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“Nunca imaginámos ter uma primeira vez a perder dinheiro”

Depois de 27 anos a apresentar resultados positivos, a EuroAtlantic Airways (EAA) prepara-se para, pela primeira vez, entrar no vermelho, em consequência da pandemia. Ao Publituris, Eugénio Fernandes, CEO da transportadora nacional, diz que a EAA não vai baixar os braços.

Inês de Matos
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“Nunca imaginámos ter uma primeira vez a perder dinheiro”

Depois de 27 anos a apresentar resultados positivos, a EuroAtlantic Airways (EAA) prepara-se para, pela primeira vez, entrar no vermelho, em consequência da pandemia. Ao Publituris, Eugénio Fernandes, CEO da transportadora nacional, diz que a EAA não vai baixar os braços.

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Depois de 27 anos a apresentar resultados positivos, a EuroAtlantic Airways (EAA) prepara-se para, pela primeira vez, entrar no vermelho, em consequência da pandemia. Ao Publituris, Eugénio Fernandes, CEO da transportadora nacional, diz que a EAA não vai baixar os braços.

Apesar do momento difícil que a aviação vive devido à COVID-19, a EAA tem conseguido encontrar oportunidades de negócio, a exemplo dos voos de repatriamento na primeira fase de confinamento e da operação para Timor-Leste, que voltou a repetir-se no final de 2020 e que Eugénio Fernandes admite vir a ganhar uma base regular, desde que existam apoios. Apoio é também o que pede a EAA ao governo português, que o CEO da companhia aérea nacional acusa de discriminação face às companhias públicas TAP e SATA, que tiveram direito a ajudas extraordinárias para enfrentar a pandemia. Já a retoma, não deverá chegar em menos de dois anos, com Eugénio Fernandes a estimar que o regresso aos níveis de 2019 só aconteça dentro de três ou quatro anos. Até lá, é preciso construir um aeroporto complementar à Portela, até porque a EAA está “a sofrer” com a falta de espaço na infraestrutura aeroportuária lisboeta.

A EuroAtlantic Airways é uma companhia que, desde sempre, se orgulha de ter as contas certas. Como é que a companhia aérea está a aguentar o impacto desta pandemia?

Está a ser muito difícil. Como disse, sempre tivemos umas contas certas e positivas durante 27 anos. E o mais interessante é que não ganhámos dinheiro só nos anos bons, ganhámos dinheiro também nos anos maus. Está a ser difícil mas, pela situação sólida que tínhamos, conseguimos aguentar este par de meses mais difíceis. Mas, naturalmente, tivemos de cair na real, como se costuma dizer, e trazer o nível de custos para o nível das receitas atuais. Isso, naturalmente, obrigou-nos a fazer alguma redução de pessoal, a renegociar com fornecedores e a recorrer a moratórias. Esta também é uma oportunidade para todos se reinventarem e passarem a ser mais eficientes. Mas é muito difícil e temos lutado muito sozinhos, por isso, esperamos que olhem para nós como têm olhado para outras empresas do setor.

A venda da EAA, em novembro de 2019 à I-JET Aviation PT, contribuiu de alguma forma para que a companhia tenha agora uma posição mais sólida para enfrentar este impacto da pandemia?

Não queria responder a essa pergunta, porque não quero ser injusto nem com os anteriores, nem com os novos acionistas, porque são duas realidades diferentes. Há que valorizar o facto de termos um fundador, o Dr. Tomáz Metello, que ficará para a história da EAA e que, durante muitos anos, levou esta companhia a bom porto. Claramente, devemos-lhe muito pela forma como conseguimos aguentar esta pandemia, porque foi com o que aprendemos, durante muitos anos, com ele, na forma de bem gerir uma companhia de aviação, de bem preservar o ‘cash’, que nos permitiu aguentar esta crise. A nova estrutura acionista trouxe-nos outras coisas e estamos numa época diferente, ainda não tivemos tempo suficiente, porque tínhamos uma nova estrutura acionista há três meses e veio esta pandemia. Fomos todos para casa e isto automaticamente prejudicou muito a construção da relação, mas acreditamos que a nova estrutura nos traz um modelo diferente que, havendo recuperação, nos vai trazer coisas boas também.

Qual é o balanço de 2020 para a EAA?

