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Pestana mantém-se líder do ranking da hotelaria nacional, mas há uma novidade no top 5

Já é conhecido o ranking do Atlas da Hotelaria 2019 editado anualmente pela Deloitte.

Carina Monteiro
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Pestana mantém-se líder do ranking da hotelaria nacional, mas há uma novidade no top 5

Já é conhecido o ranking do Atlas da Hotelaria 2019 editado anualmente pela Deloitte.

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O ranking dos 20 principais grupos hoteleiros a operar em Portugal continua a ser liderado pelo Grupo Pestana, seguido dos hotéis Vila Galé e o grupo Accor. A única novidade nos primeiros cinco lugares é a subida de sexto para quarto lugar da Minor Hotels, que detém os hotéis Tivoli. O top 5 fica completo com o grupo Hoti Hotéis.

Esta informação consta do Atlas da Hotelaria 2019 editado anualmente pela Deloitte. O ranking tem em conta o número de quartos de cada grupo hoteleiro.

Além do ranking, o Atlas da Hotelaria, cujo tema desta 14ª edição é  “Overcome Challenges”, faz uma análise regional do setor da hotelaria em Portugal, assim como a distribuição por categoria e tipologia.

Conheça os detalhes aqui.

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InterContinental Cascais – Estoril contrata novo Housekeeping Manager

O profissional começou o seu percurso em Housekeeping há cerca de sete anos, juntando no currículo referências como o grupo NAU e o Vila Vita Parc.

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O InterContinental Cascais – Estoril apostou em João Fonseca para o cargo de Housekeeping Manager da unidade. O profissional começou o seu percurso em Housekeeping há cerca de sete anos, de acordo com informação adiantada em comunicado, juntando no currículo referências como o grupo NAU e o Vila Vita Parc.

Com um mestrado em Marketing Relacional, João Fonseca tem como principal prioridade “a singularidade do serviço, a qual promete continuar a integrar nos objetivos da equipa de Housekeeping do InterContinental Cascais – Estoril”, como indicado em nota de imprensa. Na mesma é assegurado que “a vasta experiência, o grande sentido de organização, a atenção ao detalhe e a agilidade na tomada de decisão são algumas das muitas aptidões que João Fonseca ganhou ao longo dos anos e que irá agora pôr em prática na sua nova função”.

“Estou bastante entusiasmado com este novo desafio profissional no InterContinental Cascais – Estoril. Este é um hotel com o qual partilho vários valores, como o serviço de excelência e o atendimento personalizado, os quais me irão permitir continuar a crescer no serviço a clientes no segmento de luxo”, garante João.

Durante a pandemia, João Fonseca criou a plataforma Housekeeping Talks, uma forma de “unir os profissionais da área e enaltecer o sector”. Das lives do Instagram ao grupo de WhatsApp com mais de 250 profissionais, o objetivo agora será o de organizar brevemente um “GatheringKeeping” nacional.

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Tivoli Hotels & Resorts marca presença em Espanha com novo resort

A unidade localizada em Tenerife representa a estreia da marca Tivoli Hotels & Resorts em Espanha e será apresentada na primavera do próximo ano.

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A Tivoli Hotels & Resorts estreia a sua marca em Espanha com a aquisição do hotel La Caleta Resort, situado na Costa Adeje, em Tenerife. A unidade, que anteriormente operava sob a marca Sheraton, vai ser apresentada como Tivoli La Caleta Resort na primavera do próximo ano, conforme adiantado em comunicado.

Neste momento, o resort encontra-se fechado para obras, prevendo-se que reabra com 284 quartos, nos quais estão incluídas 20 suítes. Das restantes valências farão parte quatro restaurantes, dois bares e dez salas de reuniões, além de três piscinas, ginásio, campos de ténis e padel. A propriedade também passará a incluir um Anantara Spa.

Em comunicado, a marca adianta ainda que o Tivoli La Caleta Resort prestará “uma nova oferta de serviços”, atribuindo um “papel de destaque à gastronomia para a experiência do cliente”. Desta forma, a unidade vai manter a parceria com Olivier da Costa “para o desenvolvimento e implementação de novos conceitos de restauração que o hotel irá oferecer”.

O primeiro conceito será o espaço de restauração Yakuza, especializado em comida de fusão entre o Oriente e o Ocidente, ao qual se junta o Guilty, com uma oferta ‘casual food’. O último dos conceitos será o Clássico Beach Club, um ponto de encontro debaixo do sol quente das Canárias, cuja carta incluirá na sua carta alguns dos pratos mais conhecidos da gastronomia da ilha.

