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Novo Vincci abre a olhar para o Porto

Este é o o segundo hotel da cadeia hoteleira Vincci Hoteles no Grande Porto e conta com um investimento total de 29 milhões de euros.

Victor Jorge
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Novo Vincci abre a olhar para o Porto

Este é o o segundo hotel da cadeia hoteleira Vincci Hoteles no Grande Porto e conta com um investimento total de 29 milhões de euros.

Victor Jorge
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A Ponte Dom Luís I tem um novo vizinho, com o Vincci Ponte de Ferro 4* a ficar mesmo ao lado de um dos ex-libris do Grande Porto. Com inauguração marcada para 15 de junho, a nova unidade da Vincci Hoteles nasce em Vila Nova de Gaia, proporcionando vistas únicas para a cidade do Porto e para a ponte projetada por Théophile Seyrig.

A unidade que surge pouco após o vigésimo aniversário da Vincci Hoteles é  o segundo hotel da cadeia hoteleira no Grande Porto (juntamente com o Vincci Porto 4*) e o quarto hotel em Portugal (juntamente com o Vincci Baixa 4* e Vincci Liberdade 4*, ambos situados em Lisboa).

O Vincci Ponte de Ferro 4*, num projeto com um valor total de 29 milhões de euros, é formado por um conjunto de distintos edifícios, localizados entre a Rua Casino da Ponte e a Rua Cabo Simão, descendo do Mosteiro da Serra do Pilar, outro dos emblemas da cidade e Património Mundial da UNESCO desde 1996.

A estrutura particular, dividida em várias edificações assentes numa escarpa, integra-se perfeitamente com o conjunto arquitectónico e a paisagem desta margem do rio, protagonizado pela imagem do mosteiro e pela ponte de Dom Luis I.

Com o projeto de arquitectura a ser assinado pelo arquitecto português José Gigante e o estúdio de arquitectura de Barcelona GGV asquitectura, o Vincci Ponte de Ferro 4* dispõe de 94 quartos, amplos e muitos com vistas para o rio, ponte D. Luís I e cidade do Porto, com os quartos a dividirem-se entre standard, superiores e uma suite no último andar do hotel com uma panorâmica do Rio Douro e do Porto.

A localização privilegiada do Vincci Ponte de Ferro 4* e tudo o que o rodeia, serviu de inspiração para o interiorismo do alojamento desenhado pelo estúdio de Rosa Roselló.

A equipa responsável pelos interiores combinou cores e contrastes da cidade nos diferentes quartos do hotel. A cor azul intensa dos azulejos com o vermelho do vinho e telhados, misturados com materiais nobres como a madeira, pedra e mármore, que desenham os pavimentos, que, por sua vez, integram o reflexo das vistas únicas do Porto, permitindo que estas perdurem na retina do visitante. Com o objetivo de que este não perca o detalhe das vistas e dando especial protagonismo à proximidade do rio, a interiorista utlizou espelhos, jogando com o reflexo para que em cada momento se possa observar o rio, inclusivé nas paredes opostas à sua margem.

Também a proposta gastronómica é ampla e diversa para diferentes ocasiões e momentos do dia. Com um lobby bar – “Miraponte Bar” – com vista sobre o rio Douro, o Vincci Ponte de Ferro 4* ofrece ainda o “Adega Wine Bar”, espaço dedicado ao culto do vinho e o restaurante à carta “Ponte de Ferro Restaurante”.

Por último, no 12.º andar localiza-se o terraço onde cocktails e gastronomia são oferecidos pelo “6 Ponte Sky Bar”.

Além das atuais unidades, o  grupo tem vários projetos em andamento, no Porto e em Sintra. Na cidade do Porto está planeado um hotel de quarto estrelas com 102 quartos, restaurante à carta, terraço e piscina exterior localizado junto ao metro da Trindade, com abertura prevista para o fim de 2022.

Já mais a sul, o novo hotel, em Sintra, será uma unidade de 5 estrelas e uma extensão de 8.000 m2 nos quais se situam cinco edifícios e um amplo jardim. Sem data concreta de abertura, este hotel terá um total de 41 quartos repartidos nos diferentes edifícios, com o edifício principal inserido num palacete do início do século XIX onde se situarão 12 quartos amplos, assim como os principais serviços, entre eles, o restaurante. Além disso, o novo 5 estrelas do grupo terá um SPA completo, ginásio, parking, piscina, terraço e loung bar, assim como uma área destinada à organização de eventos.

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ALEP denuncia em Bruxelas conflitos do Mais Habitação com a legislação europeia

A Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP) apresentou, recentemente, em Bruxelas, uma nova reclamação oficial contra as medidas do Programa Mais Habitação, com impacto no Alojamento Local.

