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Visabeira estreia-se em Lisboa com unidade na Baixa

Jorge Costa, presidente da Comissão Executiva da Visabeira Turismo, Imobiliária e Serviços fala dos planos de expansão da cadeia Montebelo Hotels & Resorts.

Carina Monteiro
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Visabeira estreia-se em Lisboa com unidade na Baixa

Jorge Costa, presidente da Comissão Executiva da Visabeira Turismo, Imobiliária e Serviços fala dos planos de expansão da cadeia Montebelo Hotels & Resorts.

Carina Monteiro
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2019 está a revelar-se o melhor ano de sempre para os hotéis da cadeia Montebelo Hotels & Resorts na região Centro. Com projetos em desenvolvimento em Lisboa, Alcobaça e Caldas da Rainha, a cadeia definiu como prioridade ganhar escala nacional, equacionando a expansão para destinos como o Porto, Alentejo ou Algarve. Um novo site, uma nova assinatura da marca e o reforço da equipa comercial são novidades recentes, a par da abertura da primeira unidade de alojamento em Lisboa este mês de novembro.

 A região Centro tem registado, desde o início de 2019, crescimento no número de dormidas e receitas acima da média nacional. Os vossos seis hotéis têm acompanhado este crescimento?

Sim. O ano não começou tão bem, mas rapidamente ultrapassámos o crescimento do ano passado. Neste momento, temos os melhores resultados de sempre nas nossas unidades, tanto em dormidas como em proveitos. Crescemos no ano passado 7% e até setembro de 2019 +11%. São números que nos deixam muito satisfeitos.

 Esse crescimento tem sido em que mercados?

A região Centro cresceu no mercado nacional, mas no internacional está estável. Nas nossas unidades crescemos no mercado internacional, mas foi um crescimento modesto. A nossa aposta passa muito por trabalhar em várias frentes para aumentar o número de hóspedes estrangeiros. Consideramos que temos unidades com grande potencial para os mercados internacionais, tais como o Brasil, EUA ou Canadá.

 Qual a unidade da cadeia com melhor desempenho este ano?

Diria que, pela novidade, é o Montebelo Vista Alegre Ílhavo, apesar de termos outras unidades mais pequenas que nos surpreenderam, como é o caso do Hotel Palácio dos Melos, que teve excelentes resultados este ano. É uma pequena unidade de charme, localizada no centro de Viseu. Os nossos hotéis em Viseu beneficiaram muito da dinâmica que a cidade tem tido nos últimos tempos.

O Montebelo Vista Alegre Ílhavo tem sido a unidade que nos tem dado mais projeção em termos de mercados internacionais. É a unidade que provavelmente nos vai ajudar nesta necessidade de aumentar o peso dos mercados internacionais.

 Qual o balanço que fazem da parceria com a rede de Paradores? É uma parceira para manter?

Sim. Lançámos o desafio aos Paradores para criarem novas dinâmicas com a Casa da Ínsua. Vai haver um reforço dessa colaboração, nomeadamente para o mercado do golfe. Em Espanha, o golfe é uma atividade desportiva com muita relevância. Temos um excelente campo de golfe, que está numa localização única. Portanto, é uma questão de divulgação. Há crescimento do mercado espanhol e isso deve-se muito a esta parceria. As pessoas ainda veem muito os Paradores como uma oferta do mercado espanhol, porque Casa da Ínsua é o único Parador fora de Espanha. Não queremos que isso seja um factor negativo, mas sim positivo, porque somos um caso único. Em especial, no primeiro ano desta parceria, a Casa da Ínsua foi um grande sucesso via reservas através do canal dos Paradores. É uma oportunidade para ter aqueles clientes espanhóis – e há muitos – que só fazem férias nos Paradores.

 Novos projetos

Ainda não conseguiram abrir um hotel em Lisboa, apesar das diversas tentativas.

Posso dar-lhe a novidade que vamos abrir no próximo mês uma unidade de apartamentos na Rua da Prata, na Baixa de Lisboa, que vai chamar-se Montebelo Lisbon Downtown Apartments, com 18 apartamentos T1 e T2. É a primeira unidade de apartamentos do grupo Montebelo Hotels & Resorts e vem em linha com uma das tendências atuais do mercado de apartamentos. Muitos turistas querem esse tipo de produto. O que fizemos foi criar uma unidade para ir ao encontro do que esses turistas gostam, mas, ao mesmo tempo, dar-lhes alguma experiência hoteleira. Vai funcionar numa lógica de apartamentos, mas com receção, espaço de restauração, serviços de limpeza e amenities.

Há algum tempo que anunciaram um hotel no Largo Barão de Quintela, no Chiado, dedicado à temática do Bordallo Pinheiro. Qual é o ponto da situação deste projeto?