Com um portfólio de 16 propriedades em quatro países, a marca Tivoli Hotels & Resorts é propriedade da Minor Hotels e gerida pelo NH Hotel Group na Europa. Com uma história que remonta a 1933 em Lisboa, a Tivoli Hotels & Resorts cresceu de Portugal para o Brasil e do Qatar para a China, expandindo agora a sua presença na Europa com a primeira abertura em Espanha.

A aposta no Tivoli La Caleta Resort vem no seguimento da pretensão da Tivoli Hotels & Resorts “liderar o crescimento do NH Hotel Group com novos resorts nos melhores destinos de férias do sul da Europa”, como indicam em nota de imprensa.

Ramón Aragonés, CEO do NH Hotel Group, destaca esta operação como um importante salto qualitativo para a marca Tivoli e para a empresa como um todo.

“Durante este ano, o compromisso combinado e simultâneo entre os destinos de lazer e os destinos de viagens de negócios fortaleceu a capacidade de recuperação do NH Hotel Group. A entrada da Tivoli Hotels & Resorts em Espanha, com um resort tão emblemático como o La Caleta em Tenerife, permite-nos dar um passo estratégico. No futuro, será uma prioridade para nós expandir a presença da marca através de resorts de elevada qualidade”, declara o CEO em comunicado.

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Moneris lança Anuário do Turismo 2022 no dia mundial do setor

A publicação tem a chancela do Centro de Competências em Turismo da Moneris, que elabora o documento desde 2017, e conta com a participação da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

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A Moneris aproveita o Dia Mundial do Turismo, a 27 de setembro, para lançar a sua edição do Anuário do Turismo 2022. A publicação tem a chancela do Centro de Competências em Turismo da Moneris, que elabora o documento desde 2017.

Em comunicado, a Moneris explica que no anuário “são discutidas as múltiplas realidades do setor, o seu contributo e relevância para a economia das regiões, para o desenvolvimento do território e para a emergência de atividades económicas essenciais à competitividade das nossas terras”.

A edição deste ano conta com a participação da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques; dos presidentes das Regiões de Turismo de Portugal; do CFO do Grupo Pestana, Pedro Fino; do presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, Hélder Martins, entre outros.

No Anuário do Turismo da Moneris é possível encontrar a análise dos principais indicadores do setor que, de acordo com esta entidade, “traduzem uma recuperação inegável em 2021”, com o crescimento do número de hóspedes, do número de dormidas, do RevPar, e do Total de Proveitos, em todas as regiões, “de forma muito significativa”.

Nas palavras da Secretária de Estado, Rita Marques, “as receitas do turismo continuam a crescer de forma expressiva, acima de 2019”, salientando ainda que as previsões apontam para valores superiores a 2019, já em 2022. Segundo a responsável política, “isto representa uma aceleração significativa das receitas do turismo, que deverão atingir, já em 2022, um valor próximo do que se previa para 2024 (+6,1%)”.

Apesar das perspetivas positivas, Carlos Rosa, partner e coordenador do Centro de Competências em Turismo da Moneris, refere que “a aprendizagem dos últimos dois anos tornou-nos conscientes de que existem variáveis exógenas que poderão, a qualquer momento, distorcer as previsões e obrigar a novas adaptações, como já aconteceu no passado”.

O anuário, de caráter público, já esta disponível e pode ser consultado no website da Moneris.

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Turismo de Lisboa abre concurso para restaurante no Museu Tesouro Real

Com 572 m2, a concessão do restaurante Museu Tesouro Real será por um período de dez anos.

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A Associação Turismo de Lisboa (ATL) abriu o concurso para a concessão do espaço de restauração no Museu Tesouro Real, com 575 m2 de área.

Com uma vista sobre Lisboa e o rio Tejo que potencia a criação de um espaço com elegância e requinte, as candidaturas devem ser entregues até ao próximo dia 1 de novembro.

Localizado no quarto piso do Museu Tesouro Real/Palácio Nacional da Ajuda, no topo do Torreão Sul, o novo espaço tem acesso independente por elevador, com diferentes áreas, entre as quais receção, duas salas, duas copas e cozinha, bem como um lounge exterior e uma varanda panorâmica.

O conceito dos restaurantes candidatos deverá estar alinhado com o “posicionamento do Museu Tesouro Real, um espaço único onde, pela primeira vez e de forma permanente, é possível conhecer uma das mais raras e valiosas coleções de joias reais, compostas por insígnias e condecorações, moedas e peças de ourivesaria civil e religiosa”, refere o Turismo de Lisboa, em comunicado.

