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São Tomé e Príncipe. Um tesouro à espera de ser descoberto

O paraíso na terra existe e chama-se São Tomé e Príncipe, um destino que é um autêntico tesouro ainda à espera de ser descoberto e que, apesar da pandemia, o Publituris foi conhecer a convite da STP Airways.

Inês de Matos
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São Tomé e Príncipe. Um tesouro à espera de ser descoberto

O paraíso na terra existe e chama-se São Tomé e Príncipe, um destino que é um autêntico tesouro ainda à espera de ser descoberto e que, apesar da pandemia, o Publituris foi conhecer a convite da STP Airways.

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”” Ilhéu das Rolas, São Tomé e Príncipe

Por muitos anos que viva, não vou esquecer a sensação que senti na primeira vez que pisei a linha do equador. É um sentimento quase mágico, de omnipresença, como se conseguíssemos alcançar o mundo inteiro enquanto estamos ali, sobre a linha imaginária que divide o mundo, pé direito no hemisfério Norte e esquerdo no Sul. Damos por nós a saltar de um lado para o outro desta linha fictícia, como se o facto de a ultrapassarmos num pulo nos levasse, num ápice, de um extremo ao outro do globo.
A linha do equador atravessa 13 países no mundo e um desses países é São Tomé e Príncipe, que o Publituris visitou, entre 9 e 16 de janeiro, a convite da STP Airways, que levou um grupo de três jornalistas a conhecer um destino que “tem um enorme potencial para o turismo, mas que ainda precisa trabalhar e construir infraestruturas para se afirmar”, como nos disse, logo à chegada, João Cardoso, um empresário da construção português, que vive em São Tomé há mais de 40 anos e que tem assistido ao crescimento do turismo no país.
Em São Tomé e Príncipe, a linha do equador atravessa o Ilhéu das Rolas, uma das ilhas mais pequenas que compõem este arquipélago localizado no Golfo da Guiné, descoberto pelos portugueses no século XV e que é um país independente desde 1975. No local, existe um monumento que é composto por um marco que assinala a posição de São Tomé e Príncipe no grau 0 de latitude, num mapa de mosaicos desenhado no chão. Enquanto me entretinha a saltar a linha do equador de um lado para o outro, com uma vista deslumbrante para São Tomé, pensava que este destino é mesmo um tesouro à espera de ser descoberto, com todas as pedras e metais preciosos que esperaríamos encontrar em qualquer tesouro.
Venha com o Publituris descobrir as muitas jóias de São Tomé e Príncipe, país que conta com praias de areias douradas e águas turquesa, florestas tropicais de profundos tons esmeralda, e um povo amistoso que será, talvez, a jóia mais preciosa deste tesouro.

História e capital

”” Ponta Baleia, São Tomé e Príncipe

Chegámos a São Tomé, capital e maior cidade do arquipélago, na manhã de sábado, 9 de janeiro, e seguimos para o Pestana São Tomé Ocean & Spa Hotel, o único dos três hotéis do grupo Pestana no país que se encontra em funcionamento devido ao impacto da pandemia da COVID-19 e que foi o nosso ‘quartel-general’ durante a semana que passámos em São Tomé.
De imediato, resolvemos sair do hotel e partir à descoberta da cidade. São Tomé e Príncipe é um país seguro, com uma baixa taxa de criminalidade e, por isso, não sentimos qualquer receio em nos aventurarmos pelas ruas de São Tomé, desertas de turistas estrangeiros por consequência da pandemia. Começámos por percorrer a avenida marginal que liga o Pestana São Tomé ao centro da cidade e, num ápice, estávamos no antigo mercado, que apesar de fechado, continua a reunir em seu redor todo o tipo de comércio e a fazer soar os pregões das vendedoras. Foi o primeiro contacto com a comunidade local e serviu para percebermos que o povo são-tomense é gentil, curioso por contactar com os turistas e, regra geral, gosta de pousar para as fotografias. Apesar viverem de forma humilde, os são-tomenses têm sempre um sorriso na cara e mostram-se disponíveis para ajudar à mínima solicitação.
Percorremos um total de oito quilómetro neste primeiro passeio, que nos levou também a passar junto ao Palácio Presidencial e à Sé Catedral, uma pequena mas bem preservada igreja do século XV, até à Baia Ana Chaves, uma das maiores do arquipélago.
A aula de história ficaria, no entanto,  para outro dia, quando visitámos o Forte de São Sebastião, que foi construído pelos portugueses em 1575 para proteger a ilha de ataques piratas e onde se encontra instalado o Museu Nacional de São Tomé. Ali é possível conhecer melhor toda a história do arquipélago, desde os tempos da descoberta das ilhas até aos dias da independência, sem esquecer o período colonial.
Ponto de visita foi ainda o mercado Bobo Forro, o novo mercado da cidade, um local de passagem obrigatório para que os turistas conheçam in loco, e antes de chegarem à panela, muitos dos produtos locais, como a jaca, a fruta-pão, o mata-bala ou o afrodisíaco micocó, iguarias que haveríamos de provar ao longo da semana que passámos em São Tomé e Príncipe.

