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Retoma “adiada” para 2024, prevê ETC

O adiamento da retoma parece ser uma constante. Agora é a ETC que só prevê que se atinjam os níveis pré-pandemia em 2024.

Victor Jorge
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Retoma “adiada” para 2024, prevê ETC

O adiamento da retoma parece ser uma constante. Agora é a ETC que só prevê que se atinjam os níveis pré-pandemia em 2024.

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Análise

Apesar de se esperar um aumento na procura das viagens na Europa, mercê das altas taxas de vacinação no continente, a European Travel Comission (ETC) não espera uma recuperação, para níveis pré-pandémicos, antes de 2024.

O organismo liderado pelo português Luís Araújo (presidente do Turismo de Portugal) revela no “Trends & Prospects” trimestral que, apesar da boa performance do verão, a chegada de turistas internacionais à Europa, em 2021, deverá ficar 60% abaixo do registado em 2019, depois de, a meio do ano, terem ficado 77% abaixo do mesmo período de 2019.

Isto depois dos turistas europeus terem dado um impulso nos meses mais quentes de 2021, com os dados a indicarem uma evolução ao longo de junho (-69%), julho (-57%) e agosto (-49%) face aos mesmos meses no período pré-pandémico.

Luís Araújo refere, em comunicado da ETC que “é claro ver o papel crítico que os programas de vacinação já desempenharam para ajudar na recuperação das viagens”, admitindo que a vacina foi “vital para facilitar os requisitos de entrada e aumentar o apelo das viagens durante a temporada de verão”.

No entanto, o presidente da ETC admite que “os esforços de vacinação não serão suficientes”, já que à medida que os meses de inverno se aproximam, “é imperativo que a Europa se esforce para restaurar ainda mais a liberdade de movimento, implementando abordagens mais holísticas e coerentes para viagens dentro e fora da UE”.

Portugal, a par de Malta e Islândia, merecem destaque no relatório da ETC, tendo ultrapassado os 80% de população vacinada, salientando-se o nosso país com uma taxa de 86%.

Contudo, com países como da Europa de Leste, nomeadamente, Bulgária, Bielorrússia ou Ucrânia, entre outro, a apresentarem taxas de vacinação inferiores a 20%, os receios mantêm-se quanto ao efeito que poderá ter nas viagens por essa Europa fora, antecipando-se mesmo que existem países que só atingirão taxas de 70% em 2024.

Assim e com a aproximação do Inverno, espera-se uma “ligeira desaceleração na atividade”, já que a temporada de gripe de inverno poderá, provavelmente, levar a um comportamento de viagem “mais cauteloso e um potencial aumento das restrições”, antecipando-se que as chegadas de turistas internacionais à Europa fiquem 60% abaixo dos níveis de 2019 até o final do ano, estimando-se um retorno total aos níveis anteriores à crise até 2024.

Quanto aos viajantes de longa distância, a ETC também observou uma “notável ausência”, com as chegadas dos EUA à Europa a permanecerem 90% abaixo dos níveis de 2019 para um terço dos destinos europeus. A ausência de turistas chineses também foi “dolorosamente” sentida em toda a Europa, com todos os destinos a registarem quedas de mais de 90% em comparação com 2019.

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Britânicos mantêm planos de viagem em 2023 e contam gastar mais que outros europeus

O novo estudo da MMGY Travel Intelligence, que entrevistou mais de quatro mil viajantes europeus, apurou que os britânicos são os europeus que contam realizar um maior número de viagens e com gastos mais elevados em 2023.

O aumento do custo de vida não parece estar a desmotivar os turistas britânicos, que mantêm os seus planos de viagem para 2023 e contam mesmo gastar mais do que os turistas de outros países europeus, de acordo com o mais recente estudo da empresa de análise de dados MMGY Travel Intelligence.

Segundo os resultados deste estudo, os turistas britânicos contam realizar, no próximo ano, cerca de 2,5 viagens internacionais e gastar perto de 4.600 euros no total das férias ao longo dos próximos 12 meses.

O resultado, segundo o estudo da MMGY Travel Intelligence, que contou com mais de quatro mil entrevistados, mostra que os britânicos são os turistas europeus que maior número de viagens contam realizar no próximo ano, sendo também aqueles que esperam realizar os gastos mais elevados.

