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GEA promove web conferências

Grupo de agências de viagens independentes está a promover uma série de webinars temáticos e com figuras do setor.

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GEA dá continuidade a web conferências
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Depois da Web Conference “GEA à conversa com… Nuno Mateus”, realizada no passado dia 22 de Abril, o Grupo GEA, rede de agências de viagens independentes, promoveu na passada terça-feira, dia 28 de abril, uma série de webinars com a coach e public speaker – Carla Carvalho Dias, da Top service Academy, com o tema “Servir em tempos difíceis, porquê e para quê?”. Foi o primeiro de um ciclo de 4 sessões, tendo a primeira recebido um excelente feedback por parte dos cerca de 150 participantes presentes.

No mesmo dia 28, decorreu também o webinar (GEA Academy online Assessoria) com a Assessora Jurídica do Grupo GEA – Dra. Clélia Brás sobre as alterações da lei de viagens combinadas e a política de reembolsos e visando o esclarecimento de dúvidas relativamente ao decreto lei 17/2020.

Esta quarta-feira, dia 29 de abril, pelas 10h30 decorrerá mais um “GEA à Conversa com…” desta vez com o Pedro Costa Ferreira, Presidente da APAVT, como convidado. Serão abordados nesta web conference assuntos relevantes sobre a nova lei, as negociações constantes com o governo e as medidas de apoio conseguidas para as agências de viagens.

Esta quinta-feira, dia 30, às 15h00, no GEA Academy Online TOOLS, será abordado o tema da Aviação – Acrescentar valor e aumentar a produtividade por parte da empresa TTS, e onde serão explicadas as potencialidades e a eficiência da plataforma de auto-emissão e ticketing, utilizada pelo Consolidador exclusivo do Grupo GEA – Travelgea Tours.

Para Pedro Gordon, director geral do Grupo GEA, “os webinars desenvolvidos servem o propósito de esclarecer, motivar, formar, debater ideias e manter uma comunicação permanente entre o Grupo GEA e as agências do grupo, e entre as próprias agências e os parceiros do grupo, adaptada ao momento actual e às suas exigências”.

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ASGAVT reivindica novos e melhores apoios às agências de viagens

A ASGAVT, em comunicado, reivindica novos e melhores apoios para as agências de viagens, uma vez que estas, muitas delas, pequenas empresas, estão encerradas e sem qualquer perspetiva de futuro.

A ASGAVT, em comunicado, reivindica novos apoios para as agências de viagens, uma vez que “encerrados e sem qualquer perspetiva de futuro batemo-nos por apoios que seriam a nossa única esperança de manter vivos os nossos pequenos negócios”.

Refere o comunicado que “embora insuficientes, o programa Adaptar, o microcrédito do Turismo de Portugal, os financiamentos da banca com as linhas covid e o lay-off, vieram a revelar-se absolutamente essenciais para que uma grande parte de nós chegasse até este momento sem entrar em insolvência e sem incumprir com os nossos clientes que ainda têm os vouchers para serem reembolsados e que só agora começam a ser liquidados”.

Lembra a Associação de Sócios-Gerentes das Agências de Viagens e Turismo que “saídos de um ano absolutamente terrível e iniciado o ano de 2021 igualmente sem perspetivas, surge como uma lufada de ar fresco o Apoiar, sendo o único verdadeiramente pensado para nos ajudar tendo em conta que foi a fundo perdido e usado para ‘equilibrar’ as contas já seriamente debilitadas das nossas empresas.

No entanto, volvidos tanto tempo, e porque as dificuldades se mantêm e “com o términus em agosto último do apoio aos sócios-gerentes”, a Associação considera que “não podemos aceitar simplesmente os 20% a fundo perdido do microcrédito do TP, nenhum de nós está em condições de começar a pagar todos os compromissos/créditos a que fomos forçados a aderir, tratam-se de dividas que não temos condições de pagar”.

Realça ainda, no seu comunicado que “e absolutamente fundamental que se renove o apoiar rendas, uma nova tranche do Apoiar para as empresas mais debilitadas, e a continuidade do apoio aos sócios-gerentes”, sublinhando que “queremos honrar os nossos compromissos, não estamos em condições de nos comprometermos com a banca de novo, já que somos um setor de alto risco e desacreditado junto destes”.

