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Alemanha confina. Grécia abre. Reino Unido fecha

As notícias vindas da Europa são contraditórias. Enquanto a Alemanha volta a fechar, devido ao aumento de casos, a Grécia, cujos casos também aumentam, abre locais históricos.

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De acordo com um draft preparado pelo gabinete da chanceler alemã, Angela Merkel, antes de uma reunião do Governo, a Alemanha está a planear estender e apertar as restrições em abril, depois dos números indicarem um aumento no número de novos casos de infeção por COVID-19.

No domingo (21 de março), o Instituto Robert Koch informou que o número de novos casos confirmados de coronavírus na Alemanha aumentou em 13.733 para 2.659.516, e o número de mortes relatadas aumentou em 99 para 74.664.

Na última reunião dos líderes, no início deste mês, foi acordada uma abertura cautelosa do país, ignorando as objeções da chanceler Angela Merkel, admitindo que mais variantes infecciosas tornaram a pandemia difícil de controlar.

O instituto alemão revelou que o número de casos por 100.000 habitantes durante uma semana ficou em 103,9 no domingo, acima dos 100 limites. Assim, a reunião que deveria discutir o desconfinamento, mudou completamente a agenda e agora irá discutir a extensão das restrições que deverá continuar até 18 de abril.

Na Grécia, apesar dos números de casos estar a aumentar, o Governo anunciou que vai reabrir a Acrópole em Atenas e outros locais históricos em todo o país e fornecer testes rápidos semanais gratuitos para COVID-19 para todos os residentes do país, enquanto se prepara para reiniciar a temporada de turismo em meados de maio.

As medidas foram anunciadas apesar do aumento contínuo de infeções diárias para 20,9 por 100.000 residentes, numa média móvel de sete dias.

O Governo grego continua a afirmar que, apesar do aumento atual, espera abrir ao turismo, um dos principais impulsionadores da economia, em meados de maio.

No Reino Unido, por sua vez,  o Governo de Boris Johnson prepara-se para colocar França na "lista vermelha" dos países cujos passageiros necessitam de realizar quarentena num hotel à entrada do país.

Esta decisão vem na sequência do número de casos, devido à variante sul-africana, ter registado um aumento significativo, levando, inclusivamente, o Governo de Macron a decretar  um novo confinamento de quatro semanas em diversas cidades do país, após os números de novos casos terem ultrapassado os 30.000 no passado domingo.

 

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Algarve promove seminário sobre artesanato e turismo cultural

O seminário “Algarve Craft & Food – Internacionalização de artesanato, produtos alimentares locais e turismo criativo” decorre a 27 de outubro, na Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve, em Faro.

A Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve, em Faro, recebe, a 27 de outubro, o seminário "Algarve Craft & Food - Internacionalização de artesanato, produtos alimentares locais e turismo criativo", iniciativa que se insere no projeto “Algarve Craft & Food” e que visa dinamizar o turismo cultural e criativo na região.

"Dirigido a artesãos, designers, produtores agroalimentares, chefs de cozinha e agentes turísticos, o seminário Algarve Craft & Food pretende contribuir para o aumento das competências de internacionalização do artesanato, dos produtos alimentares locais e do turismo cultural e criativo da região", explica o Turismo do Algarve, em comunicado.

Com início pelas 09h45, o seminário arranca com a sessão de abertura, na qual participa João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), bem como João Amaro, diretor executivo da Tertúlia Algarvia, e João Ministro, da QRER-Cooperativa para o Desenvolvimento dos Territórios de Baixa Densidade, as três entidades que organizam a iniciativa.

"O seminário pretende dar a conhecer casos de boas práticas nacionais e internacionais, em matéria de internacionalização de indústrias culturais e criativas, e promover a exploração de sinergias para a criação de programas de turismo cultural e criativo no Algarve", acrescenta a entidade regional de turismo.

As inscrições para o seminário já se encontram a decorrer e podem ser realizadas através do website do seminário, em https://algarvecraftandfood.pt/inscricao, onde é também possível conhecer o programa completo do evento e consultar outras informações sobre o projeto.

