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Novembro manteve crescimento no alojamento turístico mas ainda abaixo dos níveis pré-pandemia

Dados do INE mostram que, em novembro, setor do alojamento turístico registou 1,5 milhões de hóspedes e 3,6 milhões de dormidas, números que traduzem subidas face a 2020, mas que ficam ainda aquém dos níveis pré-pandemia.

Inês de Matos
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Novembro manteve crescimento no alojamento turístico mas ainda abaixo dos níveis pré-pandemia

Dados do INE mostram que, em novembro, setor do alojamento turístico registou 1,5 milhões de hóspedes e 3,6 milhões de dormidas, números que traduzem subidas face a 2020, mas que ficam ainda aquém dos níveis pré-pandemia.

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Em novembro, setor do alojamento turístico registou 1,5 milhões de hóspedes e 3,6 milhões de dormidas, números que indicam aumentos de 265,5% e 287,7%, respetivamente, face a igual mês do ano passado, mas que continuam a traduzir quebras de 17,0% e 12,4% face aos valores pré-pandemia, de acordo com os dados divulgado esta segunda-feira, 3 de janeiro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do INE mostram que, em novembro, o mercado interno contribuiu com 1,3 milhões de dormidas, enquanto os mercados externos totalizaram 2,3 milhões, o que traduz subidas de 140,1% e 486,0% face a novembro de 2020, mas que, em comparação com 2019, continua a mostrar  descidas quer nas dormidas dos residentes quer dos não residentes, que chegaram aos 3,4% e 16,6%, respetivamente.

Em novembro, as dormidas na hotelaria representaram 82,0% do total e aumentaram 309,6%, ainda que, face a igual mês de 2019, se continue a encontrar uma quebra de 13,8%. Já as dormidas nos estabelecimentos de alojamento local, que representaram 14,8% do total, cresceram 215,2%, ainda assim, também com uma descida de 11,1% face a novembro de 2019, enquanto as dormidas em turismo no espaço rural e de habitação, que foram 3,2% do total, aumentaram 197,0%, sendo as únicas a apresentar uma tendência positiva face ao período pré-pandemia, com um aumento de 33,6% face a novembro de 2019.

No acumulado dos primeiros 11 meses de 2021, os estabelecimentos de alojamento turístico viram as dormidas subir 40,4% face a igual período do ano passado, num crescimento de 36,0% entre os residentes e 45,3% nos não residentes, ainda que, na comparação com período homólogo de 2019, se registe uma quebra de 47,7% nas dormidas, incluindo de 10,8% nos residentes e de 63,3% nos não residentes.

Entre janeiro e novembro de 2021, as dormidas de residentes representaram 50,7% do total, o que, segundo o INE, ficou significativamente acima da quota verificada em 2019 (29,8% do total).

Por mercados externos, o destaque vai para o mercado alemão, que representou 15,3% do total de dormidas de não residentes em novembro, seguindo-se os mercados britânico (quota de 14,1%), francês (10,2%) e espanhol (10,0%).

O INE destaca, no entanto, que “a totalidade dos dezassete principais mercados emissores
registou aumentos em novembro, tendo representado 86,0% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês”.

Já no acumulado dos primeiros onze meses de 2021, os principais crescimentos registaram-se nos mercados irlandês (+199,5%), polaco (+170,4%), norte americano (+120,8%) e suíço (+100,7%). As maiores diminuições verificaram-se nos mercados chinês (-63,1%), canadiano (-49,3%), russo (-31,4%) e brasileiro (-22,7%).

Por regiões, em novembro, “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, aponta o INE, que realça, ainda assim, o facto da Área Metropolitana de Lisboa ter concentrado 31,4% das dormidas, seguindo-se o Algarve (18,5%), o Norte (17,6%) e a Região Autónoma da Madeira (14,4%).

“Nos primeiros onze meses do ano, todas as regiões apresentaram acréscimos no número de dormidas, com realce para as evoluções apresentadas pela RA Açores (+117,1%) e RA Madeira (+73,3%). Os acréscimos foram generalizados às dormidas de residentes, com destaque para a RA Madeira (+110,4%) e RA Açores (+99,3%), e também às de não residentes (com o maior aumento na RA Açores: +157,8%)”, acrescenta o INE.