A Associação indica ainda que “e de todo impossível transmitir  tranquilidade e segurança aos clientes quando para regressarem ao seu próprio pais têm de efetuar testes e assumir um custo que muitas vezes se torna incomportável para uma grande parte dos agregados familiares .

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Seguros da In Sure Broker disponíveis no SIGAV

Esta nova função permitirá aos agentes de viagem e operadores turísticos efetuarem o seguro de forma automática no momento da reserva de viagem.

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Os seguros da In Sure Broker passaram a estar disponíveis e diretamente ligados ao software SIGAV, após o desenvolvimento conjunto com a Óscar Informática.

Com esta nova função disponível neste software, os agentes de viagem e operadores turísticos podem efetuar o seguro de forma automática no momento da reserva de viagem, não necessitando assim, aceder à plataforma da In Sure Broker para efetuar o processo de subscrição.

A simplificação deste processo representa “uma mais-valia para todos os agentes de viagens e operadores turísticos, que têm vindo a beneficiar tanto das soluções apresentadas pela In Sure Broker, como pelas melhorias constantes por parte da Óscar Informática ao software SIGAV”, salienta a In Sure Broker em nota de imprensa.

A ligação da In Sure Broker ao SIGAV vai permitir não só atualizações das opções de seguro disponíveis, bem como também realizar os lançamentos automáticos do NET e PVP.

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Viajar Tours lança campanha ‘Semana C’ para férias da Páscoa e verão na Tunísia

“Ajudamos a colorir o seu confinamento”, é o mote da campanha ‘Semana C’ que o operador turístico Viajar Tours lançou no mercado para as férias da Páscoa e verão na Tunísia.

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Com o mote “ajudamos a colorir o seu confinamento”, o operador turístico Viajar Tours lançou no mercado a campanha ‘Semana C’, disponível para consulta e reservas no seu site oficial.

“Aproveitámos a semana de confinamento para lançar esta campanha com as nossas operações charter da Páscoa para Djerba (partidas de Lisboa a 2 e 9 de abril), e de verão para Djerba e Monastir (partidas de Lisboa e Porto a partir de junho)” refere Nuno Anjos, diretor comercial da Viajar Tours, citado em comunicado da empresa.

Segundo o responsável, o objetivo é “colorir” um pouco esta semana, acreditando que, com “a nossa ‘Semana C”, as agências poderão chegar aos clientes de uma forma atrativa e diferenciada, e eventualmente motivá-los a efetuarem reservas antecipadas para as suas férias”.

Nuno Anjos indica ainda que, para além de preços competitivos, “flexibilizámos a nossa política de cancelamentos, permitindo o cancelamento sem qualquer custo até 45 dias antes da data de partida”.

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Consumidores podem reclamar reembolso de vales não usados em agências de viagens

As agências de viagens têm 14 dias para reembolsar os vales não usados até 30 de setembro de 2020, devido à pandemia.

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Os consumidores podem reclamar, a partir do início deste ano, o reembolso de vales não usados em agências de viagens que se referem às não realizadas até 30 de setembro de 2020, devido à pandemia, tendo as empresas 14 dias para devolver o dinheiro.

De acordo com o diploma que estabelece estas medidas, publicado em Diário da República, e citado pelo Turismo de Portugal, “o cancelamento, em consequência da pandemia de COVID-19, de viagens organizadas por agências de viagens e turismo cuja data de realização deveria ter ocorrido entre 13 de março de 2020 e 30 de setembro de 2020” gerou “a emissão de vales a utilizar pelos viajantes até 31 de dezembro de 2021” e “o direito dos viajantes verem as viagens reagendadas para data ulterior, até ao dia 31 de dezembro de 2021”.

“Caso não seja utilizado até 31 de dezembro de 2021, o hóspede tem direito ao reembolso, a efetuar no prazo de 14 dias”, lê-se no texto do decreto-lei.

Além disso, caso o reagendamento previsto “não seja efetuado até 31 de dezembro de 2021, por falta de acordo entre o empreendimento turístico ou o estabelecimento de alojamento local e o hóspede, este tem o direito de ser reembolsado da quantia que haja pago aquando do cancelamento da reserva, a efetuar no prazo de 14 dias” e “caso o reagendamento seja feito para data em que a tarifa aplicável esteja abaixo do valor da reserva inicial, a diferença deve ser usada noutros serviços do empreendimento turístico ou do estabelecimento de alojamento local, não sendo devolvida ao hóspede se este não a utilizar”, lê-se no texto do diploma.

