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Portugal tem o melhor Chic Design Hotel da Europa

O The Vintage Hotel & Spa Lisboa venceu o galardão de melhor Chic Design Hotel da Europa de 2021, na categoria de Hotéis de Cidade pelos Boutique Hotel Awards

Carolina Morgado
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Portugal tem o melhor Chic Design Hotel da Europa

O The Vintage Hotel & Spa Lisboa venceu o galardão de melhor Chic Design Hotel da Europa de 2021, na categoria de Hotéis de Cidade pelos Boutique Hotel Awards

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O The Vintage Hotel & Spa Lisboa foi premiado na categoria de Hotéis de Cidade pelos Boutique Hotel Awards, que já vão na 11ª edição. A unidade de 5 estrelas da capital vence, assim, o galardão de melhor Chic Design Hotel da Europa de 2021.

Localizado entre o Príncipe Real e a Avenida da Liberdade, o The Vintage Hotel & Spa Lisboa é a segunda unidade de luxo do grupo Bomporto Hotels, também proprietário do The Lumiares Hotel & Spa, no Bairro Alto, junto ao miradouro São Pedro de Alcântara. Em breve, abrirá também um novo hotel do grupo no centro histórico do Porto, o The Rebello, previsto para 2022.

O hotel agora distinguido sofreu recentemente uma remodelação total, onde o objetivo do grupo foi redefinir o estilo vintage de uma forma contemporânea, adotando o design de arquitetos e designers industriais dos anos 20 até ao presente.

É composto por 56 quartos, cada um apresentando uma decoração e um ambiente diferentes, oferece aos seus hóspedes diferentes atmosferas em cada um dos espaços que o compõem, e apresenta interiores minimalistas, um rooftop bar com um jardim vertical e uma das melhores vistas sobre a cidade, diferentes áreas lounge, salas de estar com uma decoração contemporânea e um Spa.

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Dossier Hotel Turismo da Guarda com dois cenários possíveis segundo Rita Marques

Há dois cenários em cima da mesa sobre o dossier Hotel Turismo da Guarda. Um deles é a autarquia reaver o imóvel, outro é continuar a tentar contratualizar com a iniciativa privada a gestão da unidade hoteleira. É a opinião da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques.

A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, confirmou que há dois cenários em cima da mesa sobre o dossier Hotel Turismo da Guarda. Um deles é a autarquia reaver o imóvel, outro é continuar a tentar contratualizar com a iniciativa privada a gestão da unidade hoteleira.

Rita Marques, que visitou recentemente a Guarda, disse estar “esperançada” em que exista um trabalho conjunto entre administração local e central para que se identifique um investidor, de forma a que o Hotel Turismo da Guarda seja uma bandeira importante na região e no país.

Também o presidente da Câmara Municipal da Guarda disse preferir a primeira opção, contudo, se daqui a dois meses não for encontrada uma solução, “a garantia que temos do Estado português é que nos sentemos à mesa para ajudar a resolver esta situação”. Sérgio Costa admitiu que “estamos perfeitamente alinhados nesta estratégia de reabertura do Hotel Turismo”.

Mais uma vez, a 23 de novembro, ficou deserto o concurso para a concessão do Hotel de Turismo da Guarda, tendo sido decidido prorrogar o prazo para a apresentação de propostas por mais três meses.

O Hotel Turismo da Guarda foi um dos 33 imóveis do lote inicial do programa Revive, numa iniciativa do Governo que conta com a colaboração das autarquias locais e a coordenação do Turismo de Portugal, com o intuito de recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atratividade dos destinos regionais.

O anúncio do concurso público para a concessão de exploração do Hotel de Turismo da Guarda, com vista à realização de obras, incluindo de infraestruturas, e posterior exploração para fins turísticos como estabelecimento hoteleiro, alojamento local na modalidade de estabelecimento de hospedagem ou outro projeto de vocação turística, nos termos da legislação em vigor, tinha sido enviado para publicação a 26 de julho de 2021.

De acordo com o concurso, a duração da concessão é de cinquenta anos, com uma renda mínima anual de 35.317,80 euros.