Roças

Falar da história de São Tomé e Príncipe é também falar das roças, as antigas explorações de café e cacau, que chegaram no século XIX, quando os portugueses levaram as plantações para o país depois da independência do Brasil. O primeiro contacto que tivemos foi com a Roça de São Nicolau, na zona central da ilha, quando participámos, com a associação Ajudar a Amparar, na distribuição dos donativos transportados pela STP Airways.
Perdida no meio da floresta, esta antiga roça é hoje habitada por uma comunidade carenciada e encontra-se desativada e profundamente degradada. A Roça de São Nicolau está, contudo, longe de ser um exemplo, já que por toda a ilha existem várias roças recuperadas e organizadas para receber turistas. É o caso da Roça Monte Café, uma bonita propriedade do século XIX, igualmente na zona central da ilha, que foi requalificada e que, em 2013, inaugurou um interessante museu que nos transporta para os tempos áureos do café na região. Hoje, esta roça é explorada por uma cooperativa e o café ali produzido é vendido em França e Itália, sob a marca gourmet ‘O Monte’. Infelizmente, a marca não tem exportação para Portugal, mas quem visitar a roça pode sempre comprá-lo na loja local.
Perto da Roça Monte Café fica a Roça da Saudade, outro exemplo de reconversão bem-sucedida. Esta roça tem a particularidade de ter sido o local onde nasceu o escritor e artista plástico Almada Negreiros, curiosidade que ajuda a atrair o turismo e que está patente na decoração do restaurante que nasceu com a recuperação da casa principal. Mas talvez o melhor exemplo seja a Roça de São João dos Angolares, no sul da ilha, onde também tivemos oportunidade de almoçar. Além de uma casa colonial bem preservada e decorada, que atravessamos para encontrar um convidativo alpendre com uma vista deslumbrante para a praia, a comida do chef João Carlos Silva é motivo mais que suficiente para justificar a visita. Este conhecido chef são-tomense, que protagonizou o programa televisivo ‘Na Roça com os Tachos’, continua tão carismático quanto no passado e mantém-se à frente da cozinha da roça, onde prepara pratos requintados com produtos são-tomenses. Quem quiser pode também dormir na Roça de São João dos Angolares e viver a experiência completa, já que é possível participar em workshops de culinária, que começam com a ida à horta para colher os produtos a usar na refeição.

