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Nova tendência das feiras virtuais também tem vantagens

Como se costuma dizer, primeiro estranha-se e depois entranha-se. E nas feiras de turismo o ditado aplica-se que nem uma luva. A pandemia de COVID-19 obrigou a grandes mudanças nos certames turísticos, que se tornaram virtuais, num modelo diferente mas que também tem vantagens.

Inês de Matos
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Nova tendência das feiras virtuais também tem vantagens

Como se costuma dizer, primeiro estranha-se e depois entranha-se. E nas feiras de turismo o ditado aplica-se que nem uma luva. A pandemia de COVID-19 obrigou a grandes mudanças nos certames turísticos, que se tornaram virtuais, num modelo diferente mas que também tem vantagens.

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Como se costuma dizer, primeiro estranha-se e depois entranha-se. E nas feiras de turismo o ditado aplica-se que nem uma luva. A pandemia de COVID-19 obrigou a grandes mudanças nos certames turísticos, que se tornaram virtuais, num modelo diferente mas que também tem vantagens.


A notícia já era esperada e, a 14 de setembro, a organização do World Travel Market (WTM), a feira de turismo de Londres e uma das maiores da Europa, confirmou que a próxima edição – que deveria acontecer entre 2 e 4 de novembro – seria inteiramente virtual.
As “contínuas restrições de viagens, imposição de requisitos de quarentena e bloqueios locais em toda a Europa” foram os motivos apontados para a decisão, com Simon Press, diretor do WTM Londres, a admitir que seria “impraticável para muitos visitantes estrangeiros comparecerem pessoalmente” no EXCEL London, o recinto que anualmente acolhe a feira britânica, devido aos constrangimentos estabelecidos na sequência da pandemia da COVID-19.
A feira londrina foi um dos primeiros grandes eventos do turismo mundial a optar por realizar apenas uma edição virtual, depois de várias outras feiras terem sido mesmo canceladas devido à pandemia. A ITB Berlim, que teria acontecido de 4 a 8 de abril e que é considerada a maior feira de turismo do mundo, foi cancelada logo em fevereiro, quando a primeira vaga da COVID-19 se estava ainda a instalar na Europa.
Mas, com o passar do tempo e com a pandemia a não dar tréguas, a tendência passou a ser a transformação das feiras de turismo em eventos puramente virtuais, até porque a tecnologia já permite reuniões online e eventos com transmissão em live streaming, avanços tecnológicos que possibilitam que os negócios se continuem a fazer, sem as preocupações em relação à transmissão do vírus que justificaram o cancelamento de várias feiras e a mais recente tendência das edições virtuais. É que não é fácil manter o distanciamento social entre os milhares de visitantes que costumam passar pelos recintos dos certames. Com uma agravante, é que o turismo é uma atividade que implica proximidade. “Esta é uma indústria da presença, do contato presencial entre os profissionais ou não fosse o turismo a indústria dos sorrisos. Se o network com o outro é fundamental na maioria das atividades e setores da sociedade, no turismo em particular é essencial”, diz ao Publituris Dália Palma, gestora da BTL, a maior feira do turismo português, cuja edição de 2020 foi cancelada e que, no próximo ano, vai decorrer entre 3 e 7 de março, numa edição ‘híbrida’, com ações virtuais e também presenciais.

