Assine já
Premium

Visabeira estreia-se em Lisboa com unidade na Baixa

Jorge Costa, presidente da Comissão Executiva da Visabeira Turismo, Imobiliária e Serviços fala dos planos de expansão da cadeia Montebelo Hotels & Resorts.

Carina Monteiro
Premium

Visabeira estreia-se em Lisboa com unidade na Baixa

Jorge Costa, presidente da Comissão Executiva da Visabeira Turismo, Imobiliária e Serviços fala dos planos de expansão da cadeia Montebelo Hotels & Resorts.

Carina Monteiro
Sobre o autor
Carina Monteiro
Artigos relacionados

2019 está a revelar-se o melhor ano de sempre para os hotéis da cadeia Montebelo Hotels & Resorts na região Centro. Com projetos em desenvolvimento em Lisboa, Alcobaça e Caldas da Rainha, a cadeia definiu como prioridade ganhar escala nacional, equacionando a expansão para destinos como o Porto, Alentejo ou Algarve. Um novo site, uma nova assinatura da marca e o reforço da equipa comercial são novidades recentes, a par da abertura da primeira unidade de alojamento em Lisboa este mês de novembro.

 A região Centro tem registado, desde o início de 2019, crescimento no número de dormidas e receitas acima da média nacional. Os vossos seis hotéis têm acompanhado este crescimento?

Sim. O ano não começou tão bem, mas rapidamente ultrapassámos o crescimento do ano passado. Neste momento, temos os melhores resultados de sempre nas nossas unidades, tanto em dormidas como em proveitos. Crescemos no ano passado 7% e até setembro de 2019 +11%. São números que nos deixam muito satisfeitos.

 Esse crescimento tem sido em que mercados?

A região Centro cresceu no mercado nacional, mas no internacional está estável. Nas nossas unidades crescemos no mercado internacional, mas foi um crescimento modesto. A nossa aposta passa muito por trabalhar em várias frentes para aumentar o número de hóspedes estrangeiros. Consideramos que temos unidades com grande potencial para os mercados internacionais, tais como o Brasil, EUA ou Canadá.

 Qual a unidade da cadeia com melhor desempenho este ano?

Diria que, pela novidade, é o Montebelo Vista Alegre Ílhavo, apesar de termos outras unidades mais pequenas que nos surpreenderam, como é o caso do Hotel Palácio dos Melos, que teve excelentes resultados este ano. É uma pequena unidade de charme, localizada no centro de Viseu. Os nossos hotéis em Viseu beneficiaram muito da dinâmica que a cidade tem tido nos últimos tempos.

O Montebelo Vista Alegre Ílhavo tem sido a unidade que nos tem dado mais projeção em termos de mercados internacionais. É a unidade que provavelmente nos vai ajudar nesta necessidade de aumentar o peso dos mercados internacionais.

 Qual o balanço que fazem da parceria com a rede de Paradores? É uma parceira para manter?

Sim. Lançámos o desafio aos Paradores para criarem novas dinâmicas com a Casa da Ínsua. Vai haver um reforço dessa colaboração, nomeadamente para o mercado do golfe. Em Espanha, o golfe é uma atividade desportiva com muita relevância. Temos um excelente campo de golfe, que está numa localização única. Portanto, é uma questão de divulgação. Há crescimento do mercado espanhol e isso deve-se muito a esta parceria. As pessoas ainda veem muito os Paradores como uma oferta do mercado espanhol, porque Casa da Ínsua é o único Parador fora de Espanha. Não queremos que isso seja um factor negativo, mas sim positivo, porque somos um caso único. Em especial, no primeiro ano desta parceria, a Casa da Ínsua foi um grande sucesso via reservas através do canal dos Paradores. É uma oportunidade para ter aqueles clientes espanhóis – e há muitos – que só fazem férias nos Paradores.

 Novos projetos

Ainda não conseguiram abrir um hotel em Lisboa, apesar das diversas tentativas.

