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Taxa de ocupação de novembro no Algarve sobe 225% face a 2020

Embora ainda se mantenha longe dos números de 2019, a taxa de ocupação global média/quarto no Algarve, subiu subiu 225% face a 2020.

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Taxa de ocupação de novembro no Algarve sobe 225% face a 2020

Embora ainda se mantenha longe dos números de 2019, a taxa de ocupação global média/quarto no Algarve, subiu subiu 225% face a 2020.

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De acordo com os dados avançados pela Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), o mês de novembro registou um crescimento de 225% na taxa de ocupação global média/quarto, face a igual período de 2020, situando-se nos 41,3%, menos 5,8% que em igual período pré-pandémico de 2019.

Os números apurados indicam que o mercado nacional aumentou 6,8% e o externo diminuiu 13,3%, face a novembro de 2019.

Já em termos acumulados, desde o início do ano de 2021, a ocupação quarto regista uma descida média de 47,1% e o volume de vendas uma descida de 40,1% face ao mesmo período de 2019.

Por zonas geográficas, face a novembro de 2019, as maiores descidas verificaram-se em Monte Gordo / Vila Real de Santo António (-57,4%), Albufeira (-23%), e Carvoeiro / Armação de Pêra (-16,3%).

O volume de vendas aumentou 1,3% face a novembro de 2019 e 248% face ao mesmo mês de 2020, com 28,5% das vendas, em novembro deste ano, a serem efetuadas através de operadores turísticos tradicionais, valor que compara com os 43,7% de 2019.

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Elidérico Viegas recandidata-se à presidência da AHETA com o lema “Assegurar o presente, garantir o futuro”

Elidérico Viegas recandidata-se à presidência da AHETA, cujas eleições estão previstas para o próximo dia 21, encabeçando uma lista que tem como lema “Assegurar o presente, garantir o futuro”. Caso seja eleita, esta lista quer “prosseguir uma estratégia que tem no horizonte o reforço da AHETA, enquanto estrutura associativa forte e dinâmica, e em que todos continuem a rever-se e a participar ativamente, ao invés de subserviências e dependências de centralismos de Lisboa”.

Elidérico Viegas recandidata-se à presidência da AHETA, cujas eleições estão previstas para o próximo dia 21, encabeçando uma lista que diz “de empreendedores hoteleiros e turísticos do Algarve, representativos dos vários interesses empresariais em todo o espaço regional, desde Vila Real de Santo António até Lagos e Sagres, dando assim expressão à representatividade da associação”.

O programa de ação da lista de Elidérico Viegas, que se demitiu da presidência da Associação algarvia, mas por consenso, manteve-se em funções de gestão assegurando o normal funcionamento da associação até final do mandato, tem como lema “Assegurar o presente, garantir o futuro”.

Na nota da imprensa, a candidatura de Elidérico Viegas refere que os órgãos sociais que integram a Lista A irão, no essencial, caso sejam eleitos, “prosseguir uma estratégia que tem no horizonte o reforço da AHETA, enquanto estrutura associativa forte e dinâmica, e em que todos continuem a rever-se e a participar ativamente, ao invés de subserviências e dependências de centralismos de Lisboa”, para realçar que a Associação “quer continuar a ser cada vez mais o ponto de encontro dos empresários do setor no Algarve, recusando ser uma estrutura ao serviço apenas de alguns, independentemente da legitimidade dos seus interesses”.

A AHETA deve, assim, segundo Elidérico Viegas, “continuar a empenhar-se ativamente na construção de uma abordagem positiva do turismo do Algarve, tendo no horizonte a salvaguarda dos interesses empresariais da atividade turística, inovando na sua capacidade de intervenção, sem deixar de prosseguir uma estratégia que contribuiu para a afirmação e reconhecimento público e institucional da associação”.

O candidato destaca a celebração de Convenções Coletivas de Trabalho, a prestação de serviços de apoio aos associados em matéria jurídico-laboral, o acompanhamento da evolução do setor na região e nos mercados turísticos internacionais concorrentes, como questões prioritárias caso venha a ser eleito.

