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Palmela isenta esplanadas de taxas até final do ano

Esta é uma medida de apoio ao tecido económico local, face à pandemia COVID-19.

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A Câmara de Palmela aprovou o prolongamento até 31 de dezembro de 2021 da isenção do pagamento de taxas de ocupação do espaço público para instalação e/ou ampliação de esplanadas, como medida de apoio ao tecido económico local, face à pandemia COVID-19.

A isenção do pagamento das taxas administrativa e variável, previstas no Regulamento e Tabela de Taxas Municipais, é assim estendida até ao final deste ano, nos casos da instalação de novas esplanadas abertas, renovação de esplanadas fechadas e ocupação de novas zonas de esplanada, permitindo a restaurantes, bares e cafés estenderem a área das suas esplanadas ou instalá-las noutro local que não o habitual.

Esta medida tinha sido aprovada na reunião de Câmara de 3 de junho de 2020 e prolongada na reunião de Câmara de 2 de dezembro de 2020.

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Aumento de capital de 62 milhões previsto para a SATA concluído até final do ano

O aumento de capital, no valor de 62 milhões de euros, foi confirmado pela secretária do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral.

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A secretária do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, afirmou esta sexta-feira, 4 de novembro, que o aumento de capital de 62 milhões de euros previsto para a transportadora aérea açoriana SATA vai ficar concluído até ao final do ano.

“O capital da SATA vai ser aumentado em 62 milhões de euros. Nós já processamos esta verba. Parte já entrou nas contas da SATA, outra vai entrar até ao final do ano. Tem a sua programação estabelecida pelas [secretaria das] Finanças”, afirmou Berta Cabral, em audição na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa dos Açores sobre o Plano e Orçamento da Região para 2023, que será discutido e votado em plenário a partir de 21 de novembro.

As declarações da governante foram motivadas pelas questões de António Lima, do BE, e de Carlos Silva, do PS, que notaram que a verba prevista para a injeção de capital na SATA não consta da proposta de Orçamento para 2023, ao contrário do que aconteceu este ano.

“Esta verba, que estava prevista nos Transportes, já não está em 2023. Já processamos o aumento do capital e está, neste momento, no lado das Finanças”, reforçou Berta Cabral.

A secretária regional reiterou ainda a privatização do ‘handling’ da SATA, apesar de tal não estar programado para 2023, ao contrário do que acontece com a alienação da Azores Airlines (companhia do grupo SATA responsável pelas deslocações de e para o exterior do arquipélago), prevista no Orçamento.

A 21 de julho, o Conselho de Governo dos Açores autorizou a injeção de capital de 144,5 milhões de euros na SATA Air Açores e a “posterior conversão em capital social da empresa”, no âmbito do processo de reestruturação aprovado em junho pela Comissão Europeia.

Desses 144,5 milhões, 82,5 milhões são um aumento de capital por conversão de um empréstimo e 62 milhões “por entrada em dinheiro, a subscrever e a realizar integralmente pela Região Autónoma dos Açores”, segundo a publicação em Jornal Oficial.

A proposta de Decreto Legislativo Regional do Orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2023 autoriza a “alienação da maioria da participação social indireta” da região na SATA Internacional – Azores Airlines, a companhia aérea do grupo SATA responsável pelas ligações com o exterior do arquipélago.

O “desinvestimento de uma participação de controlo (51%) na Azores Airlines” está previsto no plano de restruturação da companhia aérea açoriana aprovado em junho pela Comissão Europeia.

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Transportes

Qatar Airways ganha prémios da Business Traveller

A poucos dias de receber o Mundial de Futebol, a companhia aérea do Qatar ganhou quatro prémios atribuídos pela Business Traveller. Além da Qatar Airways, também o ‘hub’ do Aeroporto Internacional de Hamad (HIA) foi distinguido como Melhor Aeroporto do Médio Oriente.

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A companhia aérea nacional do Qatar venceu as distinções de Melhor Companhia Aérea de Longa Distância, Melhor Classe Executiva, Melhor Companhia Aérea do Médio Oriente e Melhor Comida e Bebida a Bordo, prémios atribuídos nos Business Traveller Awards 2022.