Já a estada média aumentou 6,1% em novembro e 4,4% no acumulado desde o início do ano, passando para 2,45 e 2,60 noites, respetivamente, ainda que, entre os residentes (1,79 noites), este indicador tenha decrescido 2,0%, enquanto entre os não residentes (3,07 noites) houve uma diminuição de 14,1%.

Segundo o INE, em novembro, 33,8% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes, percentagem que traduz um agravamento face aos 25,3% de estabelecimentos que estiveram encerrados em outubro.

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Mama Shelter planeia seis novos hotéis para 2023 e 2024

Algumas das novas unidades representam a estreia da marca em países como Emirados Árabes Unidos, Colômbia e Suíça.

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A marca de hotéis francesa Mama Shelter tem em vista novos planos de expansão para 2023 e 2024, acrescentando seis hotéis ao portfólio até ao final de 2024.

Estes ficarão distribuídos entre três cidades francesas, além dos Emirados Árabes Unidos, Colômbia e Suíça. Em comunicado de imprensa, a marca garante que “cada hotel prestará homenagem à cultura local, mantendo ao mesmo tempo as características divertidas e criativas” do Mama Shelter.

Com abertura prevista para março de 2023, o Mama Shelter Rennes será o nono hotel da marca em França e o 17.ª a nível mundial. A unidade vai estrear o primeiro Mama Skin Spa da marca, além do primeiro rooftop bar da cidade de Rennes, com vista para as torres medievais. Localizado a poucos passos da Place des Lices, o hotel terá 119 quartos, cinco workshops, um restaurante, uma piscina e várias salas de karaoke.

Mama Shelter Dijon

Já em junho de 2023 terá lugar a abertura do Mama Shelter Dijon, também em França. Com 120 quartos distribuídos por cinco andares, a unidade contará com um restaurante, um cinema privado – o CineMama – e um campo de petanca.

Para o final de 2023, a marca antecipa a abertura do Mama Shelter Dubai, a sua estreia no Médio Oriente. A unidade contará com 197 quartos e 204 apartamentos, uma gama de refeitórios, um terraço com quatro piscinas e um CineMama ao ar livre. Como a marca indica em comunicado, este “será um Mama larger-than-life, que personificará a ideia de um resort no coração da cidade, recordando as origens da família Trigano que fundou o grupo Mama Shelter e cofundou o Club Med”.

Aberturas da Mama Shelter para 2024 totalizam 430 quartos

No início de 2024 a marca prevê a abertura do Mama Medellín, na Colômbia. Localizado na zona de El Poblado, o primeiro hotel Mama Shelter colombiano terá 150 quartos, um restaurante, um bar, mais de 3.000 metros quadrados de espaço de coworking, 500 metros quadrados de salas de reuniões e uma piscina no rooftop.

Em junho de 2024 o Mama Shelter viaja até à Riviera Francesa para a abertura do Mama Shelter Nice, que ficará a 600 metros do Porto Antigo da cidade e contará com 102 quartos.

Por fim, a Mama Shelter planeia a primeira abertura na Suíça para novembro de 2024, com o Mama Zurich. Localizado no bairro comercial de Oerlikon, a unidade contará com 178 quartos.

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Alojamento turístico cresce em hóspedes e dormidas em setembro e fica acima de 2019

Em setembro, o alojamento turístico nacional registou 2,9 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, subidas de 41,3% e 37,4% face a igual mês de 2021 e de 0,2% e 0,7% em comparação com mês homólogo de 2019.

Inês de Matos

No passado mês de setembro, o setor do alojamento turístico nacional registou 2,9 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, valores que traduzem subidas de 41,3% e 37,4% face a igual mês de 2021 e de 0,2% e 0,7%, respetivamente, em comparação com mês homólogo de 2019, antes da chegada da pandemia, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com as estatísticas rápidas de setembro do INE, as dormidas aumentaram em todas as categorias de alojamento, tendo as dormidas do alojamento local, que representaram 13,6% do total, sido as que apresentaram maior subida, aumentando 40,0% face a setembro de 2021, ainda que, em comparação com o mesmo mês de 2019, se continue a registar um decréscimo de 6,3%.