Em 2023, a associação já tinha enviado uma reclamação preliminar à Comissão Europeia, antes da entrada em vigor das medidas do Mais Habitação. Agora com a lei publicada e sentidos os primeiros impactos, a ALEP, em parceria com a European Holiday Home Association (EHHA), regressou a Bruxelas para apresentar a versão definitiva e atualizada da reclamação. O processo foi suportado por um parecer jurídico detalhado, tornado público, que evidencia as inúmeras incompatibilidades e o conflito entre as medidas do Mais Habitação no Alojamento Local (AL) e a legislação europeia.

Entre as diversas medidas do Mais Habitação para o AL que entram em conflito com a legislação comunitária, a ALEP destaca a intransmissibilidade de registos, que impede a venda de apenas 1% das quotas de uma empresa dedicada ao AL ou a transmissão do registo para o cônjuge em caso de divórcio, que não tem qualquer relação com o problema da habitação.

Além disso, também a proibição de novos registos, mesmo que em frações de serviços ou na habitação permanente do titular, uma restrição que não tem nenhum efeito prático para a habitação; a proibição cega de novos registos em todo o litoral, incluindo regiões onde a presença do AL é insignificante e cujo coeficiente de pressão urbanística apresentado pelo Governo é baixo ou próximo de zero; a limitação da validade dos registos, que afeta também os titulares que já estão a operar, deixando-os sujeitos a uma reavaliação em 2030, sem que seja dada nenhuma garantia de renovação, bem como os critérios para a mesma; e, finalmente, os tributos extraordinários (CEAL) que prejudicam fortemente certos segmentos do Alojamento Local e favorecem outras ofertas de alojamento turístico, como a hotelaria, criando assim um ambiente de concorrência desleal.

Recorde-se que, Portugal foi dos primeiros países a criar uma regulamentação nacional e municipal para o Alojamento Local, que serviu de referência na União Europeia. Para a ALEP, o Programa Mais Habitação, “ao invés de melhorar essa regulamentação já existente, trouxe medidas extremas e cegas a nível nacional, ignorando por completo o papel e o conhecimento técnico e local das Câmaras Municipais”.

Para o presidente da ALEP, Eduardo Miranda, “Portugal passou de melhor a pior exemplo a nível europeu, trocando uma legislação equilibrada e alinhada com as regras comunitárias, por uma legislação restritiva, com medidas injustificadas, cegas e desproporcionais”.

O responsável acrescenta “conforme a ALEP tem defendido e fez saber junto da Comissão Europeia, estas medidas, não trazem soluções para o problema da habitação, elas desvirtuam a concorrência e prejudicam os pequenos operadores do AL, favorecendo os grandes operadores urbanos da hotelaria, cuja oferta continua a crescer em grande ritmo”.

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Pestana abre 4.º hotel nos EUA

O maior grupo hoteleiro multinacional de origem portuguesa reforça a sua aposta nos EUA, mercado onde está presente há mais de uma década. Depois de Nova Iorque, onde conta com dois hotéis) e Miami, é a vez de Orlando (Flórida) receber mais um Pestana.

O Pestana Hotel Group vai expandir a sua operação a mais uma cidade nos EUA. Depois de ter inaugurado, em 2013, o seu primeiro hotel em Miami, na zona de South Beach, com o Pestana Miami South Beach, um boutique hotel art déco, em 2020 foi a vez de abrir o Pestana Park Avenue, localizado no coração de Manhattan, nas proximidades do Empire State Building. No ano seguinte, em 2021, o grupo alcançou um marco significativo com a abertura do Pestana CR7 Times Square, que se tornou o hotel número 100 da cadeia hoteleira do Pestana Hotel Group.

Agora, o Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista, torna-se o 4.º hotel do grupo nos EUA, reforçando a presença do Pestana Hotel Group no continente americano, tornando-se na 109.ª unidade da cadeia hoteleira.

Com a aquisição desta nova unidade hoteleira em Lake Buena Vista, uma das zonas mais prestigiadas de Orlando, o Pestana Hotel Group reforça a sua presença nos EUA, aumentando para 500 o número total de quartos do grupo no mercado norte-americano.

José Roquette, Chief Development Officer (CDO) do Pestana Hotel Group destaca que “a abertura do Pestana Orlando Suites é mais um passo significativo na nossa estratégia de diversificação geográfica”.