Ao contrário dos britânicos, a generalidade dos turistas europeus deverá ficar-se por 2,3 viagens internacionais no próximo ano, não contando gastar mais de 3.870 euros no total das férias, num valor que, ainda assim, subiu 1% face ao último estudo.

Os resultados mostram, por isso, que as viagens parecem ser “o último item que as pessoas dispensam”, com os britânicos a mostrarem-se mesmo “determinados a continuar viajando” no próximo ano.

Por destinos, a preferência vai para os países europeus, seguindo-se os EUA, Caraíbas e Canadá.

“Na sequência da pandemia da Covid-19, o nosso estudo demonstra que há claramente um forte apetite para sair e ver o mundo, e as pessoas estão com fome de gastar o seu dinheiro neste simples prazer e não estão dispostas a prescindir dele”, afirma Cees Bosselaar, diretor administrativo da MMGY Travel Intelligence Europe.

De acordo com o responsável, esta intenção de viajar não quer, contudo, dizer que os turistas não se preocupam com os custos, uma vez que o orçamento continua a ser um dos principais fatores de decisão em relação às férias.

O que parece já não ter grande influência na escolha dos europeus é a COVID-19, uma vez que, de acordo com este estudo, este passou a ser o último motivo de decisão, enquanto os custos, a existência de voos e de alojamento, assim como a segurança pessoal, estão no topo das prioridades.

O estudo procurou ainda saber qual o sentimento dos turistas europeus em relação à sustentabilidade, apurando que cerca de 30% dos viajantes europeus evitariam um destino ou opção de férias cujas práticas não sejam sustentáveis.

Além de turistas britânicos, este estudo abrangeu também turistas provenientes de França, Alemanha, Itália e Espanha, que manifestaram ter intenção de viajar no próximo ano.

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Moçambique quer que “portugueses continuem a ser o primeiro navio” do investimento turístico no país

O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, incentivou este fim-de-semana os empresários lusos a explorarem as oportunidades de negócio no país, nomeadamente no setor do turismo, que é prioritário para Moçambique.

O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, incentivou este fim-de-semana os empresários lusos a explorarem as oportunidades de negócio no país, nomeadamente no setor do turismo, de forma a que “os portugueses continuem a ser o primeiro navio” do investimento no setor do turismo no país.

O chefe de Estado de Moçambique, que esteve presente na inauguração do Montebelo Alcobaça Historic Hotel, do Grupo Visabeira, que tem investimentos no turismo moçambicano, convidou os empresários portugueses a visitar “os destinos turísticos de Moçambique” e “explorem as oportunidades de investir”.

Filipe Nyusi garantiu que as autoridades moçambicanas estão empenhadas em tornar Moçambique num “destino seguro”, nomeadamente para o investimento estrangeiro, e incentivou também a Visabeira a continuar o investimento que tem realizado em Moçambique, uma vez que o turismo é um setor prioritário para o país.

O Presidente da República do Moçambique marcou presença na sessão solene de inauguração do Montebelo Alcobaça Historic Hotel, que decorreu este sábado, 19 de novembro.

A nova unidade, que conta com 91 unidades de alojamento instaladas no Claustro do Rachadouro, no Mosteiro de Alcobaça, resulta de um projeto de recuperação com a assinatura de Eduardo Souto Moura, que motivou um investimento de 24,5 milhões de euros.

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Campanha em Times Square foi só o arranque da promoção de Portugal nos EUA

Além da campanha ‘Close to Us’, lançada na passada sexta-feira, 18 de novembro, em Times Square, Nova Iorque, o Turismo de Portugal conta com um “plano alargado” para promover Portugal nos EUA.

Além da campanha ‘Close to Us’, lançada na passada sexta-feira, 18 de novembro, em Times Square, Nova Iorque, o Turismo de Portugal conta com um “plano alargado” para promover Portugal nos EUA, no âmbito do qual estão previstas diversas iniciativas.

“A campanha “Close to US” faz parte de um plano alargado e inclui, além da ativação de marca em Times Square, a presença do Destino Portugal em plataformas de negócio, nomeadamente feiras e workshops; a implementação de uma estratégia de relações públicas tendo como alvo os principais opinion makers do país; e ainda uma forte campanha de marketing digital”, indica o Turismo de Portugal, num comunicado enviado à imprensa.

