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“Nunca imaginámos ter uma primeira vez a perder dinheiro”

Depois de 27 anos a apresentar resultados positivos, a EuroAtlantic Airways (EAA) prepara-se para, pela primeira vez, entrar no vermelho, em consequência da pandemia. Ao Publituris, Eugénio Fernandes, CEO da transportadora nacional, diz que a EAA não vai baixar os braços.

Inês de Matos
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“Nunca imaginámos ter uma primeira vez a perder dinheiro”

Depois de 27 anos a apresentar resultados positivos, a EuroAtlantic Airways (EAA) prepara-se para, pela primeira vez, entrar no vermelho, em consequência da pandemia. Ao Publituris, Eugénio Fernandes, CEO da transportadora nacional, diz que a EAA não vai baixar os braços.

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Depois de 27 anos a apresentar resultados positivos, a EuroAtlantic Airways (EAA) prepara-se para, pela primeira vez, entrar no vermelho, em consequência da pandemia. Ao Publituris, Eugénio Fernandes, CEO da transportadora nacional, diz que a EAA não vai baixar os braços.

Apesar do momento difícil que a aviação vive devido à COVID-19, a EAA tem conseguido encontrar oportunidades de negócio, a exemplo dos voos de repatriamento na primeira fase de confinamento e da operação para Timor-Leste, que voltou a repetir-se no final de 2020 e que Eugénio Fernandes admite vir a ganhar uma base regular, desde que existam apoios. Apoio é também o que pede a EAA ao governo português, que o CEO da companhia aérea nacional acusa de discriminação face às companhias públicas TAP e SATA, que tiveram direito a ajudas extraordinárias para enfrentar a pandemia. Já a retoma, não deverá chegar em menos de dois anos, com Eugénio Fernandes a estimar que o regresso aos níveis de 2019 só aconteça dentro de três ou quatro anos. Até lá, é preciso construir um aeroporto complementar à Portela, até porque a EAA está “a sofrer” com a falta de espaço na infraestrutura aeroportuária lisboeta.

A EuroAtlantic Airways é uma companhia que, desde sempre, se orgulha de ter as contas certas. Como é que a companhia aérea está a aguentar o impacto desta pandemia?

Está a ser muito difícil. Como disse, sempre tivemos umas contas certas e positivas durante 27 anos. E o mais interessante é que não ganhámos dinheiro só nos anos bons, ganhámos dinheiro também nos anos maus. Está a ser difícil mas, pela situação sólida que tínhamos, conseguimos aguentar este par de meses mais difíceis. Mas, naturalmente, tivemos de cair na real, como se costuma dizer, e trazer o nível de custos para o nível das receitas atuais. Isso, naturalmente, obrigou-nos a fazer alguma redução de pessoal, a renegociar com fornecedores e a recorrer a moratórias. Esta também é uma oportunidade para todos se reinventarem e passarem a ser mais eficientes. Mas é muito difícil e temos lutado muito sozinhos, por isso, esperamos que olhem para nós como têm olhado para outras empresas do setor.

A venda da EAA, em novembro de 2019 à I-JET Aviation PT, contribuiu de alguma forma para que a companhia tenha agora uma posição mais sólida para enfrentar este impacto da pandemia?

Não queria responder a essa pergunta, porque não quero ser injusto nem com os anteriores, nem com os novos acionistas, porque são duas realidades diferentes. Há que valorizar o facto de termos um fundador, o Dr. Tomáz Metello, que ficará para a história da EAA e que, durante muitos anos, levou esta companhia a bom porto. Claramente, devemos-lhe muito pela forma como conseguimos aguentar esta pandemia, porque foi com o que aprendemos, durante muitos anos, com ele, na forma de bem gerir uma companhia de aviação, de bem preservar o ‘cash’, que nos permitiu aguentar esta crise. A nova estrutura acionista trouxe-nos outras coisas e estamos numa época diferente, ainda não tivemos tempo suficiente, porque tínhamos uma nova estrutura acionista há três meses e veio esta pandemia. Fomos todos para casa e isto automaticamente prejudicou muito a construção da relação, mas acreditamos que a nova estrutura nos traz um modelo diferente que, havendo recuperação, nos vai trazer coisas boas também.

Qual é o balanço de 2020 para a EAA?