Considerando que o mercado norte-americano “continua a ser um pilar estratégico para o Pestana Hotel Group”, José Roquette salienta que esta nova aquisição “é um reflexo vivo da nossa estratégia asset right, que se concentra em manter a propriedade dos ativos nos mercados com maior potencial reconhecido”, acrescentando ainda que “esta expansão não só reforça a presença global do Pestana Hotel Group, mas destaca o nosso crescimento contínuo e sustentado, que nos leva a estar hoje presentes em 16 países”.

O hotel Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista fica localizado a cerca de 15 minutos dos principais parques temáticos da Walt Disney World, da Universal Studios e do Sea World, bem como do importante Centros de Convenções de Orlando, um dos maiores dos EUA, mas também muito próximo dos melhores outlets, com inúmeras lojas e restaurantes.

O novo Pestana Orlando Suites – Lake Buena Vista oferece 127 suites com mais de 40 m2, vocacionado para viagens em família, constituindo, também, tendo em conta a sua localização privilegiada, próxima do Centro de Convenções, uma opção para viagens de negócios.

O hotel dispõe de várias comodidades incluindo restaurante, bar, jardim, piscina exterior, ginásio, business center e estacionamento.

Orlando é um dos destinos turísticos mais procurados nos EUA, depois de Nova Iorque e Las Vegas, sendo um dos destinos mais populares do mundo. Prevê-se que em 2025 possa vir a receber 100 milhões de visitantes, com a abertura do novo parque temático da Universal Studios, o “Epic Universe”, que será o maior parque da marca nos EUA. Além de ser um forte polo de turismo de lazer, Orlando destaca-se também como um dos principais destinos de congressos dos EUA.

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Quebras nos portugueses e britânicos ditam descida da ocupação no Algarve em janeiro

Em janeiro, as unidades de alojamento turístico do Algarve apresentaram uma taxa de ocupação de 34,4%, valor que ficou 1,3pp acima da registada em mês homólogo de 2019, mas 0,9pp abaixo de janeiro de 2023, de acordo com a AHETA.

Em janeiro, as unidades de alojamento turístico do Algarve apresentaram uma taxa de ocupação de 34,4%, valor que ficou 1,3pp acima da registada em mês homólogo de 2019, mas 0,9pp abaixo de janeiro de 2023, com a AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve a sublinhar as descidas dos mercados nacional e britânico.

De acordo com os dados da AHETA, em janeiro o mercado nacional registou uma descida de 1,4pp face ao mesmo mês do ano passado, enquanto o mercado britânico caiu 0,6pp.

Em sentido contrário estiveram mercados como neerlandês, o polaco e o alemão, que, segundo a AHETA, apresentaram subidas em janeiro de 0,5pp, 0,4pp e 0,3pp, respetivamente.

Em janeiro, a estadia média nas unidades de alojamento turístico do Algarve foi de 4,4 noites, 0,2 noites acima da verificada no mês homólogo de 2023, com destaque para o mercado sueco, que apresentou as estadias mais prolongadas na região, chegando às 8,7 noites, seguido do mercado neerlandês, com uma média de 8,4 noites.

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B&B Hotels abriu mais duas unidades em Portugal

Com a abertura do B&B Hotel Olhão e do B&B Hotel Figueira da Foz, a B&B Hotels passa a contar com 14 unidades de alojamento hoteleiro em território nacional.

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A B&B Hotels abriu mais duas unidades em Portugal, o B&B Hotel Olhão e o B&B Hotel Figueira da Foz, unidades que aumentam para 14 o número de hotéis desta cadeia de hotelaria em território nacional.

Num comunicado enviado à imprensa, a B&B Hotels indica que o B&B Hotel Olhão é “o primeiro da cadeia no Algarve” e fica localizado no centro comercial Ria Shopping, enquanto o B&B Hotel Figueira da Foz fica localizado no coração da cidade.

“Ambos os hotéis oferecem aos seus hóspedes amplos quartos duplos e triplos com todo o conforto, a preços acessíveis e sem abrir mão da qualidade e do excelente serviço. Além disso, desfrutarão de um renovado e farto buffet de café da manhã, Wi-Fi gratuito de alta velocidade em todo o edifício, café e bebidas quentes grátis, estacionamento gratuito e recepção 24 horas”, refere a B&B Hotels.

Ambos os hotéis são explorados pela B&B Hotels em regime de aluguer garantido de longa duração, num modelo de negócio asset light que, segundo a cadeia de hotelaria, permite “manter fortes taxas de crescimento e projetá-las de forma sustentada no futuro imediato”.

Com a abertura das duas novas unidades, a B&B Hotels passa a contar com 14 unidades em território nacional, depois de já ter aberto hotéis nas principais cidades portuguesas, como Lisboa, Porto, Guimarães ou Braga.

