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“Temos intenção de expandir a nossa oferta e a conetividade nos Açores”

A Swiss International Air Lines é a segunda companhia do Grupo Lufthansa a abrir voos para Ponta Delgada no espaço de um mês. A nova rota sazonal para os Açores é, este verão, um dos destaques da companhia aérea helvética, que conta ainda com um aumento de oferta em Portugal, segundo Romain Vetter, chefe da companhia aérea para a Suíça Ocidental e responsável comercial pelo hub de Genebra

Inês de Matos
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“Temos intenção de expandir a nossa oferta e a conetividade nos Açores”

A Swiss International Air Lines é a segunda companhia do Grupo Lufthansa a abrir voos para Ponta Delgada no espaço de um mês. A nova rota sazonal para os Açores é, este verão, um dos destaques da companhia aérea helvética, que conta ainda com um aumento de oferta em Portugal, segundo Romain Vetter, chefe da companhia aérea para a Suíça Ocidental e responsável comercial pelo hub de Genebra

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A Swiss International Air Lines é a segunda companhia do Grupo Lufthansa a abrir voos para Ponta Delgada no espaço de um mês. A nova rota sazonal para os Açores é, este verão, um dos destaques da companhia aérea helvética, que conta ainda com um aumento de oferta em Portugal, segundo Romain Vetter, chefe da companhia aérea para a Suíça Ocidental e responsável comercial pelo hub de Genebra.

A nova rota sazonal de Ponta Delgada – que teve início a 25 de junho – é um dos principais destaques da Swiss International Air Lines, à partida de Genebra, este verão. A propósito da inauguração da rota – a segunda de uma companhia aérea do Grupo Lufthansa no espaço de um mês – o Publituris falou com Romain Vetter, chefe da companhia aérea para a Suíça Ocidental e responsável comercial pelo hub de Genebra, que se mostra entusiasmado com o arranque dos voos e fala até num possível crescimento no próximo verão.
Apesar da pandemia, e da reestruturação a que também a companhia helvética foi sujeita, a Swiss mantém a aposta em Portugal e, este verão, vai até aumentar a operação face a 2019, numa oferta que, segundo o responsável, agrada tanto ao mercado turístico suíço, como ao mercado étnico, já que é preciso não esquecer que a Suíça tem uma vasta comunidade portuguesa, essencialmente na zona de Genebra.
Já o regresso à normalidade deverá estar ainda longe, uma vez que, refere Romain Vetter, a pandemia ainda não está ultrapassada e deverá ter um “impacto de longo prazo”. É por isso que, acrescenta, a Swiss está focada em ter um “planeamento inteligente”, o que passa pela redução da sua dimensão, aposta no digital e sustentabilidade.

A Swiss abriu, a 25 de junho, uma nova rota entre Genebra e Ponta Delgada, nos Açores. Qual é a expetativa para esta rota?
Temos muito boas expetativas. Devíamos ter começado a voar para os Açores no ano passado, mas a pandemia veio estragar os nossos planos. Existe uma procura muito boa por parte dos nossos clientes pelos destinos portugueses e, como somos a única companhia aérea a voar diretamente entre Genebra e os Açores, acredito que temos aqui uma grande vantagem competitiva. Por outro lado, queremos oferecer aos nossos clientes novas perspetivas de viagem, principalmente no cenário atual e depois de tanto tempo de confinamento. É claro que existe sempre um risco associado a esta operação e essa foi a minha grande questão quando comecei a trabalhar na Swiss [Romain Vetter é chefe da Swiss para a Suíça Ocidental, com responsabilidade comerciais no hub de Genebra, desde maio, quando substituiu Lorenzo Stoll, que foi liderar o departamento de carga da companhia aérea], mas estou contente por ter arriscado. O ‘load factor’ do avião está muito bem e temos muita confiança na escolha do destino, porque ele corresponde àquilo que os nossos passageiros também procuram.
Assim que abrimos as vendas, vimos que existia procura, já temos reservas, mesmo quando ainda não tínhamos feito qualquer promoção da rota. Penso que a oferta dos Açores, que é um destino com uma paisagem vulcânica e muita natureza, ideal para atividades desportivas, e que, acima de tudo, é autêntico, vai ser um sucesso, até porque, este verão, as pessoas vão procurar destinos diferentes mas próximos. E os Açores, apesar de estarem a três ou quatro horas de distância, são um destino que dá a sensação de se estar a viajar para longe, como uma aventura. Acredito que isso faz a diferença e é por isso que estamos tão confiantes quanto ao desempenho dos voos.

