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“Oferecemos um serviço ainda mais uniforme e de elevada qualidade”

Recentemente, o Clube Viajar aderiu ao Grupo Lufthansa City Center, uma das maiores redes de agências de viagens da Europa. Augusto Morais, diretor-geral da agência portuguesa, explica as vantagens e fala sobre os desafios do setor.

Raquel Relvas Neto
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“Oferecemos um serviço ainda mais uniforme e de elevada qualidade”

Recentemente, o Clube Viajar aderiu ao Grupo Lufthansa City Center, uma das maiores redes de agências de viagens da Europa. Augusto Morais, diretor-geral da agência portuguesa, explica as vantagens e fala sobre os desafios do setor.

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O ano passado obrigou a “grandes sacrifícios em termos de sustentabilidade financeira” a muitas agências de viagens e o Clube Viajar não foi exceção. Contudo, a estagnação do negócio foi encarada como uma oportunidade para implementar novos projetos desde a adesão ao Lufthansa City Center, mas também ao desenvolvimento dos ‘websites’, novos ‘softwares’, formação da equipa e aposta em certificações. Augusto Morais, diretor geral do Clube Viajar, aponta as vantagens de integrar uma das maiores redes de agências de viagens na Europa num ano de desafios como este.

12 meses após o início da pandemia, que balanço faz da atividade turística no geral e do Clube Viajar em particular?
2020 será, certamente, recordado como um dos piores anos de sempre em muitos setores, nomeadamente o nosso. Estamos a viver uma crise sem precedentes, que fará muitas baixas, que obrigará a muitos ajustes e que nos obriga a viver em modo de “sobrevivência”. O turismo foi das primeiras áreas a ser afetada e será uma das últimas a recuperar, pelo que o balanço é, obviamente, extremamente negativo. No caso do Clube Viajar, apesar de termos tido algumas reservas no nosso departamento de Corporate ao longo do ano, e de um verão que nos trouxe algum movimento em termos de viagens e estadias de lazer, foram 12 meses muito difíceis e de grandes sacrifícios em termos de estabilidade financeira, com uma faturação quase residual.

Augusto Morais

Neste período, o Clube Viajar aderiu ao Grupo Lufthansa City Center. No que consiste esta adesão? Que vantagens traz para o Clube Viajar?
O grupo Lufthansa City Center (LCC) é uma das três maiores redes de agências de viagens da Alemanha, ocupa o quinto lugar na Europa, e é um dos grupos de agências de viagens internacionais com um dos crescimentos mais rápidos do mundo (mais de 500 escritórios em cerca de 85 países). As agências de viagens LCC mantêm o seu ‘status’ de empresa independente, utilizando a marca Lufthansa City Center e aproveitando as vantagens de uma rede sustentada. Não houve, portanto, qualquer alteração a nível orgânico ou legal no Clube Viajar – adicionámos a marca LCC ao nome da nossa empresa, marcando assim a nossa identidade corporativa e completando o leque de serviços oferecidos aos nossos clientes. Com uma gama completa de soluções de gestão de viagens, o Lufthansa City Center combina flexibilidade e inovação, competência e experiência com um portefólio de serviços abrangente, uma equipa motivada e os benefícios de uma rede mundial. Com base nesses ativos-chave, as ideias de viagem do cliente são realizadas profissionalmente, garantindo uma alta satisfação do cliente combinada com uma excelente relação preço-desempenho baseada em um relacionamento confiável com o cliente.

De que forma esta adesão contribui para a diferenciação do Clube Viajar no mercado?
Em conjunto com a rede Lufthansa City Center, oferecemos uma marca reconhecida em todo o mundo, um serviço ainda mais uniforme e de elevada qualidade, e que se reflete nos nossos segmentos de especialização: Corporate, Lazer e DMC. Foi também a oportunidade perfeita para investirmos mais na nossa área de DMC, já que passámos a ter uma maior projeção, capacidade de negociação e de comercialização.

