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Inscrições para o 32.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo já estão abertas

O 32.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo decorre entre 10 e 12 de novembro, no Algarve, sob o tema “O Turismo tem Futuro”.

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Inscrições para o 32.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo já estão abertas

O 32.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo decorre entre 10 e 12 de novembro, no Algarve, sob o tema “O Turismo tem Futuro”.

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As inscrições para o 32.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que decorre entre 10 e 12 de novembro, no Algarve, sob o tema "O Turismo tem Futuro", já se encontram a decorrer e, até 10 de outubro, existem condições especiais, informou a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), responsável pela organização do evento.

"As inscrições já estão abertas, podendo todos os interessados aproveitar as condições especiais até 10 de outubro. Este ano, porque vivemos tempos excecionais, a AHP oferece uma inscrição por unidade hoteleira associada", indica a associação, na informação divulgada esta quarta-feira, 6 de outubro.

As inscrições estão disponíveis através do site do 32.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, em https://congresso.hoteis-portugal.pt, onde é também possível consultar o programa provisório do evento, assim como toda a informação sobre os painéis e oradores.

Recorde-se que o 32.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo arranca a 10 de novembro, com um Get Together que reúne os participantes num momento de descontração e networking, enquanto os trabalhos arrancam no dia seguinte, pelas 09h00.

Este ano, a iniciativa vai ser dedicada ao tema "O Turismo tem Futuro", uma vez que, explica a AHP, "o Turismo atravessou nestes quase dois anos a mais grave crise económica de que há memória" e a "gigantesca dimensão da tarefa de recuperação do Turismo exige esforços adicionais, cooperação estreita entre indivíduos, empresas, estados e instituições internacionais".

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Tânger acolhe 2.º hotel do Pestana em Marrocos

Depois de Casablanca, Tânger é a nova localização do mais recente hotel do grupo Pestana em Marrocos.

Victor Jorge

O próximo dia 4 de novembro marca a inauguração, em ‘soft opening’, da nova unidade hoteleira do grupo Pestana em Marrocos, mais concretamente, na cidade de Tânger, situada no Estreito de Gibraltar.  O Pestana Tânger City Center Hotel Suites & Apartments tem uma oferta de 90 apartamentos de tipologia T1 e de 30 apartamentos T2.

Esta é a segunda unidade do maior grupo hoteleiro português a abrir no país do Norte de África e que se junta ao Pestana Casablanca.

Inserido no complexo Tanger City Center – um centro de negócios que integra um centro comercial, cinema e residências de luxo – o hotel dispõe de Wi-Fi gratuito, sala com espaço de refeições e zona de lazer ou de trabalho, e kitchenette equipada, incluindo máquina de lavar roupa. Para encontros de negócios, conta com uma sala de reuniões e com um parque de estacionamento com vigilância e capacidade para 86 viaturas. A oferta de serviços do Pestana Hotel Group estende-se ainda ao novo restaurante-bar, especializado em carnes.

“Tânger é tradicionalmente popular entre empresários e turistas marroquinos, franceses e espanhóis, mas tem potencial para atrair também cada vez mais portugueses e outras nacionalidades. Com um crescente dinamismo empresarial, turístico e industrial, Tânger está cada vez mais próxima da Europa, além de se ter ligado às grandes cidades do sudoeste de Marrocos por intermédio do comboio de alta velocidade”, explica em comunicado José Theotónio, CEO do Pestana Hotel Group.

As reservas já estão disponíveis com valores a começar nos 82 euros por noite.

A inauguração do Pestana Tânger City Center Hotel Suites & Apartments integra o plano de expansão do portefólio do grupo, orçado em 250 milhões de euros, e que prevê a criação de 3500 quartos até 2025.

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Amazing Evolution já abriu aparthotel The Shipyard na Terceira

Novo aparthotel de Angra do Heroísmo é gerido pela Amazing Evolution, conta com 29 apartamentos e apresenta uma inspiração náutica.

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O The Shipyard, novo aparthotel gerido pela Amazing Evolution, já abriu portas ao público em Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores, disponibilizando 29 apartamentos de diferentes tipologias e com inspiração náutica.

Instalado nas antigas oficinas da Câmara Municipal, o The Shipyard foi inaugurado no passado dia 1 de outubro, está localizado a apenas 20km do aeroporto da Terceira e apresenta uma inspiração náutica, quer seja pela sua localização ou por ter a intenção de se tornar num "porto de abrigo" para os visitantes da ilha. 