Vai avançar muito em breve. Embora não seja um edifício classificado, está numa zona classificada, o Chiado, por isso é difícil prever os timings da obra. Julgo que o projeto vai avançar ainda este ano, mas na pior das hipóteses no início do próximo ano.

Concorreram ao concurso para o hotel na estação ferroviária de Santa Apolónia e ao Quartel da Graça. Para o grupo a entrada em Lisboa era fundamental?

Sim. Obviamente que a região Centro faz parte do nosso ADN e é onde vamos continuar a ter unidades, mas queremos passar de uma lógica regional para uma lógica nacional. Já temos projetos para Alcobaça, Caldas da Rainha e Lisboa. Contamos alargar ainda um pouco mais a nossa presença.

Em Lisboa, estão a analisar mais algum projeto?

Sim, estamos. Estamos sempre atentos a tudo, sendo que agora estamos muito focado nestas duas unidades. Mas obviamente que ter mais unidades em Lisboa está em cima da mesa, daí termos concorrido ao Quartel da Graça.

Mas não concorreram ao hotel para o CCB.

Não, não concorremos. O Hotel do Quartel da Graça enquadrava-se na linha de projetos que queremos desenvolver neste momento.

Em todos os projetos queremos oferecer uma experiência diferente, não queremos entrar numa lógica de ter um edifício com quartos e camas apenas. Queremos oferecer sempre um hotel que esteja ligado a uma experiência. Crescemos a partir do Montebelo Viseu, fomos criando hotéis que considero únicos, com bom serviço e experiências únicas. Faltava-nos uma linha condutora entre os hotéis da cadeia até para preparar esta expansão. Neste momento temos uma nova assinatura para a nossa marca. ‘Enjoy the best’ significa que queremos assumir o compromisso de que, em cada hotel, oferecemos o melhor de algo. Todos os projetos novos têm essa vertente: em Alcobaça, o projeto é do arquiteto Souto Moura e está ligado ao cristal, nas Caldas da Rainha será Bordalo Pinheiro, no Chiado será o Vista Alegre Chiado.

 

Alcobaça e Caldas da Rainha

Ganharam a concessão dos Pavilhões do Parque Dom Carlos I no concurso do Revive. Quanto iniciam as obras do hotel?

Neste momento, o projeto de arquitetura está em aprovação na Câmara Municipal das Caldas da Rainha. Prevemos que a aprovação seja para breve. Vai ser um projeto ligado à temática Bordallo Pinheiro e também ao termalismo. Queremos criar um hotel de cinco estrelas, respeitando o edifício, mas com o conforto de uma moderna unidade hoteleira, com a vertente de termas. Apesar de haver exceções, em Portugal, as termas ainda estão ligadas à ideia tradicional do termalismo e queremos, à semelhança do que se faz em muitos países, ter um excelente cinco estrelas ligado ao termalismo. Tem o enquadramento perfeito para uma unidade deste tipo.

 Quantos quartos terá o hotel?

Terá 120 a 130 quartos. O nome ainda não está fechado. Será sempre um nome com referência ao Bordalo Pinheiro.

Qual o ponto da situação do hotel no Mosteiro de Alcobaça?

Começámos a obra em meados de 2018. A expectativa era que a obra durasse dois anos. Mas teve alguns atrasos, agora está num bom ritmo, por isso estimamos mais um ano de obra.

 Quais são as caraterísticas deste hotel?

É um projeto do arquiteto Eduardo Souto Moura. Vai ser uma unidade com ligação à produção do cristal. É um hotel de cinco estrelas, com restauração, zonas de lazer e spa. Está integrado numa localização interessante, mas queremos proporcionar uma experiência completa aos nossos hóspedes. Por se tratar de um mosteiro, os corredores e os pés direitos têm uma dimensão a única. É um desafio tornarmos o espaço confortável, apesar da sua monumentalidade. Isso implica ter serviços que proporcionam uma boa estadia, desde um spa, um restaurante, salas para eventos. Há uma sala biblioteca, que é algo único, com uma dimensão expressiva e que posiciona o hotel em termos de grandes eventos.

Qual o valor estimado de investimento nestas novas unidades?

Prevemos investir no próximo triénio 55 milhões de euros.

 Que outras localizações em Portugal estão a analisar? À semelhança de Lisboa, poderiam abrir uma unidade de apartamentos no Porto?

Sim, ou mesmo um hotel. Temos de definir prioridades e temos estes projetos todos em curso. Obviamente que o Porto, Algarve e Alentejo são localizações para as quais olhamos. Já olhámos bastante para o Alentejo. Consideramos que é uma região com grande potencial de crescimento e onde efetivamente ainda existem boas possibilidades de crescimento. Por isso, também se justificaria avançar com um projeto nessa região. Mas respondendo concretamente, estamos a olhar para localizações como o Porto, Alentejo e o Algarve.