Sublinha, ainda a necessidade “de um Plano Específico para Apoiar a Recuperar o Turismo do Algarve, com dotação e meios financeiros próprios, de acordo com o anunciado pelo atual governo na Assembleia da República, mas que vem aguardando melhores dias”. Uma vez que “o Algarve é a região portuguesa mais afetada economicamente pela pandemia, atendendo à forte implantação do setor turístico na vida e na sociedade regionais, carecendo, por isso mesmo, de medidas de discriminação positiva tendentes a garantir a sobrevivência da Indústria turística e da região como destino turístico”.

Em termos associativos, “estamos empenhados na criação de uma plataforma associativa única regional, em oposição a uma estratégia associativa centralista, visando afirmar o Algarve e os interesses empresariais da maior e mais importante região turística portuguesa, quer a nível regional, quer a nível nacional e internacional, dando seguimento às conversações em curso com outras organizações associativas regionais do sector”, salientam ainda as intenções do candidato Elidérico Viegas, que concorre nestas eleições com Helder Martins.

Eis a lista de Elidérico Viegas aos órgãos sociais para o mantado 2022-2024

Assembleia Geral

Presidente: V. Vitória, Ldª. (Hotel Água Marinha) – Vítor Manuel Clemente da Silva

Vice-presidente: Polvilha Sucesso, Ldª. (Grupo MGM Muthu Hotels) – Nuno Alexandre Taveira Pereira Vieira Jorge

Secretário: AJ Cabrita-Hotelaria, Ldª (Apartamentos Turial) – Florival de Sousa Palma

Direção

Presidente: Hotéis Belver, Sociedade de Gestão Hoteleira, Ldª (Hotéis Boavista e Aldeia) – Elidérico José Gomes Viegas

Vice-presidentes: Details-Hotels & Resorts, SA (Hotéis Califórnia, Velamar, Quinta Pedra dos Bicos, Vale da Lapa) – João Carlos Rodrigues Costa; Lutz-Explorações Hoteleiras. Ldª (Vila Valverde Design & Country Hotel) – Luís Alexandre Cristo Tavares; N & L Hotéis, Ldª (Hotel Apolo) – Luís Miguel Lares da Costa Vasques; Grand Algarve, Ldª. (Hotel Grand House) – Nídia Soares de Oliveira Martins Magalhães; Glamourfutur hotels, Ldª (Aparthotel Carvoeiro) – Bruno Miguel de Duarte e Fragoso; Algarosa-Sociedade Gestora de Hotéis, Ldª. (Aldeamento Turístico Alfagar) – Catherine Christine Boute; Algarvelux – Construções e Empreendimentos, SA (Castro Marim Golfe) – David Martins; DHJ Lagos, Ldª (Hotel Lagosmar) – Carlos Alberto Esteves Pires

Conselho Fiscal

Presidente: Balaia-Sol, Ldª. – Amadeu dos Santos Rodrigues

Vice-presidente: Castioura. Ldª (Apartamentos Ourabay) – José Carlos Martins de Castilho

Secretário: Bajomico, Organizações Hoteleiras e Similares, Ldª (Hotel Alcazar) – César Augusto da Igreja Raposo

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Hotelaria algarvia cresce em ocupação e volume de vendas em dezembro mas ainda abaixo de 2019

Dados provisórios da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), relativos a dezembro de 2021, foram divulgados sexta-feira, 7 de janeiro.

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A hotelaria algarvia registou, em dezembro, uma taxa de ocupação global média/quarto de de 24,8%, subida de 123,4% face a igual período do ano passado mas, ainda assim, abaixo dos valores de 2019 (-32,6%), segundo os dados provisórios avançados esta sexta-feira, 7 de janeiro, pela Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Em comparação com dezembro de 2020, também o volume de vendas das unidades de alojamento turísticos do Algarve subiu, numa percentagem que chegou aos 136%, ainda que, em comparação com igual mês de 2019, antes da pandemia da COVID-19, este indicador continue a apresentar uma quebra de 28,0%.

