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“Turismo investe muito pouco em tecnologia”

Normalização da linguagem utilizada, orçamento específico para investimento em tecnologia e as mais-valias da transformação dos destinos em ‘smart destinations’ são alguns temas que Pedro Seabra, CEO e partner da Viatecla, empresa que desenvolve software para o turismo, reconhece que precisam de ser aprofundados, mas para os quais a empresa que lidera já tem soluções.

Raquel Relvas Neto
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“Turismo investe muito pouco em tecnologia”

Normalização da linguagem utilizada, orçamento específico para investimento em tecnologia e as mais-valias da transformação dos destinos em ‘smart destinations’ são alguns temas que Pedro Seabra, CEO e partner da Viatecla, empresa que desenvolve software para o turismo, reconhece que precisam de ser aprofundados, mas para os quais a empresa que lidera já tem soluções.

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Raquel Relvas Neto
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Normalização da linguagem utilizada, orçamento específico para investimento em tecnologia e as mais-valias da transformação dos destinos em ‘smart destinations’ são alguns temas que Pedro Seabra, CEO e partner da Viatecla, empresa que desenvolve software para o turismo, reconhece que precisam de ser aprofundados, mas para os quais a empresa que lidera já tem soluções.
Nos dias-de-hoje, a tecnologia no Turismo é algo inevitável. O desenvolvimento turístico não existe sem o desenvolvimento tecnológico. Contudo, apesar desta relação intrínseca, a percepção do valor da tecnologia é complexa e pouco reconhecida por grande parte dos palyers do Turismo nacional. “É uma área onde ainda se investe muito pouco em tecnologia, sendo um setor que hoje depende totalmente da tecnologia e isso é um contra-senso”. Pedro Seabra dá como exemplo áreas como a banca ou a distribuição, nas quais existe “sempre um orçamento avultado e nesta área [Turismo] as pessoas continuam a não entender quanto é crítico soluções fortes e a necessidade de investimento, porque é contínuo”.
A inexistência de standards, ou seja, de normas na linguagem tecnológica utilizada, dificulta e, consequentemente, encarece as soluções tecnológicas no Turismo. Este é “um negócio que depende muito da interoperabilidade, que é claramente o que descreve o Turismo – trabalhar em rede, estar interligado em tempo real – e isso exige que os sistemas tenham interoperabilidade entre eles ou que as empresas conversem entre elas, mas não há qualquer preocupação em olhar para standards e formatar as mensagens que são tratadas de uma forma normalizada”. Dando o exemplo da banca, onde existem normas, “se quero falar com o banco A, B ou C falo sempre da mesma maneira”, indica. O que já não acontece, por exemplo, na distribuição turística, onde “um operador faz o seu sistema para partilhar informações com outros e inventa a forma como partilha os dados e não se preocupa em ver o que são as normas”. Segundo o CEO da Viatecla, as normas de linguagem existem, “mas ninguém as cumpre, infelizmente nem os GDS as cumprem e, por isso, este setor traz um ponto crítico: com cada parceiro que tenho de me interligar, tenho de falar a língua dele. (…) Se todos os operadores portugueses, por exemplo, falassem a mesma língua tornavam as coisas muito mais simples. Os sistemas eram todos normalizados e falavam muito mais facilmente uns com os outros”.
Contudo, o responsável reconhece que este problema tem uma dependência muito mais global, pois cada ‘broker’ internacional de hotelaria “tem esse mesmo problema”. E exemplifica: “Um hotel não tem um identificador único, ao contrário de outro tipo de produtos que são comercializados noutros setores. Um hotel é identificado de forma distinta por cada ‘broker’ e, por isso, existe o desafio de ter que o mapear”.
Porém, “podíamos dar esse passo”, defende. “Se não forem os players que têm o poder negocial do produto a impor e a ter essa sensibilidade, nunca há uma mudança [na normalização da linguagem]”, refere.
Pedro Seabra considera que, de facto, “a tecnologia no Turismo é um desafio bastante grande e extremamente complexo. Temos a tendência de desprezar ou simplificar a complexidade. O negócio do Turismo tem regras muito complexas e funciona em tempo real, por isso tem um peso muito grande, mas é isso que estamos a fazer e onde nos especializámos e julgo que o mercado tem nos reconhecido por o fazermos bem”.

