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Indicadores económicos da hotelaria mantêm quebra em agosto, apesar da ajuda dos residentes

Segundo o INE, os proveitos totais e por aposento continuaram a apresentar descidas significativas em agosto e, no acumulado do ano, a quebra ultrapassa mesmo os 50% face ao período pré-pandemia.

Inês de Matos
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Indicadores económicos da hotelaria mantêm quebra em agosto, apesar da ajuda dos residentes

Segundo o INE, os proveitos totais e por aposento continuaram a apresentar descidas significativas em agosto e, no acumulado do ano, a quebra ultrapassa mesmo os 50% face ao período pré-pandemia.

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Apesar do mercado interno ter contribuído com 4,2 milhões de dormidas e ter crescido 24,2%, o valor mensal mais elevado desde que há registos,  os indicadores económicos da hotelaria nacional mantiveram, em agosto, quebras expressivas face a igual mês de de 2019, avança o  Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com os dados já confirmados do INE relativamente ao mês de agosto, que foram divulgados esta quinta-feira, 14 de outubro, “os proveitos registados nos estabelecimentos de alojamento turístico atingiram 515,8 milhões de euros no total e 410,2 milhões de euros relativamente a aposento”, o que traduz descidas de 19,2% e 19,3% face a igual mês de 2019.

No acumulado dos primeiros oito meses do ano, as quebras nos proveitos são ainda maiores face ao mesmo período pré-pandemia, uma vez que, indica o INE, “registaram-se variações de -57,1% e -56,7%” nos proveitos totais e por aposento, respetivamente.

Apesar de continuarem por metade face ao período pré-pandemia, tanto os proveitos totais, como os proveitos por aposento, subiram em comparação com agosto do ano passado, num aumento que, de acordo com o INE, foi de 25,0% nos proveitos totais e de 27,2% nos por aposento.

Já o RevPar situou-se em 71,4 euros em agosto, valor que indica uma subida face ao mês anterior, já que, em julho, este indicador estava nos 40,2 euros, mas ainda assim abaixo dos 84,4 euros registados em agosto de 2019.

O rendimento médio por quarto ocupado (ADR) é o indicador que mais perto está de alcançar os valores de 2019, uma vez que, no oitavo mês deste ano, chegou aos 115,8 euros, acima dos 98,7 euros contabilizados em julho e já próximo dos 116,2 euros de agosto de 2019.

No total, as unidades de alojamento turístico nacionais somaram 2,5 milhões de hóspedes e 7,5 milhões de dormidas, o que indica subidas de 35,6% e 47,6%, respetivamente, que se somam aos aumento de +60,4% e +73,0% que já tinham sido apurados em julho.

Ainda assim, o INE diz que estes valores “foram, no entanto, inferiores aos observados em
agosto de 2019, tendo diminuído o número de hóspedes e de dormidas, 23,6% e 22,1%, respetivamente”.

Além da forte recuperação do mercado interno, que contribuiu com 4,2 milhões de dormidas e aumentou 24,2%, também os mercados externos cresceram 94,5% e totalizaram 3,3 milhões de dormidas, ainda que, ao contrário do mercado doméstico, os não residentes apresentem um decréscimo de 46,9% nas dormidas face a agosto de 2019, enquanto as dormidas de residentes subiram 22,6%.

Já a ocupação das unidades de alojamento situou-se nos 61,6%, mais 15,0 pontos percentuais que o observado em agosto de 2020, mas 11,0 pontos percentuais abaixo do registado em agosto de 2019, quando a taxa de ocupação chegava aos 72,6%.

No acumulado dos primeiros oito meses do ano, as unidades de alojamento turístico somam 8,8 milhões de hóspedes e 23,9 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 8,1% e 11,8%, respetivamente.

 

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AHRESP alerta para consequências “cada vez mais preocupantes” da inflação no setor

A associação deu a conhecer esta segunda-feira, 14 de novembro, os resultados do seu inquérito mais recente, no qual 54% das empresas de restauração e 49% das empresas de alojamento apontaram ter quebras na faturação até 20%.

Em comunicado de imprensa, a AHRESP alerta que o atual contexto de inflação – “cuja estatística oficial revela aumentos de 27,6% nos produtos energéticos e de 18,9% nas matérias-primas alimentares” – está a ter consequências “cada vez mais preocupantes para a sustentabilidade dos negócios”.