Posso dar-lhe a novidade que vamos abrir no próximo mês uma unidade de apartamentos na Rua da Prata, na Baixa de Lisboa, que vai chamar-se Montebelo Lisbon Downtown Apartments, com 18 apartamentos T1 e T2. É a primeira unidade de apartamentos do grupo Montebelo Hotels & Resorts e vem em linha com uma das tendências atuais do mercado de apartamentos. Muitos turistas querem esse tipo de produto. O que fizemos foi criar uma unidade para ir ao encontro do que esses turistas gostam, mas, ao mesmo tempo, dar-lhes alguma experiência hoteleira. Vai funcionar numa lógica de apartamentos, mas com receção, espaço de restauração, serviços de limpeza e amenities.

Há algum tempo que anunciaram um hotel no Largo Barão de Quintela, no Chiado, dedicado à temática do Bordallo Pinheiro. Qual é o ponto da situação deste projeto?

Vai avançar muito em breve. Embora não seja um edifício classificado, está numa zona classificada, o Chiado, por isso é difícil prever os timings da obra. Julgo que o projeto vai avançar ainda este ano, mas na pior das hipóteses no início do próximo ano.

Concorreram ao concurso para o hotel na estação ferroviária de Santa Apolónia e ao Quartel da Graça. Para o grupo a entrada em Lisboa era fundamental?

Sim. Obviamente que a região Centro faz parte do nosso ADN e é onde vamos continuar a ter unidades, mas queremos passar de uma lógica regional para uma lógica nacional. Já temos projetos para Alcobaça, Caldas da Rainha e Lisboa. Contamos alargar ainda um pouco mais a nossa presença.

Em Lisboa, estão a analisar mais algum projeto?

Sim, estamos. Estamos sempre atentos a tudo, sendo que agora estamos muito focado nestas duas unidades. Mas obviamente que ter mais unidades em Lisboa está em cima da mesa, daí termos concorrido ao Quartel da Graça.

Mas não concorreram ao hotel para o CCB.

Não, não concorremos. O Hotel do Quartel da Graça enquadrava-se na linha de projetos que queremos desenvolver neste momento.

Em todos os projetos queremos oferecer uma experiência diferente, não queremos entrar numa lógica de ter um edifício com quartos e camas apenas. Queremos oferecer sempre um hotel que esteja ligado a uma experiência. Crescemos a partir do Montebelo Viseu, fomos criando hotéis que considero únicos, com bom serviço e experiências únicas. Faltava-nos uma linha condutora entre os hotéis da cadeia até para preparar esta expansão. Neste momento temos uma nova assinatura para a nossa marca. ‘Enjoy the best’ significa que queremos assumir o compromisso de que, em cada hotel, oferecemos o melhor de algo. Todos os projetos novos têm essa vertente: em Alcobaça, o projeto é do arquiteto Souto Moura e está ligado ao cristal, nas Caldas da Rainha será Bordalo Pinheiro, no Chiado será o Vista Alegre Chiado.

 

Alcobaça e Caldas da Rainha

Ganharam a concessão dos Pavilhões do Parque Dom Carlos I no concurso do Revive. Quanto iniciam as obras do hotel?

Neste momento, o projeto de arquitetura está em aprovação na Câmara Municipal das Caldas da Rainha. Prevemos que a aprovação seja para breve. Vai ser um projeto ligado à temática Bordallo Pinheiro e também ao termalismo. Queremos criar um hotel de cinco estrelas, respeitando o edifício, mas com o conforto de uma moderna unidade hoteleira, com a vertente de termas. Apesar de haver exceções, em Portugal, as termas ainda estão ligadas à ideia tradicional do termalismo e queremos, à semelhança do que se faz em muitos países, ter um excelente cinco estrelas ligado ao termalismo. Tem o enquadramento perfeito para uma unidade deste tipo.

 Quantos quartos terá o hotel?