Paraíso natural

A cultura, história, gastronomia e povo são, sem dúvida, das jóias mais valiosas que São Tomé e Príncipe possui. Mas este arquipélago africano foi ainda abençoado pela natureza. Por estar localizado sobre a linha do equador, São Tomé e Príncipe possui um clima quente e húmido, o que aliado ao solo vulcânico e fértil dá origem a exuberantes florestas tropicais que se estendem das praias às mais altas montanhas são-tomenses. Por toda a ilha, a paisagem exibe distintos tons de verde, como diferentes pedras preciosas de esmeralda ou jade, fruto das muitas espécies de árvores, plantas e outros tipos de vegetação que por ali predominam.
As zona central e sul de São Tomé são, por excelência, paraísos naturais, são zonas montanhosas, onde a vegetação é quase sufocante e onde não raramente se encontram cascatas deslumbrante, muitas das quais inacessíveis. Uma das que é acessível aos turistas é a cascata de São Nicolau, um bom exemplo da beleza que podemos encontrar nas paisagens são-tomenses. A uma queda de água com seguramente mais de duas dezenas de metros de altura, junta-se uma moldura verde proporcionada pela vegetação, que contrasta com o negro da rocha vulcânica que está na origem do arquipélago.
Ali perto, fica ainda o Jardim Botânico do Bom Sucesso, um espaço de 10 mil metros quadrados, localizado a 1150 metros de altitude, incluído no Parque Natural d’Ôbo, onde é possível conhecer a flora são-tomense e a partir do qual é possível realizar caminhadas até ao Pico do Cão Grande, a montanha mais característica de São Tomé e Príncipe devido à sua forma aguda, que se eleva a 663 metros acima do mar.

Praias douradas e turquesa

Mas se há cartão-postal em São Tomé e Príncipe, esse título pertence às praias, que nos arrebatam com as areias douradas e águas cristalinas e mornas, sempre acima dos 25 graus, de tons que variam entre turquesa e safira, e que são outra das valiosas jóias do arquipélago.
Ao longo da semana, descobrimos algumas das praias mais bonitas de São Tomé e Príncipe, mas foi no dia em que fomos ao Ilhéu das Rolas, que nos obrigou a uma viagem de duas horas até Ponta Baleia, no Sul, onde apanhámos o barco para o ilhéu, que percebemos a diversidade de praias deste país. A praia das Sete Ondas, ideal para a prática do surf; a praia Jalé, com bungalows mesmo em cima da água; a Praia dos Tamarindos, rodeada de árvores do fruto homónimo; ou a Praia Piscina, cujas formações rochosas formam uma piscina natural, são algumas das mais conhecidas e todas justificam um mergulho.
Mas foi no Ilhéu das Rolas que nos apaixonámos realmente pelas praias de São Tomé e Príncipe. Esta pequena ilha, que está concessionada ao Grupo Pestana, possui algumas das mais deslumbrantes praias do planeta. A Praia Bateria, por exemplo, é qualquer coisa de inenarrável de tão exuberante beleza. O contraste entre o azul-turquesa do mar, o negro da rocha vulcânica e o dourado da areia, enquadrado por um cenário verde onde se destacam os coqueiros que se amontoam até à beira da água, deixam-nos sem palavras. Como o mar estava picado, não arriscámos mergulhar, optámos por dar a volta ao ilhéu e fotografar ao longe estas praias dignas de qualquer cartão-postal, mas normalmente os turistas têm a oportunidade de passar um dia inteiro na ilha. Antes da pandemia, o Grupo Pestana disponibilizava a viagem de barco até ao ilhéu, numa opcional que incluía a visita ao marco do equador, tempo livre nas praias e regresso no final do dia. Mas, com a pandemia e com o Pestana Ilhéu das Rolas fechado para renovações, a opção foi suspensa. No nosso caso, a visita apenas aconteceu por cortesia do Grupo Pestana.
Além do ilhéu, devo mencionar ainda a Lagoa Azul, uma baía na zona norte de São Tomé, popular para a prática de mergulho e cujas águas são de um azul-turquesa tão intenso que nos custa acreditar que não há ali intervenção do Photoshop e que aquela beleza é mesmo natural.
Antes da despedida, passámos ainda pela Boca do Inferno, zona que, como o nome indica, é semelhante à Boca do Inferno portuguesa e que, reza a lenda, quem ali mergulhar só sai em Cascais. Como era a despedida, ainda pensámos comprovar o mito, mas achámos melhor não arriscar, até porque ninguém estava com pressa de regressar a casa.

