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Caves de Vinho do Porto Cálem com visitas guiadas em língua gestual

Até ao final de novembro, as Caves de Vinho do Porto Calém vão disponibilizar visitas guiadas em língua gestual com uma prova de vinhos premium.

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Até ao final de novembro, as Caves de Vinho do Porto Calém vão disponibilizar visitas guiadas em língua gestual com uma prova de vinhos premium.

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Até ao final de novembro, as Caves de Vinho do Porto Calém vão disponibilizar visitas guiadas em língua gestual com uma prova de vinhos premium, a um preço especial.

O objetivo é despertar o interesse da comunidade surda em torno do universo do vinho do Porto, bem como assinalar o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa que aconteceu esta segunda-feira, 15 de novembro. Este tipo de visitas são um dos serviços diferenciadores da Cálem, que assume como objetivo tornar a sua oferta o mais inclusiva possível.

Por um preço especial de 17€ por pessoa, esta oferta proporciona a realização de uma visita privada, incluindo uma passagem pelo museu da marca e pelas suas caves de vinho do Porto, na companhia de um guia e de um intérprete profissional, especializado em língua gestual.

Este serviço resulta de uma parceria com a Hands to Discover, plataforma dedicada à comunicação com a comunidade surda, e está disponível mediante pré-reserva durante todo o ano. A oferta com o preço especial até ao final do mês de novembro é exclusivamente dirigida a grupos com o mínimo de 15 pessoas, sujeita a disponibilidade de horários.

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Seis hotéis da INATEL recebem certificação Green Key

O galardão foi atribuído às unidades Cerveira Hotel, Flores Hotel, Palace São Pedro do Sul Hotel, Manteigas Hotel, Vila Ruiva Hotel e Linhares da Beira Hotel Rural.

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A Fundação INATEL recebeu a certificação ambiental e social da Green Key pelo trabalho desenvolvido em seis dos seus hotéis.

O galardão foi atribuído esta terça-feira, 21 de julho, às unidades INATEL Cerveira Hotel (quatro estrelas); Flores Hotel (quatro estrelas); Palace São Pedro do Sul Hotel (quatro estrelas); Manteigas Hotel (três estrelas); Vila Ruiva Hotel (quatro estrelas) e Linhares da Beira Hotel Rural (três estrelas).

A cerimónia de entrega teve lugar no Centro de Monitorização e Investigação das Furnas, em São Miguel.

De acordo com informação enviada pela fundação, “todos os hotéis INATEL participam num programa de sustentabilidade ambiental”.

Nesse sentido, o INATEL assegura que as unidades avaliam o impacto da operação sobre o ambiente e adotam medidas para reduzir o mesmo, promovendo “a sensibilização de clientes, fornecedores e a formação de colaboradores”.

Sobre o Green Key

O programa ambiciona a implementação de boas práticas, através do cumprimento de 150 metas em diferentes áreas de atuação, que valorizam a gestão ambiental e a promoção da educação ambiental para a sustentabilidade.

As entidades certificadas devem cumprir determinados critérios, como a introdução de um sistema de gestão ambiental, a redução do consumo de energia e água e a separação de resíduos.

Medidas como a utilização de produtos de limpeza amigos do ambiente, a promoção do consumo de produtos orgânicos, bem como a exclusão de herbicidas químicos também fazem parte das medidas a ser cumpridas por estas entidades.

A iniciativa é da responsabilidade da Foundation of Environmental Education (FEE), sediada na Dinamarca, e coordenada em Portugal pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).

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Hotelaria

Mercan Properties investe 16,8 milhões de euros em Évora com abertura de hotel em 2023

Em 2023, Évora passa a contar com um hotel Holiday Inn Express, resultado de um projeto de investimento de 16,8 milhões de euros da Mercan Properties, em parceria com a IHG Hotels & Resorts (IHG). O novo hotel tem abertura prevista para o verão de 2023, localizando-se na zona de Portas de Avis, em vários… Continue reading Mercan Properties investe 16,8 milhões de euros em Évora com abertura de hotel em 2023

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Em 2023, Évora passa a contar com um hotel Holiday Inn Express, resultado de um projeto de investimento de 16,8 milhões de euros da Mercan Properties, em parceria com a IHG Hotels & Resorts (IHG).

