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“A transição digital está na cabeça de todos os empresários”

A pandemia provocou um terramoto no rent-a-car e nem a Europcar escapou às perdas. Mas as épocas de crise costumam ser alturas de reinvenção, caminho que também a maior rent-a-car do país está a fazer, com forte aposta nas tecnologias.

Inês de Matos
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“A transição digital está na cabeça de todos os empresários”

A pandemia provocou um terramoto no rent-a-car e nem a Europcar escapou às perdas. Mas as épocas de crise costumam ser alturas de reinvenção, caminho que também a maior rent-a-car do país está a fazer, com forte aposta nas tecnologias.

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A pandemia provocou um terramoto no rent-a-car e nem a Europcar escapou às perdas. Mas as épocas de crise costumam ser alturas de reinvenção, caminho que também a maior rent-a-car do país está a fazer, com forte aposta nas tecnologias.


Em entrevista ao Publituris, o diretor-geral da Europcar Portugal, a maior rent-a-car a operar em território nacional, faz um balanço negativo do verão, que trouxe poucas boas surpresas, e fala das atuais restrições à circulação adotadas para conter a COVID-19, mas que estão a provocar novos cancelamentos, num setor que pode não aguentar sem novos apoios. No caso da Europcar Portugal, esta altura de menor procura está a ser aproveitada para lançar e testar produtos ligados ao digital, porque, como diz Paulo Moura, as apps e estas novas ferramentas “são o futuro”, também no turismo e no rent-a-car. Mas, para o futuro, importante é também construir o aeroporto do Montijo, essencial para melhorar o serviço aeroportuário na capital e para que, quando a procura regressar – o que o diretor geral da Europcar Portugal estima que aconteça em 2023 – o país esteja preparado para voltar a receber turistas.

Este ano, houve muitas expetativas em relação ao verão, mas acabaram por ser algo frustradas, porque o verão não trouxe a retoma esperada. Na Europcar, como é que correu o verão, ao nível do turismo?
Não sei se podemos dizer que houve realmente uma retoma, porque ficámos muito aquém dos níveis de 2019. Francamente, não tínhamos uma enorme expetativa em relação ao verão. Há uma parte do nosso negócio que tem a ver com o ‘long haul’, como os mercados emissores dos EUA, Brasil ou Canadá, que já esperávamos que se mantivesse suprimida ou quase inexistentes e foi o caso. Nos mercados com origem na Europa, alguns correram dentro da nossa expetativa, como o Reino Unido, que com aquelas questões de abre e fecha corredor aéreo, não correu particularmente bem. Mas houve mercados onde as coisas correram até francamente melhor do que esperávamos, como a França, Bélgica e a Suíça, que tiveram um comportamento muito interessante e muito aceitável durante este verão. Portanto, obviamente que se compararmos com 2019, foi um verão fraquíssimo, mas até talvez um pouco acima das nossas expectativas iniciais.

Estamos a falar numa quebra de quanto? A ARAC, associação que representa o rent-a-car, tem vindo a falar numa quebra de 60%. No caso da Europcar, corresponde?
Não é igual para todo o rent-a-car, depende dos segmentos em que se opera. É evidente que há operadores que estão 100% focados no segmento do turismo e, para esses, há um impacto muitíssimo maior. Não é dessa ordem de grandeza a nossa quebra, porque temos também o negócio corporativo, dos carros comerciais. Se considerarmos uma quebra de 40 a 45%, não deveremos andar longe da realidade.

Em que segmentos de automóveis se registou maior procura no verão?
Aqui houve um retrocesso. Nos últimos anos, tínhamos vindo a melhorar aquilo a que chamamos o ‘mix’ do negócio, que tem a ver com a tipologia dos carros alugados. O negócio tem tido, claramente, uma tendência para o low cost, com opção por carros de gamas mais baixas, o que já acontecia antes da pandemia, mas que se agravou, porque as pessoas estão preocupadas, mesmos as que optaram por fazer férias, fazem-no com preocupação em relação ao futuro e nós notamos isso. Também tem a ver com outro aspeto, que é a faixa etária que tivemos este verão, que era mais baixa, porque os turistas seniores foram os que mais se retraíram de viajar devido à doença.