Terá 120 a 130 quartos. O nome ainda não está fechado. Será sempre um nome com referência ao Bordalo Pinheiro.

Qual o ponto da situação do hotel no Mosteiro de Alcobaça?

Começámos a obra em meados de 2018. A expectativa era que a obra durasse dois anos. Mas teve alguns atrasos, agora está num bom ritmo, por isso estimamos mais um ano de obra.

 Quais são as caraterísticas deste hotel?

É um projeto do arquiteto Eduardo Souto Moura. Vai ser uma unidade com ligação à produção do cristal. É um hotel de cinco estrelas, com restauração, zonas de lazer e spa. Está integrado numa localização interessante, mas queremos proporcionar uma experiência completa aos nossos hóspedes. Por se tratar de um mosteiro, os corredores e os pés direitos têm uma dimensão a única. É um desafio tornarmos o espaço confortável, apesar da sua monumentalidade. Isso implica ter serviços que proporcionam uma boa estadia, desde um spa, um restaurante, salas para eventos. Há uma sala biblioteca, que é algo único, com uma dimensão expressiva e que posiciona o hotel em termos de grandes eventos.

Qual o valor estimado de investimento nestas novas unidades?

Prevemos investir no próximo triénio 55 milhões de euros.

 Que outras localizações em Portugal estão a analisar? À semelhança de Lisboa, poderiam abrir uma unidade de apartamentos no Porto?

Sim, ou mesmo um hotel. Temos de definir prioridades e temos estes projetos todos em curso. Obviamente que o Porto, Algarve e Alentejo são localizações para as quais olhamos. Já olhámos bastante para o Alentejo. Consideramos que é uma região com grande potencial de crescimento e onde efetivamente ainda existem boas possibilidades de crescimento. Por isso, também se justificaria avançar com um projeto nessa região. Mas respondendo concretamente, estamos a olhar para localizações como o Porto, Alentejo e o Algarve.

 Os dados do INE revelam também um crescimento expressivo dos Açores. Há muitos grupos hoje em dia a olhar para este destino. A cadeia Montebelo também está?

Também. Não temos nenhum projeto em concreto, já analisámos algumas coisas. O grupo Visabeira tem imobiliário nos Açores, mas nada para avançar com uma unidade hoteleira. É uma região que conhecemos, já trabalhámos nas telecomunicações dos Açores, não é uma região estranha para o grupo. Ainda não avançamos, mas é uma região para a qual olhamos, tal como olhamos para a Madeira. Mas enquanto a Madeira já teve um desenvolvimento turístico muito forte, os Açores não. E, neste momento, ainda são ilhas mais ‘selvagens’ no bom sentido, tem um peso no urbanismo completamente diferente, o que a torna atraentes.

 Voltando à região Centro, onde têm seis unidades, pretendem manter todas as unidades? Pensam fazer alguma remodelação?

O Hotel Príncipe Perfeito está, neste momento, a ser alvo de uma remodelação. É um hotel de quatro estrelas, que tem muita procura e, por isso, consideramos que fazia sentido investir na sua valorização. Vamos modernizar os quartos e zonas comuns. É um hotel com excelentes espaços verdes, localizado junto ao parque aquático, o que é interessante para as famílias. Esperamos ter a remodelação concluída no início do ano de 2020.

No caso do Palácio dos Melos, não tem grande necessidade de intervenção, eventualmente de decoração. É uma unidade que nos surpreendeu bastante este ano. Está muito bem localizado para quem quer conhecer a cidade de Viseu e está a ter uma grande procura, fruto como disse há pouco, da crescente procura que a cidade de Viseu está a ter.

O Montebelo Aguieira Lake Resort & Spa é um produto mais desafiante para vender?

É e tem sido um desafio que temos ultrapassado. Na suposta época baixa temos tido atletas de alta competição de canoagem que nos garantem a ocupação da unidade. Na época alta, temos o segmento de famílias, cuja procura tem crescido, porque é um resort que oferece uma vasta gama de atividades para a família toda. As pessoas sentem-se confortáveis, em segurança e julgo que isso é razão do sucesso da Agueira nesse segmento.

