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Pandemia dá nova vida às agências de viagens

Ao longo dos anos, foram várias as alterações no mercado que vaticinavam o fim assumido das agências de viagens tradicionais. A verdade é que, ano após ano, estas têm-se ajustado às realidades e contribuído para a criação de valor e segurança na hora de reservar uma viagem.

Raquel Relvas Neto
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Pandemia dá nova vida às agências de viagens

Ao longo dos anos, foram várias as alterações no mercado que vaticinavam o fim assumido das agências de viagens tradicionais. A verdade é que, ano após ano, estas têm-se ajustado às realidades e contribuído para a criação de valor e segurança na hora de reservar uma viagem.

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Ao longo dos anos, foram várias as alterações no mercado que vaticinavam o fim assumido das agências de viagens tradicionais. A verdade é que, ano após ano, estas têm-se ajustado às realidades e contribuído para a criação de valor e segurança na hora de reservar uma viagem.

Em março de 2020, a Organização Mundial de Saúde declarava a COVID-19 como pandemia e o mundo fechou fronteiras, tendo deixado muitos turistas apeados nos países mais longínquos. Muitos tinham viajado por sua conta e risco, tendo realizado as suas reservas em plataformas online, mas na hora de os trazer de volta, as agências de viagens trataram de igual forma do repatriamento destes e dos seus clientes. Esta foi uma das provas que as agências de viagens são “um porto seguro”, como chegou a dizer na altura o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).
Um ano depois, as fragilidades financeiras e de tesouraria das agências de viagens são muitas, sobretudo numa altura em que se está a proceder ao reembolso dos vouchers, estando inclusive a recorrer à Linha de Apoio à Economia COVID-19: Agências de Viagens e Operadores Turísticos criada para apoiar as empresas nestes reembolsos.
Numa fase em o turismo se prepara para retomar atividade, com as pessoas ávidas por viajar, quisemos saber o que esperam as agências de viagens em Portugal, quais os desafios que identificam, mas sobretudo de que forma se adaptaram a esta nova realidade e consequentes exigências dos consumidores.
A esta altura, início de maio, as agências de viagens têm sentido procura nos seus balcões, com os pedidos de orçamento a começarem a mexer, contudo, como refere Susana Fonseca, diretora operacional do grupo Airmet, “sente-se ainda algum receio na finalização da reserva antecipadamente”. Opinião partilhada por Maria José Silva, CEO da RAVT: “Começa a existir alguma procura, mais de pedidos de informações e orçamentos, mas ténue e fraca em reservas efetivas”.
No universo do Grupo GEA Portugal, Paulo Mendes identifica que também se tem sentido procura, mas a mesma é “muito reduzida para a marcação de viagens”. O diretor de contratação da GEA realça que se está a verificar, porém, “um crescimento gradual, mas tímido com o passar do tempo, tendo em conta o desconfinamento da população a nível nacional”.
Na Viagens Abreu, Pedro Quintela, diretor de vendas e marketing, afirma que quanto mais se aproxima o período de verão mais a procura se começa a acentuar, apesar de admitir que esta, até ao momento, tem sido “ainda reduzida” e com “fases de maior pico dependendo da temporada. No entanto, a ansiedade que as pessoas têm por voltar a viajar dá algum alento à empresa. As expectativas de vendas para este verão ainda são tímidas, mas os responsáveis acreditam que esta vai ser uma época estival melhor do que a de 2020. “Esperamos um verão com uma procura superior à existente em 2020”, começa por prognosticar a responsável da Airmet. Susana Fonseca acredita que “com o aumento do número de pessoas vacinadas a cada dia que passa, aliado à vontade de viajar e retomar um pouco a normalidade das suas vidas, vão ser muitos os portugueses que vão colocar de lado os seus receios e vão acabar por viajar”.
Paulo Mendes observa que é necessária “uma harmonização das regras de viagens para que a procura dispare ainda a tempo do verão”. Por outro lado, refere, “mesmo com as restrições atuais e pouca oferta turística para oferecer aos clientes, estimamos que o grupo atinja valores de faturação entre os 50% e os 55% face ao volume de negócios de 2019”.
Na Viagens Abreu, que realizou recentemente o seu ponto alto de vendas anual – o Mundo Abreu -, as expectativas também apontam para “resultados acima de 2020”. Pedro Quintela indica que os destinos portugueses devem concentrar novamente a maior procura, seguindo- -se as Caraíbas, Grécia, Cabo Verde e lhas Espanholas. “À medida que as ligações aéreas são retomadas e o processo de vacinação avança, as expectativas também aumentam”, sustenta.
Também na RAVT as expectativas são de um crescimento um pouco superior ao de 2020, “seja com o regresso de agências associadas que se desvincularam temporariamente, seja em produção de produtos e serviços turísticos”, realça Maria José Silva.