Smart Destination

Mas não é só o setor da distribuição turística enfrenta desafios a nível tecnológico. No que diz respeito aos destinos turísticos em si, o responsável defende que deve ser criada uma plataforma de ‘smart destination’ que permita colocar os diferentes ‘stakeholders’ de determinado destino a trabalhar em rede, mas também a partilhar informação na mesma. A utilização da plataforma traz mais-valias para a gestão de um destino, a começar pela gestão de fluxos de turistas, permitindo distribuí-los pelos vários equipamentos ou pontos de interesse ao longo do dia. Aqui, o responsável dá como exemplo a cidade de Amesterdão, na Holanda, “um exemplo de ‘smart destination’ e de mobilidade e controlo de massas” onde, através da colaboração com os operadores móveis, envia mensagens para os turistas sugerindo-lhes a visita a determinada atração onde o tempo de espera é menor.
A monitorização é também uma mais-valia que pode ser feita em colaboração “com alguns ‘players’ que são chave no controlo da movimentação  dos turistas”, como sejam as operadoras móveis e os operadores de cartões de crédito. Esta informação vai permitir “ter dados concretos do que é que o destino recebe”, indica, permitindo assim “apresentar métricas para que os empresários possam, de uma forma consciente, decidir não por percepção mas por realidade”.
Permitir a partilha de informação entre os diferentes ‘satkeholders’ que comunicam um destino para garantir a qualidade do mesmo é também um dos objetivos da criação de uma plataforma deste género. “Muitas vezes as entidades que comunicam o destino criam uma marca, um conceito e promovem-no interna ou externamente, ou para mercados-chaves para esse destino, mas, muitas vezes, o ‘trade’ local não está em sintonia com a comunicação que é feita para o exterior”, exemplifica, justificando assim a necessidade de “trabalhar em rede de uma forma ativa e de haver plataformas que ponham todos estes ‘stakeholders’ a falar entre eles e a partilha, não só informação, mas também oportunidades”. Pedro Seabra dá como exemplo a realização de um congresso em determinado destino: “Se puder comunicar ao trade local esse evento de uma forma mais focada, provavelmente presto um melhor serviço a quem nos visita e posso extrair o máximo de oportunidades com isso”.
A Viatecla já encetou vários contactos internacionais com destinos como a Catalunha ou Singapura. No que refere aos destinos portugueses, Pedro Seabra aguarda que, com o novo ciclo de fundos comunitários, “as regiões coloquem isso na sua agenda”. “Hoje, temos uma plataforma capaz de juntar as duas coisas, por um lado, a gestão de informação, por outro lado, a parte transaccionável, onde temos um mecanismo para o fazer de forma muito ágil”.