O museu está instalado numa das maiores caixas fortes do mundo, com três pisos, munida com sofisticados equipamentos de segurança e videovigilância, portas blindadas de cinco toneladas, vitrines com controlo de temperatura e humidade e vidros à prova de bala.

A concessão da exploração do estabelecimento é dada pelo prazo de dez anos, automaticamente renovável por períodos sucessivos de três anos.

O Caderno de Encargos e restante documentação de interesse para a candidatura podem ser requeridos via e-mail ([email protected]) ou levantados na sede da ATL, na Rua do Arsenal.

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Corinthia Lisbon contrata novo diretor de F&B

Orientado para o serviço ao cliente e na formação e crescimento da equipa, Melroy Fernandes soma 20 anos de experiência na indústria da hotelaria de luxo.

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O hotel Corinthia Lisbon contratou Melroy Fernandes para o cargo de diretor de Food&Beverage (F&B).

Desta forma, o profissional fica responsável por delinear e implementar a estratégia de desenvolvimento nos restaurantes e bares da unidade, incluindo o Erva restaurante e bar, o Soul Garden, o Tempus Lounge Bar – que em breve iniciará um processo de renovação total de conceito. Assume ainda a criação de um Lobby Lounge Bar, com uma oferta de serviço de bar e chá requintado.

A oferta de room service, banquetes e catering do hotel, composto por eventos de diversos tipos e dimensão, assim como o Spa Lounge, também ficarão sob a responsabilidade de Melroy Fernandes.

Orientado para o serviço ao cliente e na formação e crescimento da equipa, Melroy Fernandes soma 20 anos de experiência na indústria da hotelaria de luxo.

Oriundo de Goa, traz na bagagem um vasto percurso profissional, tendo exercido funções em destinos como Maldivas, Dubai, Chipre e Tailândia. No currículo soma a passagem por hotéis de renome como o St. Regis, One & Only, Soneva, Six Senses, Kanika Hotels e o histórico San Clemente Palace Kempinski Veneza, como diretor de F&B.

Com formação de base em Gestão Hoteleira, Melroy Fernandes especializou-se ainda como Master Sommelier na Wine & Spirit Education Trust, tendo sido nomeado pela Caterer Awards em 2015 como um dos top 5 Sommeliers do Médio Oriente (GCC).

“Estou muito entusiasmado em ter um profissional como o Melroy na família Corinthia. Estou certo de que será um líder inspirador para a equipa de F&B e que irá proporcionar aos nossos clientes experiências gastronómicos de excelência”, declara em comunicado Roderick Micallef, diretor-geral do Corinthia Lisbon.

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Sóis Montejunto Eco Lodge abre as portas ao público

Localizado a 50 quilómetros de Lisboa, o Sóis Montejunto Eco Lodge oferece uma panóplia de atividades, sempre em contacto com a natureza.

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O Sóis Montejunto Eco Lodge acaba de “nascer” na Serra de Montejunto, no concelho de Alenquer. O novo glamping, localizado a apenas 50 quilómetros de Lisboa, é um empreendimento inovador onde os hóspedes, sem abrir mão do conforto, se podem conectar com a natureza.

Os domos geodésicos do Sóis Montejunto Eco Lodge, interligados por passadiços de madeira, estão rodeados por uma paisagem composta por vinhas e moinhos de vento, possuindo capacidade para alojar 24 hóspedes em simultâneo.

O Sóis Montejunto Eco Lodge tem à disposição quatro domos familiares, compostos por uma cama de casal e um beliche que podem alojar até quatro pessoas, e quatro domos duplos que estão capacitados para acolher duas pessoas.

Todos os domos geodésicos do Sóis Montejunto Eco Lodge possuem cama de casal Queen-size, cozinha equipada, casa de banho, varanda com vista privilegiada para a serra, Wif-fi, Smart Tv e ar condicionado.

Para além do conforto existente no interior, os hóspedes do Sóis Montejunto Eco Lodge também têm acesso total a diversas áreas comuns: receção, sala de estar, piscina, bar, loja de produtos locais, sauna, jacuzzi e um domo onde decorrerão inúmeras atividades, como é o caso, por exemplo, de ioga, de massagens, eventos Team Building, workshops, entre outros.