Papel do agente

A opinião é unânime quando nos referimos ao aumento da importância do agente de viagens para o cliente. Os responsáveis consideram que esta pandemia reforçou o seu papel, fruto da contribuição na altura dos repatriamentos, como já referido em cima, mas também “na ajuda na agilização dos processos de cancelamento e reembolsos”. Susana Fonseca acredita que “os clientes vão certamente optar por comprar as suas viagens nas agências de viagem”.
“Apesar de todo o impacto causado pela pandemia nas agências de viagens, esta veio mostrar aos consumidores o porquê da necessidade imperiosa de ter os agentes de viagens com balcão físico do seu lado, não apenas pelo factor preço, mas também pelo valor que lhes é intrínseco e que agregam ao viajante. Antes, durante e depois da viagem”, começa por dizer Nuno Tomaz, diretor comercial da GEA. O fator humano revelou-se importante no início da pandemia, recorda, sublinhando que os agentes de viagens foram responsáveis pelo repatriamento de 27.500 portugueses. “Incluem- -se nestes números muitos clientes que fizeram a compra das suas viagens em OTA’s (agências de viagens online), e que naquele momento se viram sem apoio e, por conseguinte, sem soluções por parte dessas empresas cujo apport de valor foi praticamente nulo, pois apenas comercializaram os serviços sem, no entanto, apresentarem soluções para os problemas que depois advieram”, clarifica. Porém, o responsável da GEA considera que as agências de viagens só vão beneficiar desta imagem de “porto seguro” para os clientes “consoante os atores deste sub-setor consigam capitalizar no futuro esse ativo conseguido e manter na memória dos viajantes este ‘input’ de valor agregado, assim como as vantagens óbvias que o facto de recorrerem a especialistas representa”.
Pedro Quintela também manifesta a mesma opinião, justificando que a pandemia “levantou diversas questões a quem viaja sem qualquer apoio e, ao mesmo tempo, trouxe enormes desafios aos agentes de viagens que, mais do que nunca, têm a oportunidade de mostrar as suas mais-valias como conselheiros, gestores de reservas, como transmissores qualificados de informação sempre em atualização, como solucionador de problemas e imprevistos”.
Já Maria José Silva demonstra-se mais céptica quanto à procura pelas agências de viagens neste período de retoma turística, sobretudo pelas condições que ainda se vivem no mercado. Para a responsável da RAVT, o esperado é “uma maior procura e reconhecimento das mais- -valias de proteção e apoio dado nas agências de viagens”, mas identifica três fatores que estão a contribuir para desviar a procura pelas agências. O primeiro fator tem que ver com o pedido de serviços soltos, como estada num país ou apenas um ‘city-break’ pela Europa e que muitas vezes acabam por serem desviados para reservarem diretamente ao invés da intermediação pela agência de viagens. “Os serviços de hotelaria local incitam, também com algumas atitudes menos simpáticas para com os agentes, a compras diretamente nas unidades de alojamento e com descontos estranhos, impossíveis e incompreensíveis”, adverte. A procura reduzida ainda por produtos de grupos ou as viagens longínquas que implicam custos mais elevados, sobretudo pelos testes de PCR exigidos que a encarecem ainda mais, são um fator negativo apontado pela responsável.