A cadeia de hotelaria, que está em processo de crescimento na Península Ibérica, conta ainda com 45 hotéis em Espanha, disponibilizando mais de cinco mil quartos em Portugal e Espanha.

A cadeia de hotelaria pretende, contudo, chegar aos 200 hotéis em 2030 na Península Ibérica, contando, por isso, com 20 unidades em construção, num número que continua a aumentar a cada mês.

“Temos uma estratégia muito focada no crescimento em Espanha e Portugal. Por um lado, aquisições que nos permitem cobrir e crescer muito no curto prazo; e por outro, novos desenvolvimentos. Nesse sentido, estamos a formar novas alianças com fundos e promotores, o que nos permite crescer ao ritmo desejado com um bom pipeline e, mais importante, um pipeline garantido”, afirma Lucía Méndez-Bonito, CEO da B&B Hotels.

Recentemente, a cadeia de hotelaria deu a conhecer um acordo com o Grupo Avintia Real Estate para o desenvolvimento conjunto de 10 novos hotéis até 2025, num projeto que consolidou uma aliança que começou no final de 2021 através de contratos garantidos de longo prazo e que, juntamente com outras colaborações, compõem um primeiro gasoduto avaliado em mais de 100 milhões de euros.

Mais tarde, a B&B Hotels fez o mesmo com a Construcciones Eliseo Pla (CEP), ao chegar a um acordo para desenvolver conjuntamente três novos hotéis recém-construídos em Valência, Sevilha e Alicante para os anos de 2024 e 2025.

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Algarve é a única região que cresce na criação de empresas no arranque de 2024

No Algarve, o número de novas empresas constituídas subiu à boleia do setor do Alojamento e restauração, que registou um crescimento de 58%, com mais 25 empresas constituídas na região.

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O Algarve foi, no primeiro mês de 2024, a única região a registar um crescimento na constituição de novas empresas, com destaque para o setor da Hotelaria e Restauração, de acordo com o barómetro Informa D&B.

“A nível geográfico, apenas o Algarve regista crescimento no número de constituições, sobretudo no setor do Alojamento e restauração (+25 constituições; +58%)”, destaca a Informa D&B, no comunicado que apresenta os resultados deste estudo.

O setor do Alojamento e restauração foi, em janeiro de 2024, um dos únicos a apresentar um aumento na constituição de novas empresas, com 501 empresas constituídas em todo o país e uma subida de 0,2%, a par da Construção, que foi, contudo, o setor que mais se destacou, com uma subida de 6,1% e mais 663 empresas.

Em janeiro, o país assistiu à constituição de 4.929 empresas, o que representa uma descida de 8,3% face ao mesmo mês de 2023, que tinha sido o ano em que foram criadas mais empresas em território nacional desde que há registo.

A Informa D&B realça que janeiro é “historicamente” o mês que “concentra o maior número de constituições”, mas, este ano, ficou marcado por um “recuo”, que foi “transversal a quase todos os setores de atividade”.

“O setor dos Transportes, que registou crescimentos muito expressivos em 2022 e 2023, recuou 23% (-141 constituições), enquanto os Serviços empresariais, o setor com maior número de constituições, desce 15% (-143 constituições)”, exemplifica a consultora.

Em sentido contrário estiveram as insolvências, que aumentaram 19% em janeiro, com a Informa D&B a revelar que houve 210 novos processos de insolvência, mais 33 processos de insolvência que no mesmo mês do ano passado, “mantendo a tendência de subida que se verificou no último ano”.

“Mais de metade dos setores de atividade viram crescer as insolvências, com destaque para as Indústrias (+29 processos de insolvência; +81%), onde este aumento se deve sobretudo à Indústria Têxtil e Moda”, acrescenta a Informa D&B.

Em janeiro, houve ainda 636 empresas que encerraram atividade, com a consultora a realçar que, apesar de à data de hoje ainda existirem “publicações a ser efetuadas pelo Registo Comercial”, com os dados já disponíveis, é possível concluir que o “Retalho e Serviços empresariais são os setores que registaram o maior número de encerramentos em janeiro”.

 

 

 

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Viana do Castelo também adota taxa turística a partir de agosto

De acordo com o regulamento publicado esta terça-feira, 6 de fevereiro, em Diário da República, a taxa turística de Viana do Castelo vai custar 1,5 euros entre maio e outubro, ou seja, na época alta, e um euro durante o período de menor procura turística.

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A Câmara Municipal de Viana do Castelo vai começar a cobrar, a partir de agosto, uma taxa turística às dormidas nos estabelecimentos de alojamento turístico do concelho.

