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Restauração

Execução do IVAucher fica a menos de 25% do orçamentado

Anunciado em 22 de outubro de 2021 e lançado, posteriormente, em novembro, o objetivo do IVAucher passava por dinamizar o consumo na restauração, alojamento e cultura. A sua execução ficou a menos de um quarto do orçamentado.

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Execução do IVAucher fica a menos de 25% do orçamentado

Anunciado em 22 de outubro de 2021 e lançado, posteriormente, em novembro, o objetivo do IVAucher passava por dinamizar o consumo na restauração, alojamento e cultura. A sua execução ficou a menos de um quarto do orçamentado.

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A execução orçamental do programa IVAucher foi de 23,8%, totalizando 47,5 milhões de euros, abaixo do teto máximo de 200 milhões de euros autorizados pelo Ministério das Finanças, segundo um relatório da UTAO.

De acordo com o relatório da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) sobre a evolução orçamental de janeiro a dezembro de 2021 em contabilidade pública, as despesas do Estado com o IVAucher no ano passado ascenderam a 47,5 milhões de euros e um “grau de execução de 23,8%”.

Lançado com o objetivo de dinamizar o consumo na restauração, alojamento e cultura, o IVAucher permitiu que o IVA suportado em compras nestes setores durante os meses de junho, julho e agosto pudesse ser descontado em novos consumos nestes mesmos setores, realizados nos últimos três meses do ano passado, tendo o Ministério das Finanças orçamentado o programa em 200 milhões de euros.

Segundo o relatório dos técnicos que dão apoio aos deputados da Comissão de Orçamento e Finanças, já o programa AUTOvaucher, que consiste no reembolso de 10 cêntimos por litro até ao limite de 50 litros mensais de combustível aos consumidores registados na plataforma IVAucher, sendo o valor (equivalente a cinco euros) pago com o primeiro abastecimento do mês, teve uma execução orçamental de 53 milhões de euros até ao final de 2021.

A medida, cujo custo está avaliado em 132,5 milhões de euros, tem uma natureza transitória, estando ativa entre novembro de 2021 e 31 de março de 2022.

No total, cada contribuinte poderá receber um subsídio de até 25 euros ao longo destes cinco meses, sendo que o apoio não utilizado num mês – em que o consumidor não necessite de efetuar qualquer abastecimento de combustível – acumula para os meses seguintes.

Anunciado em 22 de outubro, este apoio começou a ter aplicação prática em 10 de novembro do ano passado, data a partir da qual os abastecimentos de combustível efetuados pelos contribuintes registados no ‘IVAucher’ passaram a ser considerados para efeitos do reembolso.

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Não repassar o aumento de custos aos clientes está a “fazer estragos”, diz a AHRESP

O impacto da guerra e a pressão inflacionista já atingiu 94% das empresas de restauração e 52% do alojamento turístico, revela o mais recente inquérito da AHRESP, que demonstra assim que estas empresas estão a suportar a pressão dos custos para evitar o aumento de preços aos clientes.

Segundo o mesmo inquérito, os custos operacionais aumentaram até 50%, enquanto o ajuste dos preços de venda não foi acima dos 15%

Diz a AHRESP, que cita os resultados do inquérito, que o aumento dos custos com matérias-primas, energia e transportes “já está a fazer estragos” junto das empresas de restauração, similares e do alojamento turístico.

Entre as empresas de restauração e similares, as consequências “são preocupantes”, isto porque 77% sentiram aumentos de até 50% nos custos com matérias-primas, nos transportes e na energia, enquanto 47% do setor do alojamento turístico registaram incrementos de até 15%, refere o documento.

De facto, 86% das empresas de restauração e similares e 51% do alojamento turístico já tiveram de atualizar os preços de venda, mas até um máximo de 15%, ou seja, verifica-se uma forte contenção por parte dessas empresas, que preferem esmagar margens a fazer recair o significativo aumento de custos junto dos clientes.

Como forma de resolver este problema, as empresas (85% de restauração e 41% de alojamento) consideram que uma das medidas essenciais seria, tal como a AHRESP tem vindo a defender, a aplicação temporária da taxa reduzida de IVA nos serviços de alimentação e bebidas, bem como os apoios financeiros para a otimização de consumos e a transição energética.

O inquérito indica ainda que 53% das empresas de restauração e 26% do alojamento afirmaram que a falta de trabalhadores pode vir a pôr em causa a boa prestação e qualidade dos serviços.