Recorde-se que o Governo lançou este novo concurso para a concessão do antigo Hotel Turismo da Guarda, que está encerrado há vários anos e cujo primeiro contrato de concessão teve de ser revogado. Em maio de 2018, tinha sido assinado contrato de concessão para a recuperação e exploração deste imóvel pelo consórcio composto pelas sociedades MRG Property e MRG – Construction, mas o projeto não avançou, devido a dificuldades financeiras com que se defrontou o grupo concessionário.

 

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AHRESP quer que certificado digital seja suficiente no Natal e réveillon devido a falta de testes

A AHRESP diz que a escassez de testes e as dificuldades em realizá-los, “vão levar ao afastamento dos clientes dos espaços onde os testes serão obrigatórios”.

Publituris

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRES) veio esta quinta-feira, 23 de dezembro, apelar ao Governo para que o certificado digital de vacinação seja suficiente para acesso aos estabelecimentos de alojamento turístico e restauração no Natal e réveillon, uma vez que a falta de testes e a dificuldade em os realizar “vão levar ao afastamento dos clientes dos espaços onde os testes serão obrigatórios”.

“A manifesta escassez de testes, aliada à dificuldade com que as pessoas se têm deparado quando pretendem realizar os testes à COVID-19, nomeadamente os insuficientes postos e as extensas filas que se têm verificado quer nos postos de testagem, quer nas farmácias, constituem um forte desincentivo à testagem e vão levar ao afastamento dos clientes dos espaços onde os testes serão obrigatórios”, defende a associação.

Num comunicado enviado à imprensa, a AHRESP sublinha que, no caso dos estabelecimentos de alojamento turístico e restauração, já se “registam cancelamentos de reservas para o período de Natal e de Fim de Ano” devido às novas restrições, que entram em vigor no sábado, 25 de dezembro.

“Sendo manifesta esta falta de resposta por parte do Estado ao nível dos testes e da testagem, a AHRESP apela ao Governo para que neste período seja suficiente exibir o Certificado Digital COVID da UE, para aceder a estes espaços”, conclui a associação.

Recorde-se que o Governo anunciou terça-feira, 21 de dezembro, o encerramento das discotecas, bares, creches e ATL já a partir do próximo sábado, 25 de dezembro, assim como o regresso do teletrabalho, passando ainda a ser necessário a apresentação de um teste negativo à COVID-19 para acesso aos estabelecimentos de hotelaria e alojamento.

Nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro e 01 de janeiro é ainda obrigatória a apresentação de teste negativo para acesso a estabelecimentos de restauração, casinos, bem como festas de passagem de ano.

 

 

 

 

 

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ADHP preocupada com as novas medidas de controlo da pandemia

A ADHP classifica de “atabalhoada” como as novas medidas de controlo da pandemia foram apresentadas pelo Governo, sem terem em conta a realidade das operações dos empreendimentos turísticos e alojamentos locais.

Publituris

A ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal manifesta preocupação face às novas medidas de controlo da pandemia anunciadas no passado dia 21 pelo Governo, por “não terem em consideração a realidade das operações dos empreendimentos turísticos e alojamentos locais.

“Após uma apresentação das primeiras medidas de contenção, em finais de novembro, nas quais o Governo frisou que esta antecedência tinha como principal objetivo a adaptação das empresas e dos seus clientes a esta nova realidade, não compreendemos o anúncio da readaptação das mesmas a três dias das refeições de Natal, sem publicação da versão final a dois dias do mesmo”, destaca a ADHP em comunicado, para acrescentar que as novas exigências “não dependem do setor” lembrando, ainda que “como é do conhecimento geral, não existe capacidade de testagem instalada até ao momento, pondo em causa a realização destes eventos, quando à data, estes empreendimentos já fizeram investimentos em compras e recursos humanos para a sua realização”.

“Também estranhamos a penalização aplicada ao alojamento, o qual é obrigado a manter a apresentação de testes negativos para acesso desde o dia 25/12 interrutamente até pelo menos dia 10/01, quando maioritariamente estamos a tratar de uma atividade em que o cliente se encontra isolado na sua unidade de alojamento”, acrescenta o comunicado da ADHP, que lamenta o facto de esta relação entre os empreendimentos e os clientes estar, uma vez mais, “a ser posta em causa pela constante mudança de regras muito próximo das datas implementação”.