Estas disposições aplicam-se “às reservas de serviços de alojamento em empreendimentos turísticos e em estabelecimentos de alojamento local situados em Portugal, com ou sem serviços complementares, efetuadas através de agências de viagens e turismo” que não sejam reembolsáveis logo à partida.

O Turismo de Portugal, por sua vez, indica que “os viajantes/consumidores abrangidos pelo disposto no art. 3.º do Decreto-Lei n.º 17/2020, de 23 de abril, interessados em obter a satisfação de créditos resultantes da não realização, até 31 de dezembro de 2021, das viagens que deveriam ter ocorrido até 31.12.2021 ou do não reembolso dos vales de que sejam portadores, podem requerer” a intervenção de uma comissão arbitral “para eventual acionamento do Fundo de Garantia de Viagens e Turismo (FGVT)”.

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Operadores turísticos satisfeitos com procura para fim de ano

Os operadores turísticos, embora prudentes porque a pandemia não dá sinais de abrandamento em todo o mundo, estão satisfeitos com o nível de reservas para o fim de ano, quer para viagens internacionais, quer para as ilhas portuguesas, com o Funchal à cabeça. Mas também há procura para destinos no continente.

Ao contrário do ano anterior, em 2021 os principais operadores turísticos em Portugal uniram-se e decidiram oferecer ao mercado uma série de programas de viagem de fim de ano. O mercado respondeu de forma positiva e as reservas chegaram às agências de viagens, levando mesmo a que muitas partidas estivessem já esgotadas.

O próprio presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Pedro Costa Ferreira, referiu, recentemente, que os portugueses têm mantido as reservas das viagens para o fim de ano, apesar das dúvidas em relação ao que poderá acontecer num ou noutro destino, ao nível das restrições.

Alguns operadores turísticos com quem o Publituris falou – Exoticoonline, Solférias e Sonhando – mantiveram a tradicional operação charter que realizam nesta altura do ano, nomeadamente para Cabo Verde, Brasil, Funchal e Porto Santo, a Viajar Tours preferiu apenas bloquear lugares em voos regulares para destinos como o Dubai, Caraíbas ou Maldivas.

De um modo geral não há motivos para alarme, apesar das medidas recentemente impostas pelo Governo, apertando o controlo das entradas e saídas do país. Mas também é importante referir que o mercado ajustou a oferta aos níveis da procura, ou seja, não há operações loucas.

“Desmistificação” do Brasil
Segundo o CEO da Exoticoonline/ Destinos, em parceria com a Solférias e a Sonhando, o operador oferece para o fim de ano dois voos para o Brasil, Porto-Salvador e outro Lisboa-Natal-Salvador, ambos com partida a 26 de dezembro, com as vendas a correrem muito bem.

“Foi preciso que no congresso da APAVT um ex-vice-Primeiro Ministro viesse explicar que o Brasil não está tão mal”, Miguel Ferreira, Exoticoonline/Destinos

 

Miguel Ferreira considerou que a melhoria da situação pandémica no Brasil fez com que as vendas para o destino aumentassem. “Mas foi preciso que no congresso da APAVT um ex-vice-Primeiro Ministro viesse explicar que o Brasil não está tão mal como dizem as televisões portuguesas.

Desmistificou-se que o Brasil está, neste momento, com um nível de vacinação muito superior por exemplo aos Estados Unidos, inclusive acima da média da União Europeia, ou seja, as pessoas estão a perceber que o Brasil não é aquele país que se fala, como tivemos a oportunidade de comprovar por dados reais estatísticos. Ou seja, neste momento é um país seguro. Infelizmente, os casos vão sempre surgir.

Não conseguimos controlar uma pandemia, temos é que nos habituar viver comedidamente nesta fase”. O executivo lembrou ainda a operação para a Madeira, tanto de Lisboa como do Porto, também “com bom ritmo de venda”. Em voos regulares as atenções do operador vão para o Dubai e as Maldivas, destino agora comercializado num valor mais elevado em relação ao verão.

Por outro lado, a Destinos está com largas dezenas de ofertas de passagem de ano para o território continental.

Apesar de não estar ainda na posse de números finais, Miguel Ferreira considera que, de uma forma geral “estamos muito abaixo de 2017”. Em sua opinião, há dois fatores que ainda fazem as pessoas retraírem-se, um é a questão da segurança, e o outro é a mudança constante de regras que leva a uma falta de confiança por parte do consumidor”.

