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“O segredo do digital está em agir e não reagir”

Falar, atualmente, do turismo, é falar em mais do que bem receber. O Publituris falou com Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST, para perceber como é que a associação está a contribuir para o futuro do turismo em Portugal.

Victor Jorge
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“O segredo do digital está em agir e não reagir”

Falar, atualmente, do turismo, é falar em mais do que bem receber. O Publituris falou com Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST, para perceber como é que a associação está a contribuir para o futuro do turismo em Portugal.

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De maio para cá, ficámos a conhecer o plano de ação “Reativar o Turismo | Construir o Futuro”, a campanha do Turismo de Portugal “#Tempo de Ser | #Time to Be”, o plano “Turismo +Sustentável 20-23” e, mais recentemente, o “Diagnóstico Sustentabilidade T+”, uma nova ferramenta de diagnóstico de sustentabilidade para as Pequenas e Médias Empresas (PME) do setor do turismo.

Todas estas iniciativas têm, além da questão económico-financeira, a digitalização e a sustentabilidade como suporte para o futuro do setor. Roberto Antunes, diretor-executivo do Centro de Inovação do Turismo, explica o papel do NEST.

De que forma é que o setor do turismo vinha a inovar no pré-pandemia e que alterações trouxe em termos de inovação no e para o turismo?
O período pré-pandémico estabelece, de certa forma, a definição do que é o NEST, como se vai compor, como é que se associa, em que áreas de deve focar, quais os parceiros e diferentes instrumentos.

Mas, então, o que encontrou?
Encontrei um setor com uma dinâmica que requeria, na verdade, evoluções, na altura já mais do que identificadas. Ou seja, já na altura percebeu-se que era importante trabalhar-se as bases, o entendimento dos básicos da própria base trabalhadora do setor do turismo, da utilização dos elementos digitais, a preparação das pessoas para a utilização de aplicações e, até de ferramentas simples do dia-a-dia.

Mas com a pandemia, que caminho se traçou?
Com a pandemia surgiu uma grande oportunidade de fazer do NEST um elemento participativo, agregador de valor para um momento extremamente difícil.

Partindo da premissa que a pandemia não foi boa para ninguém, pode dizer-se que funcionou como um acelerador do NEST.

Claramente que este contexto requeria uma maior aceleração em campos como a inovação e digitalização. Portanto, nessa matéria estávamos e estamos posicionados para contribuir e o momento criou muito maior abertura para a nossa participação.

Sentiu uma maior procura por inovação?
Não tinha comparativo, portanto o esperado era uma grande incógnita. Acho que não nos deixou e deixa de surpreender o quanto evoluímos.

A aceleração que houve do ponto de vista da apropriação da digitalização fez-nos evoluir num ano o equivalente a 10 anos.

 

“Há que entender que isto não deve ser tomado como uma espécie de ‘digitalização ao quilo’”

 

1 caminho com 2 focos
No plano de reativação para o turismo, apresentado em maio, existem dois focos muitos importantes: a digitalização e a sustentabilidade. O setor do turismo precisa, efetivamente, de digitalizar-se ou o que precisa é avançar e transformar-se tecnologicamente?
Existe um lado onde o setor não é incólume à dinâmica da economia como um todo e de uma economia que tem neste momento um modelo operativo que se baseia na sustentabilidade e na digitalização. É assim que competimos internacionalmente, que as economias crescem

Nessa perspetiva há, claramente, uma necessidade de aceleração transversal da economia de todos os setores económicos nestas questões, da qual o turismo faz parte.

Depois temos outras questões mais intrínsecas do turismo. O facto de sermos um setor absolutamente exposto internacionalmente, afeto às tendências e aos benchmarks que as pessoas têm de experiências e de utilização do digital nos seus países de origem, obviamente, cria expectativas sobre a sua experiência também em Portugal. Por outro lado, o facto de termos um setor que tem uma massa trabalhadora que precisa de grandes desenvolvimentos nesta matéria dita que existe muito trabalho pela frente.

Assim, começam a surgir as necessidades mais intrínsecas do próprio setor, o que é o conhecimento das pessoas como um todo, trabalhar muito o desenvolvimento das próprias empresas no repensar de modelos de negócio que consigam trazer muito maior sustentabilidade e competitividade.

Diria que, não há uma regra especifica que deve ser cumprida. Não estamos a falar de um setor onde se deve aplicar uma regra para uma digitalização a 100% a troco de qualquer coisa. Não, temos de ser muito inteligentes e saber para o que serve a tecnologia e a digitalização.

A tecnologia serve para uma facilitação, sobretudo, de operações, desmaterialização de imensos processos e a digitalização permite-nos, acima de tudo, ser extremamente inteligentes na forma como gerir a oferta para se adequar à procura, na forma como vamos gerir as operações para que haja trabalho em grupo, como chegar ao nosso target, a forma inteligente como chegamos a esse target, o momento, o tema, a peça que faz sentido.