No entanto, a Associação assegura que vai garantir a segurança de todos os clientes das suas unidades.

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Programa HOSPES distingue Bensaude Hotels Collection

O programa HOSPES, promovido pela AHP, volta a distinguir a Bensaude Hotels Collection com o selo de sustentabilidade ambiental ”We Care’.

Publituris

A Bensaude Hotels Collection foi de novo distinguida com o selo de sustentabilidade ambiental do programa HOSPES, iniciativa promovida pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal.

O selo ‘We Care’ reconhece os empreendimentos turísticos que se destacam pelas suas políticas e boas práticas de sustentabilidade ambiental.

Para esta distinção, as empresas têm que estar comprometidas com a implementação de programas de avaliação, prevenção e redução de riscos e impactes ambientais; utilização de tecnologias e serviços “Amigos do Ambiente”; programas de eficiência energética; prevenção, redução e reutilização da água e incentivo à conservação da água e promoção da reutilização e reciclagem.

Desde 2015, esta cadeia hoteleira tem vindo a ser distinguida com o selo de sustentabilidade ambiental ‘We Care’ pela continuidade da sua política de sustentabilidade ambiental e promoção dos princípios que suportam uma gestão que integra a responsabilidade ambiental.

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Escassez de testes preocupa APHORT

Associação está preocupada com o impacto das novas restrições, que diz terem sido tomadas “em cima da hora” e numa altura em que escasseiam os testes à COVID-19.

Publituris

A Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT) considera preocupante que tenham sido adotadas novas restrições para conter a COVID-19 numa altura em que existe “escassez de testes” e defende que as medidas deviam ser tomadas “com alguma margem” e “não tão em cima da hora”.

Em declarações à Lusa, a vice-presidente da APHORT, Inês Sá Ribeiro, manifestou ainda algum desagrado pelo facto de as medidas que são aprovadas nunca serem aplicadas na totalidade do prazo para o qual foram definidas, mas salientou o facto de, à luz do que foi anunciado, não terem sido impostos encerramentos ou limitações no número de clientes no caso da hotelaria.

Em relação aos testes, a responsável demonstra preocupação sobretudo em relação à sua disponibilização, mas reconhece que a sua realização poderá dar um requisito de segurança adicional aos clientes.

Recorde-se que o Governo anunciou esta terça-feira, 21 de dezembro, o encerramento das discotecas, bares, creches e ATL já a partir do próximo sábado, 25 de dezembro, assim como o regresso do teletrabalho, passando ainda a ser necessário a apresentação de um teste negativo à COVID-19 para acesso aos estabelecimentos de hotelaria e alojamento.

Nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro e 01 de janeiro é ainda obrigatória a apresentação de teste negativo para acesso a estabelecimentos de restauração, casinos, bem como festas de passagem de ano.

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Airbnb distribui detetores de ruído e lança nova linha de Apoio ao Bairro

Com estas iniciativas, a plataforma de alojamento local pretende ser “um bom parceiro das cidades e comunidades locais e apoiar a recuperação do turismo responsável em Portugal após a pandemia”.

Publituris

A Airbnb anunciou esta segunda-feira, 20 de dezembro, o lançamento de um programa para promover o alojamento responsável, que contempla a distribuição de detetores de ruído pelos anfitriões lisboetas da plataforma de alojamento local, assim como o lançamento da nova linha de Apoio ao Bairro em Portugal, através da qual é possível comunicar desconformidades nos anúncios ou no comportamento dos hóspedes na comunidade local.

“Estas iniciativas fazem parte do compromisso da Airbnb de promover um comportamento responsável entre anfitriões e hóspedes e de promover uma coexistência saudável com o bairro”, explica a plataforma de alojamento local, num comunicado enviado à imprensa esta segunda-feira.

De acordo com a Airbnb, o programa de detetor de ruído permite que os anfitriões de alojamentos inteiros de Lisboa subscrevam gratuitamente durante 12 meses o sistema de monitorização de ruído da Roomonitor, uma startup tecnológica que é parceira da Airbnb neste programa.

