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Portugal aposta na arquitetura para “alavancar a retoma da atividade turística”

Lançado em dezembro, o programa Turismo & Arquitetura pretende tirar partido do património arquitetónico nacional para “alavancar a retoma da atividade turística”. Além de permitir reduzir a sazonalidade, este programa, que vai ser desenvolvido por fases, pretende também atrair novos públicos e com “maior poder de compra”.

Inês de Matos
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Portugal aposta na arquitetura para “alavancar a retoma da atividade turística”

Lançado em dezembro, o programa Turismo & Arquitetura pretende tirar partido do património arquitetónico nacional para “alavancar a retoma da atividade turística”. Além de permitir reduzir a sazonalidade, este programa, que vai ser desenvolvido por fases, pretende também atrair novos públicos e com “maior poder de compra”.

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O Museu Guggenheim, em Bilbao, a Ópera de Sidney, numa das maiores cidades australianas, ou a Torre Eiffel, na capital francesa, são alguns dos exemplos que provam que a arquitetura pode funcionar como cartão-postal dos destinos turísticos, atraindo milhares e milhares de turistas anualmente. Consciente desta realidade, o Turismo de Portugal juntou-se à Casa da Arquitetura para lançar, em dezembro do ano passado, o programa Turismo & Arquitetura, iniciativa que vai ser desenvolvida por fases e que, explica o organismo público ao Publituris, “poderá contribuir para promover e alavancar a retoma da atividade turística”. “O património arquitetónico constitui um ativo disponível ao longo de todo o ano, que permite combater o efeito de sazonalidade e é, há muito, considerado um dos principais ativos turísticos de um país e um dos mais promovidos por cada destino para atrair visitantes e turistas”, indica o Turismo de Portugal ao Publituris, considerando que, apesar da pandemia da COVID-19 ou talvez por causa dela, esta é “ altura certa para “criar e estruturar uma nova oferta”.

Este programa, que segundo o Turismo de Portugal, pretende “alcançar novos mercados e segmentos de maior valor acrescentado”, vai ser desenvolvido por fases e inclui diversas iniciativas associadas, como itinerários pelas obras dos grandes Mestres da Arquitetura nacional e um itinerário por regiões, “com conjuntos de visitas que abrangem edifícios icónicos, reabilitações, edifícios premiados, obras de arte em espaço público e referências a obras contemporâneas de arquitetos reconhecidos e em ascensão”, além do lançamento do Atlas da Arquitetura, que “será lançado em breve, em formato digital e interativo”.

Produto diferenciador
O programa Turismo & Arquitetura, que segundo o Turismo de Portugal “vem contribuir para a concretização dos objetivos da Estratégia Turismo 2027 e do Plano “Reativar o Turismo | Construir o Futuro””, tem por base a promoção do património arquitetónico português, um produto diferenciador que, acrescenta o organismo público, “permite novos motivos de visita, que agrega mais valor à viagem, aos destinos regionais e às empresas”, numa simbiose que “reúne o potencial para diversificar a oferta turística com produtos de significativa capacidade de atração de turistas, nacionais e internacionais”. “Pretendemos, assim, alcançar novos mercados e segmentos de maior valor acrescentado, promovendo a identidade, a autenticidade e o reconhecimento dos destinos, alavancando o turismo em todo o território nacional, contribuindo desta forma para a coesão territorial e para o desenvolvimento da inovação, da tecnologia e dos materiais característicos das regiões”, explica o Turismo de Portugal.

Esta nova oferta tem, segundo o Turismo de Portugal, potencial para atrair “públicos mais exigentes, com maior poder de compra e que valorizam os destinos que apresentam uma oferta de experiências distintas, únicas e alavancadas em obras de autores de referência mundial”, de que é exemplo a arquitetura contemporânea em Portugal.

Além disso, pretende também “contribuir para alargar o portefólio de novos mercados emissores”, assim como para aumentar a procura turística por Portugal, especialmente em “mercados onde existe significativa capacidade de crescimento”. “Identificámos os mercados que demonstram mais interesse por este produto e aqueles onde a arquitetura assume um papel relevante na comunicação do destino, potenciando o reforço da afinidade e da valorização de Portugal como destino turístico. Neste âmbito, encontram-se, os mercados europeus de proximidade, como Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Itália, os mercados nórdicos e também os mercados intercontinentais, com destaque para o Brasil, EUA e Canadá”, indica o Turismo de Portugal.

Roteiros por todo o território
Tal como a operacionalização deste programa, também o seu financiamento – que ainda não é conhecido e que o Turismo de Portugal não revela ao Publituris – será faseado e abrange várias iniciativas, com destaque para a criação de roteiros pelas obras de arquitetura portuguesas e que, segundo o Turismo de Portugal, vão cobrir “o território nacional”, incluindo “edifícios icónicos, reabilitações, edifícios premiados, obras de arte em espaço público e obras contemporâneas de arquitetos reconhecidos e em ascensão, incluindo autores como Álvaro Siza Vieira, Souto de Moura e Carrilho da Graça, entre outros”.