Com o fim de ano já arrumado, a Exoticoonline já está a olhar para as próximas temporadas, ou seja, a páscoa e verão. “Estou expectante. A Páscoa ainda vamos ver o caminho para depois definirmos o trajeto, e o verão espero que já haja alguma normalidade. É bom não esquecer que começámos a 13 de março de 2020 a pensar que íamos perder a Páscoa, mas que o verão seria bom, e acabámos por perder a Páscoa, o verão e o réveillon, ou seja, perdemos o ano. Achámos que era a Páscoa deste ano, não foi, o verão já estabilizou um pouco, o inverno agora está a subir, e o réveillon está nos níveis expectáveis, mas também o mercado ajustou a oferta aos níveis da procura”, sublinhou o CEO do operador.

Miguel Ferreira deu conta que se notam pedidos já para o primeiro semestre, não dentro dos volumes dos anos anteriores à pandemia. No entanto, uma coisa são os ‘bookings’, outra são as concretizações posterirores. Isto em relação aos destinos internacionais, porque o mercado doméstico já está a mexer bastante bem para o próximo verão”.

O sucesso de Cabo Verde …
Sónia Regateiro, COO da Solférias, está satisfeita com o desenrolar da procura da programação do operador turístico para a passagem de ano. “Apostámos em operações charter com outros parceiros, ou seja, quatro voos para o Funchal, dois de Lisboa e dois do Porto, Lisboa-Porto Santo, estamos envolvidos em seis voos para Cabo Verde, três de Lisboa e três do Porto, e dois para o Brasil – um Porto-Salvador e o Lisboa-Natal-Salvador”, esclareceu.

Além disso, para o fim de ano, a Solférias disponibiliza programação em voos regulares, através de bloqueios com a Emirates para o Dubai e as Maldivas, e allotments com a TAP para vários destinos.

Quando às reservas, Sónia Regateiro disse que já há “algumas operações esgotadas há bastante tempo, e outras com disponibilidade muito reduzida. Podemos dizer que as operações estão a ser um sucesso”.

“Se compararmos com 2019, nunca conseguimos programar tantos voos para Cabo Verde no réveillon como este ano, porque tivemos a vantagem de os outros mercados como a Alemanha e o Reino Unido não estarem a ocupar tantos quartos naquele país. Assim, conseguimos triplicar a operação habitual para aquele destino, passando de dois voos em 2019, para seis em 2021” destacou a COO da Solférias.

O operador turístico começou, no entanto, a preparar já a operação de verão. “Já lançámos a maior parte da programação. Está a faltar o Egito, destino onde vamos apostar no verão, tanto de Lisboa como do Porto para Hurghada. Ainda estamos pendentes em relação ao que vamos fazer com Saiidia, isto porque Marrocos é um destino que nos deixa com alguma ansiedade porque já vimos que são muito protecionistas e tomam atitude de fecho de fronteiras de um dia para o outro”.

Sónia Regateiro lembrou que “neste momento, o risco que está em cima dos operadores quando tomam a decisão de colocar uma operação charter é enorme, porque as companhias de seguros não assumem qualquer risco por fecho de fronteiras devido à pandemia. Por isso, se houver algum azar de fecho de fronteiras, quem tem que assumir o risco de reembolso e de repatriamento de todos os passageiros é o operador turístico, ou seja, todas as decisões têm que ser muito bem ponderadas”.

… e Timor-Leste
“A nossa oferta para o fim de ano é bastante vasta, temos quatro charters para a Madeira, dois de Lisboa e dois do Porto, um para o Porto Santo, dois para o Brasil, bem como com a TAP para Punta Cana e Cancun em que também tivemos vendas razoáveis”, disse José Manuel Antunes, diretor-geral da Sonhando, para realçar que “é uma oferta muito similar à que tivemos em 2019”.

O responsável garantiu que as reservas decorrem a bom ritmo, como apenas algumas disponibilidades neste momento.

“O Brasil está mais estabilizado e ajudou que o volume de reservas crescesse” sublinhou José Manuel Antunes, para realçar que “no Brasil temos um grande aliado que se chama Vila Galé, dai que 85% das nossas vendas sejam para as suas unidades de Touros, Salvador e Guarajuba. Portanto, essa parceria com o grupo hoteleiro é muito importante e leva-nos a ter uma grande confiança no produto”.

