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Enoturismo: O papel na recuperação do turismo em Portugal

Atividades predominantemente ao ar livre e em territórios de baixa densidade são duas características inerente ao enoturismo que podem ter um forte contributo na recuperação turística no país. Os ‘players’ do setor estão confiantes na preponderância do papel que esta atividade terá nesse âmbito.

Raquel Relvas Neto
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Enoturismo: O papel na recuperação do turismo em Portugal

Atividades predominantemente ao ar livre e em territórios de baixa densidade são duas características inerente ao enoturismo que podem ter um forte contributo na recuperação turística no país. Os ‘players’ do setor estão confiantes na preponderância do papel que esta atividade terá nesse âmbito.

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Fotos de banco de imagens por Vecteezy

Atividades predominantemente ao ar livre e em territórios de baixa densidade são duas características inerente ao enoturismo que podem ter um forte contributo na recuperação turística no país. Os ‘players’ do setor estão confiantes na preponderância do papel que esta atividade terá nesse âmbito.

Enoturismo, s.m. (de eno+turismo) Agregação de atividades turísticas que se centra na experiência motivada pela apreciação dos vinhos, associada às tradições e cultura locais. Não implica necessariamente dormida no local da atividade de enoturismo. Exemplos: prova de vinho; visita a uma adega; visita a uma vinha.

Esta é a definição do conceito de enoturismo que a Associação Portuguesa de Enoturismo (APENO) defende. A associação, que representa todos os intervenientes da cadeia de valor do Enoturismo, dos setores vitivinícola e turístico bem como de outros setores económicos e entidades públicas com competências no desenvolvimento do território enoturístico, quer tornar o Enoturismo português uma referência mundial. Para tal, delineou uma estratégia fundamentada em cinco pilares. O primeiro tem a ver com a identidade que, como explica Maria João de Almeida, presidente da APENO, pretende construir “uma identidade para o Enoturismo, formalizando, sistematizando e certificando o setor em Portugal”. Segue-se o território, ou seja, “compreender e representar os agentes nacionais do Enoturismo, em toda a sua diversidade, valorizando as características territoriais, numa rede integrada de roteiros e experiências”. Também a oferta com o reconhecimento e promoção da inovação da oferta integrada de Enoturismo, desenvolvendo parcerias e divulgando as melhores práticas é o terceiro pilar da estratégia. “O quarto são as pessoas, queremos promover a formação aos agentes de Enoturismo em conhecimento técnico nas diversas áreas (vinho, hotelaria, turismo, gastronomia, cultura, história, etc)”, completa a responsável, que conclui com a inevitável promoção do setor. “Queremos criar uma marca para exploração do valor sinérgico das atividades associadas ao Enoturismo, com foco na divulgação nacional e internacional. Promover o Enoturismo português com base na valorização cruzada da oferta, junto de promotores de grande reputação”, descreve, salientando que a marca vai ajudar a criar procura para o Enoturismo, acompanhada pela criação e divulgando “ações criativas e inovadoras”.
Esta meta não é alheia à existência de vários desafios que influenciam o estado atual do Enoturismo do país. Segundo a presidente da APENO, “o Enoturismo em Portugal não se encontra regulado, não tem uma Classificação de Atividade Económica (CAE) própria, nem os profissionais de Enoturismo têm um enquadramento autónomo, não existem CIRS (Código de IRS) para os profissionais de enoturismo”. E complementa ainda que “associada à falta de regulamentação também ainda se verifica em Portugal uma falta de profissionalismo que impede o setor de progredir”, como seja a “falta de visão (estratégia e criatividade), pouca disponibilidade em receber, falta de formação do pessoal e comunicação eficiente”. Contudo, Maria João de Almeida considera que a evolução que o turismo experienciou nos últimos anos já se reflectiu numa melhoria, sobretudo com uma maior aposta de várias empresas no Enoturismo.

Quinta do Ventozelo

Para dinamizar a consciência em torno do Enoturismo, a APENO compromete-se a lançar várias iniciativas a partir deste mês de setembro. Ainda com algumas no “segredo dos deuses”, a associação está empenhada em dinamizar a oferta junto dos associados, apoiando projetos de Enoturismo, bem como a formação junto dos profissionais do setor. Previsto está também, e mais concretamente, o lançamento do Clube do Enoturismo que, explica, “funcionará como um elo de ligação entre a oferta e a procura” e irá promover viagens, provas de vinho, visitas a adegas, venda de vinho, entre outras atividades. A APENO encontra-se também a desenvolver várias parcerias estratégicas, que “nos vão apoiar, e que vão surpreender pela eficácia e a criatividade”.