A afirmação é feita após os resultados do mais recente inquérito da associação, realizado durante a segunda quinzena de setembro e a primeira de outubro, no qual foram apuradas 473 respostas válidas nos setores da restauração e similares e do alojamento turístico.

De acordo com os resultados deste estudo, para 71% das empresas da restauração, e para 83% das empresas de alojamento, os custos com matérias-primas aumentaram até 50%.

A escassez de produtos essenciais também já se faz sentir nestas atividades, como apontado por 73% das empresas da restauração e 26% do alojamento inquiridas.

Neste contexto, a AHRESP afirma que “a atualização dos preços de venda foi inevitável”, com 83% dos inquiridos na área da restauração e 69% do alojamento a indicarem que aumentaram os seus preços de venda. Na restauração (51%) e no alojamento (45%), os aumentos não ultrapassaram os 10%.

Fazendo a correlação deste cenário com a entrada na época baixa, a associação garante que “a retração no consumo já se evidenciou”: em setembro, 54% das empresas de restauração e 49% do alojamento sentiram quebras na faturação até 20%. O inquérito revelou ainda quebras significativas, superiores a este intervalo.

Para atenuar os efeitos deste ciclo inflacionista, a AHRESP volta a afincar em comunicado as medidas temporárias que tem vindo a propor, “como a aplicação da taxa reduzida de IVA nos serviços de alimentação e bebidas e nas tarifas de energias, gás e eletricidade”. Ainda no mesmo inquérito, 89% das empresas de restauração confere como prioritária a medida do IVA, enquanto 81% das empresas de alojamento a redução do IVA na energia.

A associação alerta que “a ausência de medidas preventivas irá provocar um novo aumento de preços, despedimento de trabalhadores e encerramento de empresas”, já que, das empresas inquiridas, e no caso da restauração, 68% ponderam aumentar preços, 37% provocar despedimentos e 13% encerrar a atividade. No caso do alojamento turístico, 63% das empresas refere que terá de aumentar preços, 15% irá avançar com despedimentos e 8% equaciona o encerramento da atividade.

Antecipando o último trimestre de 2022, as perspetivas “são muito preocupantes”, de acordo com a AHRESP, que indica que 45% das empresas da restauração e 31% de alojamento inquiridas consideram que este último trimestre será pior ou muito pior que o quarto trimestre de 2019.

A somar a este cenário, a associação considera que “a subida das taxas de juros certamente provocará um forte impacto no rendimento disponível das famílias, conduzindo inevitavelmente a uma retração no consumo dos nossos serviços”.

“Estamos certos de que o Governo, atento à conjuntura e ao seu provável agravamento, procure melhorar o nível de rendimento familiar”, afirma a associação, esperando ainda que “o Governo venha a implementar mecanismos que permitam um saudável desenvolvimento das atividades económicas que representamos, assegurando o contributo que o Turismo confere à economia nacional”.

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Concurso para reabilitação do Palácio do Bussaco lançado até ao final do ano

Em declarações à agência Lusa, Guilherme Duarte explicou que o concurso internacional do Palace Hotel do Bussaco prevê a recuperação integral do edifício, no âmbito do Programa Revive.

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O presidente da Fundação Mata do Bussaco, Guilherme Duarte, garantiu este domingo que o concurso internacional que prevê a reabilitação do Palácio Hotel, classificado como monumento nacional desde 2018, vai ser lançado até ao final do ano.

“Este concurso está numa fase muito avançada, estimando-se que seja lançado até ao final do ano. No próximo ano haveremos de ter candidato para execução da obra física, que irá dotar todo este espaço de melhores condições”, explicou.

O Palácio Hotel do Bussaco, projetado no último quartel do século XIX pelo arquiteto italiano Luigi Manini, localiza-se na Mata Nacional do Bussaco, na freguesia do Luso, concelho da Mealhada, no distrito de Aveiro.

Em declarações à agência Lusa, Guilherme Duarte explicou que o concurso internacional do Palace Hotel do Bussaco prevê a recuperação integral do edifício, no âmbito do Programa Revive.

“Mantendo sempre a sua traça, o edifício vai ser alvo de intervenções ao nível de todas as canalizações, embrechados, telhados, sistemas de ventilação e aquecimento. Falamos de uma obra com um valor que não sei precisar, pois ainda não está fechado, mas que será de muitos milhões de euros”, descreveu.

Este concurso internacional prevê ainda a requalificação o Chalet de Santa Teresa, um chalet oitocentista que se encontra em perigo de ruir, bem como a recuperação das antigas cavalariças e a Casa da Forja.

