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APHORT defende reabertura de bares e pede criatividade aos proprietários

Associação apela aos bares para abrirem portas com serviços de cafetaria e refeições.

Carina Monteiro
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AHRESP: Reabertura da Restauração e do Alojamento depende de apoios do Governo
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A APHORT – Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo defende a reabertura dos bares, ainda encerrados, devido à pandemia da COVID-19, e incentiva “os proprietários de bares a reabrir os seus estabelecimentos e a aceitar um novo desafio, à luz da “nova normalidade”.

A associação apela à reabertura destes espaços respeitando as regras definidas para os estabelecimentos de restauração e bebidas, nomeadamente no que diz respeito à limitação da lotação, à utilização exclusiva de lugares sentados – no interior e nas esplanadas – e observando o cumprimento do distanciamento social e do horário de funcionamento. “Os bares podem ter música e servir bebidas, optar pelo tradicional serviço de cafetaria ou até servir refeições”, enumera a APHORT, sugerindo, desta forma, várias atividades alternativas à habitual diversão noturna, ainda não permitida pelo Governo.

“Este é um momento para os empresários serem flexíveis e terem alguma criatividade”, afirma Rodrigo Pinto Barros, presidente da APHORT. “A pandemia veio exigir aos nossos estabelecimentos um enorme esforço de adaptação, de forma a ser possível, por um lado, cumprir as novas regras do mercado e, por outro lado, ir ao encontro dos novos comportamentos dos clientes. Neste contexto, o desafio que se coloca aos bares é o mesmo que foi colocado aos setores da hotelaria e da restauração, que tiveram que se reinventar e criar uma nova dinâmica de funcionamento, o que, em alguns casos, até conduziu à criação de novas oportunidades de negócios.”

“Os bares estão classificados como estabelecimentos de bebidas, tal como os cafés, as cafetarias ou as casas de chá. Em alguns casos, alguns bares estão também licenciados como estabelecimentos de restauração. Neste sentido, se os cafés, as cafetarias, as casas de chá e os restaurantes estão já abertos, a APHORT não vê razão para os bares não reabrirem também”, explica em comunicado.

“As circunstâncias excecionais do momento em que vivemos pedem medidas também elas excecionais. Nesta altura, acreditamos que é possível encontrar soluções que, mesmo com alguns condicionamentos, sejam uma alternativa mais interessante do que manter os bares encerrados e há já exemplos desses no mercado. É nesse sentido que estamos a incentivar estes empresários a aceitar mais este desafio, sobretudo tendo em conta a indefinição de uma perspetiva que ainda se mantém, por parte do Governo, em torno do reinício da atividade relativa aos estabelecimentos de diversão noturna”, explica o presidente da APHORT.Rodri

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Trabalhadores da hotelaria algarvia protestam contra “baixos salários e péssimas condições”

Ação de protesto, que é promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve, decorre esta quinta-feira, 11 de agosto, na Marina de Vilamoura .

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve vai promover, esta quinta-feira, 11 de agosto, uma “ação de denúncia pública e de protesto” contra os “baixos salários pagos no setor e péssimas condições” oferecidas aos trabalhadores.

De acordo com um comunicado do sindicato, esta ação vai servir também para denunciar as condições que esperam “os trabalhadores imigrantes” que estão a ser recrutados noutros países, nomeadamente Brasil, Cabo Verde, Marrocos, Índia, Bangladesh, entre outros.

No comunicado divulgado, o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve diz que, “ao contrário do que afirmam os patrões, a maioria dos salários pagos no sector ronda o Salário Mínimo Nacional”, enquanto as condições oferecidas são “bastante penosas e os horários longos e desregulados não permitem a conciliação da atividade profissional com a vida pessoal e familiar”.

“A falta de respeito, a pressão, a perseguição, a ameaça, a chantagem, a tortura psicológica, são uma constante nos locais de trabalho e fazem-se sentir cada vez mais, devido ao clima de impunidade de que goza o patronato em geral”, denuncia o sindicato.

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Algarve diz ainda que, ao longo dos anos, foram “apresentadas propostas às associações patronais, nomeadamente à AHETA e à AIHSA, com tabelas salariais que respondem às necessidades dos trabalhadores” e com propostas que “pretendem melhorar os direitos e as condições de trabalho”, mas que têm sido sucessivamente recusadas.

“A recusa dos patrões em garantir essas condições fundamentais para atrair e fixar os trabalhadores mantém-se, ao mesmo tempo que insultam os trabalhadores acusando-os de serem uns malandros, por um lado, e por outro lado, fazem todo o tipo de pressões para que os trabalhadores efetivos se despeçam ou aceitem acordos ilegais para saírem por extinção do posto de trabalho”, lê-se na informação divulgada.

