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Reportagem| Cruzeiros voltam a ser seguros? A Costa prova que sim

O Publituris aceitou o desafio da Costa Cruzeiros para viajar a bordo do Costa Smeralda e conhecer ‘in loco’ o Protocolo de Saúde e Segurança da companhia contra a COVID-19. Saiba o que mudou e que experiência pode esperar de um cruzeiro em tempos de pandemia.

Inês de Matos
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Reportagem| Cruzeiros voltam a ser seguros? A Costa prova que sim

O Publituris aceitou o desafio da Costa Cruzeiros para viajar a bordo do Costa Smeralda e conhecer ‘in loco’ o Protocolo de Saúde e Segurança da companhia contra a COVID-19. Saiba o que mudou e que experiência pode esperar de um cruzeiro em tempos de pandemia.

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O Publituris aceitou o desafio da Costa Cruzeiros para viajar a bordo do Costa Smeralda e conhecer ‘in loco’ o Protocolo de Saúde e Segurança da companhia contra a COVID-19. Saiba o que mudou e que experiência pode esperar de um cruzeiro em tempos de pandemia.


Quando foi inaugurado, no final de 2019, o Costa Smeralda tornou-se rapidamente na jóia da coroa da Costa Cruzeiros. À imponência física dos seus 337 metros de comprimento e 65 de altura - que lhe garantem o título de maior navio da frota da companhia, com capacidade para 6.500 passageiros e 1.500 tripulantes - este gigante dos mares alia características de sustentabilidade e de design que o tornam único. Movido a Gás Natural Liquefeito (GNL), é também o navio mais sustentável da Costa Cruzeiros e presta uma declarada homenagem a Itália, país de origem da companhia e que está presente nos mais ínfimos detalhes a bordo. Pelas características diferenciadoras, o Costa Smeralda prometia ser um sucesso e fazer do itinerário pelo Mediterrâneo Ocidental - com partida de Savona e escalas em Marselha, Barcelona, Palma de Maiorca, Civitavecchia e La Spezia, que teve início a 30 de novembro de 2019 - um dos trunfos da Costa Cruzeiros para o inverno 2019/2020. Só que, quatro meses depois, surgiu a pandemia da COVID-19 e o mundo parou.
Depois de mais de um ano de inatividade, a Costa Cruzeiros estabeleceu um rigoroso protocolo de saúde e segurança que permitiu retomar a atividade a 1 de maio, com um itinerário de uma semana por Itália, também disponível em minicruzeiros de três e quatro noites. E, mais uma vez, seriam as características diferenciadoras do Costa Smeralda, principalmente a sua dimensão, a ditarem que este fosse o navio eleito pela companhia para retomar a atividade. “Este é um navio que tem espaços mais amplos e mais áreas ao ar livre, por isso, é mais fácil manter a distância. Isso é uma vantagem”, nota Simona Di Pietro, Cruise Director do Costa Smeralda e uma das responsáveis com quem o Publituris teve oportunidade de conversar durante um recente cruzeiro no Costa Smeralda, entre 16 e 20 de maio, a convite da Costa Cruzeiros, que promoveu uma presstrip para que um grupo de jornalistas portugueses e espanhóis pudessem conhecer, na prática, o protocolo de saúde e segurança que permitiu retomar a operação e que vai ser aplicado também nos outros três navios que a companhia vai colocar ao serviço este verão.

