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Brexit, prémios e nova SET

2019 trouxe novidades ao turismo português, algumas mais novas do que outras, já que o Brexit se manteve como um dos temas quentes do ano, que viu também chegar uma nova secretária de Estado do Turismo e muitas distinções.

Inês de Matos
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2019 trouxe novidades ao turismo português, algumas mais novas do que outras, já que o Brexit se manteve como um dos temas quentes do ano, que viu também chegar uma nova secretária de Estado do Turismo e muitas distinções.

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2019 trouxe novidades ao turismo português, algumas mais novas do que outras, já que o Brexit se manteve como um dos temas quentes do ano, que viu também chegar uma nova secretária de Estado do Turismo e muitas distinções.

O arranque do ano foi marcado pelas eleições para o Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), que decorreram a 18 de janeiro, depois da prisão do anterior presidente da instituição, Melchior Moreira, por suspeitas de corrupção. Luís Pedro Martins, antigo diretor executivo da Torre dos Clérigos, era o único candidato e foi eleito com 73 votos.
Já a 18 de janeiro, as atenções centravam-se no NEST – Centro de Inovação do Turismo, quando se ficou a saber que o projeto, que vai funcionar como um “instrumento-chave para afirmar Portugal como uma referência mundial na inovação no Turismo”, segundo a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, ficaria sediado na Covilhã. O ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, inauguraria o NEST em julho.
Em fevereiro, era apresentada a edição seguinte da BTL – Feira Internacional de Turismo, que decorreria entre 13 e 17 de março, contando com uma nova área, a BTL Cultural, com 300 metros quadrados e na qual participavam 16 instituições culturais e eram conhecidas as receitas turísticas de 2018, que traduziam um novo recorde: mais de 16,6 mil milhões de euros, depois de uma subida de 9,6%. Poucos dias depois, a Associação de Turismo de Lisboa (ATL) divulgava um estudo da Deloitte sobre o impacto do turismo na capital em 2017, que apurava que o setor tinha gerado, direta ou indiretamente, 13,6 mil milhões de euros e sido responsável por 182 mil postos de trabalho.
Mas fevereiro ficaria marcado pelas suspeitas de corrupção na Associação de Turismo dos Açores (ATA), que levaram a PJ a realizar buscas na associação, constituindo arguido o presidente, Francisco Coelho. No início de março, o vice-presidente da ATA e o vogal apresentavam a demissão, provocando eleições antecipadas, que decorreram em maio.
Já no início de março, arrancava o programa Revive Internacional, depois de São Tomé e Príncipe e Moçambique terem decidido replicar o programa que visa reabilitar o património edificado, colocando-o ao serviço do turismo. Enquanto isso, os Açores voltavam a figurar no Top100 dos destinos mais sustentáveis do mundo, segundo a Green Destinations.

International Tourism Academy e Brexit
Antes do arranque da BTL, Ana Mendes Godinho foi ao XI Fórum Turismo Portugal-América Latina, promovido pelo IPDAL, anunciar que Portugal passaria a contar com a primeira escola de turismo da rede da Organização Mundial de Turismo (OMT), a International Tourism Academy. O protocolo seria assinado a 16 de julho, quando se ficou a saber que o projeto incluiria um Centro de Formação da OMT, um hotel de aplicação, residências de estudantes, o Instituto de Formação Turística de Macau Macau e a ESHTE, num investimento de 24 milhões de euros.
Já a BTL 2019 voltou a ser fértil em novidades. Logo no primeiro dia, era apresentado o projeto de expansão da FIL – que comemorava 20 anos -, prevendo o triplo da área expositiva e um investimento de 150 milhões de euros, num projeto a várias fases, enquanto o Turismo de Portugal apresentou o Plano de Ação para o Enoturismo 2019/2021, para afirmar Portugal como destino de referência neste segmento e que, entre várias iniciativas, prevê a criação da plataforma Portuguese Wine Tourism. Já o Algarve apresentou o Observatório de Turismo Sustentável, tornando Portugal no país com mais observatórios deste tipo da rede da OMT.
Mas a BTL ficaria marcada pelas medidas anunciadas pelo ministro da Economia para compensar os efeitos do Brexit, plano de contingência que inclui medidas como a isenção de visto para turistas do Reino Unido. Siza Vieira garantia que “os britânicos não vão sentir diferença na forma como são recebidos em Portugal”. Incluída no plano estava também a campanha Brelcome, que o Turismo de Portugal lançou no dia 15 e que deixava aos britânicos a mensagem: ‘Portugal will never leave you”. O sucesso da campanha seria conhecido em abril, quando foi revelado que a campanha já tinha impactados oito milhões de pessoas.
No final de março, Vítor Silva era reeleito presidente da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo e o TPNP criticava a CP pelo fim do comboio turístico no Douro, que representava “forte prejuízo” para a região, denunciava Luís Pedro Martins. A CP não acabaria com o comboio mas realizou metade das viagens de 2018.
Abril foi o mês da greve dos motoristas de matérias perigosas, que deixou o país sem combustível nas férias da Páscoa, ainda que este período festivo tenha sido marcado pelo atentado terrorista no Sri Lanka, que matou 263 pessoas, incluindo 45 estrangeiros e um português. Em Portugal, poucos dias depois, decorriam as eleições para a Associação de Turismo de Lisboa (ATL), cujos órgãos sociais tomaram posse a 9 de maio, e a Madeira lançava uma nova campanha de promoção para o mercado nacional.