“Vamos deixar de ter ruínas dentro da Mata. É uma grande obra, que irá demorar algum tempo, mas que vai ser uma realidade. Conta com o envolvimento e o empenho da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, do Instituto do Turismo de Portugal, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e da Direção Geral do Património Cultural e da Câmara Municipal da Mealhada”, destacou.

O Programa Revive foi lançado com o objetivo de “promover a requalificação e o subsequente aproveitamento turístico de um conjunto de imóveis do Estado com valor arquitetónico, patrimonial, histórico e cultural”.

Foram afetos ao Programa Revive “um conjunto de imóveis que, por força das respetivas características históricas, arquitetónicas, culturais ou com possibilidade de aproveitamento económico, em conjugação com a falta de alocação de uma utilização de interesse público, se consideraram enquadrados na missão e objetivos que estiveram na génese deste Programa”.

Estes imóveis serão alvo de investimentos privados que “os tornem aptos para afetação a uma atividade económica com fins turísticos e ou culturais, tendo em vista a respetiva requalificação e valorização desses ativos e possibilitando o pleno aproveitamento e fruição pelas comunidades em que se inserem”.

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Nova Edição: Entrevista a Cristina Siza Vieira e Alexandre Marto, vice-presidente executiva e vice-presidente da AHP

Conheça os destaques da edição de novembro da Publituris Hotelaria.

Carla Nunes

A poucos dias do 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e do Turismo, organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), a Publituris Hotelaria esteve à conversa com Cristina Siza-Vieira, vice-presidente executiva da AHP, e Alexandre Marto, vice-presidente da AHP, para perceber que “ventos de mudança” são esperados, no futuro, pelo e para o setor.

Também o dossier desta edição é dedicado ao congresso e aos intervenientes das várias conferências,  contando com entrevistas a José Theotónio, CEO do Pestana Hotel Group, Carina Oliveira, diretora-executiva do Insignare; Francsico Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal; André Buldini, General Manager do Six Senses Douro Valley e Luís Mexia Alves, CEO da Discovery Hotel Management (DHM).

Passando para a “Análise CLEVER” deste mês, Luís Brites questiona se poderemos esperar ventos de mudança positivos na indústria do Turismo e da Hotelaria, ou se esses ventos serão também furacões para os quais temos de tentar antecipar as decisões de negócio.

No “Fala-se” damos conta das conclusões da conferência “Inovar na Hotelaria” da Publituris Hotelaria no âmbito da DecorHotel, que este ano decorreu no Porto, na Exponor. Destaque também para a conferência “Turismo e Sustentabilidade” organizada pelo jornal Construir e inserida no mesmo evento.

Seguimos para os Alpes suíços, mais concretamente para o campus da Les Roches em Crans-Montana, onde decorreu a terceira edição do Spark Summit Les Roches. A edição deste ano demonstrou que é possível casar a inovação e a tecnologia numa indústria como é a Hospitality, feita de pessoas para pessoas, e conclui que os humanos necessitam da tecnologia, mas também que a tecnologia necessita dos humanos. É um setor de paixões e emoções.

Ainda no segmento “Fala-se” apresentamos o Eurostars Lisboa Baixa. Custou 19 milhões de euros e é o 24ª hotel da Eurostars Hotel Company em Portugal, além da nono na capital. Localiza-se na Rua da Prata, é pequeno e está repleto de detalhe. A decoração do hotel, concebida em torno do conceito do famoso elétrico de Lisboa, recorre a toda a história que o rodeia, permitindo aos hóspedes descobrir a capital portuguesa através dele. A expetativa é a de que a unidade abra no final do ano.

Há ainda espaço para a sustentabilidade nos negócios, o futuro das acessibilidades em Portugal e a identidade internacional da restauração portuguesa debatidos no congresso da AHRESP deste ano, e do qual damos conta nesta edição.

Na Palavra de Chef fomos conhecer o trabalho de João Viegas, chef no restaurante Atlântico, no Vila Vita Parc Resort & Spa. Desde março deste ano que o chef trabalha uma cozinha assente num conceito vegetal para o Atlântico, num menu que, mais do que dirigir-se a vegetarianos e vegan, pretende oferecer pratos que todos possam desfrutar.

