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Palmela isenta esplanadas de taxas até final do ano

Esta é uma medida de apoio ao tecido económico local, face à pandemia COVID-19.

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Palmela isenta esplanadas de taxas até final do ano

Esta é uma medida de apoio ao tecido económico local, face à pandemia COVID-19.

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A Câmara de Palmela aprovou o prolongamento até 31 de dezembro de 2021 da isenção do pagamento de taxas de ocupação do espaço público para instalação e/ou ampliação de esplanadas, como medida de apoio ao tecido económico local, face à pandemia COVID-19.

A isenção do pagamento das taxas administrativa e variável, previstas no Regulamento e Tabela de Taxas Municipais, é assim estendida até ao final deste ano, nos casos da instalação de novas esplanadas abertas, renovação de esplanadas fechadas e ocupação de novas zonas de esplanada, permitindo a restaurantes, bares e cafés estenderem a área das suas esplanadas ou instalá-las noutro local que não o habitual.

Esta medida tinha sido aprovada na reunião de Câmara de 3 de junho de 2020 e prolongada na reunião de Câmara de 2 de dezembro de 2020.

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DHM
Meeting Industry

Roadshow das Viagens do Publituris regressa de 12 a 14 de outubro

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terá como palco as cidades da Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia e Sintra/Lisboa.

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Com a esperada e desejada retoma do setor do turismo, também o Roadshow das Viagens do Publituris está de regresso entre 12 e 14 de outubro.

Mantendo a aposta da realização em três cidades, a 6.ª edição do Roadshow das Viagens terá início no Eurostars Oasis Plaza (Figueira da Foz) no dia 12 de outubro, seguindo depois para Vila Nova de Gaia, para o Holiday Inn Porto Gaia no dia 13 de outubro, terminando no Vila Galé, em Sintra, a 14 de outubro.

Dirigido aos agentes de viagens de todo o país, o evento é uma oportunidade para Operadores Turísticos, Companhias Aéreas, GSA, Cruzeiros, Hotéis e Delegações Oficiais de Turismo mostrarem a sua oferta num evento que potencia o conhecimento, o negócio e o networking.

Além do habitual workshop, a 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terá, também, um programa social, com jantares exclusivos e animação que promovem o networking entre os participantes.

Os workshops decorrem entre as 18h30 e 21h15, seguindo-se os jantares com os agentes de viagem inscritos.

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris conta com o patrocínio do Turismo do Centro de Portugal, a Iberobus como parceiro e tem o apoio da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Para participar ou saber informações, envie um email para Lídia Luís: lluis@publituris.pt

Os agentes de viagens interessados em juntar-se a nós e às empresas participantes, podem registar-se aqui.

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Alojamento

LJs Ratxó é o primeiro hotel europeu a integrar a rede Eco Hotels & Resorts

A Eco Hotels & Resorts pretende reunir uma oferta de hotéis e resorts que promovam o luxo ecológico.

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A Eco Hotels & Resorts, associação que atualmente conta com 16 hotéis em Aruba, St Barth, Fiji, Antigua Barbuda, Chile, Costa Rica, Nicarágua, México e Tanzânia, integrou o seu primeio hotel na Europa: o LJs Ratxó, em Maiorca.

A Eco Hotels & Resorts foi criada, em 2019, pela mexicana María Olazábal com o objetivo de disponibilizar uma plataforma que reunisse hotéis e resorts únicos que ofereçam um luxo ecológico, preservando e restaurando o meio ambiente, a cultura e as tradições da comunidade local onde estão integrados.

Situado na serra de Tramuntana, declarada Património Mundial da UNESCO, o LJs Ratxó persegue precisamente o propósito da Eco Hotels & Resorts, em que a geração de riqueza e emprego é absolutamente compatível com o cuidado pelo meio ambiente, respeitando e promovendo as tradições locais, e proporcionando experiências únicas que, para muitos, respondem ao novo significado que a grande maioria atribui ao conceito de luxo.

Eduardo Salazar, Director de Operações do Grupo LJs, “queremos que o LJs Ratxó permita aos clientes que possam descobrir como era Maiorca antes do boom do turismo fazer da ilha o destino internacional que é agora. Queremos recuperar o valor da terra, que naquela época pré-turística era o fio condutor da economia maiorquina, e mostrar como é possível conciliar o seu cuidado com a prática de uma das atividades que mais geram riquezas e emprego em todo o mundo. O segredo é aplicar de forma sustentável todas as ações que realizamos na nossa cadeia produtiva. É um projeto muito ambicioso, que esperamos concretizar a médio e longo prazo. Temos a certeza que ser membro da Eco Hotels & Resorts nos ajudará a identificar iniciativas muito interessantes e a tirar partido das sinergias que temos a certeza de partilhar com os restantes parceiros desta plataforma”.