De acordo com o Público, que cita o regulamento publicado terça-feira, 6 de fevereiro, em Diário da República, esta taxa turística vai ter o valor de 1,5 euros durante a época alta, ou seja, entre maio e outubro, e de um euro durante os períodos de menor procura turística, concretamente de novembro a abril.

O regulamento prevê que esta taxa de dormida seja cobrada por “hóspede, com idade superior a 16 anos, e por noite, até um máximo de cinco noites seguidas por pessoa e por estadia, em qualquer tipologia de alojamento nos empreendimentos turísticos e nos estabelecimentos de alojamento local, como tal considerados nos respectivos regimes jurídicos, situados no concelho de Viana do Castelo”.

Os hóspedes convidados pela autarquia ou que se desloquem a Viana do Castelo por motivos de saúde, assim como os portadores de deficiência com incapacidade igual ou superior a 60% e outros que, por razões de conflito e deslocados dos seus países de origem, residem temporariamente em Portugal, ficam isentos do pagamento desta taxa.

O pagamento da taxa deverá ser realizado no início da estadia, “numa única prestação, mediante a obrigatoriedade de emissão de factura-recibo, em nome da pessoa, singular ou coletiva, que efetuou a reserva, com referência expressa à sua não sujeição a IVA”.

No regulamento, a autarquia de Viana do Castelo justifica a adoção desta taxa turística com “o aumento significativo do número de estabelecimentos de alojamento local”, que passou de oito unidades em 2014 para 408 unidades em 2021, e que foi acompanhado também pelo crescimento dos hóspedes e dormidas.

“As estatísticas demonstram um crescimento significativo nos últimos anos, nomeadamente, no que se refere ao número de hóspedes e dormidas que, no período de 2014 a 2019, registou um aumento de 84% e 92 %”, lê-se no documento.

A taxa turística entra em vigor 180 depois depois da publicação do seu regulamento em Diário da República, o que deverá acontecer apenas em agosto.

 

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Jorge Rebelo de Almeida foi condecorado pelo Presidente do Brasil

O fundador e presidente da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, recebeu este sábado, 3 de fevereiro, a condecoração que o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, lhe tinha atribuído por decreto em novembro do ano passado, pela sua contribuição na aproximação de Portugal e Brasil, através da hotelaria.

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O fundador e presidente dos hotéis Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, foi condecorado pelo presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, com o grau de Comendador da Ordem de Rio Branco.

“Esta condecoração é o justo reconhecimento pelo nosso trabalho no Brasil e é para todos os que ajudaram a fazer da Vila Galé uma grande e prestigiada empresa”, sublinhou o presidente da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, durante a cerimónia de condecoração, que decorreu sábado, 3 de fevereiro, no Vila Galé Ópera, em Lisboa.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Vila Galé indica que as condecorações da Ordem de Rio Branco “são as mais importantes concedidas pelo Ministério das Relações Exteriores a pessoas físicas e jurídicas, brasileiras ou estrangeiras, com destacados serviços prestados ao Brasil”.

O titulo, que tinha sido atribuído por decreto ao presidente da Vila Galé em 20 de novembro de 2023, foi agora entregue a Jorge Rebelo de Almeida pelo embaixador do Brasil em Portugal, Raimundo Carreiro, numa cerimónia que decorreu no hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa.

Na ocasião, Raimundo Carreiro afirmou que era com “imensa satisfação” que, em nome do Governo Brasileiro, reconhecia “a contribuição de uma importante figura empresarial portuguesa para aproximar o Brasil a Portugal”.

“Por meio do seu gesto incansável, pelo negócio hoteleiro e determinação, Jorge Rebelo de Almeida tem dado uma contribuição importante para impulsionar o turismo e a geração de emprego no Brasil”, acrescentou o diplomata.

Recorde-se que a Vila Galé está presente no Brasil desde 2001 e, atualmente, conta com dez hotéis no país, sendo já o maior grupo de resorts no Brasil, posição que vai ser reforçada nos próximos dois anos, quando o grupo conta abrir mais dois projetos, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, e que tem abertura prevista para final de 2024, e o Vila Galé Collection Ouro Preto – Historic Family Resort hotel, Conference & Spa, em Cachoeira do Campo, Minas Gerais, cuja abertura deverá acontecer em abril de 2025.

Além destes projetos, no Brasil, a Vila Galé tem ainda em preparação projetos no centro histórico de São Luís do Maranhão, Coruripe, Inhotim (Brumadinho) e Belém do Pará.

O grupo de hotelaria português tem ainda mais 31 hotéis em Portugal e um em Cuba e, em abril deste ano, abre ainda a sua primeira unidade em Espanha, em Isla Canela, e a 32ª unidade em território nacional, que vai ficar localizada na frente de praia da Figueira da Foz.