Foi um ano diferente, amargo, e muito distinto daquilo a que estávamos habituados, porque não estávamos habituados a perder dinheiro. Diz-se que há sempre uma primeira vez para tudo, nós nunca imaginámos ter uma primeira vez a perder dinheiro. O que posso dizer é que tivemos uma redução de vendas na casa dos 70%, vendíamos 100 milhões de euros e passámos a vender 30 milhões e logicamente tivemos de trazer os custos cá para baixo. Por isso, em 2020, diria que vamos ter um resultado negativo na casa dos 20 milhões de euros, numa empresa que, todos os anos, ganhava, em média, 10 milhões de euros. Isto é muito duro.

Apoios

A EAA tem criticado o apoio do Estado à TAP e à SATA e o facto desse apoio não ser extensível às restantes companhias portuguesas. Acha que houve aqui algum tipo de discriminação?

A ajuda à SATA e à TAP foi dada por se tratar de companhias públicas, onde o Estado é acionista. Se fosse por razões diferentes, a EAA também deveria ter ajudas. Não estamos contra os apoios, achamos é que o Estado, enquanto entidade maior, tem de olhar para os setores de forma transversal. Se o setor existe e todo ele concorre entre si, mas se o Estado olha só para uma parte, mesmo que seja 60%, os outros 40% já estão a perder. É isso que nós criticamos, se não derem ajudas a ninguém, ótimo, estamos todos no mesmo patamar, mas, no momento em que há apoios para determinado setor, tem de ser transversal, logicamente que na sua proporcionalidade. É por isso que nos queixamos, não podemos andar 27 anos a pagar impostos e a contribuir com empregos, e, no dia em que precisamos, não há. Temos as ajudas que existem para todas as empresas, como o lay-off ou as moratórias, mas se há apoios adicionais para um setor estratégico, então tem de ser transversal a todos, não pode ser só para as empresas de cariz público.

Essa discriminação deve-se apenas ao facto da EAA ser uma companhia privada ou acredita que também se pode dever ao tipo de operação?

Diz-se que a TAP liga Portugal ao mundo, mas a EAA liga Portugal ao universo, porque se formos ver os nossos números, já operámos em muitos mais aeroportos, a nossa bandeira já andou em 193 países. Claro que a TAP é uma companhia portuguesa, que tem o seu valor, mas as outras também têm, todos contribuímos de alguma forma e isso tem muitos custos. O que nos deixa tristes e que não podemos aceitar, é que existam apoios para outras companhias e para nós não. Basta olhar para o mundo, em todo o mundo houve apoios para todas as companhias. Aqui ao lado, em Espanha, as companhias privadas foram ajudadas, na Grécia também, e em Portugal a ajuda é só para empresas públicas.

Chegaram a existir negociações com o Governo?

Esta é uma história grande. Desde o primeiro dia que houve recolha das necessidades do setor através da ANAC e houve conversas durante dois ou três meses, depois disso foi decidido que não havia ajuda. Nessa altura, naturalmente, contactámos o ministério que tutela o setor, acabámos por ter uma reunião com o ministro das Infraestruturas e da Habitação, ficámos de fazer uma reunião técnica, para ver que alternativas existiam e o que é certo é que estamos quase a fazer um ano desde o primeiro confinamento e nada. Temos aguentado, mas esta situação não é justa, passou um ano. Não é depois de estar morto que me vão dar o remédio. Por outro lado, é um péssimo exemplo. A EAA tem novos acionistas, é um novo acionista que vem para um determinado país e vê que os apoios são só para as empresas do Estado. Que confiança é que estamos a dar para o mercado internacional?

Repatriamento e Timor

Devido à pandemia, houve vários voos de repatriamento e EAA fez muitos desses voos. Como correram essas operações e quantos voos foram realizados pela companhia aérea?

Correram muito bem, o balanço é positivo, pena é que não foram mais. Já não sei exatamente quantos voos fizemos, houve três para Timor-Leste, cinco ou seis repatriamentos de navios para os destinos mais incríveis, como Barbados ou Banguecoque. Diria que, no total, teremos feito uma dúzia destes voos, mas não consigo dar-lhe um número exato, e, depois, fizemos mais uns voos de carga para transportar material médico.
Portanto, fizemos alguns, não tantos quanto os que queríamos, até porque para fazer esses voos são necessárias determinadas certificações adicionais e outras novas que nós não tínhamos, o que nos fez perder algum tempo nesse processo.

Esses voos de repatriamento permitiram, de alguma forma, recuperar alguma faturação perdida devido à COVID-19?