Este foi um dos projetos em gaveta que colocaram em prática neste último ano. Que outros projetos puderam ser desenvolvidos com a estagnação do negócio que a pandemia obrigou?
A adesão ao Lufthansa City Center já estava a ser pensada desde 2019 e avançou no início de 2020. Tem sido um projeto extremamente desafiante e até exigente, mas muito gratificante, e conseguimos ser distinguidos como “Top Performer” em 2020.
Para além deste, aproveitámos esta “paragem forçada” para avançar com o desenvolvimento dos nossos sites (estando para breve a plataforma de reservas online), para uma mudança de software, para novas certificações, para providenciar mais formação aos nossos colaboradores.Tudo o que seria mais difícil de concretizar num ano “normal”.

Quais as mais-valias que estes projetos colocados agora em prática trouxeram para o Clube Viajar?
Acima de tudo, estamos mais prontos do que nunca. Dispomos de recursos humanos e técnicos, aprimorámos procedimentos e temos todas as bases necessárias para um crescimento sustentável e sustentado. Todos os projetos acabaram por se interligar, e fortaleceram a nossa empresa. O Clube Viajar tentou, dentro do possível, fortalecer-se durante a pandemia, concretizando de forma mais ponderada e com mais tempo projetos que estavam pensados há algum tempo.

Que certificações conquistaram?
Para além da certificação pela APCER em Sistema de Gestão de Qualidade desde 2011 (ISO 9001), avançámos com o processo de certificação em Sistema de Gestão Ambiental (ISO 14001) e em Sistema de Responsabilidade Social (NP 4469), reforçando assim os princípios que nos regem desde a nossa fundação. Consideramos que as empresas têm um papel fundamental nestas duas áreas, e estas certificações permitiram-nos sermos mais rigorosos e até conscientes, contribuindo para um crescimento sustentado e responsável da nossa empresa e para uma ainda maior satisfação dos nossos clientes.

Que outras novidades o Clube Viajar tem planeado lançar no mercado?
Temos um novo projeto em mãos, relacionado com Turismo Sustentável, mas que ainda é prematuro divulgar. Acreditamos que será mais uma forma de consolidarmos a nossa imagem e posição no mercado e de estabelecermos parcerias muito produtivas.

Estado do setor
Muitas agências de viagens têm-se mantido à tona devido aos apoios estatais. O que considera que vá acontecer ao setor da distribuição turística quando estes apoios terminarem?
De todos os apoios, consideramos o lay-off o mais importante. Tem sido, sem qualquer margem para dúvida, uma autêntica tábua de salvação para muitas empresas que, de outra forma, e face a quebras elevadíssimas na faturação, não teriam como cumprir com as suas obrigações para com os colaboradores. Esperamos poder contar com esse apoio por mais algum tempo, porque mesmo que haja alguma recuperação até ao final deste ano, estaremos ainda longe de poder gerir as nossas empresas de uma forma mais tranquila.
Destaco também a recente Linha de Crédito para reembolso dos vouchers emitidos ao abrigo do DL 17/2020, não só porque vamos poder, finalmente, cumprir com as nossas obrigações para com os clientes, mas também porque consideramos que irá trazer mais confiança ao mercado. Se alguns duvidavam das vantagens de reservar as suas viagens ou férias numa agência de viagens, esta pandemia serviu para as dissipar.

Quais as previsões de negócio para este verão?
De alguma melhoria, mas sem grande entusiasmo, porque acredito que só em 2022 os clientes se sentirão mais confortáveis para viajar. De realçar que está a ser feito um enorme esforço e investimento por parte de hotéis, agentes locais, companhias aéreas, rent-a-car, companhias de cruzeiros, etc., no sentido de assegurar o máximo conforto e segurança aos viajantes, mas é necessária estabilidade nas regras: neste momento, podemos ter alguma liberdade de movimentos numa determinada semana mas, na semana seguinte, surgem inúmeras restrições ao tráfego aéreo não só em Portugal como em qualquer outro país do mundo.
Estou em crer que este verão será um pouco melhor do que o de 2020, mas similar em termos de escolha de destino, ou seja, muitas estadias em Portugal e algumas viagens com voos diretos e de curta duração.

Tendo em conta que contam com a vertente de agência de outgoing e de DMC, qual considera que vai ser a área que recuperará mais depressa?
Penso que o DMC será o primeiro a recuperar porque, a nível de mercado interno, Portugal será o principal destino de férias durante este ano, e a nível de mercado internacional / incoming, porque temos uma boa relação qualidade/preço/segurança.
No caso do outgoing, vertente Lazer, já se nota algum movimento, com muitos pedidos de orçamento mas ainda pouca concretização de reservas, e a vertente Corporate será aquela que está mais longe de atingir os números de anos anteriores.