 Os dados do INE revelam também um crescimento expressivo dos Açores. Há muitos grupos hoje em dia a olhar para este destino. A cadeia Montebelo também está?

Também. Não temos nenhum projeto em concreto, já analisámos algumas coisas. O grupo Visabeira tem imobiliário nos Açores, mas nada para avançar com uma unidade hoteleira. É uma região que conhecemos, já trabalhámos nas telecomunicações dos Açores, não é uma região estranha para o grupo. Ainda não avançamos, mas é uma região para a qual olhamos, tal como olhamos para a Madeira. Mas enquanto a Madeira já teve um desenvolvimento turístico muito forte, os Açores não. E, neste momento, ainda são ilhas mais ‘selvagens’ no bom sentido, tem um peso no urbanismo completamente diferente, o que a torna atraentes.

 Voltando à região Centro, onde têm seis unidades, pretendem manter todas as unidades? Pensam fazer alguma remodelação?

O Hotel Príncipe Perfeito está, neste momento, a ser alvo de uma remodelação. É um hotel de quatro estrelas, que tem muita procura e, por isso, consideramos que fazia sentido investir na sua valorização. Vamos modernizar os quartos e zonas comuns. É um hotel com excelentes espaços verdes, localizado junto ao parque aquático, o que é interessante para as famílias. Esperamos ter a remodelação concluída no início do ano de 2020.

No caso do Palácio dos Melos, não tem grande necessidade de intervenção, eventualmente de decoração. É uma unidade que nos surpreendeu bastante este ano. Está muito bem localizado para quem quer conhecer a cidade de Viseu e está a ter uma grande procura, fruto como disse há pouco, da crescente procura que a cidade de Viseu está a ter.

O Montebelo Aguieira Lake Resort & Spa é um produto mais desafiante para vender?

É e tem sido um desafio que temos ultrapassado. Na suposta época baixa temos tido atletas de alta competição de canoagem que nos garantem a ocupação da unidade. Na época alta, temos o segmento de famílias, cuja procura tem crescido, porque é um resort que oferece uma vasta gama de atividades para a família toda. As pessoas sentem-se confortáveis, em segurança e julgo que isso é razão do sucesso da Agueira nesse segmento.

Estamos a trabalhar para trazer mais atividades, além da canoagem, para o hotel. Pelo seu enquadramento paisagístico, é um hotel ideal para fazer retiros de várias atividades. Consideramos que o hotel tem um grande potencial a esse nível, e também a nível internacional. Estamos em negociações com algumas modalidades, mas que não quero revelar para já. Vamos continuar a apostar muito neste hotel, porque os resultados têm-nos levado a acreditar que é um projeto que faz sentido.

 Uma das prioridades é trabalhar mais os mercados internacionais. Em que consistirá essa estratégia?

Reforçámos a nossa equipa comercial, não só para trabalhar o mercado nacional, mas também os mercados internacionais. Estamos também a trabalhar no sentido ter comerciais a divulgar os nossos hotéis em mercados que consideramos estratégicos. Lançámos recentemente o novo site da cadeia e uma nova assinatura. Pretendemos que o novo site mostre mais as nossas unidades e tudo o que podemos agregar à estadia dos nossos hóspedes, além do alojamento. Além disso, facilitámos o processo de reserva. Há claramente uma aposta e um reforço no departamento comercial, porque além das unidades que temos, temos que preparar as unidades que aí vêm.

Uma das novidades é também o lançamento da marca Montebelo Weddings. Temos unidades que consideramos com apetência para este segmento. Esta marca oferece uma proposta integrada, desde a preparação do evento até à lua-de-mel. Estamos a firmar parcerias a nível internacional, para conquistar mercados como o Brasil e o Reino Unido.

 Moçambique

Em Moçambique prepararam-se para abrir o Montebelo Milibangalala Bay Resort, na Reserva Especial de Maputo. Quais são as expectativas para este hotel?

Vai ser o primeiro hotel de praia da cadeia Montebelo. Tivemos especial cuidado com a construção, porque estamos a falar de uma reserva e tudo tem de ser pensado à exaustão, para respeitar o ecossistema. É uma unidade inserida num habitat de elefantes, hipopótamos, crocodilos e de frente para praias desertas. Acreditamos que Moçambique tem um potencial turístico imenso. Consideramo-nos um grupo moçambicano, pelos anos em que estamos no país. É importante para nós participar na dinamização do turismo em Moçambique e unidades deste tipo são fundamentais para conseguir trazer mais pessoas ao país. A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique vai ter um voo direto de Lisboa para Moçambique o que vai ajudar mais ainda.

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Distribuição

Lusanova relança Índia após dois anos de interregno

Para assinalar o relançamento da programação, a Lusanova disponibilizou já três pacotes premium para a Índia, cujos preços começam nos 1.799 euros.