“Embora a simples presença destes dispositivos já possa servir de dissuasor, se os níveis de ruído excederem o limite estabelecido pelo anfitrião, poderão receber uma chamada e um alerta no seu telemóvel. Desta forma, os dispositivos ajudam a prevenir, monitorizar e resolver problemas de ruído, e facilitam uma mediação inicial com os hóspedes, tudo isto respeitando a privacidade, uma vez que os dispositivos não gravam nem transmitem nada para além dos níveis de ruído”, explica a plataforma.

Além deste programa de monitorização do ruído, a Airbnb lançou também em Portugal e em português a nova linha de Apoio ao Bairro, que permite que os vizinhos de alojamentos plataforma passem a contar com “uma linha direta de comunicação para a Airbnb para comunicar preocupações urgentes sobre um anúncio ou comportamentos de hóspedes na sua comunidade local”.

“Os vizinhos podem solicitar uma chamada de um embaixador de apoio especializado, que entrará em contacto dentro de dez minutos”, explica a plataforma, revelando que “o serviço é operado pela Airbnb e baseia-se na atual Página de Apoio ao Bairro da empresa, que permite aos vizinhos apresentar queixas sobre um anúncio através de um formulário online”.

A linha encontra-se atualmente em vigor em 32 países, incluindo França, Espanha, Itália, Reino Unido, Alemanha, Suíça, República Checa e Holanda, com a Airbnb a garantir que “investiga os relatórios recebidos através destes canais”.

“A Airbnb quer ser um bom parceiro das cidades e comunidades locais e apoiar a recuperação do turismo responsável em Portugal após a pandemia. Com o programa de controlo de ruído e a Linha de Apoio ao Bairro, a Airbnb cumpre todos os objetivos do seu compromisso recuperação saudável do turismo para Portugal – uma série de iniciativas voluntárias para apoiar a recuperação das viagens e fomentar um turismo mais sustentável – anunciada em novembro”, acrescenta a plataforma.

Além destes novos serviços, a Airbnb anunciou ainda que vai oferecer aos anfitriões em Lisboa um “Guia do Bom Vizinho”, que que os anfitriões podem partilhar com os seus hóspedes e que visa ajudar os hóspedes a experimentarem o melhor que Lisboa tem para oferecer, respeitando a comunidade local.

“O guia inclui dicas úteis sobre uma série de temas, tais como estar atento ao ruído e à informação sobre dias de recolha de lixo, bem como lembretes sobre as regras individuais da casa estabelecidas pelos anfitriões”, explica a Airbnb.

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Hilton Porto Gaia eleito “Melhor Empreendimento Turístico” de 2021

Aberto desde o final de setembro, o cinco estrelas do centro histórico de Vila Nova de Gaia resulta de um investimento de mais de 40 milhões de euros.

Publituris

O Hilton Porto Gaia recebeu, recentemente, o prémio de “Melhor Empreendimento Turístico” de 2021, distinção atribuída durante a 14.ª edição dos Prémios CONSTRUIR (publicação do grupo Workmedia, detentor do Publituris), uma iniciativa que tem como objetivo reconhecer e homenagear os melhores projetos, empresas e instituições no setor da Construção.

O recém-inaugurado hotel de cinco estrelas do centro histórico de Vila Nova de Gaia foi distinguido na categoria de Imobiliário.

O Hilton Porto Gaia resulta de um acordo de franchising com a Sabersal – Promoção Turística e Imobiliária e de um investimento de mais de 40 milhões de euros. Depois de uma intensiva e cuidadosa obra de requalificação de antigos armazéns de Vinho do Porto, um trabalho desenvolvido pelo atelier de arquitetura ARQ 2525, liderado pelo experiente arquiteto Miguel Miranda, o hotel abriu as portas no final de setembro.

No total, o Hilton Porto Gaia ocupa uma área útil de cerca de 32 mil m2, divididos por oito pisos, e oferece 194 quartos e suites. Fazendo justiça à sua vocação para o segmento MICE, dedica ainda cerca de 2.200 m2 às salas de eventos e reuniões, com destaque para um “ballroom”, com capacidade total para cerca de 600 pessoas, e um auditório totalmente equipado.

Espaço ainda para um Wellness Center, com um total de 1.100 m2, um restaurante e dois bares. Toda a decoração é assinada pela premiada designer portuguesa Nini de Andrade Silva.