O novo hotel tem abertura prevista para o verão de 2023, localizando-se na zona de Portas de Avis, em vários edifícios renovados perto da praça central da cidade.

Este irá oferecer 76 quartos, piscina, restaurante, lounge bar e salas de reuniões, num edifício de “fachada clássica, em linha com o património envolvente”, tal como indicado em comunicado.

O grupo adianta que o empreendimento criará cerca de 100 postos de trabalho – 70 durante a fase de construção, e 30 postos permanentes aquando da abertura do hotel.

Explicam ainda que “a propriedade destina-se a viajantes de lazer e negócios, que queiram desfrutar da história e cultura de Évora”.

“O Holiday Inn Express Évora tem uma localização privilegiada dentro de uma área de grande riqueza histórica e cultural. O projeto de renovação, e subsequente investimento, demonstra a crescente procura turística em Évora e a confiança da Mercan em Portugal. Estamos encantados por acrescentar esta marca hoteleira de renome mundial ao nosso portfólio”, declara Jordi Vilanova, presidente da Mercan Properties.

Este é o segundo projeto da Mercan Properties em Évora, após o Hilton Garden Inn Évora, cuja primeira pedra foi colocada em 2021.

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AHDP promove conversa entre hoteleiros no projeto ‘Be our Guest’

A primeira edição do ‘Be our Guest’ decorre a 30 de maio, a partir das 19h00, com a participação de Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, e de Mário Candeias, General Manager do Espinas Hotel Group, no Irão.

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A Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP) vai dar início, a 30 de maio, à iniciativa ‘Be our Guest’, que consiste numa conversa entre hoteleiros sobre temas da atualidade e que, na primeira edição, conta com a participação de Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, bem como de Mário Candeias, General Manager do Espinas Hotel Group, no Irão.

Numa nota publicada no Linkedin, a associação explica que a primeira edição da iniciativa vai debater o tema “Gestores de hotéis como empreendedores e principais geradores de valor para os acionistas”.

A primeira edição do ‘Be our Guest’ decorre a partir das 19h00, através da plataforma Zoom, e os interessados em assistir à conversa entre os dois hoteleiros devem realizar a inscrição em https://bit.ly/3yBz3uB.

A iniciativa ‘Be our Guest’ vai ter um carácter regular e, segundo a ADHP, vai decorrer sempre na ultima segunda-feira de cada mês, pelas 19h00, via Zoom.

 

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AHRESP lamenta suspensão de novas unidades de Alojamento Local em 14 freguesias de Lisboa

Para a associação, a suspensão de novos registos de estabelecimentos de Alojamento Local vai “ter um impacto negativo” na atividade turística e na regeneração da cidade.

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A aprovação da suspensão de novos registos de estabelecimentos de Alojamento Local em 14 freguesias de Lisboa por um prazo de seis meses, com possibilidade de renovação por igual período, vai “ter um impacto negativo” na atividade turística e na regeneração da cidade, denuncia a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).

Para a associação, que em comunicado lamenta a aprovação da suspensão pela Assembleia Municipal de Lisboa, esta decisão é negativa devido ao impacto que se espera “ao nível das dinâmicas do turismo e dos ganhos que geram, direta e indiretamente, assim como ao nível das dinâmicas de regeneração dos imóveis da cidade”, para a qual, no últimos anos, muito tem contribuído o turismo e o Alojamento Local.

Ajuda, Alcântara, Areeiro, Arroios, Avenidas Novas, Belém, Campo de Ourique, Estrela, Misericórdia, Parque das Nações, Penha de França, Santa Maria Maior, Santo António e São Vicente são as freguesias da capital onde o registo de novas unidades de Alojamento Local passa a estar suspensa.

Recorde-se que, já antes desta aprovação pela Assembleia Municipal de Lisboa, a abertura de novas unidades de Alojamento Local estava suspensa nas zonas da capital com maior pressão turística e onde o rácio AL/habitação permanente é igual ou superior a 2,5%.

Contudo, em novembro do ano, passado, o Partido Socialista (PS) apresentou uma proposta de alteração do atual Regulamento Municipal do Alojamento Local em Lisboa, que previa já a suspensão imediata da autorização de novos registos em toda a cidade por um prazo de seis meses, suspensão essa que foi agora aprovada.