Por fim, nas sugestões, fique com as escolhas de Diogo dos Reis Frade, Escanção de O Jardim, do Sr. Lisboa, e criador da página @meiarolha no Instagram. Conheça ainda o novo fine dining do hotel Casa da Companhia, cuja carta tem a assinatura do chef Duarte Batista. O conforto deste espaço intimista alia-se à comida de conforto que o chef fundanense desenhou para a carta do restaurante, onde joga com os sabores da sua infância e várias especiarias. O intuito passa por dar vida ao “sabor dos refogados de domingo das nossas avós” e despertar memórias nos clientes através da comida.

As opiniões pertencem a Bruno Horta Soares (Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality); Ana Raquel Caldas (ISAG) e Liliana Conde (consultora).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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AHETA: Ocupação hoteleira no Algarve em outubro acima do valor médio, mas ainda abaixo de 2019

As unidades de alojamento do Algarve marcaram em outubro uma ocupação acima do valor médio para o mês, no entanto, este ainda está abaixo do verificado em 2019.

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Os dados provisórios são da Associação Dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, que adianta em comunicado que a taxa de ocupação por quarto na região foi 69,5%. A percentagem encontra-se 2,1 pontos percentuais (p.p.) abaixo do valor registado em 2019 (-2,9%), mas acima do valor médio para o mês.

Os dados dão ainda conta de que, comparativamente a 2021, a ocupação por quarto subiu 7,4 p.p. (+12,0%).

O mercado irlandês (+1,2pp) e o mercado nacional (+0,5pp) foram os que apresentaram as maiores subidas face a outubro de 2019, sendo que as maiores descidas foram as do mercado alemão (-3,7pp) e britânico (-0,8pp).

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Margarida Almeida ganha prémio “Portugal Inspirador”

O prémio visa distinguir e divulgar empresas e personalidades que contam para o país, aportando maior valor a quem se destaca em Portugal pela capacidade de criar emprego, dinamizar o mercado, inovar, contribuindo assim para o crescimento da economia nacional.

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Margarida Almeida, CEO e fundadora da Amazing Evolution, empresa gestora de unidades hoteleiras, foi eleita “Personalidade do Ano” no setor Turismo e Serviços pela iniciativa Portugal Inspirador – Lado a lado com as empresas, lançada pelo banco Santander.

Estes prémios visam distinguir e divulgar as empresas e personalidades que contam para o país, aportando maior valor a quem se destaca em Portugal pela capacidade de criar emprego, dinamizar o mercado, inovar, contribuindo assim para o crescimento da economia nacional.

Para Margarida Almeida, “é um enorme orgulho receber este prémio que se traduz num reconhecimento do empenho e dedicação de toda a equipa – que tenho o privilégio de liderar – ao longo destes 10 anos de atividade no setor do turismo e serviços”.

A CEO refere ainda que a Amazing Evolution “é uma empresa com uma equipa multidisciplinar, apaixonada pela hospitalidade, pela arte de superar as expectativas dos clientes sempre assente em valores como a honestidade, o rigor, a resiliência, e o respeito pelos outros. Estes são os valores da Amazing, que têm contribuído para a empresa crescer a um ritmo orgânico e equilibrado, conquistando clientes um pouco por todo o país”.

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Grupo Altis Hotels tem nova direção de marketing e comunicação

A nova diretora de Marketing e Comunicação do grupo Altis Hotels ficará com a definição estratégica do grupo hoteleiro para as atividades de marketing, comunicação e digital a seu cargo

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Matilde Blanc é a nova diretora de Marketing e Comunicação do grupo Altis Hotels. A nova responsável pelo departamento ficará com a definição estratégica do grupo hoteleiro para as atividades de marketing, comunicação e digital a seu cargo.

Licenciada em Gestão Hoteleira e Administração pela Universidade Europeia, em Lisboa, e com mestrado em Marketing Digital e Ebusiness pela universidade IED em Madrid, Matilde Blanc tem mais de 10 anos de experiência no setor hoteleiro de luxo.

Em 2017 assumiu a direção de marketing e ecommerce do Villa Magna Hotel, em Madrid, e, em 2019, integrou os quadros da agência Irlandesa Core Optimisation, como Senior Strategist & Business Manager para o portfolio de hotéis de 5 estrelas independentes em Inglaterra e Irlanda.

Matilde Blanc chega aos Hotéis Altis com um objetivo claro de digitalização, salientando que “as ferramentas digitais que temos disponíveis atualmente são essenciais para um acompanhamento personalizado e cada vez mais próximo dos nossos clientes”.