Soluções renovadas

Uma das principais soluções da Viatecla é o já conhecido Keyfortravel, uma ferramenta modular que abrange não só os vários produtos verticais de Turismo – aviação, hotelaria, pacotes de férias, seguros, produtos especiais, mas que cobre também várias formas de operar seja no B2B – incoming e outgoing, seja no corporate, ou no B2B dos operadores. E esta tem sofrido melhorias a vários níveis.
A versão mobile é uma das abrangidas por estas melhorias recentes e conta com uma nova versão. Com uma oferta tanto para B2C como para o corporate, a solução mobile conta com melhorias sobretudo “na lógica do serviço”. “Acreditamos que o mobile é muito mais utilizado na lógica do apoio ao cliente”, dando um serviço onde este encontra o seu itinerário, os vouchers da viagem e onde tem acesso a toda a documentação, mas através da qual também pode-se ir fazendo ‘cross selling’ de produtos adicionais. “Mas também tenho todos os motores de negócio onde posso pesquisar um voo, hotel um pacote de férias e fazer a transacção”.
Quanto à solução corporate, esta sofreu um redesenho para “responder às necessidades do mercado com várias vertentes, nomeadamente um apoio 100% em termos do mobile”. Esta passa a ser “um instrumento do dia-a-dia do agente, no sentido em que é o canal de comunicação direto com o cliente. Ao cliente permite-lhe ter acesso às suas viagens realizadas e por realizar”. Mas, explica o responsável, esta melhoria na solução mobile para o corporate traz sobretudo “instrumentos muito poderosos para a gestão do dia-a-dia dependendo da organização, seja nas políticas de viagens, seja nos fluxos de aprovação e seja no controlo dos centros de custo. O Keyfortravel passou a suportar múltiplos centros de custo por passageiro num ‘file’ com vários passageiros”. “Esta solução é também para empresas em si, como multinacionais, ou seja, uma organização pode ter o Keyfortravel e usá-lo como ferramenta de ‘procurement’ e de gestão das suas viagens; ou para uma TMC, uma agência corporate que tem os seus clientes e define essas regras por cada cliente”, indica.
Já há 20 anos no mercado, o Keyfortravel vai contar também com um novo ‘frontoffice’, que vai fornecer mecanismos mais ágeis para que o agente se foque “em dar as melhores soluções ao seu cliente e prestar um bom serviço e não estando na burocracia”. “Passámos a dar um conjunto de ferramentas que são diferenciadoras no sentido em que permite à agência prestar um serviço premium independentemente do agente que está a servir e isso passa pelas checklist em que posso definir regras em função do tipo de viagens, do tipo de produto ou destino”, esclarece. Às check lists acrescem os classificadores, que permite a cada agência “customizar o tipo de atributos que quer para cada file e tipo de produto, e por isso ter informação adicional para além do que é norma nos sistemas, o que vai permitir aumentar a sua competitividade”. A própria documentação que a plataforma emite também foi a renovada, apresentando agora “um layout mais actual e moderno, mas com toda a informação relevante para o negócio e de uma forma muito mais explícita para o passageiro”, evitando, por exemplo, a entrega dos bilhetes electrónicos emitidos pelos GDS com toda os seus códigos que pode baralhar o passageiro.
No que refere ao também inevitável NDC – New Distribution Capability, standard das companhias aéreas que já está a mexer com o setor da distribuição turística, a Viatecla está também a desenvolver soluções de forma a que os respetivos clientes possam “munir-se de ferramentas” para responder a este desafio. “Do ponto de vista tecnológico, vem aí um desafio muito grande, mas há outra coisa, o que o NDC traz ou promete do ponto de vista de serviço é proporcionar a promessa de uma oferta personalizada a cada passageiro. O objetivo do NDC é dar um serviço personalizado da companhia aérea àquele passageiro e isso é uma mudança de paradigma cada vez maior em relação à realidade da operação”. Para Pedro Seabra, todos os players devem preparar-se para também eles prestarem um serviço personalizado aos seus clientes. Pois, “o NDC foi claramente criado para que as companhias consigam começar a ter um ‘revenue’ focado nos serviços adicionais, porque a tarifa foi muito esmagada com a lógica das low cost e de acompanhar isso. É preciso entender que a promessa do NDC tem a ver cada vez mais com a companhia ter a informação do cliente do lado dela, que com este argumento de prestar um bom serviço vão ficar cada vez mais elas guardiãs do cliente e não a agência. Por isso a agência distrai-se com a questão do acesso ao produto, etc, mas o foco da questão está em prestar cada vez mais um serviço personalizado ao cliente. Que toda a agência vai dizer que é isso que ela já faz, mas na verdade não é bem assim”.
No que diz respeito ao NDC, o CEO da Viatecla explica ainda que, quando se fala em NDC, “temos uma preocupação extrema do ponto de vista tecnológico: Vamos conseguir ligar a todas as companhias aéreas? Certamente que não, provavelmente vamos ligar às companhias que são relevantes para o cliente que temos, que tenha essa preocupação, e outras usaremos agregadores. Já estamos a trabalhar nisso”, indica, realçando que “há aqui um foco de negócio que não deve ser descurado”.