Ou seja, o importante não é ter dados, é, fundamentalmente, saber o que fazer com eles, como tirar partido deles, canalizá-los, e, fundamentalmente, entender que não são estanques e que todos os dias somos “inundados” com mais dados. As empresas do turismo em Portugal estão capacitadas para tirar partido desses dados?
Em primeiro lugar, há que entender que isto não deve ser tomado como uma espécie de “digitalização ao quilo”. Ou seja, é importante ter uma adequação à estrutura e estratégia do negócio.

Portanto, não é uma questão de quantidade, é uma questão de inteligência de como e onde é que os dados me ajudarão.

Primeiro, estratégia de negócio, o que quero oferecer, como quero posicionar-me e diferenciar-me da minha concorrência, quem são as pessoas que sirvo, que gostos têm, porque me vão valorizar. A digitalização entra em tudo isto como um ‘enabler’, um facilitador, algo que me permite falar melhor com as pessoas, captar a informação para utilizá-la adequadamente. A digitalização não é um fim, é um meio. Às vezes entramos um pouco num efeito espiral e parece que a digitalização se sobrepõe à própria estratégia. É preciso perceber que o negócio só terá sucesso, se responder a uma necessidade, independentemente, de como é entregue, se física ou digitalmente.

Agora quer-se aplicar o digital, sem pensar numa estratégia para a sua aplicação?
Exatamente. Há tempos num webinar aconteceu isso com um participante que indicou que já tinha feito um grande investimento com uma aplicação digital, mas que os seus consumidores e clientes não utilizavam. Ora, aqui registou um avanço no digital, sem ter percebido bem para que servia.

Por isso, é preciso conhecer exatamente quem é o nosso cliente e como é que nos posicionamos, ou melhor, como nos queremos posicionar.

Há que ter o cuidado de adaptarmo-nos a cada momento, cada cliente, cada consumidor, cada local, cada procura, necessidade e exigência. Não é só digitalizar e já está. Há que perceber para que queremos o digital.

O bem-estar, a vontade, a felicidade, o tempo para nós e família, o aprofundar do conhecimento, continuam a ser as razões de motivação quer o mundo se digitalize ou não.

 

“É difícil compor uma oferta certeira, olhando para o nosso umbigo e para aquilo que gostamos. Tem de se olhar para fora”

 

Partilha de conhecimento
O NEST desenvolveu quatro Think Tanks – Restauração e Gastronomia; Hospitalidade; Atividades Turísticas; Pontos de Interesse. A que conclusões chegaram? Eram essas as esperadas?
Os objetivos eram, na prática, criar um formato que permitisse auscultar o próprio setor, muito mais atempado e rápido e que se conseguissem depurar, através de participantes experts na matéria, muito conhecedores destes verticais, todas as necessidades e o status quo, além de trabalhar, através da metodologia de design thinking, alguns direcionais para respostas, não trazendo já as soluções, mas fazendo exercícios que combinam targets específicos de consumidores. Conhecer os espaços ou momentos que o próprio setor proporciona, como o quarto, o momento do pequeno-almoço, pensar em famílias e pessoas individuais, criar o pensamento de quais são as necessidades e oportunidades que podem e devem trabalhar.

Depois, com base nisso, elaborar relatórios que ficassem disponíveis publica e gratuitamente para incentivar a que inovadores, startups, empreendedores, adequem a sua oferta e possuam um ponto de partida.

Além disso, criar ferramentas para que se tornasse mais fluido o entendimento das necessidades por via destas metodologias que alguém possa pegar com alguma confiança e dar-lhes seguimentos e não ter de fazer, ele próprio, essa descoberta.


No fundo, ser facilitadores?
Exatamente. Facilitadores e aceleradores. No passado estas coisas eram feitas com fundamental research, acesso a estudos de consultoria, muito dificilmente públicos e gratuitos. Agora há maior partilha, as pessoas querem, de facto, ajudar na participação destes conhecimentos, na utilização de processos que sejam criativos e que possam construir os primeiros patamares para depois alguém poder trabalhar a inovação e disseminá-los de forma democrática e acessível.

Mas foram surpreendidos de alguma forma, nas conclusões a que chegaram nestes Think Tanks?
De todos eles surgiram questões interessantes. Mas variam entre eles os pontos fulcrais, como as fontes de digitalização, questões de marketing, interação com o próprio turista no local. Havia feelings, mas não existia muito conhecimento e estes Thinks Tanks permitiram-nos ter uma visão muito mais assertiva sobre o elencar dessas oportunidades.

A questão da sustentabilidade?
Absolutamente. Os clientes hoje escolhem muitas vezes o seu destino e hotel em função precisamente dessa preocupação sustentável.