Segundo o Turismo de Portugal, o plano de promoção de Portugal tem um investimento previsto de 4,5 milhões de euros, a ser realizado este e no próximo ano, com o objetivo de “dar visibilidade a Portugal como destino inspirador, cujas pessoas sabem e gostam de receber, evidenciando a posição geográfica privilegiada e a conectividade entre a América do Norte e Portugal”.

No que diz respeito à campanha de marketing digital, o Turismo de Portugal explica ainda que esta será uma iniciativa “estritamente digital”, que inclui uma rede de três mil outdoors digitais presentes nos aeroportos de Nova Iorque e New Jersey, que têm ligações aéreas diretas para Portugal.

O Turismo de Portugal estima que esta campanha seja capaz de gerar “aproximadamente 55 milhões de impressões” e venha a ter um “impacte em cerca de 12 milhões de transeuntes e utilizadores dos aeroportos”.

“No âmbito do plano de atuação delineado pelo Turismo de Portugal há também o objetivo de captar, diversificar e reforçar as rotas áreas dos EUA para Portugal, tendo em conta as cidades de origem, as companhias e as cidades de destino. Aliás, o crescimento do mercado em matéria de conectividade tem sido evidente, tendo o verão de 2022 atingido praticamente o nível de 2019”, acrescenta o Turismo de Portugal.

Na informação divulgada, o organismo de promoção turística explica que os EUA “têm-se afirmado nos anos recentes como um dos mercados turísticos mais relevantes para Portugal, registando até setembro de 2022, e em comparação com 2019, crescimentos de 21,6 e 22,4% respetivamente nos indicadores do número de hóspedes e dormidas”.

“Estes números colocam presentemente o mercado dos EUA como o 4º principal mercado emissor para Portugal e o 5º em termos de dormidas. Em relação às receitas turísticas o mercado registava no acumulado do ano (jan a set) deste ano um aumento de 48% face ao mesmo período de 2019”, acrescenta o comunicado.

Para Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, esta ação tática “muito pertinente” justifica-se porque os EUA são um mercado “cada vez mais importante para Portugal” e que tem apresentado indicadores turísticos “extraordinários”.

“Se, em 2021, os EUA já eram o 6.º mercado turístico da procura externa para o destino Portugal, em 2022 irão assumir uma posição ainda mais importante, contribuindo para a diversificação de mercados emissores. Este plano estratégico de comunicação, especialmente desenhado para este mercado, apresenta Portugal não só como o grande país que é, mas sobretudo como destino turístico fascinante e único no mundo”, acrescenta Luís Araújo.

Recorde-se que o Turismo de Portugal lançou sexta-feira, 18 de novembro, a campanha ‘Close to Us’ em Times Square, em Nova Iorque, nos EUA, convidando os norte-americanos a conhecerem Portugal através de vídeos de projetaram o país ao longo de uma hora nos ecrãs desta conhecida praça novaiorquina.

“O Turismo de Portugal “entregou” cada um dos ecrãs de Times Square a portugueses para que estes pudessem mostrar ao mundo o melhor que o país tem – as pessoas e o seu património natural e histórico, bem como passar a mensagem de que o turismo do futuro se faz de maneira responsável e sustentável, contribuindo para um planeta melhor”, explica o Turismo de Portugal.

Com esta campanha, o Turismo de Portugal pretendeu mostrar a “diversidade da oferta turística de Portugal e das suas regiões, em particular o que tem mais impacto no público americano (sem esquecer, contudo, todas as outras nacionalidades que passam por esta praça emblemática e palco do mundo)”.

Além das imagens do país, a campanha contou também com o lançamento da mais recente figura de cera do museu Madame Tussauds New York, Cristiano Ronaldo, que vai ficar patente no museu num espaço dedicado ao atleta português denominado: The CR7 Experience.

O Turismo de Portugal relembra ainda que, em 2018, na mesma praça, Times Square, já tinha sido realizada uma ação de ativação de marca com foco nas ondas portuguesas, mostrando Portugal como destino de Surf e destacando a onda gigante da Nazaré, a maior onda surfada do mundo, numa ação que impactou globalmente cerca de 300 milhões de pessoas.

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Receitas turísticas sobem 17,3% face a 2019 e ditam melhor setembro de sempre

Em setembro, as receitas turísticas subiram 17,3% face a igual mês de 2019, ao somarem 2.378,69 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre para o nono mês do ano, segundo o Banco de Portugal (BdP).