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Tailândia reabre fronteiras a 1 de novembro para turistas vacinados de 46 países, Portugal incluído

Portugal é um dos 46 países cujos turistas voltam a poder visitar a Tailândia e sem necessidade de quarentena, desde que tenham a vacinação completa e apesar de se manterem alguns requisitos.

A Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) anunciou que o país vai reabrir as fronteiras a 1 de novembro para turistas vacinados contra a COVID-19 de 46 países, incluindo Portugal, data em que deixa também de ser necessário realizar quarentena para entrar no país, ainda que se mantenham alguns requisitos.

Além de Portugal, também os turistas completamente vacinados da Austrália, Áustria, Bahrein, Bélgica, Butão, Brunei Darussalam, Bulgária, Camboja, Canadá, Chile, China, Chipre, República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Letônia, Lituânia, Malásia, Malta, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Qatar, Arábia Saudita, Singapura, Eslovénia, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça , Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, EUA e Hong Kong passam a poder voltar a fazer turismo na Tailândia.

Apesar da reabertura e da quarentena deixar de ser exigida, mantêm-se alguns requisitos que os turistas destes países devem cumprir, sendo, desde logo, necessário possuir um certificado de vacinação com uma das vacinas aprovadas pela OMS, Certificado de Entrada (COE) na Tailândia, que pode ser obtido online, através do link https://coethailand.mfa.go.th/, bem como um teste PCR negativo e realizado até 72 horas antes da viagem ou um certificado médico de recuperação da doença não superior a três meses.

Além disso, é ainda exigido que os turistas possuam um seguro com cobertura claramente identificada, não inferior a 50.000 USD, que cubra o "custo do tratamento e outras despesas médicas associadas à infeção por COVID-19, incluindo hospitalização por todo o período na Tailândia" e tenham a "confirmação de pagamento para uma estadia mínima de uma noite, na chegada às instalações de quarentena aprovadas".

"O pré-pagamento deve cobrir a acomodação de uma noite, o teste RT-PCR COVID-19 necessário e um Kit de teste de antígeno (ATK)", especifica a TAT.

Já os viajantes com menos de 12 anos e que sejam acompanhados pelos pais ou responsáveis, ficam isentos da apresentação do certificado de vacinação, mas devem apresentar "um Atestado Médico com resultado de laboratório RT-PCR indicando que o COVID-19 não foi detetado, emitido no máximo 72 horas antes da viagem".

É também necessário realizar uma "triagem de saída antes da partida para a Tailândia" e, após chegarem ao aeroporto internacional da Tailândia, "os viajantes devem seguir diretamente para o centro de testes COVID-19, ou para o alojamento que reservaram e submeterem-se ao teste RT-PCR obrigatório no Dia 0-1".

Os turistas destes 46 países devem também instalar a aplicação MorChana e aguardar dentro do alojamento pelo resultado do teste, que, segundo a TAT, "deve estar disponível no mesmo dia" e, em caso de resultado negativo, "os viajantes podem viajar para qualquer lugar na Tailândia".

Cada viajante receberá ainda "um ATK pré-pago no momento da reserva do alojamento", com a  TAT a alertar ainda que "qualquer viajante que apresente sintomas de COVID-19 deve fazer um teste imediatamente, usando o ATK fornecido".

"Se não sentir nenhum sintoma, os viajantes devem usar o ATK fornecido para o autoteste do COVID-19 nos dias 6-7 e mostrar o resultado ao staff do hotel ou alojamento, bem como registar o resultado no aplicativo MorChana. Se algum viajante apresentar sintomas de COVID-19, a equipa do Hotel / AQ deve notificar imediatamente os responsáveis pelo controlo de doenças transmissíveis da sua região", acrescenta a TAT.

Já os viajantes destes países que ainda não estejam completamente vacinados contra a COVID-19 ou que não tenham recebido qualquer dose da vacina, devem realizar uma quarentena de 10 dias.

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Portugal arrecada 26 prémios na gala europeia dos World Travel Awards

Portugal conquistou 26 prémios na gala europeia dos ‘Óscares do turismo’, que decorreu esta sexta-feira, 22 de outubro, e na qual Algarve, Madeira e Açores foram destaque.

