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Solférias reforça Tunísia com várias operações especiais

A Solférias reforça a sua aposta no destino Tunísia com diversas operações especiais programadas para o próximo ano, nomeadamente para Djerba e Monastir.

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A Solférias reforça a sua aposta no destino Tunísia com diversas operações especiais programadas para o próximo ano, nomeadamente para Djerba e Monastir, com partidas não só de Lisboa como do Porto. 

Assim, e em colaboração com alguns dos seus parceiros, o operador turístico disponibiliza desde já a sua oferta para 2022 em voos Nouvelair, para duas datas tradicionalmente chave nas deslocações de férias dos portugueses, que são a Páscoa e verão. 

A preços desde 591 euros por pessoa em quarto duplo e em regime de meia pensão, a operação especial Páscoa do próximo ano inclui duas partidas de Lisboa aos sábados, nos dias 02 e 09 de abril, para Djerba. 

A operação especial verão 2022 para Djerba inclui voos de Lisboa e do Porto, com saídas aos sábados, de 04 de junho a 10 de setembro (última partida). O pacote tem o valor desde 591 euros por pessoa em quarto duplo e modalidade do tudo incluído. Igualmente, para as férias de verão em Monastir, a Solférias vai realizar saídas de Lisboa e do Porto, todas as segundas-feiras, com a operação a decorrer entre 3 de junho a 05 de setembro (última partida), com preços a partir de 540 euros por pessoa em regime do tudo incluído 

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Vouchers em litígio não são “materialmente relevantes”, garante APAVT

Prazo para que os clientes pedissem o reembolso por viagens canceladas na sequência da pandemia terminou esta sexta-feira, 14 de janeiro.

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O presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, afirmou à Lusa que a questão os vouchers emitidos em 2020, devido às viagens que foram canceladas na sequência da pandemia e que se estima que valham cerca de 100 milhões de euros, está praticamente resolvida e que os litígios que se verificam não são “materialmente relevantes”.

“Na altura, não havendo valores concretos, porque pertencem aos negócios de cada empresa e não há um registo oficial de todos os inquéritos que fizemos, estimamos que possam ter sido emitidos vales na ordem dos 100 milhões de euros”, disse à Lusa Pedro Costa Ferreira.

De acordo com o responsável, parte dos vouchers acabou por ser utilizada em viagens, enquanto outra parte foi reembolsada “sob as mais diversas formas”, com Pedro Costa Ferreira a explicar que, apesar de não ser possível apresentar números exatos dos reembolsos, “há um valor que é possível calcular” e que “é o valor da linha de crédito que era exclusiva para pagamento de vales”.

Segundo o presidente da APAVT, este instrumento era “tão exclusivo que, para quem aderisse a essa linha de crédito, o banco emprestava o dinheiro pagando diretamente aos clientes dos vales. E foi utilizada em 37 milhões de euros”, ou seja, no mínimo houve reembolsos deste valor, sublinhou.

Em relação a questões mais sensíveis, que deram origem a litígios, Pedro Costa Ferreira garantiu que “não são visíveis litígios materialmente relevantes, no sentido em que nos tribunais arbitrais, no provedor do cliente, na Deco, não são conhecidas muitas reclamações”, existindo “até menos do que num período normal de vendas, se calhar”.

“A nossa sensibilidade é que a partir de dia 14 de janeiro [prazo final para a resolução desta questão] não vai haver um problema materialmente relevante, a maioria dos vales estará viajada ou reembolsada ou mesmo acordado o seu pagamento para mais tarde”, explicou, salientando que “há liberdade entre agência de viagens e os consumidores” e que, em muitos casos, há um acordo para que a viagem aconteça “mesmo com o fim do vale”.

“São acordos entre duas entidades livres do ponto de vista económico”, assegurou o presidente da APAVT, reconhecendo, no entanto, que possam existir “incidentes de incumprimento”, uma vez que “a resposta é assimétrica quando há milhares de empresas”.

Pedro Costa Ferreira recordou, no entanto que “os clientes que não forem reembolsados podem sê-lo através do fundo de garantia do setor que responde em nome das agências que não cumprirem”, sendo que “se as empresas não pagarem ao próprio fundo, deixam de ter autorização para atuar como agência de viagens”.