Futuro do setor

Os desafios, além dos já mencionados, são muito diversos, mas todos interligados num propósito e futuro comum: a sobrevivência das agências de viagens. Para o grupo GEA Portugal, Paulo Mendes aponta que a situação sanitária é o desafio prioritário face ao crescimento económico e à liberdade de circulação de pessoas”. A “capitalização de empresas, reembolso dos vouchers Covid, normalização do transporte aéreo e a falta de uma política duradoura que permita uma maior segurança e menos restrições nas deslocações das pessoas, são para nós os principais desafios a curto prazo para as agências de viagens”, enumera.
Também Susana Fonseca aponta que fazer com que os clientes utilizem os vouchers emitidos será um dos desafios, devido à “instabilidade dos destinos e cancelamentos de operações por parte de fornecedores”. A diretora operacional da Airmet refere ainda que este período vai ser um teste à capacidade comercial das agências de viagens incentivarem os seus clientes a viajar.
Para o diretor de marketing e vendas da Viagens Abreu a “atenção e os cuidados que as agências de viagens têm de ter neste período têm de ser redobrados”. Este alerta deve-se ao facto de considerar que a “assimilação e gestão de informação”, assim como lidar com imprevistos, são os principais desafios que identifica, especialmente numa época em que um destino pode fechar de um dia para o outro, bem como uma unidade hoteleira.
Conseguir encontrar produto que se adeqúe às maiores exigências do cliente, “que está mais inseguro”; ter fornecedores “mais estáveis e capazes de corresponder com o produto e serviço mais exigente, a preço acessível e justo”; “voltar a motivar equipas”; responder à procura que voltou a ser mais em cima da hora; selecionar parceiros mais fiáveis; ou “encontrar equilíbrio entre o excesso de medo, excesso de zelo, excesso de restrições, e a necessidade de vender, viver, sentir, produzir, pagar contas e aguentar empresas, equipas, economias, destinos” são alguns dos muitos desafios que Maria José Silva reconhece que as agências de viagens vão ter pela frente. Contudo, o maior de todos tem sido “aguentar empresas abertas, equipas operacionais, manter custos fixos que nada alteraram e nem tiveram dó nem piedade, com insuficientes apoios (obviamente) que consigam aliviar tamanho tsunami”, admite.

O constante prenúncio do fim

Foram muitos os momentos de turbulência que as agências de viagens passaram nos últimos anos, seja pelo surgimento da Internet e consequentes plataformas de reserva online, seja pelas crises financeiras, aumento de reservas diretas, entre outros. A verdade, é que, com o passar do tempo, estas têm prevalecido. “A eterna conversa sobre o eventual “fim” das agências de viagens é um tema já velho de décadas, e que agora com a pandemia esbarrou de frente com a resiliência e a tremenda capacidade de adaptação dos profissionais deste sub-sector”, recorda Nuno Tomaz. A percepção crescente do valor do agente de viagens por parte do cliente é algo que saiu beneficiado desta pandemia. Para o responsável comercial, foi “dado um novo ênfase ao trabalho destes profissionais que muitas vezes viram o seu trabalho a ser menosprezado, criticado e vilipendiado. E que muitas vezes se viram subtraídos, por oposição aos novos canais de venda online, que se apresentaram agressivamente ao mercado do ponto de vista comercial e de marketing, sustentados essencialmente na variável “preço””. E sendo o turismo um setor de serviços de pessoas para pessoas, “onde se transacionam bens intangíveis e onde o paradigma P2P (person to person – agente/pessoa to cliente/ pessoa) é a palavra de ordem”, a cultura de serviço e atendimento são para Nuno Tomaz “um imperativo”. Como tal, o diretor comercial da GEA acredita que o futuro das agências e dos agentes de viagens “se pode considerar assegurado”.
Como também recorda Maria José Silva, as agências de viagens são “um setor habituado a imensas irregularidades pelo mundo, a cada ano, e sabem bem lidar com a pressão, são muito resistentes, resilientes, digerem bem mudanças, estão habituadas a muita diversidade, são flexíveis, habituadas a “dobrar” mas não a quebrar”. No entanto, a CEO da RAVT aconselha que é necessário reanalisar toda a estrutura da agência de viagens, desde procedimentos a aprendizagens. “Reajustar como sempre à nova realidade, novas técnicas, novas ferramentas, novos procedimentos, reaproveitar tendências que já surgiam timidamente antes, novos produtos, novas formas de vender, novas formas de comprar, novos e diferentes desejos, novas formas e regras para viajar”, destaca.
Uma das bandeiras das agências de viagens que saiu reforçada desta pandemia é a confiança que estas transmitem aos seus clientes na hora das reservas das suas viagens. Neste sentido, Susana Fonseca considera que a “comunicação é um ponto chave que merece uma especial adaptação por parte das agências para com os seus clientes, assim como o marketing digital”. São estes dois pontos-chave que a responsável da Airmet defende que vão “permitir que o cliente não se esqueça da sua existência e relevância a longo prazo e, consequentemente, a preferir o seu agente de viagens a um computador na hora de escolher onde fazer as suas reservas”. Acresce ainda a especialização em determinado produto/serviço por parte da agência, sem descurar os restantes.
No mercado desde 1840, a Viagens Abreu já passou pelas mais diversas crises. Quase 200 anos depois e perante uma crise pandémica, a agência de viagens mais antiga do país continua a acreditar na prevalência das agências de viagens, que “terão um papel fundamental como verdadeiros consultores de viagens”. Pedro Quintela considera que, atualmente, as pessoas “procuram recuperar o “tempo perdido” com qualidade, em segurança e com total transparência em relação aos serviços que adquirem”. É por isso que destaca o papel fundamental que as agências têm na venda e no serviço de “qualidade, antes, durante e depois da viagem”. Por fim, o responsável da Viagens Abreu considera que nas viagens, “e ainda que o relacionamento possa até ser à distância, a pandemia veio evidenciar a mais-valia de um atendimento humanizado e qualificado, que traga conforto e segurança ao passageiro”.