Praticamente nada. O que posso dizer é que, em março, muitas pessoas pensavam que, em julho, já teríamos uma situação praticamente normal, e nós fizemos, num primeiro momento, um orçamento de base com zero receitas até junho e daí para a frente fizemos 10% de receitas do que tínhamos em meses normais. E posso dizer que mesmo esses 10% foram otimistas e não os atingimos. As oportunidades eram poucas, a concorrência era muita e, se em tempos normais a concorrência de companhias do Leste já é grande, porque têm custos baixos porque fazem preços a perder dinheiro, numa altura destas, piorou muito e a EAA não pode pagar para voar. Há muitas empresas que voam só para receber dinheiro e que chegam ao fim do mês e não conseguem pagar os custos todos.

Um dos destinos para onde a EAA fez voos de repatriamento foi Dili, em Timor-Leste, que voltou a contar com uma operação no final de 2020. Existe alguma hipótese de Dili vir a ser um destino regular da EAA?

Já tivemos oportunidade de falar sobre isso e Dili é uma possibilidade, não posso dizer que não é, mas é um destino muito longe para ter uma operação regular. Agora, que é um nicho que pode ser explorado mediante as necessidades de transporte ‘in&out’ do país, pode, mas a EAA não tem capacidade sozinha para se lançar num voo regular para Timor, teria de existir uma junção de interesses. Diria que a EAA é a única empresa portuguesa que tem competência técnica e o equipamento adequado para ir a Timor-Leste, mas tem de ter apoios, se houver esses apoios, porque não? Seria mais um destino a juntar à Guiné e a São Tomé.

Já houve alguma conversação com o Estado timorense nesse sentido?

Temos feito algumas abordagens, mas nesta altura de pandemia é difícil dizer que há conversações, porque está toda a gente preocupada em sobreviver. As conversas que há, por enquanto, são conversas sem grande consequência.

Voos regulares

Em relação aos restantes voos regulares da EAA, quando voltaram a ser operados e como está a correr a retoma?

Fomos os primeiros a começar a operar, tanto para São Tomé como para Bissau. Começámos logo no princípio de julho, no caso de São Tomé, e para Bissau, na Guiné, começámos a voar no início de agosto. E ambas as rotas estão a correr bem. A rota de Bissau é uma rota que se equilibra bem, porque o tráfego é bom. Temos um voo por semana, no caso de Bissau é 100% operado pela EAA e, no caso de São Tomé, para onde também temos um voo por semana, é um voo da STP Airways, operado pela EAA. De ambos os voos, Bissau é um mercado mais dinâmico, que mexe muito mais facilmente e que, por isso, é claramente um voo muito equilibrado. São Tomé é um voo mais difícil, porque é um destino que não tem tanto mercado, mas que também está relativamente equilibrado.

No caso de São Tomé e Príncipe, aqueles conflitos e problemas que existiram no passado com o governo são-tomense, já estão ultrapassados?

Não posso dizer que fossem conflitos, seriam opiniões diferentes. Como em tudo na vida, temos de tirar as coisas boas e más, e, neste caso, focámo-nos essencialmente nas boas e a pandemia acabou por ser boa nesta situação. As pessoas pararam para pensar e deixaram de valorizar aquilo que não tem valor e vice-versa. Por isso, diria que esta pandemia, do ponto de vista da relação com São Tomé, teve um efeito positivo, porque permitiu que as duas partes parassem e vissem que, afinal, temos um projeto bem- -sucedido há 12 anos, que fez crescer o mercado, dá emprego e que durante a pandemia não pôs ninguém em lay- -off e até deixou um avião sem receita no arquipélago para garantir que, pelo menos, havia voos de evacuação. É uma companhia que se construiu ao longo de 12 anos e, se as partes, independentemente das opiniões, conseguirem ver que a STP Airways é mais importante do que as opiniões que são adversas, então sim, esta pandemia fez com que houvesse aqui um consenso adicional. Acredito que estamos no bom caminho e uma das razões porque vim a São Tomé com a minha colega de administração da STP Airways, Rita Santos, foi essa, para trazer essa mensagem e dizer que gostamos do projeto, queremos continuar e estamos disponíveis para isso.

E ao nível do restante negócio da EAA, nomeadamente charters e aluguer de aviões, qual tem sido o impacto da pandemia?