 

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INE: Hotelaria triplica proveitos em janeiro mas mantém quebras face a 2020

Em janeiro, o setor do alojamento turístico registou 853,2 mil hóspedes e 2,0 milhões de dormidas, valores que indicam descidas acentuadas face a igual período de 2020 mas uma recuperação em comparação com o ano passado, segundo o INE.

Inês de Matos

No passado mês de janeiro, o setor do alojamento turístico nacional registou 853,2 mil hóspedes e 2,0 milhões de dormidas, valores que traduzem descidas acentuadas face a igual período de 2020 e que chegam também aos proveitos, segundo os dados avançados esta segunda-feira, 14 de março, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do INE mostram que, em janeiro, a hotelaria nacional registou uma descida de 39,9% nos hóspedes e 38,8% nas dormidas face a janeiro de 2020, ainda antes da chegada da pandemia, apesar de, em comparação com janeiro do ano passado, quando o país voltou a estar confinado, até se terem registado subidas de 183,7% e 185,9%, respetivamente.

No que diz respeito aos proveitos, que chegaram aos 106,4 milhões de euros, incluindo 76,0 milhões de euros relativamente a aposento, a situação também é idêntica, uma vez que este indicador até triplicou em comparação com janeiro do ano passado, mas, face a igual período de 2020, apresentou uma descida de 39,1% nos proveitos totais, enquanto os proveitos relativos a aposento diminuíram 38,8%.

Os dados do INE mostram também que, no que diz respeito às dormidas, o mercado interno contribuiu com 857,7 mil dormidas e aumentou 104,5%, enquanto os mercados externos, que representaram 57,0% do total de dormidas, foram responsáveis por 1,1 milhões de dormidas (+308,7%).

Na nota que acompanha os dados, o INE explica que, “comparando com o mês de janeiro de 2020, observaram-se diminuições quer nas dormidas de residentes (-20,1%), quer nas de não residentes (-47,9%)”.

O aumento das dormidas em janeiro de 2022 foi comum a todas as regiões do país, com destaque para a capital, que concentrou 27,8% das dormidas, seguindo-se o Norte (17,7%), o Algarve (17,3%) e a RA Madeira (16,9%), face a 2021.

Já numa comparação com janeiro de 2020, “todas a regiões apresentaram diminuição do número de dormidas”, diz o INE, que sublinha, contudo, a evolução na AM Lisboa, que ficou -48,7% abaixo de igual mês de 2020.

Já as dormidas dos residentes tiveram na RA Madeira “um ligeiro decréscimo (-0,4%), seguindo-se o Centro (-13,4%) e o Alentejo (-15,0%)”, enquanto as dormidas dos não residentes apresentaram diminuições superiores a 40% em todas as regiões, com exceção da
RA Madeira (-34,1%).

Nos resultados de janeiro, o INE destaca Lisboa, que registou 402,5 mil dormidas, concentrando cerca de um terço do total de pernoitas (20,2%), ainda que, face a janeiro de 2020, se tenha verificado uma descida de 53,4% neste indicador, o que traduz quebras de -35,8% nos residentes e -57,7% nos não residentes.

De qualquer forma, o INE sublinha que, em janeiro, “o município de Lisboa concentrou 25,9% do total de dormidas de não residentes registadas no país em janeiro de 2022”.

Já o Funchal, na Madeira, que contabilizou, em janeiro, 12,8% do total de dormidas, registando 254,9 mil pernoitas, observou uma descida 31,8% face a igual mês de 2020, incluindo quebras de -0,7% nos residentes e -35,2% nos não residentes.

“Este município concentrou 19,3% do total de dormidas de não residentes registadas no país em janeiro de 2022”, refere o INE, que diz ainda que as dormidas no município do Porto (6,2% do total) totalizaram 124,4 mil e que, face a janeiro de 2020, houve uma redução de 53,8% (-27,0% nos residentes e -61,5% nos não residentes).

Em  janeiro, a taxa liquida de ocupação-cama foi de 18,5%, depois de um aumento de 9,1 pontos percentuais em janeiro, valor que se soma aos 11,1 pontos percentuais de crescimento que já se tinham verificado em dezembro, enquanto em janeiro de 2020 este indicador tinha chegado aos 29,2%.