BTL Especial

Seguindo a tendência que se tem vindo a registar nos últimos meses, em que cada vez mais feiras de turismo anunciam edições virtuais - como é também o caso da IBTM Barcelona, que vai ser apenas virtual e decorre entre 8 e 10 de dezembro, data em que deveria acontecer a edição presencial -, a BTL 2021 vai ser, como diz Dália Palma, “uma edição especial”. “A Bolsa de Turismo de Lisboa irá ativar, pela primeira vez, uma solução híbrida, que contempla eventos virtuais e ações presenciais no espaço da FIL”, revela a responsável, explicando que este modelo tem “por base a segurança de todos” e visa “ajudar a recuperar e a reconstruir a indústria do turismo num momento tão delicado e desafiador para o setor”.
Mas o que nasceu de uma necessidade pode vir a revelar-se até uma vantagem, uma vez que, acrescenta Dália Palma, “a digitalização é uma forma inequívoca de internacionalizar a maior feira de turismo nacional”. “As feiras presenciais são, para nós, insubstituíveis, agora complementadas com uma componente digital que valorizará ainda mais os conteúdos que apresentamos”, resume a responsável.
A nível digital, a BTL 2021 vai contar com uma nova plataforma, denominada FIL Virtual, onde os visitantes e fornecedores da feira se podem inscrever e, após validação por parte da organização, fazer o agendamento de reuniões B2B, assim como contactar com expositores e oradores, além de permitir também o acesso em ‘live chat’ às conferências que vão voltar a compor o programa do certame.
As vantagens desta nova ferramenta não se ficam por aqui, uma vez que a FIL Virtual também “permite que a dinâmica de negócios perdure para além da realização física do evento e que a rede de contactos permaneça online para poder ser consultada até à próxima edição, aumentando assim o retorno do investimento dos expositores e participantes”, explica Dália Palma, defendendo que esta será também “uma BTL mais internacional por força da sua presença no digital”, pois vai permitir que os expositores que operam o destino Portugal promovam os seus produtos “numa escala mais global, além do período normal da feira”.
“Estamos convictos de que esta situação serviu para nos enriquecer e tornar mais fortes. Hoje sentimo-nos mais preparados para conviver nesta nova realidade e conscientes de que os negócios e a economia precisam de retomar a uma normalidade, mesmo que diferente da “velha” normalidade”, resume Dália Palma, garantindo que a “BTL sempre foi o evento do sector do Turismo em Portugal e assim continuará a ser”.

Virtual vs físico

Mas, antes da BTL, é a FITUR, a feira de turismo espanhola, que por norma inaugura o calendário anual de certames turísticos. Em 2021, a feira deverá decorrer entre 22 e 26 de janeiro, mas ainda não há certeza que venha a seguir o formato tradicional. “A FITUR está a trabalhar para organizar a feira nas datas previstas”, avança ao Publituris Elena Valera, do departamento de comunicação do certame, explicando que a organização está a avaliar o evoluir da pandemia e que, até à data, não há ainda decisão quanto ao formato do evento. [À data da publicação original deste artigo, na edição do Publituris de 9 de outubro, a organização da FITUR ainda previa realizar a feira em janeiro, mas, entretanto, foi adiada para 19 a 23 de maio de 2021.]
Apesar da incerteza, a FITUR é uma das feiras mundiais onde o Turismo de Portugal conta vir a marcar presença em 2021, ainda que esta participação se encontre “condicionada à sua efetiva realização nos moldes habituais e asseguradas que estejam as melhores condições quer de negócio, quer de segurança para as empresas nacionais”, explica o organismo ao Publituris.
Além da FITUR, o Turismo de Portugal prevê participar, no próximo ano, em mais 10 certames turísticos, concretamente Vakantiebeurs, na Holanda; IMTM, em Israel; ITB Berlim, na Alemanha; MITT, na Rússia; WTM Latin America, no Brasil; IMEX, na Alemanha; IFTM Top Resa, em França; IBTM World, em Espanha; WTM, no Reino Unido; e IMEX America, nos EUA.
Ainda não é possível saber quantas destas feiras vão ser virtuais, mas o Turismo de Portugal diz que, caso alguma venha a decorrer apenas ao nível do digital, serão encontradas em cada mercado, e em conjunto com as sete Agências Regionais de Promoção Turística nacionais, “as melhores soluções de negócio para as empresas nacionais, avaliando, em cada situação concreta, o retorno do investimento a realizar”.
Neste momento, o instituto tem em mãos a participação no WTM, que vai ser virtual e decorre entre 9 e 11 de novembro, e diz ao Publituris que, neste caso, “a operacionalização da participação nesta edição digital é idêntica a uma feira física”, tendo as empresas realizado a inscrição no Portal Feiras e Eventos gerido pelo Turismo de Portugal. As candidaturas fecharam já depois do Publituris falar com o Turismo de Portugal e, por isso, o instituto considerava que ainda era “prematuro” fazer um balanço do interesse das empresas por estes eventos.
No entanto, o WTM não é o primeiro evento virtual em que o Turismo de Portugal trabalha, nem é o primeiro a contar com empresas nacionais, que já estiveram presentes no Workshop Jata Online Travel Mart 2020, promovido pelo Japão entre 31 de agosto e 2 de setembro. Neste evento, “foram convidadas a participar as 23 empresas que se tinham inscrito para o WS presencial”, que foi adiado para 2021, e que, segundo o Turismo de Portugal, confirmaram “os bons resultados, expectativas de conversão e agrado com o modelo organizativo”.
Mais recentemente, a 28 de setembro, decorreu também um evento B2B virtual, no âmbito da Connections Virtual Week, que contou com 25 empresas portuguesas e, entre 20 e 22 de outubro, é o próprio Turismo de Portugal a promover um evento virtual, o ‘2020 Portugal China Online Roadshow’, “em que empresas portuguesas (também originalmente inscritas para o evento físico) contactarão buyers relevantes deste mercado”.
O Turismo de Portugal considera que é às empresas que cabe fazer a “avaliação do retorno do investimento”, mas garante que vai continuar, por um lado, “a acompanhar em permanência as medidas cautelares e preventivas de não exposição a perigos decorrentes do novo coronavírus e que se têm traduzido no cancelamento e/ou adiamento de muitos dos eventos” e, por outro lado, a manter uma “atitude proativa de identificação das melhores oportunidade e ferramentas de negócios em cada mercado”