Além das restrições às viagens e situação sanitária, quais os principais constrangimentos que identifica à atividade da distribuição turística?
Inúmeros, e de vários pontos de vista: Financeiro, com os reembolsos que ainda estão por resolver, seja por parte de companhias aéreas, de cruzeiros, hotéis, etc.; Comercial, com uma atitude muito pouco ética por parte de alguns players no mercado, que têm demonstrado um grande desrespeito pelas agências de viagens; Estabilidade, porque vivemos numa autêntica roda-viva de regras que estão em permanente mudança e que afastam os potenciais viajantes. Temos também um grande problema e desafio pela frente, que existe desde 2018, mas que até agora não se tinha feito sentir verdadeiramente: o Decreto-Lei 17/2018. A pandemia não nos trouxe responsabilidades acrescidas, mas revelou a fragilidade dos nossos mecanismos de defesa, nomeadamente a nível de seguros. De qualquer forma, se ainda há constrangimentos, poderíamos estar neste momento com muitíssimos mais, não fosse o trabalho crucial da APAVT durante estes últimos 12 meses, fundamental para os seus associados e também não associados, e a quem deixamos o nosso sincero agradecimento.

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, “ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023”.

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, “o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria”.

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

“Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo”, indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do “bom funcionamento desta rota nos meses de verão” e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

“Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

“Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México – que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana – com mais três voos semanais, até 13 frequências – e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana”, indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

“Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19”, congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, “o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada”.

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas “boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano”.

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma “parceria exclusiva”, que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

“A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança”, afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana “combina perfeitamente” com a rede da Gol no Brasil.

“Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América”, acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

“O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo “fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais” e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

“Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora”, disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o “cruzeiro espacial” e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ – sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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Certificado europeu mais perto de se tornar ‘standard’ global

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE.

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Albânia, Andorra, Ilhas Faroé, Israel, Mónaco, Marrocos e Panamá são os países e territórios mais recentes a adoptar  o sistema europeu do certificado  COVID Digital da União Europeia.

A Comissão Europeia anunciou que os  certificados COVID-19 emitidos pelos países referidos são equivalente ao Certificado COVID Digital da União Europeia.

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE, existindo atualmente 42 países, incluindo os 27 Estados-membros, que integram o sistema europeu, o que o está a converter num ‘standard’ internacional.

Didier Reynders, comissário da Justiça, destacou que esta situação  permite que todos ganhem: “os cidadãos podem desfrutar do seu direito de livre circulação e as empresas, assim como o setor dos transportes, podem começar a compensar as perdas dos últimos meses”.

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“Turismo e mobilidade sustentável” em debate no Algarve

Debate “Turismo e Mobilidade Sustentável” está inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, decorre a 17 de setembro, e pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

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O Centro Europe Direct Algarve, em parceria com a CCDR Algarve e a Região de Turismo do Algarve (RTA), promovem na próxima sexta-feira, 17 de setembro, o debate “Turismo e Mobilidade Sustentável”, inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, que pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

Num comunicado enviado à imprensa, a organização do evento explica que “esta será uma oportunidade única para debater os desafios e as prioridades do Algarve, de Portugal e da Europa no âmbito do turismo e da mobilidade sustentável, mas sobretudo para ouvir e responder às perguntas do público que estará a assistir à conversa em direto”.

“Com o mote da Conferência sobre o Futuro da Europa, que até à primavera de 2022 vai ouvir os cidadãos europeus sobre o futuro que pretendem para a União Europeia, o Centro Europe Direct Algarve organiza este fórum de discussão, abrindo o diálogo à região do Algarve e a todos os que nela vivem, com o objetivo de aumentar o nível de conhecimento sobre o projeto europeu”, lê-se no comunicado divulgado pela organização.

Com a participação de João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA),  da eurodeputada  Cláudia Monteiro de Aguiar, de João Ferreira, da DG MOVE da Comissão Europeia, José Apolinário, da CCDR Algarve, e Rodrigo Soares, da Erasmus Student Network, o debate vai decorrer entre as 11h00 e as 13h00, e pode ser acompanhado através da página de Facebook da RTA.

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