A EAA, ao longo dos anos, sempre foi atrás das oportunidades. Em 2016, fazíamos muitos charters, mas apareceram companhias a vender muito barato e percebemos que assim não ganhávamos dinheiro, que teríamos de ir para o mercado do ‘wet lease’. Por isso, os charters que fizemos nos últimos anos são residuais. Mas, o nosso volume de vendas, que antes da pandemia era 90% wet lease, 7% regular e 3% de charter, alterou-se e passou a ser 5% regular, 2% wet lease e 93% charter, só que é uma percentagem grande do negócio que, em termos de quantidade, é pequena. Naturalmente, o mundo mudou com a pandemia e a estrutura teve de se adaptar a uma realidade diferente, porque estávamos muito vocacionados para o wet lease. Em relação aos charters, nos últimos anos temos feito operações essencialmente em parceria com o nosso tour operador, a Sonhando, que opera Cuba. Em 2020 não houve charters para Cuba, das dezenas de voos charters que o mercado tinha e onde a EAA tinha uma participação pequenina, o único charter que houve foi para o Porto Santo.

E qual é a perspetiva para 2021, uma vez que Cuba está com restrições muito apertadas?

Neste momento, é impossível. Queríamos ir a Cuba, porque é um mercado que interessa à Sonhando e à EAA, que durante muitos anos operou com a Cubana de Aviacion, mas neste momento é impossível. As medidas são muito complicadas e são exigidos tantos testes que acaba por desmotivar. Se isso se ultrapassar até ao verão, ótimo, mas as perspetivas não são boas.

Aeroporto e futuro

Qual é a posição da EAA em relação ao aeroporto de Lisboa, até porque o ministro das Infraestruturas, que tutela essa matéria, disse há pouco tempo que a urgência do Montijo tinha diminuído devido à pandemia. Concorda com essa leitura?

Não concordo e já tive a oportunidade de dizer esse é um erro estratégico. É um aeroporto que estava perfeitamente identificado, e não quero entrar em detalhes técnicos, ambientais ou políticos, mas são precisas novas instalações, não sei se em Alcochete, se no Montijo ou na OTA, mas foi decidido que seria no Montijo e já sabemos que é necessário, ainda por cima porque demora dois a três anos, e agora vamos voltar a pôr tudo em banho-maria? E quando houver uma recuperação? As empresas estão prontas para participar, mas as infraestruturas não vão estar. Acho que é um erro deste ponto de vista, porque não podemos ficar mais 50 anos à espera e a mim, enquanto responsável de uma companhia aérea, o que me preocupa é não haver metas, porque se nos disserem que vão repensar mas que dentro de 30 dias há uma decisão e dentro de 60 dias começa a construção, ótimo, o problema é que não há metas, não há responsabilidade. É isso que nos preocupa. Agora, o que posso dizer é que a EAA, enquanto companhia aérea, precisava ter acesso às novas instalações, independentemente de ser no Montijo ou em Alcochete, porque estamos a sofrer, de há uns anos para cá, com a falta de espaço no aeroporto de Lisboa.

Para a EAA não há problema em dividir a operação em dois aeroportos?

Não, é até o que já fazemos, mas atualmente fazemos entre Lisboa, Faro, Porto e Beja, e isto é mais complicado. Crescemos durante 27 anos numa base em que nos incentivaram a investir, a crescer e a comprar aviões e, de um dia para o outro, disseram- -nos: “vão-se embora” e isso não é justo para uma empresa nacional que construiu a sua base ali. Por isso, precisamos dessas instalações, andar entre Lisboa e o Montijo não é complicado, se, no que diz respeito aos voos regulares, nos deixarem estar no hub, faz sentido levar o resto para o Montijo.

Como está atualmente a frota da EAA?

Neste momento, mantemos um 737- 800, um 777-200, seis 767-300 ER e um Grand Caravane que está ainda na Indonésia, mas naturalmente esta frota vai reduzir, estamos em negociações avançadas com alguns ‘lessors’ de aviões para reduzir a frota.

E quais são as perspetivas para 2021, já será possível atingir alguma retoma?

Para o nosso negócio, nós não acreditamos. 2021 vai ser mais um ano difícil, vamos ter de continuar a fazer muitos sacrifícios e, se daqui a dois anos tivermos alguma retoma, já ficaremos satisfeitos. Quando é que estima que seja possível voltar aos níveis de 2019? Se tivesse a certeza dessa informação, ficava rico. Mas não acredito que nos próximos três ou quatro anos se volte aos níveis de 2019.

 

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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Hotel Vila Raia
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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

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A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

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Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Guestcentric torna-se parceira da nova empresa de gestão de ativos hoteleiros AHM

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal.