Na última edição da gala europeia dos World Travel Awards (WTC), considerados os óscares do turismo, Portugal arrecadou 26 galardões, com destaque para o Algarve, Madeira e Açores, que foram considerados os melhores destinos de praia, insular e de aventura da Europa, respetivamente.

A cerimónia de atribuição dos prémios, que distinguem o melhor do turismo na Europa a cada ano, decorreu à meia-noite desta sexta-feira, 22 de outubro, e voltou a colocar Portugal em destaque, já que também o Porto de Lisboa foi eleito, pela sétima vez consecutiva, como o melhor porto de cruzeiros da Europa.

Já a TAP foi distinguida como melhor a melhor companhia aérea nas ligações entre a Europa e a América do Sul, assim como entre a Europa e África; o Turismo de Portugal foi eleito como o melhor organismo oficial de turismo e o Dark Sky Alqueva recebeu um prémio de Turismo Sustentável.

Nos cruzeiros, a DouroAzul ganhou na categoria de melhor empresa europeia de cruzeiros e os Passadiços do Paiva também voltaram a ser distinguidos, vencendo nas categorias de melhor atração turística da Europa e melhor projeto de desenvolvimento turístico.

Na hotelaria, os prémios também foram vários e distinguiram unidades de norte a sul, começando logo na Amazing Evolution, que foi considerada o melhor operador de hotéis boutique da Europa.

Já o Pestana CR7 Lisboa ganhou na categoria de melhor hotel lifestyle da Europa, categoria em que também o Conrad Algarve foi distinguido ao nível dos resorts, enquanto o Valverde Hotel foi considerado o melhor boutique hotel de luxo e o Vila Vita Parc arrecadou o galardão de melhor hotel com villas de luxo.

Destaque ainda para o The Lake Resort, que ganhou o prémio enquanto melhor resort lifestyle de luxo, e o Dunas Dourada Beach Club, que foi considerado o melhor espaço de resort e villas de luxo.

O Cascada Wellness Resort foi ainda distinguido como melhor resort europeu para o segmento desportivo, o Hotel 1908 Lisboa foi considerado o melhor hotel de design da Europa e o Club Med da Balaia foi eleito o melhor resort 'tudo incluído'.

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BTL 2022 arranca dentro de 145 dias

De acordo com Pedro Braga, diretor-geral Adjunto da Fundação AIP, a BTL 2022 assentará em quatro vetores: internacionalização, reforço da representação nacional, formação e o BTL LAB. Além disso, também a venda direta ao consumidor final será “mais abrangente”.

Victor Jorge

A 145 dias do arranque do evento, foi apresentada a mais importante feira do setor do turismo em Portugal. A Bolsa Turismo Lisboa 2022 terá lugar na Feira Internacional de Lisboa (FIL) de 16 a 20 de março, num evento que, segundo o presidente da Fundação AIP, Jorge Rocha de Matos, será “forçosamente diferente”, mas que assume, “enquanto Fundação AIP temos a responsabilidade e o desafio de dar o apoio a todos os setores de atividade da nossa economia, neste caso particular, ao turismo”.

O presidente da Fundação AIP reconheceu, durante a apresentação oficial da BTL 2022 que “temos uma maratona pela frente”, admitindo que “temos de vencê-la”.

Certo é que “os negócios fazem-se de forma direta e de olhos nos olhos”, salientando Rocha de matos que “vamos voltar a colocar o turismo no local que merece”.

Do lado mais operacional, Pedro Braga, diretor-geral Adjunto da Fundação AIP, começou por referir que a BTL “é a montra do turismo nacional”, querendo afirmá-la, desde já, como “o marketplace do turismo em Portugal”.

Certo é que a BTL 2022 assentará em quatro vetores. O primeiro é a internacionalização, ficando Pedro Braga o objetivo de “não ter o maior programa de buyers na Europa, mas sim o melhor e de maior valor acrescentado”, referindo que “conta com a ajuda de todos para cumprir esse objetivo”.

Para já, será colocada no terreno uma campanha de promoção, ou melhor, de notoriedade que, segundo a organização, “terá como finalidade atrair novos países”.