ICCA e filmagens internacionais
Em maio, Cascais aumentava a taxa turística para o dobro e o meio do mês trazia notícias muito positivas, uma vez que o ranking da ICCA colocou Portugal na 11.ª posição entre os países do mundo que mais congressos recebem. Lisboa também tinha motivos para festejar ao subir três posições para o sexto lugar, enquanto o Porto figurava na 32.ª posição.
Já a 16 de maio, o Governo criava a Portugal Film Commission, para afirmar Portugal enquanto destino de filmagens internacionais e, no dia 21, o Turismo Centro de Portugal (TCP) organizava a 6.ª edição do Fórum de Turismo Interno Vê Portugal que levou a debate a descentralização turística, apelidada de novo “complicador” do setor. No mesmo dia, eram conhecidas ainda as receitas turísticas do primeiro trimestre, que voltaram a não desiludir: 2.732,91 mil milhões de euros, depois de um crescimento de 5,3%.
No final de maio, Portugal era reeleito para o Conselho Executivo da OMT e o TPNP regressava à Associação de Turismo do Porto (ATP) como associado. Já o último dia do mês ficaria marcado pela demissão da diretora Regional de Turismo dos Açores, Cíntia Martins, por suspeitas de corrupção, relativas à extinta Sociedade de Promoção e Reabilitação de Habitação e Infraestruturas (SPRHI), onde era vogal. Marlene Damião foi escolhida para a substituir.
Em junho, começavam, em Hong Kong, os protestos pró-democracia, inicialmente contra a lei que previa a extradição de suspeitos de crimes para a China. O protesto cresceu e, em agosto, manifestantes invadiram o aeroporto, mantendo-se os protestos até final do ano. Enquanto isso, Portugal voltava a destacar-se na gala europeia dos World Travel Awards (WTA), que decorreu na Madeira e voltou a entregar a Portugal, pelo terceiro ano consecutivo, o título de melhor destino turístico. No total, foram arrecadados 38 prémios, mais três que na edição anterior. A Madeira também foi eleita melhor destino insular, o que motivou nova campanha de promoção, com a mensagem “Veja por si mesmo”. Já o Revive Internacional passava a contar também com a Bahia e o Governo lançava o programa Interior +, para apoiar eventos no interior do país com mais de 50 participantes. As candidaturas abriram a 18 de julho.