Estamos a trabalhar para trazer mais atividades, além da canoagem, para o hotel. Pelo seu enquadramento paisagístico, é um hotel ideal para fazer retiros de várias atividades. Consideramos que o hotel tem um grande potencial a esse nível, e também a nível internacional. Estamos em negociações com algumas modalidades, mas que não quero revelar para já. Vamos continuar a apostar muito neste hotel, porque os resultados têm-nos levado a acreditar que é um projeto que faz sentido.

 Uma das prioridades é trabalhar mais os mercados internacionais. Em que consistirá essa estratégia?

Reforçámos a nossa equipa comercial, não só para trabalhar o mercado nacional, mas também os mercados internacionais. Estamos também a trabalhar no sentido ter comerciais a divulgar os nossos hotéis em mercados que consideramos estratégicos. Lançámos recentemente o novo site da cadeia e uma nova assinatura. Pretendemos que o novo site mostre mais as nossas unidades e tudo o que podemos agregar à estadia dos nossos hóspedes, além do alojamento. Além disso, facilitámos o processo de reserva. Há claramente uma aposta e um reforço no departamento comercial, porque além das unidades que temos, temos que preparar as unidades que aí vêm.

Uma das novidades é também o lançamento da marca Montebelo Weddings. Temos unidades que consideramos com apetência para este segmento. Esta marca oferece uma proposta integrada, desde a preparação do evento até à lua-de-mel. Estamos a firmar parcerias a nível internacional, para conquistar mercados como o Brasil e o Reino Unido.

 Moçambique

Em Moçambique prepararam-se para abrir o Montebelo Milibangalala Bay Resort, na Reserva Especial de Maputo. Quais são as expectativas para este hotel?

Vai ser o primeiro hotel de praia da cadeia Montebelo. Tivemos especial cuidado com a construção, porque estamos a falar de uma reserva e tudo tem de ser pensado à exaustão, para respeitar o ecossistema. É uma unidade inserida num habitat de elefantes, hipopótamos, crocodilos e de frente para praias desertas. Acreditamos que Moçambique tem um potencial turístico imenso. Consideramo-nos um grupo moçambicano, pelos anos em que estamos no país. É importante para nós participar na dinamização do turismo em Moçambique e unidades deste tipo são fundamentais para conseguir trazer mais pessoas ao país. A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique vai ter um voo direto de Lisboa para Moçambique o que vai ajudar mais ainda.

Sobre o autorCarina Monteiro

Carina Monteiro

Mais artigos
Artigos relacionados
Edição Digital

Edição Digital: Sustentabilidade, Go4Travel, Visit Valencia e SAP Concur

A nova edição do Publituris faz capa com a sustentabilidade. Apesar de não se tratar de um tema novo, a verdade é, que com a pandemia da COVID-19 e as novas tendências, passou-se a ouvir falar cada vez mais de sustentabilidade no setor do turismo. Além disso, há a reportagem sobre a Convenção da Go4Travel, a aposta de Valência em Portugal e as novidades da SAP Concur para as viagens.

Publituris

A nova edição do Publituris faz capa com um tema que não é propriamente novidade, mas que, com a pandemia da COVID-19 e as novas tendências passou a ouvir falar-se cada vez mais de sustentabilidade no setor do turismo.

Além de ficar a saber o que várias áreas do setor estão a fazer para se tornarem mais sustentáveis, o Publituris entrevistou Naut Kusters, diretor da ECEAT, a propósito do projeto SUSTOUR, que admitiu que “a tendência é muito clara no sentido da sustentabilidade.

Também Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), salienta que “as agências e os operadores turísticos têm um papel preponderante na promoção da sustentabilidade no setor do turismo”.

