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“Neste momento, mexer na organização das ERT seria dar um tiro no pé”

Em entrevista ao Publituris, Vítor Silva, novo presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, fala das prioridades para o atual mandato, mas também dos desafios que o Alentejo vai enfrentar, assim como todo o turismo nacional.

Inês de Matos
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“Neste momento, mexer na organização das ERT seria dar um tiro no pé”

Em entrevista ao Publituris, Vítor Silva, novo presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, fala das prioridades para o atual mandato, mas também dos desafios que o Alentejo vai enfrentar, assim como todo o turismo nacional.

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Em entrevista ao Publituris, Vítor Silva, novo presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, fala das prioridades para o atual mandato, mas também dos desafios que o Alentejo vai enfrentar, assim como todo o turismo nacional.

Na primeira entrevista como presidente do Turismo do Alentejo, cargo que não estava nos seus horizontes, Vítor Silva, que é também presidente da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA), faz um balanço positivo do último verão, que “foi bom no Alentejo”, apesar da crise que a pandemia provocou e em relação à qual, diz, é preciso preparar já a retoma. Para isso, era importante que o Turismo de Portugal reforçasse a promoção e autorizasse as ARPT a colaborar com as Entidades Regionais de Turismo (ERT) na promoção para o mercado nacional.
Mas, tão importante quanto a promoção, é a estabilidade e, por isso, Vítor Silva defende que este não é o momento para mexer na organização das estruturas regionais, apesar de recear que exista quem entende o contrário e queira colocar as ERT na dependência das CCDR.

É o novo presidente do Turismo do Alentejo, em substituição de Ceia da Silva, que saiu para a CCDR Alentejo. Qual é a sua prioridade e estratégia para este mandato?
É verdade, tomei posse a 23 de novembro e vou complementar o atual mandato, onde já era vice-presidente e que vai até julho de 2023, ou seja, faltam cerca de dois anos e meio.
A prioridade neste primeiro ano é completar o plano de atividades, que é bastante ambicioso. Temos alguns projetos de infraestruturação de produto para acabar, como as Áreas de Serviço e Apoio ao Autocaravanismo e as Redes de Cycling, ambos para terminar até ao fim do ano. Depois, temos um conjunto de projetos novos ou que ainda estão em desenvolvimento, como a infraestruturação no Wi-Fi para o Alentejo Central e Norte, e obviamente também vamos ter algumas candidaturas novas, se o quadro que vai entrar em vigor nos der abertura para isso. Mas vamos continuar a estratégia que já estávamos a seguir e que tem alguns eixos que se cruzam precisamente com os produtos que temos e com as grandes linhas, como o Turismo de Natureza, o Turismo de Património ou o Património UNESCO.
Tenho também como prioridade conseguir melhores sinergias entre a ARPT e a ERT. Não quer dizer que a relação não fosse boa, sempre foi, e sempre fui defensor que não se devem acumular cargos, e continuo a defender. É algo que acontece bastante agora, mas acho que deve existir uma tensão positiva entre as entidades, porque a forma como a ERT olha para o produto turístico não é a mesma da ARPT. Para a ERT, o produto é uma preocupação final, enquanto para a ARPT é a preocupação inicial. E acho que deve haver esses dois olhares.
Pode parecer que estou em contradição ao assumir a presidência do Turismo do Alentejo, mas não, porque esta é uma situação excecional. Não existia outra solução legal decorrente da saída do anterior presidente e é excecional também porque não estava nos meus horizontes profissionais ser presidente do Turismo do Alentejo, mas obviamente é um desafio que encaro com responsabilidade. E já que a situação se põe, gostaria de aproveitar sinergias.