UNESCO, Zoomarine e World Economic Forum
Em julho, a eurodeputada Cláudia Monteiro de Aguiar, reeleita nas europeias de maio, voltava a ser nomeada para a Comissão de Transportes e Turismo do Parlamento Europeu e a UNESCO reconhecia o Santuário do Bom Jesus e o Palácio de Mafra como Património Cultural Mundial. E como 2019 era ano de eleições legislativas, chegava a notícia que João Cotrim de Figueiredo, ex-presidente do Turismo de Portugal, seria o cabeça-de-lista por Lisboa da Iniciativa Liberal.
Mas, em julho, esteve também em destaque o turismo militar, com o Governo a lançar o programa “Dinamizar Fortalezas”, para promover 62 fortalezas da zona da fronteira, e a criar a marca ‘Turismo Militar’ e uma plataforma para promover este produto.
No início de agosto, a World Animal Protection acusava o Zoomarine de causar “sofrimento atroz” aos animais, que, dizia a associação, são forçados a fazer acrobacias, apelando a um boicote dos turistas britânicos. O Zoomarine reagiu no dia seguinte, acusando a associação de querer angariar donativos com “graves e infundadas acusações” e garantindo que é um dos zoos com melhores práticas de bem-estar animal. Neste mês, era ainda conhecido o ranking da OMT dos países que mais turistas recebem e que colocou Portugal no 17.º lugar, com 22,8 milhões de turistas; o empresário José Alberto Cardoso substituía Roberto Santa Clara na AP-Madeira e era lançado o Portugal Health Passport, no âmbito do plano de contingência para o Brexit. No final do mês, seriam ainda conhecidas as receitas turísticas do primeiro semestre, que trouxeram uma subida de 6,5%, para 7,3 mil milhões de euros.
Em setembro, a Madeira lançava uma nova brochura com atividades na natureza e o vereador do Turismo de Braga avançava que a taxa turística da cidade entraria em vigor em março de 2020, custando 1,5 euros por noite. Nesse mês, chegavam mais notícias animadoras, pois o World Economic Forum divulgava o Relatório de Competitividade no Turismo 2019, que colocava Portugal na liderança em termos de infraestruturas e na 12.ª posição a nível global.
A 10 de setembro, mais notícias positivas: Portugal vencia o prémio de Destino Turístico Acessível da OMT. Apesar dos aplausos, a Associação Salvador, que atua na área da deficiência motora, criticava a distinção, com Salvador Mendes de Almeida, fundador da associação e também ele deficiente motor, a denunciar que não podia concordar se não consegue ir à rua sozinho, porque se depara com sucessivos obstáculos. Já a Madeira assinalava a nomeação para melhor destino insular do mundo nos WTA com nova campanha e o Governo lançava uma linha de apoio de 150 milhões de euros para empresas afetadas pela falência da Thomas Cook e um plano de promoção para Algarve e Madeira, os destinos mais afetados pela insolvência.

Eleições, nova SET e prémios
Outubro foi mês de eleições legislativas e começou com Portugal a renovar a presidência do Comité de Turismo da OCDE e Eduardo Jesus a ser empossado secretário Regional de Turismo e Cultura da Madeira, depois das eleições regionais de setembro. Em meados do mês, saíram as receitas turísticas de agosto, que trouxeram novo recorde: 2.983,97 mil milhões de euros e crescimento de 5,9%, enquanto o Algarve era eleito melhor destino de golfe do mundo pela IAGTO.
Mas foi a 21 de outubro que o país ficou a saber quem seria a nova secretária de Estado do Turismo, depois de Ana Mendes Godinho ser promovida a ministra do Trabalho. Rita Marques, ex-CEO da Portugal Ventures, seria a escolhida. Quatro dias depois, era publicado o decreto-lei que criava o Revive Natureza, que tinha sido aprovado em setembro, com 96 imóveis; e a 26 de outubro, tomava posse o novo executivo, cujo Programa de Governo previa a manutenção da aposta no turismo para aumentar as exportações, destacando o turismo de natureza, ferroviário, LGBTI e cinematográfico como prioridades.
Em novembro, a autarquia de Ourém desistia da taxa turística de Fátima, prevista para início de 2020, e arrancava o 45.º Congresso da APAVT, com a primeira intervenção pública da secretária de Estado do Turismo, que apontou infraestruturas, aumento da estada média e investimento das empresas como desafios. No final do mês, no Congresso da AHP, Rita Marques voltaria a intervir, defendendo um ‘refrescamento’ da estratégia turística 20/27.
E foi também durante o congresso da APAVT que se ficou a saber que o Tribunal Central Administrativo tinha anulado o contrato para aquisição de serviços para a participação em feiras internacionais do Turismo de Portugal, adjudicado à Multilem, mas que foi contestado por irregularidades. Foi considerado ilegal e deve ser repetido.
A 27 de novembro, Lisboa apresentava o projeto de requalificação da frente ribeirinha central, investimento de 27 milhões de euros, suportado pela taxa turística e, no dia seguinte, decorria mais uma edição dos WTA, em Omã, e Portugal voltou a ser eleito melhor destino turístico do mundo, arrecadando ainda outros 11 prémios.
No início de dezembro, o TCP lançou o Plano Regional de Desenvolvimento Turístico 2020-2030, prevendo 13 milhões de dormidas em 2030, e o país conhecia a campanha Proudly Portugal, para o segmento LGBTI, que causaria polémica nas redes sociais. O Turismo de Portugal viria esclarecer que a campanha é da Associação Variações, mas contou com apoio público, pois visa posicionar o país como “destino inclusivo e respeitador de todas as pessoas”.
O ano acabaria com os Açores a tornarem-se no único arquipélago no mundo certificado como Destino Turístico Sustentável pela Earthcheck, ao abrigo dos critérios da Global Sustainable Tourism Council (GSTC). 