A Lusanova anunciou esta quarta-feira, 26 de outubro, o relançamento da oferta para o destino Índia após dois anos de interregno devido à pandemia da COVID-19 e, para assinalar o regresso da programação, o operador turístico disponibilizou já três programas Premium, cujos preços começam nos 1.799 euros.

Segundo um comunicado enviado à imprensa pelo operador turístico, os três pacotes para a Índia “já estão disponíveis para venda e reservas online”, através do site da Lusanova, e vão ser também “divulgados via webmail para todas as agências de viagens do país”.

O preço mais baixo diz respeito a um programa de sete noites, denominado Triangulo Dourado, estando também disponível uma versão de nove dias que, além do Triangulo Dourado, inclui ainda Varanasi e cujos preços começam nos 2.299 euros.

Além destes dois programas, a Lusanova lançou também o programa Esplendor do Rajastão, de 10 dias e que apresenta valores desde 2.850 euros por pessoa.

A Lusanova diz ainda que “estes circuitos serão em privado para um mínimo de dois participantes” e incluem alojamento em hotéis de cinco estrelas da cadeia Taj Hotels & Resorts.

Os novos programas da Lusanova para a Índia são válidos entre novembro de 2022 e março de 2023, com o operador a revelar que, em breve, conta ainda lançar “toda a programação regular” para a Índia.

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Alojamento

Gondomar terá hotel e empreendimento de luxo no valor de 85 milhões de euros

O projeto da Horizonte Urbano Group “Porto Douro Marina & Villas” contempla a construção de um hotel de cinco estrelas, 90 villas e a ampliação da Marina de Angra do Douro.

A Horizonte Urbano Group, empresa portuguesa de construção, reabilitação e promoção imobiliária, vai investir 85 milhões de euros na construção do empreendimento “Porto Douro Marina & Villas”. O investimento contempla ainda a compra da Nordzee Náutica, empresa que atualmente explora a Marina Angra do Douro.

Localizado no concelho de Gondomar, nas margens do Rio Douro, a área de obra inclui 213 mil metros quadrados a montante da barragem Crestuma-Lever. É neste local que se prevê a construção de um hotel de cinco estrelas com 120 quartos, salas de conferência, spa e piscinas, bem como a edificação de 90 villas, com áreas de construção entre os 250 e 500 metros quadrados, “caracterizadas por uma arquitetura contemporânea e acabamentos de luxo”, como se pode ler em comunicado.

Do plano fazem ainda parte a gestão e exploração da Marina de Angra do Douro, bem como o aumento da sua capacidade de ancoragem em 40% − de 300 para 500 embarcações −, pelo que a Horizonte Urbano acaba de formalizar a aquisição da Nordzee Náutica, empresa gestora da Marina.

A empresa prevê que as obras de urbanização estejam concluídas no primeiro semestre de 2023, apontando que a construção do hotel e das villas será desenvolvida num período de 36 meses.

A 15 minutos do Porto e com ligação direta às principais vias de comunicação de entrada e saída da cidade, a Horizonte Urbano Group considera que “o empreendimento se constitui como um grande atrativo para as famílias”.

“O projeto surge como uma excelente solução para quem quer viver fora dos grandes centros urbanos, mas dentro de um perímetro razoável, que permita aceder de forma rápida à oferta de produtos, serviços e cultura. Acreditamos que cada vez mais as pessoas procuram um tipo de vida tranquilo, em maior contacto com a natureza e rodeadas por uma bela paisagem. E a nossa oferta é, sem dúvida, uma resposta para esta nova postura de vida”, explica Nuno Esteves, CEO da Horizonte Urbano.

Para além da criação de emprego qualificado e outros benefícios para a comunidade em que se insere, esta construção trará inevitavelmente uma valorização ao local e à região e um natural aumento do turismo, dada a proximidade à cidade do Porto e à sua localização estratégica na rota da região do Douro.

Em comunicado, a empresa enumera ainda alguns exemplos de construção sustentável a que este plano obedece, como a integração do projeto com o meio ambiente; a preservação das características naturais do lugar e das espécies nativas; a utilização de materiais sustentáveis; a colocação de painéis fotovoltaicos e de vidros com proteção solar; as coberturas ajardinadas e a criação de amplas áreas verdes utilizáveis.

“Não há outra forma de estar hoje neste setor. A sustentabilidade, juntamente com a inovação, o profissionalismo e a dedicação, faz parte integrante do ADN da Horizonte Urbano e é um dos valores que mais preservamos”, refere Nuno Esteves.

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Destinos

Porto de Lisboa promove conferência sobre sustentabilidade para assinalar 135.º aniversário

Para assinalar o 135.º aniversário, o Porto de Lisboa promove esta sexta-feira, 28 de outubro, uma conferência sobre o tema “Na Rota da Sustentabilidade”, a decorrer, a partir das 09h45, na Gare Marítima de Alcântara.