“É uma falha que acaba com a própria agência”, alertou, detalhando que este fundo “não é dinheiro público, nem dos contribuintes, é das agências de viagens, por lei só elas alimentam este fundo”, acrescentando que, por ser hoje o último dia, podem “vir à tona os litígios”.

Recorde-se que os vouchers de viagens canceladas durante a pandemia eram válidos até final de 2021, sendo que, após esse prazo, os clientes tinham 14 dias para solicitar o seu reembolso caso a viagem não tivesse sido reagendada até 31 de dezembro.

 

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Travelplan lança vendas antecipadas para verão nas ilhas espanholas

A pensar já no verão, o operador turístico Travelplan, lançou no mercado vendas antecipadas para as ilhas espanholas das Canárias e Baleares.

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O operador turístico Travelplan acaba de lançar no mercado, em venda antecipada, as suas ofertas de verão para as ilhas espanholas: Canárias e Baleares.

Com avião mais hotel, a programação incide sobre Maiorca, Menorca e Ibiza, nas Baleares, e Tenerife, Gran Canaria, Lanzarote, Fuerteventura e La Palma, nas Canárias.

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Roadshow ‘Os Especialistas” adiado para abril

As empresas que integram ‘Os Especialistas’ só vão voltar à estrada este ano de 18 a 22 de abril, isto porque o roadshow, que estava marcado entre os dias 21 e 25 de fevereiro, foi adiado.”,

O roadshow deste ano de ‘Os Especialistas’ foi adiado para 18 a 22 de abril, anunciou a organização do evento, que percorre várias cidades do país.

A organização refere que em abril poderá garantir uma maior segurança sanitária e tranquilidade aos visitantes, nomeadamente com o avançar da terceira dose da vacina, pois, segundo realça “queremos que o roadshow proporcione momentos de intenso networking e partilha de informação importante e é essencial que as pessoas estejam à vontade e se sintam seguras para nos visitar, para conviver e para fazer negócio”.

Por outro lado, permitindo a todos os participantes um melhor planeamento da atividade, os responsáveis pelo evento preveem que no próximo mês de abril as operações aéreas e a estratégia de rotas e frequências, estejam estabilizadas.

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ASGAVT reivindica novos e melhores apoios às agências de viagens

A ASGAVT, em comunicado, reivindica novos e melhores apoios para as agências de viagens, uma vez que estas, muitas delas, pequenas empresas, estão encerradas e sem qualquer perspetiva de futuro.

A ASGAVT, em comunicado, reivindica novos apoios para as agências de viagens, uma vez que “encerrados e sem qualquer perspetiva de futuro batemo-nos por apoios que seriam a nossa única esperança de manter vivos os nossos pequenos negócios”.

Refere o comunicado que “embora insuficientes, o programa Adaptar, o microcrédito do Turismo de Portugal, os financiamentos da banca com as linhas covid e o lay-off, vieram a revelar-se absolutamente essenciais para que uma grande parte de nós chegasse até este momento sem entrar em insolvência e sem incumprir com os nossos clientes que ainda têm os vouchers para serem reembolsados e que só agora começam a ser liquidados”.

Lembra a Associação de Sócios-Gerentes das Agências de Viagens e Turismo que “saídos de um ano absolutamente terrível e iniciado o ano de 2021 igualmente sem perspetivas, surge como uma lufada de ar fresco o Apoiar, sendo o único verdadeiramente pensado para nos ajudar tendo em conta que foi a fundo perdido e usado para ‘equilibrar’ as contas já seriamente debilitadas das nossas empresas.

No entanto, volvidos tanto tempo, e porque as dificuldades se mantêm e “com o términus em agosto último do apoio aos sócios-gerentes”, a Associação considera que “não podemos aceitar simplesmente os 20% a fundo perdido do microcrédito do TP, nenhum de nós está em condições de começar a pagar todos os compromissos/créditos a que fomos forçados a aderir, tratam-se de dividas que não temos condições de pagar”.

