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Blue & Green promove Open Day virtual de recrutamento

Iniciativa decorre entre 14 e 16 de fevereiro, e estão disponíveis cerca de 500 vagas para varias áreas de serviço nas unidades de hotelaria do grupo.

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Iniciativa decorre entre 14 e 16 de fevereiro, e estão disponíveis cerca de 500 vagas para varias áreas de serviço nas unidades de hotelaria do grupo.

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A Blue & Green vai promover, entre 14 e 16 de fevereiro, um Open Day virtual de recrutamento, no qual pretende preencher um total de 416 vagas para várias áreas de serviço nas unidades de hotelaria do grupo.

De acordo com uma nota informativa do grupo de hotelaria, neste momento, “as necessidades de recrutamento incidem sobretudo para as áreas de cozinha, quartos, serviços de manutenção, receção, piscinas e guest relations”.

“Para as vagas à disposição o grupo procura sobretudo perfis dinâmicos, empenhados e dedicados, com gosto pelo desafio e vontade de crescer profissionalmente no sector da hotelaria. Para além de salários competitivos, em alguns casos os futuros colaboradores podem contar um conjunto de benefícios em vigor na empresa que refletem uma cultura orientada para o colaborador e o seu desenvolvimento”, explica a Blue & Green.

As vagas abrangem várias unidades do grupo, concretamente o Vilalara Thalassa Resort (Algarve), o Tróia Design Hotel (Península de Tróia), o Hotel Quinta das Lágrimas (Coimbra) e o Marriott Praia D’El Rey (Óbidos).

“Durante três dias, o grupo Blue & Green convida todos os interessados em ingressar numa carreira na turismo e hotelaria a conhecer as suas unidades e oferta de vagas e projetos”, acrescenta o grupo, na informação divulgada.

Os interessados devem enviar o seu CV ou contacto para o email [email protected], indicando o hotel pretendido para candidatura e funções ou áreas que gostaria de conhecer.

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Sindicato da Hotelaria do Algarve defende que baixos salários impedem regresso ao trabalho

Os baixos salários pagos no setor dificultam o regresso ao trabalho de milhares de pessoas inativas desde a pandemia da COVID-19, admite o Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria e Similares do Algarve.

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O Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria e Similares do Algarve refere que os baixos salários pagos no setor dificultam o regresso ao trabalho de milhares de pessoas inativas desde a pandemia da COVID-19.

A principal razão para a falta de trabalhadores é, “em primeiro lugar, os baixos salários pagos no setor […] que não permitem os trabalhadores fazerem face às suas necessidades básicas”, disse em conferência de imprensa Tiago Jacinto, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Hoteleira, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve.

O sindicato nota que “o patronato do setor volta a queixar-se da dificuldade em contratar os trabalhadores necessários” e que “insiste que a solução para o problema é o Governo facilitar a angariação de trabalhadores no estrangeiro”.

Os empresários do setor afirmam que apesar de haver milhares de pessoas no setor a receber o subsídio de desemprego no âmbito de medidas implementadas durante a pandemia da COVID-19, quando são chamadas para entrevistas de trabalho recusam-se a regressar às empresas.

Para os representantes dos trabalhadores, aos baixos salários oferecidos tem de se acrescentar outras razões, como os horários de trabalho “cada vez mais desregulados e as longas jornadas de trabalho, que não permitem conciliar vida profissional com a vida pessoal e familiar”.

Outro problema tem a ver com a precariedade que está “generalizada em todo o setor”, com recurso a empresas de trabalho temporário, contratos a prazo na sua maioria ilegais, falsa prestação de serviços ou estagiários a ocupar postos de trabalho permanentes.

O Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria e Similares do Algarve também apontou o dedo ao encerramento dos estabelecimentos na época baixa “para evitar os vínculos efetivos”, defendendo que os trabalhadores “precisam de viver o ano inteiro”.