Já as dormidas na hotelaria, que representaram 82,6% do total de dormidas de setembro, aumentaram 38,0% face a setembro de 2021, numa tendência que se mantém também na comparação com mês homólogo de 2019, em que há um aumento de 0,8%.

As dormidas nos estabelecimento de turismo no espaço rural e de habitação também apresentaram, em setembro, uma tendência positiva e cresceram 19,1%, tendo representado 3,9% do total. Este é, contudo, o tipo de alojamento que melhor desempenho apresentou face a setembro de 2019, já que as dormidas nestes estabelecimento subiram, em setembro, 30,5% em comparação com o mesmo mês do último ano antes da pandemia.

Os dados do INE  mostram também que, em setembro, o mercado interno contribuiu com 2,4 milhões de dormidas, o que traduz uma descida de 3,1% face ao mesmo mês do ano passado, enquanto os mercados externos, cujas dormidas representaram 68,2% do total, somaram 5,2 milhões de dormidas, num aumento de 70,7% face a setembro de 2021.

“Comparando com setembro de 2019, as dormidas de residentes aumentaram 10,0% e as de não residentes diminuíram 3,2%”, indica o INE, sublinhando que, em setembro, 15,9% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes, quando em igual período do ano passado esta percentagem era de 21,6%.

Residentes em destaque no acumulado até setembro

No acumulado dos primeiros nove meses do ano, as dormidas somam já um crescimento de 113,0%, incluindo um aumento de 27,3% nos residentes e +222,3% nos não residentes, ainda que, segundo o INE, tenham descido 2,4% face ao mesmo período de 2019, principalmente devido à descida entre os não residentes, onde este indicador desceu 7,0%, enquanto as dos residentes subiram 8,0%.

No terceiro trimestre do ano, houve ainda um aumento de 48,8%, que corresponde também a uma subida de 2,9% face ao mesmo período de 2019, com destaque para as dormidas dos não residentes, que subiram 108,3%, ainda que, em comparação com o mesmo período de 2019 se continue a registar uma descida de 0,8%.

Já as dormidas dos residentes desceram 3,6% face ao terceiro trimestre de 2021, mas estão 10,8% acima do que tinha sido registado no mesmo trimestre de 2019.

Por mercados, o britânico, que representou 21,1% do total das dormidas de não residentes em setembro, apresentou, neste mês, uma descida de 3,2%
relativamente a setembro de 2019, enquanto as dormidas de hóspedes alemães, que representaram 12,0% do total, desceram 11,9% e as dos espanhóis, que representaram 9,3% do total, diminuíram 0,3%.

“A maioria dos mercados registou diminuições face a setembro de 2019, destacando-se os mercados brasileiro (-21,4%) e sueco (-14,8%)”, acrescenta o INE.

Em sentido contrário esteve o mercado dos EUA, cujas dormidas representaram 8,7% do total e que se destacou em setembro, evidenciando um aumento de 38,2% face a igual mês de 2019. Além dos EUA, também o mercado checo aumentou 30,3% em setembro.

Por regiões, o INE indica que, “em setembro, registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, tendo o Algarve concentrado 30,4% das dormidas, seguindo-se a AM Lisboa (24,5%) e o Norte (16,2%).

Face a igual mês de 2019, apenas o Algarve e o Centro registaram decréscimos (-9,2% e -3,3%, respetivamente), enquanto os maiores aumentos ocorreram na RA Madeira (+17,0%), seguida do Norte (+8,7%) e RA Açores (+8,2%).

O INE diz ainda que, relativamente às dormidas de residentes, “observaram-se aumentos em todas as regiões”, com destaque para a RA Madeira (+64,3%), a AM Lisboa (+13,0%) e o Alentejo (+11,0%).

Já nas dormidas de não residentes, houve aumentos na RA Açores(+12,5%), RA Madeira (+8,8%), Norte (+8,6%) e AM Lisboa (+0,8%), enquanto o Centro (-15,4%), Algarve (-13,2%) e Alentejo (-5,9%) apresentaram descidas.