Inês de Matos

Em setembro, as receitas provenientes da atividade turística subiram 17,3% face a igual mês de 2019, ao somarem 2.378,69 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre para o nono mês do ano, segundo os dados divulgados esta sexta-feira, 18 de novembro, pelo Banco de Portugal (BdP).

O BdP indica que, em setembro, as receitas turísticas – que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal – ficaram 17,3% acima dos 2.026,98 milhões de euros apurados em setembro de 2019, que tinha sido o valor mais elevado para o mês de setembro.

Em comparação com setembro do ano passado, a subida das receitas turísticas é ainda mais expressiva e chega aos 72,2%, traduzindo um evolução de 997,5 milhões de euros face ao total de 1.381,19 milhões de euros que tinha sido apurado em setembro de 2021.

Já as importações do turismo – que correspondem aos gastos dos turistas portugueses no estrangeiro – cresceram 21,4% face a setembro de 2019, somando 616,60 milhões de euros. Esta subida é ainda mais expressiva face ao mesmo mês do ano passado, quando as importações turísticas ficaram em 475,61 milhões de euros, o que traduz um aumento de 29,6%.

Já o saldo das Viagens e Turismo chegou aos 1.762,09 milhões de euros, 16,0% acima de setembro de 2019, quando o valor tinha sido de 1.518,90 milhões de euros, o que corresponde, mais uma vez, ao valor mais elevado de sempre para o mês de setembro.

Face a 2021, a subida do saldo foi de 94,6%, uma vez que em setembro do ano passado, devido à COVID-19, o saldo das Viagens e Turismo somou apenas 905,59 milhões de euros.

O BdP diz que foi a rubrica Viagens e Turismo que “contribuiu, sobretudo”, para a evolução da balança de serviços, sendo que também o “excedente desta rubrica aumentou 857 milhões de euros, para 1762 milhões de euros”.

Acumulado também é histórico

Tal como no mês de setembro, também as receitas turísticas acumuladas desde o início do ano atinge um resultado histórico e somam já 16.597,79 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre e que fica cerca de 13% acima do registado em 2019, quando o acumulado atingia os 14.689,75 milhões de euros.

No que diz respeito às importações do turismo, a subida no acumulado entre janeiro e setembro face a igual período de 2019 é de 7,7%, uma vez que este valor subiu dos 3.983,98 milhões de euros para 4.291,97 milhões de euros.

No saldo também há notícias positivas, uma vez que este indicador somou 12.305,83 milhões de euros, o que traduz um acréscimo de 14,9% face aos 10.706,42 milhões de euros apurados entre janeiro e setembro de 2019.

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Quake é uma das 20 atrações temáticas distinguidas com um Thea Award

Espaço dedicado ao Terramoto de Lisboa de 1755 foi premiado na categoria Experiência Histórica – Outstanding Achievement, sendo a única experiência portuguesa entre as 20 atrações temáticas distinguidas nestes prémios.

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O Quake – Centro do Terramoto de Lisboa foi distinguido pela Themed Entretainment Association com um Thea Award, na categoria Experiência Histórica – Outstanding Achievement, um dos maiores títulos mundiais atribuídos a atrações temáticas de todo o Mundo.

“O Quake foi a única experiência portuguesa a ser eleita entre todos os vencedores, de uma lista que inclui diversões em parques temáticos como o “Walt Disney World”, em Orlando, ou até a “Universal Studios Beijing”, na China “, destaca o espaço museológico dedicado ao terramoto de 1755, que abriu em Belém, em abril deste ano.

Para Ricardo Clemente e Maria Marques, fundadores do Quake, o prémio atribuído ao espaço museológico dedicado ao terramoto de 1755 vem confirmar que “este projeto valeu a pena”, assim como a importância de dar a conhecer o passado histórico e o património de Portugal.

“Termos a nossa experiência colocada ao lado de nomes tão reconhecidos da área do entretenimento como a Walt Disney World ou até os parques da Universal Studios é uma prova de que o entretenimento pode ter diferentes formas e que os eventos históricos, sobretudo do nosso País, também podem dar lugar a atrações de relevância internacional. Essa tem sido também a nossa ambição – levar além fronteiras o bom trabalho que se desenvolve em Portugal, na divulgação de uma parte tão importante do nosso passado e património”, afirmam os responsáveis.