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Análise

As propostas para o turismo de Lisboa

Constituindo a principal porta de entrada para os turistas de visita ao nosso país, Lisboa é peça-chave em muitas vertentes do turismo. O Publituris foi ouvir as propostas de quem pretende ocupar o lugar cimeiro da câmara da capital do país.

Victor Jorge

À quarta ronda pelas principais cidades turísticas de Portugal, terminamos na capital do país, Lisboa. No próximo fim de semana, os/as portugueses/as elegem os/as presidentes para as 308 câmaras que compõem o mapa autárquico em Portugal.

Depois de ouvir o que os/as candidatos/as de Albufeira, Funchal e Porto têm a propor para as respetivas cidades, chegou a vez de Lisboa.

Leia as propostas dos/as candidatos/as à Câmara Municipal de Lisboa às eleições do próximo dia 26 de setembro :

Nota: O Publituris contactou, igualmente e por diversas vezes, os/as candidatos/as à Câmara Municipal de Lisboa,  Fernando Medina (PS+Livre), Beatriz Gomes Dias (BE), e Nuno Graciano (Chega). Contudo, até ao fecho do artigo não obteve quaisquer respostas por parte das referidas candidaturas.
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Transportes

Cathay Pacific aumenta voos em outubro

Com o anúncio da retoma de diversas rotas, a Cathay Pacific estende, igualmente, o seguro COVID-19, além da alteração de voos passar a ser mais fácil.

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A Cathay Pacific acaba de anunciar um aumento dos voos para o mês de outubro, juntando-lhe, agora Hanói e Milão.

Assim, a partir do mês de outubro, a companhia aérea ligará Hong-Kong a Amsterdão, Frankfurt, Paris e Milão com um voo semanal,Manchester (2 a 7 voos semanais) e London Heathrow com 14 voos semanais.

Além disso, também as rotas no continente asiático foram anunciadas e reforçadas, aparecendo destinos como Banguecoque, Hanói, Jacarta, Kuala Lumpur, Manila, Singapura, Tóquio, Pequim, Taipei, entre outro.

A Cathay Pacific anuncia, igualmente, a extensão do seguro COVID-19 gratuito oferecido a todos os passageiros que viajam com a companhia até 31 de dezembro de 2021, seguro esse que cobre “despesas médicas relacionadas a um diagnóstico COVID-19, incluindo testes específicos de PCR COVID-19, hospitalização, custos de quarentena, evacuação e repatriação”.

Também a alteração voos passa a ser mais fácil, oferecendo a companhia “mudanças ilimitadas até 31 de dezembro de 2021 para todos os novos bilhetes emitidos entre 9 de março de 2020 e 31 de dezembro de 2021”, sem a taxa de alteração usual. Depois disso, os viajantes podem fazer uma alteração gratuita adicional a qualquer momento, revela a companhia.

Os viajantes também têm a opção de trocar os bilhetes por Créditos Cathay e cancelar as reservas com reembolso total, sendo que, depois de alterar o bilhete para Cathay Credits, terão até 31 de dezembro de 2021 para resgatar uma nova reserva.

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Distribuição

APAVT alerta para necessidade de novos apoios ao Turismo para que “não se morra na praia”

Pedro Costa Ferreira considera que o Dia Mundial do Turismo é a “altura certa” para o Governo anunciar novos apoios às empresas turísticas.

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Manutenção do ‘lay-off’ até ao final do ano, pagamento da primeira tranche do programa Apoiar rendas e alargamento deste apoio ao segundo semestre de 2021,  bem como a resolução da problemática das moratórias são algumas das medidas urgentes identificadas pela Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) para que o turismo “não morra na praia”.

Em vésperas da celebração do Dia Mundial do Turismo, no próximo dia 27, a APAVT manifesta que esta é, na sua perspetiva, a “altura certa” para que o Governo apresente os apoios necessários ao Turismo até final do ano.