Sobre o autorRaquel Relvas Neto

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Nova Edição: O balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 no turismo, os segredos da Allways, autocaravanismo e dossier tecnologia

A primeira edição de 2023 do Publituris tem com tema principal o balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 feitas por alguns ‘stakeholders’ do setor do turismo. Além disso, a edição revela os segredos do “luxury” da Allways Unique Travel Designers, o segmento do autocaravanismo e um dossier sobre tecnologia no turismo.

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A primeira edição do jornal Publituris faz capa com um balanço de 2022 e as perspectivas para o ano que agora se inicia. Para o efeito, o jornal Publituris ouviu vários intervenientes do setor que antecipam um ano incerto em, por isso, com um otimismo moderado.

A crescente inflação, subida das taxas de juros, menor rendimento disponível por parte das famílias, além da guerra na Ucrânia foram os problemas mais apontados por Francisco Calheiros (CTP), João Fernandes (Turismo do Algarve), Pedro Machado (Turismo do Centro), António Marques Vidal (APECATE), Luís Araújo (Turismo de Portugal), Berta Cabral (Turismo dos Açores), Vítor Costa (Turismo de Lisboa), Eduardo Jesus (Turismo da Madeira), Vítor Silva (Turismo do Alentejo), Eduardo Santander (ETC), Julia Simpson (WTTC), Pedro Costa Ferreira (APAVT), Adriano Portugal (Mercado das Viagens), Álvaro Vilhena (Viajar Tours), Luís Henriques (Airmet), Tiago Encarnação (Lusanova), Amaro Correia (Iberobus), Eduardo Cabrita (MSC Cruzeiros), Paulo Pinto (Europcar), Francisco Teixeira (Melair Cruzeiros), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), José Lopes (easyJet), Marie-Caroline Laurent (CLIA) e Paulo Geisler (RENA).

Na “Distribuição”, damos a conhecer (alguns) segredos da Allways Unique Travel Designers, uma marca do grupo Travelstore, que atua no segmento “luxury”.

O dossier desta edição é dedicado à Tecnologia. Tendo a pandemia realçado a relevância da tecnologia e digitalização para a recuperação e o avanço da indústria das viagens, esta veio demonstrar a necessidade de acelerar os processos.

Além de ouvidas várias opiniões de quem está no terreno, também damos a conhecer algumas das soluções implementadas pela HiJiffy, Paraty Tech, Amadeus, Mastercard, Travelport, Roiback, Google, Optigest, XLR8RM, CLEVER/HOST e Vasco.

Para fechar, fazemos uma análise ao mercado do autocaravanismo que, depois de ter sido um dos segmentos turísticos com maior aumento de procura durante a pandemia, continua em alta e revela expectativas positivas para o futuro.

Além do Check-in, as opiniões pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Dana Dunne (eDreams ODIGEO) e António Paquete (economista e consultor de empresas).

Boas leituras!

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W Algarve contrata novo diretor de marketing e comunicação

Henrique Pires é a nova aposta do W Algarve para dirigir o departamento de marketing e comunicação da unidade hoteleira, como anunciado em comunicado.

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Com 11 anos de experiência no setor hoteleiro, o profissional setubalense começou o seu percurso profissional no Pine Cliffs Hotel, passou pelo Waldorf Astoria Ras Al Khaimah e fez carreira na cadeia Minor Hotels, onde foi responsável pelas áreas do marketing e comunicação dos Anantara Hotels & Resorts e dos Tivoli Hotels & Resorts, em Portugal.

Chega agora ao recém-aberto W Algarve, onde irá desempenhar funções como diretor de marketing e comunicação.

“Estou muito contente e entusiasmado por me juntar à fantástica equipa do W Algarve e abraçar este novo desafio. É um grande orgulho para mim trazer as minhas ideias e visão para um hotel que abriu há cerca de meio ano e que já conquistou tanto terreno na região”, garante Henrique Pires.

O W Algarve marca o primeiro Hotel da marca W a abrir em Portugal. Situado no topo das icónicas falésias do sul de Portugal, o recém-aberto W Algarve junta-se à família de W Escapes, oferecendo “uma mistura de descontração à beira-mar com uma energia exuberante”, como referido em comunicado.

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Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

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O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Hotel Vila Raia
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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

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A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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