Já o Atlas da Arquitetura Nacional, que é outra das iniciativas previstas por este programa e que deverá ser lançado “em breve”, através do VisitPortugal e do portal da Casa da Arquitetura, vai permitir a “possibilidade de pesquisa por autores, categorias ou itinerários”, contando, numa primeira fase, com um total de 50 edifícios de referência.

Além dos roteiros e do Atlas da Arquitetura Nacional, o programa Turismo & Arquitetura prevê também uma série de eventos nacionais e internacionais em torno da arquitetura e viagens, com o Turismo de Portugal a revelar que, a nível doméstico, o destaque vai para “as Casas Abertas no Porto e em Lisboa, a Trienal de Arquitetura de Lisboa, exposições ao longo do ano e um Encontro de Turismo Cultural”, enquanto a nível internacional estão ainda a ser “identificados os eventos que possam vir a ser relevantes para a promoção de Portugal, bem como o planeamento de iniciativas ancoradas neste produto nos mercados externos” que foram identificados como prioritários.

CURIOSIDADES

Mercados
O programa Turismo & Arquitetura vai promover o património arquitetónico nacional nos mercados europeus de proximidade, como Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Itália, bem como nos mercados nórdicos e intercontinentais, como Brasil, EUA e Canadá.

Iniciativas
Além de roteiros pelas obras dos mestre da arquitetura nacional, o programa Turismo & Arquitetura vai também dar origem a roteiros por edifícios de referência em todo o país, ao Atlas da Arquitetura Nacional e a vários eventos domésticos e internacionais.

Objetivos
Além de promover a arquitetura portuguesa, o programa pretende também estruturar uma oferta diferenciadora, atrair novos mercados e públicos, nomeadamente os que têm maior valor acrescentado, e esbater a sazonalidade em todo o território.

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Azores Airlines abre novas rotas para a Europa e América do Norte em junho

Em junho, a Azores Airlines abre novas rotas entre a América do Norte e os destinos do Porto e Funchal, assim como entre os Açores (Ponta Delgada) e o Algarve (Faro) e ainda entre os Açores (Ponta Delgada) e Itália (Milão).

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A Azores Airlines, companhia aérea do Grupo SATA que realiza os voos internacionais, vai abrir várias novas rotas no próximo mês de junho, que prometem aumentar a conectividade entre a Europa e a América do Norte.

Num comunicado enviado à imprensa, o Grupo SATA explica que o “conjunto de novas operações diretas” incluem voos entre a América do Norte e os destinos do Porto e Funchal, assim como entre os Açores (Ponta Delgada) e o Algarve (Faro) e ainda entre os Açores (Ponta Delgada) e Itália (Milão).

No dia 1 de junho, a Azores Airlines dá início à rota direta entre Toronto e o Funchal, enquanto no dia seguinte, 2 de junho, começam os voos entre Nova Iorque e o Porto, bem como entre Ponta Delgada e Faro.

Já os voos entre o Porto e Boston arrancam a 4 de junho, no mesmo dia em que têm ainda início as ligações aéreas entre Boston e o Funchal, enquanto a operação entre Ponta Delgada e Milão, em Itália, começa no dia seguinte, 5 de junho. No dia 7 de junho, a Azores Airlines começa ainda a voar entre Toronto e o Porto.

“Por entre estas estreia-as a companhia aérea assinala, também, a retoma da operação entre os Açores (Ponta Delgada) e Londres, com a oferta de duas frequências por semana”, refere ainda um comunicado do Grupo SATA.

Segundo o grupo de aviação açoriano, “a concretização destas novas operações representa o culminar de um processo no qual a companhia aérea, entidades nacionais e regionais ligadas ao setor do turismo, agentes de promoção e de viagens e representantes locais, se têm fortemente empenhado”.

“Em resultado deste trabalho, os índices de procura registados permitem perspetivar um verão com possibilidade de superar a procura registada em 2023. Para além destas novas operações, a companhia aérea incrementou em cerca de 26% a sua operação regular para o verão de 2024 (doméstica e internacional) face à época de verão IATA do ano passado”, acrescenta o comunicado divulgado.

Para Graça Silva, diretora de Vendas, Marketing e Comunicação do Grupo SATA, as novas rotas proporcionam “mais oferta aos passageiros que desejam chegar aos Açores e mais oportunidades para os que pretendem viajar entre a Europa e os Estados Unidos”.

“São apostas que consolidam a trajetória sustentada de crescimento que se tem verificado na companhia aérea, nos últimos anos”, acrescenta a responsável, citada no comunicado enviado à imprensa.

O Grupo SATA lembra ainda que estas novas rotas vão contribuir para impulsionar o Stopover Azores, modalidade que possibilita uma estadia mais prolongada, até sete dias, na escala intermédia, antes da chegada ao destino final.

“A Azores Airlines é a companhia aérea que mais oferta disponibiliza para os Açores, ligando o Arquipélago à América do Norte, ao Continente Europeu, incluindo Portugal Continental e o Arquipélago da Madeira e, ainda, ao Arquipélago de Cabo Verde”, congratula-se ainda o grupo açoriano.