De resto, o objetivo principal é, “no prazo de 10 anos, colocar a BTL a ser considerada como uma das maiores feiras internacionais do turismo”.

Admitindo que o pretendido é ter “uma forte representação presencial”, até porque, segundo Pedro Braga, “não nos revemos no digital, apesar de sabermos da sua importância”, o responsável salienta que “nada substitui o face-to-face”.

Como segundo vetor aparece o reforço da representação nacional, apostando-se na diversificação e diferenciação, apresentando Pedro Braga como terceiro vetor a formação, numa altura em que os recursos humanos assumem uma importância capital. Finalmente, o reforço do BTL LAB foi exposto como o quarto vetor, havendo um último ou adicional que coloca um reforço extra na venda direta ao consumidor final, oferta essa que, segundo Pedro Braga terá de ser “mais abrangente”.

De resto, a BTL 2022 apresenta Anadia como município convidado, enquanto Porto e Norte será o destino nacional convidado. A nível internacional, o destino convidado da edição de 2022 será a República Dominicana.

 

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Pauliteiros de Miranda promovem candidatura a património da UNESCO na Expo Dubai 2020

Iniciativa do Turismo do Porto e Norte e da AICEP visa dar a conhecer o Norte de Portugal no Dubai e promover a candidatura a Património Imaterial da UNESCO.

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Os Pauliteiros de Miranda do Douro vão representar o destino Porto e Norte de Portugal na Expo Dubai 2020, que decorre no Dubai até final de março de 2022, numa iniciativa que, além do turismo regional, pretende também chamar a atenção para a candidatura a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO.

De acordo com o Turismo do Porto e Norte de Portugal, a iniciativa, que conta com o apoio da entidade regional de turismo e da AICEP, prevê duas atuações dos Pauliteiros de Miranda do Douro na Expo Dubai 2020, ambas a ter lugar no próximo domingo, 24 de outubro.

"Como é tradição os Pauliteiros serão acompanhados por um grupo de músicos, nomeadamente um gaiteiro, um tocador de bombo e um tocador de caixa, num total de 15 elementos em atuação", avança o Turismo do Porto e Norte de Portugal, explicando que a iniciativa visa "promover esta prática ancestral e dar visibilidade à candidatura dos Pauliteiros de Miranda do Douro a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, na categoria de manifestações musicais e correlacionadas".

"Esta tradição de Miranda do Douro, remonta ao século III e, inicialmente, era uma espécie de preparação para a guerra. Hoje é um manifesto de celebração das colheitas e do Solstício de Verão e uma dança de paz", acrescenta o Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte, explica que a participação na Expo Dubai 2020 “representa a ambição do destino em marcar uma posição no Médio Oriente, a região turística mundial que é apontada como a que irá ter maior crescimento até 2030, e é igualmente uma excelente oportunidade para realizar um conjunto de encontros com operadores e órgãos de comunicação social do Médio Oriente”.

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Golfe no Algarve recupera e já está em “níveis muito altos” de procura

Presidente do Turismo do Algarve disse à Lusa que, na região, a procura de golfe deverá aumentar até novembro e que se espera uma nova subida em fevereiro e março.

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O presidente do Turismo do Algarve, João Fernandes, revelou esta quinta-feira, 21 de outubro, que o golfe na região está em “níveis muito altos” de procura, existindo a expetativa de que este aumento de procura se mantenha também em fevereiro e março.

De setembro a novembro, estamos com níveis muito altos de procura”, afirmou o presidente do Turismo do Algarve à Lusa, frisando que a retoma neste segmento de mercado pode até “ter procura a partir de fevereiro ou março” de 2022, após o levantamento de restrições às viagens no Reino Unido devido à pandemia.

João Fernandes recordou que o golfe contou sempre com a “infeliz coincidência de as épocas de confinamento coincidirem com os períodos de maior procura habitual”, mas destacou que, “a partir de setembro do corrente ano, passou a angariar uma procura”, impulsionada por “dois fenómenos” que classificou como “interessantes”.