O que é que esse maior aproveitamento das sinergias poderá mudar na promoção do Alentejo, tanto na internacional como na destinada ao mercado doméstico?
Estamos a atravessar uma situação que se vai manter no primeiro semestre de 2021 e em que só o mercado interno pode ajudar o setor a manter-se à tona. Por isso, não me repugnava que, tendo nós necessidade de fazer mais promoção no mercado interno e sob a liderança da ERT, que é quem tem essa competência, pudéssemos ter técnicos da ARPT, que são muito experientes na promoção, a trabalhar o mercado interno. Não me repugna que as agências tenham competências no mercado interno. Existem diferenças sobre o conhecimento de um lado e do outro. O grande conhecimento do produto está na ERT, mas o grande conhecimento sobre a promoção está na agência. O Turismo de Portugal entende de outra maneira, porque o mercado externo é o único que traz divisas para o país e percebo os argumentos. Por isso, não o vamos fazer, mas penso que as agências podiam ter essa competência.

Estamos a atravessar uma pandemia que provocou uma crise sem precedentes no turismo. Além dessa questão da promoção, que desafios espera encontrar enquanto presidente do Turismo do Alentejo?
O maior desafio é conseguir que as empresas se mantenham abertas e mantenham os postos de trabalho, mas este é também o maior desafio para o país. É o primeiro grande desafio. É evidente que nem a agência nem a ERT são grandes financiadores, o que fazemos é transmitir ao Governo aquilo que são as necessidades das empresas, as deficiências dos programas que o Governo e o Turismo de Portugal lançaram e que têm revelado algumas falhas na chegada às empresas. Portanto, este é o grande desafio, manter o setor, sem que as empresas fechem, mas haverá muitas empresas que vão fechar, infelizmente.
Depois, temos outro grande desafio, a nível global, que é estarmos preparados para, logo que haja ocasião, retomarmos a atividade. E estou confiante, já mostrámos que Portugal trabalha o turismo como ninguém. Tal como em 2015, também agora o turismo vai ser o motivo da recuperação económica deste país.

Verão e retoma

Qual é a sua opinião sobre as medidas que têm vindo a ser lançadas para apoiar o setor e que medidas deveriam ser já adotadas para preparar a retoma?
Em primeiro lugar, o apoio às empresas não pode acabar quando os turistas estiverem de volta, tem de existir um período temporal em que se sobreponha o apoio às empresas, já com a retoma a decorrer. Mas percebemos que esta é uma situação inesperada e, neste momento, o último sítio onde gostaria de estar era no Governo.
Por outro lado, é preciso ver que o turismo interno é bom para manter as empresas abertas, mas não traz dinheiro para o país, há apenas uma distribuição de riqueza, mas se vier um estrangeiro, traz dinheiro de fora e isso faz toda a diferença. É isso que explica a separação entre a promoção interna e a promoção internacional. Mas o que temos de ver aqui é que, quando houver retoma, países como Espanha, Itália e França vão investir fortunas na promoção turística e nós temos de ter um plano, uma espécie de plano Marshall, neste caso um plano Siza Vieira ou Rita Marques, para fazer mais do que já fazemos e melhor. Acima de tudo, temos de fazer coisas diferentes.

Em relação às medidas que já foram lançadas para apoiar as empresas, qual foi a importância e a adesão que registaram a nível regional?
A principal medida, indiscutivelmente, foi o lay-off. Quando falo com os empresários, todos me dizem que essa foi a principal, tal como agora o lay-off a 100%. Essa foi, sem dúvida, a medida que fez a diferença para as empresas.

No Alentejo, houve encerramentos? Como é que as empresas estão a aguentar esta fase? Houve poucos, porque até meio de março o ano tinha sido muito bom. Janeiro e fevereiro foram meses fantásticos, no turismo externo subimos 30%, nunca tínhamos visto estes números, e o turismo interno também estava a crescer a dois dígitos, mais de 10%. Portanto, as empresas tiveram dois meses e meio bons, depois, foi preciso aguentar até ao verão. Mas o verão foi bom no Alentejo, não havia um quarto no Alentejo e os preços praticados, então.