Protocolo

Entrámos no Costa Smeralda no domingo, 16 de maio, em Civitavecchia, perto de Roma. E, logo no porto, percebemos que a COVID-19 tinha mudado a forma como se embarca para um cruzeiro, até porque o uso obrigatório de máscara durante o check-in não deixa esquecer a COVID-19, nem os problemas que a indústria conheceu no início da pandemia.
Mas a maior mudança é mesmo a realização de testes, naquele que é um dos pilares do protocolo da Costa Cruzeiros, que assenta também no uso obrigatório de máscara, distanciamento entre passageiros, restrições na ocupação ou na desinfeção de espaços.Antes do embarque, somos encaminhados para uma espécie de laboratório no edifício portuário, onde nos espera a famosa zaragatoa. Pouco depois, com o resultado negativo comprovado, completamos o check-in e subimos a bordo. Todo o processo é, obviamente, acompanhado por muitos dispensadores de álcool-gel e sempre de máscara na cara.
Os testes passaram a ser uma constante e este seria apenas o primeiro dos três que faríamos neste cruzeiro de quatro noites e que se juntaram ao que já tinhamos feito em Portugal, antes da viagem de avião para Itália. Durante o cruzeiro, foi ainda necessário realizar outro teste para a excursão a Cagliari, e mais um para a viagem de avião para Portugal - a Costa Cruzeiros disponibiliza testes a bordo por 40 euros por pessoa.
A preocupação com a segurança é máxima e, como resumiu mais tarde, durante uma sessão de esclarecimentos a bordo, Stefano Di Noia, Hotel Director do Costa Smeralda, o “objetivo é garantir que os passageiros se sentem seguros”. Para isso, e além do investimento nos testes, a companhia fez também “um investimento em recursos humanos muito importante”, tendo reforçado o staff e apostado na sua formação.
Enquanto a ocupação de passageiros foi reduzida e não deverá ultrapassar os 40% ou 50% este verão - nesta viagem eram menos de 1.500 passageiros -, o total de tripulantes aumentou e passou a existir “staff em todo o navio para controlar o comportamento dos passageiros” e limpar os espaços. A Costa Cruzeiros fez ainda um investimento avultado a nível médico e, como explicou Francesco Serra, comandante do Costa Smeralda, houve um reforço do pessoal, assim como das áreas dedicadas aos cuidados de casos positivos. “Assim que seja identificado um caso positivo a bordo, a pessoa é isolada em áreas próprias e devidamente acompanhada a casa ou ao hospital”, explicou, revelando que os passageiros com quem esse caso positivo tenha tido contacto são igualmente testados.

Mudanças

Devido à COVID-19, houve mudanças e adaptações na vida a bordo, nomeadamente na utilização das áreas públicas. Um dos casos mais evidentes são os restaurantes e bares, que passaram a ter restrições na ocupação e apenas permitem que pessoas da mesma cabine se sentem juntas à mesa. Os buffet desapareceram e o serviço passou a ser todo à mesa, assim como os menus físicos, agora disponíveis na Costa App ou por QR Code. Nas cabines, deixou de existir o habitual diário de bordo, que passou a estar disponível na Costa App.
Também não existem demonstrações gastronómicas e em muitas áreas públicas o acesso passou a ser controlado por marcação, como o Spa, enquanto no ginásio foi reduzida a ocupação, assim como nas piscinas. Já os lugares no teatro foram reduzidos para um terço. O entretenimento é, aliás, uma das áreas em que foram introduzidas mais mudanças, pois como a discoteca continua fechada, houve necessidade de alterar os horários dos espetáculos porque para mercados como o italiano, espanhol ou português, “a animação é uma parte muito importante da experiência num cruzeiro”, explicou SimonaDi Pietro.
E até nisso o Costa Smeralda se tem revelado um navio indicado para a fase que a indústria vive. “Este barco é totalmente diferente. Todos os outros têm o conceito de um grande teatro, um grande bar e espaços grandes onde se juntam os passageiros. Este navio, não, é fluído. Por sorte, já estava preparado para um tipo de entretenimento mais fluído, com vários horários, para que todos tenham a possibilidade de ver os espetáculos”, notou.
Apesar das restrições, os passageiros não notam grandes diferenças, uma vez que toda a ocupação do navio foi reduzida e o Costa Card, explicou ainda Stefano Di Noia, ajuda a monitorizar a ocupação, de forma a evitar a sobrelotação.
Aquilo que mais terá mudado a bordo, de acordo com Simona Di Pietro, são as atividades para crianças, uma vez que os tradicionais clubes tiveram de ser reformulados. Agora, explicou, há apenas uma sala entre os 3 e os 6 anos de idade - a partir da qual é obrigatório o uso de máscara - mas que disponibiliza só três turnos por dia, de três horas, e que têm de ser marcados previamente. Já entre os 6 e os 12 anos há duas salas com ocupação limitada a dois gruposde sete, enquanto para adolescentes, dos 12 aos 18 anos, são permitidos grupos de 10. Em ambos os casos, a marcação é necessária e pode ser feita na Costa App.