Realça ainda, no seu comunicado que “e absolutamente fundamental que se renove o apoiar rendas, uma nova tranche do Apoiar para as empresas mais debilitadas, e a continuidade do apoio aos sócios-gerentes”, sublinhando que “queremos honrar os nossos compromissos, não estamos em condições de nos comprometermos com a banca de novo, já que somos um setor de alto risco e desacreditado junto destes”.

A Associação indica ainda que “e de todo impossível transmitir  tranquilidade e segurança aos clientes quando para regressarem ao seu próprio pais têm de efetuar testes e assumir um custo que muitas vezes se torna incomportável para uma grande parte dos agregados familiares .

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Seguros da In Sure Broker disponíveis no SIGAV

Esta nova função permitirá aos agentes de viagem e operadores turísticos efetuarem o seguro de forma automática no momento da reserva de viagem.

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Os seguros da In Sure Broker passaram a estar disponíveis e diretamente ligados ao software SIGAV, após o desenvolvimento conjunto com a Óscar Informática.

Com esta nova função disponível neste software, os agentes de viagem e operadores turísticos podem efetuar o seguro de forma automática no momento da reserva de viagem, não necessitando assim, aceder à plataforma da In Sure Broker para efetuar o processo de subscrição.

A simplificação deste processo representa “uma mais-valia para todos os agentes de viagens e operadores turísticos, que têm vindo a beneficiar tanto das soluções apresentadas pela In Sure Broker, como pelas melhorias constantes por parte da Óscar Informática ao software SIGAV”, salienta a In Sure Broker em nota de imprensa.

A ligação da In Sure Broker ao SIGAV vai permitir não só atualizações das opções de seguro disponíveis, bem como também realizar os lançamentos automáticos do NET e PVP.

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Viajar Tours lança campanha ‘Semana C’ para férias da Páscoa e verão na Tunísia

“Ajudamos a colorir o seu confinamento”, é o mote da campanha ‘Semana C’ que o operador turístico Viajar Tours lançou no mercado para as férias da Páscoa e verão na Tunísia.

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Com o mote “ajudamos a colorir o seu confinamento”, o operador turístico Viajar Tours lançou no mercado a campanha ‘Semana C’, disponível para consulta e reservas no seu site oficial.

“Aproveitámos a semana de confinamento para lançar esta campanha com as nossas operações charter da Páscoa para Djerba (partidas de Lisboa a 2 e 9 de abril), e de verão para Djerba e Monastir (partidas de Lisboa e Porto a partir de junho)” refere Nuno Anjos, diretor comercial da Viajar Tours, citado em comunicado da empresa.

Segundo o responsável, o objetivo é “colorir” um pouco esta semana, acreditando que, com “a nossa ‘Semana C”, as agências poderão chegar aos clientes de uma forma atrativa e diferenciada, e eventualmente motivá-los a efetuarem reservas antecipadas para as suas férias”.

Nuno Anjos indica ainda que, para além de preços competitivos, “flexibilizámos a nossa política de cancelamentos, permitindo o cancelamento sem qualquer custo até 45 dias antes da data de partida”.

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Consumidores podem reclamar reembolso de vales não usados em agências de viagens

As agências de viagens têm 14 dias para reembolsar os vales não usados até 30 de setembro de 2020, devido à pandemia.

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Os consumidores podem reclamar, a partir do início deste ano, o reembolso de vales não usados em agências de viagens que se referem às não realizadas até 30 de setembro de 2020, devido à pandemia, tendo as empresas 14 dias para devolver o dinheiro.

De acordo com o diploma que estabelece estas medidas, publicado em Diário da República, e citado pelo Turismo de Portugal, “o cancelamento, em consequência da pandemia de COVID-19, de viagens organizadas por agências de viagens e turismo cuja data de realização deveria ter ocorrido entre 13 de março de 2020 e 30 de setembro de 2020” gerou “a emissão de vales a utilizar pelos viajantes até 31 de dezembro de 2021” e “o direito dos viajantes verem as viagens reagendadas para data ulterior, até ao dia 31 de dezembro de 2021”.

“Caso não seja utilizado até 31 de dezembro de 2021, o hóspede tem direito ao reembolso, a efetuar no prazo de 14 dias”, lê-se no texto do decreto-lei.