O Alentejo foi, aliás, a única região do país onde o preço subiu no verão.
Subiu e de que maneira. Tínhamos sítios onde a semana chegava aos mil euros, as pessoas todas quiseram ir para o Alentejo. O Alentejo tinha poucos casos de COVID-19, é uma região de baixa densidade e tem qualidade.
A ERT lançou até uma campanha nessa altura, que tinha um ‘claim’ muito feliz, que é “Há um lugar…” e, depois, o resto pode-se acrescentar. “Há um lugar seguro”, “há um lugar maravilhoso”, “há um lugar onde se come bem”, o que quisermos. Tínhamos uma segunda fase dessa campanha para lançar agora, para os feriados de dezembro, mas cancelámos, não tinha sentido lançar a campanha quando as pessoas não podem viajar.
Portanto, no verão as empresas aguentaram-se, mas agora, a partir de outubro, é que vêm aí os tempos difíceis e o desafio é ver quem é que aguenta até à Páscoa.

O que é que explica o sucesso que o Alentejo teve este verão? Foi uma surpresa ou é o resultado do trabalho que já vinha a ser feito?
Não, não foi uma surpresa. O Alentejo é uma das marcas mais reconhecidas no mercado internacional pela qualidade e não estou a falar só de turismo. Há 20 anos, quando se falava no Alentejo vinham as anedotas, dizia-se que os alentejanos não queriam fazer nada, mas tudo isso mudou. As pessoas já reconhecem que o Alentejo tem qualidade e que os alentejanos sabem viver a vida. Hoje, o nosso modo de vida mais slow é aquilo a que toda a gente aspira. Não concordo que seja uma moda, porque a moda vai e vem, e a oferta do Alentejo assenta em valores muito seguros e que têm a ver com as nossas características culturais, de autenticidade, paisagísticas, de gastronomia e vinhos. É claro que houve um trabalho árduo de todos para mostrar isso, da agência, dos empresários, das câmaras municipais e dos alentejanos, que ao início achavam os turistas esquisitos, mas que já percebem a importância do turismo e recebem bem os estrangeiros.
E o Alentejo tem qualidade também porque construiu uma oferta para isso. Lembro-me que, há anos, quando me perguntavam o que é que se podia fazer no Alentejo, era difícil encontrar oferta para preencher uma semana. Agora, a questão é que uma semana não chega.
Aqui, quem fez a diferença e, de certo modo, coseu todo este tecido, foram as empresas de animação turística. Neste momento, temos cerca de 400 empresas de animação turística e, quando vim para o turismo, há 17 anos, existiam meia dúzia.

Os turistas portugueses foram, este verão, o mercado que fez a diferença, mas mesmo assim houve estrangeiros. Quais foram as nacionalidades mais representativas no Alentejo?
Houve muito poucos estrangeiros, mas mesmo assim fomos a região que, percentualmente, menos estrangeiros perdeu. Os alemães, franceses e espanhóis foram os mais representativos, com os espanhóis em primeiro lugar, mas vieram muito menos do que pensávamos. Os alemães, pelo contrário, surpreenderam porque não existiam restrições na Alemanha, agora já há. E tínhamos muita esperança no mercado belga e holandês, mas a situação naquela região piorou muito rapidamente e não correspondeu às nossas expetativas, assim como o Reino Unido, que só abriu ali uma semana e os turistas foram todos para o Algarve

E ao nível de mercados mais longínquos, como o brasileiro ou o norte-americano?
Zero. E é preciso notar que o Brasil, juntamente com a Alemanha, é o segundo mercado para o Alentejo. O primeiro mercado é o espanhol e depois vêm a Alemanha e Brasil, temos mais brasileiros a dormir no Alentejo do que ingleses, franceses ou qualquer outro mercado europeu. E os EUA eram o nosso quarto mercado, o que quer dizer que perdemos o segundo e o quarto mercado assim de repente. Por isso, estamos muito agradecidos aos portugueses que aguentaram isto.