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Pousadela Village abre novo edifício dedicado ao lazer em março

Em março, a Pousadela Village abre um novo edifício de 1000 m² dedicado ao lazer, que vai disponibilizar bar, sala de convívio, sala de jogos, parque infantil e ginásio.

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O aldeamento turístico Pousadela Village, em Vieira do Minho, vai abrir, no próximo mês de março, um novo edifício de 1000 m² dedicado ao lazer, que vai disponibilizar bar, sala de convívio, sala de jogos, parque infantil e ginásio.

A Pousadela Village explica, em comunicado, que este projeto representa um marco significativo para o aldeamento, pois “surge como uma manifestação do compromisso contínuo com a excelência e a inovação”, que André Viana, administrado do empreendimento, diz acreditar que terá “um impacto positivo no aumento das reservas e na mitigação dos efeitos da sazonalidade”.

A Pousadela Village conta ainda com novidades no Spa, que, em breve, vai passar a disponibilizar um flutuário, “onde se poderá relaxar como se estivesse dentro de uma gruta de água salgada”, indica o empreendimento.

“Este edifício representa não só um avanço arquitetónico, mas também a promessa de redefinição na experiência turística local. Vai além de ser meramente um alojamento, é um espaço que proporciona uma experiência envolvente, conforto, sofisticação e funcionalidade para os hóspedes”, acrescenta a administração da Pousadela Village, no comunicado divulgado.

Recorde-se que o grupo Pousadela Village nasceu em 2018, em Vieira do Minho, constituído por um aldeamento turístico de quatro estrelas e um alojamento local, ambos situados na serra da cabreira, com vista para a serra do Gerês.

Com um total de 20 casas de turismo rural, o empreendimento vai, brevemente, contar também com nove suítes em formato de rocha, sendo que cada casa tem uma tipologia diferente, sendo todas decoradas com temáticas singulares contando com cozinha totalmente equipada e entrada individual.

O empreendimento principal dispõe de serviços como restaurante, bar, spa & bem-estar, parque infantil,  piscina exterior infinita, piscina interior e brevemente sala de jogos, ginásio e flutuário.

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Preço médio por quarto aumentou em todas as regiões de Portugal em 2023

Os hoteleiros deram conta de aumentos no preço médio por quarto em todas as regiões de Portugal em 2023, com o preço médio nacional a situar-se nos 141 euros – um aumento de 18% face a 2023.

Carla Nunes

Os dados resultam de um estudo conduzido pelo gabinete de estudos e estatísticas da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), que inquiriu 476 estabelecimentos hoteleiros entre 2 e 21 de janeiro de 2024.

O maior aumento no preço médio por quarto verificou-se no Alentejo, que em 2023 situou este índice nos 159 euros, numa subida de 29% face a 2022. Também em Lisboa o preço médio por quarto fixou-se nos 159 euros em 2023, contudo, a subida em relação ao ano anterior foi de 4%.

Na lista de maiores subidas do preço médio segue-se a Região Autónoma dos Açores, que ao colocar este indicador a 135 euros verificou uma subida de 25% face aos valores de 2022. Destaque também para a região Norte, cujo preço médio aumentou 21% em 2023 face a 2022, para 132 euros, e para a região Centro, cujo preço médio de 100 euros significou um aumento de 20% deste indicador em relação a 2022.

Sobre o desempenho do preço médio em 2023, 50% dos inquiridos considerou que o preço médio foi “melhor” ou “muito melhor” que o de 2022.

Se por um lado, 38% dos inquiridos dos Açores apontou que o desempenho deste indicador foi “pior” que em 2022, outros 38% da mesma região são da opinião de que foi “melhor” que 2022. De apontar ainda que 45% dos inquiridos do Algarve e 43% do Alentejo consideram que o preço médio de 2023 foi “igual” a 2022.

Fonte: AHP

Quanto ao balanço de 2023 referente à taxa de ocupação, todas as regiões dão conta de subidas neste indicador, à exceção do Algarve e do Alentejo, cuja taxa foi igual à de 2022, e da Região Autónoma dos Açores, com os dados a indicarem uma descida de 5 pontos percentuais (p.p.) face aos valores de 2022.

A média nacional com base no inquérito da AHP aponta para uma taxa de ocupação de 68%, uma subida de 7 p.p., com a Região Autónoma da Madeira a marcar a maior taxa de ocupação no balanço de 2023: 81%, uma subida de 5 p.p. face a 2022.