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Nova Edição: O balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 no turismo, os segredos da Allways, autocaravanismo e dossier tecnologia

A primeira edição de 2023 do Publituris tem com tema principal o balanço de 2022 e as perspectivas para 2023 feitas por alguns ‘stakeholders’ do setor do turismo. Além disso, a edição revela os segredos do “luxury” da Allways Unique Travel Designers, o segmento do autocaravanismo e um dossier sobre tecnologia no turismo.

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A primeira edição do jornal Publituris faz capa com um balanço de 2022 e as perspectivas para o ano que agora se inicia. Para o efeito, o jornal Publituris ouviu vários intervenientes do setor que antecipam um ano incerto em, por isso, com um otimismo moderado.

A crescente inflação, subida das taxas de juros, menor rendimento disponível por parte das famílias, além da guerra na Ucrânia foram os problemas mais apontados por Francisco Calheiros (CTP), João Fernandes (Turismo do Algarve), Pedro Machado (Turismo do Centro), António Marques Vidal (APECATE), Luís Araújo (Turismo de Portugal), Berta Cabral (Turismo dos Açores), Vítor Costa (Turismo de Lisboa), Eduardo Jesus (Turismo da Madeira), Vítor Silva (Turismo do Alentejo), Eduardo Santander (ETC), Julia Simpson (WTTC), Pedro Costa Ferreira (APAVT), Adriano Portugal (Mercado das Viagens), Álvaro Vilhena (Viajar Tours), Luís Henriques (Airmet), Tiago Encarnação (Lusanova), Amaro Correia (Iberobus), Eduardo Cabrita (MSC Cruzeiros), Paulo Pinto (Europcar), Francisco Teixeira (Melair Cruzeiros), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC), José Lopes (easyJet), Marie-Caroline Laurent (CLIA) e Paulo Geisler (RENA).

Na “Distribuição”, damos a conhecer (alguns) segredos da Allways Unique Travel Designers, uma marca do grupo Travelstore, que atua no segmento “luxury”.

O dossier desta edição é dedicado à Tecnologia. Tendo a pandemia realçado a relevância da tecnologia e digitalização para a recuperação e o avanço da indústria das viagens, esta veio demonstrar a necessidade de acelerar os processos.

Além de ouvidas várias opiniões de quem está no terreno, também damos a conhecer algumas das soluções implementadas pela HiJiffy, Paraty Tech, Amadeus, Mastercard, Travelport, Roiback, Google, Optigest, XLR8RM, CLEVER/HOST e Vasco.

Para fechar, fazemos uma análise ao mercado do autocaravanismo que, depois de ter sido um dos segmentos turísticos com maior aumento de procura durante a pandemia, continua em alta e revela expectativas positivas para o futuro.

Além do Check-in, as opiniões pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Dana Dunne (eDreams ODIGEO) e António Paquete (economista e consultor de empresas).

Boas leituras!

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W Algarve contrata novo diretor de marketing e comunicação

Henrique Pires é a nova aposta do W Algarve para dirigir o departamento de marketing e comunicação da unidade hoteleira, como anunciado em comunicado.

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Com 11 anos de experiência no setor hoteleiro, o profissional setubalense começou o seu percurso profissional no Pine Cliffs Hotel, passou pelo Waldorf Astoria Ras Al Khaimah e fez carreira na cadeia Minor Hotels, onde foi responsável pelas áreas do marketing e comunicação dos Anantara Hotels & Resorts e dos Tivoli Hotels & Resorts, em Portugal.

Chega agora ao recém-aberto W Algarve, onde irá desempenhar funções como diretor de marketing e comunicação.

“Estou muito contente e entusiasmado por me juntar à fantástica equipa do W Algarve e abraçar este novo desafio. É um grande orgulho para mim trazer as minhas ideias e visão para um hotel que abriu há cerca de meio ano e que já conquistou tanto terreno na região”, garante Henrique Pires.

O W Algarve marca o primeiro Hotel da marca W a abrir em Portugal. Situado no topo das icónicas falésias do sul de Portugal, o recém-aberto W Algarve junta-se à família de W Escapes, oferecendo “uma mistura de descontração à beira-mar com uma energia exuberante”, como referido em comunicado.

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Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

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O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

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O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

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A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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