O INE diz ainda que, me janeiro, as taxas de ocupação-cama mais elevadas se registaram na RA Madeira (33,4%) e na AM Lisboa (20,8%), valores que correspondem também aos maiores acréscimos neste indicador (+19,4 pontos percentuais e +10,1 pontos percentuais, respetivamente).

Já a taxa líquida de ocupação-quarto nos estabelecimentos de alojamento turístico foi, em janeiro, de 23,8%, num aumento de 10,8 pontos percentuais, que se junta ao crescimento de 13,0 pontos percentuais registado em dezembro, enquanto a taxa líquida de ocupação-quarto foi, em janeiro de 2020, de 37,0%.

No que diz respeito aos proveitos, a AM Lisboa concentrou 30,6% dos proveitos totais e 32,6% dos relativos a aposento em janeiro, seguindo-se a RA Madeira (18,2% e 16,9%, pela mesma ordem) e o Norte (17,4% e 17,6%, respetivamente).

O INE diz ainda que, em janeiro, a evolução dos proveitos foi positiva nos três segmentos de alojamento, sendo que, na hotelaria, os proveitos totais e de aposento aumentaram 238,0% e 235,4%, respetivamente (peso de 85,9% e 83,7% no total do alojamento turístico, pela mesma ordem).

Já os estabelecimentos de alojamento local (quotas de 10,0% e 12,0%) apresentaram subidas de 175,7% e 166,9%, enquanto o turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 4,1% e 4,3%) registou aumentos de 146,8% e 162,3%, respetivamente.

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 15,6 euros em janeiro, depois de um aumento de 120,1%, ainda que, em janeiro de 2020, o RevPAR tivesse chegado 24,9 euros. Já os valores de RevPAR mais elevados foram registados na RA Madeira (26,7 euros) e AM Lisboa (20,4 euros).

Por outro lado, em janeiro, o rendimento médio por quarto registou crescimentos de 125,7% na hotelaria, 103,6% no alojamento local e 68,4% no turismo no espaço rural e de habitação, enquanto no conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 65,4 euros em janeiro, tendo crescido 20,1% (+18,0% em dezembro), já que, em janeiro de 2020, o ADR tinha sido 67,2 euros.

 

 

 

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AHRESP pede medidas fiscais que respondam à subida dos preços da energia e matérias-primas

A AHRESP alerta para “a importância de haver ajustamentos necessários na área fiscal para responder à subida dos preços”, em consequência da guerra na Ucrânia.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta sexta-feira, 4 de março, alertar para o impacto da guerra na Ucrânia na economia, considerando que o novo executivo deve “planear o Orçamento de Estado para 2022 tendo já em conta este novo contexto”, incluindo medidas fiscais que permitam responder à subida dos preços.

“A tragédia humana vivida na Ucrânia terá consequências profundas para a Europa e para o mundo, mas terá, também, consequências inevitáveis para a economia”, alerta a associação em comunicado, lembrando que a economia “ainda não conseguiu sair da crise gerada pela pandemia”.

Para a AHRESP, “um dos temas mais prementes é o aumento dos custos energéticos e de produtos agrícolas, que irá repercutir-se na inflação”, motivo pelo qual, defende, “o novo executivo, que tomará posse dentro de um mês, deverá planear o Orçamento de Estado para 2022 tendo já em conta este novo contexto”.

A associação reitera “a importância de haver ajustamentos necessários na área fiscal para responder à subida dos preços”, nomeadamente da energia e das matérias-primas, que se esperam que sejam as áreas mais afetadas pela instabilidade gerada pelo conflito militar.

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AHP condecorada como Membro Honorário da Ordem do Mérito Empresarial

Segundo a AHP, esta condecoração, que foi entregue pelo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, “visa distinguir quem tenha prestado serviços relevantes no fomento ou na valorização de um setor económico”.