Quantos lugares vai a Swiss disponibilizar no total da operação, uma vez que esta é uma rota sazonal e os voos decorrem até 3 de setembro?
É verdade, voamos para os Açores com um avião Airbus 220-300, com capacidade para 133 passageiros e temos um voo por semana. Queremos aumentar a capacidade para os Açores e poderemos vir a fazê-lo, quer em número de frequências ou da duração da operação, se tivermos sucesso.

E existe alguma possibilidade da operação crescer para outras ilhas açorianas?
Fazemos avaliações constantes sobre o desempenho das rotas e, no final da operação, faremos uma avaliação sobre a sua lucratividade. Se for positiva, é claro que avaliaremos a possibilidade de a aumentar. Mas, como é óbvio, no primeiro ano de lançamento de uma operação, não esperamos fazer toneladas de dinheiro, queremos acima de tudo garantir que a operação é equilibrada, porque isso vai ajudar ao seu potencial crescimento no verão de 2022. É um pouco cedo para discutir o crescimento desta rota, mas posso dizer que, no âmbito do Grupo Lufthansa, temos estabelecido contactos com outras companhias nos Açores para ver se podemos criar alguma coisa juntos, nesse sentido, mas isto é algo sobre o qual não posso dar mais informação de momento, mas posso garantir que temos intenção de expandir a nossa oferta e a conetividade nos Açores. E esperamos conseguir fazê-lo.

Promoção

Os Açores têm, de facto, uma vasta oferta turística. O que é que os turistas suíços conhecem sobre o arquipélago?
Penso que a ideia geral é muito positiva e que os Açores já são muito conhecidos pela oferta de natureza e pela paisagem vulcânica. Mas sei que os Açores têm muito mais para oferecer e isso será uma descoberta para os turistas suíços. E devo dizer que se há coisa que apaixona os suíços é viajar à descoberta. Por isso, acreditamos que os Açores são um destino que os suíços vão adorar descobrir.
Por outro lado, na Suíça também existe uma grande comunidade portuguesa e, além de visitarem familiares e amigos, muitos portugueses das gerações mais novas também querem visitar outros destinos, até porque provavelmente já estiveram em Lisboa, no Porto e em muitos outros destinos portugueses, mas não nos Açores. Isso, para nós, significa mais um motivo de confiança nesta rota.

E que ações promocionais está a Swiss a desenvolver para promover os Açores e esta nova rota?
Temos feito ações de promoção. Logo no início, quando decidimos lançar a rota, lançámos promoções para os nossos passageiros e, neste momento, temos algumas campanhas digitais de comunicação, que começaram simultaneamente em Genebra e Zurique, nas quais promovemos diferentes destinos, incluindo especificamente os Açores e Ponta Delgada.
Temos também feito o acompanhamento destas campanhas nas redes sociais e temos apoiado artigos na comunicação social, assim com viagens para jornalistas locais, como a que promovemos na semana em que arrancaram os voos. E estamos, claro, a promover também toda a experiência que o destino Portugal oferece e que queremos que os nossos passageiros conheçam, porque temos muitas opções para oferecer, em Portugal, este verão.