E qual é a posição da Europcar face às novas medidas de combate à COVID-19, que preveem restrições à circulação, o que, obviamente, tem impacto no turismo?
Nestas duas últimas semanas, estamos a registar uma quebra enormíssima nas reservas, maior do que a quebra expectável em novembro, que é o pior mês de atividade no rent-a-car e no turismo em geral. A quebra que se está a registar é muito acima do normal e tem a ver com essas restrições, com as que houve no fim-de-semana dos Finados, que normalmente é uma data que tem um pico de atividade no turismo, porque muitos dos nossos compatriotas estão a trabalhar fora e vêm visitar a família nessa altura. Isso não se verificou este ano, houve essa quebra e continua-se a notar um retrocesso nas reservas, com muitos cancelamentos. Prevejo, pelo menos, três meses muito complicados. Não quero ser pessimista ao ponto de achar que vamos voltar aos níveis de abril, mas é um facto que se deverá aproximar.

Medidas e apoios

O governo tem procurado combater a crise da COVID-19 com medidas de apoio às empresas. Que avaliação faz a Europcar das medidas para o rent-a-car, se é que existem medidas concretas para o rent-a-car?
São muito poucas, para o setor do rent-a-car são quase inexistentes. Tanto a ARAC, como a Confederação do Turismo de Portugal, manifestaram o seu agrado pela forma rápida como o Governo respondeu à pandemia no início. Isto é, as medidas tomadas no início foram acertadas, como o lay-off simplificado, que foi essencial para as empresas do turismo ultrapassarem a fase crítica do confinamento. Também as moratórias de crédito foram essenciais. Diria que sem estas duas medidas, provavelmente teríamos assistido a muitas falências no setor do turismo, não quero dizer em particular no rent-a-car, mas certamente também no rent-a-car. Esta atividade tem uma dependência enormíssima do turismo e é, simultaneamente, uma atividade de capital intensivo e mão-de-obra intensiva. Portanto, se não houvesse as medidas que nos permitiram conter custos durante a fase crítica, provavelmente muitas empresas não teriam sobrevivido. Mas estamos a entrar numa nova fase idêntica à que vivemos anteriormente e, se não houver medidas mais robustas, não vejo forma das empresas a ultrapassarem sem profundas reestruturações, com efeitos no emprego. Não há possibilidade de lidar com as quebras da magnitude que estamos a registar – e que nalguns casos são de 60% e noutros de 50% – sem ajustar custos, ou terão de haver medidas do Estado. Mas também precisamos de medidas que nos permitam relançar a economia, temos de nos preparar para uma nova fase. As preferências dos nossos clientes estão a alterar- -se, as pessoas têm hoje preocupações muito maiores na questão do contacto físico e, por isso, tudo o que tem a ver com o digital, com serviços que impliquem o mínimo contacto possível, é hoje uma necessidade. Quem não investir na tecnologia, provavelmente está a perder o barco, porque a preferência de boa parte dos clientes vai nesse sentido. Mas para isso é preciso capital, é preciso investir e temos de nos preparar para concorrer num mercado que há de vir, porque a pandemia não vai durar para sempre.