Experiência

É verdade que a COVID-19 alterou a forma como se viaja num cruzeiro e os responsáveis do Costa Smeralda não o negam, desde logo pelo distanciamento físico, que, segundo Stefano Di Noia, é uma “enorme barreira numa indústria que visa o entretenimento”. “A nossa missão é garantir a segurança mas temos de continuar a oferecer uma experiência memorável”, explicou, considerando, no entanto, que os cruzeiros continuam a garantir férias inesquecíveis, até porque em vários países continua a não ser possível ir a uma esplanada ou assistir a um espetáculo depois das 22h00. E no Costa Smeralda é possível.
Por isso, segundo Francesco Serra, o feedback tem sido positivo e os passageiros têm “dito que se estão a divertir e a passar um bom bocado”, incluindo os mais idosos, que na sua maioria estão já vacinados. “Os idosos não têm medo porque já estão vacinados. Itália já vacinou perto de 40% da população”, revelou, numa informação corroborada por Stefano Di Noia, que explicou que os mais velhos “são aqueles que se preocupam menos. Estão felizes por poderem passar tempo fora de casa, o confinamento para eles foi muito pesado”.
E foi isso que o Publituris e os restantes jornalistas convidados pela Costa Cruzeiros puderam confirmar. Ao longo destes quatro dias, a maior diferença foi mesmo o uso de máscara, porque toda a restante vida a bordo se manteve idêntica. E, como dizia Simona Di Pietro, o facto do Costa Smeralda ser um navio diferente ao nível do entretenimento ajuda a que não se sinta a falta da discoteca. Na parte central, o navio conta com o Colosseo, uma área de entretenimento que se estende por três decks - do seis ao oito - e em torno da qual existem lugares sentados para assistir aos vários espetáculos que têm lugar duas vezes a cada noite. Tivemos oportunidade de assistir a alguns, de música, dança e acrobacias, que ajudaram a animar a noite e a fazer esquecer, por algumas horas e apesar da máscara na cara, as agruras da pandemia.

Excursões

Outro dos pilares do protocolo da Costa Cruzeiros são as excursões controladas, uma vez que, devido à pandemia, é necessário manter uma espécie de bolha a bordo, que não pode ser furada pelas saídas. Por isso, ninguém pode sair do navio, a menos que participe numa excursão organizada. “Ninguém pode sair sozinho do navio, é preciso marcar uma excursão. É a única forma de garantir que todos cumprem o protocolo”, explicou Stefano Di Noia.
Por isso, todas as vezes que saímos do navio foi numa das excursões em que a Costa Cruzeiros nos convidou a participar. Ao longo deste itinerário de quatro noites por Itália, que partiu de Civitavecchia e fez escalas em Nápoles, Messina e Cagliari, participámos em duas excursões: em Nápoles, no Sul país, e Cagliari, na Sardenha. Em Messina, não saímos do navio, uma vez que, como nos explicou Simona Di Pietro, as autoridades locais apenas autorizaram as excursões no dia anterior, o que não permitiu a organização da visita.
A frequência com que mudam os requisitos dos portos visitados pelo itinerário - que na versão de sete noites inclui ainda Savona e La Spezia - é, segundo a responsável, um problema, uma vez que, em Itália, todas as sextas-feiras são anunciadas regras que entram em vigor na segunda-feira seguinte, o que torna difícil prever o regresso à normalidade.
No caso das excursões, além das mudanças semanais, há ainda portos que exigem a realização de testes à COVID-19, como aconteceu em Cagliari. No dia anterior à visita, tivemos de realizar um teste que podermos participar na excursão no dia seguinte.

Durante as saídas, o protocolo é igualmente seguido à risca e, nos autocarros, é mantido o distanciamento físico, é obrigatório o uso de máscara e, nas partes em que existem deslocações a pé, nenhum passageiro é autorizado a deixar o grupo, sob pena de lhe ser vedado o regresso ao navio. Tirando estas regras, as visitas decorrem normalmente ainda que sejam essencialmente compostas por city-tours em autocarros. Ainda assim, realizámos alguns passeios a pé, como o centro histórico de Nápoles, com passagem pela Spaccanapoli, uma das principais artérias da cidade, que atravessa toda a zona histórica, pelo Convento de Santa Clara e pela Igreja de Gesù Nuovo, enquanto em Cagliari a visita teve maior componente de city-tour, com algumas paragens em miradouros e locais estratégicos.
É caso para dizer que a experiência mudou, mas os cruzeiros continuam a ser capazes de criar memórias inesquecíveis, até porque fazer férias se tornou diferente em todo o mundo. E os cruzeiros têm a vantagem de, a cada dia, nos permitirem acordar num destino distinto. E, agora, também em segurança.
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OS PRÉMIOS COMUNICAÇÃO M&P