Olha-se cada vez menos para o preço?
Existem estatísticas do Google muito interessantes relacionadas com o turismo e que indicam a procura por “barato” ou por “melhor”. Se há 10 anos as pessoas procuravam pela viagem mais barata, hoje o que procuram é o que melhor atende e qualifica a sua motivação, a viagem e experiência que querem ter.

Portanto, hoje não é a viagem mais barata que a pessoa procura, mas sim a melhor viagem.

Isto tudo está relacionada com esta transformação de paradigmas, das novas gerações, dos Millennials, da geração Z.

E passou a existir um outro ou novo olhar para o espaço concorrencial interno e externo?
Absolutamente. O turismo é um setor que nos permite ter este olhar e leva-nos a ter de estar a par do entendimento e das evoluções que acontecem em todo o mundo. Claro que temos de olhar, mais cuidadosamente, para os nossos principais destinos emissores.

É difícil compor uma oferta certeira, olhando para o nosso umbigo e para aquilo que gostamos. Tem de se olhar para fora.

 

“A pandemia acelerou [a digitalização], mas, de facto, o trilho pelo qual se teria de caminhar estava absolutamente identificado”

 

Mas a grande preocupação não está no turismo interno, mas sim no externo?
Sim, claro. Se até 2019, a balança era de 70% externo e 30% interno, o facto é que teremos de olhar para o turismo interno como um pilar futuro, até porque foi o que nos salvaguardou e salvou nestes tempos difíceis.

E aí o fator digital é fundamental? Quer dizer, na forma, ou melhor, nas novas e diferentes formas como se chega e comunica com o público?
Sim, foi e é crucial. O advento das low-cost foi uma grande oportunidade para os city-breaks. De repente, já não era só o Algarve, era Lisboa, depois o Porto, a Madeira, os Açores, o interior.

Houve um trabalho enorme na diversificação da nossa oferta para os diferentes públicos. Há públicos na Europa que não estão nada interessados na praia, querem cultura, os rios, as lagoas, a natureza.

Conhecer e customizar
E o que é que os nossos concorrentes estão a fazer no campo da inovação, do digital, na tecnologia. Há algo que está a ser feito que se diferencia?

Posso dizer que do ponto de vista da estruturação da estratégia, somos líderes. Na forma como se orquestra dentro desta nação a visão estratégica, a criação da marca Portugal, e depois a concertação de tudo isso com o resto do setor não acontece em nenhum dos nossos principais destinos concorrentes.

A estratégia desenvolvida para Portugal é uma estratégia de diversificação e de coesão territorial. Não vemos a Grécia a trabalhar o interior e a fronteira com a Albânia. É mais do mesmo. Em Portugal não, é muito assente numa experiência da cultura, numa vivência dos nossos modos de vida, com a paisagem que integra sabores e saberes que aqui se desenvolvem

Portanto, é muito mais multifacetado e diria mesmo que se trata de uma agregação de valores muito difícil de replicar. A experiência que se tem em Portugal não se consegue replicar em qualquer outro local.

Mas depois há que chegar ao público, ao viajante, ao turista. No campo digital surgem conceitos como marketing digital, target advertisement, a gestão de management response, os pagamentos, a forma de estar e comunicar nas diversas e diferentes redes sociais, etc.. Há, neste particular, a noção de que a pandemia funcionou, como já ouvi dizer, como um “dia zero” em termos digitais e tecnológicos?
Não, já estava tudo absolutamente traçado. A pandemia acelerou, mas, de facto, o trilho pelo qual se teria de caminhar estava absolutamente identificado.

Em todas as estratégias, ferramentas e planos estamos a falar de formas e investimentos para acelerar todos estes princípios e não iniciá-los.

Este entendimento do marketing digital já está estabelecido há bastante tempo e temos, de facto, de aprimorar e saber trabalhar sobre essa nova forma que não vem de nenhuma obrigatoriedade a não ser do facto de, se quisermos comunicar com sucesso, é por aqui que se terá de caminhar.

Julgo engraçado quando se tenta separar o digital como se fosse uma valência que se tem de fazer obrigatoriamente para além de tudo aquilo que já se faz. Quem quer comunicar e/ou vender, se não considerar o digital, dificilmente terá sucesso. Nem é preciso dizer que o digital é importante. Alguém que queira fazer uma estratégia vencedora para o seu negócio vai ter de, inevitavelmente, trabalhar com o digital, porque é aí que existe o poder de influência, de recomendação, de aquisição.

Mas há que saber trabalhá-lo. Há a perceção e conhecimento de que é preciso falar linguagens diferentes?
Vivemos num momento em que, provavelmente, durante esta nossa conversa se gerou mais informação e dados em todo o mundo do que nos 10 anos após a criação da Internet.

Há possibilidade de falar quase de um para um. Utilizar essa inteligência é a grande oportunidade para o turismo.