A retoma da procura foi, segundo o responsável, influenciada por “sucessivas reservas que eram adiadas e que se confirmaram, os chamados ‘rebookings’”, e por uma “procura de ‘last minute’, muito próxima do local de execução da própria reserva”, mas está “ancorada também numa retoma do mercado britânico e irlandês, que representam 73% das voltas de golfe no Algarve”.

“Estando inclusive a decorrer nestes dias a IGTM [International Golf Travel Market], no País de Gales, que é a principal feira do mercado de golfe, tive oportunidade de recolher ‘in-loco’ o ‘feedback” dos 40 campos do Algarve, que é um ‘feedback’ muito positivo, com campos praticamente cheios até final de novembro e ainda com alguma procura para dezembro”, afirmou.

Segundo o presidente do Turismo do Algarve, “as expectativas, sobretudo a partir de março, e em alguns casos em fevereiro até”, apontam para um “mercado do golfe que está a retomar em força” e se somam a um “comportamento muito positivo” do principal mercado para este produto no Algarve, o britânico e irlandês.

Opinião idêntica tem também Elidérico Viegas, presidente da AHETA - Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, que disse à Lusa que as “perspetivas no golfe, atendendo às circunstâncias, estão a ser bastante boas”, com “uma recuperação após quase mais de ano e meio sem turistas e praticamente sem atividade”.

De acordo com o responsável, a procura pelo golfe no Algarve “apresenta já uma recuperação interessante, sendo que o expectável levantamento das restrições nos países de origem dos turistas deverá também “traduzir-se num aumento gradual da procura para esse segmento de mercado”.

O presidente da AHETA realça, no entanto, que a procura não está ainda ao nível “daquilo que era habitual antes da pandemia”.

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Nova vaga alastra na Europa sobretudo em regiões com menos vacinação

Tudo indica que uma nova vaga da COVID-19 está a ganhar terreno na Europa, destacando-se os países com taxas de vacinação mais baixas.

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Uma nova vaga da COVID-19 está a ganhar terreno em toda a Europa e a atingindo sobretudo os países com taxas de vacinação baixas, mas também os jovens, e obrigando os governos a reimpor restrições.

A situação é sentida com mais impacto no centro e leste europeu, onde os níveis de vacinação seguem o cenário russo e se mantêm baixos.

Naquela zona, a Ucrânia, a Letónia, a Roménia, a Bulgária, a República Checa, a Polónia, a Sérvia e a Croácia são os países onde o aumento das infeções está a pressionar mais os sistemas de saúde e a alarmar o resto da Europa.

Ucrânia 
Na terça-feira, 19 de outubro, a Ucrânia, onde apenas 16% da população está vacinada, registou um recorde de 538 mortes e 15.579 novos infetados em 24 horas.

Desde o início da pandemia, mais de 61.000 pessoas morreram oficialmente devido ao coronavírus na Ucrânia, pelo que o país, onde vivem 45 milhões de habitantes, é proporcionalmente um dos que mais mortes apresenta na Europa.

O Governo de Kiev decidiu, face à situação, voltar a adotar restrições em eventos públicos e salas de espetáculos.

Letónia
Também a Letónia, um dos países com menor taxa de vacinação na União Europeia, decidiu voltar ao confinamento – durante cerca de um mês – e ao recolhimento obrigatório face ao agravamento do número de infeções por COVID-19.

Na segunda-feira, 18 de outubro, o Centro de Prevenção e Controlo de Doenças da Letónia avançou que a taxa de incidência da doença no país é de 864 pessoas por cada 100.000 habitantes, constituindo atualmente uma das mais altas do mundo.

Roménia
A Roménia, que até agora só conseguiu vacinar um terço dos seus 19 milhões de habitantes, apresenta atualmente a segunda taxa mais alta do mundo em termos de mortes por tamanho de população, registando 18 vítimas mortais por cada milhão de pessoas.

Bulgária 
A baixa taxa de vacinação também está a afetar a Bulgária que, na terça-feira, 19 de outubro, registou quase 5.000 novas infeções em 24 horas, o maior número desde março passado, enquanto 214 pessoas morreram de COVID-19 num único dia.

A Bulgária continua no último lugar da lista de países da União Europeia em termos de população vacinada, com apenas 23,9% das pessoas com o esquema completo.