Quanto às perspetivas para o verão, o inquérito conclui que para 47% das empresas de restauração e 73% do alojamento este será igual ou melhor do que em 2019. Já para 39% das empresas de restauração será pior.

 

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Jorge Lavos da Costa é o novo chef executivo dos hotéis do grupo UIP

Novo chef executivo do Grupo UIP fica responsável pela supervisão de “toda a operação culinária” dos diferentes hotéis do grupo.

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O Grupo United Investments Portugal (UIP) nomeou Jorge Lavos da Costa para chef executivo de todas as suas unidades hoteleiras, ficando encarregue pela supervisão de “toda a operação culinária” dos diferentes hotéis do grupo.

Enquanto chef executivo dos hotéis Pine Cliffs Resort, Sheraton Cascais Resort,  YOTEL Porto e Hyatt Regency Lisboa (que abre em breve), Jorge Lavos da Costa vai também “gerir os Chefs de todas as áreas, em todos os restaurantes” dos hotéis do grupo.

“A sua função passará também por assegurar a qualidade dos artigos e ingredientes utilizados, bem como analisar a criatividade das cartas e conceitos gastronómicos desenvolvidos pelos Chefs dos diferentes espaços de restauração”, acrescenta o Grupo UIP, em comunicado.

Jorge Lavos da Costa será ainda responsável pela gestão da performance da equipa, “garantindo que existe rotatividade e sazonalidade de menus, e a otimização de processos”, acrescenta a informação divulgada.

Antes de integrar o Grupi UIP, Jorge Lavos da Costa foi o Chef Executivo do JW Marriott Bosphorus em Istambul, na Turquia, e, ao longo do seu percurso profissional, trabalhou ainda para diferentes cadeias de hotelaria de luxo em todo o mundo, como o The Bodrum EDITION na Turquia, o Armani Hotel no Dubai ou o Conrad Seul Hotel na Coreia do Sul.

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AHRESP quer Orçamento do Estado ajustado ao clima de incerteza da guerra e aumento de preços

A AHRESP quer que o OE2022 contemple medidas de apoio às empresas do turismo que, lembra a associação, “vêm de dois anos consecutivos de prejuízos causados pela pandemia”

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) quer que o Governo ajuste o Orçamento do Estado de 2022 (OE2022) ao clima de incerteza provocado pela guerra na Ucrânia e pelo aumento dos preços da energia e bens alimentares, de forma a contemplar medidas de apoio às empresas.

“A AHRESP considera que o OE’2022 deve ser ajustado ao atual clima de incerteza causado pela guerra e ao galopante aumento dos custos da energia e dos bens alimentares, não esquecendo que as empresas do turismo vêm de dois anos consecutivos de prejuízos causados pela pandemia”, defende a associação, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 14 de abril.

De acordo com a AHRESP, depois de dois anos consecutivos de prejuízos causados pela pandemia, as empresas da restauração e alojamento turístico “necessitam de medidas que as apoiem na recuperação económica e na retoma da trajetória de crescimento”, motivo pelo qual defende que o OE2022 seja ajustado ao atual clima de incerteza.

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AHRESP pede clarificação urgente sobre a vigência do Apoio à Retoma Progressiva

A AHRESP considera que “é importante esclarecer esta situação e garantir que o apoio chega às empresas”.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quarta-feira, 13 de abril, pedir uma clarificação urgente sobre a vigência do Apoio à Retoma Progressiva, uma vez que, denuncia a associação, a Segurança Social considera que o apoio terminou a 31 de março, ainda que a lei preveja que ele se mantenha enquanto existirem condicionamentos de acesso de turistas a Portugal.

Num comunicado enviado à imprensa, a AHRESP pede que o Ministério do Trabalho e o Instituto da Segurança Social façam uma “rápida clarificação” sobre a vigência do Apoio à Retoma Progressiva, uma vez que a lei “estabelece que este programa mantém-se em vigor enquanto existir condicionamento de acesso de turistas a Portugal, o que ainda se verifica pois são exigidos certificados Covid ou teste negativo”.

No entanto, denuncia a associação, “várias empresas associadas da AHRESP tem estado impossibilitadas de recorrer a este mecanismo em abril, uma vez que a Segurança Social considera que o apoio terminou a 31 de março”.