Apesar de não estar inserido na sua programação de fim de ano, o diretor-geral da Sonhando fez questão de destacar que os seus voos no dia 12 e 14 de dezembro entre Lisboa e Dili (Timor-Leste) foi um sucesso, tendo ultrapassado no dia 01 os 200 passageiros, mesmo “sem o apoio dos professores que foi fator essencial no início das operações. Isto quer dizer que já nos impusemos no mercado sem esse trampolim. E acrescentou que, “com estes números claro que vamos prosseguir no próximo ano com quatro operações, designadamente, em fevereiro, julho, setembro e dezembro”.

Sem charter, mas com ‘commitment’
A Viajar Tours centrou a sua oferta de passagem de ano “mais no Dubai e nas Caraíbas, basicamente com a Emirates, e alguns voos da TAP não só para as Caraíbas, mas também para o Funchal e Ponta Delgada, não entrando no produto charter, mas em commitments com companhias aéreas onde pudemos criar alguma diferenciação no mercado e onde tivemos um bom volume de reservas”, explicou o diretor comercial do operador turístico, Nuno Anjos.

Em relação a 2019, o responsável do operador turístico considerou que “é totalmente diferente em volume de passageiros, e também em operações charters em que tínhamos alavancado muita da nossa oferta. Este ano, por todas as circunstâncias existentes, não apostámos nesse tipo de operações”.

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Travelplan com vendas antecipadas para verão nas Caraíbas

O operador turístico espanhol, Travelplan já disponibiliza no mercado português vendas antecipadas para férias de verão 2022 nas Caraíbas. Os destaques são República Dominicana, México e Cuba.

28, designadamente, para a República Dominicana (La Romana), México (Cancun) e Cuba, em voos diretos da Iberojet desde Lisboa.

Sete noites em La Romana, no Be Live Collection Canoa (cinco estrelas), na modalidade do tudo incluído, custam746 euros por pessoa em quarto duplo, enquanto para Cancún, no quatro estrelas Occidental Costa Cancún, as mesmas sete noites custam 1.043 euros e é também tudo incluído.

Já para Cuba, o operador turístico oferece um combinado (Havana mais Varadero) com três noites no quatro estrelas Tryp Habana Libre, em regime de alojamento e pequeno-almoço, mais quatro noites no quatro estrelas Be Live Experience Varadero no regime do tudo incluído, ao custo de 1.041 euros por pessoa, em alojamento duplo. Só Varadero, nesta unidade de quatro estrelas e em tudo incluído, sete noites ficam por 888 euros por pessoa.

No entanto, a Travelplan oferece ainda, ao mercado português, pacotes de férias para as Canárias com validade até 30 de abril de 2022, com voos diretos desde Lisboa.

O programa para Tenerife custa 523 euros por pessoa para o quatro estrelas Alexandre Hotel Troya, em sete noites e regime de meia pensão. Para Gran Canaria, o operador turístico sugere sete noites no quatro estrelas Abora Buenaventura By Lopesan Hotels, na modalidade de meia pensão, com o custo de 571 euros por pessoa em quarto duplo.

Mas há mais. Estão também à venda programas de inverno para as Caraíbas com validade até 30 de abril e partidas de Lisboa, via Madrid.

Sete noites em Punta Cana custam 1.015 euros em tudo incluído numa unidade hoteleira de cinco estrelas, em Cancún, num quatro estrelas o preço por pessoa é de 1.082 euros em tudo incluído. A programação para Cuba tem sempre duas opções: combinado Havana e Varadero ou só Varadero. No primeiro caso o preço é de 991 euros por pessoa, e no segundo, e porque está tudo incluído, o custo da viagem é de 962 euros.

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Viagens de final de ano resistem às medidas anti-COVID, diz APAVT

Apesar dos dados indicarem que as viagens para o final do ano não estão a sofrer grandes cancelamentos, o presidente da APAVT foi crítico relativamente a algumas medidas do Governo.

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A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) afirmou que as viagens para o final de ano se mantêm, em operações de êxito, ao contrário do Natal, cujos cancelamentos aconteceram após o anúncio das novas medidas.

Em declarações à Lusa, o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, disse que as viagens turísticas para o estrangeiro nestes últimos dias do ano, por exemplo, para Cabo Verde, Disneyland Paris, Maldivas e Dubai, “são um êxito”, assim como em Portugal para a Madeira ou os Açores.