Futuro

Qual é a sua expetativa para 2021, já será possível que exista alguma retoma turística e qual é a previsão para o Alentejo?
Não tenho expetativas, tenho palpites e a situação é tão fluida que é difícil fazer previsões. Mas, penso que agora há um fator decisivo, que é o aparecimento da vacina e, contrariamente a algumas previsões mais pessimistas, acredito que no próximo ano já poderá estar disponível. É possível que, até ao verão, a população na Europa e nos países desenvolvidos já esteja vacinada, mas até aí vamos viver do turismo interno. No segundo semestre, no meu palpite, já vamos começar a trabalhar e a ter resultados disso. Os city-breaks vão ser das coisas mais afetadas, mas penso que alguns destinos já consolidados e de sol e praia, como o Algarve, vão recuperar muito rápido.
Mas recuperação a sério, só vai acontecer em 2022. Se no final de 2022, conseguirmos ter 70% do que tivemos em 2019, já estaremos bem. Ou seja, voltamos ao que tínhamos em 2015 ou 2016. Por isso digo que o Turismo de Portugal tem de perceber isto e alavancar mais, nesta fase, a promoção, mesmo que seja só excecionalmente, durante um ano, e depois voltamos para trás. E há outra coisa que pode estar em cima da mesa, porque há forças que querem mexer na estrutura do turismo, nomeadamente das ERT. Sei que há quem gostaria que as ERT desaparecessem e é preciso ter muito cuidado neste momento, porque, na altura em que estamos, é preciso ter as entidades perfeitamente consolidadas.

E de que mudança se estaria a falar e o que é que isso implicaria?
Era colocar as ERT dentro das CCDR. Julgo que, neste momento, não se pode fazer isso. Uma coisa é discutir noutra altura e não me repugna que, quando a situação estiver estabilizada, possamos discutir se as ERT deviam manter a autonomia que têm. Não me repugna que isso se possa discutir, mas não agora. Neste momento, mexer nisso pode ser muito, muito mau. Estas estruturas já mostraram o que valem, porque grande parte do êxito do turismo em Portugal deve-se às estruturas regionais, obviamente que também aos empresários, mas se não houvesse as agências e as ERT, o turismo em Portugal não tinha os números que tem. Neste momento, seria dar um tiro no pé mexer na organização das ERT. Quando a pandemia passar, quando tudo estiver estabilizado, podemos discutir, nada é eterno, mas este não é o momento, o trabalho das ERT é imprescindível para a manutenção do setor do turismo e para a retoma da atividade. Nenhuma região está de acordo com isso e estou convencido que as associações empresariais, incluindo a CTP, também não.

Para concluir, gostava apenas de saber como gostaria que o seu mandato no Turismo do Alentejo fosse recordado?
Gostava de ser recordado como o Newton. Sou engenheiro e a física é um dos meus domínios, e o Newton foi o pai da física. Ele dizia: “se cheguei tão alto foi porque me ergui nos ombros de gigantes”. Traduzido numa linguagem mais pequenina, quero dizer com isto que a ERT chegou a um tal patamar de excelência, que gostaria que, quando eu saísse, pudessem dizer que o Vítor Silva acrescentou qualquer coisa. Era só isso que gostaria.

Leia a entrevista completa na edição digital do Publituris.

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OS PRÉMIOS COMUNICAÇÃO M&P

O M&P vai premiar, pelo nono ano, a excelência na Comunicação

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Como já é tradição os Prémios Comunicação M&P vão distinguir os melhores trabalhos de consultoras de comunicação e relações públicas, projectos de comunicação, acções de sustentabilidade levadas a cabo pelas organizações, eventos e acções feitas em conjunto com os media. Também aberto aos Mercados Externos, a concurso temos 11 grandes categorias: Sectores de Actividade, Digital/Social/Influenciadores, Branded Content, Eventos e Patrocínios, Comunicação Interna, Reputação e Public Affairs, Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa, Comunicação Institucional, Comunicação Integrada e Assessoria de Imprensa.