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Da parte das empresas, as opiniões dividem-se. Para António Paínha, diretor comercial dos Dom Carlos Hotéis, estas edições virtuais das feiras “são uma inevitabilidade” e, apesar de considerar que ainda existe “alguma indefinição” sobre este tipo de eventos, diz que na Dom Carlos Hotéis está a “ponderar-se a possibilidade” de participação “numa ou noutra situação”.
Opinião mais concreta tem Patrícia Correia, diretora do Monte Santo Resort, no Algarve, que defende que esta nova forma de organizar feiras de turismo “é viável, até pelo custo significativamente mais baixo que representa nos cofres das empresas e que este ano é um fator de maior importância”. Por esse motivo, o resort algarvio conta participar nas edições virtuais das feiras onde habitualmente estaria presente de forma física.
Já Luís Santos, diretor comercial da Turim Hotels, considera que a realização deste tipo de certames turísticos é viável, mas diz que tudo depende “da forma como o evento virtual é preparado”. “Refiro-me à facilidade de inscrição, de fazer upload dos dados de apresentação do “expositor virtual”, da seleção dos buyers e o agendar das reuniões. Só se torna efetivamente viável, se tudo isto for pensado e executado de uma forma que facilite a todos, sem grandes complicações de conectividade”, explica o responsável, que entende que esta “é uma nova via de fazer e participar em eventos que veio para ficar”.
Luís Santos revela que a Turim Hotels já participou até “em duas feiras no formato virtual e ambas tiveram uma organização 101% excelente”. “Tudo funcionou e todos buyers/suppliers participaram sem interrupções de ligação durante as conversas. Refiro-me à ATM do Dubai e à JATA no Japão. A WTM de Londres será a próxima”, acrescenta o diretor comercial da Turim Hotels, para quem, independentemente da forma de participação, “o importante depois, e como sempre, é o follow-up que cada um dá à reunião executada”.
Mas também existem desvantagens e a ausência do contacto humano nestas edições virtuais é a mais apontada pelas empresas ouvidas pelo Publituris. “A grande desvantagem é precisamente o contacto humano, que este ano não é possível, como se sabe. Entendemos as razões que levam estes eventos a adaptar os seus conteúdos a esta nova realidade, mas a hotelaria ainda é um negócio ‘de pessoas, para pessoas’”, aponta Patrícia Correia, referindo que o virtual não permite esse contacto, “mesmo com um bom suporte tecnológico”.
Luís Santos vai mais longe e, apesar de não encarar este impedimento como uma desvantagem, diz que “nada substitui o contato pessoal, o frente-a-frente com os parceiros e a convivência antes, durante e após a reunião”. “Esta é uma atividade de relacionamento humano. Independentemente das atuais plataformas de comunicação, de realização de eventos, que vieram também para nos facilitar a vida e a comunicação entre pessoas, esta é uma atividade de contactos face-to-face. Nada substitui o contato pessoal, o podermos estar frente-a-frente com os nossos parceiros. Foi, é e será assim esta nossa atividade. Não há desvantagens, chamaria de limitações ao que é a atividade do turismo”, conclui.