Por isso, a AHRESP considera que “é importante esclarecer esta situação e garantir que o apoio chega às empresas”.

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Nova Edição: Como atender hóspedes com deficiência pela voz dos próprios

As acessibilidades para pessoas com deficiência na hotelaria em Portugal, Food & Beverage, Alambique de Ouro, W Algarve, o novo CEO da Les Roches, o próximo congresso da AHP, Upfield Professional, Análise CLEVER, palavra de chef e muitas opiniões.

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As acessibilidades, falta delas ou problemática de colocá-las corretamente ao serviço de que precisa delas faz capa da revista Publituris Hotelaria de abril.

Nem todas as unidades de alojamento proporcionam acessos suficientes adaptados às suas deficiências, sejam elas motoras, auditivas, visuais ou intelectuais.

Certo é que estes hóspedes pernoitam mais noites, geralmente em época baixa, e acompanhados por amigos e familiares: assim se descrevem as tendências de viagem das pessoas com deficiência.

Além das “Figuras” e do “Radar”, a edição do quarto mês de 2022 da Publituris Hotelaria traz a “Análise CLEVER” que o início do conflito armado na Ucrânia trouxe, novamente, incerteza para o setor do turismo e viagens. Embora os números mostrem que estamos ainda distantes dos valores de 2019, não deixa de ser relevante a boa prestação das reservas no alojamento e voos no primeiro trimestre de 2022 e as boas perspetivas para o mês de abril.

No “Fala-se”, damos conta do investimento efetuado pelo Alambique de Ouro. O projeto, orçado em nove milhões de euros, inclui um novo conceito de spa e uma nova ala com 42 suítes premium.

Em Lisboa, depois de ter resistido ao terramoto de 1755, o Palácio Ludovice Wine Experience Hotel, localizado no edifício do antigo Solar do Vinho do Porto, dá agora lugar a uma unidade que oferece 61 quartos em sete tipologias: Cozy Room; Classic Room; Superior Room; Deluxe Room e Junior Suite; Suite e Ludovice Prestige. O preço dos quartos começa nos 220 euros e o das suítes nos 450 euros. O investimento foi de 26 milhões de euros.

Também em Lisboa, no lugar onde se encontrava o Hotel Embaixador nasce agora o ibis Styles Lisboa Centro Liberdade, alvo de uma remodelação de cerca de seis milhões de euros. O convite é o de embarcar em novas aventuras, num espaço que celebra o mar, o rio e as navegações.

Viajando para Sul, o “W Algarve”, parte do grupo Marriott International, tem abertura marcada para dia 2 de maio. A Publituris Hotelaria esteve à conversa com Jeremie Lannoy, Marketing & Communication Director do W Algarve Hotel & Residences, que admitiu que existe, definitivamente, espaço para “projetos novos e inovadores na região”, salientando que “Portugal é um dos melhores destinos de verão da Europa”, vendo no nosso país “um potencial de crescimento enorme”.

Destaque, também, para a entrega dos “Portugal Trade Awards by Publituris @aBTL 2022” que, entre outros, distingui cinco unidades hoteleiras nacionais.

Durante a BTL 2022, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) anunciou o local do seu próximo congresso. Assim, a 33.ª edição do Congresso da Hotelaria viaja até ao Centro do país, mais concretamente, até ao Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, nos dias 16 a 18 de novembro.

Entrevistado para o “Management” foi, também, o novo CEO da Les Roches. Com o problema dos recursos humanos vincado pela pandemia, Carlos Díez de la Lastra, deixa a pergunta: “Que trabalho [é que os diretores] estão a fazer para tornar a hotelaria atrativa?”.

O “Dossier” desta edição dedica-se ao Food & Beverage (F&B). Numa altura de retoma do setor hoteleiro, com a reabertura de vários hotéis, os fornecedores mostram-se confiantes com a perspetiva de crescimento.

Certo é que, os produtos mais saudáveis e sustentáveis marcam a procura dos clientes em período de retoma.

Com este tema do F&B em mente, que falámos com Dálio Calado, diretor de F&B do Grupo UIP – Pine Cliffs/Hyatt depois durante o 18.º Congresso Nacional da Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP).

Na opinião do diretor de F&B, a restauração na hotelaria tem de ser tratada “como um accent, e não como uma amenitie”. Defende que é necessário dar uma “identidade aos restaurantes”, apostando “na diversidade de conceitos dentro de um só espaço” – desta forma, “os clientes sentem a necessidade de experimentar cada sítio”.