Além disso, caso o reagendamento previsto “não seja efetuado até 31 de dezembro de 2021, por falta de acordo entre o empreendimento turístico ou o estabelecimento de alojamento local e o hóspede, este tem o direito de ser reembolsado da quantia que haja pago aquando do cancelamento da reserva, a efetuar no prazo de 14 dias” e “caso o reagendamento seja feito para data em que a tarifa aplicável esteja abaixo do valor da reserva inicial, a diferença deve ser usada noutros serviços do empreendimento turístico ou do estabelecimento de alojamento local, não sendo devolvida ao hóspede se este não a utilizar”, lê-se no texto do diploma.

Estas disposições aplicam-se “às reservas de serviços de alojamento em empreendimentos turísticos e em estabelecimentos de alojamento local situados em Portugal, com ou sem serviços complementares, efetuadas através de agências de viagens e turismo” que não sejam reembolsáveis logo à partida.

O Turismo de Portugal, por sua vez, indica que “os viajantes/consumidores abrangidos pelo disposto no art. 3.º do Decreto-Lei n.º 17/2020, de 23 de abril, interessados em obter a satisfação de créditos resultantes da não realização, até 31 de dezembro de 2021, das viagens que deveriam ter ocorrido até 31.12.2021 ou do não reembolso dos vales de que sejam portadores, podem requerer” a intervenção de uma comissão arbitral “para eventual acionamento do Fundo de Garantia de Viagens e Turismo (FGVT)”.

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Operadores turísticos satisfeitos com procura para fim de ano

Os operadores turísticos, embora prudentes porque a pandemia não dá sinais de abrandamento em todo o mundo, estão satisfeitos com o nível de reservas para o fim de ano, quer para viagens internacionais, quer para as ilhas portuguesas, com o Funchal à cabeça. Mas também há procura para destinos no continente.

Ao contrário do ano anterior, em 2021 os principais operadores turísticos em Portugal uniram-se e decidiram oferecer ao mercado uma série de programas de viagem de fim de ano. O mercado respondeu de forma positiva e as reservas chegaram às agências de viagens, levando mesmo a que muitas partidas estivessem já esgotadas.

O próprio presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Pedro Costa Ferreira, referiu, recentemente, que os portugueses têm mantido as reservas das viagens para o fim de ano, apesar das dúvidas em relação ao que poderá acontecer num ou noutro destino, ao nível das restrições.

Alguns operadores turísticos com quem o Publituris falou – Exoticoonline, Solférias e Sonhando – mantiveram a tradicional operação charter que realizam nesta altura do ano, nomeadamente para Cabo Verde, Brasil, Funchal e Porto Santo, a Viajar Tours preferiu apenas bloquear lugares em voos regulares para destinos como o Dubai, Caraíbas ou Maldivas.

De um modo geral não há motivos para alarme, apesar das medidas recentemente impostas pelo Governo, apertando o controlo das entradas e saídas do país. Mas também é importante referir que o mercado ajustou a oferta aos níveis da procura, ou seja, não há operações loucas.

“Desmistificação” do Brasil
Segundo o CEO da Exoticoonline/ Destinos, em parceria com a Solférias e a Sonhando, o operador oferece para o fim de ano dois voos para o Brasil, Porto-Salvador e outro Lisboa-Natal-Salvador, ambos com partida a 26 de dezembro, com as vendas a correrem muito bem.

“Foi preciso que no congresso da APAVT um ex-vice-Primeiro Ministro viesse explicar que o Brasil não está tão mal”, Miguel Ferreira, Exoticoonline/Destinos

 

Miguel Ferreira considerou que a melhoria da situação pandémica no Brasil fez com que as vendas para o destino aumentassem. “Mas foi preciso que no congresso da APAVT um ex-vice-Primeiro Ministro viesse explicar que o Brasil não está tão mal como dizem as televisões portuguesas.

Desmistificou-se que o Brasil está, neste momento, com um nível de vacinação muito superior por exemplo aos Estados Unidos, inclusive acima da média da União Europeia, ou seja, as pessoas estão a perceber que o Brasil não é aquele país que se fala, como tivemos a oportunidade de comprovar por dados reais estatísticos. Ou seja, neste momento é um país seguro. Infelizmente, os casos vão sempre surgir.