O hub da Qatar Airways, Aeroporto Internacional de Hamad (HIA), foi também premiado com o título de Melhor Aeroporto do Médio Oriente, indo ao encontro do compromisso assumido pela companhia aérea de fornecer aos passageiros serviços sem transtornos. Além das conquistas da companhia aérea, a Qatar Airways celebra ainda a sua adesão à oneworld, considerada a Melhor Aliança de Companhias Aéreas.

O CEO do Grupo Qatar Airways, Akbar Al Baker, destaca estes prémios, recebidos a menos de 20 dias de acolher o maior evento de futebol do Médio Oriente”, referindo que “receber quatro novos prémios da Business Traveller ilustra ainda mais a nossa disponibilidade para prestar serviços sem transtornos e excecionais”.

Além disso, diz em comunicado, que “a conquista destes prémios demonstra o nosso compromisso para com os nossos passageiros, enquanto esperamos recebê-los para experimentarem os nossos excelentes serviços durante um dos mais entusiasmantes eventos a nível global”.

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Transportes

Tripulantes da TAP aprovam greve para 8 e 9 de dezembro

Os “sistemáticos atropelos” ao Acordo de Empresa em vigor e ao Acordo Temporário de Emergência, levaram o Sindicato Nacional Pessoal de Voo da Aviação Civil a anunciar uma greve para os dias 8 e 9 de dezembro.

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Os tripulantes da TAP vão avançar com uma greve nos dias 8 e 9 de dezembro, decisão tomada esta quinta-feira, 3 de novembro, em assembleia geral do Sindicato Nacional Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), e que coincidirá com um feriado e sexta-feira seguinte.

Em comunicado, a direção do SNPVAC já tinha informado que pedira uma assembleia geral para “debater o atual momento da empresa e apresentar as conclusões retiradas pela direção sobre a proposta de AE [Acordo de Empresa] enviada pela TAP, além de deliberar eventuais medidas a tomar – não descartando o recurso à greve”.

O sindicato dos tripulantes justifica o pedido de convocatória com os “sistemáticos atropelos” ao Acordo de Empresa em vigor e ao Acordo Temporário de Emergência.

A isso, diz o SNPVAC, somam-se a “falta de respeito que a TAP tem vindo a ter perante os tripulantes” e as “mais do que questionáveis decisões de gestão que acabam por ter um impacto direto e indireto” na vida destes trabalhadores.

A situação “culminou mais recentemente com a denúncia do Acordo de Empresa em vigor, acompanhado de uma proposta de AE inenarrável”, acrescenta.

Recorde-se que durante a apresentação dos resultados trimestrais da TAP, a CEO da companhia, Christine Ourmières-Widener, admitiu que uma greve seria “um desastre, porque afeta todo o trabalho que tem sido feito por todos, depois de um terceiro trimestre que veio provar que estamos certos e que este é o caminho certo para reconstruir o orgulho nesta companhia”.

“Uma greve nunca é boa para qualquer organização e penso que o diálogo que precisamos de ter não deve incluir este tipo de ações, mas não é algo que me caiba a mim decidir. Penso que nos devemos sentar e ver o que é possível fazer”, acrescentou na altura Christine Ourmières-Widener, defendendo que, apesar da greve ser um direito, este “não é o melhor momento” para avançar para uma paralização.

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Distribuição

Tour10 vai pela primeira vez ao WTM

No meio de um plano de internacionalização, a participação da Tour10 no WTM de Londres servirá para “reforçar o posicionamento da marca”.

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A Tour10, plataforma de distribuição turística independente B2B espanhola, irá participar, pela primeira vez no World Travel Market (WTM) de Londres, salientando tratar-se de um “marco no seu plano de expansão internacional”.

Fran Serón, CEO da Tour10, que liderará a delegação comercial, refere, em comunicado, que o objetivo é “ampliar a contratação”, bem como “estreitar laços com os partners internacionais com os quais a empresa vem trabalhando”.

“Estamos no meio de um plano de internacionalização que reforçará o posicionamento da marca Tour10”, refere o CEO, adiantando ainda que a presença no WTM “é um passo significativo nesse sentido”.

Atualmente, a Tour10 trabalha um portefólio de mais de 200.000 hotéis em mais de 150 países, superando as 11.000 agências de viagens em Espanha e Portugal.