A nova diretora de Marketing e Comunicação do grupo Altis Hotels refere ainda, em comunicado que, “vamos marcar a diferença com a implementação de estratégias diferenciadas que nos permitam garantir uma experiência única a todos os que nos visitam e usufruem das nossas unidades hoteleiras”.

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Selina aposta no segmento de bem-estar através de parceria com o operador Mantra

O grupo pretende elevar o potencial dos retiros de bem-estar no ecossistema da Selina.

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O grupo Selina Hospitality PLC. estabeleceu uma parceria com o Mantra, um operador global especializado em retiros, “para elevar o potencial dos retiros de bem-estar no ecossistema da Selina”, como refere em comunicado.

O grupo já conta com 163 locais em 25 países e seis continentes, sendo que agora expande-se nesta área com a criação de uma entidade distinta, “focada unicamente na construção de experiências enriquecedoras de bem-estar”.

O Mantra é conhecido pelos programas em que reúne instrutores de yoga, meditação e movimento com uma experiência culinária, música ao vivo e viagens de um dia “para proporcionar um retiro completo da mente, do corpo e da alma”. No âmbito desta parceria, o Mantra encontra-se a reunir talentos locais ligados ao bem-estar – sejam professores, chefes de cozinha ou músicos – para desenvolver programas personalizados para os vários retiros do Selina.

“O Selina orgulha-se de defender uma marca como a Mantra e de estar na vanguarda desta evolução em experiências globais de viagens e retiros. Vemos a nossa parceria como uma oportunidade para alcançar novos clientes e entrar no mercado do bem-estar, proporcionando aos líderes, professores e instrutores os melhores espaços para levar as suas habilidades e experiências únicas, a pessoas de todo o mundo” afirma Steven O’Hayon, VP de Estratégia Selina.

Antes de estabelecer esta parceria com o Selina, o Mantra tinha já organizado mais de 50 retiros, team-buildings de empresas e festivais em Israel, Grécia, Chipre, Egipto e Sri Lanka, desde a sua fundação em junho de 2020.

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Prémios Construir’22 nomeiam seis hotéis para melhor empreendimento turístico

As votações para a 15.ª edição dos Prémios Construir’22, que vai decorrer a 21 de novembro, numa cerimónia a ter lugar no Cineteatro Capitólio, em Lisboa, estão abertas até 17 de novembro.

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The Editory Riverside Hotel Apolónia (Lisboa), Eurostars Aliados (Porto), Hotel M.OU.CO (Porto), White Shell (Algarve), W Algarve (Algarve) e Pestana Douro Riverside (Porto) são os hotéis nomeados para melhor empreendimento turístico na 15.ª edição dos Prémios Construir’22, que vão ser entregues a 21 de novembro, numa cerimónia a decorrer no Cineteatro Capitólio, em Lisboa.

As votação para escolher os vencedores dos Prémios Construir’22 já se encontram a decorrer online e estão abertas até à próxima quinta-feira, 17 de novembro.

Os hotéis estão nomeados na categoria dedicada ao imobiliário, que vai eleger também o melhor edifício de escritórios, melhor espaço de comércio e serviços, melhor edifício residencial e melhor consultora.

Além da categoria dedicada ao imobiliário, estes prémios, que são entregues pelo jornal Construir anualmente, incluem também categorias dedicadas à arquitetura, engenharia e construção.

No caso da arquitetura, vão ser distinguidos os melhores projetos públicos e privados, assim como o melhor projeto de reabilitação e o melhor atelier, enquanto na categoria engenharia, além dos melhores projetos públicos e privados e do melhor gabinete, vai ser também atribuído um Prémio de Fiscalização e Coordenação e um Prémio de Internacionalização.

Já na categoria construção, vai ser distinguida a melhor construtora, sendo ainda atribuídos os prémios Internacionalização, Cidade e Sustentabilidade.

Os Prémios Construir foram criados com o objetivo de homenagear e celebrar o esforço e talento de empresas e profissionais dos diversos setores da Construção.

As nomeações são realizadas pela equipa do jornal Construir, de acordo com a análise de critérios que passam pelo mérito, técnica, funcionalidade e inovação, e os vencedores são encontrados através da votação dos leitores do jornal, seja na versão digital ou na edição impressa.

Para votar, basta introduzir o endereço de e-mail com que está registado como assinante do Construir e/ou como subscritor da Newsletter do Construir no formulário de votação e escolher entre os vários nomeados.