Não conseguimos controlar uma pandemia, temos é que nos habituar viver comedidamente nesta fase”. O executivo lembrou ainda a operação para a Madeira, tanto de Lisboa como do Porto, também “com bom ritmo de venda”. Em voos regulares as atenções do operador vão para o Dubai e as Maldivas, destino agora comercializado num valor mais elevado em relação ao verão.

Por outro lado, a Destinos está com largas dezenas de ofertas de passagem de ano para o território continental.

Apesar de não estar ainda na posse de números finais, Miguel Ferreira considera que, de uma forma geral “estamos muito abaixo de 2017”. Em sua opinião, há dois fatores que ainda fazem as pessoas retraírem-se, um é a questão da segurança, e o outro é a mudança constante de regras que leva a uma falta de confiança por parte do consumidor”.

Com o fim de ano já arrumado, a Exoticoonline já está a olhar para as próximas temporadas, ou seja, a páscoa e verão. “Estou expectante. A Páscoa ainda vamos ver o caminho para depois definirmos o trajeto, e o verão espero que já haja alguma normalidade. É bom não esquecer que começámos a 13 de março de 2020 a pensar que íamos perder a Páscoa, mas que o verão seria bom, e acabámos por perder a Páscoa, o verão e o réveillon, ou seja, perdemos o ano. Achámos que era a Páscoa deste ano, não foi, o verão já estabilizou um pouco, o inverno agora está a subir, e o réveillon está nos níveis expectáveis, mas também o mercado ajustou a oferta aos níveis da procura”, sublinhou o CEO do operador.

Miguel Ferreira deu conta que se notam pedidos já para o primeiro semestre, não dentro dos volumes dos anos anteriores à pandemia. No entanto, uma coisa são os ‘bookings’, outra são as concretizações posterirores. Isto em relação aos destinos internacionais, porque o mercado doméstico já está a mexer bastante bem para o próximo verão”.

O sucesso de Cabo Verde …
Sónia Regateiro, COO da Solférias, está satisfeita com o desenrolar da procura da programação do operador turístico para a passagem de ano. “Apostámos em operações charter com outros parceiros, ou seja, quatro voos para o Funchal, dois de Lisboa e dois do Porto, Lisboa-Porto Santo, estamos envolvidos em seis voos para Cabo Verde, três de Lisboa e três do Porto, e dois para o Brasil – um Porto-Salvador e o Lisboa-Natal-Salvador”, esclareceu.

Além disso, para o fim de ano, a Solférias disponibiliza programação em voos regulares, através de bloqueios com a Emirates para o Dubai e as Maldivas, e allotments com a TAP para vários destinos.

Quando às reservas, Sónia Regateiro disse que já há “algumas operações esgotadas há bastante tempo, e outras com disponibilidade muito reduzida. Podemos dizer que as operações estão a ser um sucesso”.

“Se compararmos com 2019, nunca conseguimos programar tantos voos para Cabo Verde no réveillon como este ano, porque tivemos a vantagem de os outros mercados como a Alemanha e o Reino Unido não estarem a ocupar tantos quartos naquele país. Assim, conseguimos triplicar a operação habitual para aquele destino, passando de dois voos em 2019, para seis em 2021” destacou a COO da Solférias.

O operador turístico começou, no entanto, a preparar já a operação de verão. “Já lançámos a maior parte da programação. Está a faltar o Egito, destino onde vamos apostar no verão, tanto de Lisboa como do Porto para Hurghada. Ainda estamos pendentes em relação ao que vamos fazer com Saiidia, isto porque Marrocos é um destino que nos deixa com alguma ansiedade porque já vimos que são muito protecionistas e tomam atitude de fecho de fronteiras de um dia para o outro”.

Sónia Regateiro lembrou que “neste momento, o risco que está em cima dos operadores quando tomam a decisão de colocar uma operação charter é enorme, porque as companhias de seguros não assumem qualquer risco por fecho de fronteiras devido à pandemia. Por isso, se houver algum azar de fecho de fronteiras, quem tem que assumir o risco de reembolso e de repatriamento de todos os passageiros é o operador turístico, ou seja, todas as decisões têm que ser muito bem ponderadas”.