A ARAC reivindicava a descida do ISV, do IUC e queria a redução do IVA para a taxa intermédia, mas o Orçamento do Estado para 2021 não contempla nenhuma dessas medidas. O que é que preciso que o rent-a-car faça para ser ouvido, pois é um setor com muito peso económico, mas que não viu nenhuma destas medidas atendida?
Temos vindo a manifestar-nos nos fóruns a que temos acesso e procuramos alertar o Governo através da ARAC – cuja atuação do secretário- -geral tem sido incansável nos contactos com o Governo, no sentido de alertar para os problemas do setor e para entender porque razão é que, estando no mesmo setor de atividade, não beneficiamos dos mesmos apoios que outros -, assim como através da Confederação do Turismo, que tem tido igualmente uma atuação importantíssima e através da qual temos pressionado de forma construtiva o Governo, para conseguirmos os apoios necessários. Mas também percebemos que o Governo tem recursos limitados, somos um país de parcos e escassos recursos, onde não é possível atender a todos, mas procuro sempre alertar que o rent-a-car contribui indiretamente para muitos outros setores. Por exemplo, nós compramos 40% dos carros que se vendem em Portugal, o que quer dizer que se o rent-a- -car cair 50%, o mercado automóvel cai 20% ou mais. Isto é algo que, às vezes, não é claro, mas que procuramos demonstrar ao Governo.

Digital

Apesar da pandemia, as alturas de crise costumam trazer inovação, como a maior aposta no digital, de que falou há pouco. A Europcar, que já vinha a apostar em novos produtos digitais antes da COVID-19, tem previstas novidades a este nível?
É verdade e estamos, de facto, a conduzir alguns testes. Tenho o orgulho de que Portugal tenha sido escolhido para conduzir esses testes-piloto para o Europcar Mobility Group, todos na área do digital. Alguns desses testes têm a ver com a conexão da frota, os Connected Cars, que serão uma forma de implementar novos serviços e ofertas, precisamente naquele sentido que referia anteriormente de dar acesso direto ao carro, sem qualquer interação física. Isto é, os clientes fazem a reserva no site e recebem um e-ticket – como recebemos das companhias aéreas – e, depois, com o smartphone ou numa máquina onde se registam, recebem a chave ou um código de acesso direto à viatura, que está num determinado parque. Estamos a implementar esta experiência nas nossas marcas, nomeadamente na Goldcar, que já tem esta oferta a funcionar também em Portugal. Temos uns dispensadores que funcionam nos aeroportos, denominados ‘Key&Go’, onde os clientes se dirigem, levantam as chaves no parking do aeroporto e seguem para a viatura, sem interação humana. Este serviço vai ser estendido também à Europcar e contamos ainda ter estações virtuais, ou seja, estações abertas 24h e sete dias por semana, para levantamento e entrega das viaturas.
É este negócio de proximidade que pretendemos alargar. Na Europcar, classificamos a atividade em três segmentos: profissional, que é o negócio corporativo; o lazer, que são os resorts, aeroportos e o verão; e o negócio de proximidade, que são as estações de cidade. Temos 82 estações em todo o país e estamos em todas as capitais de distrito, em algumas com mais que uma estação, e são estes pontos de contacto de proximidade com os clientes que queremos alargar, disponibilizando estes serviços de forma mais fácil, sem esperas e sem grandes burocracias, para que os clientes possam, cada vez mais, optar pelos nossos serviços como uma alternativa ao carro próprio, porque cada vez faz menos sentido ter viatura própria para quem vive nos centros urbanos. Por isso, se houver soluções de mobilidade que sejam fáceis de ativar, as pessoas acabam por aderir.

Esse projeto já estava em andamento, mas foi acelerado com a pandemia?
Exatamente. É um processo que já estava em andamento, já tínhamos iniciado os projetos-piloto e estamos agora a acelerar, porque faz todo o sentido, já fazia antes e agora ainda mais. Estas tecnologias, as apps, são o futuro e acredito que o turismo acabará por ser complementado com este tipo de serviços, em que o rent-a-car tem um papel importante com o carsharing ou com o aluguer de curto prazo.

Quando é que vai estar operacional na Europcar em Portugal?
Nos próximos meses. Sem dúvida no próximo verão, vamos ter máquinas ‘Key&Go’ em vários pontos.