Foi um ano diferente, amargo, e muito distinto daquilo a que estávamos habituados, porque não estávamos habituados a perder dinheiro. Diz-se que há sempre uma primeira vez para tudo, nós nunca imaginámos ter uma primeira vez a perder dinheiro. O que posso dizer é que tivemos uma redução de vendas na casa dos 70%, vendíamos 100 milhões de euros e passámos a vender 30 milhões e logicamente tivemos de trazer os custos cá para baixo. Por isso, em 2020, diria que vamos ter um resultado negativo na casa dos 20 milhões de euros, numa empresa que, todos os anos, ganhava, em média, 10 milhões de euros. Isto é muito duro.

Apoios

A EAA tem criticado o apoio do Estado à TAP e à SATA e o facto desse apoio não ser extensível às restantes companhias portuguesas. Acha que houve aqui algum tipo de discriminação?

A ajuda à SATA e à TAP foi dada por se tratar de companhias públicas, onde o Estado é acionista. Se fosse por razões diferentes, a EAA também deveria ter ajudas. Não estamos contra os apoios, achamos é que o Estado, enquanto entidade maior, tem de olhar para os setores de forma transversal. Se o setor existe e todo ele concorre entre si, mas se o Estado olha só para uma parte, mesmo que seja 60%, os outros 40% já estão a perder. É isso que nós criticamos, se não derem ajudas a ninguém, ótimo, estamos todos no mesmo patamar, mas, no momento em que há apoios para determinado setor, tem de ser transversal, logicamente que na sua proporcionalidade. É por isso que nos queixamos, não podemos andar 27 anos a pagar impostos e a contribuir com empregos, e, no dia em que precisamos, não há. Temos as ajudas que existem para todas as empresas, como o lay-off ou as moratórias, mas se há apoios adicionais para um setor estratégico, então tem de ser transversal a todos, não pode ser só para as empresas de cariz público.

Essa discriminação deve-se apenas ao facto da EAA ser uma companhia privada ou acredita que também se pode dever ao tipo de operação?

Diz-se que a TAP liga Portugal ao mundo, mas a EAA liga Portugal ao universo, porque se formos ver os nossos números, já operámos em muitos mais aeroportos, a nossa bandeira já andou em 193 países. Claro que a TAP é uma companhia portuguesa, que tem o seu valor, mas as outras também têm, todos contribuímos de alguma forma e isso tem muitos custos. O que nos deixa tristes e que não podemos aceitar, é que existam apoios para outras companhias e para nós não. Basta olhar para o mundo, em todo o mundo houve apoios para todas as companhias. Aqui ao lado, em Espanha, as companhias privadas foram ajudadas, na Grécia também, e em Portugal a ajuda é só para empresas públicas.

Chegaram a existir negociações com o Governo?

Esta é uma história grande. Desde o primeiro dia que houve recolha das necessidades do setor através da ANAC e houve conversas durante dois ou três meses, depois disso foi decidido que não havia ajuda. Nessa altura, naturalmente, contactámos o ministério que tutela o setor, acabámos por ter uma reunião com o ministro das Infraestruturas e da Habitação, ficámos de fazer uma reunião técnica, para ver que alternativas existiam e o que é certo é que estamos quase a fazer um ano desde o primeiro confinamento e nada. Temos aguentado, mas esta situação não é justa, passou um ano. Não é depois de estar morto que me vão dar o remédio. Por outro lado, é um péssimo exemplo. A EAA tem novos acionistas, é um novo acionista que vem para um determinado país e vê que os apoios são só para as empresas do Estado. Que confiança é que estamos a dar para o mercado internacional?

Repatriamento e Timor

Devido à pandemia, houve vários voos de repatriamento e EAA fez muitos desses voos. Como correram essas operações e quantos voos foram realizados pela companhia aérea?

Correram muito bem, o balanço é positivo, pena é que não foram mais. Já não sei exatamente quantos voos fizemos, houve três para Timor-Leste, cinco ou seis repatriamentos de navios para os destinos mais incríveis, como Barbados ou Banguecoque. Diria que, no total, teremos feito uma dúzia destes voos, mas não consigo dar-lhe um número exato, e, depois, fizemos mais uns voos de carga para transportar material médico.
Portanto, fizemos alguns, não tantos quanto os que queríamos, até porque para fazer esses voos são necessárias determinadas certificações adicionais e outras novas que nós não tínhamos, o que nos fez perder algum tempo nesse processo.