… e Timor-Leste
“A nossa oferta para o fim de ano é bastante vasta, temos quatro charters para a Madeira, dois de Lisboa e dois do Porto, um para o Porto Santo, dois para o Brasil, bem como com a TAP para Punta Cana e Cancun em que também tivemos vendas razoáveis”, disse José Manuel Antunes, diretor-geral da Sonhando, para realçar que “é uma oferta muito similar à que tivemos em 2019”.

O responsável garantiu que as reservas decorrem a bom ritmo, como apenas algumas disponibilidades neste momento.

“O Brasil está mais estabilizado e ajudou que o volume de reservas crescesse” sublinhou José Manuel Antunes, para realçar que “no Brasil temos um grande aliado que se chama Vila Galé, dai que 85% das nossas vendas sejam para as suas unidades de Touros, Salvador e Guarajuba. Portanto, essa parceria com o grupo hoteleiro é muito importante e leva-nos a ter uma grande confiança no produto”.

Apesar de não estar inserido na sua programação de fim de ano, o diretor-geral da Sonhando fez questão de destacar que os seus voos no dia 12 e 14 de dezembro entre Lisboa e Dili (Timor-Leste) foi um sucesso, tendo ultrapassado no dia 01 os 200 passageiros, mesmo “sem o apoio dos professores que foi fator essencial no início das operações. Isto quer dizer que já nos impusemos no mercado sem esse trampolim. E acrescentou que, “com estes números claro que vamos prosseguir no próximo ano com quatro operações, designadamente, em fevereiro, julho, setembro e dezembro”.

Sem charter, mas com ‘commitment’
A Viajar Tours centrou a sua oferta de passagem de ano “mais no Dubai e nas Caraíbas, basicamente com a Emirates, e alguns voos da TAP não só para as Caraíbas, mas também para o Funchal e Ponta Delgada, não entrando no produto charter, mas em commitments com companhias aéreas onde pudemos criar alguma diferenciação no mercado e onde tivemos um bom volume de reservas”, explicou o diretor comercial do operador turístico, Nuno Anjos.

Em relação a 2019, o responsável do operador turístico considerou que “é totalmente diferente em volume de passageiros, e também em operações charters em que tínhamos alavancado muita da nossa oferta. Este ano, por todas as circunstâncias existentes, não apostámos nesse tipo de operações”.

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Travelplan com vendas antecipadas para verão nas Caraíbas

O operador turístico espanhol, Travelplan já disponibiliza no mercado português vendas antecipadas para férias de verão 2022 nas Caraíbas. Os destaques são República Dominicana, México e Cuba.

28, designadamente, para a República Dominicana (La Romana), México (Cancun) e Cuba, em voos diretos da Iberojet desde Lisboa.

Sete noites em La Romana, no Be Live Collection Canoa (cinco estrelas), na modalidade do tudo incluído, custam746 euros por pessoa em quarto duplo, enquanto para Cancún, no quatro estrelas Occidental Costa Cancún, as mesmas sete noites custam 1.043 euros e é também tudo incluído.

Já para Cuba, o operador turístico oferece um combinado (Havana mais Varadero) com três noites no quatro estrelas Tryp Habana Libre, em regime de alojamento e pequeno-almoço, mais quatro noites no quatro estrelas Be Live Experience Varadero no regime do tudo incluído, ao custo de 1.041 euros por pessoa, em alojamento duplo. Só Varadero, nesta unidade de quatro estrelas e em tudo incluído, sete noites ficam por 888 euros por pessoa.

No entanto, a Travelplan oferece ainda, ao mercado português, pacotes de férias para as Canárias com validade até 30 de abril de 2022, com voos diretos desde Lisboa.

O programa para Tenerife custa 523 euros por pessoa para o quatro estrelas Alexandre Hotel Troya, em sete noites e regime de meia pensão. Para Gran Canaria, o operador turístico sugere sete noites no quatro estrelas Abora Buenaventura By Lopesan Hotels, na modalidade de meia pensão, com o custo de 571 euros por pessoa em quarto duplo.

Mas há mais. Estão também à venda programas de inverno para as Caraíbas com validade até 30 de abril e partidas de Lisboa, via Madrid.