As diferentes tipologias de pessoas, a possibilidade de direcionar um tipo de comunicação, tudo isso está ao nosso dispor. Hoje em dia, sabemos que há determinados momentos em que, se queremos ser considerados enquanto potencial destino ou marca, pode ser errado sugerir uma venda direta em determinado momento. Mas podemos participar com outros conteúdos que mantêm o interesse sem sermos intrusivos, que leva a que essa pessoa regresse e nos procure. Há que saber dar os argumentos certos para que o nosso destino se mantenha na memória aquando da altura da decisão.

 

“Alguém que queira fazer uma estratégia vencedora para o seu negócio vai ter de, inevitavelmente, trabalhar com o digital”

 

Recuperando um pouco o tema da sustentabilidade, no mesmo dia em que o Turismo de Portugal apresentava o Plano Turismo + Sustentável 20-23, o NEST lançava uma nova ferramenta de diagnóstico de sustentabilidade para as Pequenas e Médias Empresas (PME) do setor do turismo. Tal como referi anteriormente, a par da digitalização, a sustentabilidade é chave no turismo?
Vemos na digitalização uma oportunidade de massificar conceitos e de ter um acesso bastante democrático. A revolução que a digitalização trouxe, foi uma democratização da informação, do conhecimento, da possibilidade de empreendedorismo e autonomia em muitas coisas.

Esse aceleramento trouxe alguma novidade ou algum desenvolvimento do próprio ecossistema português ou que estamos a aplicar provém de fora?
Não lhe sei responder sobre a quantidade e/ou criação de tecnologias, até porque algumas destas coisas surgem sem se ter um formato de empresa e é difícil fazer a captação.

O que vi, de facto, foi uma mobilização muito grande por parte de algumas startups existentes e outras que surgiram para trazer soluções que, muitas delas, acabaram por vingar e crescer exponencialmente o nível de utilização.

Mas também sabemos que é um momento muito difícil para este universo das startups. Mas é notório que há um olhar mais interessado para com coisas relacionadas com a tecnologia e com soluções que sejam mais touchless, por exemplo.

Na realidade, os Capital Ventures e os Angels estão agora com um olhar mais atento para esses novos domínios do que há dois ou três anos.


Com toda esta panóplia de novidades, transformações e inovações, mas também de incertezas e expectativas, que tipo de turismo e turistas teremos no futuro?
Há muitas coisas que estão a aparecer, soluções que permitirão um aumento gradual da mobilidade que, na verdade, não tem só a ver com o turismo, per si, mas com as próprias dinâmicas das economias que são interativas e que vivem pela troca e entrosamento.

Toda e qualquer economia sofre quando pára, se fecham fronteiras e se inibe a mobilidade das pessoas.

Mas seja no turismo, na saúde ou noutra área qualquer, o modelo de desenvolvimento desses negócios já não é uma coisa fechada em si própria. O desenvolvimento do turismo acontece nas diferentes vertentes e, inclusivamente, com outros setores.

É na customização que o turismo terá de apostar?
Sim, porque é isso que nos vai diferenciar. Não sermos conhecidos por aquilo que erámos conhecidos há anos e que se limitava no sol e praia. Somos e temos muito mais do que isso para oferecer.

Mas o digital vem colocar mais pressão na resposta a dar, já que tem de ser instantânea.
Sim, mas também oferece a possibilidade de um maior acompanhamento. O segredo do digital está em agir e não reagir.

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W Algarve contrata novo diretor de marketing e comunicação

Henrique Pires é a nova aposta do W Algarve para dirigir o departamento de marketing e comunicação da unidade hoteleira, como anunciado em comunicado.

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Com 11 anos de experiência no setor hoteleiro, o profissional setubalense começou o seu percurso profissional no Pine Cliffs Hotel, passou pelo Waldorf Astoria Ras Al Khaimah e fez carreira na cadeia Minor Hotels, onde foi responsável pelas áreas do marketing e comunicação dos Anantara Hotels & Resorts e dos Tivoli Hotels & Resorts, em Portugal.

Chega agora ao recém-aberto W Algarve, onde irá desempenhar funções como diretor de marketing e comunicação.

“Estou muito contente e entusiasmado por me juntar à fantástica equipa do W Algarve e abraçar este novo desafio. É um grande orgulho para mim trazer as minhas ideias e visão para um hotel que abriu há cerca de meio ano e que já conquistou tanto terreno na região”, garante Henrique Pires.

O W Algarve marca o primeiro Hotel da marca W a abrir em Portugal. Situado no topo das icónicas falésias do sul de Portugal, o recém-aberto W Algarve junta-se à família de W Escapes, oferecendo “uma mistura de descontração à beira-mar com uma energia exuberante”, como referido em comunicado.

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Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

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O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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Hospitality Talks
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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Hotel Vila Raia
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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

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Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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