Esses voos de repatriamento permitiram, de alguma forma, recuperar alguma faturação perdida devido à COVID-19?

Praticamente nada. O que posso dizer é que, em março, muitas pessoas pensavam que, em julho, já teríamos uma situação praticamente normal, e nós fizemos, num primeiro momento, um orçamento de base com zero receitas até junho e daí para a frente fizemos 10% de receitas do que tínhamos em meses normais. E posso dizer que mesmo esses 10% foram otimistas e não os atingimos. As oportunidades eram poucas, a concorrência era muita e, se em tempos normais a concorrência de companhias do Leste já é grande, porque têm custos baixos porque fazem preços a perder dinheiro, numa altura destas, piorou muito e a EAA não pode pagar para voar. Há muitas empresas que voam só para receber dinheiro e que chegam ao fim do mês e não conseguem pagar os custos todos.

Um dos destinos para onde a EAA fez voos de repatriamento foi Dili, em Timor-Leste, que voltou a contar com uma operação no final de 2020. Existe alguma hipótese de Dili vir a ser um destino regular da EAA?

Já tivemos oportunidade de falar sobre isso e Dili é uma possibilidade, não posso dizer que não é, mas é um destino muito longe para ter uma operação regular. Agora, que é um nicho que pode ser explorado mediante as necessidades de transporte ‘in&out’ do país, pode, mas a EAA não tem capacidade sozinha para se lançar num voo regular para Timor, teria de existir uma junção de interesses. Diria que a EAA é a única empresa portuguesa que tem competência técnica e o equipamento adequado para ir a Timor-Leste, mas tem de ter apoios, se houver esses apoios, porque não? Seria mais um destino a juntar à Guiné e a São Tomé.

Já houve alguma conversação com o Estado timorense nesse sentido?

Temos feito algumas abordagens, mas nesta altura de pandemia é difícil dizer que há conversações, porque está toda a gente preocupada em sobreviver. As conversas que há, por enquanto, são conversas sem grande consequência.

Voos regulares

Em relação aos restantes voos regulares da EAA, quando voltaram a ser operados e como está a correr a retoma?

Fomos os primeiros a começar a operar, tanto para São Tomé como para Bissau. Começámos logo no princípio de julho, no caso de São Tomé, e para Bissau, na Guiné, começámos a voar no início de agosto. E ambas as rotas estão a correr bem. A rota de Bissau é uma rota que se equilibra bem, porque o tráfego é bom. Temos um voo por semana, no caso de Bissau é 100% operado pela EAA e, no caso de São Tomé, para onde também temos um voo por semana, é um voo da STP Airways, operado pela EAA. De ambos os voos, Bissau é um mercado mais dinâmico, que mexe muito mais facilmente e que, por isso, é claramente um voo muito equilibrado. São Tomé é um voo mais difícil, porque é um destino que não tem tanto mercado, mas que também está relativamente equilibrado.

No caso de São Tomé e Príncipe, aqueles conflitos e problemas que existiram no passado com o governo são-tomense, já estão ultrapassados?

Não posso dizer que fossem conflitos, seriam opiniões diferentes. Como em tudo na vida, temos de tirar as coisas boas e más, e, neste caso, focámo-nos essencialmente nas boas e a pandemia acabou por ser boa nesta situação. As pessoas pararam para pensar e deixaram de valorizar aquilo que não tem valor e vice-versa. Por isso, diria que esta pandemia, do ponto de vista da relação com São Tomé, teve um efeito positivo, porque permitiu que as duas partes parassem e vissem que, afinal, temos um projeto bem- -sucedido há 12 anos, que fez crescer o mercado, dá emprego e que durante a pandemia não pôs ninguém em lay- -off e até deixou um avião sem receita no arquipélago para garantir que, pelo menos, havia voos de evacuação. É uma companhia que se construiu ao longo de 12 anos e, se as partes, independentemente das opiniões, conseguirem ver que a STP Airways é mais importante do que as opiniões que são adversas, então sim, esta pandemia fez com que houvesse aqui um consenso adicional. Acredito que estamos no bom caminho e uma das razões porque vim a São Tomé com a minha colega de administração da STP Airways, Rita Santos, foi essa, para trazer essa mensagem e dizer que gostamos do projeto, queremos continuar e estamos disponíveis para isso.

E ao nível do restante negócio da EAA, nomeadamente charters e aluguer de aviões, qual tem sido o impacto da pandemia?