“As semanas continuam a passar, o verão, que evoluiu num ténue regresso, está a acabar, os apoios continuam a soar aos microfones e a faltar nas empresas”, acusa a associação em comunicado, alertando ainda para o agravamento das necessidades de tesouraria  nas empresas do setor.  “O regresso aos negócios faz-se com receitas a crescer lentamente e os custos a regressar a 100%, desequilibrando ainda mais as tesourarias das empresas, colocando trabalhadores em risco de desemprego e a oferta turística  nacional em risco de desagregação”, atenta ainda a APAVT.

Neste âmbito, a associação liderada por Pedro Costa Ferreira considera “imperioso” que o Governo tome as seguintes medidas: “Confirme a manutenção da possibilidade de layoff até ao final do ano, de acordo com os diferentes níveis de regresso à atividade, por parte das empresas; Pague a tranche do Apoiar.rendas , 1º semestre, que se mantém em dívida; Alargue o apoio do Apoiar.rendas ao segundo semestre de 2021; Defina uma nova tranche no programa APOIAR, de acordo com o óbvio prolongamento da crise e o adensar dos problemas de tesouraria das empresas; Resolva o problema das moratórias, tantas vezes anunciado, e nunca efetivado; e clarifique os processos de apoio à recapitalização e a capacidade das micro e pequenas empresas de acederem aos mesmos”.

“Vem aí mais um Dia Mundial do Turismo. Espero que seja aproveitado pelo Governo para colocar no mercado os apoios necessários, alguns deles tantas vezes anunciados. Não vejo outra razão para festejar, e não há mais nada para comentar. É altura de passar à ação”, afirma o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira.

Já no mês passado, o presidente da associação tinha acusado o  Governo de “falta de foco” no que à retoma turística diz respeito.

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Análise

“É crucial que gestão autárquica mantenha aposta na melhoria contínua do turismo”, diz estudo do IPDT

Ser um pelouro da vereação, ter maior orçamento municipal, apostar na comunicação e capacitação humana, posicionar-se como referência na sustentabilidade, são as prioridades apontadas para o papel do turismo na gestão autárquica.

Victor Jorge

O setor do turismo assumiu, nos últimos 10 anos, um crescimento que trouxe mais-valias significativas para Portugal, sendo prova disso o papel que desempenhou na retoma económica, pós crise financeira de 2008 e que, no contexto pré-pandemia, contribuiu para o PIB nacional com cerca de 15%, em 2019 (INE, Conta Satélite do Turismo), e onde cerca 21% dos portugueses estavam empregados (direta e indiretamente).

Sendo indiscutível a importância que o turismo assume na ótica do desenvolvimento territorial, o IPDT – Turismo e Consultoria analisou o impacto que o setor teve nas políticas autárquicas no mandato 2017/2021 e identificou algumas das apostas a considerar para o horizonte pós-eleitoral 2021/2025.

No estudo, o IPDT considera que “os municípios desempenham um papel fundamental no campo do turismo” e que é através “da sua visão e das suas políticas que os destinos – mesmo aqueles com menor população – podem alcançar um papel central e de destaque na oferta turística nacional”. Por este motivo, admite o António Jorge Costa, presidente do IPDT, “é crucial que a gestão autárquica possa manter a aposta na melhoria contínua do setor do turismo, priorizando investimentos-chave que potenciem os recursos existentes e qualifiquem a experiência dos visitantes, tornando-a única”.

Assim, as prioridades apontadas pelo IPDT no e-book “10 prioridades para o turismo no mandato 2021/2025”, o instituto começa por considerar que a uma das principais apostas dos municípios deverá estar na “comunicação e promoção”, sobretudo na digital, mas que deverá ser “combinado com as ações offline”. De acordo com os inquiridos é essencial que este processo de comunicação e promoção possa ser devidamente integrado com as políticas de atuação que se encontram a ser implementadas pelo Turismo de Portugal, pelas Entidades Regionais/Associações Regionais e pelas Comunidades Intermunicipais.

A segunda prioridade dos municípios deve ser o “planeamento estratégico” e a implementação das medidas previstas. O planeamento, diz o estudo, permite “indicar o rumo estratégico” que o destino deve assumir para potenciar, ao máximo, os seus recursos turísticos, pelo que a sua execução reveste-se como “um mecanismo essencial para todos os municípios”. Segundo os inquiridos, deve haver uma aposta maior na implementação das medidas previstas no planeamento, visto ser nesta fase que, normalmente, se verificam as maiores lacunas (várias ideias/projetos não saem do papel por incapacidade interna dos municípios para as colocar em prática).