A maior subida de taxa de ocupação verificou-se na região Centro, que com uma taxa de 58% em 2023 subiu 7 p.p. face a 2022. Segue-se a região Norte, com uma subida de 6 p.p. em relação a 2022 e uma taxa de 60% em 2023.

Fonte: AHP

Relativamente à estada média, que a nível nacional situou-se nos três dias, em 2023, apenas três regiões registaram um aumento face ao ano anterior: Foi o caso da Região Autónoma das Madeira, cuja estada média foi de sete noites em 2023 (mais seis noites que em 2022); da Região Autónoma dos Açores, com uma estada média de quatro noites em 2023 (mais três noites que em 2022); e do Norte, cuja estada média passou de duas noites, em 2022, para quatro noites em 2023.

“O Norte basicamente dobrou a estada média. É de relevo para nós esta distribuição no território, é muito mais rentável para a hotelaria assegurar os clientes e tê-los durante mais tempo, e para isso é preciso todo o turismo trabalhar em rede. Evidentemente também tem a ver com o tipo de nicho e turismo que se pratica nos destinos”, referiu Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP, na apresentação aos jornalistas na manhã desta sexta-feira.

O mercado português foi o mais referido pelos hoteleiros quando questionados sobre os seus principais três mercados (apontado por 76% dos inquiridos), seguido pelo do Reino Unido (50% dos inquiridos), Estados Unidos da América (41% dos inquiridos) e Espanha (40% dos inquiridos). Por outro lado, o mercado brasileiro só foi referido por 17% dos inquiridos como um dos principais três mercados.

Já quanto aos canais de reserva, 93% dos inquiridos indicou o Booking.com como um dos seus principais três canais de reserva, seguido pelo website próprio (92% dos inquiridos) e do Expedia (61% dos inquiridos). Para trás ficaram canais como a GDS (10% dos inquiridos) e o Airbnb (2% dos inquiridos).

Perspetivas para 2024

No âmbito das perspetivas para 2024, a maioria dos inquiridos antecipam uma taxa de ocupação em 2024 que seja, pelo menos, “igual” ou “melhor” que a de 2023, com 54% dos inquiridos a indicar que este indicador será “melhor” no segundo trimestre de 2024, quando comparado com 2023.

Se os Açores, a Área Metropolitana de Lisboa e a região Norte esperam que o primeiro trimestre de 2024 seja “pior” ou “igual” a 2023, o Alentejo antecipa que em 2024 todos os trimestres serão “melhores” que os dados de 2023. A Madeira espera um 2024 semelhante ao de 2023, mas com resultados “melhores” no último trimestre face ao ano anterior.

No indicador do preço médio por quarto, a maioria dos inquiridos antecipa que este será “melhor” em 2024 do que em 2023, uma perspetiva que também se reflete na expetativa quanto às receitas para 2024.

Quanto aos principais mercados, 75% dos hoteleiros continua a colocar a expetativa em Portugal como um dos seus principais três mercados, ao qual se segue o Reino Unido (referido por 48% dos inquiridos), Estados Unidos da América (42%) e Espanha (41%).

Na lista dos desafios e constrangimentos para 2024, 78% dos inquiridos coloca a instabilidade geopolítica como uma das principais preocupações, seguida pelo aumento das taxas de juro (59% dos inquiridos).

A redução do número de voos é outra das preocupações dos hoteleiros (40% dos inquiridos), sendo referido como um dos principais problemas por 90% dos hoteleiros inquiridos da Região Autónoma dos Açores, 73% da Região Autónoma da Madeira e 58% do Algarve.

O inquérito levado a cabo pela AHP foi realizado entre 2 e 21 de janeiro de 2024 junto de 476 empreendimentos turísticos associados da associação, sendo que da amostra 42% dos estabelecimentos estão localizados na região de Lisboa, 14% no Algarve, 13% no Norte, 12% no Centro, 11% na Madeira, 6% no Alentejo e 3% nos Açores.

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Taxas de ocupação no Natal e Ano Novo de 2023 aumentaram face a 2022

De acordo com o balanço de Natal e Réveillon de 2023 conduzido pelo gabinete de estudos e estatísticas da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), as taxas de ocupação por quarto aumentaram nos períodos do Natal e do Ano Novo de 2023, quando comparadas com os mesmos períodos de 2022.

Carla Nunes

A partir de um inquérito realizado a 476 estabelecimentos hoteleiros, para o período do Natal de 2023, de 22 a 26 de dezembro, os dados dão conta de uma taxa de ocupação de 51% a nível nacional, uma subida de 1 ponto percentual (p.p.) em relação a 2022. Já no Ano Novo, entre 30 de dezembro de 2023 e 2 de janeiro de 2024, o estudo aponta para uma taxa de ocupação por quarto de 70%, um aumento de 9 p.p. face ao mesmo período de 2022.