O sindicato considera, no entanto, que “é possível romper com atual estratégia do patronato do sector do Turismo para aumentar a exploração e os lucros”, motivo pelo qual apela aos “trabalhadores do sector para se sindicalizarem, para darem mais força à luta e às reivindicações por uma vida digna, para garantir um futuro melhor às atuais e futuras gerações de trabalhadores”.

Além da ação de protesto, o sindicato vai também promover uma conferência de imprensa, a decorrer igualmente esta quinta-feira, 11 de agosto, pelas 19h00.

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AHRESP e Turismo de Portugal lançam guias para ajudar hotelaria e restauração a reduzirem consumo de água

A AHRESP e o Turismo de Portugal lançaram dois guias para ajudar as empresas da hotelaria e restauração a reduzirem o seu consumo de água, com o objetivo de “contribuir para a mitigação dos efeitos da seca”.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e o Turismo de Portugal lançaram dois guias para ajudar as empresas da hotelaria e restauração a reduzirem o seu consumo de água, com o objetivo de “contribuir para a mitigação dos efeitos da seca”.

“Estes guias são uma ferramenta de apoio ao negócio, que visa potenciar a adoção de práticas sustentáveis no setor da restauração e similares e no alojamento turístico, demonstrando, através de exemplos práticos, como é possível tornar o negócio mais sustentável, com maior benefício económico e ambiental”, indica a AHRESP, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 29 de julho.

Segundo a associação, existem várias práticas que as empresas podem adotar para reduzir o consumo de água e recomenda, por isso, que as empresas revejam “regularmente os dados do consumo de água na fatura”, de forma a estabelecerem medidas de poupança e avaliar a sua eficácia, sendo também recomendado que se opte pela “instalação de tanques de descarga de sanita com meia carga”.

A associação recomenda também que se investa “em produtos e tecnologia que economizem água”, como sistemas de redução de caudal a instalar em torneiras e/ou sistemas de válvulas de fluxo reduzido, e que seja garantida “a minimização de resíduos nos pratos e nos utensílios de cozinhas antes de proceder à sua lavagem”.

As empresas da hotelaria e restauração devem também evitar “a pré-lavagem da louça e, se possível, utilizar a máquina de lavar com a carga completa e em modo económico”, evitar “a lavagem da louça em água corrente”, e instalar “sensores ou pedais nas torneiras”, o que, além de ser uma opção mais higiénica, “permite poupanças significativas de água”, defende a associação, que pede ainda uma utilização regrada de detergentes, “pois a utilização adequada de detergente evita o aumento do consumo de água”.

Os guias de boas práticas já estão disponíveis para consulta online.

 

 

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Pine Cliffs oferece novas experiências gastronómicas

O MIMO Algarve, no Pine Cliffs Resort, está de volta e traz novos conceitos e novas experiências gastronómicas.

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Este ano, o espaço traz várias novidades, para todos os gostos, entre elas o novo conceito Wines & Tapas, que já abriu, como um verdadeiro hino ao que de melhor se faz na região: terá vinhos e petiscos do Algarve.

O conceito tem como base uma seleção de petiscos, totalmente algarvios, feitos com ingredientes frescos, colhidos no Pine Cliffs Resort, e da região. Também a seleção de vinhos é da região.

Com música e a funcionar das 18h30 às 22h30, de terça-feira a sábado, este novo conceito promete animar o exterior do MIMO, na praceta dos limoeiros.

Com a reabertura, chegam também muitas novidades: durante todo o dia, o MIMO Algarve vai funcionar como Espresso Bar, onde será possível encontrar pastelaria artesanal e cafés de assinatura. A Loja Gourmet apresenta novos produtos locais de marca própria ‘Vale do Freixo’, que visam promover a região, tais como chás, compotas, mel e azeite, entre outros. Este ano foi também lançada a primeira cerveja artesanal, de marca própria: a Falésia.

As experiências gastronómicas também estão de volta e são um excelente motivo para quem quer pôr a mão na massa e aprender novas técnicas, ou simplesmente divertir-se a melhorar os conhecimentos gastronómicos. Tanto as crianças como os adultos podem aprender a história e origem dos pratos, tendo a oportunidade de prepará-los e prová-los.

A propósito da comemoração dos 30 anos do Pine Cliffs Resort, serão ainda convidados alguns dos mais reconhecidos chefs nacionais de forma a celebrarem o aniversário com quatro jantares únicos e exclusivos, entre julho e agosto.

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Congresso da AHRESP vai a Coimbra debater a sustentabilidade

O próximo congresso da AHRESP vai decorrer a 14 e 15 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra, sob o tema “Sustentabilidade: Utopia ou Sobrevivência”.

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O próximo congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) vai decorrer a 14 e 15 de outubro, em Coimbra, sob o tema “Sustentabilidade: Utopia ou Sobrevivência”.