Por isso, o Governo admitiu estar a ponderar a introdução de novas restrições, como limitar o acesso a eventos desportivos, culturais e de lazer apenas a pessoas vacinadas, curadas ou com um teste de coronavírus negativo.

República Checa 
A República Checa foi também atingida por um aumento acentuado do número de infetados, contabilizando, na terça-feira, 19 de outubro, 3.246 novos casos em 24 horas, o que representa mais do dobro dos casos diários na semana anterior.

O valor constituiu um recorde desde 20 de abril e levou o Governo a reintroduzir medidas restritivas para controlar a pandemia, como o uso obrigatório de máscaras faciais em locais de trabalho e escolas.

Polónia 
Mais drástico foi o ministro da Saúde da Polónia que, perante a duplicação do número de novos casos em 24 horas registada na quarta-feira, 20 de outubro, propôs que a polícia passe a emitir multas em vez de “simplesmente repreender os cidadãos que não cumpram as restrições”.

Segundo o ministro, Adam Niedzielski, a Polónia está a viver uma “explosão pandémica”, com 5.559 novos infetados e 75 mortos entre terça e quarta-feira, o que, alertou, “vai obrigar a tomar medidas drásticas”.

A campanha de vacinação na Polónia está estagnada há alguns meses e apenas 52% dos polacos têm o esquema já completo.

Sérvia 
Após várias semanas a ultrapassar os vários milhares de novas infeções diárias e as cerca de 50 mortes por dia, a Sérvia decidiu, na quarta-feira, 20 de outubro, adotar os passes covid-19 para locais de entretenimento fechados, como restaurantes, bares e discotecas.

A primeira-ministra sérvia, Ana Brnabic, disse que a nova medida entra em vigor no sábado e será aplicada a partir das 22h00.

A decisão foi também tomada na sequência de vários pedidos de especialistas médicos para que as autoridades imponham restrições severas face às baixas taxas de vacinação no país.

A Sérvia já soma mais de 1 milhão de infetados e quase 10.000 mortes no país desde o início da pandemia, mas só cerca de metade dos adultos estão vacinados.

Croácia 
As infeções pelo coronavírus SARS-Cov-2 também têm aumentado na Croácia, onde foram registados, na quarta-feira, mais de 3.000 novos casos em 24 horas, atingindo o maior número dos últimos meses.

O número representa uma subida de cerca de 1.000 doentes em relação à média diária contabilizada na semana passada.

A Croácia também tem uma taxa de vacinação de cerca de 50% de sua população adulta, mas, segundo a imprensa local, as pessoas começaram, na quarta-feira, a fazer filas nos locais de vacinação da capital, Zagreb, após a divulgação do aumento mais recente do número de novos infetados.

Rússia 
A nova vaga no leste da Europa parece refletir o que se passa na Rússia, onde os números associados à pandemia continuam a bater recordes diários, com o país a registar mais de mil mortes diárias causadas pela COVID-19.

Até ao momento, 47,2 milhões de russos receberam as duas doses da vacina contra a COVID-19 em todo o país, ou seja, menos de um terço da população, tendo o organismo de saúde pública do país defendido, esta semana, a necessidade de adotar aquilo que chamou “dias não úteis”, ou seja, sem trabalho, para combater os contágios.

Em Moscovo, a cidade onde a situação é mais grave, serão, pela primeira vez, adotados confinamentos para aqueles com mais de 60 anos e ainda não vacinados.

Reino Unido
O Reino Unido registou, na terça-feira, 19 de outubro, 223 mortes por COVID-19 em 24 horas, o maior número diário desde março e que confirmou o aumento sustentado das últimas semanas.

O surto está concentrado nos menores de 20 anos não vacinados, mas está a espalhar-se também para os seus pais de meia-idade, aumentando gravemente as hospitalizações.

O diretor executivo da confederação do NHS (o serviço inglês de saúde pública), Matthew Taylor, pediu na quarta-feira ao Governo britânico que restabeleça restrições face ao aumento contínuo de casos e consequente pressão sobre os hospitais, sobretudo numa altura em que está a chegar o inverno.