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Lisboa e Funchal entre os destinos mais populares neste verão

Embora com registos diferentes, Lisboa e Funchal estão entre as cidades mais populares para o verão de 2024. Lisboa desce 0,3 pontos percentuais (p.p.), enquanto o Funchal sobe 0,14 p.p..

Victor Jorge

Entre as cidades mais populares para este verão de 2024 (pesquisa de voos para os meses de julho e agosto), segundo análise da ForwardKeys, contam-se Lisboa e Funchal.

Lisboa, com uma quota de 2%, cai, contudo, quando comparado o período em análise de 2024 com os mesmos meses de 2023, registando uma quebra de 0,3 pontos percentuais (p.p.). Já o Funchal está entre as cidades que mais crescem, quando analisado o aumento de popularidade, com um crescimento de 0,14 p.p. face a igual período do ano passado.

Se no primeiro caso, o ranking das cidades mais pesquisadas é liderado por Londres, com um aumento de 1,9 p.p., a restante listagem revela comportamentos díspares. Paris, em 2.º lugar, cresce 0,5 p.p. face aos meses de julho e agosto de 2023, mantendo-se Barcelona, em 3.º lugar, com registo igual. O Top 10 é composto ainda por Istambul, Roma, Atenas, Lisboa, Madrid, Milão e Palma de Maiorca.

No ranking das cidades com aumento de pesquisa para julho e agosto de 2024 a liderança pertence a Tenerife (+0,41 p.p.), seguida de Izmir (+0,25 p.p.) e Reiquiavique (+0,21 p.p.). Funchal surge em 5.º lugar, com +0,14 p.p., depois de Munique (+0,15 p.p.), mas antes de Tbilissi (+0,09 p.p.), Malta e Tirana (+0,07 p.p.), Nice (+0,06 p.p) e Yerevan (+0,03 p.p).

A análise dos dados de emissão de bilhetes para viagens para destinos urbanos europeus em julho e agosto de 2024 revela uma mudança nas preferências dos consumidores para destinos naturais (+19%) e urbanos (+14%) em detrimento dos tradicionais destinos de sol e praia (+8%). Esta situação reflete-se a nível sub-regional, uma vez que o crescimento anual das chegadas internacionais à Europa Central e Oriental (+25%), à Europa Ocidental (+15%) e à Europa do Norte (+13%) ultrapassa o dos destinos do Sul da Europa (+11%).

Já as viagens de saída da Europa também estão a revelar tendências claras, com um crescimento anual nas viagens intra-europeias (+14%) e de longo curso para uma gama diversificada de mercados asiáticos (+16%). Os dados relativos aos bilhetes para julho e agosto indicam que os viajantes europeus estão a optar cada vez mais por se aventurar mais longe para explorar as paisagens e culturas de Pequim (+132%) em particular, bem como Osaka (+66%), Banguecoque (+21%), Colombo (+21%) e Kuala Lumpur (+14%). Estes destinos beneficiam, segundo a ForwardKeys, de vários fatores, incluindo a melhoria da conectividade, a isenção de vistos para os europeus que entram na China e a taxa de câmbio favorável entre o euro e o iene. O crescimento moderado da procura nos mercados americanos de Chicago (+14%) e Miami (+9%) também é notável.

Olivier Ponti, diretor de Informações e Marketing da ForwardKeys, admite que, de um modo geral, “o panorama é positivo para os destinos de todo o mundo que pretendem atrair o lucrativo turismo europeu nos próximos anos. Com a perturbação da procura e das reservas causada pela pandemia de COVID-19 já pertencente ao passado, a época de verão de 2024 parece suscetível de estabelecer uma nova referência para as viagens europeias, tanto na região como fora dela”.

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7 etapas de um roteiro para afastar o excesso de turismo dos destinos

O excesso de turismo é uma questão fundamental para a gestão sustentável dos destinos. Lidar com o problema começa com a medição de sete dimensões-chave, que, de acordo com a Mabrian e a Phocuswright, contribuem decisivamente para lançar as bases de uma estratégia sustentável duradoura, baseada na inteligência de dados.

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É crucial combater o excesso de turismo, uma vez que 61% dos viajantes evitaram destinos devido a este fenómeno no ano passado. Para tal, os destinos devem utilizar uma abordagem holística e baseada em dados para equilibrar os recursos locais, o bem-estar da comunidade e o crescimento do turismo. Esta é uma das conclusões do livro branco “A Roadmap to Move Destinations Away from Overtourism”, desenvolvido pela Mabrian, em colaboração com a Phocuswright.

Lançado antes do evento Phocuswright Europe em Barcelona (10-12 de junho), este livro branco tem como objetivo incluir o excesso de turismo em discussões mais amplas sobre a gestão sustentável dos destinos. Destaca a necessidade de uma análise e planeamento inovadores, utilizando indicadores-chave de desempenho integral e ferramentas baseadas em dados. O relatório utiliza os dados dos estudos da Mabrian e da Phocuswright para explorar a forma como as várias dimensões da sustentabilidade se traduzem em indicadores úteis para o planeamento de destinos.