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A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) foi na passada quarta-feira, 23 de fevereiro, condecorada como “Membro Honorário da Ordem do Mérito Empresarial – Classe do Mérito Comercial”, reconhecimento que foi entregue à associação pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a AHP explica que esta condecoração “visa distinguir quem tenha prestado serviços relevantes no fomento ou na valorização de um setor económico” e já tinha sido prometida pelo Presidente da República durante o último Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que a associação organizou em novembro, em Albufeira,

“É uma honra e um orgulho para a nossa associação receber esta condecoração pelas mãos do senhor Presidente da República, que tem estado sempre atento ao trabalho desenvolvido pela AHP ao longo dos últimos anos e, mais do que atento, tem estado connosco nos momentos mais importantes. Esta distinção vem reconhecer todo o trabalho que, desde sempre, temos prosseguido em prol do Turismo e da Hotelaria”, considera Raul Martins, presidente da AHP, que recebeu a condecoração.

Já Cristina Siza Vieira, CEO da AHP, destaca a importância das palavras de Marcelo Rebelo de Sousa que, segundo a responsável, dão à associação “alento para continuar no bom caminho”.

“Por um lado porque, como recordou, desde muito cedo que a AHP iniciou um extenso e profícuo trabalho no âmbito da Responsabilidade Social Corporativa (Programa HOSPES), por outro, porque nos dá como exemplo pelo que fizemos nestes anos dificílimos, em que estivemos sempre ao serviço, sem nunca baixar os braços”, acrescenta Cristina Siza Vieira.

Além de Marcelo Rebelo de Sousa, a cerimónia de condecoração da AHP contou com a presença de Raul Martins e Cristina Siza Vieira, assim como de Vítor Paranhos Pereira, presidente da mesa da Assembleia Geral da associação, e Jorge Heleno, vice-presidente do Conselho Fiscal da AHP.

 

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Em outubro mercado interno supera números de 2019 no alojamento turístico

Outubro vem, segundo o INE, confirmar o bom momento do alojamento turístico. Contudo, os números do mercado interno continuam a ser melhores do que os do mercado externo.

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O setor do alojamento turístico registou, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mais de 2,1 milhões de hóspedes e perto de 5,5 milhões de dormidas em outubro de 2021, correspondendo a aumentos de 115,5% e 139%, respetivamente (+52,3% e +58,5% em setembro, pela mesma ordem) face ao mesmo mês de 2020.

Já relativamente a outubro de 2019, o INE indica que o número de hóspedes diminuiu 14,6% e as dormidas decresceram 13,5%.

Em outubro, o mercado interno contribuiu com quase dois milhões de dormidas, correspondendo a um aumento de 65,4%, continuando a superar os níveis do período homólogo de 2019 (+28,2%).

No que diz respeito às dormidas de não residentes, estas ascenderam a 3,5 milhões, o valor mais elevado desde outubro de 2019, tendo triplicado face a outubro de 2020 (+216,6%), tendo, contudo, decrescido 26,7% face a outubro de 2019.

Relativamente ao 10.º mês do ano, o INE informa ainda que 24,2% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (20,5% em setembro).

Quanto à performance regional, destaque para os aumentos das dormidas em todas as regiões no mês de outubro, com o Algarve a concentrar 29% das dormidas (1,6 milhões), seguindo-se Lisboa com 1,3 milhões (24,1%), o Norte com 882 mil (16%) e a Madeira com 654 mil (11,9%).

Comparando com o mês de outubro de 2019, destacaram-se os crescimentos no Alentejo (+14,9%) e Madeira (+3,9%), enquanto nas restantes regiões se registaram decréscimos.

Nos primeiros dez meses do ano, todas as regiões apresentaram acréscimos no número de dormidas, com realce para as evoluções apresentadas pelos Açores (+114%) e Madeira (+59,1%). Os acréscimos foram generalizados às dormidas de residentes, com destaque para a Madeira (+106,6%), Açores (+97,6%) e Algarve (+35,7%) e também às de não residentes, verificando-se o maior aumento nos Açores com 150,6%.

Já numa análise municipal, nos primeiros dez meses de 2021, o destaque vai para Lisboa com 3,7 milhões de dormidas (11,9% do total), que se traduziram num crescimento de 15,7%. Neste período, as dormidas de residentes aumentaram 32,1% e as de não residentes (73% do total) cresceram 10,6%.

Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas em Lisboa registaram, no entanto, uma diminuição de 69% (-45,6% nos residentes e -73,2% nos não residentes).