“A operação é, naturalmente, inferior a 2019, mas é superior a 2020, está consolidada e não foi abalada por estes últimos acontecimentos” de mais contenção devido à pandemia de COVID-19, acrescentou.

O presidente da APAVT divide, contudo, a operação turística “em três grandes partes”.

“Uma (delas) que já estava um caos, já estava sacrificada, que tinha sido destruída, é a entrada de estrangeiros em Portugal. A partir do momento em que o Governo abala uma das bandeiras da sua Presidência Europeia, que é o Certificado Digital de Vacinação, e obriga à realização de testes (de testagem à COVID-19), há um cancelamento generalizado dos mercados internacionais para Portugal”, começou por explicar o responsável.

No que diz respeito à segunda área, Pedro Costa Ferreira salienta o turismo interno que “estava a resistir” e que “acabou por ser arrasada pelo discurso” do primeiro-ministro, António Costa, depois do Conselho de Ministros extraordinário na terça-feira (21 de dezembro) para aprovar a atualização das novas medidas de prevenção e combate à pandemia, dado o crescimento da variante Ómicron.

“Os cancelamentos foram imediatos assim que o primeiro-ministro terminou o anúncio das medidas. Falei com os agentes de viagens, com os hoteleiros, os restaurantes, e os cancelamentos iniciaram-se logo nesse dia à noite. Portanto, um subsetor, que estava a resistir em termos de Natal e de fim de ano, que era o turismo interno, tenho muitas dúvidas que consiga aguentar”, lamenta Pedro Costa Ferreira.

O presidente da APAVT critica que se tenha legislado, “sabendo que a sociedade civil não consegue responder”, nomeadamente dada a falta de capacidade de testagem.

“É muito bonito dizer que os testes gratuitos passam de quatro para seis quando não se pode fazer nenhum porque não há agenda, não se tem tempo ou dinheiro”, exemplificou.

Recorde-se que só na quinta-feira (23 de dezembro), o Governo informou que os autotestes podem ser realizados para aceder a atividades ou estabelecimentos para os quais passa a ser exigido um teste COVID-19 negativo, desde que feitos no local mediante supervisão, até 2 de janeiro.

Por fim, e em terceiro lugar, Pedro Costa Ferreira enumera, uma área que tem a ver com os turistas portugueses para o estrangeiro e que se “mantém resistente”.

“Os cancelamentos, continuam a ser materialmente irrelevantes e a operação comercial é definitivamente um êxito”, dando como exemplo os destinos mencionados.

“O que é que nos faz pensar? Um país que é modelo, entre aspas, no ataque à COVID, e – depois de turistas internacionais que têm medo de cá entrar -, termos turistas nacionais que cancelam as viagens no seu próprio país e turistas nacionais que continuam confortáveis a ir para o estrangeiro, para diferentes países, de diferentes estágios de desenvolvimento, só há uma única razão: é que nesses países não se alteraram as restrições às viagens dia após dia. Elas estão clarificadas, estão solidificadas, não se alteram no curto prazo, e isso faz toda a diferença”, reforçou.

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ASGAVT não se revê em notícia sobre cancelamentos residuais nesta época festiva

A ASGAVT diz, em comunicado, que não se revê na notícia do jornal da tarde da SIC Noticias, que passa a informação de que os cancelamentos nas agências de viagens para a época de Natal e ano novo são residuais.

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A direcão da ASGAVT – Associação de Sócios e Gerentes de Agências de Viagens e Turismo – esclarece, em comunicado, que “tem vindo a alertar constantemente as entidades competentes que as agências de viagens estão com imensas dificuldades em resistir a esta crise e que só não desistiram devido à resiliência dos seus sócios gerentes”.

Este esclarecimento vem na sequência, segundo refere, de uma “notícia do canal SIC Notícias no jornal das 13h, que com base num representante da associação das agências de viagens, que informa que os cancelamentos para a época de Natal e ano novo são residuais”.

Assim, na mesma nota, a ASGAVT informa que “não existe apenas uma associação representativa das agências de viagens portuguesas, ao contrário do que fazem querer passar”, para indicar ainda que “não se revê na notícia do jornal da tarde da SIC Noticias, pois a realidade dos seus associados “é completamente diferente”, e que “não faz passar uma mensagem deturpada da realidade das agências de viagens”.

A ASGAVT lembra ainda que “representa os sócios gerentes e as pequenas agências de viagens. Não representa os grandes grupos, nem operadores turísticos”, e que “sendo uma associação representativa também das agências de viagens, não pode deixar de lamentar não ter sido questionada também sobre o estado das reservas para a época que se aproxima”.