Os sete indicadores propostos interagem entre si e podem ser aplicados a diferentes conjuntos de objetivos, dependendo das condições específicas de cada destino.

Distribuição das despesas dos turistas: Para além de medir as despesas por visitante e por categoria, é fundamental compreender a sua distribuição. Um destino menos afetado pelo overtourism tende a ter uma distribuição mais uniforme das despesas pelo seu território, o que beneficia tanto a sua economia como o bem-estar local.

Em última análise, trata-se de capitalizar as preferências dos viajantes, uma vez que a investigação da Phocuswright indica que entre metade e dois terços dos viajantes querem que as suas despesas apoiem as comunidades que visitam.

Pegada de carbono – emissões de CO2: A redução das emissões de CO2 é crucial para minimizar o impacto ambiental das viagens, especialmente porque o transporte aéreo é responsável por 55% da pegada de carbono do setor do turismo (Relatório da Travel Foundation). A análise das emissões de CO2 ao longo do tempo, por mercado de origem e por visitante, bem como o rácio entre as despesas dos viajantes e as emissões geradas, pode ajudar os destinos a orientarem-se para segmentos com melhores rácios de despesas/emissões.

Concentração da oferta turística: A densidade e a pressão humana são normalmente associadas ao turismo excessivo e não à sustentabilidade, mas existe uma disparidade na perceção dos viajantes. De acordo com os dados da Phocuswright, enquanto 43-61% dos viajantes evitaram destinos no ano passado devido a preocupações com a sustentabilidade, apenas 13-21% consideram sustentável visitar destinos menos concorridos. Compreender o agrupamento de alojamentos e atrações é crucial tanto para o conforto dos viajantes como para o bem-estar da comunidade.

Perceção da sustentabilidade do turismo: Uma abordagem sustentável eficaz ao turismo excessivo implica alinhar a elaboração de políticas com o seu impacto nos habitantes locais e nos visitantes para atenuar o que a Phocuswright designa por “dissonância da sustentabilidade” – o fosso entre a intenção de viajar de forma sustentável e as escolhas efetivas dos viajantes. As mensagens direcionadas e as estratégias de envolvimento desempenham um papel central na formação das perceções da sustentabilidade do turismo.

Diversificação motivacional: Quanto mais os destinos dependem de algumas atividades ou atrações, maior será a probabilidade de dependerem de certos segmentos de viajantes, o que limita o crescimento potencial e restringe os mercados de origem, e tende a suportar áreas turísticas mais densas e uma procura sazonal mais forte, o que é suscetível de resultar em excesso de turismo. Este índice pondera a variedade de fatores que atraem visitantes a um destino, correlacionando-os com tipos de alojamento e duração da estadia.

Dependência das origens: Quanto menor for a dependência de mercados de origem específicos (sobretudo de longo curso), mais sustentável é o destino, uma vez que reduz a pegada de carbono do transporte. A dependência de certos mercados de origem também pode ser um fator de aceleração para o excesso de turismo em zonas específicas ou durante momentos específicos do ano, criando a sensação de uma pressão humana demasiado elevada para os habitantes locais nalguns períodos. Esta dependência também reduz a possibilidade de desenvolver novos produtos turísticos para diversificar a procura nos mercados, locais e épocas do ano. O índice combina a capacidade aérea, a procura de alojamento categorizada por distância e mercados de origem, e como os viajantes estão distribuídos pela geografia do destino.

Sazonalidade: Muitos destinos têm estado a trabalhar há muitos anos para vencer a sazonalidade e assegurar um fluxo constante de viajantes ao longo do ano, uma tarefa difícil se a diversificação motivacional for baixa e a dependência das origens for elevada.

Vencer a sazonalidade tem implicações positivas em muitos dos índices acima mencionados, e também contribui positivamente para reduzir o excesso de turismo. A redução da sazonalidade melhora a qualidade de vida dos habitantes locais, criando melhores condições de trabalho, uma economia mais estável e bem distribuída e reduz a pressão sobre os serviços e recursos locais. Este índice não só se centra na análise da procura de voos e de alojamento num determinado período de tempo, mas também as despesas e o custo das estadias.

Assim, conclui a análise da Mabrian e Phocuswright, “a superação do excesso de turismo só será possível se forem abordadas todas as dimensões deste fenómeno, e olhar para além dele, lançando-as para um setor que atinja a sustentabilidade, mantendo-se rentável”.

“A rentabilidade é e será, no final, o teste do tempo para o futuro do setor das viagens. A sustentabilidade e a rentabilidade são duas faces da mesma moeda, cunhada com base numa metodologia centrada em dados, mensurável e orientada para objetivos que permite políticas para um crescimento mais equitativo, justo e simétrico, crescimento mais distribuído, justo e simétrico, suportável no tempo”.

Madeline List, analista sénior da Phocuswright, assinala que “uma estratégia sustentável bem-sucedida e consistente envolve a formulação de boas práticas, mas a sua operacionalização de forma expedita.”