Em setembro, a estada média diminuiu 2,7% e ficou nas 2,65 noites, com destaque para os não residentes, cuja estada média foi de 2,94 noites, depois de uma redução de 6,5%. Ainda assim, entre os residentes, a descida foi mais pronunciada e chegou aos 6,8%, ficando nas 2,18 noites.

Na RA Madeira e no Algarve, as estadas médias continuaram a atingir os valores mais elevados e chegaram ao estadas médias de 4,87 e 4,03 noites, respetivamente, com o INE a destacar também o Norte (+2,3%) e a AM Lisboa (+1,6%).

Cenário diferentes registou-se nas outras regiões do país, com  o INE a referir que “todas as restantes regiões apresentaram decréscimos na estada média”.

 

 

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Hyatt Regency Lisboa
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Hyatt Regency Lisboa abre portas após período em soft opening

O empreendimento de cinco estrelas superior, a cargo da United Investments Portugal, combina a componente hoteleira e de investimento.

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O Hyatt Regency Lisboa, localizado em Belém, abriu portas esta quarta-feira, após um período de soft opening. Este novo empreendimento de cinco estrelas superior, a cargo da United Investments Portugal, combina a componente hoteleira e de investimento.

A unidade conta com 204 quartos, dos quais 105 são suítes, cuja decoração inspira-se nos descobrimentos portugueses e nas influências contemporâneas de Lisboa, com elementos em tons de azul e madeira de carvalho. As tipologias de alojamento vão desde os quartos Queen até às Regency Suites de três quartos, que dispõem de varandas privativas e sala de estar com área de jantar.

O projeto aposta em quatro experiências gastronómicas e um bar, em espaços distintos. Por enquanto, encontram-se em funcionamento dois dos quatro restaurantes do empreendimento: o VISERVERSA, um restaurante e bar ao estilo ‘grand-café’ aberto todo o dia e o ZEST, situado em frente ao jardim privativo, onde é possível almoçar ou lanchar de forma rápida opções saudáveis confecionadas com ingredientes locais frescos.

Para “breve” está a inauguração de um “restaurante de topo” no piso térreo, com acesso independente ao hotel, bem como um rooftop com uma vista panorâmica para o rio Tejo – que, por enquanto, está apenas disponível para grupos e eventos.

Serviços do empreendimento incluem spa e ginásio

Por cima do restaurante VISEVERSA encontra-se o VISTA, um espaço multiusos onde é possível trabalhar, ter uma reunião rápida ou ler, sendo também o “espaço ideal para eventos, apresentações ou lançamento de produtos”, de acordo com a unidade.

A pensar no mercado de eventos, o Hyatt Regency Lisboa conta com uma área total de reuniões com cerca de 420 metros quadrados. A sala de reuniões principal, com 220 metros quadrados, pode também ser dividida em quatro grandes salas, com 42 metros quadrados.

A abertura do Hyatt Regency Lisboa marca ainda a chegada do Serenity – The Art of Well Being à capital, um espaço com mais de 1000 metros quadrados onde os clientes podem encontrar nove salas para tratamentos individuais ou em casal, um Oásis Termal e uma zona especial, a Aurum Suite.

O empreendimento conta ainda com um espaço ACTIVE, que inclui um ginásio e dois estúdios de fitness para aulas, equipados com produtos da Technogym. Este pode ser frequentado tanto por hóspedes como clientes externos, com a possibilidade de acesso a um membership exclusivo, com condições especiais.

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Meliá Hotels International
Hotelaria

Meliá Hotels International acrescenta dois novos hotéis no México ao portefólio

A marca Gran Meliá abrirá o seu primeiro hotel no México, na Riviera Nayarit. Já a marca ME by Meliá aposta num segundo hotel no país, em Guadalajara.

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A Meliá Hotels International passará a contar com dois novos hotéis no México. A marca Gran Meliá Hotels & Resorts abrirá o primeiro hotel no México, enquanto a ME by Meliá abrirá o segundo hotel no país.