Sete noites em Punta Cana custam 1.015 euros em tudo incluído numa unidade hoteleira de cinco estrelas, em Cancún, num quatro estrelas o preço por pessoa é de 1.082 euros em tudo incluído. A programação para Cuba tem sempre duas opções: combinado Havana e Varadero ou só Varadero. No primeiro caso o preço é de 991 euros por pessoa, e no segundo, e porque está tudo incluído, o custo da viagem é de 962 euros.

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Viagens de final de ano resistem às medidas anti-COVID, diz APAVT

Apesar dos dados indicarem que as viagens para o final do ano não estão a sofrer grandes cancelamentos, o presidente da APAVT foi crítico relativamente a algumas medidas do Governo.

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A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) afirmou que as viagens para o final de ano se mantêm, em operações de êxito, ao contrário do Natal, cujos cancelamentos aconteceram após o anúncio das novas medidas.

Em declarações à Lusa, o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, disse que as viagens turísticas para o estrangeiro nestes últimos dias do ano, por exemplo, para Cabo Verde, Disneyland Paris, Maldivas e Dubai, “são um êxito”, assim como em Portugal para a Madeira ou os Açores.

“A operação é, naturalmente, inferior a 2019, mas é superior a 2020, está consolidada e não foi abalada por estes últimos acontecimentos” de mais contenção devido à pandemia de COVID-19, acrescentou.

O presidente da APAVT divide, contudo, a operação turística “em três grandes partes”.

“Uma (delas) que já estava um caos, já estava sacrificada, que tinha sido destruída, é a entrada de estrangeiros em Portugal. A partir do momento em que o Governo abala uma das bandeiras da sua Presidência Europeia, que é o Certificado Digital de Vacinação, e obriga à realização de testes (de testagem à COVID-19), há um cancelamento generalizado dos mercados internacionais para Portugal”, começou por explicar o responsável.

No que diz respeito à segunda área, Pedro Costa Ferreira salienta o turismo interno que “estava a resistir” e que “acabou por ser arrasada pelo discurso” do primeiro-ministro, António Costa, depois do Conselho de Ministros extraordinário na terça-feira (21 de dezembro) para aprovar a atualização das novas medidas de prevenção e combate à pandemia, dado o crescimento da variante Ómicron.

“Os cancelamentos foram imediatos assim que o primeiro-ministro terminou o anúncio das medidas. Falei com os agentes de viagens, com os hoteleiros, os restaurantes, e os cancelamentos iniciaram-se logo nesse dia à noite. Portanto, um subsetor, que estava a resistir em termos de Natal e de fim de ano, que era o turismo interno, tenho muitas dúvidas que consiga aguentar”, lamenta Pedro Costa Ferreira.

O presidente da APAVT critica que se tenha legislado, “sabendo que a sociedade civil não consegue responder”, nomeadamente dada a falta de capacidade de testagem.

“É muito bonito dizer que os testes gratuitos passam de quatro para seis quando não se pode fazer nenhum porque não há agenda, não se tem tempo ou dinheiro”, exemplificou.

Recorde-se que só na quinta-feira (23 de dezembro), o Governo informou que os autotestes podem ser realizados para aceder a atividades ou estabelecimentos para os quais passa a ser exigido um teste COVID-19 negativo, desde que feitos no local mediante supervisão, até 2 de janeiro.

Por fim, e em terceiro lugar, Pedro Costa Ferreira enumera, uma área que tem a ver com os turistas portugueses para o estrangeiro e que se “mantém resistente”.

“Os cancelamentos, continuam a ser materialmente irrelevantes e a operação comercial é definitivamente um êxito”, dando como exemplo os destinos mencionados.

“O que é que nos faz pensar? Um país que é modelo, entre aspas, no ataque à COVID, e – depois de turistas internacionais que têm medo de cá entrar -, termos turistas nacionais que cancelam as viagens no seu próprio país e turistas nacionais que continuam confortáveis a ir para o estrangeiro, para diferentes países, de diferentes estágios de desenvolvimento, só há uma única razão: é que nesses países não se alteraram as restrições às viagens dia após dia. Elas estão clarificadas, estão solidificadas, não se alteram no curto prazo, e isso faz toda a diferença”, reforçou.

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