Como ir e onde ficar

A STP Airways voa semanalmente entre Lisboa e São Tomé, aos sábados. Os voos têm a duração de cerca de seis horas e chegam a São Tomé ao início da manhã de sábado. Devido à pandemia, é preciso realizar um teste à COVID-19 antes da partida para São Tomé e Príncipe, assim como outro no destino, antes do regresso.
No que diz respeito ao alojamento, ficámos no Pestana São Tomé Ocean & Spa Resort, unidade de cinco estrelas na capital do país, que conta com 115 quartos, piscina exterior, restaurante e bar. Além deste, o grupo hoteleiro português dispõe também do Pestana Miramar e do Pestana Ilhéu das Rolas, ambos encerrados atualmente devido à pandemia. No entanto, o alojamento em São Tomé e Príncipe tem vindo a crescer e, hoje, já é possível ficar hospedado em muitas roças, assim como em pequenas unidades, como o Mucumbli, na zona norte da ilha, que dispõe de 10 bungalows e restaurante de inspiração italiana.
Já o programa de viagem foi definido pela Mistral Voyages, recetivo são-tomense que conta com diversas opções de programas para visitar as ilhas do arquipélago e cujo guia Hilário Graça de Sousa nos acompanhou ao longo da semana que passámos em São Tomé.
Quanto à alimentação, e apesar de estamos alojados em Pensão Completa, optámos por experimentar alguns restaurantes locais. O Papa-Figo, especializado em produtos do mar, ou o restaurante Dona Tete, em que somos servidos no quintal da casa da própria Dona Tete, prometem ser agradáveis surpresas.

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, “ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023”.

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, “o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria”.

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

“Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo”, indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do “bom funcionamento desta rota nos meses de verão” e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

“Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

“Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México – que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana – com mais três voos semanais, até 13 frequências – e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana”, indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

“Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19”, congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, “o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada”.

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas “boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano”.

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma “parceria exclusiva”, que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

“A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança”, afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana “combina perfeitamente” com a rede da Gol no Brasil.

“Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América”, acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

“O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo “fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais” e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

“Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora”, disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o “cruzeiro espacial” e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ – sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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Certificado europeu mais perto de se tornar ‘standard’ global

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE.

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Albânia, Andorra, Ilhas Faroé, Israel, Mónaco, Marrocos e Panamá são os países e territórios mais recentes a adoptar  o sistema europeu do certificado  COVID Digital da União Europeia.

A Comissão Europeia anunciou que os  certificados COVID-19 emitidos pelos países referidos são equivalente ao Certificado COVID Digital da União Europeia.

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE, existindo atualmente 42 países, incluindo os 27 Estados-membros, que integram o sistema europeu, o que o está a converter num ‘standard’ internacional.

Didier Reynders, comissário da Justiça, destacou que esta situação  permite que todos ganhem: “os cidadãos podem desfrutar do seu direito de livre circulação e as empresas, assim como o setor dos transportes, podem começar a compensar as perdas dos últimos meses”.

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“Turismo e mobilidade sustentável” em debate no Algarve

Debate “Turismo e Mobilidade Sustentável” está inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, decorre a 17 de setembro, e pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

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O Centro Europe Direct Algarve, em parceria com a CCDR Algarve e a Região de Turismo do Algarve (RTA), promovem na próxima sexta-feira, 17 de setembro, o debate “Turismo e Mobilidade Sustentável”, inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, que pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

Num comunicado enviado à imprensa, a organização do evento explica que “esta será uma oportunidade única para debater os desafios e as prioridades do Algarve, de Portugal e da Europa no âmbito do turismo e da mobilidade sustentável, mas sobretudo para ouvir e responder às perguntas do público que estará a assistir à conversa em direto”.

“Com o mote da Conferência sobre o Futuro da Europa, que até à primavera de 2022 vai ouvir os cidadãos europeus sobre o futuro que pretendem para a União Europeia, o Centro Europe Direct Algarve organiza este fórum de discussão, abrindo o diálogo à região do Algarve e a todos os que nela vivem, com o objetivo de aumentar o nível de conhecimento sobre o projeto europeu”, lê-se no comunicado divulgado pela organização.

Com a participação de João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA),  da eurodeputada  Cláudia Monteiro de Aguiar, de João Ferreira, da DG MOVE da Comissão Europeia, José Apolinário, da CCDR Algarve, e Rodrigo Soares, da Erasmus Student Network, o debate vai decorrer entre as 11h00 e as 13h00, e pode ser acompanhado através da página de Facebook da RTA.
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