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Preferência dos portugueses vai para destinos europeus e viagens de curta duração

Em 2022, os portugueses preferiram viagens curtas, de até quatro dias, com as tendências a destacarem as viagens a solo, a conciliação de lazer e trabalho nas viagens e o aumento dos nómadas digitais, com as reservas a acontecerem com pouca antecedência.

Victor Jorge

De acordo com o estudo anual realizado pela eDreams ODIGEO – “A Year in Travel 2022” -, os viajantes nacionais continuam a preferir viagens curtas, de até quatro dias, e reservam-nas com pouca antecedência.

O estudo que oferece uma visão geral das preferências e comportamentos dos viajantes em 2022 e prevê já algumas tendências para o próximo ano, revela que, em 2022, Paris voltou a ser o destino de eleição dos viajantes portugueses, sendo a cidade para onde mais viajaram, sendo, de resto, uma preferência comum a nível internacional.

A seguir à capital francesa aparecem destinos como Londres, também a segunda cidade mais visitada nos resultados globais, e depois Madrid. Outros destinos populares foram Barcelona, Funchal, Bruxelas, Ponta Delgada, Luxemburgo, Genebra e Amsterdão, revelando uma clara inclinação para viagens na Europa.

Quantos aos destinos que mais cresceram em 2022 face a 2021 (em termos de reservas efetuadas) aparecem Marraquexe (+327%) e Bilbau (+213%). Globalmente, os destinos que registaram um maior crescimento das reservas em comparação com 2021 foram Denpasar (+1.478%), na Indonésia; Singapura (+1.446%) e Bangkok (+1.188), na Tailândia – o que se deve à reabertura das viagens para a Ásia, após um longo período em que tal não era possível devido às restrições impostas pela pandemia.

Viagens curtas e reservas de última hora
No caso concreto dos hábitos de viagem dos portugueses em 2022, o estudo da eDreams ODIGEO conclui que, tal como já se tinha verificado no ano passado, os portugueses parecem continuar a dar preferência a viagens curtas, de até 4 dias (53%). No entanto, as estadias de duração média, entre 7 a 13 dias, ganharam terreno (20%), verificando-se que apenas uma minoria escolheu realizar viagens entre 5-6 dias (16%), 14-20 dias (5%) ou mais de 21 dias (6%).

No que toca às reservas, quase metade (47%) dos inquiridos portugueses continua a marcar viagens de última hora, até 15 dias antes da data de partida, salientando o estudo tratar-se de “uma tendência que se acentuou na pandemia e que se tem mantido até aos dias de hoje, apesar da diminuição das restrições, e se reflete também a nível internacional (45%)”.

Além disso, o estudo que olhou para os hábitos de viagem dos portugueses em 2022, nomeadamente a duração das suas estadias, a antecedência com que efetuaram reservas e a distância das viagens realizadas, destaca ainda a preferencia dos portugueses por viagens na Europa (78%), viagens dentro do próprio país (14%) ou para fora do continente europeu (8%).

“Em 2022 observou-se um aumento significativo das viagens continentais, a par de uma redução das viagens nacionais – o que demonstra que os portugueses sentem cada vez mais confiança para voltar a viajar e sair do país, agora que o pior da pandemia parece ter passado”, refere o estudo.

A realidade em 2022
No que toca às tendencia verificadas em 2022, o “A Year in Travel 2022” assinala que se tornou “claro que os portugueses estão a optar cada vez mais por viagens a solo – sobretudo porque querem ter controlo total sobre os planos de viagem e viajar de forma mais tranquila, livre e independente”, frisando que este tipo de viagens também lhes permite tornar-se “mais resilientes e autossuficientes e aproveitar a sua própria companhia”.

“Misturar trabalho com prazer” está a tornar-se também cada vez mais comum, à medida que as gerações mais jovens procuram conciliar as suas carreiras com a vontade de conhecer o mundo. Assim, “tiram partido da flexibilidade laboral que a pandemia permitiu descobrir e aproveitam para realizar viagens que combinam dias de trabalho com dias de lazer”.

Finalmente, o crescimento dos chamados “nómadas digitais” é outra tendência com “grande impacto no setor do turismo”, motivado pela mudança dos padrões de trabalho e o aumento de oportunidades de trabalho remoto. Segundo o estudo da eDreams ODIGEO, “a criação de vistos e programas fiscais flexíveis pensados para nómadas digitais por parte dos governos de alguns países” – como é o caso de Portugal – contribuíram para este cenário.