Já Carlos Cendra, Partner & Chief Marketing and Communications Officer da Mabrian., considera que a implementação de medidas eficazes contra o overtourism implica “uma abordagem transparente, honesta e centrada nos dados do impacto do turismo nos destinos, com base num modelo holístico capaz de criar um equilíbrio duradouro que beneficie as empresas, os habitantes locais e os visitantes, preservando simultaneamente o ambiente”.

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Estão lançados os “Portugal Meeting Forums by Publituris” 2024

O jornal Publituris dá início a um dos eventos mais relevantes de incentivo ao segmento MICE em Portugal – Portugal Meeting Forums by Publituris – com o lançamento do website do evento que se realizará no início de outubro de 2024, em Oeiras.

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Nos dias 1, 2 e 3 de outubro de 2024, o jornal Publituris vai organizar o seu evento MICE dirigido ao mercado internacional – “Portugal Meeting Forums by Publituris”.

A 8.ª edição deste evento, que conta com o apoio do Turismo de Portugal, TAP Air Portugal, Vila Galé Hotéis, MiceBuzz e YVU, os “Portugal Meeting Forums by Publituris” irão receber agentes de viagem provenientes de vários mercados (Europa – Brasil – Canadá – EUA), assim como responsáveis pela organização e planeamento de eventos, incentivos e congressos em empresas multinacionais.

O objetivo é mostrar, divulgar e sublinhar Portugal como destino fundamental, na organização de eventos MICE, com foco exclusivo no mercado português, na sua diferenciação, oferta e mais-valia.

O evento arranca no dia 1 de outubro, com a chegada dos buyers internacionais, seguido de um Cocktail Dinatoire no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos.

O segundo dia, 2 de outubro, será dedicado, em exclusivo, a reuniões, a realizar no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, com um working lunch. À noite, o jantar será num local emblemático na Costa do Estoril.

O último dia, 3 de outubro, suppliers & buyers terão oportunidade de ter um dia completo para visitar a região de Oeiras, palco deste evento, ao qual se seguirá uma famtrip, para os buyers internacionais, de dois dias à região do Alentejo, com alojamento e refeições incluídas.

Para esta edição já estão confirmados os seguintes suppliers:

Bomporto Hotels
Hard Rock Cafe
Savoy Signature
Portugal Green Travel (DMC)
WOW
Highgate Portugal
Pestana Hotel Group
GR8 events
HF Hotels
Amazing Evolution
SANA Hotels
Bensaude Hotels Collection
Açoreana DMC

Para saber mais sobre os “Portugal Meeting Forums by Publituris” 2024 visite o site em: https://meetingforums.publituris.pt/2024/

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Votação para os Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 começa hoje

Já pode votar nos 177 nomeados nas 22 categorias que compõem os Publituris “Portugal Travel Awards” 2024.

Publituris

A 19.ª edição dos Publituris “Portugal Travel Awards” arranca esta segunda-feira, 27 de maio de 2024, com a divulgação dos nomeados e o início da votação.

Já pode ir a https://premios.publituris.pt/ e ver os 177 nomeados que concorrem nas 22 categorias da edição de 2024, e votar. Isto claro, se for assinante do jornal ou subscritor da newsletter diária, já que os registos estarão suspensos até ao fim da votação, a 27 de junho de 2024.

As categorias são:

Melhor Companhia de Aviação
Melhor Companhia de Aviação Lowcost
Melhor Rent-a-Car
Melhor Operador Turístico
Melhor Rede de Agências de Viagens
Melhor Companhia de Cruzeiros
Melhor Cadeia Hoteleira
Melhor Hotel Cinco Estrelas
Melhor Hotel Quatro Estrelas
Melhor Hotel Resort
Melhor Boutique Hotel
Melhor Hotel de Cidade
Melhor Hotel MICE
Melhor Hotel de Praia
Melhor Turismo Rural
Melhor Enoturismo
Melhor Campo de Golfe
Melhor Parque Temático e Diversões
Melhor Empresa de Animação Turística
Melhor Marina
Melhor Destino Internacional
Melhor Região de Turismo Nacional

Haverá ainda a lugar à entrega do Prémio “Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

Os vencedores serão conhecidos no dia 4 de julho, a partir das 19h00, no Pestana Douro Riverside, no Porto.

Os vencedores resultarão de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Relativamente aos subscritores da newsletter diária, só serão contabilizados os votos dos registos efetuados até 24 de maio, ficando o registo suspenso até ao final da votação, ou seja, até dia 27 de junho de 2024.