Tiago Jacinto denunciou “o aumento do assédio laboral e da repressão”, principalmente sobre os trabalhadores que exigem o cumprimento dos direitos e a melhoria salarial, entre outras.

O sindicalista afirma que não está contra a possibilidade de trabalhadores estrangeiros virem para Portugal, mas assegura que “o que está a afastar os trabalhadores” do setor do turismo são principalmente as razões apontadas.

“Para um turismo de qualidade é indispensável valorizar o trabalho e os trabalhadores e repartir com eles a riqueza criada de forma justa e dar-lhes melhores condições”, defende Tiago Jacinto.

O representante dos trabalhadores reclamou em seguida uma série de medidas que deveriam ser implementadas, como um aumento mínimo de 90 euros dos salários ou um salário mínimo nacional de 800 euros a partir de 1 de julho.

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Alojamento

Grupo Barata Hotels aposta em venda direta online

O grupo Barata Hotels, no Algarve, aposta no aumento de vendas diretas online ao celebrar uma parceria com a Guestcentric Systems, fornecedora de websites hoteleiros e soluções de reservas para hotéis premium em mais de 50 países.

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Com o objetivo de continuar a trajetória positiva nas reservas diretas, os Barata Hotels selecionaram a GuestCentric para o desafio de reinventar a sua presença online e apoiar o grupo, composto por oito unidades hoteleiras e várias villas no Algarve, mais concretamente, em Albufeira.

Para esse efeito, a GuestCentric criou para os hóspedes dos Barata Hotels um novo site corporativo e oito sites de hotel, de navegação atrativa e intuitiva, permitindo uma experiência multicanal, a partir de um sistema único e integrado. Esta inovação permitirá aos Barata Hotels aumentarem as suas receitas de reservas diretas, proporcionando simultaneamente aos hóspedes a melhor experiência possível, em todos os canais.

Algumas das inovações incluídas foram a opção de pesquisa avançada que maximiza as oportunidades de cross-selling entre as várias unidades dos Barata Hotels; mecanismos de mensagens personalizadas integradas no site; um motor que propõe incentivos claros à reserva direta; e, ainda, a ligação ao programa de Links de Reserva Gratuita (Free Booking) da Google.

Os Barata Hotels estão agora a utilizar as soluções premiadas GuestCentric de comércio eletrónico de hotéis nos cerca de mil quartos das seguintes unidades: Barata Hotel Atismar, Barata Hotel Sol e Serra, Barata Hotel Sol e Mar, Barata Monica Isabel Beach Club, Barata Oleandro Country Club Apartamentos, Barata Hotel Vila Recife, Barata Hotel Mar e Vista e Barata Auramar Beach Resort.

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Hotelaria do Algarve registou ocupação acima de média dos últimos 25 anos em maio

Apesar da subida na taxa de ocupação, que foi superior à média dos últimos 25 anos, a AHETA revela que este indicador está “ainda abaixo de igual mês de 2019”, apesar de traduzir “uma recuperação da atividade turística no período pós-pandemia”.

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No passado mês de maio, a taxa de ocupação das unidades de alojamento algarvias atingiu os 64,8%, valor que está acima da média dos últimos 25 anos e que, segundo a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), traduz “uma recuperação da atividade turística no período pós-pandemia”, mas ainda abaixo de igual mês de 2019.

De acordo com os dados revelados esta quinta-feira, 9 de junho, pela associação, as zonas que apresentaram, em maio, “melhor desempenho” foram Vila Real de Stº António/Castro Marim e Portimão/Monchique e Lagos Sagres, enquanto os piores desempenhos foram identificados em Tavira, Loulé e Albufeira.

Como “nota positiva”, a AHETA destaca o RevPAR, que aumentou 9,7% em maio, enquanto o preço médio tem vindo a subir, refletindo “o brutal aumento de preços de todos os produtos e serviços utilizados pelas unidades de alojamento”, que tem vindo a absorver o aumento do preço médio.