Mais a sul, as dormidas em Albufeira (11,2% do total) atingiram 3,5 milhões entre janeiro e outubro e aumentaram 28% (+38,5% nos residentes e +18,6% nos não residentes). Efetuando uma comparação com o mesmo período de 2019, os dados do INE mostram um decréscimo de 65,3% (+2,2% nos residentes e -72,8% nos não residentes). Nos primeiros dez meses de 2021, as dormidas de não residentes representaram 48,5% do total, significativamente abaixo da quota verificada em 2019 (78,0% do total).

“Voando” para as ilhas, mais concretamente para o Funchal, as dormidas aumentaram 53,9% no conjunto dos primeiros dez meses do ano (+144,5% nos residentes e +36,6% nos não residentes), representando 7,1% do total. Face a 2019, registou-se uma redução de 48,8% (+22% nos residentes e -57,3% nos não residentes).

Proveitos crescem face a 2020, mas ficam a 50% de 2019
No que diz respeito aos proveitos registados nos estabelecimentos de alojamento turístico, estes atingiram 332,9 milhões de euros no total e 245,9 milhões de euros relativamente a aposento, indicando o INE que este valor mais do que duplicou face a 2020.

Comparando com outubro de 2019, os proveitos totais, contudo, decresceram 14,9% e os relativos a aposento diminuíram 15,2%. O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 42,7 euros em outubro (48 euros em setembro). Já o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 84 euros em outubro (91,2 euros em setembro).

Em outubro de 2019, segundo dados do INE, o RevPAR foi 50,2 euros e o ADR 84,3 euros.

O Algarve concentrou 28,5% dos proveitos totais e 27% dos relativos a aposento em outubro, seguindo-se Lisboa (28,2% e 30,3%, pela mesma ordem) e o Norte (15,5% e 15,9%, respetivamente).

Nos primeiros dez meses de 2021, a evolução dos proveitos foi positiva nos três segmentos de alojamento. Se na hotelaria os proveitos totais e de aposento aumentaram 45,7% e 47,7%, respetivamente (peso de 85,7% e 84% no total do alojamento turístico, pela mesma ordem), os estabelecimentos de alojamento local (quotas de 8,5% e 10%) apresentaram, considerando as mesmas variáveis, subidas de 47,5% e 51,9%, e o turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 5,8% e 6,1%) registou aumentos de 47,4% e 42,4%.

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Turismo de Portugal quer país no topo dos destinos mais sustentáveis e competitivos do mundo até 2023

O ‘Plano Turismo +Sustentável 20- 23’ apresenta 119 iniciativas no âmbito da sustentabilidade, qualificação, promoção e monitorização do país.

Rute Simão

Colocar Portugal no topo dos destinos mais competitivos e sustentáveis do mundo é uma das bandeiras do Turismo de Portugal (TdP) que apresentou esta segunda-feira, 14, o “Plano Turismo +Sustentável 20- 23”, numa sessão que decorreu nos Viveiros Monterosa, em Moncarapacho, Olhão, no Algarve . Depois de um ano de pandemia, que beliscou  o setor turístico nacional, o TdP arranca agora com uma nova estratégia para recuperar a confiança nos dias vindouros e fortalecer a oferta turística no mapa nacional tendo a sustentabilidade como pano de fundo.

No total, o plano de ação contempla 119 medidas num guia que se apresenta alinhado com os objetivos da Estratégia Turismo 2027 (ET27) e que visa intensificar o objetivo da sustentabilidade na atividade turística, com ações como a reeducação para uma restauração circular e sustentável, o desenvolvimento de práticas para uma economia circular, a neutralidade carbónica e a construção sustentável em empreendimentos turísticos, a eficiência hídrica nos campos de golfe em Portugal e a redução do plástico na hotelaria.

A secretária de Estado do Turismo acredita que esta iniciativa é reflexo da resiliência do setor que “poderia ter ficado passivo e a aguardar melhores ventos” mas que saiu reforçado da conjuntura pandémica, relembrando que é hora de olhar para o futuro.