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AHRESP
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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla_Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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Hospitality Talks
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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Hotel Vila Raia
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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

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A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

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Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Guestcentric torna-se parceira da nova empresa de gestão de ativos hoteleiros AHM

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal.

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A GuestCentric Systems associou-se a uma nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, a ACE Hospitality Management (AHM), “para aumentar o negócio direto da empresa e apoiá-la na sua estratégia de crescimento de portefólio”, como indica em comunicado.

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal. Através desta parceria, a AHM passa agora a contar com a GuestCentric Systems para a ajudar na sua estratégia “ambiciosa” de aumento de ativos. A agência de marketing digital especializada em hotelaria possui uma divisão própria, a Labs, com “uma vasta experiência em ajudar hotéis independentes a aumentar o seu negócio direto e, com isso, a melhorar significativamente a sua rentabilidade global”, asseguram em comunicado.

“Enquanto nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, com planos de crescimento ambiciosos, precisávamos de um parceiro tecnológico focado na inovação, em quem pudéssemos confiar para otimizar a nossa presença online, comunicar a proposta de valor da marca e aumentar as vendas diretas” declara Cláudia Alves, Cluster Sales & Marketing Manager da ACE Hospitality Management.

Pedro Colaço, CEO da GuestCentric, acrescenta: “Há mais de 14 anos que a Guestcentric se orgulha de trabalhar ao lado de uma vasta gama de hotéis e de empresas de gestão hoteleira, para otimizar o crescimento do seu negócio direto. É com enorme entusiasmo que vemos a AHM fazer parte do nosso portefólio de clientes, e vemos isso como a confirmação de que nos considera o seu parceiro de eleição, para acompanhá-la na sua trajetória de crescimento sustentado”.

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Aethos Ericeira já abriu e acrescenta mais um hotel de luxo à região

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel constituído por 46 quartos e quatro suites é dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”.

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O grupo hoteleiro Aethos abriu a sua mais recente unidade na Ericeira a 1 de setembro. O hotel, dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”, como se pode ler em comunicado, tinha abertura prevista para julho deste ano.

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel é constituído por 46 quartos e quatro suites, inspirando-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

Com estes clientes em mente, o Aethos Ericeira dispõe de um espaço individual para armazenar pranchas e fatos, além de um concierge de surf, que indica os melhores locais para surfar à distância de uma notificação no telemóvel. Estão ainda incluídas aulas diárias de surf, bem como aulas adicionais para famílias ou grupos, com um instrutor privado, mediante reserva numa plataforma dedicada para o efeito.

Aethos Ericeira

Focado no bem-estar físico e mental, a unidade conta com um spa com piscina de água salgada aquecida, sauna, jacuzzi hammam, salas de tratamento e um ginásio com produtos orgânicos da marca sueca “Under Your Skin”. O conceito fica completo com aulas de diárias de yoga e meditação e a disponibilização de bicicletas e buggies para explorar a propriedade, a par de refeições saudáveis servidas no ONDA, o restaurante do Aethos Ericeira, cujos menus assinados pelo chef Afonso Blazquez privilegiam ingredientes locais e saudáveis.

O projeto de arquitetura e design de interiores ficou a cargo do Astet Studio, um gabinete de Barcelona, e do arquiteto português Luís Pedra Silva. Os profissionais juntaram-se para criar um espaço harmonioso com a natureza envolvente, fazendo uso de materiais como madeiras, peles, veludos, tapetes e mármore. O objetivo passou por criar “um projeto de design de interiores descontraído”, dirigido a uma comunidade jovem de “nómadas que adoram surfar, mas também apreciam um luxo descomplicado”, explica Ala Zreigat, um dos fundadores do Astet Studio, em comunicado.