Na informação enviada à imprensa, a AHETA dá ainda conta das perspetivas para o atual mês de junho, que, segundo a associação, apontam para “uma forte subida esperada nos portugueses”, o que leva a AHETA a prever que, devido ao inicio de férias escolares e da conjugação dos feriados, esta subida “possa contribuir para um regresso à normalidade”.

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Alojamento Local em Lisboa atinge níveis recorde em abril

De acordo com a Confidencial Imobiliário, em abril, houve “uma completa inversão do desempenho deste mercado, que tem exibido indicadores anémicos desde o início da Covid.

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As unidades de Alojamento Local de Lisboa registaram, em abril, uma ocupação média de 73% e um RevPAR de 69 euros, valores que apenas tinham sido atingidos no verão de 2019 e que, no caso do rendimento, representa mesmo um recorde, revela a Confidencial Imobiliário, no âmbito do SIR-Alojamento Local, sistema estatístico que monitoriza o Alojamento Local em Lisboa e Porto.

“Trata-se de uma completa inversão do desempenho deste mercado, que tem exibido indicadores anémicos desde o início da Covid”, destaca a Confidencial Imobiliário, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 8 de junho.

Tal como a ocupação e o RevPAR, também o preço aumentou no Alojamento Local de Lisboa em abril, fixando-se num novo máximo de 100 euros, enquanto o número de noites vendidas chegou aos 58 mil, naquele que foi “o nível mais elevado em dois anos”.

Já o volume de negócios do Alojamento Local da capital somou, em abril, 5,8 milhões de euros, “um dos mais elevados desde o final de verão de 2019”, segundo a Confidencial Imobiliário.

Apesar dos sinais positivos, o volume de apartamentos T0 e T1 ativos no Alojamento Local continua muito abaixo dos patamares pré-pandemia, com pouco mais de 2.600 unidades, quando, em 2019, a média mensal de apartamentos T0/T1 ativos no Alojamento Local em Lisboa superava as 4.000 unidades.

Tal como Lisboa, também o Alojamento Local do Porto tem motivos para celebrar, uma vez que também assistiu a “uma clara recuperação da dinâmica”, “embora não em níveis recorde” como aconteceu em Lisboa, refere a Confidencial Imobiliário.

“Neste mês, a ocupação média atingiu os 54%, superando os 50% registados em abril de 2019, mas ainda distantes do máximo de 73% registado em setembro desse ano. O RevPAR atingiu os 44 euros, acima do mesmo mês de 2019, mas ainda 12 euros abaixo do pico 56 euros observado em setembro de 2019”, lê-se no comunicado divulgado.

No Porto, o preço médio diário foi de 85 euros, o valor mais alto já registado no mês de abril, enquanto o total de noites vendidas foi de de 39.000, o que resultou num volume de negócios de 3,3 milhões de euros, indicadores que, segundo a Confidencial Imobiliário, ficaram “bastante mais próximos dos melhores anos pré-Covid”.

Já em termos de oferta, contabilizam-se cerca de 2.400 apartamentos T0 e T1 ativos no Alojamento Local no Porto, abaixo da média mensal de cerca de 3.300 unidades registada ao longo de 2019.

 

 

 

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Pedras Salgadas spa & nature park reforça capacidade de alojamento

Com a inauguração das Casas da Lebre e Raposa e da Casa do Esquilo, o Pedras Salgadas spa & nature park passa a contar um total de 18 unidades de alojamento, das quais 16 eco-houses e duas tree houses.

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O Pedras Salgadas spa & nature park inaugurou esta quarta-feira, 8 de junho, as Casas da Lebre e Raposa e a Casa do Esquilo, novos espaços de alojamento da unidade hoteleira, que passa a contar um total de 18 unidades de alojamento, das quais 16 eco-houses e duas tree houses.