 

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Airbnb propõe regras comuns para combater especulação imobiliária na UE

A Airbnb propôs, esta quinta-feira, uma harmonização das regras comunitárias para facilitar aos cidadãos da União Europeia a partilha de casa própria, e permita aos governos lutar contra a especulação imobiliária.

Publituris

A Airbnb propôs esta quinta-feira uma harmonização das regras comunitárias para facilitar aos cidadãos da União Europeia (UE) a partilha de casa própria, ao mesmo tempo que permite aos governos lutar contra a especulação imobiliária.

Esta contribuição da Airbnb é uma resposta à consulta da Comissão Europeia sobre alugueres a curto prazo, na qual também se comprometeu a apoiar as autoridades na implementação desta proposta.

A proposta, segundo refere a Airbnb em comunicado, oferece uma solução para as atuais regras desatualizadas e fragmentadas que existem em grande parte da UE, e permitiria a milhões de cidadãos beneficiarem desta atividade, ao mesmo tempo que abordaria os desafios associados aos especuladores imobiliários e ao turismo de massas.

Refira-se que, nos últimos meses, a plataforma tem liderado os apelos para que a Comissão Europeia lance a sua consulta em paralelo para trabalhar na Diretiva dos Serviços Digitais, e para facilitar aos governos a disponibilização dos instrumentos de que necessitam para regular eficazmente os alugueres de curto prazo, tendo em conta que na UE existem 1,34 milhões de anfitriões.

O número de empregos gerados na UE graças às viagens na plataforma aumentou para 5,1 empregos por 1000 hóspedes em 2020, contra 4,7 por 1000 hóspedes em 2019, impulsionado pelo aumento dos gastos dos hóspedes e estadias mais longas.

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Small Portuguese Hotels e HotelShop de mãos dadas

A Small Portuguese Hotels (SPH) reconhece a importância, para a marca, do conjunto de serviços prestados pela HotelShop, por isso acaba de celebrar um protocolo de colaboração com aquela central de compras.

A Small Portuguese Hotels (SPH) e a HotelShop acabam de celebrar um protocolo de colaboração.

A parceria prevê a promoção dos serviços da HotelShop junto dos membros da Small Portuguese Hotels, que beneficiarão ainda da oferta de um diagnóstico de compras gratuito, pelos consultores da principal central de compras em Portugal, especializado no setor hoteleiro, para além de formação contínua em gestão de compras.

Por outro lado, a HotelShop dotará os membros da SPH das melhores condições de compra de bens e serviços, através daquela Central de Compras, onde estão registadas mais de 600 unidades hoteleiras e instituições sociais; e 290 fornecedores, de áreas tão diversas quanto alimentação e bebidas, têxteis, produtos de limpeza, equipamentos e serviços, entre outros.

A HotelShop negoceia condições preferenciais em nome dos seus associados, presta serviços de aconselhamento em gestão de compras e, ainda, oferece um serviço de pagamentos centralizados que muito beneficiam os pequenos hoteleiros, com equipas de gestão mais reduzidas, soluções que vêm ao encontro das preocupações dos 140 membros da Small Portuguese Hotels, marca criada para dotar os pequenos hotéis de uma marca reconhecida, bem como de ferramentas digitais e operacionais para melhorar a sua competitividade.

 

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Em outubro mercado interno supera números de 2019 no alojamento turístico

Outubro vem, segundo o INE, confirmar o bom momento do alojamento turístico. Contudo, os números do mercado interno continuam a ser melhores do que os do mercado externo.

Publituris

O setor do alojamento turístico registou, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mais de 2,1 milhões de hóspedes e perto de 5,5 milhões de dormidas em outubro de 2021, correspondendo a aumentos de 115,5% e 139%, respetivamente (+52,3% e +58,5% em setembro, pela mesma ordem) face ao mesmo mês de 2020.

Já relativamente a outubro de 2019, o INE indica que o número de hóspedes diminuiu 14,6% e as dormidas decresceram 13,5%.

Em outubro, o mercado interno contribuiu com quase dois milhões de dormidas, correspondendo a um aumento de 65,4%, continuando a superar os níveis do período homólogo de 2019 (+28,2%).