O prémio vai ser entregue ao Quake durante uma gala a decorrer no próximo ano, em Anaheim na Califórnia, EUA.

Recorde-se que o Quake – Centro do Terramoto de Lisboa afirma-se com um centro de interpretação onde os visitantes podem “ver, sentir e cheirar, e em breve também saborear”, a Lisboa do século XVIII, através de um percurso imersivo que passa por várias salas e que convida à interação dos visitantes.

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Turismo de Lisboa lança vídeo para promover Rota do Vinho

A Associação do Turismo de Lisboa (ATL) lançou um vídeo para promover a Rota do Vinho nos mercados externos, através do qual é possível conhecer os sítios a não perder e as experiências a ter no que diz respeito aos vinhos da região.

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A Associação do Turismo de Lisboa (ATL) lançou um novo vídeo para promover a Rota do Vinho nos mercados externos, através do qual é possível conhecer os sítios a não perder e as experiências a ter no que diz respeito aos vinhos da região.

Disponível através do site do Turismo de Lisboa, o novo vídeo está traduzido em português, inglês, francês, italiano, espanhol e alemão, dando a conhecer os melhor da Rota do Vinho de Lisboa.

As sugestões passam pelo Parque Vinícola de Lisboa, junto ao aeroporto, e pela vinha experimental Meia Encosta, na Tapada da Ajuda, além da Villa Oeiras, um vinho que honra a memória do vinho de Carcavelos e que recorre a técnicas modernas de produção.

O Museu do Vinho e da Vinha, em Bucelas, é outra das sugestões, até porque esta é a segunda mais antiga região de vinhos de Portugal, o que permite conhecer a evolução das formas de trabalho da vinha e de produção do vinho, e provar alguns dos melhores vinhos do país.

Mais a norte, há ainda Quinta de Sant’Ana, com uma forte aposta na qualidade dos seus vinhos premiados, e, a sul do Tejo, destaque para a Casa Mãe da Rota dos Vinhos da Península de Setúbal, uma das mais conhecidas a nível nacional, que disponibiliza também percursos pedestres que integram as adegas, as vinhas e os vinhos da região.

As recomendações passam ainda pela Quinta da Bacalhôa e pela Casa Museu José Maria da Fonseca, opções onde é possível degustar a variedade de vinhos produzidos, assim como pela Casa da Baía, em Setúbal, que é outro dos sítios indicados para conhecer (e provar) a história e a cultura vitivinícola da região e o vinho produzido pelas diferentes adegas da península.

“Toda a região é marcada por uma produção singular resultante do solo fértil, dos ventos e mares, das planícies e montanhas e do clima, que aqui se cruzam. Características e cenários únicos, com séculos de cultura e de técnica de elaboração de vinhos, e uma paisagem que permite múltiplos olhares e abordagens, e que convida todos a conhecer e provar o que de melhor Lisboa tem para oferecer”, acrescenta o Turismo de Lisboa.

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Turismo de Portugal lança nova campanha nos EUA

O Turismo de Portugal espera que a campanha ‘Close To US’ possa impactar cerca de 500 milhões de potenciais turistas norte-americanos.

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O Turismo de Portugal lança esta sexta-feira, 18 de novembro, a campanha ‘Close To US’ nos EUA, iniciativa que vai ser lançada em Times Square, em Nova Iorque, e que dá início a um forte Plano de Promoção de Portugal nos EUA.

De acordo com um comunicado do Turismo de Portugal, os EUA são “um mercado estratégico para o desenvolvimento da atividade turística nacional”, o que justifica o lançamento desta campanha, que se espera que possa “impactar cerca de 500 milhões de potenciais turistas, num momento em que, associada à tradição da Black Friday, há uma maior predisposição para a marcação de viagens”.

Desta forma, o Turismo de Portugal vai proceder a uma ativação da marca VisitPortugal que, para além de uma série de outras ações, prevê o “take over” de todos os outdoors digitais da emblemática praça de Nova Iorque – Times Square.

A iniciativa arranca pelas 18h00 e, durante uma hora, vai estar em vigor nos ecrãs de Times Square, colocando os portugueses a apresentarem “ao mundo o melhor que o país tem – as pessoas e o seu património natural e histórico”.

O Turismo de Portugal diz ainda que esta campanha ocorre no âmbito do evento de lançamento da mais recente figura de cera do museu Madame Tussauds New York: Cristiano Ronaldo.