O Publituris viajou até à Madeira para marcar presença na Convenção da Go4Travel. Na sessão de abertura da “Summit4Travel 2022”, João Matias, presidente do Conselho de Administração da Go4Travel, apontou que o agrupamento de agências de viagens está com uma agenda “bem carregada”.

Capital Mundial do Design e Capital Europeia do Turismo Inteligente, em 2022, Valência acredita no potencial do mercado português, motivos pela qual o Visit Valência tem prevista uma série de atividades de promoção em Portugal.

Admitindo que o mercado português “não é muito relevante”, Ángel Pérez, Brand & Markets Director do Visit Valencia, disse ao Publituris “acreditar que existe um grande potencial com a excelente conectividade aérea que existe no momento”.

Na “Tecnologia”, João Carvalho dá a conhecer as mais-valias da nova solução SAP Concur. O responsável revela que “as empresas estão cada vez mais interessadas em soluções que ajudem os gestores de viagens e os responsáveis de recursos humanos a avaliar e gerir o risco das viagens”, sendo essencial “desburocratizar cada vez mais os processos empresariais, tendo em conta o impacto ambiental das deslocações”.

Além do “Check-in”, as opiniões são de Carlos Torres (ESHTE), Sílvia Dias (Savoy Signature), Pedro Castro (SkyExpert), António Abrantes (ISCE) e Amaro Correia (Atlântico Business School).

Leia a edição aqui.

Boas leituras”!

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: Turismo da Suíça, Centenário do Turismo e dossier de Turismo Religioso

A nova edição do Publituris, a última do mês de abril, faz capa com uma entrevista a Martin Nydegger, CEO do Switzerland Tourism, que destaca os diversos argumentos do destino que se quer “livrar” da sazonalidade do inverno.

Publituris

A nova edição do Publituris, a última do mês de abril, faz capa com uma entrevista a Martin Nydegger, CEO do Switzerland Tourism, que destaca os diversos argumentos do destino que se quer “livrar” da sazonalidade do inverno.

“Para a Suíça, é essencial que exista uma mistura equilibrada de visitantes”, diz o responsável, que veio a Portugal para estabelecer uma parceria com o Turismo de Portugal e mostrar que o país não é “apenas” neve.

Nesta edição, destacamos ainda o Centenário do Turismo em Portugal quando passa uma década das comemorações, que aconteceram em 2011 e 2012. Em entrevista, Jorge Mangorrinha, que foi o presidente da Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal, fala sobre o estado atual do setor e sobre a evolução que conheceu nos últimos anos.

O Turismo da Jamaica, que nomeou Nuno Costa para representante em Portugal, é outro dos destaques. Com o fim dos charters para esta ilha das Caraíbas, Nuno Costa explica que a sua principal missão é voltar a atrair os portugueses e colocar de novo a Jamaica no imaginário dos turistas lusos.

Já o dossier desta edição é dedicado ao Turismo Religioso, um segmento que é uma das apostas do Turismo de Portugal e cuja oferta a nível nacional inclui diversas temáticas, desde o Culto Mariano (Caminhos de Fátima Altares Marianos), Caminhos de Santiago, Herança Judaica e Legado Islâmico.

Além das novidades e do atual estado da procura por programas de Turismo Religioso, este dossier inclui também uma entrevista a Luís Miguel Albuquerque, presidente do Município de Ourém, onde se localiza o Santuário de Fátima.

Nos ‘Transportes’, temos ainda um artigo sobre a Veltagus, uma das mais antigas empresas de animação marítimo-turística de Lisboa e que está já em plena recuperação, depois do impacto da pandemia. A procura voltou em força, principalmente pelos cruzeiros no Tejo, de tal forma que a empresa está já a pensar no aumento da sua frota.

Na secção da ‘Distribuição’, há ainda uma entrevista a Miguel Jesus, diretor-geral da Image Tours, operador turístico que garante que, apesar do efeito da pandemia, não vai mudar o seu posicionamento no mercado português, com programação para destinos do Médio Oriente e asiáticos.