Um primeiro olhar para o futuro
Além de analisar as principais tendencias de 2022, o estudo da eDreams ODIGEO procurou olhar também para o futuro das viagens e traçar o caminho para 2023.

Assim, o estudo conclui que “as reservas dentro do continente europeu parecem manter-se na mira dos viajantes portugueses, sendo Paris, Funchal, Ponta Delgada e Barcelona os destinos mais reservados para 2023”.

Contudo, os destinos que os portugueses mais pesquisam para viajar no próximo ano são Paris, São Paulo, Rio de Janeiro, Londres e Nova Iorque, indicando “alguma vontade de retomar as viagens de longa distancia”.

Assim, o estudo conclui que 2022 ficou marcado por “um regresso gradual à normalidade”, que também se notou no setor das viagens, que permanece em “franca recuperação”.

Dana Dunne, CEO da eDreams ODIGEO, salienta que “os consumidores estão a aproveitar para viajar sempre que podem”, admitindo que os dados das reservas mostram que as viagens curtas ainda são as mais proeminentes, demonstrando que os consumidores tentam encaixar férias em todas as ocasiões possíveis”.

Com quase um terço das viagens a durar apenas 3-4 dias, a CEO frisa que “esta tendência pode também ser representativa dos regimes de trabalho mais flexíveis, que permitem aos viajantes levar o seu computador e trabalhar no estrangeiro, enquanto aproveitam um fim de semana prolongado num destino entusiasmante”.

Finalmente, Dana Dunne destaca que os viajantes têm sido “espontâneos a fazer reservas”, com quase metade destas (45%) a acontecer apenas 15 dias antes da partida, ou mesmo menos”, concluindo que se constata “o desejo dos consumidores de aproveitar cada dia, depois de terem adiado os seus planos de viagem por tanto tempo”.

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Turismo

Este não é o momento para se discutir a semana de quatro dias, admitem CCP e CTP

As duas Confederações (CTP e CCP) admitem ser “prematuro” discutir este tema, até porque existem outras prioridades a ter em conta no atual e futuro cenário económico.

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A Confederação do Comércio e Serviços (CCP) e a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) consideraram que este não é o momento para se discutir a semana de quatro dias de trabalho, defendendo que há outras prioridades.

As posições dos presidentes das duas confederações patronais foram proferidas à entrada da reunião da Concertação Social, onde o Governo apresentou aos parceiros o projeto-piloto da semana de quatro dias de trabalho.

O presidente da CTP, Francisco Calheiros, disse ser “prematuro” discutir o tema, semanas depois da assinatura do acordo de rendimentos e competitividade e numa altura em que o parlamento acabou de aprovar na generalidade a proposta de Orçamento do Estado para 2023, faltando ainda a discussão na especialidade.

“Acabámos de assinar um acordo de competitividade e de salários no sentido de se poder aumentar os salários e, neste momento, quando vamos analisar um estudo que passa de cinco para quatro dias a semana de trabalho, é uma diminuição de 20% da produtividade. Não estou a ver como conjugar estas duas situações”, considerou Francisco Calheiros.

Já para o presidente da CCP, João Vieira Lopes, “não era um tema prioritário para apresentar na Concertação Social, depois do acordo [sobre rendimentos e competitividade] em que há muitos aspetos a concretizar”.

Sobre o projeto da semana de quatro dias, Vieira Lopes disse não ver “qualquer inconveniente em que se façam experiências”, mas salientou que “não se justificava” uma reunião da Concertação Social “só para isso” havendo questões “tão prioritárias como o problema da energia” ou a concretização do acordo de rendimentos assinado há poucas semanas.

O presidente da CCP considerou que pode haver empresas “com perfil” para a implementação da semana de quatro dias, como é o caso das empresas “na área das tecnologias, da cultura, da criatividade, da publicidade”, mas antevê dificuldades em empresas com atendimento ao público.

“Tudo o que tenha a ver com horários de abertura ao público, isso implicaria contratar mais gente o que, além de ser um aumento de custos, não há pessoas [para contratar]”, afirmou.