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A GuestCentric Systems associou-se a uma nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, a ACE Hospitality Management (AHM), “para aumentar o negócio direto da empresa e apoiá-la na sua estratégia de crescimento de portefólio”, como indica em comunicado.

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal. Através desta parceria, a AHM passa agora a contar com a GuestCentric Systems para a ajudar na sua estratégia “ambiciosa” de aumento de ativos. A agência de marketing digital especializada em hotelaria possui uma divisão própria, a Labs, com “uma vasta experiência em ajudar hotéis independentes a aumentar o seu negócio direto e, com isso, a melhorar significativamente a sua rentabilidade global”, asseguram em comunicado.

“Enquanto nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, com planos de crescimento ambiciosos, precisávamos de um parceiro tecnológico focado na inovação, em quem pudéssemos confiar para otimizar a nossa presença online, comunicar a proposta de valor da marca e aumentar as vendas diretas” declara Cláudia Alves, Cluster Sales & Marketing Manager da ACE Hospitality Management.

Pedro Colaço, CEO da GuestCentric, acrescenta: “Há mais de 14 anos que a Guestcentric se orgulha de trabalhar ao lado de uma vasta gama de hotéis e de empresas de gestão hoteleira, para otimizar o crescimento do seu negócio direto. É com enorme entusiasmo que vemos a AHM fazer parte do nosso portefólio de clientes, e vemos isso como a confirmação de que nos considera o seu parceiro de eleição, para acompanhá-la na sua trajetória de crescimento sustentado”.

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Aethos Ericeira
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Aethos Ericeira já abriu e acrescenta mais um hotel de luxo à região

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel constituído por 46 quartos e quatro suites é dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”.

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O grupo hoteleiro Aethos abriu a sua mais recente unidade na Ericeira a 1 de setembro. O hotel, dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”, como se pode ler em comunicado, tinha abertura prevista para julho deste ano.

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel é constituído por 46 quartos e quatro suites, inspirando-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

Com estes clientes em mente, o Aethos Ericeira dispõe de um espaço individual para armazenar pranchas e fatos, além de um concierge de surf, que indica os melhores locais para surfar à distância de uma notificação no telemóvel. Estão ainda incluídas aulas diárias de surf, bem como aulas adicionais para famílias ou grupos, com um instrutor privado, mediante reserva numa plataforma dedicada para o efeito.

Aethos Ericeira

Focado no bem-estar físico e mental, a unidade conta com um spa com piscina de água salgada aquecida, sauna, jacuzzi hammam, salas de tratamento e um ginásio com produtos orgânicos da marca sueca “Under Your Skin”. O conceito fica completo com aulas de diárias de yoga e meditação e a disponibilização de bicicletas e buggies para explorar a propriedade, a par de refeições saudáveis servidas no ONDA, o restaurante do Aethos Ericeira, cujos menus assinados pelo chef Afonso Blazquez privilegiam ingredientes locais e saudáveis.

O projeto de arquitetura e design de interiores ficou a cargo do Astet Studio, um gabinete de Barcelona, e do arquiteto português Luís Pedra Silva. Os profissionais juntaram-se para criar um espaço harmonioso com a natureza envolvente, fazendo uso de materiais como madeiras, peles, veludos, tapetes e mármore. O objetivo passou por criar “um projeto de design de interiores descontraído”, dirigido a uma comunidade jovem de “nómadas que adoram surfar, mas também apreciam um luxo descomplicado”, explica Ala Zreigat, um dos fundadores do Astet Studio, em comunicado.

“Um dos grandes desafios foi fazer com que o espaço funcionasse em todas as estações do ano, e não só no verão, mas acho que conseguimos resolver esse desafio ao propor um diálogo entre materiais frios e quentes”, afirma Ala Zreigat.

As tarifas de abertura do Aethos Ericeira começam nos 200 euros e as reservas podem ser feitas para o email [email protected] ou para o telefone 261244510.

Experiências como aulas de grupo ou privadas de surf, yoga, meditação, piqueniques, workshops de mixologia, provas de vinhos e massagens estão apenas disponíveis para hóspedes e mediante marcação.

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Hospitality Education Awards abrem votações para a Melhor Carreira Jovem

Paralelamente, os prémios dão a conhecer os finalistas das restantes categorias a concurso.

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Os Hospitality Education Awards (HEA), também conhecidos como os Prémios da Formação Turística em Portugal, abrem as votações online para o vencedor da categoria Melhor Carreira Jovem. Paralelamente, os prémios dão a conhecer os cinco finalistas das restantes seis categorias a concurso.