Nesta edição, as opiniões são assinadas por Francisco Jaime Quesado (Economista, gestor  e especialista em Inovação e Competitividade), Susana Mesquita (docente do ISAG – European Business School) e Edgar Bernardo (professor Adjunto do ISCE).

Leia a edição aqui.

Boas leituras!

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: A conferência sobre o novo viajante, Portugal Trade Awards, programação W2M, retoma da promoção turística do Brasil e a aposta tailandesa em Portugal

A conferência sobre “O Novo Viajante” é o tema de capa da edição do Publituris que traz ainda a reportagem sobre a entrega dos “Portugal Trade Awards”, fotoreportagem da BTL 2022, W2M, promoção turística do Brasil, a aposta da Tailândia em Portugal e as opiniões sobre a nova orgânica do XXIII Governo.

Publituris

A nova edição do Publituris, faz capa com a conferência que o Publituris organizou em conjunto com a Fundação AIP, na BTL 2022, dedicada ao/à “Novo/Nova Viajante”. Os quatro oradores – Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, Margarida Almeida, CEO da Amazing Evolution, Sílvia Dias, diretora de Marketing da Savoy Signature, e José Lopes, diretor-geral da easyJet para Portugal – da conferência promovida pelo Publituris, na BTL, foram unânimes em constatar que o viajante de hoje é mais exigente, mais informado, quer a verdade e responsabilidade por parte de quem o recebe.

O operador turístico Icárion, pertencente ao grupo World2Meet (W2M) já está operacional no mercado português. Começou com mais de 400 programas de Grandes Viagens para mais de 70 destinos em todo o mundo, mas com possibilidade de alargar as propostas, dependendo da procura e da apetência dos clientes em Portugal.

Para além de apresentar o seu novo operador turístico para as “Grandes Viagens” – Icárion, que acaba de iniciar atividade em Portugal, o grupo de turismo World2Meet (W2M), sediado em Palma de Maiorca, deu a conhecer, em Lisboa, a sua programação no nosso país para este ano.

Destaque para a entrega dos “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2022”, evento realizado durante o primeiro dia da Bolsa de Turismo de Lisboa e que entregou 14 prémios.

Recordamos os vencedores: Melhor Companhia de Cruzeiros – MSC Cruzeiros; Melhor GSA Aviação – APG Portugal; Melhor Agência Corporate – Travelstore; Melhor Venue para Eventos e Congressos – Altice Arena; Melhor Parque Temático – Oceanário; Melhor Animação Turística; Picos de Aventura; Melhor Eco Resort – Areias do Seixo; Melhor Wine Hotel – The Yeatman; Melhor Exclusive Hotel – Six Senses Douro Valley; Melhor Luxury Hotel – Vila Vita Parc Resort & SPA; Melhor Alojamento Rural – Herdade da Malhadinha Nova; Melhor Startup – Hijiffy; Melhor Marina – Marina de Vilamoura.

O prémio de “Personalidade do Ano” foi entregue, diretamente e por unanimidade, pela redação do Publituris, a Rita Marques, secretária de Estado do Turismo.

Os cinco dias da BTL merecem, igualmente, destaque nesta edição do Publituris com a respetiva fotoreportagem do evento que se realizou na FIL de 16 a 20 de março.

Com a pandemia a entrar numa fase mais calma, o Brasil regressou à BTL para mostrar que é um país seguro e com o objetivo de voltar a atrair os turistas portugueses. A entrevista foi realizada a Carlos Brito, na altura, presidente da Embratur e que, entretanto, foi nomeado ministro do Turismo do Brasil.