De acordo com a Amazing Evolution, "o nome ‘The Shipyard’ surge da sua localização, inspirado nas antigas oficinas, na proximidade ao mar e na forma arquitetónica do edifício, que se assemelha a um navio".

"Os materiais utilizados e a arquitetura do projeto conjugam o aspeto industrial com o conforto das madeiras, conferindo ao espaço um ambiente de ‘porto seguro’, onde os hóspedes são convidados a sentir a ilha em toda a sua dimensão natural: mar, terra e céu, e desafiados a viver todas as comodidades do espaço interior", indica a empresa responsável pela gestão da unidade.

Além dos 29 apartamentos, o The Shipyard disponibiliza ginásio, rooftop com vista privilegiada para o oceano e para o pôr-do-sol, bar e restaurante de assinatura do Chef Vítor Sobral, que promete elevar a oferta gastronómica da ilha.

"O restaurante Oficina da Esquina nasceu da paixão do Chef pela ilha e da vontade de valorizar ainda mais a gastronomia dos Açores. A carta é bastante diversificada e aposta sobretudo nos produtos da ilha, provenientes de fornecedores açorianos. O espaço tem uma capacidade de 90 lugares no interior, 12 lugares na esplanada e funciona ao pequeno-almoço, almoço e jantar", acrescenta a Amazing Evolution.

O The Shipyard disponibiliza preços desde 78 euros por noite para alojamento em estúdio, com pequeno-almoço incluído.

 

 

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Indicadores económicos da hotelaria mantêm quebra em agosto, apesar da ajuda dos residentes

Segundo o INE, os proveitos totais e por aposento continuaram a apresentar descidas significativas em agosto e, no acumulado do ano, a quebra ultrapassa mesmo os 50% face ao período pré-pandemia.

Inês de Matos

Apesar do mercado interno ter contribuído com 4,2 milhões de dormidas e ter crescido 24,2%, o valor mensal mais elevado desde que há registos,  os indicadores económicos da hotelaria nacional mantiveram, em agosto, quebras expressivas face a igual mês de de 2019, avança o  Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com os dados já confirmados do INE relativamente ao mês de agosto, que foram divulgados esta quinta-feira, 14 de outubro, "os proveitos registados nos estabelecimentos de alojamento turístico atingiram 515,8 milhões de euros no total e 410,2 milhões de euros relativamente a aposento", o que traduz descidas de 19,2% e 19,3% face a igual mês de 2019.

No acumulado dos primeiros oito meses do ano, as quebras nos proveitos são ainda maiores face ao mesmo período pré-pandemia, uma vez que, indica o INE, "registaram-se variações de -57,1% e -56,7%" nos proveitos totais e por aposento, respetivamente.

Apesar de continuarem por metade face ao período pré-pandemia, tanto os proveitos totais, como os proveitos por aposento, subiram em comparação com agosto do ano passado, num aumento que, de acordo com o INE, foi de 25,0% nos proveitos totais e de 27,2% nos por aposento.

Já o RevPar situou-se em 71,4 euros em agosto, valor que indica uma subida face ao mês anterior, já que, em julho, este indicador estava nos 40,2 euros, mas ainda assim abaixo dos 84,4 euros registados em agosto de 2019.

O rendimento médio por quarto ocupado (ADR) é o indicador que mais perto está de alcançar os valores de 2019, uma vez que, no oitavo mês deste ano, chegou aos 115,8 euros, acima dos 98,7 euros contabilizados em julho e já próximo dos 116,2 euros de agosto de 2019.

No total, as unidades de alojamento turístico nacionais somaram 2,5 milhões de hóspedes e 7,5 milhões de dormidas, o que indica subidas de 35,6% e 47,6%, respetivamente, que se somam aos aumento de +60,4% e +73,0% que já tinham sido apurados em julho.

Ainda assim, o INE diz que estes valores "foram, no entanto, inferiores aos observados em
agosto de 2019, tendo diminuído o número de hóspedes e de dormidas, 23,6% e 22,1%, respetivamente".

Além da forte recuperação do mercado interno, que contribuiu com 4,2 milhões de dormidas e aumentou 24,2%, também os mercados externos cresceram 94,5% e totalizaram 3,3 milhões de dormidas, ainda que, ao contrário do mercado doméstico, os não residentes apresentem um decréscimo de 46,9% nas dormidas face a agosto de 2019, enquanto as dormidas de residentes subiram 22,6%.