A escolha dos vencedores, que serão revelados em Dezembro, está a cargo de António Mendes (RFM), António Costa (Eco), António Cunha Vaz (CV&A), Bruno Batista (grupo GCI), Elgar Rosa (Pure), Inês Mendes da Silva (Notable) Isabel Rodrigues (Cofina Media), Jorge Magalhães (Grupo Stellantis Portugal), José Franco (Corpcom), Maria Domingas Carvalhosa (Wisdom Consulting e APECOM), Maria João Soares (JLM & Associados), Pedro Cruz (TSF), Rui Piteira (Tabaqueira), Teresa Figueira (Central de Informação), Tiago Ferreira (Grupo Nabeiro-Delta Cafés) e Tiago Simões (Sonae MC e APAN).

Recorde aqui aqui os vencedores de 2020 e consulte aqui toda a informação sobre a 9ª edição dos Prémios Comunicação M&P.

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Autêntica Costa Amalfitana : descubra as páginas do livro que ainda não leu

As três vilas históricas da Costa Amalfitana.

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Desde a mais pequena vila da Itália, à arte como veículo de espiritualidade. As vilas históricas da Costa de Amalfi 

Uma viagem às antigas aldeias da Costa Amalfitana onde o tempo parece ter parado, mas na tranquilidade a história tem sido capaz de continuar a viver, inovando-se, graças à contribuição e à habilidade dos seus habitantes.

Amalfi by night (photo-Salvatore-Guadagno)

Atrani (photo Vito Fusco)

Atrani: a aldeia mais pequena de Itália.

É o mais pequeno município italiano. A apenas 800 metros de Amalfi, em Atrani parece que o tempo parou. Um lugar rico em história que relembra de forma impecável o esplendor da antiga República Amalfitana. Em Atrani, cada vislumbre oferece momentos preciosos de descoberta entre perspectivas espetaculares ou recantos decorados com colunas e capitéis romanos e medievais (que datam dos séculos XII a XIII).

Aqui as angústias da vida dissolvem-se, dando lugar ao suspiro do mar. Um vínculo, aquele com o mar, tão intenso e visceral que o município inaugurou recentemente um novo museu ao ar livre: "Vasi d'a ... mare". O projeto reúne os vasos confeccionados por mestres oleiros locais, entre eles Lucio Liguori, Francesco Raimondi, Vincenzo Caruso, Sasà Mautone, Pasquale Liguori (Azul infinito), todos instalados em suportes moldados à mão pelo artista-ferreiro Giovanni Spada. Dispostas ao longo do Largo Marinella, as obras celebram a cultura pesqueira local e a ligação com o mar. Do Largo Marinella chegamos ao centro nevrálgico da vila, a sugestiva Piazza Umberto I. Aqui nos encontramos para momentos de festa, para um café ou um aperitivo com os amigos. E é num dos bares dessa praça que nasceu o Lemon Spritz, feito com o Sfusato Amalfitano. A partir da praça entrevê-se a Igreja de San Salvatore de Birecto, cuja torre sineira marca as horas do dia como antigamente. Fundada no século X, é um dos mais antigos monumentos do patrimônio cultural e espiritual da Costa Amalfitana.

Diz-se que a cerimónia de investidura do duque de Amalfi teve lugar aqui. Foi precisamente essa relação sutil entre o sagrado e o profano, entre jogos impercetíveis de geometrias que fascinou e influenciou as obras visionárias de uma das personalidades mais extraordinárias e ecléticas do século XX, Maurits Cornelis Escher, que durante a sua estadia na Costa por volta dos anos ’30 amou Atrani pela sua “mágica atmosfera".

Pontone: a história da Costa de Amalfi nasce aqui.