O novo empreendimento criou especialmente para os hóspedes um conjunto de atividades ao ar livre que aliam a beleza natural da região e a cultura das comunidades locais. Assim, é possível praticar ciclismo nas imediações do glamping dado que existem vários percursos que são percorridos anualmente por profissionais e amantes da modalidade.

Caso o pretendido seja um passeio mais tranquilo, os hóspedes terão oportunidade para caminhar pelos diversos trilhos existentes na serra. O Sóis Montejunto Eco Lodge tem à sua disposição uma série de sugestões de trilhos que podem ser realizados com ou sem guia.

Durante a sua estadia no Sóis Montejunto Eco Lodge existe, igualmente, a possibilidade de apreciar a gastronomia da zona e, ao mesmo tempo, realizar vários roteiros de enoturismo e participar em algumas atividades sazonais como, por exemplo, a vindima.

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Hotelaria

Hotéis Heritage Lisboa incluídos nos “Historic Hotels Worldwide”

As cinco unidades históricas pertencentes aos Hotéis Heritage Lisboa passam a fazer parte do programa oficial do National Trust for Historic Preservation, “Historic Hotels Worldwide”.

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As cinco unidades históricas pertencentes aos Hoteis Heritage Lisboa – As Janelas Verdes, Heritage Avenida Liberdade, Hotel Britania Art Deco, Hotel Lisboa Plaza e Solar do Castelo – foram incluídos no Historic Hotels Worldwide, programa oficial do National Trust for Historic Preservation (Estados Unidos da América) para reconhecer e celebrar os melhores hotéis históricos em todo o mundo.

Historic Hotels Worldwide promove o património e as viagens culturais apresentando uma prestigiosa coleção de tesouros históricos, incluindo hotéis historicamente relevantes e outros hotéis icónicos e lendários que abrangem mais de 10 séculos.

Em comunicado, Lawrence P. Horwitz, vice-presidente executivo da Historic Hotels of America e da Historic Hotels Worldwide, diz estar “muito satisfeito em introduzir os cinco hotéis históricos dos Hoteis Heritage Lisboa nos Historic Hotels Worldwide”.

De referir que a associação Historic Hotels Worldwide é exclusiva para hotéis e resorts historicamente relevantes que estejam em edifícios com pelo menos 75 anos de idade.

Como uma coleção diversificada e de prestígio, cada hotel empossado deve possuir uma ou mais das seguintes qualidades: serviu como antiga casa, ou está localizado no terreno da antiga casa, de pessoas famosas, ou é um importante local para um evento na história; está localizado em ou a uma curta distância de um distrito histórico, marco histórico significativo, local de um evento histórico ou centro histórico da cidade; foi reconhecido por uma organização local de preservação ou por um fundo nacional; e exibe recordações históricas, obras de arte, fotografias ou outros exemplos de seu significado histórico.

Os Hoteis Heritage Lisboa foram criados com a ideia de promover hotéis históricos que reflitam o património, as tradições históricas e a cultura de Portugal e Lisboa.

Instalados em palacetes e pequenos edifícios históricos localizados no centro histórico de Lisboa, estes pequenos hotéis oferecem, segundo refere a cadeia, “um ambiente romântico e acolhedor”, salientando ainda que este equilíbrio especial foi conseguido entre “as tradições locais e o conforto atual, criando assim uma alternativa autêntica aos hotéis de luxo formais. A localização dos hotéis no centro histórico de Lisboa facilita o contacto imediato com os aspetos mais genuínos da cidade, desde os seus monumentos às suas gentes”.

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AL em Portugal regista valores superiores à pré-pandemia, segundo a GuestReady

A GuestReady, empresa que gere propriedades de aluguer de curta e média duração em vários países, indica que registou este verão, no Alojamento Local (AL) em Portugal, 15 vezes mais reservas do que em igual período de 2019.

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O portefólio da empresa também cresceu e hoje há quatro vezes mais propriedades do que no último ano pré-pandemia.

Este verão, na cidade do Porto, a GuestReady recebeu principalmente hóspedes de Espanha (19%), de França (17%) e ainda portugueses (10%). Já em Lisboa as propriedades abriram portas principalmente a norte-americanos (15%), mas também a franceses (13%) e espanhóis (10%).

Ainda durante o verão, a ocupação foi em média 15% superior ao mesmo período de 2019. Em Portugal a ocupação média foi de 90%, tendo superado a média global da GuestReady.

A nível global, a empresa que está presente em mais de 30 cidades em dois continentes, viu quadruplicar o volume de reservas e o número de unidades registadas cresceu para o dobro, por comparação ao ano de 2019.