De acordo com uma nota informativa da associação divulgada esta quinta-feira, 14 de julho, a iniciativa vai ter lugar no Convento de São Francisco, em Coimbra, e vai juntar os setores do Alojamento Turístico e da Restauração.

Apesar de avançar informação sobre a data, local e tema do congresso, a AHRESP não revela, por enquanto, mais detalhes sobre o evento, indicando apenas que o programa e mais informações vão ser divulgados “em breve”.

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AHRESP aplaude abertura do Governo para reduzir período de isolamento devido à COVID-19

A associação considera que a “obrigatoriedade de isolamento por, no mínimo, sete dias, veio agravar a já de si difícil disponibilidade de pessoas para trabalhar nos setores da restauração e alojamento turístico”.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quarta-feira, 6 de julho, aplaudir a disponibilidade do Governo para reduzir o período de isolamento em caso de contágio pela COVID-19, de sete para cinco dias, destacando que, a confirmar-se, esta mudança “vem responder a um apelo da AHRESP feito logo em dezembro de 2021”.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação diz que esta medida vem responder aos pedidos da AHRESP, que já vinha a defender a redução do período de isolamento, uma vez  que a “obrigatoriedade de isolamento por, no mínimo, sete dias, veio agravar a já de si difícil disponibilidade de pessoas para trabalhar nos setores da restauração e alojamento turístico”.

Com a diminuição do número de contágios e de internamentos, a AHRESP considera que é tempo de Portugal reduzir o período de isolamento, à semelhança do que já fizeram “outros países e a própria Região Autónoma da Madeira”.

Recorde-se que a redução do período de isolamento para contágios por COVID-19 foi anunciada como uma possibilidade pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, na passada quinta-feira, 30 de junho.

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Ana Magalhães vence Chefe Cozinheiro do Ano 2022

Ana Magalhães, chefe de partida no Six Senses Douro Valley, em Lamego, sagrou-se vencedora do Chefe Cozinheiro do Ano 2022. A Final Nacional da 33ª edição deste concurso de cozinha profissional aconteceu na Feira Internacional de Artesanato, na FIL, em Lisboa.

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Em segundo lugar ficou Fábio Santos do Restaurante Landeira, em Tomar, e a terceira posição foi para Nuno Dinis Ferreira do Bairro Alto Hotel, em Lisboa. Foi ainda entregue o Prémio Helmut Ziebell à sobremesa da autoria de Manuel Pires, do Santa Maria Petisca Ria, enquanto o Prémio Virgílio Gomes foi entregue à sobremesa leite creme de alfazema, chocolate, mel e limão.

Ana Magalhães tem 26 anos. É formada em Gestão e Produção de cozinha na Escola de Hotelaria e Turismo de Lamego, tendo iniciado o seu percurso profissional no Hotel Rural Quinta de Nossa Senhora do Carmo, passando depois pelo Hotel Vila Park e pelo Falésia Hotel. Em 2014, foi trabalhar para o The Yeatman. Em 2019, juntou-se à equipa do Hotel Six Senses Douro Valley, onde exerce o cargo de chefe de partida. O prémio Sustentabilidade Makro foi entregue também a Ana Magalhães.

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Programa SELEÇÃO Gastronomia e Vinhos da AHRESP é tema de webinar

A AHRESP promove, no próximo dia 05 de julho, um webinar sobre o Programa SELEÇÃO Gastronomia e Vinhos no próximo dia 5 de julho, aberto a todos os restaurantes que servem gastronomia portuguesa. Inscrição gratuita, mas obrigatória.

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Implementado pela AHRESP, e desenvolvido em parceria com o Turismo de Portugal, este programa visa criar uma rede nacional de restaurantes que adote o receituário tradicional português, utilizando preferencialmente produtos portugueses e regionais, cumprindo as melhores práticas e oferecendo uma qualidade de serviço irrepreensível, conforme refere a Associação, em nota de imprensa.

Os restaurantes que estejam em condições de fazer parte desta rede, ou seja, de gastronomia portuguesa, cuja confeção seja efetuada no próprio local e que apresente serviço à mesa, podem usufruir de vantagens, como: Acesso a consultoria totalmente gratuita; Oferta de uma placa e de um diploma, que devem ser colocados em locais visíveis, no exterior e interior respetivamente; Direito de utilização da marca SELEÇÃO Gastronomia e Vinhos para promoção e divulgação de iniciativas próprias e Oferta de um kit de boas-vindas em formato digital (com template de menu, template de individual de mesa e outros materiais de comunicação).

 

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Não repassar o aumento de custos aos clientes está a “fazer estragos”, diz a AHRESP

O impacto da guerra e a pressão inflacionista já atingiu 94% das empresas de restauração e 52% do alojamento turístico, revela o mais recente inquérito da AHRESP, que demonstra assim que estas empresas estão a suportar a pressão dos custos para evitar o aumento de preços aos clientes.