De acordo com um comunicado da unidade hoteleira, as “Casas da Lebre e Raposa são um conjunto de duas novas eco-houses que resultam da recuperação de edifícios pré-existente no Parque de Pedras Salgadas datados de 1939″, são de tipologia T0 e têm capacidade para três a cinco pessoas.

Já a Casa do Esquilo, que também foi reconstruída a partir de outro edifício pré-existente, apresenta o exterior em pedra com um pátio, enquanto o interior é um estúdio, onde as “áreas do quarto, sala e kitchenette se encontram num único e amplo espaço, dispondo ainda de uma mezzanine com uma cama individual”.

“Estas três novas unidades de alojamento estão integradas no projeto de investimento de expansão e requalificação do PEDRAS SALGADAS spa & nature park anunciado pelo Super Bock Group, no passado mês de julho, por ocasião dos 150 anos da marca Pedras”, lê-se na informação divulgada.

Até final do próximo ano, o Super Bock Group pretende “realizar um investimento de 2,5 milhões de euros no Parque de Pedras Salgadas, num projeto que inclui a recuperação de vários imóveis, como estes agora inaugurados, e a construção de novas casas no local do antigo “Grande Hotel””.

Recorde-se que já em novembro do ano passado, o grupo deu início com o apoio da ANP|WWF, ao restauro ecológico dos terrenos contíguos ao PEDRAS SALGADAS spa & nature park, para onde o parque se vai expandir, numa “lógica agroflorestal para recuperação dos solos, o aumento da capacidade de retenção de água, e potencial para sequestrar anualmente entre 25 e 69 toneladas de CO2/ano”.

“Neste âmbito, está também a ocorrer neste terreno a plantação de árvores, de forma faseada, entre carvalho negral, carvalho alvarinho e carvalho cerquinho, e alguns castanheiros”, indica ainda o comunicado do Pedras Salgadas spa & nature park.

Além disso, o Super Bock Group vai investir mais 27,5 M€ na modernização do Centro de Produção de Pedras Salgadas, uma vez que, desde que adquiriu a VMPS (Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas), em 2002, a empresa já investiu mais de 100 milhões de euros em Trás-os-Montes, sendo um dos maiores investidores privados na região.

 

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B&B Hotel Famalicão já foi inaugurado

Nova unidade de três estrelas conta com 98 quartos e é o oitavo hotel do grupo B&B Hotels em Portugal, depois da abertura das unidades de Braga, Coimbra, Lisboa, Felgueiras, Setúbal, Montijo e Porto.

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O grupo hoteleiro B&B Hotels já inaugurou o B&B Hotel Famalicão, uma nova unidade de três estrelas, que conta com 98 quartos, e que é o oitavo hotel do grupo em Portugal, depois da abertura das unidades de Braga, Coimbra, Lisboa, Felgueiras, Setúbal, Montijo e Porto.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa pelo grupo hoteleiro, o novo B&B Hotel Famalicão está localizado junto ao estádio de futebol de Vila Nova de Famalicão, na Rua António Ferreira Magalhães, e resulta de um projeto do arquiteto Jorge Domingues, que venceu vários prémios e menções honrosas em concursos de arquitetura em países como Dinamarca e Áustria, e que trabalhou entre 1999 e 2012 com o arquiteto Eduardo Souto Moura (Prêmio Pritzker 2011).

A nova unidade conta com 98 quartos duplos, todos ‘single use plastic free’, e disponibiliza pequeno-almoço buffet, Wi-Fi gratuito de alta velocidade em todo o edifício, café e bebidas quentes gratuitas, receção 24 horas e garagem.

Com a abertura da nova unidade em Vila Nova de Famalicão, o grupo B&B Hotels passou a contar com oito unidades em território nacional, numa oferta total que soma 755 quartos e 12 apartamentos.