Aninhado nas montanhas entre Amalfi e Scala, a pacata aldeia de Pontone é o berço da Costa Amalfitana. Entre ruas de pedra e jardins em socalcos, Pontone foi uma das povoações mais antigas, nomeadamente do ponto de vista cultural, que deu origem ao que viria a ser a primeira República Marítima da Itália, ou seja, a República de Amalfi. Pontone representa a expressão emocional da cultura. E aqui nas calmas ruas da aldeia é possível sentir a história ganhar vida. Bem no centro de Pontone está a Piazza San Giovanni Battista, hoje um lugar tranquilo para se sentar por baixo das árvores ou apreciar a vista das paisagens verdes que do vale chegam a Amalfi. Pontone era um importante centro de produção têxtil e a Piazza San Giovanni Battista era o coração do negócio. Aqui era feito o tecido de lã que os mercadores de Amalfi vendiam em todo o sul da Itália e na Sicília.

À beira da Piazza San Giovanni Battista está a igreja com o mesmo nome. A partir da Piazza San Giovanni Battista uma escada íngreme leva a uma das joias da Costa Amalfitana. A Igreja de San Filippo Neri, fundada no século X, é o fulcro do patrimônio religioso e cultural da aldeia. Antes de entrar, os olhos voltam-se para o céu para observar a torre sineira de pedra do século X. A torre sineira não está diretamente conectada à igreja. Ela está posicionada, de fato, em frente a um átrio abobadado na entrada do edifício. O caminho de pedra passa mesmo através do átrio. Mesmo sem entrar na igreja, a incrível abóbada cruzada leva de volta no tempo e lembra as do Arsenale de Amalfi, onde os navios foram construídos durante a Idade Média.

Amalfi: a espiritualidade em obras de arte.

Caminhando pelas vielas de Amalfi, aquelas ruas estreitas e sombreadas, respira-se uma atmosfera de outros tempos, mas sempre atual e agradável para ser desfrutada em qualquer época do ano. No verão, um banho nas águas cristalinas alterna-se com uma granita fresca de limão ou uma deliciosa sfogliatella. Nos períodos mais frios, porém, é romântico passear pelas ruas do centro entre fontes, arcos e igrejas iluminadas por luzes que, quando acesas, aquecem a alma. A Piazza Duomo é o coração pulsante onde a famosa e icônica catedral ergue-se majestosamente.

A Catedral de Amalfi é hoje considerada um dos mais importantes e belos monumentos da Itália, onde o estilo bizantino junta-se aos estilos românico, islâmico e barroco. O conjunto monumental constituído pela Catedral, pelo Claustro do Paraíso e pela Igreja do Crucifixo, sede do Museu Diocesano, tem um valor histórico e social que vai além do artístico. Ricos em história e cultura, a poucos passos da praça principal, estão os Arsenais Antigos, locais onde, num passado distante, os barcos foram construídos e depois colocados diretamente no mar. Tornou-se hoje o principal museu da cidade, e no seu interior pode-se admirar importantes exposições de arte ou fotografia, rodeadas por abóbadas e estruturas arquitetónicas originais.

Duomo di Amalfi (photo by Andrea Gallucci)

La fontana dedicata al patrono di Amalfi-SantAndrea in Piazza-Duomo (photo by Salvatore Guadagno)

Entre na revista Authentic Amalfi Coast e descubra as páginas do livro que ainda não leu sobre a Costa Amalfitana www.authenticamalficoast.it

Autor: Italia National Tourism Board

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, "ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023".

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, "o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria".

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

"Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo", indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do "bom funcionamento desta rota nos meses de verão" e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

"Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022", lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

"Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México - que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana - com mais três voos semanais, até 13 frequências - e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana", indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

"Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19", congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, "o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada".

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas "boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano".

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma "parceria exclusiva", que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

"A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança", afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana "combina perfeitamente" com a rede da Gol no Brasil.

"Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América", acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

"O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo "fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais" e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

"Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora", disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o "cruzeiro espacial" e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ - sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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