A Europcar tem a expetativa que este projeto possa influenciar outras iniciativas, até de outros setores, que tirem partido deste lado positivo da tecnologia, que se está a revelar agora tão importante?
Acho que sim. A transição digital, neste momento, está na cabeça de todos os empresários e gestores, todos têm consciência que é necessário investir no digital e temos, aliás, visto uma evolução enormíssima nas nossas vidas. Se pensarmos que, há uns anos, todas estas funcionalidades que usamos hoje – como as apps que usamos para nos deslocarmos – não existiam, percebemos a importância destas ferramentas, que hoje estão acessíveis através do digital. Hoje, o digital é fundamental para qualquer negócio.

Aeroporto

 As épocas de crise também são, normalmente, aproveitadas para se reavaliar investimentos, e parece ser isso que está a acontecer com o aeroporto do Montijo, pois o Governo já admite que o projeto perdeu urgência porque a pandemia reduziu o tráfego aéreo em Lisboa. Concorda que esta visão?
Discordo completamente porque estamos décadas atrasados. Esta não é, de todo, altura para adiar uma decisão que já devia estar assente porque Lisboa precisa desse aeroporto. Só se acreditássemos que a pandemia iria durar indefinidamente é que podíamos aceitar isso. Talvez não acabe já em 2021, mas é possível que isso aconteça em 2022 ou em 2023. Portanto, se em 2023 regressarmos aos números de 2019, Lisboa vai ser um pandemónio em termos de serviços aeroportuários, como era no ano passado. Toda a demora assumida neste processo vai ter repercussões e vai-se traduzir em perdas de milhões de euros de receita para Lisboa. Por isso, acho que não é, de todo, altura de perdermos mais tempo a discutir o aeroporto, foi assim que este processo se arrastou 40 anos.

Em relação ao aeroporto do Montijo, as rent-a-car já foram ouvidas sobre as condições de que vão dispor na nova infraestrutura?
Temos uma relação próxima e aberta com a ANA – Aeroportos e já discutimos o tema do novo aeroporto. Eles ouviram as nossas opiniões e assumimos inclusive que, se o novo aeroporto tivesse sido uma realidade durante o prazo da corrente concessão, o que não será muito possível, porque a obra vai demorar três ou quatro anos – e esta é mais uma razão pela qual não faz sentido adiar mais a decisão -, as rent-a-car teriam obviamente um espaço no futuro aeroporto. Nem faria sentido se não fosse assim, apesar de, para nós, isso partir em dois a nossa operação na cidade de Lisboa. Mas creio que não há outra solução e é sempre uma melhor solução do que oferecer o péssimo serviço que se presta no aeroporto atual, que atingiu o limite da sua capacidade.

Futuro

A pandemia torna difícil fazer previsões, mas ainda há pouco disse que, talvez em 2023, já exista retoma. Como vê o futuro do turismo e do rent-a-car?
Quando falo em 2023, é em voltar a atingir a performance de 2019, em que tivemos níveis altos de turismo, mas acho que já haverá uma franca recuperação em 2022. Talvez em 2021 seja cedo, porque isto tem a ver com a confiança das pessoas. Logo que se consiga eliminar a incerteza e o medo, a recuperação será rápida, porque as pessoas estão desejosas de viajar. Quando houver confiança, tudo será rápido. Por isso, acredito que 2021 será ainda cedo para que exista recuperação, porque não há ainda uma vacina ou cura, e as pessoas ainda não se habituaram a viver com esta situação. Mas no futuro, com ou sem vacina ou até que tudo isto se torne normal nas nossas vidas, haveremos de recuperar os níveis do passado.

Sobre o autorInês de Matos

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Turismo

Nova Edição: O balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 no turismo, os segredos da Allways, autocaravanismo e dossier tecnologia

A primeira edição de 2023 do Publituris tem com tema principal o balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 feitas por alguns ‘stakeholders’ do setor do turismo. Além disso, a edição revela os segredos do “luxury” da Allways Unique Travel Designers, o segmento do autocaravanismo e um dossier sobre tecnologia no turismo.