Do Brasil viajámos até à Tailândia, permanecendo no mesmo local: BTL. Malinee Nitikasetsunthorn, diretora da TAT para Itália, Espanha, Portugal, Israel, Turquia, Grécia e Chipre, salientou que a Tailândia já reabriu ao turismo e, apesar de ainda existirem algumas restrições relacionadas com a COVID-19, o destino está, progressivamente, a levantar os últimos obstáculos para voltar a atrair os turistas internacionais. Em Portugal, o objetivo é tornar a Tailândia no primeiro destino de longo curso para os turistas nacionais.

Destaque final para os artigos de opinião relativamente à nova orgânica do XXIII Governo que viu a Secretaria de Estado do Turismo ser partilhada com o Comércio e Serviços. As opiniões são de Pedro Machado (Turismo do Centro), Luís Pedro Martins (Turismo do Porto e Norte), Vítor Silva (Turismo do Alentejo e Ribatejo), João Fernandes (Turismo do Algarve) e Pedro Costa Ferreira (APAVT).

As outras opiniões pertencem a Carlos Torres (ESHTE) e Joaquim Fernandes (ISCE).

Leia a edição aqui.

Boas leituras!

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição digital: Entrevistas Pedro Barreto (BPI) e Miguel Quintas (grupo MQ), integração agências RAVT na GEA, Guias de Portugal e dossier RH

A nova edição do Publituris faz capa com a entrevista ao administrador do BPI responsável pelo pelouro do turismo. Para Pedro Barreto, “é verdadeiramente surpreendente a resiliência do setor do turismo”. Certo é que, “Portugal está na moda, mas o estar na moda dá muito trabalho”. Além disso, trazemos a integração das agências da RAVT no grupo GEA, entrevista a Miguel Quintas (administrador do grupo MQ), Guias de Portugal, Casa da Moira e dossier dedicado aos recursos humanos no setor do turismo.

Publituris

A nova edição do Publituris faz capa com a entrevista ao administrador do BPI responsável pelo pelouro do turismo. Banco oficial da BTL desde 2016, o BPI volta a marcar presença no maior evento do turismo em Portugal. Para Pedro Barreto, é “verdadeiramente surpreendente a resiliência do setor do turismo”, salientando ainda que “é fundamental continuarmos a melhorar a qualidade, porque temos um potencial enorme”.

Entrevistado foi, também, Miguel Quintas, CEO das empresas Consolidador.com, Parcela Já e do grupo de gestão de agências de viagens – Airmet, que nos confidenciou que este será o ano da consolidação. Ao longo de 2022, Miguel Quintas promete muitas novidades.

Já diz o velho ditado: A união faz a força! É assim que a GEA e a RAVT classificam a integração das agências de viagens RAVT no grupo GEA. Nuno Tomaz, diretor comercial do grupo GEA, e Maria José Silva, CEO da RAVT, falam em impactos positivos a vários níveis.

A pandemia foi particularmente negativa para os guias intérpretes, que nunca deixaram, no entanto, de contar com o apoio do SNATTI – Sindicato Nacional de Atividade Turística, Tradutores e Intérpretes. Agora que a COVID-19 dá sinais de estar a acalmar, o sindicato lançou a maior campanha da sua história para reforçar a importância dos serviços destes profissionais, que são fundamentais para a atividade turística.

Localizada em Avis, a Casa da Moira é uma unidade de turismo rural que se tornou num autêntico paraíso em plena pandemia, escolhido por muitos que quiseram fugir dos ajuntamentos para o sossego do Alentejo. Agora, que a pandemia está quase ultrapassada, a Casa da Moira aposta no crescimento e na criação de novos espaços e atividades.

Para o dossier, dedicado aos Recursos Humanos no setor do turismo, falámos com especialistas em recrutamento, com os dois maiores grupos hoteleiros portugueses, entrevistámos o diretor do Departamento de Turismo do ISCE e quisemos saber como a aviação comercial responde ao desafio do recrutamento, agora que os aviões começam, novamente, a levantar voo.

As opiniões pertencem a Pedro Castro (SkyExperts) e Maria Passos (ISAG).

Boas leituras!

Leia a edição aqui.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.