Já a ocupação das unidades de alojamento situou-se nos 61,6%, mais 15,0 pontos percentuais que o observado em agosto de 2020, mas 11,0 pontos percentuais abaixo do registado em agosto de 2019, quando a taxa de ocupação chegava aos 72,6%.

No acumulado dos primeiros oito meses do ano, as unidades de alojamento turístico somam 8,8 milhões de hóspedes e 23,9 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 8,1% e 11,8%, respetivamente.

 

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Hotel Quinta das Lágrimas celebra 25.º aniversário com descontos em estadias

A tarifa com o desconto especial de 25% é válida para estadias até 23 de dezembro de 2022 e as reservas devem ser realizadas até ao próximo dia 25 de outubro, no site do hotel.

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O Hotel Quinta das Lágrimas, em Coimbra, está a celebrar 25 anos de atividade, aniversário que vai ser assinalado com descontos exclusivos nas estadias, que podem chegar a 25% e que se aplicam a reservas realizadas até 25 de outubro.

Num comunicado enviado à imprensa, o Hotel Quinta das Lágrimas revela que esta campanha de descontos, que é válida para estadias até final de 2022, é apenas o início das celebrações de aniversário da unidade, uma vez que, ao longo do ano, estão previstas várias iniciativas no âmbito do aniversário.

"A campanha Especial 25º Aniversário marca o arranque das celebrações de um dos mais icónicos hotéis do país, célebre pela conotação à eterna história de amor de D. Pedro e D. Inês de Castro e pela própria história do edifício, emblemático na cidade de Coimbra. Esta campanha de descontos para reservas de estadias é de resto apenas uma das iniciativas que ao longo do ano serão promovidas para comemorar os 25 anos do hotel", lê-se na informação enviada à imprensa.

A tarifa com o desconto especial de 25% é válida para estadias até 23 de Dezembro de 2022, exceto datas festivas, vésperas de feriado e feriados, e está limitada a dois quartos por noite. As reservas devem ser realizadas até 25 de outubro, através do website oficial do hotel, em https://www.quintadaslagrimas.pt/pt/.

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Resorts valorizam e aumentam vendas em 30% no 1.º semestre de 2021

Resorts reforçam trajetória de valorização com expectativas positivas sobre evolução de preço e vendas.

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Com o mercado de resorts em Portugal muito exposto à procura britânica, o processo do “Brexit” fez com que os preços passassem de uma valorização de 11% para uma queda de 10%, queda essa reforçada pela chegada da pandemia, colocando novo travão nos preços, agravando a contração homóloga para 13% no 1.º semestre de 2020, indica o Índice de Preços de Resorts (SIR-Resorts), criado pela Confidencial Imobiliário em parceria com a Associação Portuguesa de Resorts (APR)e com o apoio do Turismo de Portugal.

Já na segunda metade do ano passado, o mesmo índice mostra que este mercado voltou a valorizar, registando-se uma subida homóloga de 5,3%, entretanto confirmada, também, no 1.º semestre deste ano de 2021.

No que toca a esta nova valorização, o inquérito de confiança Resort Market Survey mostra que “as expetativas combinadas quanto à evolução dos preços e das vendas atingiu neste semestre os 46 pontos percentuais (pp, calculados via saldo de respostas extremas), em forte recuperação face aos 21 pp registados no período anterior e apenas superado pelos 55 pp registados há três anos, em 2018”, refere o comunicado da APR.

Britânicos perdem expressão nas aquisições
Certo parece ser também o facto de esta valorização ter “animado os operadores ativos neste mercado, cujos níveis de confiança não só regressaram a patamares pré-Covid como estão mesmo nivelados com os momentos em que o Brexit levantou menor incerteza, diz ainda a APR.

Segundo Pedro Fontaínhas, diretor-executivo da Associação Portuguesa de Resorts, “o mercado parece ter ganho confiança e acreditar na possibilidade de valorização. O mesmo se passa quanto à evolução das vendas, cujas expectativas estão agora em níveis bastante robustos, quando há um ano imperava o sentimento de que os preços iriam descer e a confiança de que as vendas iam crescer era bastante ténue”.

Certa parece ser, igualmente, a menor expressão dos compradores oriundos do Reino Unido que, apesar de se manterem como principal fonte de procura internacional para os resorts no eixo Albufeira-Loulé, com uma quota de 44% das aquisições por estrangeiros no 1.º semestre do ano, está longe dos 56% do semestre anterior.