A EAA, ao longo dos anos, sempre foi atrás das oportunidades. Em 2016, fazíamos muitos charters, mas apareceram companhias a vender muito barato e percebemos que assim não ganhávamos dinheiro, que teríamos de ir para o mercado do ‘wet lease’. Por isso, os charters que fizemos nos últimos anos são residuais. Mas, o nosso volume de vendas, que antes da pandemia era 90% wet lease, 7% regular e 3% de charter, alterou-se e passou a ser 5% regular, 2% wet lease e 93% charter, só que é uma percentagem grande do negócio que, em termos de quantidade, é pequena. Naturalmente, o mundo mudou com a pandemia e a estrutura teve de se adaptar a uma realidade diferente, porque estávamos muito vocacionados para o wet lease. Em relação aos charters, nos últimos anos temos feito operações essencialmente em parceria com o nosso tour operador, a Sonhando, que opera Cuba. Em 2020 não houve charters para Cuba, das dezenas de voos charters que o mercado tinha e onde a EAA tinha uma participação pequenina, o único charter que houve foi para o Porto Santo.

E qual é a perspetiva para 2021, uma vez que Cuba está com restrições muito apertadas?

Neste momento, é impossível. Queríamos ir a Cuba, porque é um mercado que interessa à Sonhando e à EAA, que durante muitos anos operou com a Cubana de Aviacion, mas neste momento é impossível. As medidas são muito complicadas e são exigidos tantos testes que acaba por desmotivar. Se isso se ultrapassar até ao verão, ótimo, mas as perspetivas não são boas.

Aeroporto e futuro

Qual é a posição da EAA em relação ao aeroporto de Lisboa, até porque o ministro das Infraestruturas, que tutela essa matéria, disse há pouco tempo que a urgência do Montijo tinha diminuído devido à pandemia. Concorda com essa leitura?

Não concordo e já tive a oportunidade de dizer esse é um erro estratégico. É um aeroporto que estava perfeitamente identificado, e não quero entrar em detalhes técnicos, ambientais ou políticos, mas são precisas novas instalações, não sei se em Alcochete, se no Montijo ou na OTA, mas foi decidido que seria no Montijo e já sabemos que é necessário, ainda por cima porque demora dois a três anos, e agora vamos voltar a pôr tudo em banho-maria? E quando houver uma recuperação? As empresas estão prontas para participar, mas as infraestruturas não vão estar. Acho que é um erro deste ponto de vista, porque não podemos ficar mais 50 anos à espera e a mim, enquanto responsável de uma companhia aérea, o que me preocupa é não haver metas, porque se nos disserem que vão repensar mas que dentro de 30 dias há uma decisão e dentro de 60 dias começa a construção, ótimo, o problema é que não há metas, não há responsabilidade. É isso que nos preocupa. Agora, o que posso dizer é que a EAA, enquanto companhia aérea, precisava ter acesso às novas instalações, independentemente de ser no Montijo ou em Alcochete, porque estamos a sofrer, de há uns anos para cá, com a falta de espaço no aeroporto de Lisboa.

Para a EAA não há problema em dividir a operação em dois aeroportos?

Não, é até o que já fazemos, mas atualmente fazemos entre Lisboa, Faro, Porto e Beja, e isto é mais complicado. Crescemos durante 27 anos numa base em que nos incentivaram a investir, a crescer e a comprar aviões e, de um dia para o outro, disseram- -nos: “vão-se embora” e isso não é justo para uma empresa nacional que construiu a sua base ali. Por isso, precisamos dessas instalações, andar entre Lisboa e o Montijo não é complicado, se, no que diz respeito aos voos regulares, nos deixarem estar no hub, faz sentido levar o resto para o Montijo.

Como está atualmente a frota da EAA?

Neste momento, mantemos um 737- 800, um 777-200, seis 767-300 ER e um Grand Caravane que está ainda na Indonésia, mas naturalmente esta frota vai reduzir, estamos em negociações avançadas com alguns ‘lessors’ de aviões para reduzir a frota.

E quais são as perspetivas para 2021, já será possível atingir alguma retoma?

Para o nosso negócio, nós não acreditamos. 2021 vai ser mais um ano difícil, vamos ter de continuar a fazer muitos sacrifícios e, se daqui a dois anos tivermos alguma retoma, já ficaremos satisfeitos. Quando é que estima que seja possível voltar aos níveis de 2019? Se tivesse a certeza dessa informação, ficava rico. Mas não acredito que nos próximos três ou quatro anos se volte aos níveis de 2019.