“O forte crescimento da B&B Hotels em Portugal está a ter uma resposta muito boa entre os hóspedes, que viajam a lazer e a trabalho, e que procuram alojamento a um preço acessível para todos os bolsos sem comprometer o conforto a qualquer momento. Estamos muito satisfeitos que o nosso firme compromisso com um mercado tão dinâmico e atrativo como o português esteja a dar frutos”, afirma Torcato Faria, Country Manager da B&B Hotels em Portugal.

Já Lucía Méndez-Bonito, CEO da B&B HOTELS na Espanha e Portugal, sublinha que “2022 é um ano estratégico” para o crescimento do grupo em território nacional, que se apresenta como um “destino muito atrativo” e onde os hotéis do grupo estão a ter “uma grande aceitação”.

“Temos um grande número de projetos em andamento e continuamos buscando oportunidades para continuar nosso crescimento sustentado na região com o objetivo de expandir nossa rede. Espanha e Portugal são dois mercados chave para o desenvolvimento do Grupo B&B HOTELS na nossa ambição de continuar a ser líder incontestável em hotéis económicos”, acrescenta a responsável.

A B&B Hotels vai explorar a nova unidade de Famalicão em regime de aluguer garantido durante pelo menos 15 anos, tal como o grupo tem vindo a fazer com outras unidades e pretende manter no futuro.

“Alguns dos melhores fundos de investimento imobiliário hoteleiro como ATOM SOCIMI, COVIVIO, MNK PARTNERS, PRIMONIAL REIM, DOALCA SOCIMI ou AZATA têm confiado o seus melhores ativos ao grupo B&B HOTELS com o fim de explorá-los em regime de aluguer garantido. A nossa estratégia para 2022 é continuar a ampliar a nossa rede de hotéis em regime de aluguer garantido a longo prazo e expandir assim o nosso modelo de negócio inovador”, indica Lucía Méndez-Bonito.

 

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AHRESP: Novas regras para espaços de fumadores abrigam a novos investimentos

A AHRESP alerta para o facto de as novas regras relativamente aos locais onde é permitido fumar obrigar a “avultados investimentos”.

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O diploma que estabelece as regras relativamente aos locais onde é permitido fumar acaba de ser publicado. Nesta sequência, e a partir do dia 01 de janeiro de 2023, os estabelecimentos devem cumprir as novas regras quanto à lotação máxima permitida, à separação física ou compartimentação dos espaços, instalação e requisitos técnicos dos sistemas de ventilação e regras quanto à dimensão mínima dos espaços.

A Associação lembra que já se tinha pronunciado sobre o projeto que deu origem à legislação agora publicada, tendo então “chamado à atenção para os avultados investimentos e para os requisitos em termos operacionais que vão passar a ser necessários para que possa ser permitido fumar nos estabelecimentos”.

 

 

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Solar Alvura Health Hotel abre no Algarve com foco na perda de peso

Focado na perda de peso e na qualidade de vida, o Solar Alvura Health Hotel, abre portas no próximo dia 22 de junho, no Algarve, mais propriamente em Moncarapacho, a 25 minutos do aeroporto de Faro.

A nova unidade, resultado de um investimento de cerca de 5 milhões de euros, conta com mais de 42 mil metros quadrados e tem como mote a combinação de férias e saúde, com o foco na perda de peso e na qualidade de vida.

A experiência personalizada começa no momento da chegada, quando os hóspedes são avaliados diretamente pela médica finlandesa responsável pelo projeto, Eva Orsmond, e, ao longo da estadia, têm à disposição uma programação que inclui aulas de yoga e de fitness, massagens, tratamentos de Spa, passeios guiados pelas ilhas e trilhas da região, workshops de cozinha saudável e introdução a atividades de autoconhecimento e de desenvolvimento pessoal, como sessões de meditação e de prática dos “cinco ritos tibetanos”.

Além de proporcionar o bem-estar, o objetivo do projeto é oferecer ferramentas de reeducação alimentar e de equilíbrio físico, mental e emocional para que os clientes possam aplicar nas suas rotinas diárias, após a estadia.