No que diz respeito às dormidas de não residentes, estas ascenderam a 3,5 milhões, o valor mais elevado desde outubro de 2019, tendo triplicado face a outubro de 2020 (+216,6%), tendo, contudo, decrescido 26,7% face a outubro de 2019.

Relativamente ao 10.º mês do ano, o INE informa ainda que 24,2% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (20,5% em setembro).

Quanto à performance regional, destaque para os aumentos das dormidas em todas as regiões no mês de outubro, com o Algarve a concentrar 29% das dormidas (1,6 milhões), seguindo-se Lisboa com 1,3 milhões (24,1%), o Norte com 882 mil (16%) e a Madeira com 654 mil (11,9%).

Comparando com o mês de outubro de 2019, destacaram-se os crescimentos no Alentejo (+14,9%) e Madeira (+3,9%), enquanto nas restantes regiões se registaram decréscimos.

Nos primeiros dez meses do ano, todas as regiões apresentaram acréscimos no número de dormidas, com realce para as evoluções apresentadas pelos Açores (+114%) e Madeira (+59,1%). Os acréscimos foram generalizados às dormidas de residentes, com destaque para a Madeira (+106,6%), Açores (+97,6%) e Algarve (+35,7%) e também às de não residentes, verificando-se o maior aumento nos Açores com 150,6%.

Já numa análise municipal, nos primeiros dez meses de 2021, o destaque vai para Lisboa com 3,7 milhões de dormidas (11,9% do total), que se traduziram num crescimento de 15,7%. Neste período, as dormidas de residentes aumentaram 32,1% e as de não residentes (73% do total) cresceram 10,6%.

Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas em Lisboa registaram, no entanto, uma diminuição de 69% (-45,6% nos residentes e -73,2% nos não residentes).

Mais a sul, as dormidas em Albufeira (11,2% do total) atingiram 3,5 milhões entre janeiro e outubro e aumentaram 28% (+38,5% nos residentes e +18,6% nos não residentes). Efetuando uma comparação com o mesmo período de 2019, os dados do INE mostram um decréscimo de 65,3% (+2,2% nos residentes e -72,8% nos não residentes). Nos primeiros dez meses de 2021, as dormidas de não residentes representaram 48,5% do total, significativamente abaixo da quota verificada em 2019 (78,0% do total).

“Voando” para as ilhas, mais concretamente para o Funchal, as dormidas aumentaram 53,9% no conjunto dos primeiros dez meses do ano (+144,5% nos residentes e +36,6% nos não residentes), representando 7,1% do total. Face a 2019, registou-se uma redução de 48,8% (+22% nos residentes e -57,3% nos não residentes).

Proveitos crescem face a 2020, mas ficam a 50% de 2019
No que diz respeito aos proveitos registados nos estabelecimentos de alojamento turístico, estes atingiram 332,9 milhões de euros no total e 245,9 milhões de euros relativamente a aposento, indicando o INE que este valor mais do que duplicou face a 2020.

Comparando com outubro de 2019, os proveitos totais, contudo, decresceram 14,9% e os relativos a aposento diminuíram 15,2%. O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 42,7 euros em outubro (48 euros em setembro). Já o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 84 euros em outubro (91,2 euros em setembro).

Em outubro de 2019, segundo dados do INE, o RevPAR foi 50,2 euros e o ADR 84,3 euros.

O Algarve concentrou 28,5% dos proveitos totais e 27% dos relativos a aposento em outubro, seguindo-se Lisboa (28,2% e 30,3%, pela mesma ordem) e o Norte (15,5% e 15,9%, respetivamente).

Nos primeiros dez meses de 2021, a evolução dos proveitos foi positiva nos três segmentos de alojamento. Se na hotelaria os proveitos totais e de aposento aumentaram 45,7% e 47,7%, respetivamente (peso de 85,7% e 84% no total do alojamento turístico, pela mesma ordem), os estabelecimentos de alojamento local (quotas de 8,5% e 10%) apresentaram, considerando as mesmas variáveis, subidas de 47,5% e 51,9%, e o turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 5,8% e 6,1%) registou aumentos de 47,4% e 42,4%.

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