O M&P vai premiar, pelo nono ano, a excelência na Comunicação

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Como já é tradição os Prémios Comunicação M&P vão distinguir os melhores trabalhos de consultoras de comunicação e relações públicas, projectos de comunicação, acções de sustentabilidade levadas a cabo pelas organizações, eventos e acções feitas em conjunto com os media. Também aberto aos Mercados Externos, a concurso temos 11 grandes categorias: Sectores de Actividade, Digital/Social/Influenciadores, Branded Content, Eventos e Patrocínios, Comunicação Interna, Reputação e Public Affairs, Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa, Comunicação Institucional, Comunicação Integrada e Assessoria de Imprensa.

A escolha dos vencedores, que serão revelados em Dezembro, está a cargo de António Mendes (RFM), António Costa (Eco), António Cunha Vaz (CV&A), Bruno Batista (grupo GCI), Elgar Rosa (Pure), Inês Mendes da Silva (Notable) Isabel Rodrigues (Cofina Media), Jorge Magalhães (Grupo Stellantis Portugal), José Franco (Corpcom), Maria Domingas Carvalhosa (Wisdom Consulting e APECOM), Maria João Soares (JLM & Associados), Pedro Cruz (TSF), Rui Piteira (Tabaqueira), Teresa Figueira (Central de Informação), Tiago Ferreira (Grupo Nabeiro-Delta Cafés) e Tiago Simões (Sonae MC e APAN).

Recorde aqui aqui os vencedores de 2020 e consulte aqui toda a informação sobre a 9ª edição dos Prémios Comunicação M&P.

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Autêntica Costa Amalfitana : descubra as páginas do livro que ainda não leu

As três vilas históricas da Costa Amalfitana.

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Desde a mais pequena vila da Itália, à arte como veículo de espiritualidade. As vilas históricas da Costa de Amalfi 

Uma viagem às antigas aldeias da Costa Amalfitana onde o tempo parece ter parado, mas na tranquilidade a história tem sido capaz de continuar a viver, inovando-se, graças à contribuição e à habilidade dos seus habitantes.

Amalfi by night (photo-Salvatore-Guadagno)

Atrani (photo Vito Fusco)

Atrani: a aldeia mais pequena de Itália.

É o mais pequeno município italiano. A apenas 800 metros de Amalfi, em Atrani parece que o tempo parou. Um lugar rico em história que relembra de forma impecável o esplendor da antiga República Amalfitana. Em Atrani, cada vislumbre oferece momentos preciosos de descoberta entre perspectivas espetaculares ou recantos decorados com colunas e capitéis romanos e medievais (que datam dos séculos XII a XIII).

Aqui as angústias da vida dissolvem-se, dando lugar ao suspiro do mar. Um vínculo, aquele com o mar, tão intenso e visceral que o município inaugurou recentemente um novo museu ao ar livre: "Vasi d'a ... mare". O projeto reúne os vasos confeccionados por mestres oleiros locais, entre eles Lucio Liguori, Francesco Raimondi, Vincenzo Caruso, Sasà Mautone, Pasquale Liguori (Azul infinito), todos instalados em suportes moldados à mão pelo artista-ferreiro Giovanni Spada. Dispostas ao longo do Largo Marinella, as obras celebram a cultura pesqueira local e a ligação com o mar. Do Largo Marinella chegamos ao centro nevrálgico da vila, a sugestiva Piazza Umberto I. Aqui nos encontramos para momentos de festa, para um café ou um aperitivo com os amigos. E é num dos bares dessa praça que nasceu o Lemon Spritz, feito com o Sfusato Amalfitano. A partir da praça entrevê-se a Igreja de San Salvatore de Birecto, cuja torre sineira marca as horas do dia como antigamente. Fundada no século X, é um dos mais antigos monumentos do patrimônio cultural e espiritual da Costa Amalfitana.