Perante os indícios de nova vaga de COVID-19, o Governo britânico admitiu ter se de preparar para “um inverno difícil”, mas afastou a possibilidade de voltar a adotar as restrições já suspensas.

A Irlanda, por seu lado - que já vacinou quase 90% das pessoas com mais de 12 anos - decidiu adiar o levantamento, agendado para a próxima semana, de algumas medidas de restrição e manter a obrigação de usar máscara em espaços interiores, como discotecas, lojas e transportes públicos.

Países Baixos
Outro país da Europa ocidental que está a viver um ressurgimento da COVID-19 é os Países Baixos, que registou um crescimento de 44% no número de novos infetados na semana passada.

As autoridades sanitárias locais registaram 25.750 novos casos de COVID-19 nos últimos sete dias, face aos 17.850 contabilizados na semana anterior, aumento que aconteceu sobretudo nas regiões de maioria calvinista, onde as taxas de vacinação são muito mais baixas.

Para já, não estão a ser ponderadas novas medidas restritivas de combate ao surto. (Lusa)

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Marrocos suspende voos com Alemanha, Reino Unido e Países Baixos devido ao agravamento da COVID-19

Suspensão de voos entra em vigor às 23h59 desta quarta-feira, 20 de outubro, e não tem data para terminar

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As autoridades marroquinas decidiram suspender, a partir da meia-noite desta quinta-feira, 21 de outubro, os voos de e para a Alemanha, Reino Unido e Países Baixos, devido à evolução da situação da COVID-19 nestes três países.

"Suspensão pelas autoridades marroquinas, a partir de 20/10/2021 às 23:59 e até novo aviso, dos voos de e para: Alemanha, Países Baixos e Reino Unido”, anunciou o organismo marroquino que gere os aeroportos na rede social Twitter, segundo a Lusa.

A Lusa diz ainda que também a Royal Air Maroc (RAM), companhia aérea de bandeira marroquina, confirmou já a suspensão dos voos com estes três países, devido "à evolução da pandemia”.

A Lusa recorda que a Alemanha, o Reino Unido e os Países Baixos são os países europeus com os quais Marrocos possui maior número de ligações aéreas, devido às comunidades  migrantes que ali residem.

A 5 de outubro, Marrocos já tinha suspendido as ligações aéreas com a Rússia pelo mesmo motivo, uma vez que este país tem vindo a apresentar recordes diários de novos infetados pelo coronavírus SARS-Cov-2, que causa a doença COVID-19.

No Reino Unido, a situação também se tem vindo a agravar e o governo britânico já veio dizer que está a “monitorizar muito de perto” uma nova subvariante (‘AY4.2’) da mutação Delta, considerada mais contagiosa que a estirpe inicial e que se espalhou pelo Reino Unido.

Nas últimas semanas, o Reino Unido voltou, por isso, a ultrapassar os 40 mil casos por dia de COVID-19, numa taxa de incidência que, indica a Lusa, é muito maior do que a do resto da Europa, ainda que o número de infeções também esteja a aumentar nos Países Baixos e na Alemanha.

Em Marrocos, cerca de 54% da população já recebeu uma dose da vacina contra a COVID-19 e 43% tem a vacinação completa, mas a meta das autoridades marroquinas passa por vacinar 80% da população, cerca de 30 milhões de pessoas.

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Agosto faz disparar receitas turísticas mas ainda longe dos valores de 2019

Segundo o Banco de Portugal (BdP), em agosto, as receitas turísticas dispararam e cresceram 48,3%, somando 2.014,00 milhões de euros, mas ainda ficam 32,5% abaixo de igual mês de 2019.

Inês de Matos

As receitas turísticas dispararam em agosto e cresceram 48,3%, somando 2.014,00 milhões de euros, valor que, no entanto, continua 32,5% abaixo dos 2.982,98 milhões de euros apurados em igual mês de 2019, quando a pandemia ainda não se fazia sentir, de acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, 20 de outubro, pelo Banco de Portugal (BdP).

Os dados do BdP mostram que, em agosto, as receitas turísticas, que se encontram pelos gastos dos turistas estrangeiros em Portugal, subiram 74,8% face ao valor apurado no mês anterior, quando este indicador se tinha ficado pelos 1.152,38 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 861,62 milhões de euros.