Nos “Fornecedores” e com a procura por uma oferta vegetariana e vegana, com ingredientes de alta qualidade a aumentar, o responsável ibérico da Upfield Professional revela-nos que a empresa tem “uma enorme preocupação com a qualidade e diversidade destas opções”.

Por falar em gastronomia, na nova rubrica da Publituris Hotelaria – “Palavra de Chef” – apresentamos alguns dos chefs que têm dado cartas na restauração. O destaque desta edição vai para o chef Fábio Alves que lidera a cozinha do restaurante SUBA há três anos.

As “Escolhas” desta edição são de André Villa de Brito Sommelier, guia e consultor de enoturismo, enquanto as “Opiniões” pertencem a Sérgio Guerreiro (Westmont Institute of Tourism & Hospitality, Nova SBE); Kevin Hemsworth (ISAG – European Business School); Karina Simões (JLL); Liliana Conde (consultora) e Marta Sotto-Mayor (formadora & consultora).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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AHRESP abre inscrições para Conferência sobre Mercado de Trabalho no Porto

A conferência “Mercado de Trabalho” vai decorrer a 20 de abril, no Salão Nobre da Alfândega do Porto, e visa debater o problema da falta de recursos humanos para os setores da restauração e similares, e do alojamento turístico.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) vai promover, a 20 de abril, no Porto, a conferência “Mercado de Trabalho”, ao longo da qual vai ser debatido o problema da falta de recursos humanos disponíveis para trabalhar nos setores da restauração e similares e do alojamento turístico e para a qual as inscrições já se encontram abertas.

“Para contribuir para a minimização da enorme escassez de profissionais que as empresas do canal HORECA estão a sentir, a AHRESP tem vindo a reforçar a discussão deste tema através de várias propostas concretas e iniciativas. No próximo dia 20 de abril a AHRESP promove a conferência Mercado de Trabalho, no Salão Nobre da Alfândega do Porto, para debater os problemas concretos”, explica a associação, num comunicado enviado à imprensa.

A  conferência promovida pela AHRESP vai juntar “empresas, especialistas, decisores, mas também estudantes e futuros trabalhadores” para debater temas como as Práticas no Mercado de Trabalho europeu; Como Atrair e Reter Profissionais; ou os Condicionalismos na Contratação.

O programa completo do evento está ainda a ser ultimado e a associação diz que vai ser divulgado em breve, através do site da AHRESP, onde já se encontram disponíveis as inscrições para a conferência. A inscrição na conferência é gratuita.

 

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AHRESP quer que Orçamento do Estado seja adaptado às necessidades das empresas

Associação pede “medidas específicas que apoiem as empresas, no imediato, para fazer face às enormes adversidades que as atividades da restauração, similares e do alojamento turístico têm sentido”. 

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) quer que o Governo adapte o Orçamento do Estado de 2022 às necessidades das empresas e que passe a contemplar “medidas específicas que apoiem as empresas, no imediato, para fazer face às enormes adversidades que as atividades da restauração, similares e do alojamento turístico têm sentido”.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 6 de abril, a AHRESP defende que, “tendo em conta todas as mudanças no contexto económico, é da maior relevância que o novo Orçamento do Estado para 2022 seja ajustado às reais necessidades” das empresas e seja “rapidamente aprovado”.

Segundo a associação, “o atual clima de guerra e o sucessivo e galopante aumento dos custos de energia, dos combustíveis e das matérias-primas (sobretudo alimentares), estão a colocar uma enorme pressão na gestão dos negócios no que ao aumento de preços diz respeito”.

No entanto, as empresas, após dois anos de pandemia, continuam “muito fragilizadas, com tesourarias depauperadas”, o que, segundo a AHRESP, torna “absolutamente essencial que o OE 2022 disponibilize medidas que possam apoiar as empresas e assim garantir a sustentabilidade dos negócios e a manutenção dos postos de trabalho”.

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AHRESP anuncia um conjunto de eventos para este ano

A AHRESP vai promover este ano um conjunto de iniciativas que têm início já esta terça-feira, dia 05, em Évora, com o Workshop Hotel 4.0.