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A primeira edição do jornal Publituris faz capa com um balanço de 2022 e as perspectivas para o ano que agora se inicia. Para o efeito, o jornal Publituris ouviu vários intervenientes do setor que antecipam um ano incerto em, por isso, com um otimismo moderado.

A crescente inflação, subida das taxas de juros, menor rendimento disponível por parte das famílias, além da guerra na Ucrânia foram os problemas mais apontados por Francisco Calheiros (CTP), João Fernandes (Turismo do Algarve), Pedro Machado (Turismo do Centro), António Marques Vidal (APECATE), Luís Araújo (Turismo de Portugal), Berta Cabral (Turismo dos Açores), Vítor Costa (Turismo de Lisboa), Eduardo Jesus (Turismo da Madeira), Vítor Silva (Turismo do Alentejo), Eduardo Santander (ETC), Julia Simpson (WTTC), Pedro Costa Ferreira (APAVT), Adriano Portugal (Mercado das Viagens), Álvaro Vilhena (Viajar Tours), Luís Henriques (Airmet), Tiago Encarnação (Lusanova), Amaro Correia (Iberobus), Eduardo Cabrita (MSC Cruzeiros), Paulo Pinto (Europcar), Francisco Teixeira (Melair Cruzeiros), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), José Lopes (easyJet), Marie-Caroline Laurent (CLIA) e Paulo Geisler (RENA).

Na “Distribuição”, damos a conhecer (alguns) segredos da Allways Unique Travel Designers, uma marca do grupo Travelstore, que atua no segmento “luxury”.

O dossier desta edição é dedicado à Tecnologia. Tendo a pandemia realçado a relevância da tecnologia e digitalização para a recuperação e o avanço da indústria das viagens, esta veio demonstrar a necessidade de acelerar os processos.

Além de ouvidas várias opiniões de quem está no terreno, também damos a conhecer algumas das soluções implementadas pela HiJiffy, Paraty Tech, Amadeus, Mastercard, Travelport, Roiback, Google, Optigest, XLR8RM, CLEVER/HOST e Vasco.

Para fechar, fazemos uma análise ao mercado do autocaravanismo que, depois de ter sido um dos segmentos turísticos com maior aumento de procura durante a pandemia, continua em alta e revela expectativas positivas para o futuro.

Além do Check-in, as opiniões pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Dana Dunne (eDreams ODIGEO) e António Paquete (economista e consultor de empresas).

Boas leituras!

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W Algarve contrata novo diretor de marketing e comunicação

Henrique Pires é a nova aposta do W Algarve para dirigir o departamento de marketing e comunicação da unidade hoteleira, como anunciado em comunicado.

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Com 11 anos de experiência no setor hoteleiro, o profissional setubalense começou o seu percurso profissional no Pine Cliffs Hotel, passou pelo Waldorf Astoria Ras Al Khaimah e fez carreira na cadeia Minor Hotels, onde foi responsável pelas áreas do marketing e comunicação dos Anantara Hotels & Resorts e dos Tivoli Hotels & Resorts, em Portugal.

Chega agora ao recém-aberto W Algarve, onde irá desempenhar funções como diretor de marketing e comunicação.

“Estou muito contente e entusiasmado por me juntar à fantástica equipa do W Algarve e abraçar este novo desafio. É um grande orgulho para mim trazer as minhas ideias e visão para um hotel que abriu há cerca de meio ano e que já conquistou tanto terreno na região”, garante Henrique Pires.

O W Algarve marca o primeiro Hotel da marca W a abrir em Portugal. Situado no topo das icónicas falésias do sul de Portugal, o recém-aberto W Algarve junta-se à família de W Escapes, oferecendo “uma mistura de descontração à beira-mar com uma energia exuberante”, como referido em comunicado.

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Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

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O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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Hospitality Talks
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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Hotel Vila Raia
Alojamento

Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

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A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

Publituris

A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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