A marca de luxo Gran Meliá vai inaugurar o novo hotel em Rivera Nayarit. Localizado à beira do Oceano Pacífico, a 70 quilómetros do aeroporto, o futuro Gran Meliá em Rivera Nayarit irá oferecer 180 quartos e suítes, além de “todas as comodidades necessárias para uma experiência de puro luxo”, como o grupo assegura em comunicado.

Após a abertura do ME Cabo Hotel, o segundo hotel da marca ME by Meliá no México estará localizado em Guadalajara e será a primeira unidade hoteleira urbana da marca no país. O ME Guadalajara vai disponibilizar 150 quartos e suítes, além de espaços como uma piscina no rooftop. Em linha com outros hotéis ME, o grupo explica que “o ME Guadalajara irá também oferecer uma ampla variedade de experiências gastronómicas”.

A Meliá Hotels International justifica o investimento destas novas aberturas no México com o facto de o “país viver um período de crescimento e desenvolvimento turístico em todos os seus destinos, tanto urbanos como de resort”. Como explica, “o país superou em 2022 o número de turistas internacionais recebidos em 2019”, sendo o “destino preferencial para viajantes dos Estados Unidos, Canadá e outros países das Américas, como a Colômbia”.

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hotel Martinhal Cascais
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Elegant Group vende hotel Martinhal Cascais à Onyria

O grupo justifica a decisão com o facto de pretender focar-se “na diversificação e novos negócios em Portugal”.

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A família Pinto Coelho, anterior proprietária do hotel Martinhal Cascais e proprietária das marcas Onyria Golf Resorts, Onyria Quinta da Marinha Hotel e Onyria Quinta da Marinha Golf, contactou a família Stern, detentora do Elegant Group, para adquirir o hotel e voltar a integrá-lo na sua carteira de negócios na Quinta da Marinha.

Chitra e Roman Stern aceitaram a oferta de compra no passado mês de outubro, sendo que a entrega da propriedade terá lugar a 8 de janeiro de 2023. Em comunicado, os responsáveis pelo Elegant Group asseguram que o Martinhal Cascais “continuará a ser um cinco estrelas de topo, onde colaboradores e hóspedes serão tratados com o maior respeito e cuidado”.

A família Pinto Coelho é proprietária do campo de golfe desde 1985 e do hotel da Quinta da Marinha desde 1999. Por essa razão, a família Stern afirma em comunicado que “tendo em mente as outras propriedades e negócios do grupo Onyria na Quinta da Marinha, este hotel faz todo o sentido para o portefólio da marca”.

Numa nota final, o Elegant Group afirma que “continuará a procurar outras oportunidades para a marca Martinhal, bem como outros projetos imobiliários em Portugal”, assegurando que “não tem planos para vender as outras propriedades”.

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Grupo Solverde assinala as bodas de ouro com presença de Marcelo Rebelo de Sousa

O Grupo Solverde assinala o seu 50º aniversário no próximo dia 4 de novembro com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, num cocktail que terá lugar no Hotel Solverde Spa & Wellnes Center, em Vila Nova de Gaia, Praia da Granja.

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Refira-se que ao longo de 50 anos de atividade, a Solverde “tem vindo a contribuir de forma inequívoca para a promoção do país, na dinamização do Turismo, criação de postos de trabalho e na valorização da identidade e cultura das regiões onde opera, através de uma forte aposta na produção de eventos e espetáculos, nacionais e internacionais, e proporcionando experiências únicas nas áreas do jogo, hotelaria e lazer”, conforme indica o grupo, que nasceu em Espinho, pelas mãos de Manuel Oliveira Violas.

O Grupo Solverde detém a concessão de jogo do Casino Espinho, inaugurado em 1974, dos três casinos do Algarve – Vilamoura, Monte Gordo e Praia da Rocha, em funcionamento desde 1996, e do Casino de Chaves que abriu portas em 2008.