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Estes eventos visam refletir sobre os principais condicionalismos que afetam as empresas dos setores da Restauração e Similares e do Alojamento Turístico, bem como informar e dotar os empresários de competências que lhes permitam enfrentar o futuro com confiança.

No dia 06 de abril, a Associação participa na Bolsa de Empregabilidade no Porto, enquanto a 20 de abril organiza, na mesma cidade, a Conferência Mercado de Trabalho. Está ainda agendada para o dia 11 de maio, na invicta, a conferência Hotel 4.0

Por sua vez, Lisboa acolhe, a 27 de maio a Conferência Transição Digital. Os Prémios AHRESP decorrerão também na capital portuguesa a 01 de julho.

A Associação vai organizar ainda, de 22 a 24 de setembro um evento sobre gastronomia, em Cascais, preparando-se para o seu Congresso, que terá lugar em Coimbra, nos dias 14 e 15 de outubro.

A AHRESP informa ainda, no seu boletim diário, que as candidaturas aos Prémios estão abertas e decorrem até 18 de abril. Podem candidatar-se empresas e empresários que possuam um negócio nas atividades da restauração, similares e do alojamento turístico, mas também pode haver nomeações por terceiros.

Depois desta data, todas as inscrições serão analisadas por um Comité de Seleção constituído por um representante da AHRESP e outras personalidades com conhecimento técnico e experiência nos setores do alojamento, restauração e promoção turística.

Este júri seleciona então os cinco finalistas em cada uma das categorias, que passam depois a uma fase posterior de votação online. O evento final de entrega de prémios acontece a 01 de julho no Pátio da Galé, em Lisboa.

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AHRESP quer plano de apoio e reforço da competitividade para empresas da restauração

A AHRESP considera que a adoção dum plano de apoio e reforço da competitividade permitiria dar resposta “à necessidade de fortalecimento dos capitais próprios e das tesourarias” das empresas da restauração, similares e alojamento turístico.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta sexta-feira, 1 de abril, defender que o novo Governo deve dar “sinais claros e objetivos no que respeita ao apoio ao tecido empresarial”, considerando que é fundamental “a implementação, de forma urgente, de um plano de apoio e reforço da competitividade” das empresas da restauração e similares, bem como do alojamento turístico.

Num comunicado enviado à imprensa, a AHRESP afirma que a adoção de um plano para reforçar a competitividade destas empresas permitiria dar resposta “à necessidade de fortalecimento dos capitais próprios e das tesourarias”, assim como “da sua própria confiança e a de todos os seus stakeholders: consumidores, fornecedores, produtores, entre outros”.

A associação lembra que o novo ciclo político deverá ser “marcado pela estabilidade”, considerando, por isso, que o apoio às empresas deve ser uma prioridade, até porque os últimos dois anos foram marcados por uma crise pandémica, à qual se seguiu “um contexto marcado pela subida dos preços energéticos e das matérias-primas”.

Neste sentido, a AHRESP entregou, por ocasião da campanha para eleições legislativas de 30 de janeiro, 20 propostas aos vários partidos políticos que considera que se mantêm “no topo das prioridades” e que se dividem em cinco eixos, concretamente incentivo ao consumo, fiscalidade, capitalização das empresas, qualificação e dignificação do emprego e legislação laboral e contratação coletiva.

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AHRESP pede pagamento com urgência da segunda tranche do Incentivo Extraordinário à Normalização da Atividade Empresarial

Associação apela ao “processamento urgente de todos os pagamentos em atraso”, uma vez que a maioria das empresas de hotelaria e restauração continua “numa situação financeira muito delicada”. 

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta terça-feira, 22 de março, denunciar que o prazo de pagamento previsto da segunda tranche do Incentivo Extraordinário à Normalização da Atividade Empresarial “já foi largamente ultrapassado” e pede o seu pagamento com urgência, pois as empresas continuam “numa situação financeira muito delicada”.

Numa nota enviada à imprensa, a associação apela ao “processamento urgente de todos os pagamentos em atraso”, referentes à segunda prestação do Incentivo Extraordinário à Normalização da Atividade Empresarial, atribuído pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

De acordo com a AHRESP, atualmente, já “não existem apoios à tesouraria para as empresas” da hotelaria e restauração, apesar da “maioria continuar numa situação financeira muito delicada”, pelo que, diz a associação, “é da maior urgência que seja efetuada esta regularização, uma vez que o prazo de pagamento previsto já foi largamente ultrapassado”.

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