A Swiss conta com apoio das autoridades turísticas açorianas nessas ações de promoção sobre o destino que a companhia está a desenvolver?
Temos negociado muito com as autoridades açorianas e existe uma boa colaboração. O Turismo dos Açores tem sido muito participativo e tem-nos ajudado muito, nomeadamente em termos de informação, porque também é necessário que exista informação transparente sobre a situação no arquipélago, estatísticas sobre a COVID-19 e sobre a taxa de vacinação. Essa informação foi importante quando decidimos arrancar com a rota, até para fechar essa questão a nível interno, e também para que tivéssemos informação atual e credível para fornecer aos nossos passageiros. Mas temos uma ótima relação com as autoridades turísticas dos Açores, é uma colaboração que já vem, aliás, de há muito tempo, no âmbito do Grupo Lufthansa e que permite oferecer um melhor produto e experiência aos nossos passageiros.

COVID-19 e requisitos

A situação epidemiológica dos Açores foi um fator decisivo para a abertura da rota?
Não tomamos estas decisões com base num único facto, mas é claro que monitorizamos também a situação epidemiológica nos destinos porque isso também é importante para o mercado suíço e para os nossos clientes. Mas, tão importante quanto a situação epidemiológica, é a facilidade com que os turistas suíços podem entrar nesses destinos, como é o processo de entrada, quais os requisitos que existem e se permitem que os nossos passageiros possam descobrir o país e, neste caso, os Açores.
O total de casos de COVID-19 não é um fator que tenha grande importância para nós, é importante na medida em que sabemos que os passageiros vão verificar a situação epidemiológica. Mas, nesta altura, isso começa a deixar de ser um problema, porque grande parte dos suíços já está vacinada e, ainda que tenham de fazer o teste PCR para entrar nos Açores, acreditamos que isso não será um problema, até porque estabelecemos protocolos com vários laboratórios em Genebra, de forma a podermos oferecer taxas especiais aos nossos passageiros suíços, para que possam fazer o teste antes da viagem.

E, no sentido contrário, existem restrições para os turistas portugueses quando chegam à Suíça, uma vez que não é um país da União Europeia?
Apesar de não ser parte da União Europeia, a Suíça tem estado bastante alinhada com as decisões da União Europeia. Os viajantes que já estão vacinados, basicamente já não têm nenhuma restrição, e, em relação aos restantes, é necessário possuir um teste negativo realizado até 72 horas e preencher um formulário. Estes requisitos estão em vigor desde fevereiro. Neste momento, apenas os passageiros provenientes das zonas de alto risco, como a Índia ou o Brasil, devem, além dos restantes requisitos, realizar quarentena. Ou seja, o processo para entrar na Suíça ou em Portugal é bastante similar e esperamos que a entrada em vigor do certificado de vacinação venha acelerar a retoma das viagens em toda a Europa, pois isso irá facilitar todo o processo de viagem.
Este certificado é também importante porque vem credibilizar o processo, porque estávamos a assistir ao problema de ter muitos documentos falsos e, com este certificado, sabemos que os documentos são confiáveis e isso é importante para retomar a confiança.

A Suíça vai adotar o certificado europeu de vacinação?
A Suíça desenvolveu uma solução própria, o Swiss COVID-19 Pass, que penso ser um pouco diferente do certificado europeu, mas em relação ao qual existe um projeto com a União Europeia no âmbito da compatibilidade técnica desta solução com a ferramenta europeia. A tecnologia usada para ambas as soluções é a mesma, ambos geram um QR Code único, e por isso não deverá ser difícil conseguir essa compatibilidade.