O júri é composto por: Ana Jacinto (Secretária-geral da AHRESP); André Gomes (Presidente da Região de Turismo do Algarve); António Marques Vidal (Presidente da APECATE); Carla Salsinha (Presidente da ERT de Lisboa); Carlos Brandão (Presidente da ESHTE); Cristina Siza Vieira (Vice-presidente Executiva da AHP); Dália Palma (Gestora Coordenadora da BTL); Eduardo Jesus (Secretário Regional do Turismo da Madeira); Eduardo Miranda (Presidente da ALEP); Fernando Garrido (Presidente da ADHP); Francisco Pita (CCO da ANA – Aeroportos de Portugal); Francisco Serzedello (CEO da GR8 events); Jaime Quesado (Economista e gestor); Joaquim Robalo de Almeida (Secretário-geral da ARAC); Jorge Costa (Presidente do IPDT); José Santos (Presidente da Turismo do Alentejo e Ribatejo); Lídia Monteiro (Vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal); Luís Pedro Martins (Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal); Miguel Quintas (Presidente da ANAV); Nuno Abranja (Diretor do Departamento de Turismo do ISCE); Pedro Costa Ferreira (Presidente da APAVT); Raul Almeida (Presidente da Turismo do Centro de Portugal); Rodrigo Pinto Barros (Presidente da APHORT); Sérgio Guerreiro (Professor Convidado da NOVA SBE); Sofia Almeida (Coordenadora Vertical da Área Turismo & Hospitalidade da Universidade Europeia).

Agora, visite https://premios.publituris.pt/ e vote.

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Air France revela primeiras novidades para o inverno 2024-2025 com novo destino no Brasil em destaque

No inverno 2024-2025, a Air France vai abrir três novas rotas para o Brasil, Suécia e Maldivas, que vão estar acessíveis aos passageiros portugueses através dos voos da Air France desde Lisboa e Porto, via Paris-CDG.

Publituris

A Air France já começou a revelar algumas das novidades que vão constar do seu calendário de inverno 2024-2025, com destaque para a abertura de três novas rotas para o Brasil, Suécia e Maldivas, que vão estar acessíveis aos passageiros portugueses através dos voos da Air France desde Lisboa e Porto, via Paris-CDG.

“A Air France continua a expandir a sua rede, oferecendo 5 rotas adicionais – incluindo 3 novas – a partir de Paris no inverno de 2024-25 (novembro de 2024 a março de 2025)”, destaca a companhia aérea num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, 24 de maio.

Um dos principais destaques da Air France para o próximo inverno vai ser Salvador da Bahia, no Brasil, que passa a contar com três voos por semana a partir de 28 de outubro, às segundas, quintas e sábados, em aparelhos Airbus A350-900 com 324 lugares.

“A antiga capital brasileira, inscrita no Património Mundial da UNESCO, será o 5º destino da Air France no Brasil, depois do Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza e Belém (este último, servido a partir de Caiena, na Guiana). No inverno de 2024, a Air France vai operar até 30 voos semanais de/para o Brasil”, refere a Air France na informação divulgada, onde se explica ainda que, graças a uma parceria comercial com a brasileira GOL, os clientes podem conectar-se facilmente a 40 destinos domésticos no Brasil.

Além da capital baiana, a Air France vai também começar a voar, este inverno, para Malé, nas Maldivas, disponibilizando até dois voos por semana, às sextas-feiras e domingos, durante o período festivo do fim de ano, ou seja, entre 20 de dezembro de 2024 e 5 de janeiro de 2025, que vão ser operados num avião Airbus A350-900 com 292 assentos.

As novidades da Air France para o inverno 2024-2025 ficam ainda completas com uma nova rota para Kiruna, na Suécia, que, a partir de 21 de dezembro de 2024, vai contar com  um voo por semana, aos sábados, num avião A319.

“Depois de Rovaniemi, Kittilä (Finlândia), Tromsø (Noruega) e Narvik Loften (Noruega, destino servido apenas no verão), Kiruna será o 5º destino da Air France na Lapónia. Localizada 200 quilómetros a norte do Círculo Polar Ártico, Kiruna é um ponto de partida ideal para desfrutar da natureza intocada da região e tentar observar as auroras boreais”, explica a Air France.

Além destas novidades, a Air France também vai continuar a reforçar a sua oferta para os Estados Unidos, alargando o serviço para Denver (Colorado, EUA) e Phoenix (Arizona, EUA) no inverno, com três voos semanais para cada cidade, a partir de Paris-CDG.

“Oferecida apenas no verão até agora, a ligação para Denver, e também a rota para Phoenix, nova no verão de 2024, será inaugurada a 23 de maio”, destaca ainda a companhia aérea.

 

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Nova Edição: Os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards 2024”. Conheça-os na edição 1512

A próxima edição do Publituris faz capa com os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. Nesta 19.ª edição, há 177 nomeados em 22 categorias. Além disso, falamos das restrições no turismo, do ATM 2024, WTTC e de seguros de viagens.

Publituris

A última edição de maio do jornal Publituris destaca os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. Nesta 19.ª edição, há 177 nomeados nas 22 categorias que estarão a votação a partir de segunda-feira, 27 de maio, no site dos prémios criado para o efeito e que estará online no dia do arranque da votação.

As categorias são: Melhor Companhia de Aviação, Melhor Companhia de Aviação Lowcost, Melhor Rent-a-Car, Melhor Operador Turístico, Melhor Rede de Agências de Viagens, Melhor Companhia de Cruzeiros, Melhor Cadeia Hoteleira, Melhor Hotel Cinco Estrelas, Melhor Hotel Quatro Estrelas, Melhor Hotel Resort, Melhor Boutique Hotel, Melhor Hotel de Cidade, Melhor Hotel MICE, Melhor Hotel de Praia, Melhor Turismo Rural, Melhor Enoturismo, Melhor Campo de Golfe, Melhor Parque Temático e Diversões, Melhor Empresa de Animação Turística, Melhor Marina, Melhor Destino Internacional, Melhor Região de Turismo Nacional.