Na indústria hoteleira, o grupo liderado atualmente pelos irmãos Manuel e Celeste Violas, possui, desde 1984, o Hotel Apartamento Solverde de quatro estrelas em Espinho, o Hotel Solverde Spa & Wellness Center, de cinco estrelas em Gaia, desde 1989, o Hotel Algarve Casino cinco estrelas) na Praia da Rocha desde 1997 e o Hotel Casino Chaves quatro estrelas) em Chaves, desde 2008. Em 2017 lançou a plataforma de jogo online solverde.pt.

A Solverde – Sociedade de Investimentos Turísticos da Costa Verde S.A é fundada, em abril de 1972  por Manuel de Oliveira Violas sob o título Solverde – Sociedade de Empreendimentos Costa Verde. Vocacionada para a área turística, surge com o intuito de conjugar lazer, animação, cultura, investimento e emprego.

 

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Clever Hospitality Analytics lança novo módulo de análise personalizada para a hotelaria

O novo módulo de análise personalizada é independente da Plataforma Clever e permite a construção de tabelas e gráficos ajustados a cada negócio hoteleiro.

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A Clever Hospitality Analytics lançou o Clever Data Studio, um novo módulo de análise personalizada, que é independente da Plataforma Clever e que permite a construção de tabelas e gráficos ajustados a cada negócio hoteleiro.

De acordo com um comunicado da Clever Hospitality Analytics, o Clever Data Studio funciona numa lógica de “self-service” e “proporciona aos seus utilizadores
ferramentas avançadas que facilitam a criação de relatórios” com dados do
PMS e POS, para que o foco do negócio seja a “eficiência na tomada de decisões informadas e baseada nos dados recolhidos”.

“Compreendendo a dificuldade que os hoteleiros têm em conseguir soluções
para analisar detalhadamente apenas os indicadores que interessam para o crescimento do negócio hoteleiro, este módulo permite a criação de relatórios customizados, através da escolha de uma seleção de dimensões, indicadores e períodos a analisar”, explica a Clever Hospitality Analytics.

O novo módulo incorpora uma funcionalidade que permite converter diretamente os dados em gráficos, ferramenta que “possibilita a gravação de layouts para simplificar a localização dos mesmos e, ainda, a sua partilha entre colegas, em poucos cliques, para que cada equipa tenha acesso aos relatórios com relevância para a sua operação”.

“Estes relatórios personalizados são passíveis de serem verificados a qualquer momento e em qualquer lugar, para que os utilizadores da plataforma possam analisar os seus indicadores da maneira mais conveniente e completa possível”, acrescenta a Clever Hospitality Analytics.

De acordo com Luís Brites, CEO da Clever, “o Clever Data Studio vem revolucionar a análise de dados e métricas que qualquer gestor hoteleiro necessita”, de forma rápida e intuitiva, numa vantagem que, segundo o responsável, permite que os profissionais se dediquem a tarefas mais importantes.

“O uso de tecnologia deve servir a finalidade de libertar os «knowledge workers» das tarefas repetitivas e de pouco valor acrescentado, para que se dediquem a utilizar o seu talento na criação de valor nas suas organizações”, afirma Luís Brites.

Para que os hoteleiros possam experimentar o Clever Data Studio, a Clever Hospitality Analytics está a oferecer a primeira mensalidade aos utilizadores que se registem aqui.

 

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W Algarve eleito melhor resort de luxo do sul da Europa

Os World Luxury Awards distinguem anualmente os melhores hotéis e resorts a nível e, este ano, foram entregues a 22 de outubro, numa cerimónia que decorreu em Antalya, na Turquia.

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O W Algarve foi eleito como melhor “Luxury Lifestyle Resort” do sul da Europa nos World Luxury Awards, prémios que distinguem anualmente os melhores hotéis e resorts e que, este ano, foram entregues a 22 de outubro, numa cerimónia que decorreu em Antalya, na Turquia.

“Muitos fatores desempenham um papel determinante na escolha do vencedor; marca, design, instalações únicas e satisfação geral dos convidados, que são refletidos nas votações recebidas durante o período de votação anual de três semanas”, afirma Jana Stoman, Executive Manager dos World Luxury Awards.