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OS PRÉMIOS COMUNICAÇÃO M&P

O M&P vai premiar, pelo nono ano, a excelência na Comunicação

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Como já é tradição os Prémios Comunicação M&P vão distinguir os melhores trabalhos de consultoras de comunicação e relações públicas, projectos de comunicação, acções de sustentabilidade levadas a cabo pelas organizações, eventos e acções feitas em conjunto com os media. Também aberto aos Mercados Externos, a concurso temos 11 grandes categorias: Sectores de Actividade, Digital/Social/Influenciadores, Branded Content, Eventos e Patrocínios, Comunicação Interna, Reputação e Public Affairs, Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa, Comunicação Institucional, Comunicação Integrada e Assessoria de Imprensa.

A escolha dos vencedores, que serão revelados em Dezembro, está a cargo de António Mendes (RFM), António Costa (Eco), António Cunha Vaz (CV&A), Bruno Batista (grupo GCI), Elgar Rosa (Pure), Inês Mendes da Silva (Notable) Isabel Rodrigues (Cofina Media), Jorge Magalhães (Grupo Stellantis Portugal), José Franco (Corpcom), Maria Domingas Carvalhosa (Wisdom Consulting e APECOM), Maria João Soares (JLM & Associados), Pedro Cruz (TSF), Rui Piteira (Tabaqueira), Teresa Figueira (Central de Informação), Tiago Ferreira (Grupo Nabeiro-Delta Cafés) e Tiago Simões (Sonae MC e APAN).

Recorde aqui aqui os vencedores de 2020 e consulte aqui toda a informação sobre a 9ª edição dos Prémios Comunicação M&P.

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Autêntica Costa Amalfitana : descubra as páginas do livro que ainda não leu

As três vilas históricas da Costa Amalfitana.

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Desde a mais pequena vila da Itália, à arte como veículo de espiritualidade. As vilas históricas da Costa de Amalfi 

Uma viagem às antigas aldeias da Costa Amalfitana onde o tempo parece ter parado, mas na tranquilidade a história tem sido capaz de continuar a viver, inovando-se, graças à contribuição e à habilidade dos seus habitantes.

Amalfi by night (photo-Salvatore-Guadagno)

Atrani (photo Vito Fusco)

Atrani: a aldeia mais pequena de Itália.

É o mais pequeno município italiano. A apenas 800 metros de Amalfi, em Atrani parece que o tempo parou. Um lugar rico em história que relembra de forma impecável o esplendor da antiga República Amalfitana. Em Atrani, cada vislumbre oferece momentos preciosos de descoberta entre perspectivas espetaculares ou recantos decorados com colunas e capitéis romanos e medievais (que datam dos séculos XII a XIII).

Aqui as angústias da vida dissolvem-se, dando lugar ao suspiro do mar. Um vínculo, aquele com o mar, tão intenso e visceral que o município inaugurou recentemente um novo museu ao ar livre: "Vasi d'a ... mare". O projeto reúne os vasos confeccionados por mestres oleiros locais, entre eles Lucio Liguori, Francesco Raimondi, Vincenzo Caruso, Sasà Mautone, Pasquale Liguori (Azul infinito), todos instalados em suportes moldados à mão pelo artista-ferreiro Giovanni Spada. Dispostas ao longo do Largo Marinella, as obras celebram a cultura pesqueira local e a ligação com o mar. Do Largo Marinella chegamos ao centro nevrálgico da vila, a sugestiva Piazza Umberto I. Aqui nos encontramos para momentos de festa, para um café ou um aperitivo com os amigos. E é num dos bares dessa praça que nasceu o Lemon Spritz, feito com o Sfusato Amalfitano. A partir da praça entrevê-se a Igreja de San Salvatore de Birecto, cuja torre sineira marca as horas do dia como antigamente. Fundada no século X, é um dos mais antigos monumentos do patrimônio cultural e espiritual da Costa Amalfitana.

Diz-se que a cerimónia de investidura do duque de Amalfi teve lugar aqui. Foi precisamente essa relação sutil entre o sagrado e o profano, entre jogos impercetíveis de geometrias que fascinou e influenciou as obras visionárias de uma das personalidades mais extraordinárias e ecléticas do século XX, Maurits Cornelis Escher, que durante a sua estadia na Costa por volta dos anos ’30 amou Atrani pela sua “mágica atmosfera".