O Governo apresentou na Concertação Social o projeto-piloto da semana de quatro dias de trabalho, cuja experiência deverá arrancar em junho de 2023 em empresas do setor privado, podendo mais tarde ser estendido à administração pública.

Segundo o documento do Governo, a experiência-piloto em 2023 será aberta a todas as empresas do setor privado e terá a duração de seis meses, sendo voluntária e reversível e sem contrapartidas financeiras, providenciando o Estado o suporte técnico e administrativo para apoiar a transição.

Segundo o executivo, a experiência “não pode envolver corte salarial e tem de implicar uma redução de horas semanais”.

Uma vez que o Estado não oferece nenhuma contrapartida financeira, não será estipulado um número de horas semanais exatas, que “podem ser 32 horas, 34 horas, 36 horas, definidas por acordo entre a gestão e os trabalhadores”, mas a experiência tem de “envolver a grande maioria dos trabalhadores” da companhia, “exceto para grandes empresas, onde pode ser testado em apenas alguns estabelecimentos ou departamentos”.

A experiência-piloto da semana de quatro dias será coordenada por Pedro Gomes, autor do livro “Sexta-feira é o Novo Sábado”.

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Solférias reforça aposta no destino Egito para o Verão 2023

Com voo direto já programado a partir do Porto com destino a Hurghada, a Solférias reforça o compromisso de antecipar o lançamento da sua programação para o Verão de 2023.

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Reforçando o seu compromisso de antecipar o lançamento da sua programação para os diversos destinos e principais épocas de viagem para viajantes nacionais, a Solférias continua a disponibilizar a sua programação para o Verão de 2023, desta vez com o lançamento da sua programação especial para Hurghada, no Egito.

Segundo a Solférias, “este destino tem vindo a ganhar nos últimos anos, uma nova relevância nas preferências dos portugueses no momento de elegerem o seu destino para as suas férias de Verão”.

Assim, para o Verão 2023, está já programado um voo direto Porto / Hurghada, com partidas às segundas-feiras, de 5 de junho a 11 de setembro, com preços a partir de 1.065 euros por pessoa, para 7 noites em regime de tudo incluído.

Para além deste primeiro voo especial, a Solférias mantem uma oferta alargada de programas para o Egito, incluindo estadias em Sharm El Sheikh, combinados Cairo com praia ou cruzeiros no Nilo de 3 e 4 noites.

Em comunicado, a Solférias diz “manter a convicção que esta antecipação da oferta vai aumentar ainda mais a capacidade dos agentes de viagem, em responder à crescente procura dos viajantes nacionais em reservar as suas férias atempadamente, reforçando o seu compromisso de continuar a apresentar as melhores ofertas para os melhores destinos, com a maior segurança e com os preços mais competitivos”.

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Transportes

TAP regressa aos lucros no 3.º trimestre do ano

A TAP obteve, no terceiro trimestre de 2022, lucros superiores a 111 milhões de euros face aos prejuízos de 134 milhões de igual período de 2021. O resultado operacional também registou uma melhoria e passou de 46 milhões negativos para 141 milhões positivos.

Victor Jorge

A TAP obteve um resultado líquido positivo de 111,3 milhões de euros no terceiro trimestre de 2022, correspondendo a uma subida de 182,8% face aos 134,5 milhões de euros negativos registados em igual período de 2021, referindo a companhia que estes números foram “impulsionados por fortes resultados operacionais e efeitos positivos da implementação da política de cobertura cambial”.

Em termos de receitas operacionais, a TAP revela, em comunicado, que atingiu 1.118 milhões de euros, mais 152,2% que no terceiro trimestre do ano transato, período em que registou 443,7 milhões de euros, excedendo, assim, os níveis pré-crise em 7,5%.

Em termos de EBIT (resultados operacionais), a companhia aérea nacional obteve 141 milhões de euros, correspondendo a uma subida de 187%, enquanto o EBITDA passou de 65,5 milhões de euros para 268,5% milhões de euros, ou seja, uma subida de quase 203%.

Em comunicado, Christine Ourmières-Widener, Chief Executive Officer da TAP, refere que a companhia está “a confirmar a solidez do seu desempenho no terceiro trimestre, com todas as métricas financeiras acima dos níveis pré-crise, apesar do aumento dos custos de combustível”.