De acordo com o relatório da APR observou-se ainda uma diluição da quota por um maior número de nacionalidades ativas na compra deste tipo de habitação na referida localização. Assim, em vez das 9 nacionalidades do 2.º semestre de 2020, nos primeiros seis meses deste ano, esse número subiu para 11, evidenciando a entrada de compradores russos no mercado, que passaram a agregar 4% das vendas internacionais.

Por outro lado, verificou-se um maior dinamismo de mercados já presentes, como o mercado francês, que passou de uma quota de 2% para 8% das compras pelos estrangeiros, e o mercado dos Países Baixos, de 10% para 15%.

Vendas aumentam 30%
No primeiro semestre de 2021, as vendas de habitação em resort aumentaram mais de 30% face ao semestre anterior no total do mercado nacional, indica o relatório da APR, evidenciando, ainda, uma tendência que foi “transversal a todas as regiões, mas que foi especialmente sentida no eixo de Albufeira-Loulé”, mercado que agregou 45% das transações registadas no SIR-Resorts. O preço médio de venda deste tipo de habitação atingiu os 3.928€/m2, superando os 4.450€/m2 no já referido eixo Albufeira-Loulé.

João Richard Costa, diretor comercial e de marketing do Ombria Resort, no Barrocal Algarvio, admite que “os principais fatores de sucesso das vendas têm sido a nossa localização no interior do Algarve e a aposta na criação de um empreendimento cujo foco é a sustentabilidade e a proteção do meio ambiente. Talvez em parte devido à pandemia, temos constatado uma crescente procura por imóveis com grandes áreas e fácil acesso a espaços verdes ou com uma estreita ligação à natureza que os rodeia, que é o caso no Ombria Resort.”

O mesmo diz Pedro Rebelo Pinto, de West Cliffs, na Costa de Prata, que afirma notar-se “alguma pressão da procura por parte de clientes do Norte da Europa, sobretudo por produto acabado, pronto a habitar ou a desfrutar em parte do ano”.

Já Cristina Santos, da Engel & Völkers de Albufeira, diz que “o Algarve mantem uma procura positiva, embora, devido aos constrangimentos das viagens, verificou-se uma desaceleração o que contribuiu para uma estabilidade nos preços de mercado”. A responsável salienta, contudo, que devido, “ao progressivo levantamento das restrições e mantendo-se a procura pelo Algarve os preços tenderão a apresentar uma ligeira subida”.

Já na zona da Comporta, e segundo Isabel Duarte, da Herdade da Comporta - Atividades Agro Silvícolas e Turísticas, S.A., “os períodos de confinamento motivaram uma procura pelos destinos rurais e com pouca densidade populacional e de construção, onde as pessoas se sentem mais seguras e livres.

O diretor-executivo da APR reforça ainda que “a expetativa até ao final do ano é muito positiva, o que apenas confirma a qualidade da oferta e a abundância da procura neste segmento do imobiliário residencial.”

Eixo Albufeira-Loulé sustenta oferta com preços mais altos
A habitação em resort apresentou, no 1.º semestre de 2021, um valor médio de oferta de 4.442€/m2, atingindo os 8.058€/m2 na gama mais elevada do mercado. Tais valores refletem, sobretudo, o nível de preços no principal mercado de resorts, nomeadamente o eixo Albufeira-Loulé, onde se regista um valor médio de 5.266€/m2, que atinge os 9.274€/m2 na gama alta.

Em termos médios, no 1.º semestre, nesta região o valor pedido fica 30% a 60% acima da oferta registada em qualquer um dos outros três destinos de resorts delimitados no SIR-Resorts. O maior contraste (+58%) é com a região do Barlavento do Algarve. O menor diferencial é observado face à Costa Atlântica, onde os valores médios atingiram os 4.093€/m2 nos primeiros seis meses do ano.

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AHRESP pede propostas de alteração ao OE2022 que apoiem as empresas do setor

A associação lamenta que o governo não tenha contemplado a taxa reduzida de IVA na restauração e acusa o governo de ”falhar no essencial”.

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A  Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) lamenta que a proposta para o Orçamento do Estado para 2022 não inclua medidas que a associação considera fundamentais para o setor, como é exemplo a redução do IVA.

“A proposta apresentada pelo Governo falha no essencial, nomeadamente na ausência de medidas estruturantes no apoio à recuperação das nossas atividades económicas, como é o caso da aplicação temporária da taxa reduzida de IVA em todos os serviços de alimentação e bebidas”, acusa a AHRESP no seguimento da proposta apresentada pelo Ministro das Finanças, João Leão esta terça-feira, 12.