Pontone: a história da Costa de Amalfi nasce aqui.

Aninhado nas montanhas entre Amalfi e Scala, a pacata aldeia de Pontone é o berço da Costa Amalfitana. Entre ruas de pedra e jardins em socalcos, Pontone foi uma das povoações mais antigas, nomeadamente do ponto de vista cultural, que deu origem ao que viria a ser a primeira República Marítima da Itália, ou seja, a República de Amalfi. Pontone representa a expressão emocional da cultura. E aqui nas calmas ruas da aldeia é possível sentir a história ganhar vida. Bem no centro de Pontone está a Piazza San Giovanni Battista, hoje um lugar tranquilo para se sentar por baixo das árvores ou apreciar a vista das paisagens verdes que do vale chegam a Amalfi. Pontone era um importante centro de produção têxtil e a Piazza San Giovanni Battista era o coração do negócio. Aqui era feito o tecido de lã que os mercadores de Amalfi vendiam em todo o sul da Itália e na Sicília.

À beira da Piazza San Giovanni Battista está a igreja com o mesmo nome. A partir da Piazza San Giovanni Battista uma escada íngreme leva a uma das joias da Costa Amalfitana. A Igreja de San Filippo Neri, fundada no século X, é o fulcro do patrimônio religioso e cultural da aldeia. Antes de entrar, os olhos voltam-se para o céu para observar a torre sineira de pedra do século X. A torre sineira não está diretamente conectada à igreja. Ela está posicionada, de fato, em frente a um átrio abobadado na entrada do edifício. O caminho de pedra passa mesmo através do átrio. Mesmo sem entrar na igreja, a incrível abóbada cruzada leva de volta no tempo e lembra as do Arsenale de Amalfi, onde os navios foram construídos durante a Idade Média.

Amalfi: a espiritualidade em obras de arte.

Caminhando pelas vielas de Amalfi, aquelas ruas estreitas e sombreadas, respira-se uma atmosfera de outros tempos, mas sempre atual e agradável para ser desfrutada em qualquer época do ano. No verão, um banho nas águas cristalinas alterna-se com uma granita fresca de limão ou uma deliciosa sfogliatella. Nos períodos mais frios, porém, é romântico passear pelas ruas do centro entre fontes, arcos e igrejas iluminadas por luzes que, quando acesas, aquecem a alma. A Piazza Duomo é o coração pulsante onde a famosa e icônica catedral ergue-se majestosamente.

A Catedral de Amalfi é hoje considerada um dos mais importantes e belos monumentos da Itália, onde o estilo bizantino junta-se aos estilos românico, islâmico e barroco. O conjunto monumental constituído pela Catedral, pelo Claustro do Paraíso e pela Igreja do Crucifixo, sede do Museu Diocesano, tem um valor histórico e social que vai além do artístico. Ricos em história e cultura, a poucos passos da praça principal, estão os Arsenais Antigos, locais onde, num passado distante, os barcos foram construídos e depois colocados diretamente no mar. Tornou-se hoje o principal museu da cidade, e no seu interior pode-se admirar importantes exposições de arte ou fotografia, rodeadas por abóbadas e estruturas arquitetónicas originais.

Duomo di Amalfi (photo by Andrea Gallucci)

La fontana dedicata al patrono di Amalfi-SantAndrea in Piazza-Duomo (photo by Salvatore Guadagno)

Entre na revista Authentic Amalfi Coast e descubra as páginas do livro que ainda não leu sobre a Costa Amalfitana www.authenticamalficoast.it

Autor: Italia National Tourism Board

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, "ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023".

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, "o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria".

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

"Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo", indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do "bom funcionamento desta rota nos meses de verão" e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

"Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022", lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

"Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México - que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana - com mais três voos semanais, até 13 frequências - e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana", indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

"Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19", congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, "o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada".

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas "boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano".

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma "parceria exclusiva", que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

"A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança", afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana "combina perfeitamente" com a rede da Gol no Brasil.

"Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América", acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

"O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo "fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais" e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

"Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora", disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o "cruzeiro espacial" e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ - sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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