Para o quarto e último trimestre do ano, a CEO da TAP salienta que “a procura mantém-se bastante forte, suportando as expectativas de um bom resultado acumulado até final do ano”.

Já para 2023, Christine Ourmières-Widener admite que “a visibilidade é, no entanto, ainda limitada e, atendendo às incertezas da atual conjuntura, é cada vez mais crucial que mantenhamos o foco no nosso plano estratégico, o qual tem, até agora, provado ser eficaz”.

Assim, refere que os próximos passos decisivos a tomar são: “levar a cabo discussões produtivas com os nossos parceiros laborais para a criação de Acordos Coletivos de Trabalho mais modernos, melhorar as nossas operações e a qualidade do nosso serviço com o envolvimento de todos os stakeholders, a constante negociação de todos os nossos contratos com terceiros e a cuidada preparação do próximo ano”.

Ainda relativamente ao terceiro trimestre de 2022, o número de passageiros transportados duplicou, em comparação com o mesmo período de 2021, atingindo 85% dos níveis do terceiro trimestre de 2019. Adicionalmente, durante este período, a TAP operou uma vez e meia o número de voos do terceiro trimestre de 2021, ou 81% das partidas do terceiro trimestre de 2019.

Quanto aos custos com combustível, a TAP refere que estes triplicaram, “aumentando em 269,9 milhões de euros numa base anual para 371,9 milhões de euros”, frisando a companhia que. “apesar de ter gerado um efeito positivo de 15,9 milhões de euros, a estratégia de cobertura apenas conseguiu reduzir de forma marginal o efeito dos preços de mercado do jet fuel mais elevados, que contribuíram com 153 milhões de euros para o aumento do custo com combustível”.

Durantes o terceiro trimestre, a TAP transportou 4,320 milhões de passageiros, mais 2.214 milhões que em igual período de 2021, correspondendo a uma subida de 105,1%

Já no que diz respeito ao acumulado do ano, até 30 de setembro de 2022, as receitas operacionais atingiram 2.440,1 milhões de euros, mais 195,1% do que nos primeiros nove meses de 2021. Juntamente com o maior nível de atividade (ASK aumentou em 135%), também os custos operacionais recorrentes registaram um aumento significativo de 79% para 2.286 milhões de euros, resultando num EBIT recorrente positivo de 154,1 milhões de euros, um aumento de 104,7 milhões de euros, ou 3,1 vezes o montante no mesmo período de 2019, que até agora foi, para a TAP, o melhor ano em termos de desempenho financeiro.

Nos nove meses de 2022, os números avançados pela TAP revelam que a companhia transportou 10,144 milhões de passageiros. Isto significa um crescimento de 195,9% face aos 3,428 milhões de passageiros transportados nos primeiros nove meses de 2021.

De referir que a frota atual da TAP é constituída por 22 A330 (19 neo e 3 ceo), 23 A321 neo, 26 A320 ceo, 5 A319 ceo e mais 20 aeronaves regionais (5 ATR e 15 Embraer).

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Ryanair torna viagens mais fáceis para cliente com deficiências

Através desta parceria, pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair passam a estar preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas

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A Ryanair juntou-se à rede de Hidden Disabilities Sunflower, reconhecendo a Sunflower Lanyards – um símbolo globalmente reconhecido de deficiência não visível. Esta nova iniciativa faz parte do contínuo foco na experiência do cliente da companhia aérea, permitindo aos pilotos, tripulação de cabina e equipas de apoio da Ryanair apoiar ainda mais os clientes, tornando as viagens mais fáceis e mais acessíveis para todos.

Com mais de 1,5 milhões de clientes da Ryanair que requerem assistência especial todos os anos, a companhia aérea, com o apoio da Hidden Disabilities Sunflower, desenvolveu e entregou um programa de formação anual, de forma a ajudar as suas equipas a obter uma compreensão mais profunda das deficiências não visíveis.

Assim, a tripulação da Ryanair, baseada em 90 bases, “está pronta a apoiar os utilizadores desta organização com uma oferta de ajuda, compreensão ou simplesmente mais tempo”, refere a companhia aérea, em comunicado.