A associação espera que sejam apresentadas propostas de alteração ao documento que visem ” apoiar as empresas da restauração, similares e do alojamento turístico em áreas fulcrais, como seja no apoio à liquidez, no incentivo ao consumo e à contratação de mão-de-obra”. É neste sentido que a AHRESP vai iniciar um conjunto de audiências com os vários Grupos Parlamentares “para em sede de especialidade serem apresentadas as medidas essenciais, de modo a que o OE2022 seja um instrumento catalisador da atividade turística”, informa.

Leia também: AHRESP Aponta Redução Da Taxa Do IVA Como Prioridade Para O OE2022

Embora insatisfeita, a AHRESP reconhece, contudo, que há alguns pontos positivos a destacada no OE2022 como a extinção do pagamento especial por conta, a manutenção da suspensão do agravamento das tributações autónomas, o adiamento, por mais um ano, da implementação do ATCUD em todas as faturas e o alargamento do prazo de planos prestacionais de processos de execução fiscal.

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Vila Galé Ópera tem novo rooftop

Novo rooftop do Vila Galé Ópera tem capacidade para cerca de 80 pessoas e pode ser usado para encontros empresariais, festas familiares ou eventos mais intimistas e ao ar-livre.

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O Vila Galé Ópera, unidade hoteleira em Alcântara, Lisboa, passou a contar com um novo espaço no topo do edifício e que, segundo a Vila Galé, "foi especialmente pensado para acolher encontros empresariais, festas familiares ou eventos mais intimistas e ao ar-livre como sunsets ou cocktails".

"Com cerca de 150m2 utilizáveis, o novo rooftop tem capacidade para cerca de 80 pessoas e pode ser adaptado consoante as necessidades dos clientes que pretendam realizar os seus eventos neste espaço. Dispõe ainda de vista privilegiada para o Rio Tejo e para a cidade e inclui duas piscinas, que, durante o verão estão disponíveis também para os hóspedes do hotel", indica a Vila Galé, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 11 de outubro.

Segundo Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador da Vila Galé, o novo rooftop do Vila Galé Ópera vem complementar o "portefólio de espaços para eventos na região de Lisboa" que, na Vila Galé, e além das salas para eventos, inclui também os jardins do Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, em Paço de Arcos, e do Vila Galé Sintra, ou a varanda panorâmica junto ao mar do Vila Galé Ericeira.

Além do novo bar no topo do hotel, o Vila Galé Ópera disponibiliza mais cinco salas de eventos, todas com luz natural, que podem ser conjugadas para acolher até 300 pessoas.

A unidade hoteleira conta também com 259 quartos, spa com piscina interior, Wi-Fi gratuito em todas as áreas, restaurante, bar, garagem e posto de carregamento para veículos elétricos.

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Alojamento Local com taxas de ocupação de 40% em Lisboa e Porto no verão

Os meses de julho e agosto trouxeram um ânimo renovado ao Alojamento Local (AL) em Lisboa e Porto.

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Lisboa e Porto registaram, nos meses de julho e agosto, taxas de ocupação, em ambas as cidades, a rondar os 40%, de acordo com o SIR-Alojamento Local, produzido e gerido pela Confidencial Imobiliário.

Em Lisboa, a ocupação média no AL atingiu os 43% em julho e os 42% em agosto deste ano, uma recuperação acompanhada pela melhoria assinalável também no RevPAR, situado nos 35 euros em ambos os meses.

Segundo a análise do SIR Alojamento Local, desde que a pandemia irrompeu que este indicador tem ficado quase sempre abaixo dos 10 euros, tendo atingido mínimos de 3 euros. O verão do ano passado trouxe uma ligeira retoma ao setor, mas as taxas de ocupação não foram então além dos 16% e o RevPAR dos 12 euros.

Já no Porto, a ocupação média atingiu 40% em julho e 39% em agosto, com RevPAR médios de 29 e 31 euros, respetivamente. Também nesta cidade, o RevPAR chegou a níveis residuais de 2 euros durante a pandemia, alcançando cerca de 15 euros em julho e agosto do ano passado, período que também trouxe um ligeiro ânimo ao mercado, com uma ocupação que rondou então os 20%.

Em julho e agosto de 2019, a ocupação no AL de Lisboa situou-se entre 65% e 70%, com RevPAR de 50-60 euros. No Porto, a ocupação nesse período também foi bastante superior à atual, atingindo 66% em ambos os meses, com RevPAR em torno dos 50 euros.

Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário, admite que se trata de um registo “bastante robusto no contexto da pandemia, durante o qual a ocupação no Alojamento Local em Lisboa e no Porto chegou a ficar abaixo dos 5% e nos meses mais dinâmicos rondou apenas os 25%”.

O responsável pelo Confidencial Imobiliário adverte, contudo, que “é um mercado que continua longe do registo pré-COVID, pois no verão de 2019 a ocupação em Lisboa e no Porto rondava os 65% a 70%”.

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AHRESP considera “incompreensível” que empresas continuem sem receber tranche do APOIAR Rendas

Associação considera “incompreensível que, quase um ano após o anúncio da medida, o montante total do apoio ainda não tenha chegado às empresas” e apela ao seu pagamento “com a máxima urgência”.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) considera "incompreensível" que ainda existam empresas do alojamento turístico e restauração com pagamentos pendentes no âmbito da medida APOIAR Rendas, que se insere no programa APOIAR.

"É incompreensível que, quase um ano após o anúncio da medida, o montante total do apoio ainda não tenha chegado às empresas", denuncia a associação, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 8 de outubro.

A AHRESP apela, por isso, à "regularização dos pagamentos em falta com a máxima urgência", uma vez que "são muito importantes para reforçar a tesouraria das empresas numa altura em que a maioria dos apoios foram já retirados".

A AHRESP lembra que a medida APOIAR Rendas foi anunciada em dezembro de 2020 e este disponível para candidaturas entre fevereiro e abril de 2021, com o objetivo de apoiar o pagamento das rendas do primeiro semestre de 2021.

 

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Alojamento Local em Lisboa e Porto perde milhares de reservas diárias com pandemia

A perda de 2.000 e 5.200 reservas diárias nas cidade do Porto e Lisboa, respetivamente, durante a pandemia, fizeram com que, em valor, as receitas caíssem cerca de 136 milhões de euros nas duas cidades.

Victor Jorge

A COVID-19 impactou fortemente o setor do Alojamento Local (AL) nas duas principais cidades de Portugal, indicando um recente estudo da Nova SBE que no Porto e Lisboa se perderam uma média de 2.000 e 5.200 reservas diárias, respetivamente, desde a pandemia.

O estudo “Impact of Covid-19 on Tourism and Hospitality: Evidence From Airbnb”, sobre o impacto da COVID-19 nas estadias em Alojamento Local, compara a performance do Airbnb nas cidades de Lisboa e do Porto, entre os anos de 2019 e 2020, sob coordenação do professor Qiwei Han. Para o efeito, foram recolhidos dados históricos relevantes sobre o número de reservas, preços médios e receita para mais de 50.000 propriedades.

Além das perdas já indicadas, o estudo revela, igualmente, que, mesmo nos meses de verão de 2020 - época alta turística em Portugal - o número de reservas não conseguiu atingir o nível do ano anterior, balizado entre as 13.611 (Lisboa) e 5.839 (Porto) reservas diárias registadas em 2019.

No que diz respeito à taxa de ocupação por freguesias nas cidades de Lisboa e Porto, o estudo indica uma quebra média de 28% para a capital e 25% para a "Invicta", salientando ainda que as zonas mais centrais das respetivas cidades foram as mais afetadas devido à falta de turistas.

O estudo aponta que, durante a pandemia, “o número de reservas foi negativamente correlacionado com o nível de rigidez das medidas de contenção à pandemia, ou seja, quanto mais rígidas as medidas do Governo, menos reservas eram realizadas”.

O estudo, desenvolvido no contexto do Nova SBE Data Science Knowledge Center, a partir de outubro de 2020, revela ainda que houve uma descida média de 4 euros nos preços das reservas, desde a pandemia.

Como resultado, e segundo o cálculo baseado na combinação de reservas e preços, as receitas do Airbnb nas cidades de Lisboa e do Porto apresentam um padrão de perda semelhante.

Desta forma, o estudo estima uma perda de receitas superior a 113 milhões de euros para a cidade de Lisboa, no ano de 2020, enquanto para a cidade do Porto, a perda total de receitas é estimada em 23 milhões de euros para o mesmo ano.

Além da perda de receitas do Alojamento Local, também os municípios de Lisboa e Porto sofreram uma grave perda na cobrança do imposto de ocupação. Se a perda na receita fiscal está calculada em um milhão de euros, em 2020, para a cidade do Porto, o valor sobe quando analisada a cidade de Lisboa, estimando-se em -2,8 milhões de euros, no ano passado.

 

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