Diz-se que a cerimónia de investidura do duque de Amalfi teve lugar aqui. Foi precisamente essa relação sutil entre o sagrado e o profano, entre jogos impercetíveis de geometrias que fascinou e influenciou as obras visionárias de uma das personalidades mais extraordinárias e ecléticas do século XX, Maurits Cornelis Escher, que durante a sua estadia na Costa por volta dos anos ’30 amou Atrani pela sua “mágica atmosfera".

Pontone: a história da Costa de Amalfi nasce aqui.

Aninhado nas montanhas entre Amalfi e Scala, a pacata aldeia de Pontone é o berço da Costa Amalfitana. Entre ruas de pedra e jardins em socalcos, Pontone foi uma das povoações mais antigas, nomeadamente do ponto de vista cultural, que deu origem ao que viria a ser a primeira República Marítima da Itália, ou seja, a República de Amalfi. Pontone representa a expressão emocional da cultura. E aqui nas calmas ruas da aldeia é possível sentir a história ganhar vida. Bem no centro de Pontone está a Piazza San Giovanni Battista, hoje um lugar tranquilo para se sentar por baixo das árvores ou apreciar a vista das paisagens verdes que do vale chegam a Amalfi. Pontone era um importante centro de produção têxtil e a Piazza San Giovanni Battista era o coração do negócio. Aqui era feito o tecido de lã que os mercadores de Amalfi vendiam em todo o sul da Itália e na Sicília.

À beira da Piazza San Giovanni Battista está a igreja com o mesmo nome. A partir da Piazza San Giovanni Battista uma escada íngreme leva a uma das joias da Costa Amalfitana. A Igreja de San Filippo Neri, fundada no século X, é o fulcro do patrimônio religioso e cultural da aldeia. Antes de entrar, os olhos voltam-se para o céu para observar a torre sineira de pedra do século X. A torre sineira não está diretamente conectada à igreja. Ela está posicionada, de fato, em frente a um átrio abobadado na entrada do edifício. O caminho de pedra passa mesmo através do átrio. Mesmo sem entrar na igreja, a incrível abóbada cruzada leva de volta no tempo e lembra as do Arsenale de Amalfi, onde os navios foram construídos durante a Idade Média.

Amalfi: a espiritualidade em obras de arte.

Caminhando pelas vielas de Amalfi, aquelas ruas estreitas e sombreadas, respira-se uma atmosfera de outros tempos, mas sempre atual e agradável para ser desfrutada em qualquer época do ano. No verão, um banho nas águas cristalinas alterna-se com uma granita fresca de limão ou uma deliciosa sfogliatella. Nos períodos mais frios, porém, é romântico passear pelas ruas do centro entre fontes, arcos e igrejas iluminadas por luzes que, quando acesas, aquecem a alma. A Piazza Duomo é o coração pulsante onde a famosa e icônica catedral ergue-se majestosamente.

A Catedral de Amalfi é hoje considerada um dos mais importantes e belos monumentos da Itália, onde o estilo bizantino junta-se aos estilos românico, islâmico e barroco. O conjunto monumental constituído pela Catedral, pelo Claustro do Paraíso e pela Igreja do Crucifixo, sede do Museu Diocesano, tem um valor histórico e social que vai além do artístico. Ricos em história e cultura, a poucos passos da praça principal, estão os Arsenais Antigos, locais onde, num passado distante, os barcos foram construídos e depois colocados diretamente no mar. Tornou-se hoje o principal museu da cidade, e no seu interior pode-se admirar importantes exposições de arte ou fotografia, rodeadas por abóbadas e estruturas arquitetónicas originais.

Duomo di Amalfi (photo by Andrea Gallucci)

La fontana dedicata al patrono di Amalfi-SantAndrea in Piazza-Duomo (photo by Salvatore Guadagno)

Entre na revista Authentic Amalfi Coast e descubra as páginas do livro que ainda não leu sobre a Costa Amalfitana www.authenticamalficoast.it

Autor: Italia National Tourism Board

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, "ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023".

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, "o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria".

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

"Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo", indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do "bom funcionamento desta rota nos meses de verão" e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

"Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022", lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

"Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México - que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana - com mais três voos semanais, até 13 frequências - e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana", indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

"Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19", congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, "o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada".

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas "boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano".

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma "parceria exclusiva", que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

"A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança", afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana "combina perfeitamente" com a rede da Gol no Brasil.

"Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América", acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

"O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo "fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais" e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

"Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora", disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o "cruzeiro espacial" e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ - sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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