As votações estão disponíveis aqui.

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Marriott International lança nova marca para apartamentos turísticos de luxo

Os Apartments by Marriott Bonvoy pretendem dar resposta à procura que combina viagens de negócios com lazer e vêm diversificar as opções de alojamento da cadeia de hotelaria norte-americana.

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A Marriott International lançou uma nova marca para apartamentos turísticos de luxo, os Apartments by Marriott Bonvoy, novidade que pretende dar resposta à procura que combina viagens de negócios com lazer e que vem diversificar as opções de alojamento da cadeia de hotelaria norte-americana.

“Os viajantes que planeiam feiras e viagens de negócios longas procuram, hoje, mais opções de alojamento, e a introdução dos Apartments by Marriott Bonvoy responde a essas tendências, oferecendo um produto premium apoiado pela nossa marca e plataforma de distribuição”, afirma Stephanie Linnartz, presidente da Marriott International

Os Apartments by Marriott Bonvoy vão direcionar-se a um segmento de luxo e superior, diferenciando-se das demais marcas da Marriott International pela decoração e design, uma vez que vão ter inspiração dos locais onde estão inseridos, respondendo aos clientes que procuram alojamento mais espaçoso e com serviços residenciais.

De acordo com informação publicada no site da cadeia de hotelaria, os Apartments by Marriott Bonvoy não vão, contudo, disponibilizar alguns dos serviços típicos da hotelaria, como restauração e bebidas, salas de reuniões ou lojas, contando com um design semelhante ao das marcas Autograph Collection e Tribute Portfolio.

 

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Faro já arrecadou um milhão de euros com taxa turística em 2022

O valor arrecadado pela autarquia da Faro com a taxa turística, que é aplicada entre março e outubro, e tem um valor de 1,5 euros por noite, corresponde ao dobro do inicialmente estimado.

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O presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, revelou à Lusa que a autarquia já arrecadou, este ano, perto de um milhão de euros com a taxa turística, o dobro do que se previa inicialmente.

“Ficámos muito satisfeitos, não só pela verba arrecadada, mas ainda mais porque corresponde ao dobro do que tínhamos previsto”, disse o autarca à Lusa, referindo que este foi o primeiro ano em que a taxa turística de Faro funcionou normalmente, depois de dois anos de suspensão devido à pandemia.

De acordo com Rogério Bacalhau, o montante arrecadado foi muito superior ao previsto, o que quer dizer que, ao contrário do que acontecia há uns anos, Faro já se tornou um destino turístico e prova que a adoção da taxa não provocou qualquer perda de competitividade, como previam os opositores da taxa.

Recorde-se que a taxa turística de Faro tem um valor de 1,5 euros por noite e é aplicada entre março e outubro de cada ano, por um período máximo de sete noites em cada estadia de hóspedes com idade igual ou superior a 13 anos de idade.

O autarca garantiu que a taxa vai continuar a ser aplicada e espera que outros concelhos algarvios aprovem regulamentos em breve para beneficiarem deste acréscimo de receita.

“Esta receita é importante também para o setor turístico, porque permite fazer mais investimentos na melhoria de Faro enquanto destino”, explicou o autarca da capital algarvia, considerando que o valor arrecadado com a taxa permite “aumentar o número de visitantes e a qualidade da oferta”, nomeadamente ao nível do espaço público, património, oferta cultural e de eventos, e serviços prestados aos turistas.

Rogério Bacalhau explicou ainda que a taxa de Faro foi previamente “harmonizada” no seio da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), onde estão representados os 16 concelhos algarvios, isto apesar do presidente da AMAL, António Miguel Pina, ter dito que preferia a aplicação, a partir de 2023, de uma taxa turística municipal com um valor comum a toda a região, que só seria, contudo, aplicada depois de ouvidos os parceiros do setor do turismo.

Atualmente, apenas Faro e Vila Real de Santo António adotaram uma taxa turística em todo o território algarvio, ainda que, em Vila Real de Santo António, a taxa tenha moldes diferentes, uma vez que é cobrada ao longo de todo o ano e tem um valor de um euro por noite em unidades hoteleiras, aldeamentos e apartamentos turísticos, turismo de habitação, agroturismo  alojamento local, enquanto nos parques de campismo e caravanismo ou em áreas de serviço de autocaravanas, o valor da taxa desce para 50 cêntimos por dia.

 

 

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