"O crescimento das exportações de viagens e turismo (48,3%) foi o que mais contribuiu para o aumento do excedente da balança de serviços", indica o BdP, no comunicado divulgado com os números de agosto.

Tal como as exportações, também as importações turísticas, que resultam dos gastos dos portugueses no estrangeiro, aumentaram em agosto e cresceram 46,7%, passando de um total de 338,65 milhões de euros no oitavo mês do ano passado para 496,66 milhões de euros em agosto de 2021.

Face a agosto de 2019, continua, no entanto, a existir uma quebra nas importações do turismo e que chega aos 17,3%, uma vez que, no oitavo mês do último ano antes da pandemia, as exportações somavam 600,98 milhões de euros, o que indica uma descida de 104,32 milhões de euros.

A subir esteve também o saldo da rúbrica Viagens e Turismo, que chegou aos 1.517,33 milhões de euros, num aumento de 48,8% face aos 1.019,78 milhões de euros apurados em agosto de 2020. Ainda assim, em comparação com agosto de 2019, também o saldo desta rubrica continua a apresentar uma descida, que chegou aos 36,3%, uma vez que, nessa altura, o montante do saldo era de 2.382,00 milhões de euros.

O BdP diz ainda que "as receitas de turistas provenientes de França, Espanha e Reino Unido, os três principais países de origem das receitas de turistas não residentes, apesar de continuarem aquém dos níveis pré-pandemia (agosto de 2019), aumentaram em relação a julho de 2021 e a agosto de 2020".

No caso de França, as receitas turísticas somaram 615,27 milhões de euros, enquanto as receitas provenientes de turistas espanhóis alcançaram os 320,87 milhões de euros e o mercado do Reino Unido gerou receitas de 223,6  milhões de euros.

No acumulado do ano até agosto, as receitas turísticas somam 5.554,12 milhões de euros, valor que já ultrapassa o registado em igual período de 2020, quando este indicador ficou nos 5428,41 milhões de euros, o que traduz um aumento modesto de 2,3%.

No entanto, em comparação com o acumulado até agosto de 2019, a descida continua a ser bastante expressiva e traduz uma quebra de 56,1%, já que, nessa altura, o valor acumulado das receitas turísticas chegava aos 12,662,77 milhões de euros.

 

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Venezuela restringe voos internacionais por tempo indeterminado

Autoridades venezuelanas justificam a decisão com a necessidade de “garantir a saúde dos cidadãos que residem na Venezuela, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia”.

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As autoridades venezuelanas prolongaram, por tempo indeterminado, as restrições às operações aéreas internacionais em vigor no país e justificam a decisão com a necessidade de "garantir a saúde dos cidadãos que residem na Venezuela, através de políticas que permitam mitigar os efeitos ocasionados pela pandemia gerada pela COVID-19".

Segundo a Lusa, a informação foi divulgada através de um comunicado do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) venezuelano, no qual se informa "o público em geral, exploradores aéreos e agentes de viagem que continuam as restrições às operações aéreas da aviação comercial, aviação geral e privada" de e para o país.

Apenas estão autorizadas, de "forma excecional", "as operações aéreas comerciais para o transporte de passageiros, carga e correio" entre a Venezuela e a Turquia, o México, o Panamá, a República Dominicana, a Bolívia e a Rússia.

As autoridades da aviação civil venezuelanas não precisam, no entanto, por quanto tempo vão estas restrições ser mantidas, esperando-se, no entanto, que venham a vigorar por mais de 30 dias, o tempo normal para restrições às operações aéreas.

Recorde-se que as restrições às operações aéreas na Venezuela começaram a 12 de março de 2020, inicialmente apenas para voos provenientes da Europa e da Colômbia, tendo, depois, sido estendida também a nível global, com o propósito de travar a pandemia da COVID-19 no país.

Desde março de 2020 que a Venezuela está em confinamento preventivo e atualmente tem um sistema de sete dias de flexibilização, seguidos de sete dias de confinamento rigoroso. Internamente, a Venezuela permite a realização de voos comerciais durante os dias de quarentena flexibilizada.

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