Situado no topo de uma falésia algarvia, o W Algarve apresenta um design sofisticado e marcante, com interiores coloridos que contam histórias, assumindo-se como o local perfeito para uma escapadinha no sul do país.

Recorde-se que os World Luxury Awards distingue anualmente os melhores Hotéis, Spas, Restaurantes e Estabelecimentos de Viagens com um serviço de excelência a nível mundial. Os prémios são entregues numa base nacional, regional, continental e global, e os vencedores são selecionados por votação pública online.

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Dolce by Wyndham CampoReal Lisboa tem novo diretor de F&B

Ricardo Soares Ferreira é o novo diretor de F&B do Dolce by Wyndham CampoReal Lisboa, ficando responsável pela estratégia da área nos bares e restaurantes do hotel, e pelo serviço de banquetes para eventos e MICE.

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O Dolce by Wyndham CampoReal Lisboa anunciou esta quinta-feira, 27 de outubro, a contratação de Ricardo Soares Ferreira para diretor de Comidas & Bebidas (F&B), profissional que passa a ser responsável pelo “desenvolvimento da estratégia da área no que toca ao serviço dos quatro restaurantes e bares do hotel, assim como o serviço de banquetes para eventos de lazer e MICE”.

Num comunicado enviado à imprensa, a unidade hoteleira indica que, antes de chegar ao Dolce by Wyndham CampoReal Lisboa, Ricardo Soares Ferreira esteve cerca de oito anos em unidades da marca Tivoli Hotels & Resorts, onde foi, numa primeira fase, diretor do restaurante Hippopotamus, no hotel Tivoli Oriente Lisboa, passando, posteriormente, a diretor de F&B do mesmo hotel, liderando uma equipa de 80 pessoas.

Mais recentemente, Ricardo Soares Ferreira passou pelo grupo Marriot Hotels & Resorts, onde também exerceu o cargo de diretor de comidas e bebidas, acrescenta a informação divulgada.

O novo diretor de F&B do Dolce by Wyndham CampoReal Lisboa é formado pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, conta com mais de 20 anos de experiência em gestão hoteleira, catering, consultoria, direção de F&B, e operacionalização em eventos.

Ricardo Soares Ferreira começou o seu percurso profissional no Hotel Vila Galé Estoril e, posteriormente, passou também pelo grupo Portugália e Areas Portugal, onde este sempre em funções de direção e coordenação.

Ricardo Soares Ferreira integrou ainda a gestão de F&B nas edições de 2012, 2014, 2016 e 2018 do festival Rock in Rio Lisboa, e mais recentemente do festival MEO Kalorama.

“O Dolce by Wyndham CampoReal Lisboa é um projeto simultaneamente desafiante e entusiasmante. Com a minha experiência, espero promover o desenvolvimento da qualidade do serviço de comidas e bebidas, principalmente no segmento de eventos e reuniões, onde a marca Dolce Hotels & Resort é já bastante reconhecida e onde o nosso objetivo de crescimento, enquanto propriedade, é mais ambicioso”, afirma o novo diretor de F&B do hotel, citado no comunicado divulgado.

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Conferência Publituris Hotelaria: “Não há que ter medo da inovação porque ela vai acontecer à mesma”

Esta quinta-feira, 27 de outubro, a inovação no setor da hotelaria lançou o mote para uma sessão da Publituris Hotelaria na DecorHotel, em parceria com a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP).

Carla Nunes

Os processos postos em prática pelos hotéis, principalmente durante o período inicial da pandemia, bem como o percurso que ainda falta percorrer nesta área, foram alguns dos pontos debatidos nesta sessão que juntou Rui Martins, CEO SmartLinks e responsável pelo Gabinete Digital da AHP; Jaime Quesado, economista e professor na Faculdade de Economia do Porto; Pedro Serra, diretor-geral de operações do The Editory Hotels; João Rodrigues, Technological Advisor e ex-Country Manager da Schneider Portugal e Miguel Velez, CEO da Unlock Boutique Hotels.

Começando pelos exemplos práticos, Pedro Serra afirma que o período da pandemia foi aproveitado para colocar em prática projetos que já tinham em mente, como o check-in automático, pagamentos contactless e robotização de alguns projetos, “mesmo no backoffice”: “Não é totalmente novo, mas nós não tínhamos”, admite.