“Capacitar os profissionais de turismo” é, igualmente, chave para elevar o padrão de qualidade da experiência turística nos destinos. A “formação dos recursos humanos” em áreas base (ex: línguas, atendimento) é “crucial para garantir esse objetivo”. Em simultâneo, é muito importante promover formações em áreas emergentes que possam melhorar o desempenho das empresas (ex: marketing digital, revenue management, big data, blockchain, etc.).

Os municípios devem, também, apostar na “estruturação de novos produtos turísticos” e/ou na “atualização do portfólio atual”, considerando-se “crucial” que a oferta turística dos destinos “acompanhe as principais tendências do mercado” e que possa potenciar os recursos existentes.

As iniciativas de valorização de produtos locais (ex: gastronomia, artesanato) devem ser outra das prioridades de intervenção dos municípios, considerando o estudo que “os turistas procuram, cada vez mais, atividades relacionadas com estes elementos”.

Atrair investimento, organizar eventos, qualificar as infraestruturas de visita, fomentar a inovação das empresas ou priorizar a participação dos municípios em projetos e redes internacionais que permitam aumentar a notoriedade dos destinos, em segmentos específicos e que possam trazer mais valias, são as restantes prioridades apontadas pelo estudo do IPDT.

Assim, para 2021-2025, o estudo conclui que “o turismo deve ser pelouro de uma vereação”, e que o orçamento municipal dos destinos deve dedicar uma “maior fatia de investimento” que permita implementar “novas soluções e tornar os territórios mais atrativos”. Comunicação, estratégia e capacitação de recursos humanos devem ser as principais áreas de aposta que os executivos devem considerar para o mandato dos próximos quatro anos, considerando, ainda que, “sobretudo, a comunicação deve ser vista como um elemento-chave para o sucesso dos destinos”.

Finalmente, os inquiridos revelaram um desejo de que os seus destinos tenham, em 2025, recuperado totalmente do impacto da COVID e se posicionem como “referências ao nível do turismo sustentável”, encontrando um equilíbrio entre o crescimento turístico e as necessidades das comunidades locais.

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Destinos

Lisboa lança novo vídeo promocional junto de mercados internacionais

“Lisbon: a new way to be free” é o repto do novo vídeo.

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Celebrar a liberdade após uma temporada onde as pessoas se viram obrigadas a colocar os seus sonhos em pausa é a principal mensagem do novo vídeo promocional lançado pela Associação do Turismo de Lisboa (ATL).

Depois de promover Lisboa como o lugar para estar junto das pessoas que mais gostamos, para quebrar a rotina, para nos sentirmos vivos e para sorrir, o novo vídeo assenta no repto “Lisbon: a new way to be free”, mostrando diversas atividades a explorar em Lisboa.
Desde a observação das espécies animais nos seus habitats naturais, a uma viagem pelo rio Tejo, passando pelas experiências gastronómicas da região, o objetivo é que “os turistas se sintam livres para serem e fazerem aquilo que mais desejam”.

Este é o quinto vídeo da série promovida pelo Turismo de Lisboa, desenvolvida pela Yellow Mammoth, que explora o conceito “LISBOA, a new way…”.
O objetivo é comunicar nos mercados estrangeiros o destino de Lisboa, através dos canais digitais do Visit Lisboa e das agências de comunicação em  Espanha, França, Itália, Reino Unido, Alemanha e Rússia.

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Transportes

CP estuda lançar nova edição do comboio histórico do Vouga no Natal

Recorde-se que a CP – Comboios de Portugal terminou a campanha de 2021 do Comboio Histórico do Vouga no passado dia 18 de setembro.

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A CP – Comboios de Portugal realizou  11 comboios regulares e seis comboios especiais durante a campanha de 2021 do Comboio Histórico do Vouga, nos quais viajaram cerca de 2 000 clientes. Estes indicadores  correspondem a uma taxa média de ocupação de 84%, o que leva a empresa a fazer um balanço positivo da operação.
Perante o “sucesso alcançado”, a CP anuncia que está a avaliar as condições de realização do Comboio Histórico, durante a época natalícia.

Recorde-se que a CP – Comboios de Portugal terminou a campanha de 2021 do Comboio Histórico do Vouga no passado dia 18 de setembro, uma edição que ficou marcada pela entrada ao serviço de duas novas carruagens, recentemente recuperadas pela CP, para o serviço turístico da via estreita.