“Um dos grandes desafios foi fazer com que o espaço funcionasse em todas as estações do ano, e não só no verão, mas acho que conseguimos resolver esse desafio ao propor um diálogo entre materiais frios e quentes”, afirma Ala Zreigat.

As tarifas de abertura do Aethos Ericeira começam nos 200 euros e as reservas podem ser feitas para o email [email protected] ou para o telefone 261244510.

Experiências como aulas de grupo ou privadas de surf, yoga, meditação, piqueniques, workshops de mixologia, provas de vinhos e massagens estão apenas disponíveis para hóspedes e mediante marcação.

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Hospitality Education Awards abrem votações para a Melhor Carreira Jovem

Paralelamente, os prémios dão a conhecer os finalistas das restantes categorias a concurso.

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Os Hospitality Education Awards (HEA), também conhecidos como os Prémios da Formação Turística em Portugal, abrem as votações online para o vencedor da categoria Melhor Carreira Jovem. Paralelamente, os prémios dão a conhecer os cinco finalistas das restantes seis categorias a concurso.

A iniciativa “tem como principal objetivo valorizar os setores da Formação, do Turismo e da Hospitalidade e dar reconhecimento, através da premiação dos seus intervenientes”, como indicado em comunicado de imprensa.

A primeira fase dos HEA 2023 começou em maio deste ano, com a fase de candidaturas e re-candidaturas através do website por parte de formadores, projetos e entidades com relevância para o setor. Foi ainda nesta altura que decorreu a fase de nomeações, “em que o público pôde valorizar, mais uma vez, formadores ou ex-formadores, projetos e entidades que considerassem ter um impacto positivo para a formação e/ou turismo”.

Ao todo, os HEA são constituídos por oito categorias, nomeadamente: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Prémio Fórum Turismo; Melhor Carreira Jovem e Melhor Professor/Formador no Digital.

Nesta fase, o júri fez a seleção de cinco finalistas para cada categoria a concurso, tendo-se apurado os seguintes profissionais:

Melhor Projeto Educacional: Cocktail Team Bartender School, “Comunidades Sustentáveis – o caso de Alferce”, Feed the Future, Westmont Institute of Tourism & Hospitality e Workshop Internacional de Turismo Religioso;

Melhor Projeto de Inovação: IT-AMGABAlgarve – Inovação Tecnológica na Arte de Maridar e Gestão de Alimentação e bebidas do Algarve, Mezze-Escola, Reanimar a Literatura – Jantar no Ramalhete, Stellae – Centro de Interpretação dos Astros na Serra da Estrela e Viana do Castelo “Destino de Qualidade”;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior: Cláudia Seabra, Eduardo Sarmento, Nuno Abranja, Paulo Almeida e Sérgio Teixeira;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional: Daniela Silvestre, Jorge Santos, Ricardo Dias, Sérgio Teixeira e Tânia Pereira;

Melhor Stakeholder: Host Hotel Systems, InterContinental Porto – Palácio das Cardosas, Plateform e PortoBay Hotels & Resorts;

Melhor Professor/Formador no Digital: Francisco Copeto, Guilherme Cortes, João Freitas, Marco Gouveia, Sandra Vasconcelos;

Melhor Carreira Jovem: Afonso Magalhães, Albano Pereira, Hélder Lopes, João Freitas e Paulo Araújo. Categoria com votações online do público.

Prémio Fórum Turismo: Prémio atribuído no dia da cerimónia a um profissional do ensino (não no ativo) que se tenha destacado pelo seu percurso profissional.

A categoria de “Melhor Carreira Jovem” é a única em que o público contribui para a indicação do vencedor, cujo prémio reconhece um jovem profissional com uma carreira até aos 35 anos de idade, analisando a totalidade do percurso profissional nas áreas de turismo e hotelaria. As votações para esta categoria já estão oficialmente abertas online até 10 de setembro, através do website dos HEA.

Os HEA são uma iniciativa da Associação Fórum Turismo em conjunto com o Turismo de Portugal, I.P, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com Cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial do Turismo (OMT).

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