Mercado português

Além de Ponta Delgada, quais são os planos da Swiss para Portugal, este verão?
Temos um bom número de voos para Portugal este verão. Temos 22 frequências por semana para Portugal, esse número já inclui Ponta Delgada, assim como Porto, Lisboa, Faro e Funchal, que também é um destino novo no nosso portefólio, mas desde Zurique, numa operação similar à de Ponta Delgada.
Estamos muito entusiasmados, não só porque temos rotas para o verão, mas porque também temos destinos novos e isso é importante para o nosso hub de Genebra, onde necessitamos de ter as rotas para as grandes cidades em Portugal, mas também destinos novos e que tenham uma menor oferta de voos, isso contribui para a nossa diferenciação e para mantermos a nossa posição enquanto companhia aérea premium.
No total, vamos ter um crescimento face à oferta de 2019 para Portugal e o importante é que a Swiss passa a cobrir cinco destinos em Portugal. Desde o início de junho que a nossa oferta tem vindo a crescer e temos um crescimento de frequências de 24% até ao final de agosto. É um aumento considerável e estamos muito contentes por conseguir este aumento num período de pandemia.

Os voos para Lisboa, Porto e Faro vão ser à partida de Genebra e também de Zurique?
No caso do Porto e Lisboa, sim, temos voos de Genebra e Zurique. No caso de Faro, temos voos de Genebra operados pela Edelweiss Air, que também disponibiliza boas ligações entre Genebra e Zurique. No caso de Genebra, a existência dos voos também se deve ao facto da comunidade portuguesa ser muito maior do que a que existe em Zurique.

Qual é atualmente a importância do mercado português para a Swiss?
Portugal é um mercado com o qual a Suíça e a Swiss sempre tiveram boas relações, creio que existe uma enorme simpatia mútua entre os dois países e, como já mencionei, há uma grande comunidade portuguesa na Suíça. Os portugueses estão na Suíça há muitas gerações e, na zona de Genebra, a comunidade portuguesa é muito forte, incluindo a nível económico. Isto levou a que sempre tenha existido uma grande relação social entre Portugal e a Suíça e explica porque é que Portugal é um destino de férias tão popular na Swiss, assim como é um destino importante no segmento que visita amigos e familiares.
É também por isso que estamos tão entusiasmados, porque um dos principais objetivos das pessoas para este verão é rever a família e os amigos, que provavelmente não veem há bastante tempo, devido à pandemia. Foi por isso que decidimos aumentar o número de frequências para Portugal, de forma a permitir que as pessoas possam reencontrar os seus entes queridos e tenham também oportunidade de descobrir novos destinos. E acredito que muitos dos nossos clientes vão aproveitar para redescobrir Portugal, porque parece que a última vez que visitaram o país já foi há muito tempo e acredito que muitos dos nossos passageiros vão aproveitar para redescobrir Portugal.

Futuro

Além dos Açores, que outros novos destinos está a Swiss a lançar, este verão, desde Genebra?
Temos procurado novos destinos na Europa, mas por vezes isso é difícil, porque temos de pensar sempre na rentabilidade dos destinos. Ponta Delgada é, de facto, uma das nossas principais apostas para este verão desde Genebra, mas também temos um novo voo para Santorini, na Grécia; Split, na Croácia; Tenerife, em Espanha; e Sharm-el-Sheik, no Egito.
Depois, temos também uma série de destinos desde Genebra que eram novos e que foram interrompidos com a pandemia e que vamos voltar a lançar, como Alicante, Biarritz, Brindisi, Catania, Corfu, Faro, Heraklion, Ibiza, Mykonos e Thessaloniki. Portugal e Grécia são os nossos principais destaques e temos mais alguns destinos que acreditamos que vão interessar aos nossos clientes.