As quebras verificam-se também ao nível dos mercados, sendo que, segundo a AHETA, foi entre os turistas nacionais que a descida foi menor e atingiu os 30,9%, enquanto no mercado externo se registou um decréscimo de 38,8% face a dezembro de 2019.

“Em termos acumulados, desde o início do ano, a ocupação quarto regista uma descida média de 47,3% e o volume de vendas uma descida de -37,0% face ao mesmo período de 2019″, acrescenta a AHETA no comunicado enviado à imprensa.

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Vila Galé renova iniciativa “12 Meses, 12 Pratos, 12 Euros”

Os hotéis Vila Galé, em Portugal, renovam este ao a iniciativa gastronómica com sabores e produtos portugueses, “12 Meses, 12 Pratos, 12 Euros”.

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Ao preço de 12 euros, e com destaque para especialidades da gastronomia regional e dos portugueses, os hotéis Vila Galé voltam a promover, este ano, a iniciativa “12 Meses, 12 Pratos.

Disponível nos restaurantes dos hotéis Vila Galé em Portugal – exceto no Vila Galé Douro Vineyards, Vila Galé Porto Ribeira, Vila Galé Sintra e Vila Galé Collection Palácio dos Arcos –, ao longo deste ano, as especialidades à mesa serão: Francesinha, em janeiro; Bacalhau espiritual, em fevereiro; Alheira frita com grelos, em março; Arroz de tamboril, em abril; Ervilhas com ovos escalfados, em maio.

Já o mês de junho trazem Atum à algarvia, com Secretos de porco grelhados com limão e esparregado em julho, Choco frito com batata salteada, em agosto, e Bacalhau à Brás durante o mês de setembro.

Em outubro, novembro e dezembro, as unidades do Vilá Galé em Portugal dão a provar Migas com carne de porco, Massada de robalo com camarão, e Arroz de polvo à algarvia, respetivamente.

É possível experimentar o prato do mês ao almoço ou ao jantar. O preço é de 12 euros por pessoa, sem bebidas incluídas.

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AL exige reforço urgente das medidas de apoio á atividade

A ALEP diz que, devido às medidas restritivas impostas, os cancelamentos foram dramáticos para o Alojamento Local (AL)em dezembro, principalmente na semana do Natal e ano novo. Assim, a atividade exige reforço urgente de medidas de apoio.

Em nome do Alojamento Local (AL) a ALEP exige o reforço urgente das medidas de apoio à atividade, uma vez que dezembro voltou a ser um mês “dramático” em termos de cancelamentos.

Diz a ALEP, que esta vaga de cancelamentos foi similar à de junho/julho, mas “com a agravante de os cancelamentos se terem concentrado maioritariamente nas poucas semanas onde há movimento no Inverno: Natal e Ano Novo”.

Em alguns dos principais destinos como Lisboa, Porto e Madeira, em média, 1/3 das reservas foram canceladas em dezembro, refere o comunicado da Associação que representa do AL em Portugal, para acrescentar que “se se tiver em conta apenas o período mais importante (Natal e Ano Novo), o impacto foi ainda mais duro, chegando a atingir os 40% das reservas”, para acrescentar que, a agravar a situação, “as reservas registam também um abrandamento muito significativo, com a maioria dos alojamentos com os calendários de janeiro e fevereiro quase vazios”.

A ALEP destaca que, não questiona o mérito das medidas de restrição, pois “é uma decisão que cabe às autoridades competentes”, mas considera que “é inegável que este período de retrocesso da crise pandémica gerou um forte impacto económico e que a expetativa para este inverno é muito negativa para o setor”.

Assim, “é inevitável o reforço dos apoios para permitir chegar à primavera, quando todos esperam que finalmente a retoma se reinicie com alguma estabilidade”.

A ALEP apela ainda a que, nesta fase de eleição e transição política, as atividades mais afetadas não sejam deixadas à sua sorte, “sem apoios nesta reta final de crise”.