Olhando para as taxas de ocupação no período de Natal, apesar da Região Autónoma da Madeira ter registado o maior valor de taxa de ocupação, 66%, quando comparada com o mesmo período de 2022 a taxa desceu 10 pontos percentuais.

Por outro lado, com uma taxa de ocupação de 56%, a hotelaria de Lisboa conseguiu subir este índice em 2 p.p. face a 2022, seguida pela da região Norte, que no Natal de 2023 registou uma taxa de ocupação de 49% – um aumento de 3 p.p. em relação a 2023.

O valor mais baixo de taxa de ocupação no Natal coube à Região Autónoma dos Açores, com uma taxa de 27% – um “mergulho a pique” de menos 24 p.p. em relação ao valor de 2022, como descrito por Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP, na apresentação aos jornalistas na manhã desta sexta-feira.

Seguiu-se a região do Alentejo, com uma taxa de ocupação de 35% (menos 2 p.p.) e o Algarve, com uma taxa de 40% (menos 12 p.p.).

No período do Ano Novo, todas as regiões registaram aumentos percentuais ao nível da taxa de ocupação, à exceção do Algarve – cuja taxa de ocupação de 58% esteve 3 p.p. abaixo da verificada em 2022 – e da Região Autónoma dos Açores, que registou uma taxa de ocupação de 44%, 25 pontos percentuais abaixo dos valores de 2022.

As regiões que mais se destacaram ao nível da taxa de ocupação no Ano Novo de 2023 foram a Região Autónoma da Madeira (80%) e Lisboa (77%).

Contudo, o maior aumento percentual em relação a 2022 coube à região Centro, que no Ano Novo de 2023 registou uma taxa de ocupação de 63%, uma subida de 12 p.p. face ao mesmo período do ano anterior.

Preço médio aumentou no Natal, mas desceu no Ano Novo

Quanto ao índice do preço médio por quarto a nível nacional, e de acordo com o estudo da AHP, no período do Natal de 2023 este situou-se nos 124 euros, um aumento de 5% face ao ano anterior. Já no Ano Novo, o preço médio foi de 173 euros, uma descida de 5,9% em relação aos valores de 2022.

Analisando o preço médio por quarto no Natal de 2023, este indicador registou subidas em todas as regiões, à exceção da Região Autónoma da Madeira, cujo preço médio de 120 euros desceu 19% face a 2022, e do Algarve, que com um preço médio de 94 euros registou uma descida de 6% em relação ao ano passado.

Já a Região Autónoma dos Açores, apesar das descidas nas taxas de ocupação durante o Natal e o Ano Novo, registou o maior aumento de preço médio no Natal de 2023: o valor de 115 euros significou uma subida de 26,3% em relação a 2022.

No entanto, a região que praticou o preço médio por quarto mais elevado no Natal de 2023 foi o Alentejo, com 150 euros (uma subida de 22% face a 2022), seguida por Lisboa, cujo preço médio a 135 euros representou um aumento de 0,7% em relação a 2022.

Passando para o preço médio por quarto na época do Ano Novo 2023, a maior subida coube à região Norte, que com um preço médio de 168 euros conseguiu elevar este indicador mais 12% em relação ao valor registado em 2022.

A maior queda foi da Região Autónoma da Madeira, cujo preço médio por quarto em 2023 desceu 15% face ao ano anterior – embora tenha sido a região a registar o valor mais alto a nível nacional, de 227 euros.

Mercado português na liderança para ambas as épocas festivas

No período do Natal de 2023, 79% dos hoteleiros inquiridos apontaram o mercado português como um dos seus principais três mercados, seguido pelo dos Estados Unidos da América (EUA), indicado por 38% dos inquiridos, e pelo Reino Unido (36%).

Para o fundo da lista ficam os mercados da Alemanha, apontado por 26% dos inquiridos, e de França, referido por 23% dos inquiridos.

No Ano Novo de 2023, novamente, o mercado português foi apontado por 79% dos inquiridos como um dos principais três mercados para este período, seguido por Espanha (34% dos inquiridos), Reino Unido (32%) e Estados Unidos da América (31%).

O inquérito levado a cabo pela AHP foi realizado entre 2 e 21 de janeiro de 2024 junto de 476 empreendimentos turísticos associados da associação, sendo que da amostra 42% dos estabelecimentos estão localizados na região de Lisboa, 14% no Algarve, 13% no Norte, 12% no Centro, 11% na Madeira, 6% no Alentejo e 3% nos Açores.

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