A pandemia veio, de facto, mudar muita coisa, incluindo na aviação. No caso da Swiss, quais foram as principais mudanças que a companhia teve de realizar para lidar e sobreviver à pandemia?
É verdade, a Swiss também foi for temente afetada pela pandemia da COVID-19. E sabemos que este período difícil ainda não terminou e que vai ter um impacto de longo prazo. Não esperamos um regresso à normalidade antes de 2024 ou 2025, provavelmente.
Por enquanto, temos de continuar a manter as medidas de prevenção, porque a segurança continua a ser a prioridade, mas pensamos que o mais importante é planear de forma inteligente, reconhecendo o impacto da pandemia e a necessidade de mudança. Por isso, na Swiss, o futuro passa por termos uma menor dimensão, mas sermos mais focados no digital, mais eficientes e mais sustentáveis. Para nós, estas são palavras-chave. Temos uma frota moderna, muito eficiente, e estamos num processo de transformação que trouxe mudanças ao nosso plano estratégico.
Sabemos que temos de nos adaptar e temos objetivos definidos para os próximos anos, mas para isso temos de fazer um planeamento inteligente, porque se trata de uma grande mudança e porque ainda não saímos desta crise.
Mas, como disse, a segurança continua a ser a nossa prioridade e isso também significa que temos de escolher melhor os destinos para onde voamos, garantindo que são destinos especiais. É isso que acontece com os Açores, que acreditamos ser um destino que tem um valor real para os nossos passageiros e para o turismo entre a Suíça e os Açores.

 

 

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, “ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023”.

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, “o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria”.

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

“Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo”, indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do “bom funcionamento desta rota nos meses de verão” e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

“Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

“Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México – que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana – com mais três voos semanais, até 13 frequências – e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana”, indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

“Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19”, congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, “o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada”.

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas “boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano”.

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma “parceria exclusiva”, que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

“A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança”, afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana “combina perfeitamente” com a rede da Gol no Brasil.

“Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América”, acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

“O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo “fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais” e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

“Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora”, disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o “cruzeiro espacial” e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ – sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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Certificado europeu mais perto de se tornar ‘standard’ global

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE.

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Albânia, Andorra, Ilhas Faroé, Israel, Mónaco, Marrocos e Panamá são os países e territórios mais recentes a adoptar  o sistema europeu do certificado  COVID Digital da União Europeia.

A Comissão Europeia anunciou que os  certificados COVID-19 emitidos pelos países referidos são equivalente ao Certificado COVID Digital da União Europeia.

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE, existindo atualmente 42 países, incluindo os 27 Estados-membros, que integram o sistema europeu, o que o está a converter num ‘standard’ internacional.

Didier Reynders, comissário da Justiça, destacou que esta situação  permite que todos ganhem: “os cidadãos podem desfrutar do seu direito de livre circulação e as empresas, assim como o setor dos transportes, podem começar a compensar as perdas dos últimos meses”.

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“Turismo e mobilidade sustentável” em debate no Algarve

Debate “Turismo e Mobilidade Sustentável” está inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, decorre a 17 de setembro, e pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

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O Centro Europe Direct Algarve, em parceria com a CCDR Algarve e a Região de Turismo do Algarve (RTA), promovem na próxima sexta-feira, 17 de setembro, o debate “Turismo e Mobilidade Sustentável”, inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, que pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

Num comunicado enviado à imprensa, a organização do evento explica que “esta será uma oportunidade única para debater os desafios e as prioridades do Algarve, de Portugal e da Europa no âmbito do turismo e da mobilidade sustentável, mas sobretudo para ouvir e responder às perguntas do público que estará a assistir à conversa em direto”.

“Com o mote da Conferência sobre o Futuro da Europa, que até à primavera de 2022 vai ouvir os cidadãos europeus sobre o futuro que pretendem para a União Europeia, o Centro Europe Direct Algarve organiza este fórum de discussão, abrindo o diálogo à região do Algarve e a todos os que nela vivem, com o objetivo de aumentar o nível de conhecimento sobre o projeto europeu”, lê-se no comunicado divulgado pela organização.

Com a participação de João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA),  da eurodeputada  Cláudia Monteiro de Aguiar, de João Ferreira, da DG MOVE da Comissão Europeia, José Apolinário, da CCDR Algarve, e Rodrigo Soares, da Erasmus Student Network, o debate vai decorrer entre as 11h00 e as 13h00, e pode ser acompanhado através da página de Facebook da RTA.
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