Já na Unlock Boutique Hotels, Miguel Velez aponta para a conquista do selo Biosphere em todos os hotéis do grupo, conseguido através de, entre outras medidas, check-in online e concierges digitais.

“Nem sempre a inovação obriga a grandes investimentos financeiros. No nosso caso fizemos o ciclo completo de operações e experiência do cliente, todos os pontos de contacto, para ver onde poderíamos ser mais eficazes e eficientes. [Com base nisso] fizemos um manual para cada um dos hotéis, onde fomos tocando ponto a ponto onde é que poderíamos fazer melhor” explica Miguel Velez, afirmando que esta pode não ser “a inovação no modelo tradicional, mas é um processo contínuo”.

Sobre este assunto, Rui Martins afirmou que, de facto, é necessário “cada vez mais que os competidores de hotéis centralizem dados e extraiam deles padrões”, nos quais devem basear-se para tomar decisões.

“Existem silos de informação, mas depois não existe uma visibilidade sobre os dados, de forma que estes possam ser [utilizados] para tomar decisões. Isto é inovação para nós, mas de inovação não tem nada. É inovação para nós porque não a fazemos”, declara.

A inovação ao serviço dos recursos humanos do setor

Na sua intervenção, Rui Martins aponta ainda que a inovação “acontece muitas vezes por necessidade”. Aportando-se à questão da falta de recursos humanos “nos últimos anos no setor hoteleiro” – não só na “dificuldade de obter bons recursos”, como também em “mantê-los fidelizados” –, o responsável pelo Gabinete Digital da AHP relembra que “a digitalização e a transformação digital ajudam a compor essa necessidade”.

“Ao substituir pessoas por processos automatizados, permitimos que as pessoas façam o que fazem melhor, que é ligar-se a outras pessoas” afirma.

Sobre a possibilidade que a inovação tecnológica possa retirar trabalho no setor, o profissional deixa apenas uma questão: “Quando as pessoas deixaram de usar velas e passaram a usar lâmpadas houve uma transformação do setor, certo?”

Se “não é possível uma máquina transmitir uma emoção ao ser humano”, por outro lado, é possível “resolver problemas de processos que são contínuos, permitindo que essas pessoas sejam desviadas para funções muito mais impactantes” – razão pela qual aponta que “enquanto uma máquina não conseguir causar sentimentos e mostrar empatia, não há nenhum processo de automação que nos possa substituir”.

“Não há que ter medo da inovação. É absolutamente incorreto e desnecessário, porque ela vai acontecer à mesma”, afinca.

Os passos para o futuro

Numa nota final, os intervenientes apontam processos de inovação que ainda estão em falta na hotelaria. Se para Jaime Quesado é “muito importante” criar expetativas em relação ao cliente, apostando no customer experience, para Miguel Velez “é fundamental trazer a escala” para os hotéis.

“[É necessário] transportar a inovação para os hotéis independentes, pequenos, que [caracterizam] a maior parte dos hotéis em Portugal. Praticamente um terço são hotéis de cadeia, dois terços são hotéis independentes. É a mesma história que é no vinho e noutros setores que estavam muito disseminados e foi necessário juntar para ganhar dimensão”, explica o CEO da Unlock Boutique Hotels.

Já Rui Martins é da opinião de que “sem uma boa experiência para o hóspede e centralização de dados, é muito difícil para um hotel sobreviver”, acrescentando ainda que as unidades têm de apostar na diferenciação, em serem únicas, oferecendo algo que só se possa encontrar ali – dando, para isso, o exemplo do H2otel, em Unhais da Serra.

“As pessoas estão dispostas a ir se a experiência for satisfatória”, defende.

Também João Rodrigues partilha da mesma opinião no que respeita à diferenciação dos hotéis, explicando que estes devem “identificar no seu business plan o que tem de ser feito e fazê-lo”. Por fim, Pedro Serra aponta que a inovação no setor passa pela preocupação com a “pegada que os hotéis deixam no sítio em que estão”.

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