Tracy Kennedy, diretora de Customer Service da Ryanair, refere que a companhia transporta “mais de 165 milhões de passageiros por ano, com mais de 1,5 milhões a necessitarem de assistência especial”, salientando que através do reconhecimento da Sunflower Lanyards, é possível “às 17.000 pessoas nas nossas 90 bases de tripulação um melhor apoio aos nossos clientes com deficiências não visíveis”.

A responsável frisa ainda que, “após o lançamento da formação abrangente ‘Hidden Disabilities’ este Verão, estamos extremamente orgulhosos de que os nossos pilotos, tripulação e equipas de apoio estejam agora totalmente preparados para fornecer apoio adicional, assistência, ou tempo necessário aos nossos clientes com deficiências ocultas”.

Já Tristan Casson-Rennie, Diretor Regional, Irlanda & Irlanda do Norte da Hidden Disabilities Sunflower, congratula-se com o facto da Ryanair ter aderido à rede global de ‘Hidden Disabilities Sunflower’. “Passageiros com deficiências não visíveis podem voar para 36 países sabendo que serão apoiados pela tripulação da Ryanair em 228 aeroportos”, diz Casson-Rennie, concluindo ainda que “as viagens estão a tornar-se mais acessíveis para pessoas com deficiência, alargando as oportunidades de exploração, trabalho e diversão”.

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“The Majestic Adventures of Ofélia de Souza” vence Festival de Cinema de Turismo ART&TUR

Entre os 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, o filme da região de Turismo do Porto e Norte de Portugal venceu o prémio mais importante.

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O filme “The Majestic Adventures of Ofélia de Souza”, apresentado pela região de Turismo Porto e Norte de Portugal foi o grande vencedor do festival ART&TUR, que se realizou entre 25 e 28 de outubro, em Ourém.

Esta produção promocional ganhou o Grande Prémio, referente ao melhor filme, nas duas competições que integram o evento, a competição nacional e a internacional.

O Festival ART&TUR é um evento de grande importância no panorama internacional dos festivais de cinema de turismo, atraindo todos os anos os melhores filmes promocionais e documentários sobre turismo, nacionais e internacionais que se produzem no mundo. As últimas cinco edições do festival realizaram-se no Centro de Portugal, nomeadamente em Leiria, Torres Vedras, Viseu, Aveiro e, agora, Ourém. O ART&TUR integra a rede mundial do CIFFT – Comité Internacional dos Festivais de Filmes de Turismo, que elege anualmente o melhor filme de turismo a nível mundial, entre todos os filmes que percorrem o circuito internacional de 14 festivais. Alexander Kammel e Hugo Marcos, respetivamente diretor e secretário-geral do CIFFT, estiveram presentes na gala.

Durante os quatro dias do Festival, foram exibidos os filmes que integraram a shortlist da competição, selecionados entre os 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, que se inscreveram e que foram avaliados pelo júri internacional. No total, foram exibidos 87 filmes.

Destaque, também, para os dois filmes da Turismo Centro de Portugal premiados, em diferentes categorias. Foi o caso do filme “Aqui Entre Nós”, produzido pela “Ideias Com Pernas”, que conquistou o 2.º lugar na categoria “Destinos Turísticos: Regiões” (tanto na competição nacional como na internacional); e o filme “A romance-trip through the Gastronomy and Wines of Centro de Portugal, by Chef Diogo Rocha”, produzido pela “INC FILMS”, segundo classificado na categoria “Gastronomia”.

Francisco Dias, diretor do Festival, salienta que “o 15.º Festival ART&TUR, em Ourém, conseguiu atrair visitantes de países tão remotos como Japão, Filipinas, Taiwan, Indonésia, Nova Zelândia, Maurícia, Irão, Paquistão e África do Sul. A abrangência internacional do ART&TUR é um reconhecimento inequívoco da sua importância a nível global. A comprová-lo estão também as cerca de 200 notícias que já foram publicadas sobre o Festival, a maioria delas em países tão diversos como Croácia, Japão, Chile ou Taiwan”.

Já Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, sublinha que “o ART&TUR é um instrumento poderoso, não só na estruturação da promoção dos destinos, mas também um ativo muito forte no cross selling com outros produtos e outros destinos. Acredito que deste Festival sai um contributo muito válido para o caminho de afirmação e consolidação nacional e internacional dos filmes de turismo”.

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