Segundo o mesmo inquérito, os custos operacionais aumentaram até 50%, enquanto o ajuste dos preços de venda não foi acima dos 15%

Diz a AHRESP, que cita os resultados do inquérito, que o aumento dos custos com matérias-primas, energia e transportes “já está a fazer estragos” junto das empresas de restauração, similares e do alojamento turístico.

Entre as empresas de restauração e similares, as consequências “são preocupantes”, isto porque 77% sentiram aumentos de até 50% nos custos com matérias-primas, nos transportes e na energia, enquanto 47% do setor do alojamento turístico registaram incrementos de até 15%, refere o documento.

De facto, 86% das empresas de restauração e similares e 51% do alojamento turístico já tiveram de atualizar os preços de venda, mas até um máximo de 15%, ou seja, verifica-se uma forte contenção por parte dessas empresas, que preferem esmagar margens a fazer recair o significativo aumento de custos junto dos clientes.

Como forma de resolver este problema, as empresas (85% de restauração e 41% de alojamento) consideram que uma das medidas essenciais seria, tal como a AHRESP tem vindo a defender, a aplicação temporária da taxa reduzida de IVA nos serviços de alimentação e bebidas, bem como os apoios financeiros para a otimização de consumos e a transição energética.

O inquérito indica ainda que 53% das empresas de restauração e 26% do alojamento afirmaram que a falta de trabalhadores pode vir a pôr em causa a boa prestação e qualidade dos serviços.

Quanto às perspetivas para o verão, o inquérito conclui que para 47% das empresas de restauração e 73% do alojamento este será igual ou melhor do que em 2019. Já para 39% das empresas de restauração será pior.

 

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Jorge Lavos da Costa é o novo chef executivo dos hotéis do grupo UIP

Novo chef executivo do Grupo UIP fica responsável pela supervisão de “toda a operação culinária” dos diferentes hotéis do grupo.

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O Grupo United Investments Portugal (UIP) nomeou Jorge Lavos da Costa para chef executivo de todas as suas unidades hoteleiras, ficando encarregue pela supervisão de “toda a operação culinária” dos diferentes hotéis do grupo.

Enquanto chef executivo dos hotéis Pine Cliffs Resort, Sheraton Cascais Resort,  YOTEL Porto e Hyatt Regency Lisboa (que abre em breve), Jorge Lavos da Costa vai também “gerir os Chefs de todas as áreas, em todos os restaurantes” dos hotéis do grupo.

“A sua função passará também por assegurar a qualidade dos artigos e ingredientes utilizados, bem como analisar a criatividade das cartas e conceitos gastronómicos desenvolvidos pelos Chefs dos diferentes espaços de restauração”, acrescenta o Grupo UIP, em comunicado.

Jorge Lavos da Costa será ainda responsável pela gestão da performance da equipa, “garantindo que existe rotatividade e sazonalidade de menus, e a otimização de processos”, acrescenta a informação divulgada.

Antes de integrar o Grupi UIP, Jorge Lavos da Costa foi o Chef Executivo do JW Marriott Bosphorus em Istambul, na Turquia, e, ao longo do seu percurso profissional, trabalhou ainda para diferentes cadeias de hotelaria de luxo em todo o mundo, como o The Bodrum EDITION na Turquia, o Armani Hotel no Dubai ou o Conrad Seul Hotel na Coreia do Sul.

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AHRESP quer Orçamento do Estado ajustado ao clima de incerteza da guerra e aumento de preços

A AHRESP quer que o OE2022 contemple medidas de apoio às empresas do turismo que, lembra a associação, “vêm de dois anos consecutivos de prejuízos causados pela pandemia”

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) quer que o Governo ajuste o Orçamento do Estado de 2022 (OE2022) ao clima de incerteza provocado pela guerra na Ucrânia e pelo aumento dos preços da energia e bens alimentares, de forma a contemplar medidas de apoio às empresas.

“A AHRESP considera que o OE’2022 deve ser ajustado ao atual clima de incerteza causado pela guerra e ao galopante aumento dos custos da energia e dos bens alimentares, não esquecendo que as empresas do turismo vêm de dois anos consecutivos de prejuízos causados pela pandemia”, defende a associação, num comunicado divulgado esta quinta-feira, 14 de abril.

De acordo com a AHRESP, depois de dois anos consecutivos de prejuízos causados pela pandemia, as empresas da restauração e alojamento turístico “necessitam de medidas que as apoiem na recuperação económica e na retoma da trajetória de crescimento”, motivo pelo qual defende que o OE2022 seja ajustado ao atual clima de incerteza.

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