O Porto de Lisboa promove esta sexta-feira, 28 de outubro, uma conferência sobre sustentabilidade para assinalar o 135.º aniversário da infraestruturas, que vai ter lugar na Gare Marítima de Alcântara, a partir das 09h45.

A iniciativa, que está inserida nos “Encontros do Porto de Lisboa”, vai ser dedicada ao tema “Na Rota da Sustentabilidade” e conta com a participação de vários responsáveis da Administração do Porto de Lisboa (APL), assim como de especialistas em sustentabilidade e ambiente.

A conferência arranca, pelas 09h45, com a receção aos participantes, à qual se segue, às 10h00, uma intervenção de boas-vindas de Carlos Correia, presidente da APL.

O debate em torno da sustentabilidade começa às 10h15, com uma intervenção de Paula Sengo, chefe do Gabinete de Estudos e Planeamento (APL), que vai falar sobre a “Sustentabilidade no Porto de Lisboa”.

Pelas 10h45, o tema em debate é a “Redução da pegada de CO2 nos terminais”, que vai ser abordado por Bruno Vale, General Manager da YILPORT- Liscont, ao qual se segue, pelas 11h20, o tema “Caminho para emissões zero, o papel dos portos”, com Ivo Melin, Client Manager Ports da Quadrante.

Pelas 11h20, vai ainda estar em destaque o tema “Tendências no relato do desempenho em sustentabilidade”, que será apresentado por Anabela Vaz Ribeiro, Executive Diretor da Global Compact.

A conferência termina pelas 12h00, com um período dedicado a perguntas e respostas.

Recorde-se que o Porto de Lisboa está assinalar o seu aniversário, efeméride que se assinala na próxima segunda-feira, 31 de outubro, e que marca os 135 anos desde o início das obras de construção da infraestrutura. As celebrações decorrem até terça-feira, 1 de novembro.

 

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Arquivo: WTM London 2017

Destinos

WTM London lança app para ajudar visitantes a planear visita

O World Travel Market London (WTM) vai voltar a decorrer no ExCeL London, na capital britânica, entre 7 e 9 de novembro.

O World Travel Market London (WTM), a maior feira de turismo do Reino Unido e uma das principais a nível europeu, anunciou o lançamento, pela primeira vez, de uma app que se destina a ajudar visitantes, expositores e comunicação social a planearem a sua visita ao certame, que decorre na capital britânica entre 7 e 9 de novembro.

A app, que, segundo a organização da feira, já está disponível para download na App Store e na Google Play para dispositivos IOS e Android, permite o acesso ao programa completo do evento, que pode ser consultado através da utilização de filtros como data, palco ou tema e com opção de guardar o tópicos favoritos. As biografias dos 250 oradores que vão participar no certame, também podem ser consultadas através da app.

Os expositores também podem ser consultados através desta app, bastando aplicar filtros por categoria ou localização geográfica, numa inovação que, segundo a organização, permite “encontrar os expositores que melhor respondem às necessidades” dos visitantes.

“Todos os expositores, compradores e comunicação social podem aceder ao WTM ConnectMe Schedule pela aplicação, que permitindo a organização de um diário e garantam que seu tempo no local seja produtivo”, indica a organização do WTM London, em comunicado.

A app permite ainda conhecer melhor o ExCeL London, recinto que volta a receber a feira londrina, e consultar a planta do evento de forma interativa, numa ferramenta que vai estar disponível na app a partir de 7 de novembro.

A app vai ainda disponibilizar link para diversos canais de redes sociais, assim como a funcionalidade “WTM Digital Gift Gag”, onde os utilizadores podem aceder a brindes e ofertas das empresas expositoras.

“O World Travel Market está empenhado em melhorar a experiência de cada participante. Sabemos que o tempo é valioso, e a WTM App reúne todas as ferramentas que um visitante pode precisar para ter uma visita mais eficaz”, considera Juliette Losardo, diretora do WTM London.

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João Moreira Baptista, General Manager Summerwind Portugal

Transportes

João Moreira Baptista é o novo country manager da TAAG em Portugal

Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação, passou também a assumir o cargo de country manager da TAAG em Portugal.

Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, a companhia aérea angolana passou a também a ter um novo country manager em Portugal, cargo que passa a ser assumido por João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação de companhias aéreas em Portugal.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de outubro, e que é assinado pelo próprio João Moreira Baptista, o responsável garante que o novo cargo representa “uma oportunidade única e repleta de desafios”, até porque a TAAG e a sua Administração pretendem dar uma “energia renovada” ao modelo de negócio da companhia aérea.

“Da minha parte, poderão contar com uma determinação e ambição inabaláveis”, garante o novo country manager da TAAG em Portugal, que se mostra também comprometido em “consolidar a posição da TAAG num lugar cimeiro e de referência na aviação em Portugal”.