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AIHSA vai capacitar empresas algarvias para a internacionalização

No âmbito da execução do projeto conjunto ByAlgarve, a AIHSA vai promover um conjunto de ações que visam a internacionalização das empresas algarvias do turismo e de outros setores relacionados com esta atividade.

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A AIHSA – Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve vai promover, até maio de 2023, a realização de diversas ações de promoção no exterior, dirigidas a empresas do setor do turismo e de outros setores relacionados com esta atividade da região

A continuidade deste trabalho desenvolvido no apoio à internacionalização das empresas, insere-se no âmbito da execução do seu projeto conjunto ByAlgarve – Experiência com Assinatura, 3.0.

As ações previstas são, nomeadamente, a participação em Feiras, missões empresariais de prospeção, assim como outras ligadas à comunicação, marketing e canais digitais, com o principal objetivo de estimular, apoiar e afirmar as empresas algarvias no mundo.

As empresas com interesse em participar nestas ações, poderão beneficiar de um apoio de 50% sobre as despesas elegíveis, visto que o projeto é financiado pelo Portugal 2020, estando para o efeito as inscrições abertas.

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AHRESP pede “reforço urgente” de apoios a fundo perdido devido a vaga de cancelamentos

Associação denuncia que 80% das empresas registaram cancelamentos de reservas após o primeiro anúncio de medidas restritivas, no final do mês de novembro.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quarta-feira, 5 de janeiro, apelar a que “sejam rapidamente implementadas novas medidas de apoio a fundo perdido” para o setores do alojamento turístico e restauração, de forma a compensar as empresas pela vaga de cancelamentos que se verificou desde final de novembro, na sequência das medidas restritivas devido à COVID-19.

“Mais de 80% das empresas registaram cancelamentos de reservas logo após o primeiro anúncio de medidas restritivas, apresentadas no final do mês de novembro, e quase 50% das empresas receberam cancelamentos de mais de metade das reservas que tinham confirmadas. Nessa sequência, a AHRESP apela a que sejam rapidamente implementadas novas medidas de apoio a fundo perdido aos nossos setores”, denuncia a associação, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 5 de janeiro.

A AHRESP diz que estes apoios não podem, no entanto, ficar “limitados exclusivamente às empresas encerradas por decreto”, uma vez que a “imposição de novas restrições está a ter graves prejuízos nos níveis de receita de todas as empresas de alojamento turístico, restauração e similares, cujas tesourarias ainda estão muito fragilizadas”.

“É muito importante que novos apoios à tesouraria e à manutenção dos postos de trabalho cheguem às empresas ainda durante o mês de janeiro, sob risco da recuperação experienciada desde o verão ficar gravemente comprometida”, conclui a AHRESP no comunicado divulgado.

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Medidas restritivas fazem cair 80% das reservas em empresas de alojamento e restauração, diz a AHRESP

Segundo os resultados do mais recente inquérito da AHRESP sobre o Natal e o Fim de Ano, as recentes restrições levaram a que mais de 80% das empresas das atividades que representa tenham sido impactadas com cancelamentos.

Dados do inquérito da AHRESP concluem que 80% das empresas de alojamento e restauração sofreram cancelamentos de reservas com o anúncio, pelo Governo, das mais recentes medidas restritivas.

Diz a análise que, sempre que se anunciam novas medidas que vêm limitar o funcionamento das atividades da restauração, similares e do alojamento turístico, os cancelamentos surgem de forma intensa. Segundo os resultados do mais recente inquérito da AHRESP sobre o Natal e o Fim de Ano, as recentes restrições levaram a que mais de 80% das empresas tenham sido impactadas com cancelamentos.

Quando estas empresas foram questionadas sobre o cancelamento de reservas logo após o primeiro anúncio de medidas restritivas, apresentadas pelo Primeiro-Ministro no final do mês de novembro, que previam a obrigatoriedade de apresentação de certificado digital de vacinação para Restauração e Alojamento e testes para bares e discotecas, a larga maioria das empresas de restauração e similares (88%), e 83% das empresas de alojamento turístico começaram a receber cancelamentos, indica os resultados que inquérito.