Além das três carruagens que habitualmente faziam parte da composição, com 144 lugares disponíveis para venda, a composição circulou reforçada com mais duas carruagens históricas: uma carruagem “napolitana”, com 30 lugares, que se estreou na edição do Carnaval 2020 e uma carruagem de 1908, fabricada nas oficinas do Barreiro, com 32 lugares.  A composição formada pelas cinco carruagens foi rebocada pela locomotiva diesel, E9004.

Aos sábados, a CP realizou também circulações especiais, nos meses de abril e maio, com a locomotiva a vapor, E204.

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Sonhando lança oferta de Fim-de-Ano para a ilha do Príncipe

Com partida de Lisboa a 30 de dezembro, a oferta do operador realiza-se em voo STP Airways.

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O operador turístico Sonhando lançou um programa especial para celebrar o Fim-de-Ano na ilha do Príncipe.
Com partida de Lisboa a 30 de dezembro, a oferta do operador está disponível desde 1960 euros por pessoa, em voo STP Airways e estadas de nove noites.

A oferta hoteleira inclui estada na Sweet Guest House, em São Tomé, e estada na Roça Belo Monte, Roça Sundy ou Sundy Praia.

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Transportes

easyJet destaca a necessidade de “ação coordenada” para tornar zero emissões uma realidade

O responsável máximo da easyJet, Johan Lundgren, incentivou esforços conjuntos e coordenados entre a indústria e o governos para tornar os voos com emissões zero uma realidade.

Victor Jorge

Durante a participação na Cimeira da Airbus, evento que se realiza em Toulouse (França), o CEO da easyJet, Johan Lundgren, incentivou a indústria e os governos a trabalharem em conjunto, de modo a produzir a tecnologia de emissão zero necessária para transformar o setor da aviação no futuro, sobretudo na próxima década.

O responsável máximo da companhia aérea admitiu mesmo que “a visão de voos com emissões zero só estará próxima se houver uma ação coordenada” e que se deve concentrar os esforços em algumas áreas chave.

Para tal e em primeiro lugar, os governos precisam, segundo Lundgren, apoiar o desenvolvimento das infraestruturas e fornecimento de hidrogénio nos aeroportos, assim como os investimentos em energias renováveis para apoiar a criação de hidrogénio verde para a aviação. Até porque, diz Lundgren, “os aviões a hidrogénio e elétricos já estão a voar, com empresas empenhadas em escalar a tecnologia para voos comerciais, com o objetivo de os colocar ao serviço nos anos de 2030”.

Contudo, salienta o CEO da easyJet, “a indústria não o pode fazer sozinha. Precisamos que os governos a ajudem a atingir estes objetivos ambiciosos de redução de emissões, defendendo o apoio financeiro e as regulamentações para tecnologias verdes e ainda investimentos em aviões com emissões zero. Estamos prontos para trabalhar com os nossos parceiros e com a indústria em geral, proporcionando um futuro mais sustentável para a aviação”.

Por isso, foi deixada a mensagem de que as entidades governamentais não só devem “fornecer incentivos financeiros para apoiar o desenvolvimento e a expansão da tecnologia de emissões zero”, como também devem “canalizar os fundos obtidos através de impostos sobre a aviação para toda a investigação e desenvolvimento necessários”.

Além disso, as companhias aéreas que optarem por tornar-se pioneiras na adoção da nova tecnologia devem ser “incentivadas através de redução de taxas aeroportuárias e de controlo de espaço aéreo”. Estas devem ainda beneficiar de “isenções fiscais” se operarem aviões com emissões zero e ter prioridade nas slots dos aeroportos.

A easyJet identificou também como prioridade garantir a existência de uma “rede adequada para assegurar o progresso” e o apoio à adoção generalizada de aviões com emissões zero, sempre que tal seja viável, nomeadamente nas rotas mais curtas, indicando que, até lá, a easyJet utilizará o SAF (combustível de aviação sustentável).

De referir que a easyJet tem trabalhado em parceria com a Airbus desde 2019 para apoiar o desenvolvimento de um avião comercial movida a hidrogénio até 2035. Neste sentido, uma das partes fundamentais do contributo da easyJet tem sido trabalhar com este fabricante para fornecer a perspetiva de uma companhia aérea comercial no desenvolvimento de novas tecnologias de propulsão com emissões zero para aviões de passageiros.

Por último, a easyJet está empenhada em atingir o objetivo da União Europeia de emissões de carbono zero até 2050.

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