“Estou consciente da minha responsabilidade para com todos, a Administração, os colegas e os passageiros, a todos posso apenas expressar o meu orgulho por fazer parte da equipa e o meu compromisso no cumprimento dos objetivos que me proponho alcançar”, conclui João Moreira Baptista.

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Hotelaria

Nuno Constantino é o próximo convidado da “Be Our Guest” da ADHP

A quinta conversa online da ADHP terá como tema “Hoteleiro depois dos 40” e contará com moderação de Nuno Leandro, diretor hoteleiro e dirigente da associação.

A quinta conversa “Be Our Guest”, promovida pela ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, decorre já na próxima segunda-feira, 31 de outubro, às 19h00, na plataforma online Zoom.

Sob o tema “Hoteleiro depois dos 40”, a sessão conta com a presença de Nuno Constantino, empreendedor hoteleiro e consultor na área do turismo há mais de 20 anos, atualmente encarregue do projeto WOTELS HUB. A moderação ficará a cargo de Nuno Leandro, dirigente da ADHP e diretor-geral do MS Aparthotel do grupo My Story Hotels.

As inscrições, gratuitas e limitadas, encontram-se abertas e devem ser efetuadas através de um formulário online.

“O Be Our Guest avança para a quinta conversa, desta vez com Nuno Constantino, que não teve medo de arriscar, que acreditou na sua autonomia e em novos projetos. Esperamos uma reflexão extremamente valiosa, depois de tanto tempo a liderar grandes equipas, sobre temas como o desafio da mudança, a reinvenção e a realização profissional. E uma partilha de conhecimentos entre todos os presentes, que é a base desta iniciativa da ADHP”, refere Patrícia Correia, dirigente da ADHP responsável pelo projeto “Be Our Guest”.

A conversa deste mês tem o patrocínio da e-GDS Global Distribution Solutions.

O projeto da ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal promove conversas informais com diretores de hotéis e nomes de referência no turismo sobre as suas experiências profissionais, a hotelaria e o setor turístico. As conversas decorrem sempre nas últimas segundas-feiras de cada mês, às 19h00.

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Montebelo Mosteiro de Alcobaça Historic Hotel planeia soft opening para outubro

A unidade pretende ser um polo para a organização de eventos, numa lógica de bleisure.

Após vários avanços e recuos, o Montebelo Mosteiro de Alcobaça Historic Hotel prevê a abertura em soft opening ainda durante este mês de outubro. A garantia é dada por Jorge Costa, vice-presidente do conselho de administração da Visabeira Turismo, que em entrevista à Publituris Hotelaria fala sobre o investimento feito na região e as valências deste novo hotel de cinco estrelas localizado num dos claustros do Mosteiro de Alcobaça.

A unidade já soma um investimento que ronda os 22,5 milhões de euros, num total de 91 unidades de alojamento, entre quartos singles e duplos, quartos familiares, suites e uma master suite.

Das valências do novo hotel fazem parte um spa e uma piscina interior “cénica”, integrada entre os pilares do mosteiro, um bar e um restaurante. Neste será apresentado “o melhor que a gastronomia portuguesa tem para oferecer, mantendo uma ligação natural à gastronomia de Alcobaça e da região, fortemente marcada pela excelência dos produtos locais e da doçaria conventual”, como explica Jorge Costa, não adiantando ainda quem será o chef deste espaço.

Somam-se ainda “salas de reuniões e espaços para congressos e casamentos com atmosferas únicas”, sendo que Jorge Costa atribui especial destaque “para a sala localizada na antiga biblioteca”.

Um espaço para diversos eventos

O projeto de arquitetura, bem como o de interiores, é assinado pelo arquiteto Eduardo Souto Moura, Prémio Pritzer de Arquitectura, e integra peças não só deste profissional como de Siza Vieira. Aliás, é através deste pormenor que a unidade pretende ser integrada “nos roteiros mundiais de turismo de arquitetura”, além de ambicionar tornar-se um polo para a organização de eventos, sejam eles corporativos, educacionais, científicos, culturais ou religiosos.

“Este é um hotel que vai combinar as estadias de lazer com eventos, sem que essa convivência cause constrangimentos a ambos, desde reuniões empresariais, congressos científicos e lançamentos de marcas ou produtos, até cerimónias oficiais e casamentos, aproveitando as excelentes relações e sinergias com o Mosteiro de Alcobaça”, enumera Jorge Costa.

A proximidade do mosteiro à costa da Nazaré é ainda vista pelo vice-presidente como um ponto que torna o “hotel atrativo para quem quer combinar uma estada mais ativa”.

O processo de recrutamento para este hotel ainda está a decorrer, privilegiando-se “bons profissionais que se enquadrem na filosofia dos Montebelo Hotels & Resorts: formação, experiência, compromisso, respeito pela região e envolvimento com o espaço onde o hotel se enquadra e um foco muito importante no serviço e no cliente”.