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GBTA prevê recuperação das viagens de negócios em 2023

À medida que as restrições relacionadas com a pandemia se vão aligeirando, a Global Business Travel Association (GBTA) mostra expectativas de recuperação para as viagens de negócios em 2023.

Victor Jorge

Embora as viagens de negócios ainda registem uma recuperação mais lenta, ficando aquém dos níveis pré-pandêmicos, uma análise da Global Business Travel Association (GBTA) mostra expectativas de recuperação em 2023, com 78% dos gerentes de viagens a estimar que as empresas farão mais viagens de negócios no próximo ano. Já do lado dos agentes de reservas de viagens de negócios, 85% prevê a existência de mais reservas em geral.

A análise da GBTA refere ainda que as viagens de negócios domésticas estão em 63% dos níveis vistos antes do COVID-19, e as viagens internacionais estão em 50% dos totais anteriores.

“Continuamos a ver um progresso à medida que as viagens de negócios voltam a ser uma indústria global de 1,4 bilião de dólares como era antes da pandemia”, refere Suzanne Neufang, CEO da GBTA, em nota de imprensa.

A pesquisa conclui que a pandemia está a diminuir como um fator que impacta as viagens, com a maioria dos fornecedores de viagens a destacar as condições económicas como fator que pode limitar as viagens de negócios no próximo ano, embora 75% dos compradores de viagens admitam que não há planos atualmente para limitar as viagens devido à economia.

A maioria dos inquiridos confirmou modelos de trabalho híbridos ou totalmente remotos para as suas empresas, com 72% dos entrevistados a afirmar que o trabalho remoto não mudaria o número de viagens de negócios feitas pelos funcionários e 14% acreditando que os acordos de trabalho remoto aumentariam o número de viagens de negócios.

Ao mesmo tempo, quem gere as de viagens relata “um aumento nas solicitações de viagens combinadas que incluem atividades de trabalho e lazer ou algum período de férias”. Acordos de trabalho híbrido e remoto podem encorajar viagens, já que muitos inquiridos confirmaram que as suas empresas permitem que os funcionários vivam fora da sua base por longos períodos, mesmo incluindo locais internacionais enquanto continuam a trabalhar remotamente.

27% indicaram ainda que estão disponíveis reembolsos para despesas de trabalho remoto na respetiva empresa, enquanto 42% dizem que esses reembolsos não são oferecidos.

Quando se trata de viagens internacionais, 74% dos entrevistados confirmaram que viagens internacionais não essenciais são permitidas pelas empresas.

“Também é importante entender o contexto da recuperação global das viagens de negócios. A Ásia ainda está a abrir fronteiras, as viagens internacionais de negócios em geral começaram a aumentar apenas no início deste ano em todo o mundo, e os EUA só permitiram viagens irrestritas desde junho”, acrescentou Neufang.

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Gastos com cartões estrangeiros em Portugal no 3.º trimestre 55% acima de 2019

As compras efetuadas com cartões por estrangeiros no 3.º trimestre, em Portugal, ultrapassou os valores de 2019 em termos de número de transações e valor gasto. No alojamento, foram os americanos que mais gastaram, ultrapassando os tradicionais europeus.

Victor Jorge

A utilização de cartões bancários estrangeiros durante o 3.º trimestre de 2022 ultrapassou todos os anteriores registos em períodos homólogos, e praticamente duplicou o número de utilizações de cartões verificados em 2021.

De acordo com os dados da SIBS, no 3.º trimestre de 2022, número de transações efetuadas com cartões estrangeiros no nosso país ascendeu a 52,1 milhões, correspondendo a uma subida de 95% face a igual período de 2021 e mais 82,5% relativamente ao mesmo trimestre de 2019.

No que diz respeito ao valor de compras, os números mostram que totalizaram 2.480 milhões de euros, ficando 85,9% acima de período homólogo de 2021. Quando comprado com o 3.º trimestre de 2019, os dados da SIBS indicam uma variação positiva de 55,2%. Já quanto à transação média no período de julho a setembro, verifica-se que esta rondou os 48 euros, menos 4,7% relativamente ao mesmo trimestre de 2021 e 4,8% abaixo de igual período de 2019.