Leia também:  Turismo De Portugal Promove Boas Práticas Em Guias Específicos Para O Setor

“O ano 2019 deixará, seguramente, algumas saudades. Mas é uma boa notícia não voltarmos para trás. Ninguém quer regressar ao passado. Rumemos para a frente, vamos para o futuro. Inspiremo-nos nos bons números de 2019 mas queiramos melhor do que os números. Há muito mais para além dos números. Queremos ter, naturalmente, as mesmas receitas turísticas que tivemos em 2019 mas queremos fazer mais e melhor. Este plano dá-nos força para que isto aconteça”, reforçou Rita Marques, no discurso de encerramento da apresentação do plano que decorreu na tarde desta segunda-feira no distrito de Faro.

Sustentabilidade, qualificação, promoção e monitorização

O ‘Plano Turismo +Sustentável 20- 23’ foi lançado em outubro do ano passado e depois de ter estado em consulta pública e de ter recebido mais de uma centena de contributos deu agora o pontapé de saída alicerçado em quatro eixos estratégicos: estruturar uma oferta cada vez mais sustentável, qualificar os agentes do setor, promover Portugal como um destino sustentável e monitorizar o desempenho do setor para a sustentabilidade;

Em termos concretos, foram definidas três metas a dois anos. Até 2023, espera-se que  75% de empreendimentos turísticos tenham sistemas de eficiência energética, hídrica e gestão de resíduos e que a mesma percentagem tenha já excluído os plásticos de utilização única. Dentro da mesma linha temporal, Portugal deverá ter 25 mil aderentes  ao Selo Clean & Safe e 30 mil profissionais formados.

Leia também: NEST Apresenta Nova Ferramenta A Pensar Na Sustentabilidade Do Turismo

“Neste âmbito, Portugal tem como metas aumentar a procura turística no país e nas várias regiões, crescer a um ritmo mais acelerado nas receitas do que nas dormidas, alargar a atividade turística a todo o ano, aumentar as habilitações da população empregada no turismo, assegurar que a atividade turística gera um impacto positivo nas populações residentes, incrementar os níveis de eficiência energética nas empresas do turismo, impulsionar uma gestão racional do recurso água no turismo e promover uma gestão eficiente dos resíduos na atividade turística nacional”, explica o TdP.

Dentro de cada eixo serão promovidas um total de 119 iniciativas e programas específicos. Um dos exemplos, apresentados nesta sessão, é a  ferramenta gratuita Diagnóstico Sustentabilidade T+, lançada  pelo NEST – Centro de Inovação do Turismo, e que visa ajudar as PMEs a desenvolver planos de sustentabilidade.

Na área da formação, também as Escolas do Turismo de Portugal anunciaram a criação de novos cursos como Gestão Sustentável, Gestão Sustentável de Destinos, Gestão da Restauração Sustentável e Cozinha 100% Vegetal.

O plano é coordenado pelo Turismo de Portugal e conta com a dinamização da Confederação do Turismo de Portugal, de associações  empresariais e empresas do setor, Entidades Regionais de Turismo, Direções Regionais de Turismo dos Açores e Madeira, Agências Regionais de Promoção Turística, do NEST – Centro de Inovação do Turismo, de Organismos da administração local, regional e central, de Entidades nacionais e internacionais, de diferente natureza, com atuação no âmbito da sustentabilidade e de Entidades da academia.

O documento pode ser consultado na íntegra aqui.

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Hotel Fotos de banco de imagens por Vecteezy
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Alojamento turístico recupera a três dígitos em abril face a 2020

Não é uma recuperação face a 2019, mas comparando com 2020, o mês de abril (primeiro mês de confinamento no período de pandemia) foi francamente melhor.

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No mês de abril de 2021, o setor do alojamento turístico registou um crescimento superior a 760% nos hóspedes e 510% nas dormidas, face a igual mês de 2020, quando praticamente a atividade turística cessou (-59,6% e -67,1% em março, pela mesma ordem), revelam os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Estas variações traduzem-se em 460 mil hóspedes e 946,8 mil dormidas em abril de 2021, embora, face a abril de 2019, estes números signifiquem um decréscimo de 80,3% e 84,2%, respetivamente.

Se as dormidas de residentes aumentaram 517% (-20,8% em março), as de não residentes cresceram 496,5% (-86,7% no mês anterior), o que, comparando com o mês de abril de 2019, mostra decréscimos de 60,3% e 93,5%, respetivamente. Já a taxa líquida de ocupação-cama (12,9%) aumentou 6,1 p.p. (-7,1 p.p. em março).