Construção do Montebelo Vista Alegre Chiado Hotel segue focado no mercado de lazer

Também ainda em processo de construção encontra-se o Montebelo Vista Alegre Chiado Hotel, em Lisboa. Apesar de não se querer comprometer com uma data definitiva, Jorge Costa afirma que no grupo “estamos confiantes que conseguiremos ter a obra terminada até final deste ano”. No entanto, o vice-presidente não esconde a apreensão relativamente à conjuntura atual, com “atrasos no fornecimento de alguns materiais”.

“O facto de ser um edifício com valor patrimonial e numa zona classificada fizeram desta obra um projeto mais complexo do que o esperado, mas o resultado também nos tem surpreendido pela positiva”, afirma.

Com um investimento previsto de cerca de 9,5 milhões de euros, este cinco estrelas terá à volta de 58 unidades de alojamentos, entre quartos, suites e “uma fantástica suite master, repleta de elementos arquitetónicos únicos”.

O “universo visual e decorativo da marca Vista Alegre” emprestará a sua identidade ao hotel, cuja obra e decoração são assinadas por Paula Nunes e Tiago Araújo, a dupla responsável pela arquitetura e decoração de uma outra unidade do grupo, o Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel.

Também o restaurante será “enquadrado no espírito da marca Vista Alegre, combinada com a tradição e qualidade da cadeia Montebelo Hotels”. Por enquanto, não são adiantados nem a proposta gastronómica, nem o chef que irá assumir o espaço.

A presença do grupo em Lisboa com uma segunda unidade é justificada com o facto de Lisboa continuar “a ser a grande porta de entrada para o mercado internacional e uma referência para os portugueses”.

“O sucesso do Montebelo Lisbon Downtown Apartments, localizado na Rua da Prata, foi um excelente teste para o que representa a presença em Lisboa. Qualquer marca que queira ter uma presença relevante a nível nacional, tem de ter uma presença forte e marcante [na capital]”, defende o vice-presidente.

Numa nota final, Jorge Costa explica que, dadas as características do edifício e a sua localização, no Chiado, este “será um hotel mais direcionado para o mercado de lazer, com uma forte componente de clientes internacionais”. O processo de recrutamento para a unidade já está a decorrer, sendo que o grupo está a contratar “para todas as áreas” do setor.

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Transportes

easyJet oferece viagem a Marrocos em passatempo que vai testar conhecimentos sobre a companhia e o destino

Passatempo decorre este fim-de-semana, entre 28 e 29 de outubro, e vai oferecer uma viagem a Marraquexe para duas pessoas a quem provar ter mais conhecimentos sobre a companhia aérea e sobre o destino.

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A easyJet vai promover, este fim-de-semana, entre 28 e 29 de outubro, um passatempo que vai oferecer uma viagem a Marraquexe, em Marrocos, a quem provar que melhor conhece a companhia aérea low cost, que começa na próxima segunda-feira, 31 de outubro, a voar para a cidade marroquina, que é considerada um dos principais destinos turísticos deste país do norte de África.

O passatempo, que vai decorrer junto à Estação do Oriente, em Lisboa, vai desafiar os portugueses a testarem os seus conhecimentos sobre a operação aérea em Portugal e a tirarem uma fotografia original no Photobooth da companhia, ficando habilitados a ganhar um viagem para duas pessoas a Marraquexe.

“Para se habilitarem a ganhar, os participantes serão testados com oito questões sobre a easyJet e o destino Marrocos, para onde a companhia começa a voar no próximo dia 31 de outubro, inaugurando, assim, a primeira rota com partida de Lisboa para fora do continente europeu. Em caso de empate nas respostas, um júri selecionado escolherá a fotografia mais original e determinará o vencedor”, indica a easyJet, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de outubro.

O vencedor do passatempo será contactado pela easyJet via e-mail e o prémio poderá ser usufruído entre novembro de 2022 e 31 de março de 2023, com exceção dos períodos festivos.

O passatempo está disponível para participantes residentes em Portugal Continental e/ou Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, com idade igual ou superior a dezoito anos e as fotografias tiradas no Photobooth devem ser enviadas à companhia aérea por email, até às 23h59 do dia 29 de outubro.

“A easyJet está a fazer uma enorme aposta no mercado português, com mais rotas e novas frequências, em que a nova ligação a Marraquexe se insere. É um destino de eleição para os portugueses, ideal para short-breaks, que queremos aproximar com duas frequências semanais e a baixos custos”, acrescenta José Lopes, country manager da easyJet em Portugal.

Recorde-se que a nova rota da easyJet entre Lisboa e Marraquexe arranca na próxima segunda-feira, 31 de outubro, e conta com duas ligações aéreas por semana, fazendo parte do  novo plano de expansão da companhia aérea no aeroporto de Lisboa, depois de receber 18 novas slots da Comissão Europeia.