No total desta época de Natal e Fim de Ano, 47% das empresas de restauração e 42% do alojamento, registaram cancelamentos em mais de metade das reservas que tinham confirmadas.

No que diz respeito à atividade de restauração e bebidas, refere ainda a AHRESP, 20% das empresas registaram quebras de faturação superiores a 50% em dezembro, comparativamente ao mesmo mês de 2020, enquanto 47% admitem não ter conseguido acumular reservas financeiras nos meses de verão e 44% indicam que conseguiram acumular reservas financeiras, mas já tiveram de as utilizar.

Quanto ao alojamento turístico, 20% das empresas registaram quebras de faturação superiores a 50% em dezembro de 2021, comparativamente ao mesmo mês de 2020; 38% admitem não ter conseguido acumular reservas financeiras nos meses de verão e outras 38% indicam que conseguiram acumular reservas financeiras, mas já tiveram de as utilizar.

Assim, a Associação pela para que “quaisquer novas medidas de saúde pública de controlo da pandemia devem ser ponderadas, de forma a atenuar os efeitos negativos que provocam nas empresas da restauração, similares e do alojamento turístico”.

Quanto a 2022, e prevendo-se uma subida de preços em várias áreas, que terão enorme impacto nos negócios das atividades que representa, a AHRESP apela já, em janeiro, “o reforço dos apoios a fundo perdido, de forma a compensar as perdas e para que se mantenham os negócios e os respetivos postos de trabalho”.

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YOTEL Porto celebra o mês do Vinho do Porto

O YOTEL Porto vai assinalar o Dia Internacional do Vinho do Porto, que acontece no próximo dia 27, com um conjunto de atividades que visam celebrar este néctar emblemático da região.

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Para assinalar o Dia Internacional do Vinho do Porto, que acontece no próximo dia 27 de janeiro, o YOTEL instalado naquela cidade, criou uma agenda especial para celebrar este néctar emblemático para a região, durante todo este mês.

O YOTEL Porto preparou uma agenda de atividades e ofertas especiais para comemorar a data e este produto emblemático para a região.

Ao longo de todo o mês de janeiro, vai estar disponível a tarifa ‘Find Your Port’, que inclui a oferta de um cocktail Porto Tónico, 10% de desconto na visita às caves Graham’s Port Lodge e ainda o pequeno-almoço gratuito.

Também ao longo de todo o mês, o restaurante e espaço de convívio Komyuniti vai apresentar um menu exclusivo onde se destaca o Cocktail do Mês, o clássico Porto Tónico (6€), uma Tábua de Queijos com Vinho do Porto Branco (15€) e uma Tábua de Enchidos com Vinho do Porto Tawny (15€).

Por fim, a 27 de janeiro, data que marca o Dia Internacional do Vinho do Porto, o YOTEL Porto vai desenvolver uma prova de vinhos no Komyuniti, onde serão saboreados três vinhos da marca Symington, que inclui um Vinho Branco, um Rosé e um Tawny e terá o custo de 6€ por pessoa.

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AHP antevê com pessimismo os próximos meses e apela à implementação dos apoios anunciados

A AHP alerta para a grave situação que os hotéis em Portugal estão a atravessar perante a evolução da situação pandémica, e apela à implementação urgente dos apoios às empresas hoteleiras, já anunciados.

A AHP alerta para a grave situação que os hotéis em Portugal estão a atravessar perante a evolução da situação pandémica, e apela à implementação urgente dos apoios às empresas, nomeadamente, a disponibilização da linha de crédito de 150 milhões de euros anunciada pelo Banco do Fomento.

Em comunicado, a Associação antevê, com pessimismo, os próximos tempos, na ausência de apoios específicos às empresas por parte do Governo. Neste sentido, segundo Raúl Martins, presidente da AHP, “os apoios públicos são imprescindíveis para ultrapassarmos as consequências económicas da 5ª vaga e prepararmos a retoma futura”

Isto porque diz, citado em comunicado que “depois dos anúncios feitos e do Banco de Fomento fazer publicidade à linha de apoio ao turismo de 150 milhões de euros, por via da qual se pretende apoiar a retoma sustentável do Turismo, nomeadamente através do reforço de fundo de maneio das empresas viáveis, note-se, e da dinamização dos investimentos relevantes para o setor, nada aconteceu”.