“Queremos criar uma marca para exploração do valor sinérgico das atividades associadas ao Enoturismo, com foco na divulgação nacional e internacional”, Maria João de Almeida, presidente da APENO

Outra das prioridades da associação é conhecer melhor o mercado e a respetiva procura. Para tal, vai ser realizado um estudo aprofundado sobre Enoturismo no presente ano, pois, indica Maria João de Almeida, “não existem números concretos que especifiquem com detalhe o setor do Enoturismo”. Porém, segundo estimativas retiradas de estudos académicos e empresariais dedicados ao enoturismo, “o enoturista é mais do que um consumidor de vinhos, é também alguém que se interessa pela produção, cultura e tradições locais. É através do Enoturismo que vai conhecer a riqueza turística de Portugal, contribuindo assim para as receitas do turismo nacional”, releva a presidente da APENO. As estimativas existentes apontam ainda que a “maioria dos enoturistas pertence a uma classe social média alta, com bom poder de compra e com nível de formação elevado”, o que leva a concluir que o gasto médio do enoturista é 20% a 40% superior ao turista normal.

Influência na retoma
O atual contexto pandémico pode motivar um crescimento da procura no setor, tendo em conta as características inerentes associadas ao Enoturismo. Mas qual o papel do Enoturismo e a relevância deste na recuperação do turismo em Portugal no período pós-pandémico? Maria João de Almeida responde: “A pandemia está e vai provocar alterações na procura turística. Vai ser uma procura turística de nicho, temática e repartida ao longo do ano. O turista vai procurar novas ofertas turísticas, em regiões menos povoadas, evitando grandes aglomerados e repartidas durante o ano evitando assim grandes concentrações de pessoas. O Enoturismo proporciona uma oferta turística com essas caraterísticas e esse facto é muito importante para a recuperação e sustentabilidade do turismo”. Assim, defende, o país tem de apostar num “turismo de qualidade” e “durante todo o ano”, sendo neste âmbito que o Enoturismo pode “funcionar como um catalisador”.

Esta opinião da presidente da associação é partilhada com vários ‘players’ no mercado, que também sustentam a relevância que o Enoturismo terá na retoma. Alexandre Relvas, CEO da Casa Relvas, no Alentejo, considera que o Enoturismo, “por normalmente estar situado fora dos grandes centros urbanos, ter mais atividades ao ar livre e ser uma atividade bastante controlada, pode fazer com que o turista se sinta mais confortável”. Mas deixa um alerta: “Tirando o Douro, não há nenhuma região em que o Enoturismo seja a atividade turística principal, pelo que necessitamos de um aumento do turismo para que o Enoturismo volte a crescer também”.

Na opinião de Maria Manuel Ramos, directora de Turismo da Sogevinus, “as tendências de viagem mostram que existe um aumento de procura por destinos de natureza, em zonas tradicionalmente menos turísticas, o que pode constituir uma oportunidade para a valorização de novos destinos, nomeadamente no interior do país, e para a criação de novos produtos e novas ofertas estruturadas”. Assim, e tendo em conta que os turistas procuram “um maior contacto com a natureza e atividades que lhes permitam “desligar” das suas rotinas e fazer um “detox” urbano”, a responsável considera que o Enoturismo reúne “todas as condições para se afirmar como um produto de sucesso, com a mais-valia de dar igualmente a conhecer os saberes e sabores de uma região: juntamente com os vinhos, é possível promover a gastronomia local e dar acesso a experiências autênticas que permitam o contacto com as comunidades, a história, a cultura e as tradições locais. Este é um fator-chave capaz de potenciar a valorização e a diferenciação do turismo nacional”.

o Enoturismo reúne “todas as condições para se afirmar como um produto de sucesso, com a mais-valia de dar igualmente a conhecer os saberes e sabores de uma região”, Maria Manuel Ramos, SOGEVINUS

Esta também é uma posição defendida por Elsa Couto, diretora de comunicação da Quinta de Ventozelo, na região do Douro. “O Enoturismo tem, com certeza, um papel fundamental na recuperação”, afirma, e justifica que, se por um lado, “permite a deslocalização de turistas das regiões com maior densidade – como as grandes cidades Lisboa, Porto ou Algarve, contribuindo para o desenvolvimento local e regional”, por outro lado, tem um forte contributo no combate à sazonalidade, além das parcerias que estabelece impactarem toda a cadeia de valor do turismo.

Já Luís Serrano Mira, coproprietário da Herdade das Servas e Casa da Tapada, ambas no Alentejo, reforça a atratividade do Enoturismo. “O Enoturismo é um produto que incrementa a atratividade de um destino, devendo por isso ter um papel preponderante na recuperação do turismo em Portugal”, defende. E detalha analiticamente: “Numa análise macro, o Enoturismo é claramente um fator diferenciador, uma vez que não temos produção de vinho em todo o Mundo. Mesmo nas regiões que produzem vinho, muitas não dispõem de infraestruturas para receber turistas, nem possuem uma história e tradição riquíssima como é a de Portugal. Por um prisma micro, o Enoturismo, quando bem trabalhado, é um excelente meio de promoção de produtos locais (especialmente tudo o que esteja relacionado com gastronomia, artesanato e hotelaria)”.