Haverá ainda a lugar ao Prémio “Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

Os vencedores serão conhecidos no dia 4 de julho, no Pestana Douro Riverside, no Porto, a partir das 19h00.

Os vencedores resultarão de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Relativamente aos subscritores da newsletter diária, só serão contabilizados os votos dos registos efetuados até 24 de maio, ficando o registo suspenso até ao final da votação, ou seja, até dia 27 de junho de 2024.

O júri é composto por: Ana Jacinto (Secretária-geral da AHRESP); André Gomes (Presidente da Região de Turismo do Algarve); António Marques Vidal (Presidente da APECATE); Carla Salsinha (Presidente da ERT de Lisboa); Carlos Brandão (Presidente da ESHTE); Cristina Siza Vieira (Vice-presidente Executiva da AHP); Dália Palma (Gestora Coordenadora da BTL); Eduardo Jesus (Secretário Regional do Turismo da Madeira); Eduardo Miranda (Presidente da ALEP); Fernando Garrido (Presidente da ADHP); Francisco Pita (CCO da ANA – Aeroportos de Portugal); Francisco Serzedello (CEO da GR8 events); Jaime Quesado             (Economista e gestor); Joaquim Robalo de Almeida (Secretário-geral da ARAC); Jorge Costa (Presidente do IPDT); José Santos (Presidente da Turismo do Alentejo e Ribatejo); Lídia Monteiro (Vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal); Luís Pedro Martins (Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal); Miguel Quintas (Presidente da ANAV); Nuno Abranja (Diretor do Departamento de Turismo do ISCE); Pedro Costa Ferreira (Presidente da APAVT); Raul Almeida (Presidente da Turismo do Centro de Portugal); Rodrigo Pinto Barros (Presidente da APHORT); Sérgio Guerreiro (Professor Convidado da NOVA SBE); Sofia Almeida (Coordenadora Vertical da Área Turismo & Hospitalidade da Universidade Europeia).

Também nesta edição, destacamos as medidas restritivas que estão a ser impostas para conter os fluxos de turistas, principalmente nas cidades europeias, que colocam constrangimentos aos operadores turísticos cujo core business são os circuitos culturais e viagens de grupo. Como é que estão a lidar com estas questões, nomeadamente das taxas turísticas, da burocracia, limitação do número de pessoas por guia, aumento constante, e quase sem aviso, do preço das entradas de grupos de turistas em monumentos e atrações turísticas, e a distância em que os autocarros, cada vez mais, são obrigados a ficar dos centros históricos de algumas cidades, foi o que o Publituris pretendeu conhecer, em conversa com diversos profissionais ligados à operação turística.

A viagem ao Arabian Travel Market (ATM) 2024, a convite do Turismo do Dubai, veio confirmar algo que já se suspeitava há muito. A região do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) não quer ficar somente por um destino turístico. Sejam os EAU, mas principalmente, o Dubai, pretendem tornar-se num hub global, no qual o turismo terá um papel fulcral.

Também no Dubai, tivemos uma conversa (curta) com Julia Simpson, presidente e CEO do World Travel & Tourism Council (WTTC), na qual se mostrou surpreendida (pela positiva) com os resultados obtidos pelo turismo em Portugal. Julia Simpson também mostrou uma certa curiosidade [a conversa foi tida antes de se conhecer a decisão sobre o novo aeroporto para a região de Lisboa] sobre como Portugal conseguirá manter esta performance. “Sem novo aeroporto, como irão crescer?” perguntou a CEO e presidente do WTTC, além de querer saber novidade sobre o processo de privatização da TAP.

O dossier desta edição é dedicado aos seguros de viagem. Depois de ultrapassado o período da pandemia, considerado por todos como o que criou uma das maiores crises económicas, especialmente nas viagens, a adaptação da oferta dos seguros foi não só necessária como obrigatória. Mas se antes os seguros de viagem eram vistos como uma precaução adicional, hoje são considerados indispensáveis para quem viaja.

Além do “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Sílvia Dias (Savoy Signature), Carlos Torres (jurista), e Pedro Castro (SkyExpert).

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 430

Nota: Se já é subscritor do Publituris entre no site com o seu Login de assinante, dirija-se à secção Premium – Edição Digital e escolha a edição que deseja ler, abra o epaper com os dados de acesso indicados no final do resumo de cada edição.

Boas leituras.

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Operadores turísticos promovem campanha para assinalar o Dia Nacional do Agente de Viagens

Os operadores turísticos associados da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vão promover uma campanha especial de descontos para assinalar o Dia Nacional do Agente de Viagens, que se celebra, pela primeira vez em Portugal, a dia 30 de maio.