Em termos da distribuição regional do número de operações, a Região de Lisboa liderou destacadamente com 19,4 milhões de transações, significando tal uma quota de 37%. Em segundo lugar aparece o Algarve com 12,3 milhões de transações, correspondendo a uma quota de 23,4%, com a Região Norte a fechar o top 3 com 10,8 milhões de transações e 20,7% da quota global.

Em termos de mercados, França lidera com 10,4 milhões de transações (19,9% do total), seguindo-se Reino Unido com 7,6 milhões de transações (14,6%) e Espanha com cinco milhões de transações (11,5%). Significativo é o 4.º lugar dos E.U.A. em resultado do nítido crescendo de presença de turistas norte-americanos.

Já quando se analisam os gastos com cartões estrangeiros em Portugal, mas por valor de compras, a liderança continua a pertencer a França com 485,5 milhões de euros, seguindo-se o Reino Unido, com 333,9 milhões de euros. O maior destaque vai, contudo, para os EUA que, com os 261 milhões de euros, suplantaram mercados tradicionalmente mais relevantes, como o espanhol e alemão.

Americanos lideram nos gastos com alojamento
No 3.º trimestre de 2022, os gastos em compras com cartões bancários estrangeiros no alojamento foram sempre superiores aos meses homólogos dos anos anteriores, tendo atingido o valor máximo no mês de agosto, com 247,5 milhões de euros, correspondendo a uma subida de 46% face ao valor do mesmo mês de 2019.

Mas também julho, com 221,7 milhões de euros, e setembro, com 176,7 milhões de euros, ficaram acima dos mesmos meses de 2019, com variações positivas de 48,8% e 38,2%, respetivamente.

Mais uma vez a região de Lisboa lidera os gastos feitos com cartões por estrangeiros com mais de 214 milhões de euros (32,7%) de quota, aparecendo o Algarve em segundo lugar a curta distância, com 211 milhões de euros (32,1%), com o Norte de Portugal a registar ainda gastos de 3 dígitos, com 105,3 milhões de euros (16%).

No que diz respeito ao mercado estrangeiro mais gastador no alojamento, a distribuição dos consumos evidencia uma inédita liderança dos EUA com 87,8 milhões de euros (13,6% de quota), secundados de perto pelo Reino Unido, com 81,1 milhões de euros (12,6%) e superando claramente os restantes maiores mercados europeus: Espanha (64,3 milhões de euros e uma quota de 10%), França (52,5 milhões de euros e quota de 8,1%) e Alemanha (35,9 milhões de euros e quota de 5,6%).

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1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa com 20 expositores e 250 agentes

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente.

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O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, que vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, conta já com a confirmação de cerca de duas dezenas de produtores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada, e 250 agentes de viagem.

Organizado pelo jornal Publituris, o evento é criado e promovido pelas Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, sendo 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa dirigido a agentes de viagens e contará com a presença de produtores com a Adega Cooperativa da Lourinhã, Adega Mãe, Manzwine, Quinta do Gradil, Quinta do Sanguinhal, Quinta das Carrafouchas, Quinta de Almiara, Quinta da Boa Esperança, Quinta dos Capuchos, Quinta do Monte d’Oiro, Caves Velhas, Caves São João, Caves Do Solar de São Domingos, Luís Pato, Quinta das Bageiras, Prior Lucas, Caves Messias, Regateiro e António Marinha.

Presentes no evento estarão Turismo de Portugal, Turismo do Centro de Portugal, CCDR Centro, Comissões Vitivinícolas da Bairrada e Lisboa, Rota da Bairrada, Comunidade Intermunicipal do Oeste, Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, Comunidade Intermunicipal de Aveiro, Escolas de Hotelaria e Turismo de Coimbra e do Oeste, IPL-ESTM, Entidade Regional do Turismo de Lisboa, entre outras.

O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa decorre no dia 23 de novembro no Altis Grand Hotel, a partir das 18h00, enquanto no Porto tem lugar, no dia 24 de novembro, no Hotel HF Ipanema Park, também com início pelas 18h00. Nas duas iniciativas, está ainda incluído o jantar.

Ao longo do evento os agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer novos projetos de enoturismo, seja para momentos em família, casais, grupos em ‘stopover’ ou para eventos corporate, nos quais a cultura vinhateira se assume como uma mais‐valia na diferenciação da oferta turística comercializada.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa podem ser realizadas aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 913256261.

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