Vera Magalhães, diretora de Enoturismo Grupo João Portugal Ramos Vinhos, também defende que o Enoturismo “possui uma capacidade de atração de turistas e gera valor para os territórios de menor densidade populacional, e ao longo de todo o ano, o que por si só já é um enorme contributo: a diversificação da oferta turística em territórios rurais e, na sua grande maioria das vezes, conseguido através de projetos com grande aposta na sustentabilidade”. No que diz respeito ao negócio do vinho em si, a responsável considera que as vantagens são inerentes, desde “a venda direta do produto, a promoção e fidelização à marca, feedback direto sobre os produtos, aumento de potenciais consumidores, alargamento a novos segmentos de mercado, novas parcerias e novas fontes de rendimento”. Mas importa não descurar o efeito que o Enoturismo tem nas comunidades locais, proporcionando “uma maior empregabilidade, aumento do número de visitantes na região, desenvolvimento de uma nova imagem de destino, atração de novos investimentos, novas infraestruturas e revitalização das atividades económicas tradicionais”.

O impacto nas comunidades locais é algo que a presidente da APENO frisa também: “O Enoturismo pode contribuir para atrair turismo de uma forma continuada e ao longo de todo o ano para o interior e territórios rurais, porque nesses territórios temos empresas a desenvolver atividades de Enoturismo de qualidade. Pode assim contribuir para a criação de postos de trabalho diretos e indiretos e contribuir para a fixação de pessoas nesses territórios. Existindo procura por esses destinos e tipo de turismo, o investidor pode sentir-se atraído a investir e a criar empresas que pratiquem atividades de Enoturismo nesses territórios e mais uma vez criação de postos de trabalho e fixação de pessoas”.

Quinta S.Luiz (Sogevinus)

A “qualidade extrema” nos vários recantos do país onde se produz vinho e se alia este à gastronomia, partilhando esta relação com quem visita, é a carta principal indicada pela Quinta da Aveleda, que julga que, só por si, “enaltece a experiência, fideliza e serve de mote para uma promoção “boca a boca” muito eficaz”. “As atividades de Enoturismo são fator de diferenciação com relevância”, refere fonte da quinta.

É exatamente a diferenciação que Luísa Rebelo, General Manager e Proprietária de Torre de Palma, considera que deve ser a aposta dos players no Enoturismo para, ao fim de contas, apoiar a retoma do turismo em Portugal. “Consideramos que Portugal e todos os agentes de Enoturismo devem apostar na diferenciação pela qualidade e inovação das suas propostas, na sustentabilidade social, económica e ambiental, como fazemos em Torre de Palma”.

“Consideramos que Portugal e todos os agentes de Enoturismo devem apostar na diferenciação pela qualidade e inovação das suas propostas, na sustentabilidade social, económica e ambiental”, Luísa Rebelo, Torre de Palma

Para as Caves de Vila Nova de Gaia e Quinta das Carvalhas, o Enoturismo “não é um turismo forçosamente de massas, estando implantado em ambiente rural, pelo que se enquadra perfeitamente nos ambientes que são mais procurados nesta fase da pandemia”. Apesar de ser ainda um nicho de mercado, os responsáveis consideram que é “muito representativo e com um forte valor acrescentado”, pelo que “terá um papel muito importante a desempenhar na recuperação”.

O contributo para espalhar os fluxos turísticos ao longo de todo o território e de ter atividades acessíveis ao longo de todo o ano, ajudando no combate à sazonalidade, são as principais mais-valias do Enoturismo nestes tempos pandémicos e não só.

O contributo do Enoturismo para o desenvolvimento rural e para a integração social e económica estará exatamente em debate a 9 e 10 de setembro, em Reguengos de Monsaraz, no Alentejo. A Organização Mundial do Turismo (OMT) vai realizar a quinta edição da Conferência Global da OMT sobre Enoturismo. Sobre o evento, o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, declarou ser “mais importante do que nunca apoiar os setores do turismo e de vinhos”.

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W Algarve contrata novo diretor de marketing e comunicação

Henrique Pires é a nova aposta do W Algarve para dirigir o departamento de marketing e comunicação da unidade hoteleira, como anunciado em comunicado.

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Com 11 anos de experiência no setor hoteleiro, o profissional setubalense começou o seu percurso profissional no Pine Cliffs Hotel, passou pelo Waldorf Astoria Ras Al Khaimah e fez carreira na cadeia Minor Hotels, onde foi responsável pelas áreas do marketing e comunicação dos Anantara Hotels & Resorts e dos Tivoli Hotels & Resorts, em Portugal.

Chega agora ao recém-aberto W Algarve, onde irá desempenhar funções como diretor de marketing e comunicação.

“Estou muito contente e entusiasmado por me juntar à fantástica equipa do W Algarve e abraçar este novo desafio. É um grande orgulho para mim trazer as minhas ideias e visão para um hotel que abriu há cerca de meio ano e que já conquistou tanto terreno na região”, garante Henrique Pires.

O W Algarve marca o primeiro Hotel da marca W a abrir em Portugal. Situado no topo das icónicas falésias do sul de Portugal, o recém-aberto W Algarve junta-se à família de W Escapes, oferecendo “uma mistura de descontração à beira-mar com uma energia exuberante”, como referido em comunicado.

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Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

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O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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Hospitality Talks
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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Hotel Vila Raia
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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

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A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

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Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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