 

Sobre o autorInês de Matos

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Nova Edição: O balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 no turismo, os segredos da Allways, autocaravanismo e dossier tecnologia

A primeira edição de 2023 do Publituris tem com tema principal o balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 feitas por alguns ‘stakeholders’ do setor do turismo. Além disso, a edição revela os segredos do “luxury” da Allways Unique Travel Designers, o segmento do autocaravanismo e um dossier sobre tecnologia no turismo.

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A primeira edição do jornal Publituris faz capa com um balanço de 2022 e as perspectivas para o ano que agora se inicia. Para o efeito, o jornal Publituris ouviu vários intervenientes do setor que antecipam um ano incerto em, por isso, com um otimismo moderado.

A crescente inflação, subida das taxas de juros, menor rendimento disponível por parte das famílias, além da guerra na Ucrânia foram os problemas mais apontados por Francisco Calheiros (CTP), João Fernandes (Turismo do Algarve), Pedro Machado (Turismo do Centro), António Marques Vidal (APECATE), Luís Araújo (Turismo de Portugal), Berta Cabral (Turismo dos Açores), Vítor Costa (Turismo de Lisboa), Eduardo Jesus (Turismo da Madeira), Vítor Silva (Turismo do Alentejo), Eduardo Santander (ETC), Julia Simpson (WTTC), Pedro Costa Ferreira (APAVT), Adriano Portugal (Mercado das Viagens), Álvaro Vilhena (Viajar Tours), Luís Henriques (Airmet), Tiago Encarnação (Lusanova), Amaro Correia (Iberobus), Eduardo Cabrita (MSC Cruzeiros), Paulo Pinto (Europcar), Francisco Teixeira (Melair Cruzeiros), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), José Lopes (easyJet), Marie-Caroline Laurent (CLIA) e Paulo Geisler (RENA).

Na “Distribuição”, damos a conhecer (alguns) segredos da Allways Unique Travel Designers, uma marca do grupo Travelstore, que atua no segmento “luxury”.

O dossier desta edição é dedicado à Tecnologia. Tendo a pandemia realçado a relevância da tecnologia e digitalização para a recuperação e o avanço da indústria das viagens, esta veio demonstrar a necessidade de acelerar os processos.

Além de ouvidas várias opiniões de quem está no terreno, também damos a conhecer algumas das soluções implementadas pela HiJiffy, Paraty Tech, Amadeus, Mastercard, Travelport, Roiback, Google, Optigest, XLR8RM, CLEVER/HOST e Vasco.

Para fechar, fazemos uma análise ao mercado do autocaravanismo que, depois de ter sido um dos segmentos turísticos com maior aumento de procura durante a pandemia, continua em alta e revela expectativas positivas para o futuro.

Além do Check-in, as opiniões pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Dana Dunne (eDreams ODIGEO) e António Paquete (economista e consultor de empresas).

Boas leituras!

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W Algarve contrata novo diretor de marketing e comunicação

Henrique Pires é a nova aposta do W Algarve para dirigir o departamento de marketing e comunicação da unidade hoteleira, como anunciado em comunicado.

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Com 11 anos de experiência no setor hoteleiro, o profissional setubalense começou o seu percurso profissional no Pine Cliffs Hotel, passou pelo Waldorf Astoria Ras Al Khaimah e fez carreira na cadeia Minor Hotels, onde foi responsável pelas áreas do marketing e comunicação dos Anantara Hotels & Resorts e dos Tivoli Hotels & Resorts, em Portugal.

Chega agora ao recém-aberto W Algarve, onde irá desempenhar funções como diretor de marketing e comunicação.

“Estou muito contente e entusiasmado por me juntar à fantástica equipa do W Algarve e abraçar este novo desafio. É um grande orgulho para mim trazer as minhas ideias e visão para um hotel que abriu há cerca de meio ano e que já conquistou tanto terreno na região”, garante Henrique Pires.

O W Algarve marca o primeiro Hotel da marca W a abrir em Portugal. Situado no topo das icónicas falésias do sul de Portugal, o recém-aberto W Algarve junta-se à família de W Escapes, oferecendo “uma mistura de descontração à beira-mar com uma energia exuberante”, como referido em comunicado.

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Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

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O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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