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Olimar assinala bodas de ouro e lança novo ‘magalog’ “Das ist Portugal!” 2022

No ano em que comemora 50 anos de vida e de especialista para o nosso país, a Olimar Reisen, acaba de lançar uma mistura de revista e catálogo – Das ist Portugal – com um design mais moderno e apelativo.

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A Olimar Reisen, que assinala no próximo ano, 50 anos de idade e de especialista para o nosso país, acaba de apresentar o novo “magalog” “Das ist Portugal” (Isto é Portugal) 2022.

Trata-se de uma mistura de revista e catálogo com um design moderno e apelativo, num total de 160 páginas, composto por uma seleção de hotéis, estâncias de férias, alojamentos e passeios típicos em Portugal, de elevada qualidade e muito pessoal, bem como muitas histórias e dicas interessantes e divertidas e relatos de experiências.

Porque a Olimar Reisen faz uma retrospetiva de 50 anos de know-how em Portugal e celebra um marco histórico no próximo ano, os interessados encontram a linha completa nas agências de viagens e no site olimar.com.

Destaque especial para os passeios únicos de “fly & drive” que não faltam neste novo revista/catálogo. Numa road trip por Portugal, o turista pode descobrir o país individualmente, organizar o dia-a-dia ao seu gosto e usufruir do familiar serviço Olimar, ou escolher entre viagens de ida e volta com visitas guiadas e muitos pontos turísticos. Os hotéis e outras acomodações são previamente selecionados e reservados pelo operador.

O especialista conta cerca de 900 hotéis e alojamentos selecionados pessoalmente em Portugal, tendo sido adicionadas recentemente 20 novas unidades hoteleiras.

Na Olimar, os pacotes de férias com tudo incluído, bem como serviços de viagens individuais, podem ser reunidos e reservados com flexibilidade e de acordo com os desejos de cada cliente.

O especialista olha para o ano de aniversário com otimismo. “Para 2022 esperamos uma boa procura para Portugal e também para os nossos destinos no sul da Europa. Especialmente para Portugal, onde a história da nossa empresa começou há 50 anos, oferecemos também as vantagens comprovadas Olimar, recomendações pessoais, os nossos muitos anos de know-how, qualidade e individualidade, bem como reserva flexível com o novo ´magalog´”, refere Markus Zahn, diretor de Marketing da empresa.

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Air France/KLM e Travelport chegam a acordo para distribuição de conteúdo NDC

Conteúdo NDC do grupo Air France-KLM deverá passar a estar disponível através da plataforma Travelport+ a partir do início de 2022.

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A Air France/KLM e a Travelport chegaram a acordo para a distribuição do conteúdo NDC do grupo de aviação através da Travelport+, a plataforma de distribuição de conteúdo e retalho de viagens de última geração da Travelport e à qual os agentes de viagens podem aceder através de acordos bilaterais, a partir do início de 2022.

“Os agentes precisam de assinar acordos de acesso bilaterais com a Air France-KLM e a Travelport para poderem aceder ao conteúdo e aos serviços NDC (New Distribution Capability) do Grupo através da Travelport+, sendo esse conteúdo integrado nas ferramentas das agências através do módulo Smartpoint ou das conexões API modernas e leves”, explica a Air France/KLM, em comunicado.

Segundo Pieter Bootsma, Chief Revenue Officer da Air France-KLM, através deste acordo que vem expandir a cooperação entre o grupo de aviação e a empresa de software para a indústria das viagens e turismo, o conteúdo e serviços NDC da Air France-KLM fica acessível através da plataforma Travelport+, naquele que é um passo importante na estratégia de distribuição do grupo.

“Este é um passo importante na nossa estratégia de distribuição, que complementa a nossa rede de distribuição NDC já existente. A NDC é uma inovação-chave para a Air France-KLM, uma vez que permite que os nossos clientes beneficiem de ofertas mais atrativas e personalizadas, como o pricing contínuo e pacotes à medida. É um passo tecnológico notável que abre novas perspetivas para o retalho no futuro”, considera o responsável.

O conteúdo da Air France-KLM deverá ficar disponível através da plataforma Travelport+ no início de 2022, com o grupo a avançar que os “recursos e funcionalidades” vão ser “adicionados progressivamente” à plataforma.

 

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