará encarregue da gestão dos ativos do hotel. Por enquanto, ainda não é conhecido o valor de aquisição destes dois hotéis.

O Sofitel Roma Villa Borghese, com 78 quartos, situa-se num antigo palácio do século XIX entre a Villa Medici, a Via Veneto e os jardins da Villa Borghese, em Roma. Já o Sofitel Lisbon Liberdade, em Lisboa, conta com 163 quartos.

Após esta aquisição, é referido em comunicado que o Sofitel Lisbon Liberdade vai passar por “uma renovação ambiciosa” para o tornar mais sustentável, “atualizado de acordo com os mais recentes padrões da marca Sofitel”.

A aquisição e a renovação do hotel vão ser financiadas com um Green Loan concedido pelo CaixaBank e pelo BPI, não tendo ainda sendo revelado qual o valor de investimento para esta remodelação.

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