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Transportes

Summerwind confirmada como novo GSA da TAAG em Portugal

A Summerwind Portugal passa a ser o GSA da TAAG em território nacional, assumindo a gestão comercial e parte da gestão operativa da companhia aérea angolana em Portugal.

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A Summerwind Portugal veio esta quarta-feira, 26 de outubro, confirmar que foi nomeada pela TAAG – Linhas Aéreas de Angola como GSA da transportadora angolana em Portugal, assumindo a gestão comercial e parte da gestão operativa da companhia aérea em território nacional.

“Esta nomeação é algo que muito orgulha a atual estrutura acionista da Summerwind, bem como toda a equipa em Lisboa, que desde já expressa o seu agradecimento à TAAG por este voto de confiança”, destaca a empresa de representação de companhias aéreas em comunicado.

Na informação divulgada, a Summerwind indica que, “além de assumir a representação comercial da TAAG, “deverá igualmente assumir parte da gestão operativa da TAAG, nomeadamente ao nível do Balcão de Vendas no aeroporto e do call center para os passageiros TAAG”.

A Summerwind diz ainda que, devido à “reconhecida importância que a operação de Lisboa constitui para a TAAG”, está empenhada em “implementar e promover boas práticas” na companhia aérea, assim como em “trabalhar em articulação permanente com a Administração da TAAG para imputar uma nova dinâmica ao modelo de negócio existente, apostando no seu desenvolvimento”.

“A Summerwind quer assumir publicamente com todos, passageiros, colegas e clientes, o seu compromisso em consolidar a posição da TAAG num lugar cimeiro e de referência na aviação em Portugal, reforçando o seu compromisso em fazer da TAAG um motivo de orgulho para todos”, conclui a empresa.

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Portugal é um dos 53 países a ter acesso ao NDC da American Airlines pela Travelport

Portugal é um dos 53 países da Europa, Médio Oriente e África, bem como da região Ásia-Pacífico, cujos agentes de viagens que utilizam a plataforma Travelport+ passam a ter acesso ao conteúdo NDC da American Airlines.

Inês de Matos

A Travelport anunciou que, a partir desta quarta-feira, 26 de outubro, os agentes de viagens de 53 países, incluindo Portugal, passam a poder ter acesso ao conteúdo do NDC da American Airlines, através da plataforma Travelport+.

Num comunicado enviado à imprensa, a empresa de tecnologia para agências de viagens explica que o conteúdo NDC da companhia aérea norte-americana passa a estar disponível em 53 países da Ásia-Pacífico e da Europa, Médio Oriente e África.

A Travelport lembra que, este ano, já tinha passado a permitir o acesso ao conteúdo NDC da American Airlines aos agentes de viagens na América do Norte e América Latina, tendo agora assinado um novo acordo de longo prazo com a transportadora norte-americana, que permite aumentar para 73 o total de países em todos o mundo com acesso ao conteúdo da American Airlines.

Austrália, China, Fiji, Polinésia Francesa, Índia, Japão, Nova Caledónia, Nova Zelândia, Filipinas, Singapura, Coreia do Sul, Sri Lanka, Tailândia e Vietname são os países da região Ásia-Pacífico que passam a ter acesso ao conteúdo NDC da American Airlines, através da plataforma Travelport+.

Já na Europa, Médio Oriente e África, além de Portugal, o conteúdo NDC da transportadora norte-americana passa a estar disponível também na Áustria, Bahrein, Bélgica, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Israel, Itália, Jordânia, Quénia, Kuwait, Líbano, Moldávia, Montenegro, Países Baixos, Noruega, Omã, Polónia, Qatar, Roménia, Arábia Saudita, Sérvia, Eslováquia, Eslovénia, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido.

“A Travelport tem sido um parceiro fenomenal no apoio à nossa moderna estratégia de retalho, enquanto fornecemos conteúdo NDC acessível a agentes de viagens e retalhistas de todo o mundo. Com a expansão do NDC através da Travelport+, estamos preparados para simplificar a experiência do cliente e levar os nossos produtos e serviços a ainda mais parceiros na Ásia-Pacífico e Europa, Médio Oriente e África”, afirma Neil Geurin, Managing Director of Digital and Distribution da American Airlines.

Já Damian Hickey, Global Vice President & Global Head of Airline Partners da Travelport, sublinha a importância deste acordo relativo ao NDC da American Airlines, considerando que este conteúdo tem ganho relevância e é cada vez mais importante à medida que as companhias aéreas aumentam a sua oferta.

Com este acordo, a American Airlines passou também a considerar a Travelport como um parceiro de confiança, estatuto que, segundo a empresa de tecnologia para viagens e turismo, permite que todas as agências IATA clientes da Travelport e que usam a plataforma Travelport+ tenham acesso ao conteúdo NDC da American Airlines sem necessidade de registos adicionais.

 

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