Só em agosto, a GuestReady atingiu a marca global das 18 mil reservas efetuadas, das quais mais de um terço tiveram lugar em Portugal, o que representa um crescimento de 12% na taxa de ocupação global face ao mesmo período de 2019.

 

 

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“Avaliação Unidades Hoteleiras” é o novo curso da ASAVAL

A ASAVAL – Associação Profissional das Sociedades de Avaliação vai lançar, em outubro, a 6.ª edição da formação “Avaliação Unidades Hoteleiras”, que visa “preparar os formandos para uma avaliação mais atualizada e coerente”.

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A ASAVAL – Associação Profissional das Sociedades de Avaliação vai lançar, em outubro, um novo curso sobre “Avaliação Unidades Hoteleiras”, formação que visa “preparar os formandos para uma avaliação mais atualizada e coerente com as melhores práticas desenvolvidas na área”.

De acordo com um comunicado da associação, esta formação, a 6.ª promovida pela ASAVAL sobre “Avaliação Unidades Hoteleiras”, vai ser liderada por Gilberto Manuel R. A. Martins, Economista e Mestre em Turismo e vai contar com duas edições , concretamente entre 7 e 8 de outubro, bem como a 14 e 15 de outubro, ambas a decorrer às sextas-feiras, entre as 14h00 e as 18h00, bem como aos sábados, das 09h00 às 13h00.

A formação está disponível em modelo presencial ou através de “Zoom vídeo” e as inscrições decorrem até 30 de setembro, através do e-mail [email protected], sendo atribuídas por ordem de entrada nos serviços da ASAVAL.

A associação indica ainda que a formação abrange sete áreas, concretamente Indústria Hoteleira em Portugal – Evolução recente e expectativas; Princípios e Conceitos das avaliações de hotéis; Avaliação de hotéis; Desenvolvimento e análise de cash flows; Importância da ciência de dados e tecnologia na indústria hoteleira; Impacto das crises no valor das unidades hoteleiras; Caso Prático (avaliação de hotel).

“A ASAVAL emitirá, no final deste curso, um Certificado de Participação, o qual contará para efeitos de “CPD – Continuing Professional Development””, acrescenta a associação na informação divulgada esta quinta-feira, 22 de setembro.

No comunicado enviado à imprensa, a ASAVAL explica que pretende, com estas formações, contribuir para a “formação contínua dos seus Associados”, tendo decidido lançar a formação “Avaliação Unidades Hoteleiras” depois do sucesso e forte adesão das últimas edições.

 

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Restauração

Carlos Moura: Pacote de medidas é “absolutamente insuficiente” para o Turismo

A menos de um mês do próximo congresso da AHRESP, que se realiza de 14 a 15 de outubro em Coimbra, o presidente desta entidade, Carlos Moura, declara em conferência de imprensa que o evento servirá para “mobilizar e chamar a atenção para quem nos governa da importância e sensibilidade dos tecidos empresariais” representados pela associação.

Carla_Nunes

Sob o mote “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o próximo congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) surge num momento “muito oportuno”.

Quem o afirma é Carlos Moura, presidente da entidade, que espera que a realização do evento a 14 e 15 de outubro, numa altura coincidente como a discussão do Orçamento do Estado, possa servir para “reforçar as propostas” que a associação tem estipuladas para apresentar ao Governo. Ao todo serão 27 medidas, que a AHRESP não quis desvendar para já, mas assegura adiantar ainda no final desta semana.

Das conclusões deste congresso espera-se reforçar o “argumentário” para as propostas previstas pela associação, já que esta considera que, apesar do pacote de medidas anunciado ser “bom” – como Carlos Moura afirmou, “tudo o que é superior a zero é bom e aplaudimos” – as medidas são consideradas “absolutamente insuficientes” para o Turismo.

“Temos a certeza que o Governo não vai deixar de olhar para as propostas que vamos apresentar e para as medidas que vão reconhecer e verificar como absolutamente necessárias. Porque o país precisa de mais economia”, afirma.

Em conferência de imprensa, o presidente da associação sublinha que apesar de se pensar que “as boas receitas que tivemos durante o período de verão correspondem ao que se obtém no bottom line das companhias, a margem não corresponde àquilo que são as boas receitas, o bom encaixe daquilo que se vendeu”.

Para o justificar, Carlos Moura recorre aos dados do INE relativamente ao preço das matérias-primas alimentares, nas quais se verificou 15,4% de inflação em agosto, bem como os custos de energia – que “triplicaram” nas organizações representadas pela AHRESP – e o custo dos combustíveis, que afeta os transportes.