O dirigente interroga: “Na prática, onde estão os protocolos bancários? Que bancos aderiram? Quando é que de facto os empresários se podem dirigir ao seu Banco?”, para acrescentar que “da nossa parte, tudo estamos a fazer para sobreviver a esta tempestade. A incertitude é grande e os momentos que atravessamos exigem disponibilidade e concretização dos apoios públicos o quanto antes. Só assim estaremos de pé para a retoma, que esperamos e desejamos possa acontecer no 2º semestre de 2022.”

Raul Martins lembra que “depois de um verão que deu sinais de retoma e dos hotéis se prepararem para o arranque, este volte-face na pandemia e as medidas restritivas anunciadas-  aliás, confusas, erráticas e de última hora – , significaram um terrível abanão nas nossas empresas”, assim, “muitos hotéis que tinham aberto para o verão e que ainda tiveram um mês de outubro razoável, quando comparado com 2020, note-se, fizeram o esforço de preparar a operação para o Natal e Passagem de Ano, entraram em despesas importantes e reativaram canais de venda e distribuição. O que se seguiu é o que sabemos:  se alguns hotéis nalgumas regiões ainda conseguiram resultados positivos, o grosso da nossa hotelaria está completamente descapitalizada, com uma tesouraria esgotada e sem possibilidades de sobreviver aos tempos que se adivinham. E mais: o primeiro trimestre de 2022 vai ser muito pior do que tínhamos previsto.”

Se, segundo o presidente da AHP, “o verão de 2021 foi melhor em comparação com 2020, ficou muito aquém do de 2019 e soma-se a quase 2 anos de resultados zero. E o mês de novembro, como o INE divulgou, foi muito pior”.

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Hoteleiros angolanos apontam “revitalização” do turismo interno e pedem apoio do Estado

O menor número de viagens internacionais fez com que a AHARA considera que se registe uma “revitalização” do turismo interno e, assim, melhores tempos para a hotelaria em Angola. Contudo, apoios precisam-se.

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A Associação dos Hotéis e Resorts de Angola (AHRA) considerou, recentemente que o turismo interno “está a revitalizar-se”, fruto da diminuição das viagens internacionais, exortando o Governo a uma “maior compreensão e apoio financeiro” ao setor.

“O que precisamos é o apoio financeiro em condições de viabilidade económica e financeira no âmbito dos programas de revitalização da economia, cuja responsabilidade é dos órgãos do Estado”, afirmou o presidente da AHARA, Ramiro Barreira citado pela agência Lusa.

Numa mensagem, divulgada por ocasião do Ano Novo, o responsável disse esperar, em 2022, “uma maior compreensão das autoridades” para com este setor “importantíssimo para ajudar a desenvolver o país, numa altura em que o turismo interno começa a revitalizar-se”.

Segundo Ramiro Barreira, que não se esqueceu das contrariedades e adversidades derivadas da COVID-19, sobretudo nos últimos três anos, este ano a AHARA quer estar “mais próximo dos associados para compreender as suas dificuldades e ansiedades”.

“Continuaremos a nossa agenda de reuniões mensais do conselho de direção e manteremos contactos permanentes como executivo, através dos ministérios da Cultura, Turismo e Ambiente e da Economia para que as políticas de apoio à economia contemplem também no nosso setor”, assinalou.

Os atores do setor hoteleiro, cuja força de trabalho antes da crise rondava os 223 mil trabalhadores diretos, realçou o presidente da AHARA, é uma força muito importante e “nem sempre” tem “encontrado as melhores políticas de apoio” ao setor.

“Estamos esperançados e convictos que 2022 será diferente. Também esperançados que este ano, que agora se inicia, aprenderemos a conviver e a trabalhar com a COVID-19, numa base de muita sustentabilidade e produtividade”, concluiu Ramiro Barreira.

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