Na comparação entre mercado interno e externos, o doméstico teve um penso de 70,6%, contribuindo com 668,1 mil dormidas, enquanto o mercado internacional foi responsável por 278,7 mil dormidas.

Comparando com o mês de abril de 2019, observaram-se decréscimos de 60,3% nas dormidas de residentes e 93,5% nas de não residentes.

Já no que diz respeito às receitas, o INE indica que os proveitos registados nos estabelecimentos de alojamento turístico atingiram 47,7 milhões de euros no total e 35,9 milhões de euros relativamente a aposento, correspondendo a variações de 838% e 696,4%, respetivamente (-73,5% e -71,5% em março, pela mesma ordem).

Comparando com abril de 2019, os proveitos totais diminuíram 85,8% e os relativos a aposento decresceram 85,6%.

A Área Metropolitana de Lisboa concentrou 25% dos proveitos totais e 25,3% dos relativos a aposento em abril, seguindo-se o Norte (18,6% e 18,9%, respetivamente) e o Algarve (14,7% e 14,9%, pela mesma ordem).

No conjunto dos primeiros quatro meses do ano, os proveitos registaram diminuições de 73,6% no total e de 72,3% relativos a aposento.

Neste quadrimestre, a evolução dos proveitos foi negativa nos três segmentos de alojamento. Se na hotelaria, os proveitos totais e de aposento diminuíram 75,9% e 74,9%, respetivamente (peso de 80,8% e 78% no total do alojamento turístico, pela mesma ordem), considerando as mesmas variáveis, os estabelecimentos de alojamento local (quotas de 12,2% e 14,7%) apresentaram evoluções de -64,7% e -63%, enquanto no turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 7% e 7,2%) observaram-se evoluções de -22,2% e -20,1%.

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 10,8 euros em abril (7,4 euros em março), enquanto o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 61,9 euros em abril (51,0 euros em março). Em abril de 2019, o RevPAR e o ADR foram 45,5 euros e 81,3 euros, respetivamente.

Quatro meses impactados por confinamento
Analisado o primeiro quadrimestre de 2021, o INE mostra uma diminuição de 70,1% das dormidas totais, resultante de variações de -39% nos residentes e de -85,6% nos não residentes. Neste período, os proveitos registaram diminuições de 73,6% no total e 72,3% relativos a aposento.

Nos quatro meses em questão, na generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude) registaram-se 1,4 milhões de hóspedes e 3,3 milhões de dormidas, correspondendo a variações negativas de 65,9% e 67,2%, respetivamente.

Certo é que, em abril e segundos dados do INE, 47,6% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (60,4% em março).

¼ das dormidas registaram-se na capital
A Área Metropolitana de Lisboa (AML) concentrou 24,4% das dormidas em abril, seguindo-se o Norte (19,7%), Centro (15,5%) e Algarve (14,9%), revelam os dados do INE.

Neste período, todas as regiões apresentaram decréscimo no número de dormidas de residentes, com as menores reduções a registarem-se na Madeira (-20,1%), Açores (-23,8%) e Alentejo (-26,6%).

No conjunto dos primeiros quatro meses do ano, as regiões que apresentaram menores diminuições no número de dormidas foram o Alentejo (-38,4%), Açores (-45,5%), Centro (-56,7%) e Norte (-63,6%), enquanto as restantes regiões registaram decréscimos superiores a 70%.

Neste quadrimestre, em termos de dormidas de não residentes, o Alentejo registou uma redução de 64,6%, enquanto as restantes regiões apresentaram decréscimos superiores a 70%.

Contudo, no conjunto dos primeiros quatro meses de 2021, Lisboa registou uma diminuição de 82,1% nas dormidas, correspondendo a 385 mil dormidas (14,1% do total). Neste período, as dormidas de residentes (peso de 54,4%) recuaram 50,4% e as de não residentes diminuíram 89,8%. Lisboa concentrou 20,1% do total das dormidas de não residentes nos primeiros quatro meses do ano.

As dormidas no município do Funchal (6,9% do total) diminuíram 80,9% no primeiro quadrimestre (-26,5% nos residentes e -86,7% nos não residentes) e no Porto (3,7% do total), esse decréscimo foi de 85%, (-56,6% nos residentes e -93,3% nos não residentes).

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