Referindo-se ao tema do próximo congresso, Carlos Moura explica terem escolhido o formato em sessões paralelas “para dar voz e oportunidade de tratar um tema que hoje é moda, mas não para a AHRESP”. Domínios como a sustentabilidade económica, financeira, laboral e digital fazem parte do programa, sem esquecer a questão dos recursos humanos, também debatida em conferência de imprensa.

Carlos Moura frisa que o setor “não tem gente para trabalhar”, algo que não atribui aos “salários baixos”, já que considera que o setor “paga relativamente bem”, dependendo das regiões. De acordo com o profissional, a escassez resulta de dois ou três epifenómenos: a transferência de pessoas para outras atividades económicas e o regresso dos imigrantes aos países de origens.

Para resolver a questão, a associação declara que tem preparado um programa para “a captação de imigração organizada”, no entanto, adianta apenas que esta será anunciada publicamente, sem esclarecer os moldes do mesmo.

“Devíamos cuidar de evitar que se sucedessem casos como os de Odemira. Queremos ter emigração com contratos de trabalho de média a longa duração”, termina.

Região Centro procura ser “cada vez mais competitiva” em MICE

Sobre o congresso, que terá lugar no Convento de São Francisco, Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (TCP), “saúda a escolha” da localização do evento, que afirma preencher um dos grandes objetivos da entidade de ser cada vez mais competitiva “na captação de grandes eventos e congressos”.

Já quanto ao tema do congresso, Pedro Machado assegura que este “não podia estar mais na agenda”, dados os recentes acontecimentos na região centro, “fustigada” por incêndios e enxurradas.

“Hoje percebemos que no nosso caso temos preocupações acrescidas com a sustentabilidade ambiental, seguramente com a sustentabilidade económica, mas há uma outra componente que é a sustentabilidade social”, defende Pedro Machado, que explica que atualmente “já não discutimos o overturing, o grau de saturação dos territórios”, mas sim “o grau de satisfação que as comunidades que recebem turistas podem ter com este setor”.

Nesse sentido, o presidente da TCP afirmou que se encontram a “estruturar novos produtos turísticos que possam ancorar e distribuir a procura, para que possa acontecer em territórios menos prováveis”. Destes enumera produtos na área do Ecoturismo, Enoturismo e Turismo Industrial.

Também na senda de novos produtos turísticos, o presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva, declarou que procuram “fazer uma grande aposta no turismo”, razão pela qual criaram “uma divisão dedicada ao turismo na nova estrutura flexível da câmara”, que será “exclusivamente dedicada a uma estratégia multifacetada turística para Coimbra e a sua região”.

“Temos um imenso potencial turístico em Coimbra, não só em termos da universidade e património mundial da Unesco, mas também das características medievais que se mantêm na Baixa e na Alta de Coimbra. [Temos ainda] um grande potencial religioso: foi em Coimbra que Santo António se fez franciscano, temos a nossa padroeira, a rainha santa, [sem esquecer que] foi em Coimbra, no Carmelo, que faleceu a irmã Lúcia”, argumenta.

AHRESP almeja Guia Michelin Portugal

Numa nota final sobre o congresso, Carlos Moura aponta para um painel que “apesar de parecer desalinhado com o fio condutor” do evento, está relacionado com “a sustentabilidade gastronómica do país”.

Na sessão TASCA – Identidade internacional da restauração portuguesa, a AHRESP propõe colocar na mesa a hipótese de atribuir uma identificação universal em gastronomia a Portugal.

“Os espanhóis têm ‘la bodega’, os italianos ‘la trattoria’, porque não havemos de ter ‘a tasca’?”, questiona o presidente da associação.

Outro dos objetivos da associação, comunicados na mesma conferência de imprensa, passa pela criação do Guia Michelin Portugal, já que, atualmente, o guia é aplicado à Ibéria: “Isso traduz-se sempre numa subalternização da nossa gastronomia a favor de ‘nuestros hermanos’. Provavelmente esta sessão também é um impulso para que o guia Michelin possa ser de Portugal e não da Ibéria”, atira o diretor.

Na próxima conferência da AHRESP são esperados cerca de mil participantes, resultando “no maior evento associativo empresarial que o país regista nos últimos anos”, de acordo com Carlos Moura.

No decurso do atual mandato, a AHRESP “caminha para 15 mil associados”, registando uma média de 130 novos associados por mês e 70 a 80 saídas.

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