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A “Campanha da Semana do Agente de Viagens”, que decorrerá de 30 de maio a 9 de junho, oferece aos consumidores, através das agências de viagens, uma variedade de promoções e descontos em pacotes turísticos. Esta iniciativa visa proporcionar ofertas vantajosas tanto para os consumidores finais quanto para as próprias agências de viagens.

Além desta campanha dos operadores, a APAVT está também empenhada em celebrar a profissão do agente de viagens com um conjunto de outras iniciativas. Um novo micro-site dedicado ao Dia Nacional do Agente de Viagens, que pode ser acedido aqui, foi lançado para destacar a importância e os benefícios de utilizar os serviços de uma agência de viagens.

Neste micro-site, os visitantes encontrarão informações sobre a profissão, incluindo uma breve resenha histórica, as vantagens de recorrer a uma agência, e explicações para desmistificar alguns dos mitos comuns sobre esta atividade.

As comemorações do Dia Nacional do Agente de Viagens iniciam-se, conforme já tinha sido anunciado, com uma festa no Rooftop do Hotel Mundial, em Lisboa, no dia 28 de maio, das 18h00 às 21h00, exclusiva para associados da APAVT, que conta com o apoio do Turismo da Madeira, do Turismo do Centro de Portugal, do Turismo do Alentejo e da SGS. De acordo com a Associação, o evento, que já conta com mais de 200 inscrições confirmadas, terá a presença do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, além de inúmeros amigos e parceiros da APAVT.

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Paço Real de Caxias | Créditos: Revive

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Vila Galé confirma início de obras no Paço Real de Caxias para junho

A data foi confirmada pelo presidente do grupo Vila Galé após a inauguração do mais recente hotel do grupo, o Vila Galé Isla Canela, em Huelva. A futura unidade hoteleira no Paço Real de Caxias, em Oeiras, vai contar com 120 quartos.

Carla Nunes

Jorge Rebelo de Almeida, fundador e presidente do grupo Vila Galé, confirmou ao Publituris que as obras no Paço Real de Caxias, em Oeiras, do qual o grupo hoteleiro ganhou a concessão no âmbito do programa Revive, vão começar no próximo mês de junho.

Após um período de limpeza da área, que de acordo com informações presentes no portal do Revive inclui 5.816,93 metros quadrados de construção, o grupo hoteleiro prepara-se para iniciar as obras a 18 de junho.

“Já entrámos na obra a limpar tudo, e agora vamos começar as demolições, porque uma boa parte do que existia em Caxias eram umas aberrações que lá estavam feitas, umas construções sem jeito nenhum”, referiu Jorge Rebelo de Almeida, indicando que “o arranque da obra está marcado para 18 de junho”.

Sem avançar valores de investimento, o fundador do Vila Galé referiu que o futuro hotel vai contar com 120 quartos “e uma área de convenções grande”, sendo que “a Câmara de Oeiras está a recuperar os jardins da Quinta Real de Caxias”.

“Toda aquela região vai ter uma transformação muito grande porque a Câmara de Oeiras, que é sempre pioneira, vai sempre muito à frente das outras, está a recuperar um património que é fabuloso”, afirmou Jorge Rebelo de Almeida.

Recorde-se que o concurso público para a concessão de exploração do Paço Real de Caxias foi lançado a 4 de agosto de 2022, sendo que, segundo as informações presentes no portal do Revive, o contrato foi assinado a 29 de fevereiro deste ano para um período de concessão de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros.

Construído em meados do século XVII, por iniciativa do Infante D. Francisco de Bragança, o Paço Real de Caxias foi posteriormente concluído pelo futuro rei D. Pedro V, que o utilizou como residência de férias da família real. Inicialmente incluía a quinta, os jardins geométricos de influência francesa, inspirados nos jardins do Palácio de Versalhes, e a cascata da segunda metade do século XVIII, como se pode ler na descrição do projeto presente na página do Revive, onde é também indicado que nos últimos anos o edifício acolheu serviços do Ministério da Defesa Nacional.

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Votação para os Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 tem início a 27 de maio

Arranca no próximo dia 27 de maio a votação para as 22 categorias dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. A votação só estará disponível aos assinantes do jornal Publituris e aos subscritores da newsletter diária. Por isso, registe-se até dia 24 de maio para votar.

Publituris

Os nomeados da 19.ª edição dos Publituris “Portugal Travel Awards” serão conhecidos na edição do próximo dia 24 de maio de 2024 do jornal Publituris, ficando o site para votação disponível a partir de segunda-feira, 27 de maio.

Nesta edição de 2024 há 177 nomeados em 22 categorias, existindo ainda o “Prémio Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

As votações decorrerão, exclusivamente, no site dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 e estarão disponíveis somente para os assinantes do jornal Publituris e subscritores da newsletter diária.

O júri, composto por 26 personalidades ligadas ao setor do turismo, em Portugal, também votarão online.

O registo na newsletter diária do Publituris só será permitido até dia 24 de maio de 2024, ficando o mesmo suspenso até ao dia 4 de julho de 2024.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal do Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%) e serão conhecidos no dia 4 de julho de 2024 numa cerimónia a realizar-se no Pestana Douro Riverside, no Porto, a partir das 19h00.

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