A iniciativa “tem como principal objetivo valorizar os setores da Formação, do Turismo e da Hospitalidade e dar reconhecimento, através da premiação dos seus intervenientes”, como indicado em comunicado de imprensa.

A primeira fase dos HEA 2023 começou em maio deste ano, com a fase de candidaturas e re-candidaturas através do website por parte de formadores, projetos e entidades com relevância para o setor. Foi ainda nesta altura que decorreu a fase de nomeações, “em que o público pôde valorizar, mais uma vez, formadores ou ex-formadores, projetos e entidades que considerassem ter um impacto positivo para a formação e/ou turismo”.

Ao todo, os HEA são constituídos por oito categorias, nomeadamente: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Prémio Fórum Turismo; Melhor Carreira Jovem e Melhor Professor/Formador no Digital.

Nesta fase, o júri fez a seleção de cinco finalistas para cada categoria a concurso, tendo-se apurado os seguintes profissionais:

Melhor Projeto Educacional: Cocktail Team Bartender School, “Comunidades Sustentáveis – o caso de Alferce”, Feed the Future, Westmont Institute of Tourism & Hospitality e Workshop Internacional de Turismo Religioso;

Melhor Projeto de Inovação: IT-AMGABAlgarve – Inovação Tecnológica na Arte de Maridar e Gestão de Alimentação e bebidas do Algarve, Mezze-Escola, Reanimar a Literatura – Jantar no Ramalhete, Stellae – Centro de Interpretação dos Astros na Serra da Estrela e Viana do Castelo “Destino de Qualidade”;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior: Cláudia Seabra, Eduardo Sarmento, Nuno Abranja, Paulo Almeida e Sérgio Teixeira;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional: Daniela Silvestre, Jorge Santos, Ricardo Dias, Sérgio Teixeira e Tânia Pereira;

Melhor Stakeholder: Host Hotel Systems, InterContinental Porto – Palácio das Cardosas, Plateform e PortoBay Hotels & Resorts;

Melhor Professor/Formador no Digital: Francisco Copeto, Guilherme Cortes, João Freitas, Marco Gouveia, Sandra Vasconcelos;

Melhor Carreira Jovem: Afonso Magalhães, Albano Pereira, Hélder Lopes, João Freitas e Paulo Araújo. Categoria com votações online do público.

Prémio Fórum Turismo: Prémio atribuído no dia da cerimónia a um profissional do ensino (não no ativo) que se tenha destacado pelo seu percurso profissional.

A categoria de “Melhor Carreira Jovem” é a única em que o público contribui para a indicação do vencedor, cujo prémio reconhece um jovem profissional com uma carreira até aos 35 anos de idade, analisando a totalidade do percurso profissional nas áreas de turismo e hotelaria. As votações para esta categoria já estão oficialmente abertas online até 10 de setembro, através do website dos HEA.

Os HEA são uma iniciativa da Associação Fórum Turismo em conjunto com o Turismo de Portugal, I.P, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com Cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial do Turismo (OMT).

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“Os desafios da retoma do Turismo” motivam debate na Universidade Europeia

A mesa-redonda terá lugar na próxima quinta-feira e reúne os diretores editoriais dos principais meios do setor.

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Esta quinta-feira, 8 de setembro, a Universidade Europeia organiza uma mesa-redonda onde serão discutidos “Os desafios da retoma do Turismo”, na perspetiva da imprensa especializada.

A sessão terá lugar às 15h00, na sala L02 do Campus Lispolis, e reúne os diretores editoriais dos principais meios do setor, como é o caso de Carina Monteiro (TNews), Conceição Antunes (Expresso), José Luís Elias (Turisver), Luís Conto (Presstur), Pedro Chenrim (Ambitur) e Victor Jorge (Publituris). A moderação fica a cargo de Sofia Almeida, coordenadora da área de Turismo e Hospitalidade.

Na mesa serão debatidas “as principais ameaças, mas também o aparecimento de inúmeras oportunidades” no turismo, após dois anos de pandemia, como se pode ler no website da instituição de ensino. Temas como a “capacidade de carga dos aeroportos, nomeadamente do aeroporto de Lisboa; a falta de recursos humanos no Turismo e na Hotelaria e o problema da guerra e os seus impactos diretos e indiretos” estarão no centro da discussão entre os profissionais do trade.

O evento será aberto a toda a comunidade académica.

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