“O Solar Alvura foi pensado como um lugar para cuidar do corpo e da mente. Promovemos facilidades e suporte para que os nossos hóspedes possam experienciar e adotar hábitos para uma vida com mais qualidade e felicidade” refere Eva Orsmond.

“Cada programa foi elaborado para a obtenção de resultados efetivos, mas sem restrições radicais”, explica a médica.

O menu contempla pequeno-almoço, almoço, jantar, três snacks, chás e shots detox. Existem ainda opções para celíacos, com adaptações glúten-free, assim como sugestões para vegetarianos e veganos. Outra particularidade deste hotel é a ausência de bebidas alcóolicas.

O Solar de Alvura tem apenas 21 quartos. O espaço possui Spa, com salas de massagem e salão de beleza, hammam, piscina exterior, piscina marroquina, ginásio, tenda de yoga, rooftop, varanda com vista para um imenso laranjal e muitas áreas verdes.

Sobre o autorCarolina Morgado

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HotelShop diz que quer ajudar hotéis a enfrentar inflação

A HotelShop lembrou ao mercado hoteleiro, em nota de imprensa que a intervenção de uma central de compras vai ser “valiosa” para enfrentar a subida de preços.

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“A utilização de uma central de compras permite limitar os efeitos da inflação ao mínimo, e premiar os fornecedores mais focados nos interesses dos clientes” diz a HotelShop em comunicado.

Refere que dispõe de staff em quantidade e qualidade “para fazer essas avaliações, que são complexas e morosas, e, igualmente, porque detém poder negocial que lhe permite pressionar no sentido da redução de margens de fornecedores mais “ambiciosos””.

A central de compras sublinha que, agora, com os hotéis cheios, aumentam os consumos de energia, de alimentos e de todos os outros consumíveis de que depende a sua operação, para destacar que há bens essenciais que estão a subir acima dos 8% que o INE aponta como a subida da inflação.

Segundo a HotelShop, a única hipótese passa pela redução de custos, sem afetar a qualidade do serviço ao hóspede. Ou seja, “não deve afetar a quantidade e qualidade de bens que o hóspede recebe (e paga)”.

Por isso, aponta que a resposta correta será: “comprar melhor”, o que significa, desde logo, “optar pelos fornecedores que não repassaram na totalidade os custos com matérias-primas para o preço final dos seus produtos”.

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Tivoli Avenida Liberdade junta-se à coleção Virtuoso

O cinco estrelas Tivoli Avenida Liberdade, em Lisboa, acaba de integrar o portefólio exclusivo de parceiros de viagens da Virtuoso, rede de luxo que conta com mais de 2.200 fornecedores preferenciais em 100 países.

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A integração do Tivoli Avenida Liberdade na Virtuoso permite relações diretas com as principais agências de viagens de lazer na América do Norte e Latina, Caraíbas, Europa, Ásia-Pacífico, África e Médio Oriente.

Fazem parte deste grupo exclusivo os melhores hotéis de luxo, resorts, empresas de cruzeiros, companhias aéreas, operadores turísticos e outras entidades de viagens em todo o mundo.

Estes fornecedores de prestígio podem vender a clientes Virtuoso, através de vários canais de comunicação e eventos, incluindo a Virtuoso Travel Week, encontro mundial de viagens de luxo.

João Prista, diretor geral da unidade hoteleira de Lisboa confirma que esta entrada tratará novas oportunidades comerciais e de marketing junto dos mais de 20 mil consultores de viagens de luxo que integram a rede e dos seus clientes, para indicar que “as agências Virtuoso em todo o mundo vendem uma média de 25 a 30 mil milhões de dólares por ano, tornando esta rede no mais importante player de viagens de luxo”.

“Agora que fazemos parte desta conceituada rede, esperamos oferecer aos consultores Virtuoso, e aos seus clientes, um serviço e experiências personalizadas, superando as suas expectativas”, conclui.

 

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